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Jornal Folha Regional

“O Sagrado que Dança” leva o Congado de Passos a festival do Orgulho Negro em Atlanta (EUA)

“O Sagrado que Dança” leva o Congado de Passos a festival do Orgulho Negro em Atlanta (EUA) – Foto: divulgação

O documentário passense “O Sagrado que Dança” foi selecionado para integrar a programação do See Us On Film: The Atlanta Black Pride LGBTQ International Film Festival, festival internacional ligado às celebrações do Orgulho Negro e LGBTQIA+ de Atlanta. O evento será realizado nos dias 4 e 5 de setembro de 2026, em Atlanta, no estado da Geórgia, Estados Unidos.

A nova seleção representa a segunda participação do curta-metragem em um festival realizado em território norte-americano. A primeira ocorreu no Veterans Media Showcase, em Tampa, na costa oeste da Flórida, onde a produção recebeu menção honrosa, ampliando sua trajetória internacional e a circulação da cultura produzida no interior de Minas Gerais.

Dirigido por Lucas Jesus, “O Sagrado que Dança” apresenta a história de Maria Aparecida, liderança do Terno de Congo Marinheiros de São Domingos e personagem fundamental na preservação das tradições do Congado em Passos. O documentário destaca elementos relacionados à religiosidade afro-brasileira, à ancestralidade, à memória coletiva e à transmissão de saberes entre gerações. Ao longo da obra, o público acompanha ensaios, celebrações e momentos vivenciados pelo grupo de Congo, revelando as dimensões espiritual, artística, histórica e social dessa manifestação cultural.

Toda a produção foi realizada em Passos com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Patrimônio Histórico. O filme conta com roteiro de Jean Carllo e direção de fotografia de Bruno Sette.

A seleção para o festival de Atlanta fortalece a presença do audiovisual passense em espaços internacionais e aproxima as tradições afro-brasileiras de novos públicos. Além das duas participações nos Estados Unidos, “O Sagrado que Dança” vem acumulando seleções e reconhecimentos em diferentes eventos do setor audiovisual. O documentário foi selecionado para o Festival de Cinema Afro-Religioso Cine Deburu, no Distrito Federal, concorrendo nas categorias Melhor Filme de Não Ficção e Melhor Filme pelo Júri Popular.

Em 2025, o curta foi finalista da Mostra de Cinema das Missões, recebeu indicação oficial no Festival Internacional de Cinema de Itaúna e integrou as seleções oficiais do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá e da Periférica Mostra de Cinema.

Com a chegada ao See Us On Film, em Atlanta, a produção consolida mais uma etapa de sua trajetória e amplia a visibilidade internacional de uma narrativa construída a partir da cultura, da religiosidade e dos saberes ancestrais preservados pelas comunidades congadeiras de Passos. A programação completa do festival será divulgada no próximo mês e poderá ser consultada no site oficial atlantablackpride.org

“O Sagrado que Dança” leva o Congado de Passos a festival do Orgulho Negro em Atlanta (EUA) – Foto: divulgação

Documentário passense sobre Congado é premiado em festival na Flórida

Documentário passense sobre Congado é premiado em festival na Flórida – Imagem: reprodução

A produção audiovisual passense “O Sagrado que Dança” alcançou reconhecimento internacional ao receber menção honrosa no Veterans Media Showcase, festival realizado em Tampa, na costa oeste da Flórida, nos Estados Unidos. O resultado amplia a trajetória do curta-metragem, que agora também passa a contar com uma versão internacional voltada à circulação fora do Brasil.

Dirigido por Lucas Jesus, o documentário apresenta a história de Maria Aparecida, liderança do Terno de Congo Marinheiros de São Domingos e personagem importante na preservação das tradições do Congado em Passos. A obra destaca elementos ligados à religiosidade afro-brasileira, à memória coletiva e à continuidade dos saberes ancestrais transmitidos entre gerações.

Toda a produção foi realizada em Passos com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Patrimônio Histórico. Ao longo do filme, o público acompanha ensaios, celebrações e diferentes momentos do grupo de Congo, evidenciando o aspecto espiritual, artístico e social da manifestação cultural.

O reconhecimento internacional fortalece a presença do audiovisual produzido no interior de Minas Gerais em mostras e festivais estrangeiros. Ao abordar temas relacionados ao Congado e à ancestralidade afro-brasileira, o curta aproxima a cultura passense de novos públicos e amplia a circulação de narrativas brasileiras em espaços internacionais.

Com roteiro assinado por Jean Carllo e fotografia de Bruno Sette, o documentário utiliza depoimentos, imagens documentais e elementos sensoriais para construir uma narrativa voltada à valorização cultural e ao respeito às tradições populares. A adaptação internacional da obra foi desenvolvida justamente para facilitar sua participação em festivais e circuitos culturais no exterior.

Antes da premiação nos Estados Unidos, “O Sagrado que Dança” já vinha acumulando participações em eventos do setor audiovisual. O filme foi selecionado para o Festival de Cinema Afro-Religioso Cine Deburu, no Distrito Federal, concorrendo nas categorias Melhor Filme de Não Ficção e Melhor Filme pelo Júri Popular.

Em 2025, o curta também foi finalista da Mostra de Cinema das Missões, recebeu indicação oficial no Festival Internacional de Cinema de Itaúna e integrou as seleções oficiais do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá e da Periférica Mostra de Cinema, consolidando a presença da produção em diferentes espaços do cinema nacional e internacional.

Documentário “Memórias da Ventania” emociona e resgata a história de Alpinópolis

O policial militar e historiador Juliano Pereira de Souza compartilhou com o público o documentário “Memórias da Ventania”, uma obra que resgata a história de Alpinópolis por meio de imagens antigas, relatos marcantes e entrevistas com moradores da cidade.

O documentário foi exibido oficialmente no último dia 6 de novembro, durante o 1º Encontro Literário Amigos da História, realizado na Câmara Municipal, evento que reuniu escritores locais, regionais e autoridades.

A produção teve início no mês de julho, com uma série de visitas a fazendas e residências, onde moradores compartilharam suas memórias e vivências, revelando episódios importantes da história do município. O roteiro teve como base o livro “Caminhando pela História – Um Passeio pelas Ruas”. A produção, narração e edição ficaram sob responsabilidade da Mix Produtora, de Diogo Miranda, com supervisão histórica de Juliano Pereira.

Temas como religião, política, educação, cultura e economia são os pilares centrais que conduzem o desenvolvimento do curta-metragem, oferecendo ao público uma visão ampla da formação e da identidade de Alpinópolis.

O documentário integra um projeto cultural idealizado pelo escritor e historiador Sargento Juliano Pereira de Souza, selecionado por meio da PNAB – Política Nacional Aldir Blanc, da Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com o Governo Federal.

Com 32 minutos de duração, a produção reúne depoimentos valiosos e narrativas fundamentais sobre a formação do município, tornando-se um importante registro da memória coletiva local.

Outro grande diferencial do documentário são os recursos de acessibilidade comunicacional, como fala simples, legendas e intérprete de Libras, garantindo inclusão e acesso a todos os públicos, inclusive pessoas com deficiência (PCD).

Além da disponibilização no YouTube, o projeto também prevê a entrega do documentário às escolas do município, para que seja trabalhado com alunos, professores e funcionários da rede de ensino.

“Minha intenção é despertar nos jovens o interesse pela história local, fortalecer o sentimento de pertencimento à terra e valorizar a cultura do nosso povo”, destacou o historiador Juliano Pereira de Souza.

O documentário “Memórias da Ventania” já está disponível no YouTube, com acesso gratuito a toda a população.

“Memórias da Ventania”: Documentário resgata a história viva de Alpinópolis

“Memórias da Ventania”: Documentário resgata a história viva de Alpinópolis – Foto: divulgação

Na pacata manhã do dia 6 de agosto, um cenário histórico foi transformado em estúdio de gravação. No tradicional casarão de 1886, pertencente ao casal João Pimenta Freire e Dona Irene Gonçalves Brasileiro Freire, deu-se início a um projeto que promete emocionar e educar: as gravações do documentário “Memórias da Ventania – Vozes e Caminhos de Alpinópolis”, que resgata as origens e os personagens que moldaram a identidade de Alpinópolis.

À frente da iniciativa está Juliano Pereira de Souza — policial militar, historiador, pesquisador e escritor — que agora transporta para o audiovisual as páginas de seu livro “Caminhando pela História – Um Passeio pelas Ruas”, cuja segunda edição foi lançada em junho deste ano.

📚 Do livro às telas: um passeio pela alma da cidade A obra que inspira o documentário reconta a história de Alpinópolis por meio de seus logradouros, prédios públicos e nomes que ajudaram a escrever a trajetória do município.

Agora, com imagens, vozes e emoção, essa jornada ganha ainda mais força.

O documentário vai abordar pilares fundamentais como religião, cultura, economia, saúde e política, costurando passado e presente em uma narrativa contada por quem viveu — e ainda vive — a história local. As gravações começaram com entrevistas a moradores antigos e contadores de “causos”, reunindo diferentes perspectivas num só ponto em comum: o amor por Alpinópolis.

Durante as filmagens, o velho casarão foi palco de conversas animadas, regadas a café e boas memórias. Entre uma entrevista e outra, a prosa correu solta, relembrando os tempos em que ouvir histórias ao redor da mesa era tradição — algo raro em tempos de redes sociais.

🎥 Um projeto que valoriza o que é nosso

Com produção da MIX Produtora, sob direção de Diogo Miranda, responsável por outros trabalhos no município, o documentário tem como foco principal conscientizar os estudantes da rede pública sobre a importância da história local. A proposta é criar um senso de pertencimento, fazer com que os jovens conheçam e valorizem as raízes de sua terra natal.

“Memórias da Ventania”: Documentário resgata a história viva de Alpinópolis – Imagem: divulgação

O projeto integra a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), uma conquista histórica que garante recursos permanentes para ações culturais em todo o país. Juliano foi contemplado pelo Edital 07/2024 – Fomento à Execução de Ações Literárias, e, além do documentário, promoverá em outubro um Encontro Literário, com exibição pública do vídeo e distribuição gratuita de exemplares do livro por meio de sorteios e premiações.

♿ Cultura para todos

Outro ponto de destaque do projeto é a acessibilidade. O documentário contará com tradução em Libras, legendas, linguagem acessível e espaço adaptado para pessoas com deficiência, com exibição prevista na Câmara Municipal de Alpinópolis, que cumpre todos os requisitos legais de acessibilidade.

A iniciativa tem o apoio da Prefeitura de Alpinópolis, por meio das Secretarias de Educação, representada por Núbia Reis, e de Lazer e Turismo, sob responsabilidade de José Geraldo da Silva, o popular “ZG” e também do presidente do Sicoob Credialp Ricardo de Legório Vilela.

🗣️ “Nossa história está debaixo dos nossos pés”

Para Juliano, é preciso olhar para dentro antes de olhar para fora. Ele acredita que o conhecimento da história local é fundamental para a formação cidadã:

“Muitas vezes conhecemos a história do Brasil e do mundo, como aprendemos na escola, mas deixamos passar o que está diante dos nossos olhos: a história local. Minha intenção é deixar um legado, conscientizar os jovens — e até as autoridades — sobre a importância da nossa história na formação educacional”, afirma o historiador.

Com imagens, relatos e emoção, “Memórias da Ventania” promete despertar nos alpinopolenses o orgulho de pertencer a uma terra rica em histórias — e convida todos a caminharem pela memória coletiva de um povo que não esquece de onde veio.

Documentário produzido por jovens de Passos é destaque em festival nacional de cinema estudantil

Documentário produzido por jovens de Passos é destaque em festival nacional de cinema estudantil – Foto: redes sociais

Os jovens cineastas Bruno Sette e Laiandra Silva, naturais de Passos (MG), foram indicados ao prestigiado Festival de Cinema Estudantil de Miranorte – o Miracine, que acontece no estado do Tocantins. A dupla concorre em duas categorias: Jovem Cineasta – Melhor Filme e Melhor Direção, com o documentário “A 12 Passos da Liberdade”.

A obra retrata a rotina da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) de Passos, uma unidade prisional que se diferencia por adotar um modelo de ressocialização sem o uso de grades ou agentes armados. O método APAC é amplamente reconhecido no Brasil e no exterior por seus resultados positivos na redução da reincidência criminal, promovendo a reintegração por meio da disciplina, valorização pessoal e respeito ao ser humano.

Produzido com recursos da Lei Paulo Gustavo, o documentário foi viabilizado por meio de um edital da Secretaria Municipal de Cultura e Patrimônio Histórico de Passos, destinado a incentivar a produção audiovisual local.

O Miracine tem como missão democratizar o acesso ao cinema entre os jovens, estimulando a criação independente e dando visibilidade a novos talentos de todas as regiões do país. Os vencedores recebem o Troféu Abacaxi Dourado, uma estatueta irreverente que simboliza a criatividade e a ousadia das obras selecionadas.

O anúncio dos premiados está previsto para agosto, dentro da programação oficial do festival.

A seleção do documentário “A 12 Passos da Liberdade” é um reconhecimento ao talento, à sensibilidade e ao compromisso social desses estudantes de Passos.

Mais do que uma conquista pessoal, essa indicação representa o fortalecimento da produção audiovisual jovem no interior de Minas Gerais e destaca o poder transformador da arte e da cultura na formação de cidadãos conscientes e engajados. Que esse seja apenas o começo de uma trajetória brilhante.

Documentário resgata o gol histórico de bicicleta de Elder dos Santos e relembra a era de ouro do futebol em Passos

Curta-metragem será lançado no dia 1º de julho, na Casa da Cultura, e depois exibido no YouTube. Produção retrata a memória coletiva do Clube Esportivo de Futebol e a ausência atual de um time profissional na cidade

Documentário resgata o gol histórico de bicicleta de Elder dos Santos e relembra a era de ouro do futebol em Passos – Foto: divulgação

O curta-metragem Elder dos Santos – A História de um Gol de Placa resgata um momento épico do futebol regional: o lendário gol de bicicleta marcado pelo atacante Élder dos Santos em 6 de dezembro de 1987, durante o amistoso interestadual entre o Clube Esportivo de Futebol e o Sport Club Corinthians Paulista, no Estádio Starling Soares, em Passos (MG).

Dirigido e fotografado por Tassio Lopes, o filme vai além da celebração do feito esportivo. A obra reconstrói o ambiente daquela época e reflete sobre o sentimento de ausência deixado pela atual inexistência de um time profissional na cidade.

“Este filme é um mergulho coletivo na nossa própria identidade. É o resgate de uma memória gloriosa que ainda pulsa no coração da torcida e, ao mesmo tempo, um lembrete da ausência que sentimos sem um clube profissional na cidade”, afirma o diretor Tassio Lopes.

Além do depoimento emocionante do próprio Elder dos Santos, o documentário reúne relatos de ex-jogadores do Clube Esportivo, jornalistas, torcedores e comentaristas esportivos, tecendo um panorama afetivo e histórico sobre o período.

O projeto foi viabilizado por meio do edital da Prefeitura Municipal de Passos, via Lei Paulo Gustavo (Ministério da Cultura/Governo Federal).

Ficha Técnica

Direção e Fotografia: Tassio Lopes

Produção Executiva e Roteiro: Luciana Grilo

Edição: Eloá de Souza

Trilha Sonora Original: Le Santana

Imagens de Arquivo: Itamar Bonfim

Fotos de Arquivo
Acervo Jornal Folha da Manhã

Lançamento

Exibição presencial: 1º de julho de 2025 (terça-feira), às 19h30
Local: Anfiteatro da Casa da Cultura – Passos/MG

Exibição on-line: A partir de 2 de julho no canal Pulsa Comunicação e Cultura no YouTube

Sinopse

Em 6 de dezembro de 1987, no Estádio Starling Soares, em Passos (MG), o atacante Elder dos Santos marcou um gol de bicicleta contra o Corinthians que se tornaria um marco na história do futebol local. Mais do que uma jogada espetacular, o lance representou o auge de uma era vibrante do Clube Esportivo de Futebol e permanece vivo na memória coletiva da cidade.

O curta-metragem Elder dos Santos – A História de um Gol de Placa reconstrói esse momento lendário por meio de depoimentos de ex-jogadores, jornalistas, torcedores e do próprio autor do gol. Com imagens de arquivo e trilha sonora original, o filme é um tributo à força simbólica do esporte e um retrato poético de uma cidade que, hoje, vive a ausência de um time profissional. Uma obra de memória, afeto e resistência cultural.

Família de viajantes chega à Serra da Canastra, em São Roque de Minas, para gravar documentário e se encanta com a beleza: ‘Nunca vimos nada igual’

Família que viaja o Brasil chega à Serra da Canastra em São Roque de Minas — Foto: Bruno Rist/Divulgação
Família que viaja o Brasil chega à Serra da Canastra em São Roque de Minas — Foto: Bruno Rist/Divulgação

A família Rist, de Santa Catarina, que há três anos percorre o Brasil em busca de paisagens, histórias e novo sabores, chegou na última semana a São Roque de Minas, na Serra da Canastra, e se encantou com o que viu.

Depois de uma passagem rápida em 2022, os irmãos Bruno e Paula, acompanhados dos pais, Marcos e Marta Rist, decidiram voltar para uma imersão de três semanas — e, desta vez, vão registrar tudo em um documentário.

“Já viajamos por 22 estados e nunca vimos nada igual. A Serra da Canastra é um destino completo. Muito mais completo do que imaginávamos. Aqui tem cachoeiras de águas cristalinas, estradas que parecem saídas de um filme e uma culinária mineira que é uma das melhores do Brasil”, contou Bruno.

Família tem registrado a passagem pela Canastra em um documentário — Foto: Heber Antônio/Divulgação

Imersão na Canastra

Com o objetivo de mostrar o Brasil de forma autêntica e profunda, a família decidiu dedicar um tempo maior à Serra da Canastra para explorar não apenas os pontos turísticos, mas também as histórias locais.

“Dessa vez, vamos nos aprofundar mais. Nosso documentário vai englobar fauna e a flora, entrevistas com moradores, vamos retratar de forma ampla a cultura da região”, explicou Bruno.

Para os viajantes, a Serra da Canastra oferece experiências que vão além dos roteiros tradicionais.

“Muita gente pensa que é um destino para dois ou três dias, mas, na verdade, dá para ficar semanas explorando. Tem cachoeiras incríveis, trilhas, vilarejos históricos e, claro, o famoso queijo canastra, que é um dos melhores do mundo”, disse Bruno.

“Além das paisagens, as pessoas daqui têm muito amor e brilho no olho pelo o que elas fazem”, comentou Paula.

“Para mim, duas das cachoeiras mais bonitas do Brasil ficam aqui: a Casca d’Anta e o fundão”, completou Marcos.

A família também destacou as paisagens que deixam a viagem ainda mais impressionante. “As estradas, a flora, fauna, as cachoeiras, a Serra da Babilônia. Tudo é impressionante, parece cenário de filme. E cada nova trilha nos leva a um lugar ainda mais surpreendente”, relatou Bruno.

“É um lugar que sempre vou ter vontade de voltar. Aqui tem uma energia incrível”, afirmou Marta.

Família tem registrado a passagem pela Canastra em um documentário — Foto: Heber Antônio/Divulgação
Família tem registrado a passagem pela Canastra em um documentário — Foto: Heber Antônio/Divulgação

Uma paixão que virou projeto de vida

A paixão por explorar o Brasil nasceu há muito tempo. Bruno e Paula cresceram viajando com os pais. Mas foi em 2018, durante um jantar em família, que a ideia do projeto tomou forma.

“Inspirados por pessoas que estavam ganhando dinheiro viajando, pensamos: ‘Por que não montar algo nosso?’ Eu sempre gostei de fotografia, minha irmã já editava vídeos, e nossos pais tinham saúde para embarcar nessa aventura. Então, decidimos criar o ‘Rolê Família’, que é o nosso perfil nas redes sociais”, contou Bruno.

A ideia não saiu do papel de imediato. Foram quatro anos de planejamento, aprendizado sobre fotografia e vídeos, e um estudo profundo sobre como monetizar um projeto de viagens.

Após economizar recursos, a família deu início ao sonho em março de 2022, com um objetivo claro: explorar os 26 estados brasileiros e mostrar o potencial do turismo nacional. Desde então, já passaram por 22 estados, visitaram mais de 150 pontos turísticos e registraram cada passo nas redes sociais.

“Queremos continuar mostrando o Brasil além dos roteiros convencionais. O Nordeste, por exemplo, não é só praia; tem a Chapada Diamantina, a Chapada das Mesas, Quixadá, Serra da Capivara. Lugares incríveis que precisam ser mais conhecidos. Minas Gerais não se resume a cidades históricas e a Serra da Canastra é uma grande prova disso”, finalizou Bruno.

Via: G1

História da matriarca do Terno de Congo Marinheiro vira documentário

História da matriarca do Terno de Congo Marinheiro vira documentário - Foto: divulgação
História da matriarca do Terno de Congo Marinheiro vira documentário – Foto: divulgação

A história de vida e o legado de Maria Aparecida Rodrigues, matriarca do Terno de Congo Marinheiro de São Domingos de Gusmão, serão eternizados em um documentário, intitulado “O Sagrado que Dança”, em formato de curta-metragem.

Segundo o diretor e produtor, Lucas Jesus, o curta é produzido pelo Laboratório de Criar e explora a trajetória da líder passense e do papel essencial que exerce na preservação cultural do Congado no município.

Conforme afirma Lucas, as filmagens do documentário devem ser finalizadas ainda neste mês de janeiro, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2025.

“A obra vai além de um registro histórico. Ela busca oferecer um olhar aprofundado sobre a devoção e a tradição que moldam essa importante manifestação cultural brasileira”, destacou.

Segundo Lucas, o roteiro do curta foi assinado por Jean Carlo, professor mestre em História pela Universidade Federal de Uberlândia e doutorando em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas.

“O documentário entrelaça a narrativa de Maria Aparecida com o cotidiano do Congado, revelando sua relevância para a identidade do povo brasileiro”, disse.

O projeto foi financiado pela Lei Paulo Gustavo, via Secretaria de Cultura e Patrimônio Histórico de Passos.

Ficha Técnica

Além da direção de Lucas Jesus e roteiro de Jean Carlo, A direção de locação e fotografia fica por conta de Bruno Sette. Direção de Arte: Ruan Vasconcelos. Designer: Luigy Martins. Operador de Som: Flávio Europpa. Operador de Drone: Douglas Arouca. A produção conta ainda com o apoio do Terno de Congo Marinheiro de São Domingos Gusmão e da Prefeitura de Passos.

História da matriarca do Terno de Congo Marinheiro vira documentário - Foto: divulgação
História da matriarca do Terno de Congo Marinheiro vira documentário – Foto: divulgação
História da matriarca do Terno de Congo Marinheiro vira documentário - Foto: divulgação
História da matriarca do Terno de Congo Marinheiro vira documentário – Foto: divulgação

Via: Clic Folha

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