Fiscais da Prefeitura de Carmo do Rio Claro (MG) se uniram à Polícia Militar para realizar blitz em pontos turísticos para combater aglomerações durante os fins de semana.
Hoje Carmo do Rio Claro tem, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 76 casos de coronavírus, com quatro mortes.
Um dos pontos de aglomeração de pessoas é o “Aterro”, às margens do Lago de Furnas, onde existem restaurantes, que atraem muita gente. Nas últimas semanas, durante o dia, o número de pessoas no local fugiu do controle. Além disso, elas não estavam respeitando as medidas de segurança.
Por isso, na última semana, uma reunião entre comerciantes, Polícia Militar e Secretaria de Saúde definiu um plano de ação para combater aglomerações na cidade.
“Nós observamos uma deficiência nas fiscalizações por nossa parte, com isso nós contratamos mais fiscais sanitários especializados na fiscalização dos estabelecimentos, para aumentar as ações e diminuir as controvérsias em relação à Covid-19”, disse o secretário de Saúde, Elias César Leandro.
A Serra da Tormenta, que faz parte do roteiro de turismo religioso da cidade, foi fechada na sexta-feira e só reabrirá às 18h desta segunda-feira (12) para evitar aglomerações de fiéis.
Em reunião na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), nesta segunda-feira (28), foi realizada a eleição para a escolha da presidência da Comissão Especial que analisará a Proposta de Emenda Constitucional 52/2020. O encontro marcou o início dos trabalhos da comissão na Casa Legislativa. Os deputados Dalmo Ribeiro Silva (PSDB) e Mauro Tramonte (Republicanos) foram eleitos como presidente e vice-presidente da Comissão.
A PEC propõe que a Bacia do Rio Grande e o Reservatório de Furnas sejam incluídos entre as unidades tombadas para fins de conservação e declaração de monumentos naturais. Para realizar esse tombamento, a matéria, que tem como primeiro signatário o deputado Professor Cleiton (PSB), altera o artigo 84 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Estadual.
Também durante a reunião desta segunda-feira (28), o deputado Cássio Soares (PSD) foi designado como relator da matéria. Segundo ele, a demanda de energia elétrica não planejada pelo governo federal tem prejudicado bastante os municípios do Sul de Minas, que dependem do turismo e da piscicultura nos Lagos de Furnas e Peixoto.
“A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico e o Ministério das Minas e Energia não estão levando em conta o quanto os lagos movimentam a economia da região. É urgente o estabelecimento de uma cota mínima para que as demais atividades não sejam prejudicadas. Às vezes, temos níveis tão baixos em Peixoto que a balsa não consegue atravessar e isso prejudica os moradores de Delfinópolis, que têm como alternativa uma estrada de 62 quilômetros de terra. O Sul é a região mais desenvolvida do Estado e ainda temos de lidar com esse tipo de questão”, declarou o relator.
Logo após a eleição, o deputado Professor Cleiton disse acreditar que, com a promulgação da PEC 52/20, a ALMG irá mudar o conceito do que é o tombamento de patrimônios naturais em Minas Gerais. “Defender os Lagos de Furnas e Peixoto é defender o povo mineiro”, completou.
A PEC 52/20 recebeu parecer pela sua constitucionalidade, legalidade e juridicidade, em março, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e agora será analisada pela Comissão Especial, cuja composição foi definida em Plenário em agosto. São membros efetivos os deputados Professor Cleiton, Mauro Tramonte, Cássio Soares, Dalmo Ribeiro Silva e Ulysses Gomes (PT). Como suplentes, foram designados os deputados Charles Santos (Republicanos), Fernando Pacheco (PV), Doutor Paulo (Patri), Betinho Pinto Coelho (Solidariedade) e André Quintão (PT).
Na CCJ, a matéria recebeu o substitutivo n° 1, fazendo uma adequação do texto original, já que o artigo 84 não poderia ser modificado da forma como havia sido proposta. Isso porque seu parágrafo 1º definiu prazo de 360 dias contados da promulgação da Constituição para o Estado demarcar as unidades de conservação previstas no caput, o que já está prescrito.
Dessa forma, o substitutivo propõe a criação de um novo artigo, em cujo caput estará definido o tombamento e a declaração de monumento natural da Bacia do Rio Grande e do Reservatório de Furnas. Também fica definido que o Estado providenciará a demarcação e estabelecerá os limites em lei.
Proposta de emenda à Constituição declara o reservatório e a Bacia do Rio Grande como monumentos naturais.
Imagem: Flávia Bernardo / Fonte: Blog do Lindenbeg
A Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 1º Distrito Naval, iniciou nesta quarta-feira (23), o adestramento de “Operações Ribeirinhas” no Lago de Furnas e nos municípios de Capitólio, São João Batista do Glória e São José da Barra (MG).
O adestramento militar visa a manutenção do aprestamento do componente anfíbio na segurança em ambientes fluviais e contará com a participação de militares do 3º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais e do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro.
Na ocasião, serão conduzidos exercícios de retomada de território terrestre pela Força de Desembarque Ribeirinho, evacuação de feridos, proteção da barragem da represa, além de instruções teóricas e práticas de segurança para atividades de Inspeção Naval. A oportunidade servirá para testar a ação e a prontidão dos militares em uma situação de emergência e a capacidade logística diante de um cenário hipotético adverso.
Além disso, uma Ação Cívico-Social será realizada pelos militares, que reformarão quadras poliesportivas no município de São José da Barra.
Cabe ressaltar que todos os procedimentos sanitários e medidas preventivas recomendados pelos Ministérios da Defesa e da Saúde, bem como pela Diretoria de Saúde da Marinha, vêm sendo adotados, a fim de evitar a disseminação da COVID-19.
Se está procurando espaço e um lugar perfeito para descansar nas suas vindas a região de Furnas e Capitólio, a casa de temporada da Maria é ideal. Projetada para receber e confortar sua família e amigos, a casa fica localizada em São José da Barra, bairro Nossa Senhora de Fátima, rua C, N° 352.
A residência conta com:
3 quartos (todos com ventilador de teto)
3 camas de casal
1 cama com auxiliar
1 colchão de casal
Cozinha equipada
Garagem
Utensílios
Wi-fi
Área Gourmet
Piscina simples
Para reservas, entrar em contato com Maria: (35) 991080937
Pra quem quer conhecer as belezas de Furnas, Capitólio, São João Batista do Glória e outros municípios da região, o passeio de lancha e 4×4 é essencial. Para isso, o melhor é contratar um profissional ou equipe especializada, para que tudo ocorra com segurança.
O passeio de lancha e 4×4 do Nilson é perfeito para quem quer desfrutar das belezas de Minas Gerais. A programação do piloto é feita especialmente para deixar os visitantes deslumbrados, pois passa pelos principais pontos turísticos da região, tais como: Lagoa Azul, Diquadinha, Pedreira, Paraíso Achado, Paraíso Perdido, Capivara, Beija-flor, tudo para apresentar para você, família e amigos o melhor de Minas. Sem falar nos bares flutuantes, com o melhor chop artesanal de Capitólio.
A lancha suporta até 10 pessoas, e o carro até 4, mas em caso de mais visitantes, é feita uma parceria com outras empresas, para que todos tenham uma experiência única juntamente com família e amigos.
A lancha parte do Clube Náutico, situado no município de São João Batista do Glória. O veículo 4×4 sai de Furnas.
O valor dos passeios é de R$ 90,00, mas caso ocorra a vontade de ficar por mais tempo, é feita uma negociação no preço.
Recentemente o município de São José da Barra (MG), viveu uma das piores queimadas na história da cidade.
A espécie humana vem evoluindo e aperfeiçoando suas técnicas de exploração dos recursos naturais. Nos lembramos constantemente da água como recurso vital, mas nos esquecemos do fogo.
A descoberta do fogo permitiu, à primitiva humanidade, o deslocamento para outras regiões do planeta. Empurrado pela necessidade, com a caça e a coleta escassa, o homem descobriu uma nova forma de obter alimentos. Surgia a partir de então a agricultura. Sem motivos para mudar de lugar, o homem tornou-se sedentário. Cabia agora desenvolver técnicas e meios que proporcionassem o uso do solo a fim de facilitar e propagar as fronteiras agrícolas.
No Brasil, as queimadas estão associadas aos sistemas de produção mais primitivos, como os de caça e coleta dos indígenas e de pequenos produtores rurais. A falta de informação sobre métodos menos agressivos à natureza, provoca confusão entre as queimadas tropicais e os incêndios florestais.
Mais de 98% das queimadas praticadas no Brasil são de natureza agrícola. O agricultor decide quando e onde queimar. É uma prática controlada, desejada e faz parte do sistema de produção. Já os incêndios florestais são de natureza acidental, indesejados e difíceis de controlar, pois assolam, na maioria das vezes, os parques nacionais, geralmente localizados em regiões remotas e de difícil acesso.
O impacto ambiental das queimadas e incêndios florestais vem preocupando há décadas a comunidade científica, ambientalistas e a sociedade em geral, pois interferem na harmonia da biodiversidade e na saúde humana. Tais práticas também estão presentes em outras regiões do globo, sobretudo na savana africana, nas estepes russas e da Ásia central. A legislação brasileira, através da Política Nacional do Meio Ambiente, Lei 6.938/81, tem como instrumento de proteção dos recursos naturais um mecanismo denominado “avaliação de impactos ambientais”, cuja função é a elaboração de um estudo antes de qualquer ação humana sobre o meio ambiente.
Nesse ínterim, o Direito Ambiental Internacional está em franco desenvolvimento e aceitação, servindo para dirimir os problemas de caráter global relacionado às atividades que causem conflitos de conseqüências ambientais entre países. Isto porque a poluição é transfronteiriça, ou seja, não respeita fronteiras. A fumaça de uma queimada em um estado poderá atingir outro, e até mesmo outro país, como acontece com a poluição das águas.
Estas queimadas afetam o solo, o ar, as águas, os mananciais, a fauna e a flora, atingindo amplamente o ecossistema, o que fere frontalmente as leis ambientais. A Organização das Nações Unidas comprovam que a grande porcentagem da emissão de dióxido de carbono na atmosfera brasileira é decorrente das queimadas, colocando nosso país entre os dez maiores poluidores do mundo.
Recentemente, um incêndio florestal em São José da Barra (MG), colocou o o município em estado de emergência, provocando um forte aumento nas reclamações por meio da população, devido à densa fumaça negra que se deslocou em direção a zona urbana.
Desenvolver técnicas que substituam a utilização do fogo como agente de “limpeza” do terreno para o plantio é, sem dúvida, um grande desafio, sobretudo nos países do hemisfério sul, cuja prática é amplamente utilizada, e a indisponibilidade de recursos financeiros é um agravante dessa situação. É preciso apresentar soluções concretas ao agricultor, aliadas a políticas públicas que demonstrem eficiência e domínio do Poder Público na efetiva fiscalização e aplicação das leis.
A Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 1º Distrito Naval, informa que, no período entre 21 de setembro e 4 de outubro, será realizado um adestramento de “Operações Ribeirinhas” no Lago de Furnas e nos municípios de Capitólio, São João Batista do Glória e São José da Barra (MG).
O adestramento militar visa a manutenção do aprestamento do componente anfíbio na segurança em ambientes fluviais e contará com a participação de militares do 3º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais e do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro.
Na ocasião, serão conduzidos exercícios de retomada de território terrestre pela Força de Desembarque Ribeirinho, evacuação de feridos, proteção da barragem da represa, além de instruções teóricas e práticas de segurança para atividades de Inspeção Naval. A oportunidade servirá para testar a ação e a prontidão dos militares em uma situação de emergência e a capacidade logística diante de um cenário hipotético adverso.
Além disso, uma Ação Cívico-Social será realizada pelos militares, que reformarão quadras poliesportivas no município de São José da Barra.
Cabe ressaltar que todos os procedimentos sanitários e medidas preventivas recomendados pelos Ministérios da Defesa e da Saúde, bem como pela Diretoria de Saúde da Marinha, vêm sendo adotados, a fim de evitar a disseminação da COVID-19.
Gostaria de adicionar o site Jornal Folha Regional a sua área de trabalho?