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Jornal Folha Regional

Funcionário é achado preso em elevador de supermercado após ficar dois dias desaparecido

Um funcionário de um supermercado da rede Carrefour foi encontrado preso em um elevador de cargas em uma unidade na cidade de Santos (SP), depois de ficar dois dias preso no local sem se alimentar ou ter o que beber. Ele havia sido considerado desaparecido desde o último sábado (25) antes de ser encontrado na segunda-feira (27).

O estabelecimento chegou a funcionar normalmente no domingo (26), sem que ninguém notasse que o colaborador estivesse preso no local.

O funcionário estava sendo procurado pela família, que havia divulgado imagens dele em busca de informações. 

A rede de supermercados informou que o elevador fica em uma área restrita a funcionários, sendo pouco visitada no dia a dia, e  que não sabe o motivo para que o equipamento tenha parado de funcionar. Uma equipe de manutenção foi acionada para identificar o problema. 

O estabelecimento também abriu uma investigação para apurar por que o “funcionário supostamente não pediu ajuda”. 

Em nota, o Carrefour afirmou que o funcionário passa bem e está com a família. Segundo a rede, foi disponibilizado uma assistente social para oferecer apoio psicológico ao homem e a seus familiares próximos. 

Rapaz que estava desaparecido é encontrado morto dentro de ribeirão

O corpo de um rapaz de 22 anos foi encontrado em um ribeirão, em Nova Serrana (MG), na noite da última terça-feira (14). Segundo a Polícia Militar (PM), ele estava desaparecido desde a última quinta-feira (9). As causas da morte não foram identificadas.

Os militares foram ao Ribeirão Pavão, próximo à Prefeitura, na Rua João Martins do Espírito Santo, Bairro Park Dona Gumercinda Martins. No local, de acordo com a PM, uma mulher afirmou que tinha encontrado o corpo do irmão dela, que estava desaparecido.

A PM foi ao local e se deparou com o corpo do rapaz dentro do ribeirão em estado avançado de decomposição. A perícia foi chamada ao local assim como a equipe de investigadores da Polícia Civil.

Segundo a Polícia Militar, não foi possível identificar as causas da morte e mais exames detalhados serão realizados.

Família aluga casa em SP e encontra proprietária enterrada no jardim

Em agosto de 2018, Fátima*, Roberto* e os dois filhos se mudaram para uma casa em Ubatuba (SP). Antes de se mudarem, eles souberam que a dona da casa, que já tinha morado ali, estava sumida desde agosto de 2013.

Carmem Morales, nome verdadeiro da proprietária, desapareceu aos 62 anos. A polícia investigou, mas não tinha conseguido esclarecer o caso até então.

Nos primeiros meses, os filhos do casal faziam piadas dizendo que a dona do imóvel estava enterrada ali. “Era brincadeira de molecada, sabe?”, diz Roberto.

Em janeiro deste ano, a família descobriu que era verdade. Roberto e o filho mais velho mexiam no jardim quando viram um tecido enterrado. Cavaram ali e encontraram a ossada de Carmem. A descoberta apavorou a família e levou à reabertura da investigação do desaparecimento da proprietária.

O responsável pela casa é um irmão da mulher desaparecida. Ele assumiu o imóvel, que ficou abandonado após o sumiço de Carmem Morales.

O aluguel da propriedade estava a cargo de uma imobiliária, e, antes de Fátima e Roberto, outra família já tinha vivido ali.

Nas primeiras semanas na nova casa, a Fátima e sua família souberam um pouco mais sobre a antiga proprietária.

“Muitos conhecidos perguntaram se tínhamos notícias dela. Quando a gente explicava que não a conhecia, eles começavam a contar coisas sobre a Carmem”, diz Fátima.

“Falaram que ela gostava muito de animais e tinha gatos, que era solitária, tinha depressão e tomava remédios”, relembra Fátima. Com o passar dos meses, os comentários dos vizinhos diminuíram.

Os novos moradores foram se convencendo de que tinham feito uma boa escolha. “Não é uma construção nova, mas é muito espaçosa, e a localização é boa”, diz Fátima.

Mas duas coisas incomodavam: a sombra em alguns cômodos e o excesso de umidade no corredor. Roberto explica que o motivo disso eram as plantas do jardim, que estavam ali muito antes da chegada da família. “Eram altas, subiam até o telhado”, diz ele.

O jardim tem cerca de 45 centímetros de largura e fica em uma área estreita, ao lado do muro, no corredor lateral da casa.

O trecho final do jardim, no fundo do terreno, tinha uma particularidade: em pouco mais de um metro de comprimento, havia alguns lírios da paz e tijolos para separar a área das plantas da parte cimentada do corredor.

Após mais de dois anos na casa, Roberto e o filho mais velho retiraram todas as plantas. Em seguida, limparam o local e encomendaram grama para colocar em toda a extensão.

“A princípio, a gente não queria mexer no jardim porque a casa não é nossa, e as plantas até eram bonitas. Mas decidimos fazer isso porque nosso cachorrinho ficava rolando na terra do jardim e entrava em casa cheirando muito mal. Além disso, a gente ficava incomodado porque ali reunia bastante caramujo”, diz Fátima.

Na tarde de 13 de janeiro deste ano, Roberto e o primogênito preparavam o solo para a grama quando viram um pedaço de tecido saindo da terra, na parte final do jardim, onde haviam acabado de retirar os lírios da paz.

A princípio, pai e filho pensaram que pudesse ser um pedaço de pano deixado no local anos atrás. “Mas puxei e vi que era algo pesado”, relembra Roberto.

Os dois começaram a retirar a terra com uma enxada. Logo notaram que era maior do que o esperado. “Sabe quando dá aquele frio na espinha? Olhei pro meu filho e falei: ‘será que enterraram algum animal aqui?'”, diz Roberto.

Quando terminaram de cavar, viram um edredom enterrado. “Peguei uma ponta, e meu filho, outra. Estava bem pesado. A gente tirou do buraco, e quando abri, saiu toda a ossada”, conta Roberto.

“Na hora, falei: achamos a dona da casa. Fiquei sem reação. Foi horrível, você não quer acreditar que aquilo tá acontecendo contigo. Parece que o tempo congela. Passa um milhão de coisas na cabeça. Perde o chão”, diz Roberto.

“Parecia um filme. Fiquei em choque”, diz o filho mais velho do casal.

Fátima, que chegava do trabalho no momento, lembra: “Fiquei pensando: o que será que aconteceu aqui? Será que cortaram ela dentro de casa? Não sei o que aconteceu aqui dentro, e vivemos em um lugar desses”.

A polícia foi chamada. Uma representante da imobiliária foi ao local e comunicou parentes de Carmem do fato. 

Um item junto à ossada apontava se tratar de Carmem: uma prótese metálica para a coluna — que a idosa usava desde que passou por uma cirurgia, segundo uma amiga dela.

Depois, uma análise da arcada dentária confirmou que era realmente a antiga dona da casa.

Segundo a polícia, até então não havia qualquer suspeita de que Carmem pudesse estar enterrada no quintal da própria casa.

Os lírios da paz e tijolos deixados especificamente onde ela estava enterrada deixam a impressão em quem acompanha o caso de que foram uma tentativa de dificultar a localização dos restos mortais da idosa.

Fátima e Roberto acreditam que se não fizessem a mudança no jardim, a ossada de Carmem ficaria enterrada ali por muito mais tempo ou talvez nunca fosse achada.

A Polícia Civil de Ubatuba instaurou um inquérito sobre o material encontrado no jardim. Após a confirmação de que se tratava de Carmem, a investigação sobre o desaparecimento dela, aberta em 2013, foi desarquivada, e os dois procedimentos passaram a ser conduzidos em conjunto.

A apuração sobre o desaparecimento de Carmem começou em agosto de 2013. Os vizinhos haviam estranhado o sumiço da mulher, não conseguiram contato com ela e acionaram a polícia, que começou as buscas e abriu um inquérito para investigar o caso.

Uma das pistas encontradas na época foi o carro de Carmem, localizado em um outro bairro. No veículo, que tinha sido abandonado após uma batida, estavam objetos pessoais de Carmem.

Na época, policiais foram à casa em busca de pistas, sem sucesso. Os familiares, que moram em outras partes do país, acompanharam a investigação a distância.

Vizinhos e conhecidos prestaram depoimento. Eles disseram que Carmem era simpática e querida por muitas pessoas.

Em sua conta no Facebook, ela compartilhava várias fotos dos animais e demonstrava ser apaixonada por dança e pelo mar. O perfil também mostra como seu desaparecimento causou preocupação.

“Cadê você?”, escreveu uma mulher, em 2013. As mensagens continuariam a chegar nos anos seguintes. “Onde quer que você esteja, muita paz. Olhe por nós”, escreveu outra amiga da aposentada em 2014.

“Muitas saudades. Uma amiga inesquecível. Alguém teria alguma notícia dela?”, perguntou outra mulher em 2015.

“Esta é Carmem*, está desaparecida, seu carro foi roubado e encontrado batido. Se alguém souber algo, por favor comunique à polícia”, compartilhou uma outra mulher em 2016.

Os amigos e familiares conviviam com a falta de respostas sobre o desaparecimento. A investigação não conseguiu concluir se ela tinha sido assassinada ou deixado sua casa por vontade própria.

A polícia apurou desavenças que a idosa tinha. Algumas pessoas chegaram a ser investigadas porque “poderiam ter algum motivo para prejudicá-la”, segundo o Ministério Público de São Paulo, mas sem nenhuma prova conclusiva.

Foi apurada a possibilidade de a idosa ter sido vítima de um latrocínio — quando uma pessoa é morta em razão de um roubo —, mas a suspeita não foi comprovada.

Em janeiro de 2020, o Ministério Público pediu o arquivamento do inquérito porque não havia, até então, “vestígios materiais que permitissem inferir com segurança que ela teria sido alvo de um ataque”.

Ninguém foi preso, e o desaparecimento seguiu como um mistério até janeiro passado. Após a localização da ossada, o Ministério Público pediu o desarquivamento da investigação, e novas testemunhas foram ouvidas.

“Depois que o corpo foi encontrado, foi possível esclarecer mais coisas”, diz o delegado Bruno de Azevedo Aragão, atual responsável.

A perícia na ossada não apontou indícios de que Carmem tenha sido assassinada a tiros ou facadas. A suspeita é de que tenha sido estrangulada e, depois, enterrada no jardim.

“Havia a esperança de identificar que ela foi vítima de estrangulamento, porque normalmente há fratura no pescoço. Mas a perícia não conseguiu chegar a essa conclusão, por causa da esqueletização (fase avançada da decomposição dos restos mortais)”, diz o delegado.

“Como não foi detectada marca de bala ou faca, eu ainda acredito em estrangulamento. Porém, não é um diagnóstico fechado, até porque não conseguimos isso com a perícia por conta do tempo (que ela permaneceu enterrada)”, acrescenta Aragão.

A ossada foi encaminhada para os familiares de Carmem, que foi cremada. A reportagem entrou em contato com parentes dela, que não quiseram conceder entrevista.

Por meio de um advogado, disseram que têm acompanhado a investigação e acreditam que logo haverá punição a quem cometeu o crime.

Até o momento, a polícia não sabe se o crime foi praticado por uma única pessoa ou se envolveu mais gente.

A previsão é de que a investigação seja concluída em, aproximadamente, um mês. O delegado diz que pretende então esclarecer os detalhes do crime e indiciar os envolvidos.

‘Se colocou luz em uma situação que estava nas trevas’

Para a família de Fátima e Roberto, a descoberta foi perturbadora. “Depois, a gente ficou imaginando ela sendo morta e arrastada para o quintal”, diz a mulher.

Ela conta que passou a evitar o local em que a ossada foi encontrada. “Às vezes, ainda olho para o lugar e fico imaginando como tudo ocorreu. Não gosto de ficar pensando nisso, não”, diz Fátima.

“Ficamos bem assustados, mas vamos seguindo, trabalhando e na correria da vida vamos levando”, diz Roberto.

Hoje, os pais acham que as piadas que os filhos faziam sobre a possibilidade de Carmem estar enterrada no local foi uma espécie de “intuição de criança”.

A forma como os filhos do casal enxergam a residência mudou. “A mais nova é a que tem mais medo. Por ela, teríamos saído dessa casa em janeiro”, comenta Fátima.

A família cogitou se mudar, mas desistiu da ideia. “Mas a gente não ficou em paz aqui, não”, desabafa Fátima.

Fátima e Roberto torcem para que a morte de Carmem seja esclarecida. Para os dois, a história da mulher sempre fará parte das lembranças deles e dos filhos. “É algo trágico e marcante, que irá nos acompanhar”, diz Roberto.

No entanto, o casal, que é católico, conversou com um padre e diz que passou a enxergar a situação como um “propósito de Deus”.

“O corpo dessa mulher estava escondido e indigno. Não teve nem sepultamento, e a família não tinha certeza se ela estava viva ou morta. Essa descoberta colocou luz em uma situação que estava nas trevas”, afirma Roberto.

Roberto conta que plantou duas orquídeas onde Carmem havia sido enterrada. Menos de uma semana depois, uma delas floriu. Para a família, foi uma espécie de agradecimento.

*Nomes alterados para proteger as identidades dos membros da família e da proprietária da casa.

Garoto de 13 anos ainda desaparecido pode estar em São José da Barra

Jovem desapareceu no dia 28 de agosto, enquanto caminhava para um supermercado de Franca

O adolescente Wesley Pires Alves Filho, 13 anos, conhecido também como Weslinho, está desaparecido desde o dia 28 de agosto.

Segundo informações, o garoto pode estar em São José da Barra (MG), nas proximidades do Lago de Furnas.

Nesta terça-feira (22), a tia do garoto, Monique falou com o Jornal Folha Regional, e informou que ele mora com os pais e duas irmãs na cidade de Franca, interior de São Paulo.

Wesley não tem nenhum problema de saúde, e saiu de casa com uma blusa de frio (que é a mesma da foto).

‘Não é coisa que se faça’

A família faz buscas há mais de duas semanas e já esteve em diferentes cidades da região, como Ipuã (SP), Patrocínio Paulista (SP) e Batatais (SP), além de São Tomás de Aquino (MG), e agora em São José da Barra (MG), mas não o encontrou. “É mais fácil perguntar onde falta, onde não foi, porque já fomos em tudo”, afirma Márcio.

Em muitos dos casos, os parentes se deslocaram motivados por denúncias que, mais tarde, se mostraram falsas.

“As pessoas têm o prazer de ligar e dizer: ‘oh, em tal lugar’, onde já se viu? A pessoa mandar até o nome do bar, o telefone. Só que essa pessoa não vai ficar impune. Já passei para a delegacia de Ribeirão e de Franca, isso não é coisa que se faça. Estamos sofrendo. (…) Não tem mais o que fazer e as pessoas ainda vem brincar com uma coisa séria.”
O tio, por outro lado, reforça o pedido de ajuda a quem realmente esteja disposto a dar informações que levem ao paradeiro do adolescente.

“Seja lá o que for, tira essa agonia da gente. Liga para a polícia, anônimo. Eu peço do fundo do coração.”

Investigações

Segundo o delegado Eduardo Bonfim, as investigações indicam que Wesley está vivo, mas não aparenta querer voltar para casa. Isso, segundo o responsável do caso, dificulta as buscas da Polícia Civil, concentradas em Ribeirão Preto.

Bonfim disse que a Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o garoto está sobrevivendo com o que ganha em semáforos e nas casas da região.

Os pais do menino afirmam que o filho não era envolvido com drogas nem tinha qualquer problema com a polícia. Eles suspeitam que alguém tenha interceptado o garoto na rua.

Para mais informações, entrar em contato com a família através do telefone (16) 99999-1479 ou diretamente com a Polícia, através do 190

Filha que teve mãe assassinada escreve discurso emocionante sobre o caso

A pastora Elaine Aparecida Barros de Oliveira, que em 2020 estaria completando 53 anos, foi morta em fevereiro de 2017. O suspeito é o próprio marido, de 43 anos.

Elaine estava desaparecida desde o dia 24 de fevereiro, e foi encontrada no dia 27, em um canavial na saída de Passos para São João Batista do Glória (MG). O corpo estava envolvido em um lençol, com sinais de violência e sem as roupas intimidas, além de ter arames nos pulsos e pescoço.

O pastor, disse em depoimento que levou a mulher até um posto de saúde na Avenida da Moda e voltou em casa para buscar alguns documentos que ela teria esquecido. Quando voltou, segundo ele, não a encontrou mais. Ainda segundo o acusado, no momento do desaparecimento, ela estava com R$ 655 e na época se queixava de ameaças de um ex-namorado.

De acordo com a filha de Elaine, Karen Cristina Barros de Carvalho, de 33 anos, não houve velório, uma vez que o corpo já estava em avançado estado de decomposição, portando a família e amigos não tiveram tempo e nem como se despedirem de Elaine como gostariam.

Elaine e o marido estavam juntos a seis anos, e tinham aberto uma Igreja Assembleia de Deus Pentecostal a menos de um ano.

Karen postou um discurso comovente em suas redes sociais. Apesar de ter se passado três anos desde o crime, a família ainda se revolta por tal crueldade.

‘’Pois é, estão vendo o destaque ao lado? É o corpo da minha mãe, encontrado em decomposição há quase 4 dias em fevereiro de 2017. Ela foi covardemente assassinada pelo seu esposo que era ‘’pastor’’ aqui na cidade de Passos. Amarrada e deixada em um canavial. Minha mãe estava muito debilitada devido aos AVC’s que tinha sofrido, porém ele se recusava a morar comigo com medo de gerar escândalo pra igreja a saída dela de casa. Ela viveu 6 anos com esse cidadão que mal fazia o seu papel de homem. Sabe o que é mais engraçado? Muitas pessoas próximas dele, olham pra gente com cara ruim como se a gente tivesse espancado, sedado, matado e torturado ele, como ele fez com minha mãe. Ele está apenas preso!Em um país cujo as leis são consideradas fracas pra esse tipo de crime. Quem colocou ele na cadeia foram os depoimentos contraditórios dele, as evidências do crime com requintes de crueldade por motivos torpes e banais. Ele também tinha uma amante rs (só pra ressaltar, ela era amiga da minha mãe). Então não adianta me olharem de cara feia, nada do tipo. Quem perdeu foi eu, meus familiares e amigos, que realmente gostavam dela. A minha mãe foi assassinada, enterramos em um caixão lacrado com direito a 10 minutos de funeral com extremo mal cheiro. Dia 24 será o júri popular do meliante. Mas independente de qualquer coisa não desejo mais e nem menos do que ele merece, absolutamente nada trará minha mãe de volta. Eu sei que o acerto dele será diante de Deus na hora de prestar contas’’, publicou a filha de Elaine.

O acusado não confessou o crime, e vai a júri popular, que está marcado para acontecer no dia 24 de setembro, no Fórum de Passos.

‘’Minha mãe tinha sofrido alguns AVC’s, por que estava com uma depressão muito forte, devido a perda do meu irmão, que morreu afogado com 14 anos. Nos últimos três anos ela vivia por conta da igreja. Por diversas vezes, chamei ela para morar comigo, por que ficava mais fácil de cuidar dela, mas ela não ia com medo de gerar escândalo na igreja, por estar saindo de casa. Ela tinha um amor imenso pelas pessoas’’, disse Karen.

A filha ainda completou dizendo que no dia que acharam o corpo de sua mãe, o acusado falou que a culpa teria sido dela, por estar pregando para traficantes e andarilhos.

Por: Valter Junior

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