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Jornal Folha Regional

Prefeitura de Passos inicia pagamento do Auxílio Gás de R$130 nesta quarta-feira

A Prefeitura de Passos (MG) começa a pagar nesta quarta-feira (1º), o Auxílio Gás. O benefício, no valor de R$130, será pago a 4.727 famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), que recebem Bolsa Família e têm renda per capita mensal de até R$178. Também nesta quarta, tem início o pagamento do Vale Gás do Governo Federal, que prevê o repasse de R$51,24 a cada dois meses.

De acordo com o governo, o valor corresponde ao preço médio do botijão de 13 quilos no ano 2021 (R$102,48). Para 2022, a estimativa é que o preço do botijão seja de R$ 112,48. Em Passos, a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda (Sedest), Carla Pimentel, afirma os benefícios do auxílio gás, municipal, e do vale-gás, do Governo Federal, são independentes e quem receber o auxílio pago pela prefeitura também pode receber o federal.

“Serão beneficiários todos aqueles que, cumulativamente, atendam aos requisitos de ser comprovadamente residente no município de Passos, ser inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), ser beneficiário do Programa Bolsa Família até a data de 31 de agosto de 2021, possuir renda per capita mensal igual ou inferior a R$178,00, não ter sido condenado por crime contra a administração pública e não estar cumprindo pena em regime fechado. Será concedido apenas um benefício por família, entendendo-se como família o conjunto de pessoas que residam em um mesmo imóvel”, disse a secretária.

Segundo ela, algumas pessoas já começaram a procurar informações sobre o pagamento do benefício. No Brasil, o Programa Gás do Brasileiro foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada, com o objetivo de recompor a alta do preço do gás de cozinha. O benefício federal começou a funcionar hoje e ficará em vigor por cinco anos.

Via: Clic Folha.

Governo de Minas pode diminuir preço do gás de cozinha, diz Zema

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (4), que avalia redução do preço do gás de cozinha no Estado.

“Queremos muito que, caso a situação venha a permitir, haja uma redução principalmente naquilo que é essencial, o gás de cozinha. No nosso ponto de vista, ele é algo muito mais importante do que gasolina. Gasolina se coloca em BMW, em Mercedes, agora o gás de cozinha toda família usa, então beneficiaria toda a sociedade. E muito mais aqueles que ganham menos, porque a representatividade do consumo de gás na renda é maior”, disse o governador. Ele também destacou a importância do produto para bares e restaurantes, um dos setores mais afetados pela pandemia. 

Questionado pela reportagem, o governo de Minas detalhou que, atualmente, o ICMS, imposto estadual, corresponde a cerca de 18% do preço final do gás, enquanto a distribuição e a venda respondem por 30,6% e a política de preços da Petrobras, 51,4%. 

“As restrições impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determinam medidas de compensação em caso de perda de receita, por isso, não é possível a redução imediata de impostos. Apesar disso, o Governo de Minas estuda ações para reduzir o impacto do consumo de gás de cozinha no orçamento das famílias mineiras”, completa a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MG), por meio de nota. 

O professor de planejamento tributário do Ibmec Antônio Paulo Machado avalia que a redução do ICMS seria uma medida positiva, mas pondera que ações como direcionamento de benefícios de compra para a população mais vulnerável pode ter efeitos mais significativos. “Do ponto de vista, acredito mais no auxílio do que na redução da alíquota, porque a redução impacta a todos e há pessoas em condições diferentes. Dando o auxílio, você direciona os recursos. Ele deveria ser algo com prazo determinado e curto, apenas para socorrer as pessoas em maior necessidade neste momento”, conclui.  

Gás de cozinha tem reajuste de 7%; valor já chega a R$ 106 em cidade paulista

botijão de gás de cozinha teve um reajuste de 7% que já começou a ser aplicado aos consumidores brasileiros desde 1º de setembro. O novo percentual foi estabelecido pelas distribuidoras de GLP, conforme afirmado pelo presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP (Asmirg), Alexandre Borjaili. 

Mas ao que tudo indica, os consumidores devem preparar o bolso, porque esta não será a única alteração no preço do botijão de gás. Na oportunidade, o presidente da Asmirg explicou que esta atualização foi necessária em virtude do conflito de interesses da categoria somado à inflação. 

Para entender melhor a situação, nota-se que o aumento no preço médio do botijão de gás foi de R$ 5,80. Além de outros R$ 0,30 devido ao reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que passou a incidir desde o mês de agosto em alguns estados brasileiros. 

Em Ribeirão Preto (SP), o valor do gás já chegou a R$ 106 — com a taxa de entrega, o preço pode chegar a R$ 188.

Antes da alta, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor médio do produto em Ribeirão Preto era de R$ 95,86.

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