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Jornal Folha Regional

Ecos da Imaginação – Echoes of Imagination – Volume 1: Da ideia ao lançamento

Ecos da Imaginação – Echoes of Imagination – Volume 1: Da ideia ao lançamento – Imagem: divulgação

O livro Ecos da Imaginação – Echoes of Imagination – Volume 1 nasceu dentro da sala de aula, como fruto de uma proposta pedagógica voltada ao gênero textual poema. A iniciativa teve como principal objetivo despertar nos alunos o prazer pela leitura e pela escrita, estimulando a criatividade, a imaginação e o desenvolvimento da linguagem.

Idealizado e organizado pela professora Aoedica Moschen Nervis, o projeto foi conduzido com dedicação, sensibilidade e atenção a cada etapa do processo. Para enriquecer ainda mais a experiência dos estudantes, ela contou com a colaboração da teacher Camila Amanda Rossoni, que orientou os alunos na tradução dos poemas para a língua inglesa. O resultado foi uma obra bilíngue, que amplia horizontes, conecta culturas e valoriza a produção autoral dos alunos.

O desenvolvimento do livro seguiu três etapas principais:

Criação dos poemas – Os alunos escreveram seus textos a partir de temas inspirados no cotidiano e no universo da infância.

Revisão, tradução e organização – Os poemas foram cuidadosamente revisados, traduzidos e reunidos para compor uma obra coletiva.

Edição e preparação para publicação – Após a seleção e organização final dos textos, nasceu Ecos da Imaginação – Echoes of Imagination – Volume 1, pronto para encantar leitores de todas as idades.

Mais do que um simples projeto escolar, este livro representa o resultado de um trabalho colaborativo, que valoriza a voz de cada estudante e acredita no poder transformador da literatura.

Agora, celebramos um momento muito especial: o lançamento oficial da obra, que acontecerá no dia 10 de setembro, às 8h30, na Câmara Municipal de Jupiá. Uma ocasião para reconhecer e aplaudir a criatividade, a dedicação e o talento dos nossos jovens autores.

Ecos da Imaginação – Echoes of Imagination – Volume 1: Da ideia ao lançamento – Imagem: divulgação
Autora Aoedica Moschen Nervis – Foto: arquivo pessoal
Tradutora Camila Amanda Rossoni – Foto: arquivo pessoal

Crianças do Brasil têm habilidades de leitura inferiores às do Azerbaijão e do Uzbequistão, mostra teste internacional

Imagem: reprodução

O Brasil está atrás de países pobres, como Azerbaijão e Uzbequistão, em um exame internacional que mede habilidades de leitura de alunos do 4º ano do ensino fundamental (de 9 a 10 anos de idade). Os resultados do Pirls 2021 (Progress in International Reading Literacy Study) foram divulgados nesta terça-feira (16) e marcam a estreia brasileira na avaliação, existente desde 2001.

📕O que a prova mede? O teste avalia a capacidade de as crianças compreenderem textos, estabelecerem conexões entre as informações lidas e desenvolverem um senso crítico a respeito de um conteúdo.

📕 Como funciona? É uma prova aplicada para alunos das redes pública e privada, com questões dissertativas e mais complexas do que as usadas nos exames nacionais de leitura, como o Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica).

📕 Quando a avaliação foi aplicada? Por causa da pandemia e das restrições no funcionamento das escolas, os 400 mil estudantes, dos 57 países participantes, foram avaliados em datas diferentes — de outubro de 2020 a julho de 2022. No Brasil, os estudantes participaram no fim de 2021.

“Não só estamos entre os últimos países do ranking, como também temos um dos maiores índices de desigualdade entre os estudantes”, afirma Gabriel Corrêa, diretor de políticas públicas da ONG Todos Pela Educação.

“Tudo o que aconteceu na pandemia — escolas fechadas, acesso precário ao ensino remoto e falta de coordenação nacional do governo federal — trouxe impactos. Há muito o que evoluir.”

Só 13% dos brasileiros têm nível de aprendizado adequado

Os dados individuais são preocupantes, afirmam especialistas ouvidos pelo g138% dos estudantes brasileiros não dominavam as habilidades mais básicas de leitura. Só 13% foram considerados, segundo a avaliação, proficientes.

“É um cenário difícil. E pode ser que a situação seja mais grave, porque a avaliação considera os alunos que estavam na escola. Sabemos que, na pandemia, quase 2 milhões de crianças ficaram sem aulas”, afirma Anna Helena Altenfelder, presidente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).

Exemplos: Na prática, significa que os alunos no Brasil conseguiram ler textos simples e localizar ideias que estavam explícitas. No nível mais avançado, registrado por países como Inglaterra, os estudantes conseguem interpretar as emoções dos personagens, avaliar o estilo do autor, fazer ligações complexas entre as ideias e estabelecer comparações mais elaboradas.

Brasil está entre os últimos do ranking

No ranking geral, o Brasil, com 419 pontos, ficou bem abaixo da média (500 pontos) e atrás de países como Turquia (496), Azerbaijão (440), Uzbequistão (437) e Omã (429).

Os melhores desempenhos foram registrados em Singapura, Hong Kong, Rússia, Inglaterra e Finlândia.

“Ficou claro que estar bem em índices nacionais, como o Saeb, não significa estar bem em parâmetros internacionais”, diz Ernesto Faria, diretor-fundador do Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional).

“Nossas avaliações são importantes, mas precisam ser revistas. Temos de subir a ‘barra’ de exigência. O Pirls traz textos mais longos e complexos, que levam a um diagnóstico mais preciso [da aprendizagem dos alunos].”

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