Jornal Folha Regional

500 cidades mineiras não registram mortes por Covid-19 há um mês

Quinhentas cidades de Minas Gerais não registraram óbitos por covid-19 de 6/9 a 6/10/2021. Os dados foram informados pelas prefeituras à Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), e constam no sistema Sivep, do Ministério da Saúde.

O número, que corresponde a 58% dos municípios do estado sem mortes pela doença em um mês, revela a eficácia da vacinação contra o coronavírus.

O percentual de imunização com a primeira dose já chega a 83 % da população acima de 12 anos e, com o esquema vacinal completo, passa de 50% desse público.

Nesta quinta-feira (7/10), durante a reunião do Comitê Extraordinário Covid-19, grupo que acompanha a situação da pandemia no estado, o secretário de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, destacou o sucesso da campanha de vacinação.

“Temos um grande crescimento na segunda dose aplicada. Em breve, devemos ter 70% de todo o público-alvo com todo o esquema completo. A adesão à vacinação tem gerado um reflexo muito positivo com diminuição de internações, óbitos e circulação do vírus”, destacou Baccheretti.

Segundo dados apresentados pelo secretário, a média de pacientes internados no estado vem caindo, chegando a 617 no último dia 5/10. Há duas semanas, eram 716 pessoas hospitalizadas devido à doença. Em quatro semanas, a queda é de 25%.  

Bacherretti ressaltou ainda que, apesar dos avanços, os cuidados sanitários, como uso de máscara e higienização das mãos, devem ser mantidos pela população.

Minas já distribuiu mais de 28,7 milhões de doses de vacina contra a covid-19

O Governo de Minas já repassou aos municípios, até essa quarta-feira (6/10), 28.781.492 doses de imunizantes contra a covid-19.

O percentual de cobertura vacinal com a primeira dose já ultrapassou 83,83% da população acima de 12 anos e, com a segunda dose, alcança 50,98% deste público. Minas já vacinou com a dose de reforço mais de 138.666 mineiros.


Distribuição

Na terça-feira (5/10), a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) começou a distribuir mais 692.340 doses de imunizantes contra covid-19, para dar continuidade à maior operação de vacinação da história de Minas Gerais. São 324.090 doses da Pfizer e 368.250 de AstraZeneca, referentes à 56ª remessa, que estão sendo disponibilizadas via terrestre.

As doses da Pfizer serão destinadas: ao reforço para 2,5% dos trabalhadores de saúde, desde que tenham seis meses de aplicação da segunda dose; para completar o esquema de vacinação de pessoas de 45 a 49 anos de idade; e para 4,7% dos trabalhadores da indústria, referentes à 36ª remessa. 

Os imunizantes da AstraZeneca serão destinados: para a segunda dose em pessoas de 45 a 54 anos de idade (referente à 31ª remessa); e para os trabalhadores da indústria e caminhoneiros (referente à 35ª remessa).

Mega-Sena: aposta de R$ 4,50 feita em bairro nobre de Brasília ganha R$ 35 milhões

Brasília ganhou um novo milionário! Uma aposta realizada no Lago Sul acertou as seis dezenas da modalidade e levou para casa, sozinho, R$ 35.714.240,27. O sorteio 2416 da modalidade teve os seguintes números sorteados na noite da última quarta-feira (6): 06-07-11-26-37-57.

A modalidade estava acumulada por cinco sorteios. Segundo a Caixa, o bilhete foi feito na casa Lotérica Onze da Sorte (SHIS QI 11, Bloco O). Trata-se de uma aposta simples de apenas seis números mesmo.

Ainda de acordo com informações do banco, ao longo de todo o país, outros 86 bilhetes acertaram cinco números e levaram R$ 39.895,60. Já 5.658 pessoas acertaram quatro dezenas e levaram R$ 866,28.

Rendimento

De acordo com a Caixa, caso o apostador ganhe o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá no primeiro mês cerca de R$ 126 mil de rendimento.

Memória

Vale lembrar que esta foi a segunda vez em 2021 que uma aposta da capital levou a Mega. Em 27 de março, uma aposta feito em meios eletrônicos na cidade levou sozinha R$ 27.070.907,55.

Bolsonaro veta distribuição gratuita de absorvente feminino

O presidente Jair Bolsonaro vetou a distribuição gratuita de absorvente feminino para estudantes de baixa renda de escolas públicas e mulheres em situação de rua ou de vulnerabilidade extrema. A decisão, publicada na edição desta quinta-feira (7) do “Diário Oficial da União”, argumenta que o texto do projeto não estabeleceu fonte de custeio.

A proposta, de origem na Câmara dos Deputados, foi avalizada pelo Senado no dia 14 de setembro e seguiu para a sanção do presidente.

Bolsonaro sancionou o projeto, criando o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, mas vetou o artigo 1º, que previa a distribuição gratuita de absorventes higiênicos femininos, e o artigo 3º, que estabelecia a lista de beneficiárias:

  • estudantes de baixa renda matriculadas em escolas da rede pública de ensino;
  • mulheres em situação de rua ou em situação de vulnerabilidade social extrema;
  • mulheres apreendidas e presidiárias, recolhidas em unidades do sistema penal; e
  • mulheres internadas em unidades para cumprimento de medida socioeducativa.

O presidente vetou, ainda, o trecho que incluía absorventes nas cestas básicas distribuídas pelo Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Custeio

Bolsonaro argumentou, entre outros motivos, que o projeto aprovado pelo Congresso não previu fonte de custeio para essas medidas.

O texto aprovado previa que o dinheiro viria dos recursos destinados pela União ao Sistema Único de Saúde (SUS) – e, no caso das presidiárias, do Fundo Penitenciário Nacional.

Em relação ao SUS, o presidente argumentou que absorventes não consta da lista de medicamentos considerados essenciais (a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) e que, ao estipular beneficiárias específicas, o projeto não atendia ao princípio de universalidade do sistema único de saúde.

Sobre o o Fundo Penitenciário Nacional, o presidente alega que a lei o que criou o não prevê os uso de recursos para esse fim.

O presidente manteve os trechos que obrigam o Poder Público a promover campanha informativa sobre saúde menstrual e que autoriza os gestores da área de educação a realizar os gastos necessários para atendimento ao que prevê a lei.

O Congresso pode decidir manter ou derrubar vetos presidenciais. O prazo para essa avaliação é de 30 dias após a publicação do veto no Diário Oficial, mas nem sempre ele é cumprido.

Precariedade menstrual

A medida tem como objetivo combater a precariedade menstrual, identificada como a falta de acesso ou a falta de recursos que possibilitem a aquisição de produtos de higiene e outros itens necessários ao período menstrual.

Reportagens de maio do Fantástico mostram que mulheres chegam a usar miolo de pão em substituição ao absorvente e que uma em cada quatro jovens já faltou à aula por não poder comprar o item.

Pedreiro é preso suspeito de matar mulher e concretar o corpo na parede

A Polícia Civil de Santos prendeu um pedreiro de 56 anos, suspeito de matar uma jovem e ter escondido o corpo dela com concreto em uma parede. Ele teria confessado o crime, de acordo com a Polícia Civil. O suspeito apontou a participação de um outro homem, de 35 anos, que também foi preso.

A estudante Joice Maria da Gloria Rodrigues, de 25 anos, estava desaparecida desde o dia 27 de setembro, quando deixou sua casa em São Vicente (70 km de SP). Familiares haviam registrado um boletim de ocorrência há uma semana relatando o desaparecimento.

Policiais civis passaram a buscar por informações que pudessem levar ao paradeiro de Joice. Durante as investigações, os agentes conseguiram a informação de que a jovem esteve em uma obra nas proximidades de onde ela morava, onde teria se encontrado com um pedreiro. A distância entre a obra e a casa da vítima é de aproximadamente 400 metros.

Localizado, o homem foi questionado pelos policiais e confirmou ter se encontrado com Joice até às 21h15 do dia 27 de setembro, mesmo dia do desaparecimento. Segundo a Polícia Civil, o pedreiro contou ter mantido relações sexuais com a jovem e utilizado drogas. Depois disso, ela teria deixado o local, segundo o pedreiro.

Os policiais também localizaram o responsável pela obra, que relatou que a mulher, até então desaparecida, comparecia esporadicamente para conversar com o pedreiro, mas que não sabia onde ela poderia estar.

Durante uma primeira vistoria no local, os policiais civis localizaram “pinos plásticos vazios, comumente usados para acondicionar cocaína, além de uma sacola com calcinhas na parte superior da edificação em construção, os quais foram apreendidos”.

Desconfiados, os investigadores indagaram o responsável pela obra de possíveis áreas recém-concretadas no imóvel. O responsável teria ficado desconfiado de um local que estava com o acabamento por fazer. Após desferir um único golpe no ponto, ele teria sentido o forte cheiro do corpo em decomposição.

Acionados, os policiais civis foram até a obra e derrubaram parte da parede. Ali, com ajuda do Corpo de Bombeiros, localizaram o corpo de Joice, que estava nu, com uma camiseta preta enrolada no pescoço.

Na sequência, os policiais seguiram até a casa do pedreiro, que foi localizado e confessou o crime, de acordo com a Polícia Civil. “Ele confessou ter matado a vítima estrangulada com uma camiseta, depois de ter mantido relações sexuais com ela”, diz trecho de nota emitida pela delegacia especializada.

Prefeito de Alpinópolis decide realizar a tradicional Festa do Reinado

A Festa do Reinado ocorre no mês de dezembro, entre os dias 25 a 28, em Alpinópolis (MG). O evento reverencia o que os antepassados alpinopolenses cultivaram há 193 anos desde sua primeira realização.

Na última quarta-feira (6), o prefeito de Alpinópolis, Rafael Freire (PSB), se reuniu com o Governador da Festa do Reinado, Zé Acácio, com o Presidente da Associação Folclórica, Cleber Quirino, com a Diretora do Departamento de Educação e Cultura, Zélia Marques, e a coordenadora da Vigilância Sanitária, Vanessa Cartuchi, para discutir a realização do evento neste ano.

Ficou decidido que, diante do avanço da vacinação no município e que até a data quase toda a população terá sido imunizada com a segunda dose contra a Covid-19, ocorrerá a Festa do Reinado seguindo um protocolo sanitário editado pela Prefeitura Municipal.

Em breve, a prefeitura irá divulgar o cronograma e como se dará o evento.

‘’O que queremos é manter viva a nossa cultura e promover uma festividade com segurança para todos’’, disse o prefeito.

Governo notifica 627 mil pessoas a devolver auxílio emergencial

Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal.

O Ministério da Cidadania notificou, até a última terça-feira (5), 627 mil pessoas a devolver, voluntariamente, os recursos recebidos por meio do auxilio emergencial, programa que atende pessoas em situação de vulnerabilidade, afetadas pela pandemia de covid-19.

As mensagens de celular, tipo SMS, foram enviadas desde a última segunda-feira (4) pelos números 28041 ou 28042. “Qualquer SMS enviado de números diferentes desses, com este intuito, deve ser desconsiderado”, alertou o ministério.

De acordo com a pasta, as mensagens são para trabalhadores que receberam recursos de forma indevida por não se enquadrarem nos critérios de elegibilidade do programa ou que, ao declarar o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), já geraram documento de arrecadação de receitas federais (DARF) para restituição de parcelas do auxílio, mas que ainda não efetuaram o pagamento.

Este é o segundo lote de mensagens no ano de 2021. Segundo o ministério, após o envio do primeiro lote de SMS, em agosto, foram devolvidos aos cofres públicos cerca de R$ 40,6 milhões até o dia 21 de setembro. As restituições foram feitas por meio do pagamento de DARF em aberto e pela geração e pagamento de guias de recolhimento da União (GRU).

Entre as pessoas que não atendem aos critérios de elegibilidade estão aquelas com indicativo de recebimento de um segundo benefício assistencial do governo federal, como aposentadoria, seguro-desemprego ou Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm). O grupo inclui também os que tinham vínculo empregatício na data do requerimento do auxílio emergencial e os identificados com renda incompatível com o recebimento do benefício, entre outros casos.

As mensagens enviadas pelo Ministério da Cidadania contêm o registro do CPF do beneficiário, ou NIS, no caso do público do Bolsa Família, e o link para fazer a regularização da situação, iniciado com gov.br. Os avisos serão enviados, exclusivamente, pelos números 28041 ou 28042.

Como devolver

Todos aqueles que receberem a mensagem de texto relativos aos DARFs em aberto deverão efetuar o pagamento ou acessar o endereço eletrônico gov.br/dirpf21ae para denunciar fraude, se for o caso, ou informar divergência de valores.

Quem não tem DARF em aberto, mas tem valores a devolver, precisa acessar o site gov.br/devolucaoaee inserir o CPF do beneficiário. Depois de preenchidas as informações, será emitida uma GRU, e o cidadão poderá fazer o pagamento nos canais de atendimento do Banco do Brasil ou em outros bancos, caso selecione essa opção ao solicitar a emissão da GRU no sistema.

Para denunciar fraudes, o cidadão pode acessar a plataforma fala.br, da Controladoria-Geral da União. Além disso, o Portal da Transparência traz a relação pública de quem recebeu o auxílio emergencial. A ferramenta permite a pesquisa por estado, município e mês, ou por nome e CPF.

Polícia Federal prende suspeito em Paraíso envolvido em esquema de R$2 bilhões

Foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) em Uberlândia na manhã da última terça-feira (5) operação para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico de drogas, armas de grosso calibre e lavagem de dinheiro.

Um homem, de 32 anos, teria sido preso em São Sebastião do Paraíso (MG). Segundo as informações, ele teria sido preso na manhã da última terça-feira, na área central da cidade, e encaminhado para o Triângulo Mineiro.

Os mandados e medidas foram expedidos pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Uberlândia nos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Alagoas, Tocantins e Espírito Santo. Em Minas Gerais, as ações foram realizadas em Uberlândia, Uberaba, Prata e Ituiutaba.

Conforme a PF, a ação batizada de “Operação Balada” contou com cerca de 850 Policiais federais cumprindo 247 mandados de prisão e 249 mandados de busca e apreensão, além de centenas de outras medidas cautelares, como sequestro de bens e bloqueio de contas correntes.

A Polícia Penal, através da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Estado de Minas Gerais (Sejusp-MG), também colaborou com a ação com 35 policiais para custódia e transporte dos presos na operação.

Balanço

Segundo balanço parcial da PF até as 12h, tinham sido efetivadas 95 prisões e 115 carros apreendidos. Também foram lavrados 5 flagrantes relacionados à arma e drogas e recolhidos R$ 850 mil de dinheiro em espécie.

A Sejusp, por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) informou que deu apoio na custódia e transporte de presos e que as mulheres foram encaminhadas para a Penitenciária de Uberlândia I e os homens para o Presídio de Uberlândia I.

Esquema

A organização investigada operava esquema estruturado de tráfico de drogas e preparava o material para ser vendido utilizando insumos químicos adquiridos por meio de empresas regularmente cadastradas. Em sete meses foram comprados insumos capazes de manipular mais de 11 toneladas de cocaína.

Segundo a PF, a região do Triângulo Mineiro era onde o grupo criminoso armazenava a droga, que era encaminhada dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia. Após o armazenamento na região, o material era distribuído por todo o Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás e outras regiões de Minas Gerais.

Além de tráfico de drogas, o grupo também atuava no tráfico ilegal de armas de fogo. Durante o trabalho de investigação já ocorreu apreensão de carregamento com 8 fuzis e 14 pistolas em Uberlândia, em março de 2020. As armas eram comercializadas e, em seguida, destinada a grupos especializados no tráfico de drogas e roubos a banco no Triângulo Mineiro, além de uma facção criminosa no Rio de Janeiro (RF).

Lavagem de dinheiro

Para poder dissimular a origem criminosa do patrimônio acumulado, a organização criminosa utilizava um esquema de lavagem de dinheiro classificado pela própria PF como “sofisticado”, pois utilizava empresas de fachada e a compra de postos de combustíveis, hotéis fazenda, imóveis, veículos e embarcação de luxo.

A estimativa é de que mais de R$ 2 bilhões foram movimentados pelos investigados nos últimos dois anos. As contas bancárias, os bens identificados e cerca de 100 imóveis foram bloqueados por determinação judicial.

Coletiva

Durante coletiva de imprensa realizada pela PF no fim desta manhã, o delegado Renato Beni da Silva explicou que entre os principais envolvidos nos crimes estavam “empresários e profissionais liberais” das áreas hoteleiras, comércio de veículos, construção civil e de postos de combustíveis. Esses empresários eram os responsáveis por “financiar” o tráfico de drogas.

“O grupo sediado em Uberlândia já atuava há vários anos na movimentação do armamento. Eles adquiriam em Ponta Porã (MS), levavam para Uberlândia e faziam uma remessa, pelo menos mensalmente, para o Rio de Janeiro (RJ), onde repassavam essas armas para integrantes de facção criminosa”, detalhou o delegado.

Ainda conforme o Beni, Uberlândia foi utilizada como rota dos traficantes, principalmente pela logística da cidade. “Uberlândia é um ponto principal de logística, tanto para economia formal, quanto para a informal também. Então a atividade criminosa se aproveita dessa situação para facilitar o comércio de armas e drogas pelo acesso às rodovias e vários aeroportos”.

Na ocaisão também foi confirmado envolvimento de alguns advogados, que auxiliavam no processo de lavagem de dinheiro do grupo criminoso. Foi questionado ainda se existiam políticos e policiais como alvos das investigações, mas não houve confirmação pelo fato de os autos correrem em segredo de Justiça.

Nome da operação

A operação “Balada” tem esse nome pelo fato dos investigados ostentarem em redes sociais a realização de diversas festas de luxo, sendo algumas até em outros países com altos gastos com uso de iates e carros esportivos.

Prefeito de Guapé é denunciado por crime ambiental e risco de danos ao Lago de Furnas

O prefeito de Guapé (MG), Nelson Lara (PCdoB), está sendo investigado por suspeita de cometer crime ambiental que pode causar prejuízos ao Lago de Furnas e riscos à saúde da população. Além dele, uma empresa que prestava serviço para a prefeitura também foi denunciada. Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que apresentou a denúncia, foram realizadas diversas atividades, com alto potencial para poluição, degradação do meio ambiente e riscos à população, em estação de transbordo de resíduos sólidos urbanos.

Conforme o MP, as atividades foram realizadas sem licença ambiental e trazem sérios riscos à saúde humana. A prática foi executada no local entre setembro de 2017 e setembro de 2019, aponta o órgão. Investigações do MP apontam que uma nascente que forma o curso d’água que deságua no Lago de Furnas foi contaminada.

De acordo com o Procedimento Investigatório Criminal, a área conhecida como “Buracão”, no bairro Alto Sumaré, foi usada para empilhamento de lixo e descarte irregular de resíduos de construção civil e de entulho de todo tipo entre 2005 e 2012, quando o prefeito estava à frente da administração municipal.

O local também foi usado para atividades do matadouro municipal. Em 2009, o prefeito foi condenado por crime ambiental, com pena restritiva de direitos, mas a pretensão punitiva prescreveu em 2017. Da mesma forma, o município foi condenado com a obrigação de não utilizar a área sem licença ambiental.

Em 2017, ao assumir novamente a prefeitura, ele firmou contrato com a empresa denunciada, que voltou a usar a área sem licenciamento ambiental e armazenando o lixo de forma inadequada até 2019, quando o contrato foi encerrado.

A redação do Jornal Folha Regional entrou em contato com o prefeito de Guapé, porém até a postagem desta matéria não obteve resposta.

Via: Clic Folha.

Mega-Sena: prêmio acumulado em R$ 35 milhões será sorteado nesta quarta-feira

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (5) um prêmio acumulado em R$ 35 milhões. As seis dezenas do concurso 2.416 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador ganhe o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá no primeiro mês cerca de R$ 126 mil de rendimento.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Jornal Folha Regional
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