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Jornal Folha Regional

‘Meu filho foi assassinado dentro de um hospital público’, diz pai de criança que teve órgãos retirados enquanto ela estava viva

Paulo Airton Pavesi, pai de Paulo Veronesi Pavesi, foi a primeira testemunha a ser ouvida, na tarde da última quinta-feira (28), no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, no julgamento de três médicos envolvidos no caso Pavesi.

Eles são acusados da retirada ilegal de órgãos do garoto Paulinho, enquanto a criança estava viva, em Poços de Caldas (MG), há mais de 20 anos. O depoimento de Paulo Airton durou duas horas.

“Meu filho foi assassinado dentro de um hospital público e há mais de duas décadas aguardo alguma decisão. Os suspeitos continuam trabalhando e recursos de adiamento sendo aceitos”.


O procedimento ocorreu em um hospital de Poços após o garoto ser internado depois de cair de uma altura de 10 metros, no prédio onde morava.

Segundo o Ministério Público, o exame que apontou a morte cerebral foi forjado e Paulinho ainda estava vivo no momento da retirada dos órgãos.

“Em vez de cuidar da vida da criança foram cuidar de manter os órgãos intactos”, disse Dino Miraglia advogado da família.

Depois do depoimento do pai em plenário, foram exibidos depoimentos em vídeo de testemunhas, médicos e enfermeiros, que atenderam a vítima.

Às 21h, sete pessoas já tinham restado depoimento. Depois da conclusão da exibição dos vídeos com depoimentos das testemunhas, ocorrem os interrogatórios e o debate entre defesa e acusação.

O julgamento foi interrompido às 22h40 e tem previsão de ser retomado às 9h desta sexta-feira (29).

Os réus foram denunciados por homicídio qualificado e por ter retirado órgãos ou parte de corpo em desacordo com a lei e agravante da vítima ter menos de 14 anos.

Caso Pavesi


O caso Pavesi teve como início o ano 2000, quando os médicos José Luis Gomes da Silva, José Luis Bonfitto, Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado de Paulo Veronesi Pavesi, que na época tinha 10 anos.

Conforme a Justiça, os quatro médicos teriam sido responsáveis por procedimentos incorretos na morte e remoção de órgãos do garoto, após ele cair de uma altura de 10 metros no prédio onde morava. O exame que apontou a morte cerebral teria sido forjado e o garoto ainda estaria vivo no momento da retirada dos órgãos.

Na decisão que marcou a data do julgamento, o ministro Ribeiro Dantas explicou que não há controvérsia a respeito dos fatos denunciados e reconhecidos na sentença que foi anulada pelo TJMG, pois, tanto para o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) quanto para as instâncias ordinárias, os médicos removeram os órgãos da vítima, causando-lhe dolosamente a morte como consequência.

Os quatro negam qualquer irregularidade, tanto nos exames, quanto nos transplantes aos quais o garoto foi submetido. O caso foi desmembrado e transferido de Poços de Caldas para Belo Horizonte em agosto de 2014, a pedido do Ministério Público, para evitar a influência econômica e social dos médicos sobre os jurados.

O júri popular desses quatro médicos aconteceria no dia 6 de abril de 2016 em Belo Horizonte, mas foi suspenso.

Sentença anulada de outros três médicos envolvidos


Outros três médicos acusados de participação no caso, Sérgio Poli Gaspar, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, chegaram a ser condenados em 1ª instância em 2014 por participação no caso, mas a sentença foi anulada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais em maio de 2016 e o processo retornou para Poços de Caldas.

Os três médicos foram condenados em janeiro de 2014 a penas que variam de 14 a 18 anos de prisão em regime fechado por participação no caso. Eles não foram a júri popular.

Os médicos Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes chegaram a ficar presos por 30 dias e ganharam na Justiça o direito de recorrer a sentença em liberdade. Já Sérgio Poli Gaspar ficou foragido por um mês e após se entregar passou apenas um dia preso. Ele também poderia recorrer em liberdade.

Após ser vacinada contra Covid-19, idosa moradora de abrigo pede que técnica ‘vacine’ sua boneca

Terezinha Rodrigues dos Santos, de 87 anos, surpreendeu a equipe de vacinação contra a Covid-19, no Instituto São Vicente de Paulo, em Campina Grande, na manhã do dia 20 de janeiro. Após receber a primeira das duas doses do imunizante, ela voltou e pediu que a técnica de enfermagem também aplicasse a vacina na boneca Cidinha, a quem chama de filha.

A profissional de saúde, que como disse, considera ter sido “presenteada” com a situação, foi a Alailza Gomes da Silva, que atua na área há mais de cinco anos.

“Ela, com aquele acolhimento que a gente não esperava disse: ‘vacina minha filha Cidinha, para ela não ficar doente, por favor. Nem ela, nem eu”, relatou a técnica sobre o diálogo que teve com a idosa.

A profissional de saúde, claro, não poderia negar um pedido tão especial. Pegou uma seringa e fingiu que estava imunizando a boneca.

“Quando apliquei a vacina vi no olhar dela uma gratidão imensa”, contou.

Dona Terezinha, que chegou ao Instituto São Vicente de Paulo em 2004, explicou que Cidinha não poderia ficar sem vacinação, afinal, a considera como filha.

“Eu pensei que ela tinha que [se] vacinar também, né? Igual eu. Ou ia ficar muito doente… ela já vai completar três anos, então é melhor se vacinar logo”, relatou.

No fim, um gesto simples e humano por parte da técnica ao atender ao pedido da senhora, resultou nos muitos sorrisos dela e de toda a equipe de vacinação. Afinal, “Quem ama, cuida, né?”, como disse Terezinha.

Conhecidos criam vaquinha on-line em prol da família do Policial Giancarlo, que faleceu após viatura capotar durante perseguição

No dia 22 de janeiro, em São Sebastião do Paraíso (MG), durante uma perseguição policial, a viatura em que o Soldado da Polícia Militar, Giancarlo Assis Ribeiro estava, perdeu o controle e capotou. Giancarlo foi socorrido com ferimentos graves, porém, mesmo após as cirurgias, o policial não resistiu.

Giancarlo, que tinha 31 anos, deixou esposa e uma filha de apenas 11 meses.

Pessoas próximas ao soldado criaram uma vaquinha online, com objetivo de ajudar a família com as despesas imediatas.

Link da ‘vaquinha’:

https://cutt.ly/Ij53dCJ

Empresas têm até sexta-feira para aderir ao Simples Nacional; regularização é para pequenas e micro

Termina na próxima sexta-feira (29) o prazo para a regularização e inscrição no Simples Nacional das micro e pequenas empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. A solicitação é feita exclusivamente pela internet, por meio do portal do Simples Nacional. Com o pedido aceito, a adesão retroagirá ao dia 1º de janeiro.

O Simples Nacional é regime tributário diferenciado, que reúne em um único documento de arrecadação os principais tributos federais, estaduais, municipais e previdenciários devidos pelas micro e pequenas empresas. O recolhimento, feito por esse documento único, deve ser pago até o dia 20 do mês seguinte àquele em que houver sido auferida a receita bruta.

Também poderão aderir ao Simples as empresas que estavam no Lucro Presumido ou Lucro Real e tiveram queda significativa no faturamento em 2020, por causa da pandemia. Essas empresas deverão cumprir o mesmo prazo. Em outra novidade, que vale excepcionalmente agora, o governo federal não excluiu empresas com débitos tributários em 2020 e as empresas optantes que estavam inadimplentes permaneceram no Simples em 2021.

No caso de empresas que ainda não eram optantes pelo Simples, no momento da opção o sistema responde automaticamente se há pendências com os fiscos federal, estadual ou municipal. Para a regularização de pendências com a Receita Federal ou com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional não é necessário que o contribuinte se dirija a uma unidade da Receita Federal, basta seguir as orientações para regularização de pendências no site da Receita Federal. Para a regularização de pendências com os estados, o Distrito Federal e municípios, o contribuinte deve procurar a Administração Tributária responsável.

Da Redação com Agência Brasil

Comunidade do São Bento recebe melhorias

A Prefeitura Municipal de Alpinópolis-MG vem trabalhando para atender todas as demandas, por meios dos diretores de departamentos que estão dando exemplo de agilidade e competência. Em todos os lugares da cidade e zona rural têm serviços sendo prestados. Tudo isso num momento conturbado devido à pandemia, reforçando o bom planejamento administrativo que foi elaborado pela atual gestão.

“O São Bento é uma de nossas prioridades. Algumas ruas do bairro precisam de pavimentação e faremos o quanto antes. Até lá, enviamos nossas máquinas para dar o suporte necessário nas vias. Em pouco menos de 30 dias conseguimos dar um novo ritmo a cidade”. Afirmou o prefeito Rafael Freire.

Governo de Minas divulga alterações no Plano Minas Consciente e libera todas as atividades não essenciais

Na noite desta quarta-feira (27), o Governo de Minas Gerais, divulgou a versao nova que acaba de “sair do forno” do Minas Consciente.

Foram alteradas diretrizes importantes do que fecha ou abre em cada uma das fases (cores).

Isso será de fundamental importancia para os municípios que fazem ou nao para nortearem suas ações.

O governo do Estado autorizou o funcionamento de serviços não essenciais em todas as fases do Minas Consciente, inclusive na onda vermelha, a mais restritiva do programa.

Segundo ele, os protocolos a serem adotados vão variar conforme a “onda”. Na vermelha, a mais restritiva, por exemplo, será possível a abertura de comércio, atrativos culturais, atividades esportivas e eventos até com 30 pessoas. Hotéis também poderão funcionar na onda vermelha com até 50% de sua capacidade. Atualmente fazem parte da onda vermelha as regiões Oeste, Centro, Jequitinhonha, Leste, Leste do Sul, Nordeste, Vale do Aço, Sudeste, Centro-Sul e Sul.

“Identificamos que tem atividades que estão há muito tempo sem funcionar, então, para ter a compatibilização entre a saúde e essas atividades trouxemos uma terceira versão do programa, que permitirá que aquelas atividades que estão fechadas há muito tempo, tenham algum fôlego retornem, preservando postos de trabalho. Nós teremos sim restrição dos critérios, principalmente, nos serviços essenciais, que corresponde a 70% dos vínculos de trabalho”, destacou o secretário.

“Não é uma flexibilização, teremos critérios ainda mais rígidos nos serviços essenciais. Se antes na onda vermelha eram necessário dois metros de distanciamento, agora são três, o limite também será atender uma pessoa no comércio não essencial, além do estímulo de agendamento dos serviços e aferição da temperatura”, destacou Amaral, que reforçou ainda a importância da fiscalização do poder municipal e do cidadão para o funcionamento das atividades.

“É muito importante podermos contar com fiscalização do gestor municipal. A polícia militar também está a disposição para acompanhar os fiscais municipais. Mas nós entendemos que o papel do cidadão é fundamental. Nós temos ainda uma epidemia que está muito forte, que a gente vê que tem necessidade de controle e o papel do cidadão é o principal no sentido do controle da epidemia”, avaliou.

A expectativa é que com o novo protocolo 79 mil empresas possam funcionar pela primeira vez desde o início da pandemia. Mas apesar da liberação de todas as atividades, de acordo com o secretário, as mudanças no programa vão resultar em maior restrição à circulação de pessoas. “Nós teremos restrição para 2,9 milhões de pessoas, que corresponde a 86% dos vínculos empregatícios. E ampliação para 470 mil pessoas, o que corresponde a 14% dos vínculos. 308 mil trabalhadores que poderão trabalhar pela primeira vez desde o início das medidas restritivas. Isso é muito importante para gente, porque vários segmentos estão encerrando suas atividades”, pontuou.

As mudanças do plano devem ser publicadas no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (28).  Agora, os municípios devem editar novos decretos de enquadramento ao novo Minas Consciente.

Santa Casa de Passos passa a ofertar 40 leitos de UTI para Covid-19

A partir da próxima quinta-feira (28), a Santa Casa de Misericórdia de Passos (MG),  passará a ofertar mais 10 leitos de UTI exclusivos para atendimento aos pacientes com COVID-19 na microrregião de Passos, totalizando 40 leitos exclusivos para o tratamento da doença.

O grande aumento da demanda apresentada na região tornou a disponibilização de mais leitos uma necessidade, já que são muitas as complicações que o vírus causa aos pacientes. Esses novos leitos são resultado do trabalho conjunto do Comitê de enfrentamento do COVID-19 da Santa Casa de Passos.”Continuaremos firmes e atentos às necessidades para que a nossa gente tenha o tratamento digno e adequado em momentos de necessidades e, como representante dos mineiros, seguirei buscando o apoio e os investimentos junto ao Governo do Estado de Minas Gerais para que o nosso povo tenha aquilo que precisa”. Afirma o Deputado Estadual Cássio Soares .

Santa Casa de Passos recebe tablets para pacientes com Covid-19 conversarem com familiares

A Santa Casa de Misericórdia de Passos (MG), recebeu 10 tablets para os pacientes internados com Covid-19 se comunicarem com amigos e familiares. A campanha ‘’Conectando Vidas’’ foi criada com o objetivo de amenizar a saudade durante o período de isolamento, através de visitas virtuais, entre as pessoas queridas e o internado.

A ação foi do Hospital Sírio Libanês de São Paulo.

Além dos eletrônicos serem usados para matar a saudade, também serão utilizados para a família conversar com a equipe médica, além de ter acesso ao boletim do paciente.

As ligações por vídeo conferência são realizadas diretamente da enfermaria exclusiva da Covid-19.

Disparo acidental atinge homem em Passos

Um homem de 36 anos foi atingido na perna esquerda pelo projétil de um revólver calibre .22, na tarde da última terça-feira (26) na zona rural de Passos.

De acordo com as informações da Polícia Militar, o acidente aconteceu quando o proprietário apresentava a arma para o amigo, que foi encaminhado para a Santa Casa de Misericórdia, sendo que a lesão foi leve e não houve necessidade de cirurgia.

Após o acidente, a PM prendeu o autor e apreendeu a arma, que se encontra em situação de irregularidade com a documentação.

Fonte: Clic Folha

Governador Romeu Zema participa de homenagem às 272 vítimas da tragédia de Brumadinho

As 272 vidas perdidas no rompimento da barragem Córrego do Feijão, da mineradora Vale, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foram homenageadas nesta segunda-feira (25/1), data que marca os dois anos da tragédia.

Durante a cerimônia, que contou com uma chuva de pétalas e cruzes simbólicas representando as joias – como os familiares se referem aos entes perdidos -, o governador Romeu Zema reafirmou o esforço do Governo do Estado para resgatar todas as vítimas da tragédia. A operação de busca e salvamento em Brumadinho é a maior já realizada no Brasil e na América Latina. Os militares do Corpo de Bombeiros de Minas seguem incansáveis atuando na região.

“Compreendo a dor que os familiares sentem, principalmente os familiares das 11 joias que ainda não foram encontradas. Fica aqui o compromisso, que eu e o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Edgard Estevo, fizemos perante as famílias, perante a Avabrum (Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão), de continuarmos com as buscas. É um direito das famílias terem seus entes de volta. E nós levaremos esse trabalho adiante enquanto for necessário”, afirmou.

Ao todo, foram encontradas e identificadas 259 pessoas, mas ainda há 11 joias não localizadas. Os familiares, porém, contam como 272 vítimas, pois duas mulheres que perderam a vida na tragédia estavam grávidas.

Compromisso

O governador também destacou o compromisso do Poder Público de garantir que uma tragédia como essa jamais ocorra novamente em Minas Gerais.

“Aprovamos a Lei Mar de Lama Nunca Mais, para que esse tipo de tragédia não ocorra mais, que esta seja a última vez que tantas pessoas sofram por causa da mineração. Junto com as instituições, temos tentado fazer o melhor pela cidade, pelos atingidos, pelo Estado. Estamos exigindo o ressarcimento devido e necessário”, reforçou.

Homenagem

Durante a solenidade, Jojo Rezende, que perdeu a irmã e o cunhado soterrados, fez uma homenagem ao Corpo de Bombeiros. O casal deixou dois filhos, gêmeos, que tinham 10 meses à época da tragédia.

“Estamos aqui vivenciando e fazendo parte da história da maior operação de busca e resgate já empregada no mundo, com a missão de dar alento aos familiares das vítimas. Não desistiremos até que todas as joias sejam encontradas”, disse Jojo, que é vice-presidente da Avabrum.

Ao final, ela agradeceu imensamente o trabalho desempenhado pela corporação.

“Hoje, 11 famílias esperam e rezam para que o dia de finalmente encontrar sua joia esteja próximo. Seguimos com fé que todos serão encontrados, confiando no que os Bombeiros nos ensinaram: desistir não é uma opção”, afirmou.

Também participaram da solenidade o deputado estadual Noraldino Junior, representando a Assembleia Legislativa, secretários de Estado, representantes de Poderes, das Forças de Segurança Pública de Minas, instituições e entidades públicas e familiares das vítimas.

Operação

Até o momento, um total de 3.854 militares do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, além de 260 oficiais de outros 16 estados e de Israel, passaram pela operação de Brumadinho. Foram empregados 68 cães foram e 31 aeronaves atuaram na operação, totalizando mais de 1.600 horas de voo.

O comandante das operações do Corpo de Bombeiros em Brumadinho, coronel Alexandre Gomes Rodrigues, afirmou que a corporação está construindo estratégias para reduzir o tempo de busca das vítimas que ainda faltam ser encontradas.

“Continuamos trabalhando com afinco, muita resiliência e empatia em relação aos familiares. Os trabalhos continuam e estamos adaptando a cada período do ano as nossas estratégias para oferecer um serviço melhor e mais eficiente, diminuindo as possibilidades de erro na tentativa e na esperança de encontrarmos as 11 vítimas ainda que restam, encerrando esta ação com a entrega dos entes queridos aos familiares”, afirmou o coronel Alexandre.

O Corpo de Bombeiros esteve presente desde o primeiro momento em Brumadinho e a operação de busca das 11 joias restantes não cessará até que elas sejam encontradas.

Reparações

Desde o primeiro momento após a tragédia, o governador Romeu Zema determinou empenho total do Estado para resgatar vítimas e amenizar o sofrimento de suas famílias. O Governo teve uma atuação destacada do Corpo de Bombeiros, Defesa CivilPolícia Civil e outros órgãos do Estado.

No mesmo dia do rompimento, o Estado ingressou com ação pedindo o bloqueio de R$ 1 bilhão em contas da Vale para garantir reparações futuras. Posteriormente, mais recursos foram bloqueados, após ações do Ministério Público Estadual.

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