Família procura homem de 53 anos desaparecido há cinco dias em Passos – Foto: arquivo familiar
A família de Agostinho Moreira Junior, de 53 anos, está em busca de informações que possam ajudar a localizar o morador de Passos (MG), desaparecido desde o último domingo (27).
Segundo familiares, Agostinho mora com uma irmã em uma residência localizada na Rua Itajaí, nº 1.022, no bairro Vila Rica. Desde o desaparecimento, ele não retornou para casa e não deu mais notícias.
Ainda conforme a família, Agostinho faz uso esporádico e excessivo de bebida alcoólica, o que aumenta a preocupação com seu paradeiro.
Os familiares pedem que qualquer pessoa que tenha visto Agostinho ou possua alguma informação sobre sua localização entre em contato pelo telefone (35) 99893-7448.
A colaboração da população pode ser fundamental para ajudar a família a encontrá-lo.
Quatro jovens de Minas Gerais desaparecem após sair de apartamento em São José (SC) — Foto: SOS Desaparecidos/PMSC
“Vivo ou morto, eu quero meu filho.” O desabafo é de uma mãe que há quase uma semana vive entre a esperança e o desespero. Assim como ela, famílias de quatro jovens de Minas Gerais seguem em busca de respostas após o desaparecimento dos rapazes em Santa Catarina. Eles moravam juntos na Grande Florianópolis e não fazem contato desde a madrugada do último domingo (28).
Os jovens têm entre 19 e 28 anos e são moradores de Guaxupé e Guaranésia, no Sul de Minas. Eles foram vistos pela última vez em frente ao apartamento onde viviam, no bairro Barreiros, em São José, região metropolitana da capital catarinense. Imagens de câmeras de segurança registraram o grupo caminhando pela rua durante a madrugada. Desde então, nenhuma notícia.
Desde domingo, o aposentado André Luiz da Silveira vive dias de angústia. Ele é pai de Daniel Luiz da Silveira, de 28 anos, que havia viajado para Florianópolis na véspera de Natal em busca de uma oportunidade de trabalho.
“Ele falou pra mim que estava tudo bem, que já tinha arrumado serviço, que ia começar na segunda-feira. Estava tudo encaminhado. Aí, de uma hora pra outra, nenhuma notícia. Minha angústia é demais. Já faz dois dias que eu não almoço, não janto, não durmo. Não consigo fazer nada. Minha vida está destruída”, contou.
A mesma aflição é sentida pela confeiteira Rosa Maria Máximo, mãe de Bruno Máximo da Silva, também de 28 anos. O jovem mora em Santa Catarina desde outubro e trabalhava em um restaurante. Segundo a família, o contato era frequente até o dia 28.
“A gente conversou normal no sábado. Depois disso, não falei mais com ele. […] É muito apavorante não saber se está vivo ou morto, o que aconteceu. Nossa, muito difícil”, disse Rosa.
Daniel e Bruno dividiam o apartamento com outros dois amigos: Guilherme Macedo de Almeida, de 20 anos, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, de 19. Guilherme é de Guaranésia e Pedro, natural de Araraquara (SP), morava com os amigos em São José há cerca de três meses.
A auxiliar de produção Silvia Aparecida do Prado, mãe de Pedro, falou com o filho por videochamada um dia antes do desaparecimento. Segundo ela, o jovem tinha planos de crescer profissionalmente e levar a família para Santa Catarina no futuro.
“O sonho dele era bater asas e ir. E eu sempre falava pra ele: ‘Pedro, toma cuidado onde você entra, com quem você anda’, porque eu penso assim, a gente cuida dos filhos, cria os filhos, é pro mundo. […] Uma mãe sempre tem preocupação com filho”, afirmou.
Imagens de câmeras de segurança que mostram os jovens caminhando pelo bairro de Barreiros antes do desaparecimento já foram entregues à Polícia Civil, que investiga o caso. Em uma das gravações, dois dos jovens, Guilherme e Bruno, aparecem novamente próximos ao prédio por volta das 4h16 da madrugada.
O apartamento onde os quatro moravam foi encontrado em condições que indicariam um possível retorno rápido. Conforme relato de um vizinho, a porta estava destrancada, janelas abertas, comida sobre o fogão e os pertences pessoais — incluindo carregadores de celular — ficaram para trás.
A família de Guilherme decidiu viajar quase mil quilômetros até Santa Catarina para acompanhar de perto as buscas e os trabalhos da investigação. Para isso, os parentes organizaram uma vaquinha online e pediram apoio à Prefeitura de Guaranésia.
“A polícia falou que precisava de alguém da família lá. Então a gente vai”, disse a funcionária pública Elizabete de Macedo Almeida.
O caso mobiliza o projeto SOS Desaparecidos, da Polícia Militar de Santa Catarina, que divulgou fotos dos jovens e auxilia nas buscas. Um boletim de ocorrência foi registrado por um vizinho na terça-feira (30), após perceber que o apartamento estava aberto e sem movimentação há dois dias.
Enquanto as investigações seguem, as famílias se agarram à fé e à esperança de uma resposta.
“Eu só peço que Deus traga ele de volta pra mim.Quero saber, tirar a agonia do meu peito. Vivo ou morto, eu quero saber”, disse Rosa.
“Eu espero encontrar com meu filho. Eu espero, eu só peço que se chegar até eles, eu preciso ver meu filho, eu preciso dar um abraço nele, sabe? Vivo ou morto, o que for, eu quero meu filho do meu lado”, completou Silvia.
Desaparecimento de cão comunitário gera comoção e mobiliza moradores em Passos – Foto: reprodução/redes sociais
O desaparecimento de um cão comunitário que vivia nas ruas do bairro Villaggio, próximo ao Novo Mundo, em Passos (MG), tem causado forte comoção entre moradores, protetores da causa animal e autoridades locais. O animal foi visto pela última vez na quinta-feira (18), quando entrou em uma residência da região e, desde então, não foi mais localizado.
Segundo informações da vereadora Gilmara Oliveira, que acompanha o caso, o cão desaparecido costumava circular pelas ruas ao lado de outro cão caramelo. Dias antes do sumiço, ambos permaneceram próximos à casa de um morador, provavelmente atraídos pelo cio de uma cadela que vive no imóvel.
Na tarde de quinta-feira, após uma denúncia feita à Prefeitura relatando que o cão estaria tentando atacar pessoas, uma equipe do Setor de Bem-Estar Animal — composta por dois servidores — realizou buscas pelo bairro, mas não encontrou o animal. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o cão entrou em uma casa com o portão aberto. Pouco depois, dois moradores saíram do local, um em um carro e o outro em uma motocicleta, e o portão foi fechado. Desde então, o cão não foi mais visto. A Polícia Militar foi acionada e lavrou um boletim de ocorrência.
As versões apresentadas pelo casal que reside na casa foram contraditórias. A mulher afirmou que o animal havia sido entregue a um conhecido que o levou para a zona rural, mas se recusou a informar nome ou localização do suposto responsável. Já o companheiro dela alegou a protetores que havia soltado o cão na região da Mumbuca. No entanto, voluntários estiveram no local e não encontraram o animal.
No domingo, 20 de julho, moradores do bairro Novo Mundo, juntamente com ativistas da causa animal, organizaram um protesto pacífico cobrando esclarecimentos sobre o desaparecimento do cão e exigindo providências das autoridades competentes.
O caso pode configurar crime de maus-tratos, conforme previsto na Lei Federal nº 9.605/98, que estabelece pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa e proibição da guarda de animais. Em caso de morte do animal, a penalidade pode ser agravada. Como o cão era reconhecido como comunitário — ou seja, mesmo sem um único tutor, recebia cuidados de moradores —, há respaldo legal para responsabilização criminal e civil em situações de negligência, crueldade ou omissão dolosa. Também existe a possibilidade de ação por dano moral coletivo, uma vez que se trata de um animal sob proteção pública.
A Ordem dos Advogados do Brasil, por meio da Comissão Estadual dos Direitos dos Animais da OAB-MG, está acompanhando o caso. A entidade destaca que, quando um animal é reconhecido como comunitário, existe uma responsabilidade coletiva e legal pelo seu bem-estar, e desaparecimentos sem explicações claras e coerentes devem ser investigados com rigor.
As buscas pelo cão continuam, e a população segue mobilizada em busca de respostas. Denúncias anônimas podem ser feitas à Polícia Militar, ao Ministério Público e ao Setor de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Passos.
Desaparecimento de cão comunitário gera comoção e mobiliza moradores em Passos – Foto: reprodução/redes sociais
‘Vivo ou morto’: Filho quer encontrar romeiro que desapareceu entre SP e MG; polícia investiga caso – Foto: Polícia Civil
“De qualquer jeito, vivo ou morto a gente tem que se encontrar”.
A declaração é de Pedro Augusto Francisco, filho do romeiro de Varginha (MG) que desapareceu há mais de uma semana entre SP e MG, na Serra do Piquete. Após o fim das buscas por parte do Corpo de Bombeiros e da família, a Polícia Civil começou a investigar o caso e faz a reconstituição dos últimos passos do idoso Pedro Donizeti Francisco.
A família do romeiro também realizava buscas por conta própria, mas parou com as tentativas depois de diversos “alarmes falsos”.
Informações de que o idoso teria sido visto em Lorena (SP), Aparecida e em outras cidades do Vale do Paraíba chegaram aos familiares, que foram aos municípios para verificar. Chegando aos locais, no entanto, as informações não eram verdadeiras.
“Chegamos lá [nos locais] e não tinha nada. É muito desgastante isso”, falou o filho do romeiro.
“A gente teve um alarme falso de ir lá em Aparecida. Pegamos o carro, tocamos pra lá, chegamos lá, mas ninguém viu, ninguém sabe. Agora a gente também encerrou as buscas, porque não tem onde procurar mais. É uma coisa muito triste, mas não tem outra saída”, afirmou.
O Corpo de Bombeiros informou que as buscas foram suspensas no sábado, dia 30 de março. Segundo os militares, a partir de agora, os trabalhos ficam a cargo da Polícia Civil.
Quem tiver informações sobre o paradeiro do romeiro desaparecido, pode informar as autoridades na base mais próxima da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros. O contato pode ser feito também por telefone, com a PM pelo 190 ou com os bombeiros pelo 193.
Polícia reconstitui passos
A Polícia Civil fez nesta terça-feira (2) a reconstituição dos últimos momentos antes do romeiro Pedro Donizeti Francisco desaparecer entre MG e SP, na Serra do Piquete.
Os trabalhos da Polícia Civil de SP tiveram início com a oitiva do filho de Pedro Donizeti Francisco, Pedro Augusto Francisco, que estava junto com o pai momentos antes do desaparecimento do romeiro.
“Fizemos a oitiva para que ele nos explicasse detalhadamente a dinâmica de como os fatos aconteceram. A ideia, nós fizemos uma filmagem dele, para a gente conseguir concretizar exatamente como a dinâmica desse desaparecimento aconteceu”, explicou o delegado de Piquete, Marcelo Vieira.
De acordo com o delegado, não existe nenhuma suspeita criminal até o momento e foi instaurado o chamado procedimento de investigação de desaparecidos.
“A ideia também é concretizar bem rapidamente como os fatos aconteceram, o Pedro [filho do romeiro] está nos ajudando. A gente vai fazer uma reconstituição com o Instituto de Criminalística Paulista para entender exatamente como foi a dinâmica da descida deles pela trilha, a separação dos dois, o não encontro. [Vamos fazer a] fixação de pontos, a gente vai subir um drone para fixar esse ponto, a gente vai tentar concretizar o local e a dinâmica de como os fatos aconteceram”, disse o delegado.
Desaparecimento
Pedro Donizeti Francisco é morador da região da Ilha do Salto, zona rural de Varginha. Esta era a segunda vez que ele participava da caminhada até Aparecida.
A princípio, os bombeiros informaram que a vítima teria 77 anos. No entanto, a família relatou a idade de 69 anos.
Romeiros que estavam na Serra do Piquete tentaram encontrar o integrante da romaria, que saiu na no dia 20 de março de Varginha com destino ao Santuário de Aparecida. O idoso teria desaparecido por volta de 13h do dia 25 de março.
Segundo integrantes da romaria, o idoso saiu com o grupo da “Romaria do Zuca” na companhia de dois filhos e um neto. Os filhos e integrantes da organização ajudaram nas buscas.
A família registrou um boletim de ocorrência do desaparecimento do romeiro na delegacia da Polícia Civil em Guaratinguetá (SP).
As buscas
As buscas começaram no dia 26 de março, quando houve o acionamento. Os trabalhos aconteceram entre 9h30 e 20h, e contaram com o apoio de helicópteros da Polícia Militar e cães farejadores, além de 13 bombeiros.
Os bombeiros passaram por uma trilha, enfrentando áreas esburacadas, de mata fechada e com lama. Os cães farejadores, que têm alta sensibilidade olfativa, acompanharam os bombeiros nos trajetos, procurando odores relacionados ao romeiro, que pudessem indicar qual caminho ele seguiu.
No entanto, as buscas foram suspensas no dia seguinte. Segundo a corporação, o trecho da trilha onde o idoso se perdeu é considerado curto, e pode ser percorrido entre 50 minutos e uma hora.
Cães farejadores foram usados nas buscas pelo romeiro que desapareceu indo para Aparecida — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros
Dois cães farejadores usados nas ações indicaram que o romeiro saiu da trilha, no sentido da rodovia BR-459, que liga Lorena (SP) e Itajubá (MG). Segundo os bombeiros, isso indica que ele possa ter pegado uma carona e voltado para Varginha ou seguido para Aparecida.
Mesmo com a suspensão das buscas pelos bombeiros, o filho do romeiro, Pedro Augusto Francisco, ainda continuou procurando pelo pai.
No sábado (30), o Corpo de Bombeiros retomou as buscas pelo romeiro. Os militares contaram com o apoio de romarias de Varginha com cerca de 40 voluntários. As buscas aconteceram na Trilha da Gruta de São Miguel Arcanjo, em Piquete, e na rodovia BR-459.
Segundo os bombeiros, participaram das buscas 11 bombeiros, três viaturas e, aproximadamente, 40 civis voluntários. Foram percorridos mais de 60 km entre trilhas, estradas e rodovias. Depois de todo trabalho realizado nos últimos dias, os bombeiros descartaram a área procurada.
Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, todas as informações foram repassadas às autoridades competentes que irão dar prosseguimento ao processo de investigação. As buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros foram encerradas no final da tarde do mesmo dia. O familiar do romeiro e os voluntários foram orientados quanto aos procedimentos técnicos realizados.
Corpo de adolescente que estava desaparecida há uma semana é encontrado na zona rural em MG, diz Polícia Militar — Foto: Reprodução
O Corpo da jovem Natally Oliveira, de 14 anos, que estava desaparecida há uma semana em Três Pontas (MG), foi encontrado na tarde da última sexta-feira (18) em um local na zona rural entre o município e a cidade de Nepomuceno (MG). A informação foi confirmada pela Polícia Militar. Um suspeito do crime foi preso. Conforme a polícia, ele tinha intenção de queimar o corpo da menina para ocultar o crime.
Conforme a Polícia Militar, o suspeito preso seria um homem de 25 anos que é cunhado da mãe da menina. Ele confessou o crime e apontado aos policiais o local em que o corpo foi enterrado.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito do crime, que trabalha como caseiro, teria levado a menina de carro até o sítio onde trabalha. Lá ele teria tentado abusar sexualmente da menina e a teria matado. Em seguida, enterrou o corpo em um local a cerca de 1 quilômetro da propriedade rural.
Conforme a funerária que fez a retirada do corpo, ele foi localizado próximo a uma fazenda por volta de 15h30 desta sexta-feira.
Natally Oliveira sumiu no bairro Jardim das Esmeraldas em Três Pontas na última sexta-feira (11). As buscas começaram no fim de semana com a ajuda de cães farejadores e drones.
A Polícia Civil investigava o desaparecimento desde o início da semana, mas nenhuma hipótese tinha sido descartada.
Menina sumiu após mãe ir ao mercado
De acordo com relato da família, a mãe teria deixado a adolescente e duas sobrinhas em casa enquanto ia ao mercado. Quando retornou, não encontrou mais a filha. O caso aconteceu por volta de 20h.
Segundo a mãe da menina, na última vez que foi vista, a jovem informou que iria na casa da avó.
“Eu fui ao mercado e ela ficou aqui em casa, aí ela avisou a minha sobrinha que estava indo na casa da minha mãe. Aí quando eu cheguei do mercado, ela não estava”.
Buscas começaram no sábado
As buscas pela menina começaram na tarde de sábado (12) após a família fazer contato com o Corpo de Bombeiros. Dados de torres de telefonia mostraram uma área onde possivelmente o aparelho da jovem foi usado pela última vez.
Os militares procuraram por Natally em matas e nos cafezais com o auxílio de drones e cães farejadores.
“No sábado, a família fez contato com a polícia. A polícia procurou em alguns locais e às 17h fizeram contato com o Corpo de Bombeiros. Nós estivemos aqui no local e entendemos as circunstâncias que levaram ao desaparecimento, mas como era noite nós retomamos de manhã com cães farejadores, com drone. Vasculhamos uma grande área de cafezal e a mata que tem perto desse ponto inicial”, explicou o tenente Ilenildo Prata de Paula.
Adolescente teria sido vista entrando em carro
No domingo, um dia após o início das buscas, as equipes do Corpo de Bombeiros retornaram para Varginha após receberem a informação de que a menina foi vista entrando em um carro preto. A testemunha contou aos bombeiros que a adolescente a teria cumprimentado e, em seguida, o carro saiu do local.
Padre que trabalhou no Sul de MG está desaparecido desde dia 4 – Foto: redes sociais
Está desaparecido de sua residência em Itaguara desde a última sexta-feira (4), o padre José de Souza Carvalho. Ele é do bispado de Oliveira e esteve à frente da paróquia em Ribeirão Vermelho e depois da paróquia de Santana do Jacaré.
O padre desapareceu misteriosamente na sexta-feira, quando saiu de casa, na cidade de Itaguara, por volta de 19h, dirigindo um automóvel Fiat Uno Way placas HIM-8798, de Itaguara.
A Diocese de Oliveira emitiu uma nota sobre o desaparecimento do religioso. Segundo a nota, padre José de Souza Carvalho se encontra sem uso de Ordem desde 6 de dezembro de 2020. Ainda de acordo com a nota da Diocese, ele estava residido em Itaguara, onde mora com seu pai.
A nota ainda fala do desaparecimento do religioso e pede a quem souber de seu paradeiro, que entre em contato com a polícia.
A nota afirma que a Diocese de Oliveira se solidariza com família do religioso, com os amigos e intercede a Deus para que logo se esclareçam os fatos e ele possa voltar em boa saúde para o convívio dos seus.
A nota foi emitida na tarde da última segunda-feira e não tem assinatura do bispo Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro.
O jovem Mateus Pereira de Paula, de 27 anos, está desaparecido desde a última sexta-feira (03). Há 6 dias, familiares buscam informações sobre o paradeiro do jovem Mateus que reside no bairro Jardim Califórnia, em Passos (MG)
O jovem desaparecido é casado com Vitória Ângela, tem uma filha, e é funcionário de uma fábrica de móveis rústicos na cidade.
De acordo com a esposa do rapaz, ele foi visto por meio de câmeras de segurança, entrando e saindo de imediato da residência de sua mãe na Liquinha Silveira em Passos. Posteriormente ele foi para uma chácara entre São João Batista do Glória é Delfinópolis com um colega que conheceu em um bar no bairro Jardim Primavera
“O rapaz disse que ele surtou e bateu o carro em uma árvore e posteriormente desapareceu”, informou a Vitória.
Ainda segundo a mulher de Mateus, o caso está sendo investigado pela Polícia Civil, e o ‘colega’ está forarigo.
Qualquer informação podem acionar a Polícia Militar no 190 ou falar com a esposa de Mateus pelo whats (35) 99917-3947.
A família de Camila Cristina dos Reis Silva, de 34 anos, pede ajuda para encontrá-la. Ela reside em São José da Barra (MG), porém no dia 18 de fevereiro foi para Passos (MG) e não retornou mais.
A irmã de Camila informou que ela saiu de casa com um homem não conhecido da família.
Ainda conforme a família, Camila tem o costume de ficar próxima a ‘rodoviária velha’ em Passos e provavelmente está usando ‘cropped’ e short.
A família está desesperada e pede que qualquer informações entre em contato pelos telefones (35) 9 9130-7974 (Milene/irmã) ou (35) 9 9719-1316 (Elza/mãe).
A vida de Sílvia dos Santos Mendes, de 46 anos, tem sido mais sofrida desde o desaparecimento do filho, Breno Lázaro Neves, de 26, no dia 11 de março de 2021.
Moradora do Bairro Cohab VI, em Passos, dona Sílvia, mãe de 4 filhos, viúva, já chorou a perda de uma filha por acidente, no dia 12 de março de 2017. Sua angústia agora é encontrar o filho Breno, marmorista.
Breno esteve detido dos 18 anos aos 21 anos na Apac por tráfico de drogas. Depois, foi preso novamente, também por tráfico, e estava em regime de prisão domiciliar.
Desde que o filho desapareceu, ela tem feito campanha nas mídias sociais na esperança de encontrá-lo. Foi feito um boletim de ocorrência na Polícia Civil, na tentativa de ajudá-la a encontrar Breno, mas, até hoje, nenhuma informação.
O delegado que cuida do caso, Ismael Jerônimo Soares, disse que abriu inquérito civil e ouviu todas as pessoas ligadas à vítima, porém, sem sucesso até agora.
“Meu filho estava em prisão domiciliar e ia ter o fim de sua pena, de três anos, no próximo dia 5 de abril. Ele saiu do presídio por causa da pandemia. No dia do desaparecimento, ele saiu com a esposa para deixá-la na casa de uma amiga, eram 10h da manhã, e não foi visto mais”, conta a mãe. “A esposa voltou para casa para aguardá-lo e até hoj,e nada”, narra Dona Sílvia.
Dona Sílvia disse que no dia do desparecimento ele usava camiseta branca, bermuda branca e roxa e estava em uma bicicleta preta. Perguntada se Breno tinha algum inimigo, ela disse desconhecer.
Ela ainda sonha em ver o filho vivo. Perguntada se tem esperança, ela disse: “Tenho sim. Peço a Deus todos os dias pra me trazer uma resposta. Justiça da terra não tenho, mas a de Deus não falha”.
Quem tiver alguma notícia do paradeiro de Breno é só entrar em contato com a Polícia Civil de Passos pelo telefone (35) 3521-8300.
A família da adolescente Lorrayne Castro Chaicher, de 14 anos, está à procura da garota, que saiu de casa por volta das 17:00 horas do sábado (06) e não retornou.
A mãe de Lorrayne, Marlene Pamela Bernardes de Castro, moradora do bairro Água Vermelha, relatou que a garota fugiu porque não teve autorização para sair de casa.
Segundo relatos, a garota foi vista na noite de ontem nas proximidades da Rodoviária de Formiga.
Marlene disse à redação do TRIBUNA que Lorrayne fugiu de casa com uma camisa preta masculina e uma calça jeans, estilo skatista.
Aqueles que tiverem informações podem entrar em contato com a mãe da garota no seguinte telefone: (37) 99949-3512.
Fonte: Jornal Tribuna
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