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Jornal Folha Regional

Polícia investiga uso de receitas falsas por adolescente para retirar remédios de farmácia em Muzambinho

Polícia investiga uso de receitas falsas por adolescente para retirar remédios de farmácia em Muzambinho – Foto: reprodução

A Polícia Civil (PCMG) abriu um inquérito para investigar o uso de receitas médicas falsas para a retirada de medicamentos pelo programa de farmácia popular em Muzambinho (MG). Um adolescente de 17 anos teria utilizado a prescrição falsa para retirar seis caixas de medicamentos de três tipos diferentes. O caso ocorreu no dia 1° de outubro.

“Na última quinta-feira (9), foi cumprido mandado de busca e apreensão em um imóvel relacionado aos fatos, dando início às diligências de investigação sob a coordenação da Delegacia de Polícia Civil de Muzambinho. As apurações prosseguem e novas informações serão divulgadas em momento oportuno”, destacou a PCMG.

O caso

Conforme a polícia, a farmacêutica responsável percebeu diferenças no nome da receita e inconsistências na dosagem dos medicamentos. A profissional procurou o médico, que confirmou que a letra, o carimbo e a assinatura não pertenciam a ele. O médico apontou ainda que não havia atendido o adolescente.

Por meio de nota, a prefeitura de Muzambinho informou que acompanha a investigação da PCMG. “A Prefeitura reafirma seu compromisso com a transparência e a legalidade e voltará a se pronunciar assim que as circunstâncias permitirem, sempre em respeito ao trabalho das autoridades competentes”, destacou.

Veja os posicionamentos

Prefeitura de Muzambinho

“A Prefeitura Municipal vem a público informar que, em relação à ocorrência envolvendo receitas médicas falsas, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está conduzindo as investigações necessárias com todo o rigor e profissionalismo.

Confiamos plenamente no trabalho das autoridades policiais e acreditamos que, em breve, os responsáveis serão devidamente identificados e responsabilizados conforme a legislação vigente.

Neste momento, a Administração Municipal não se manifestará sobre detalhes do caso para preservar a integridade das investigações em andamento e garantir que o processo transcorra da forma mais eficaz possível.

A Prefeitura reafirma seu compromisso com a transparência e a legalidade, e voltará a se pronunciar assim que as circunstâncias permitirem, sempre em respeito ao trabalho das autoridades competentes.”

Polícia Civil de MG

“A Polícia Civil de Minas Gerais informa que instaurou Inquérito Policial para apurar a utilização de receitas médicas falsificadas para a retirada de medicamentos na rede pública de saúde de Muzambinho.

Na última quinta-feira, foi cumprido mandado de busca e apreensão em um imóvel relacionado aos fatos, dando início às diligências de investigação sob coordenação da Delegacia de Polícia Civil de Muzambinho.

As apurações prosseguem e novas informações serão divulgadas em momento oportuno.”

Funcionária é vítima de racismo no 1º dia de trabalho em farmácia e recebe R$ 52 mil de indenização

A Justiça do Trabalho manteve a condenação da Rede Raia Drogasil e pagamento de indenização, por danos morais à ex-funcionária Noemi Oliveira Silva, vítima de ofensas racistas em 2018. O caso aconteceu em uma farmácia Drogasil em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Ela denunciou a empresa, após sofrer preconceito, em um vídeo gravado por uma colega no seu 1° dia de trabalho.

O caso viralizou nas redes sociais, após Noemi publicar o vídeo.

“Essa daqui é a Noemi, nossa nova colaboradora. Fala um oi, querida. Tá escurecendo a nossa loja? Tá escurecendo. Acabou a cota, tá? Negrinho não entra mais”, diz a mulher que cometeu as ofensas.

Em seguida, em tom de ironia, a agressora começa a listar as tarefas que serão feitas por Noemi. “Nossa, vai ficar no caixa? Que incrível. Vai tirar lixo? Que incrível. Paninho também, passar no chão? Ah… E você disse sim, né?”

Decisão da Justiça

Na primeira instância, a Justiça do Trabalho entendeu que as provas apresentadas, como o vídeo e a confissão da colega, confirmavam as ofensas racistas. A juíza não aceitou a versão da defesa de que teria sido uma “brincadeira” e destacou que, situações desse tipo precisam ser vistas dentro do contexto do racismo estrutural e recreativo, que ferem a dignidade da pessoa.

A decisão também responsabilizou a Raia Drogasil por não garantir um ambiente de trabalho seguro e respeitoso. Além da indenização por danos morais, a Justiça reconheceu que a ex-funcionária trabalhava mais horas do que eram registradas nos controles de ponto.

Com isso, ficou mantida a indenização, no valor de aproximadamente R$ 52 mil, valor definido levando em conta a gravidade das ofensas, o porte econômico da empresa e a situação da vítima.

Em nota, a Rede Raia Drogasil, lamenta o episódio. “Lamentamos profundamente o episódio que ocorreu em 2018. Reiteramos o compromisso da RD Saúde com o respeito, a diversidade e a inclusão. Nossa empresa não compactua com nenhum tipo de discriminação. Diversidade e respeito são valores primordiais.”

Segundo o escritório de advocacia, Calvo & Alba Advocacia, relataram que na época foram procurados pela vítima, que comentou sobre irregularidades trabalhistas cometidas durante sua contratação. “Inicialmente, ela demonstrou resistência em falar sobre o assunto, pois estava profundamente abalada com a exposição constrangedora que sofreu em seu primeiro dia de trabalho. No entanto, após uma conversa, conseguimos mostrar a importância de seu depoimento não apenas para responsabilizar a empresa, mas também como um passo significativo na luta por melhores condições e respeito às trabalhadoras negras.” Disse seu advogado.

Vídeo: Homem é baleado ao reagir a assalto em farmácia de Delfinópolis

Na noite da última segunda-feira (10), um homem foi baleado ao reagir a um assalto em uma farmácia no centro de Delfinópolis (MG). Uma câmeras de monitoramento do estabelecimento registrou parte da ação

O crime foi cometido por dois homens, um deles armado, que entraram no local encapuzados. O assaltante armado levou as funcionárias e os clientes até uma sala no fundo da farmácia, enquanto o outro foi até a funcionária que estava no caixa para pegar o dinheiro.

As imagens da câmera mostra o momento em que um dos assaltante ameaça uma funcionária e aponta a arma em sua direção, em uma sala no fundo da farmácia. Logo em seguida, ele dispara um tiro para o alto. Um dos clientes que estava no local parte para cima do assaltante, que o atinge com um tiro na perna.

A vítima foi socorrida e encaminhado ao hospital de Caldas. Posteriormente, o homem foi transferido para a Santa Casa de Passos, onde foi internado.

Os criminosos fugiram do local correndo, levando R$700 em dinheiro. Um dos autores já foi identificado pela polícia, mas ainda não foi encontrado.

A polícia segue na tentativa de localizado o suspeito e identificar seu comparsa.

Farmácia Popular terá remédios para Parkinson, colesterol, glaucoma e rinite gratuitos

Farmácia Popular terá remédios para Parkinson, colesterol, glaucoma e rinite gratuitos – Foto; reprodução

A partir desta quarta-feira, 10, o Ministério da Saúde passa a oferecer gratuitamente remédios indicados para o tratamento de colesterol alto, doença de Parkinson, glaucoma e rinite no Programa Farmácia Popular do Brasil. Com a ampliação, 39 dos 41 itens disponibilizados pelo projeto poderão ser retirados sem custo.

Antes, apenas anticoncepcionais e remédios indicados para pessoas que tratam diabeteshipertensão, asma e osteoporose eram entregues de forma gratuita. O restante fazia parte da lista de medicamentos por copagamento, em que o Estado subsidia até 90% do valor e o paciente realiza a compra com desconto — para pessoas cadastradas no Bolsa Família ou pertencentes à população indígena, todos os medicamentos do programa já são gratuitos.

Com a nova medida, o Ministério da Saúde espera beneficiar 3 milhões de pessoas que já utilizam o programa. Pelas projeções da pasta, a inclusão dos medicamentos à lista de gratuidade pode gerar uma economia de até R$ 400 por ano para esses usuários.

A atualização acontece em comemoração aos 20 anos do Farmácia Popular, que soma 70 milhões de pessoas atendidas desde sua criação, em 2004. O projeto passou por cortes no orçamento em 2022 e foi relançado em junho de 2023. No início deste ano, o programa incluiu também em seu escopo a distribuição de absorventes higiênicos para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Para adquirir um medicamento ou fraldas geriátricas pelo programa Farmácia Popular, o paciente precisa apresentar documento de identidade com número do CPF e receita médica em um dos estabelecimentos credenciados. A prescrição médica pode ser proveniente tanto de unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto de serviços particulares.

Para retirar absorventes higiênicos, é preciso ter entre 10 e 49 anos e estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico). É necessário emitir o Documento de Autorização do Programa Dignidade Menstrual pelo site ou pelo aplicativo Meu SUS Digital e apresentá-lo, em formato digital ou impresso, nos estabelecimentos credenciados pelo Farmácia Popular.

De Ouro Pharma a DSG Farma! Há 17 anos fazendo parte da história de São José da Barra!

O que era apenas um sonho, se tornou em um dos empreendimentos de grande visão na cidade turística de São José da Barra (MG).

Tudo começou quando Junior Ouro formou em Farmácia e se tornou o primeiro farmacêutico nascido nesta cidade hospitaleira. Era um simples cômodo, porém, abastecido de muito conhecimento, força de vontade e empreendedorismo.

Eram dois irmãos, Junior e Roberto! O tempo passou e chegou o Fernando! O trio da família Ouro renovou São José da Barra.

Hoje, um dos maiores empreendimentos do ramo de drogaria e perfumaria da região, com vários funcionários capacitados para atendimento de primeira, a DGS Farma de São José da Barra completa 17 anos nesta segunda-feira (09), e você faz parte desta família e história!

“Agradecemos a todos clientes, amigos, familiares, colaboradores e ex-colaboradores pela confiança. A nossa história foi construída por cada um de vocês”, emocionado diz Junior Ouro.

Parabéns DSG Farma!

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