Pular para o conteúdo principal

Jornal Folha Regional

MP, PC e Gaeco de Passos fazem operação contra quadrilha que praticava roubos em rodovias e zona rural de Carmo do Rio Claro e Piumhi

MP, PC e Gaeco de Passos fazem operação contra quadrilha que praticava roubos em rodovias e zona rural de Carmo do Rio Claro e Piumhi - GAECO de Passos
MP, PC e Gaeco de Passos fazem operação contra quadrilha que praticava roubos em rodovias e zona rural de Carmo do Rio Claro e Piumhi – GAECO de Passos

O Ministério Público e o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de Passos (MG) realizam na manhã desta quarta-feira (31) uma operação contra uma organização criminosa especializada em assaltos em rodovias nas proximidades do Lago de Furnas e propriedades rurais do Sul de Minas. A ação acontece em conjunto com as Polícias Civil.

Estão sendo cumpridos sete mandados de prisão e de busca e apreensão em Carmo do Rio Claro, Alterosa e Piumhi.

Segundo o MP, a operação Ponte Torta também apura uma série de roubos praticados na zona rural de Carmo do Rio Claro (MG).

Participam da operação 02 Promotores, 29 Policiais Militares, 11 viaturas, uma aeronave.

Polícia Militar em conjunto com GAECO de Franca e GAECO de Passos realiza operação de combate a adulteração de fertilizantes agrícolas em São José da Barra

Reprodução PMMG

Na manhã desta quinta-feira (03), foi realizada uma operação de combate a adulteração de fertilizantes agrícolas no bairro Shangrylá em São José da Barra (MG). A ação é um desdobramento da “Operação Piratas do Agro”.

Foi cumprido mandado de busca e apreensão e prisão de indivíduo foragido, pertencente à organização criminosa investigada.

Os levantamentos de informações contaram com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), e Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP).

Durante a operação, executada por integrantes do GAECO de Franca (MG), GAECO de Passos (MG) e Policiais Militares do 12° BPM, além da prisão do indivíduo alvo, também foi realizada a prisão de outro indivíduo com mandado de prisão em aberto por homicídio no estado de São Paulo.

Gaeco e PRF cumprem mandados contra quadrilha especializada em falsificação de agrotóxicos em Franca e região

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizaram na última quarta-feira (17) uma força-tarefa de combate à falsificação de agrotóxicos em Franca (SP).

Os agentes cumpriram oito mandados de prisão temporária e 24 de busca e apreensão em Franca, Cristais Paulista (SP), Ribeirão Preto (SP) e Igarapava (SP) na Operação “Piratas do Agro”.

Entre os efetivamente presos havia uma mulher grávida, que chegou a passar mal e foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Um dos investigados tentou fugir em uma caminhonete, mas foi acompanhado e detido com apoio de um helicóptero.

Segundo a PRF, com um dos suspeitos foi apreendida uma arma, além de munições de fuzil 556.

Todo o material foi levado para a sede do Gaeco em Franca, para contabilização.

As ordens judiciais foram contra membros de uma organização criminosa que atua no comércio ilegal de defensivos agrícolas, além de ser investigada por crimes como lavagem de dinheiro e falsidade ideológica em documentos público. A Justiça, por meio da 2ª Vara Criminal de Franca, também autorizou bloqueio de bens dos investigados.

Os trabalhos tiveram apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A quadrilha começou a ser investigada em 2020, inclusive com a apreensão de cargas de agrotóxicos adulterados.

“O agrotóxico é um produto muito controlado por diversos órgãos de vigilância e esse agrotóxico era feito dentro de um depósito com fabricação manual, com produtos reutilizados, com produtos químicos sem origem, com origem desconhecida, em que eram colocados os produtos manipulados dentro das embalagens reutilizadas e fabricados burlados rótulos falsos com selos falsos e vendidos como os originais”, afirma Cristiano Vasconcellos, coordenador geral de comunicação social da PRF.

Ao longo das diligências, os agentes apontaram a existência de um grupo com núcleos diferentes visando a atuação criminosa, desde pessoas dedicadas à parte financeira da organização até a falsificação, além de prejuízos, em âmbito nacional, não só a produtores rurais como ao meio ambiente e à saúde pública.

Os defensivos falsificados eram destinados a diferentes regiões do país por meio de um esquema complexo, com cargas transportadas tanto por rodovias quanto por remessas menores, enviadas pelo correio, segundo o Gaeco.

Em função dessa capacidade das operações da organização criminosa, de acordo com o promotor Adriano Mélega, ainda não é possível mensurar a dimensão dos danos causados à lavoura, à saúde pública e ao meio ambiente.

(G1)

Jornal Folha Regional
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.