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Jornal Folha Regional

Minas Gerais é o estado com mais desastres naturais nos últimos 10 anos

Minas Gerais lidera o ranking de desastres naturais entre todas as 27 unidades federativas do Brasil nos últimos 10 anos, de acordo com estudo feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e divulgado nesta quinta-feira (7). Ao todo, foram 8.095 registros no estado de 2013 até 2022. 

A CNM definiu como desastres naturais ocorrências por: estiagem ou seca (41,3%); doenças infecciosas virais, como o coronavírus (27,6%); chuvas (8,3%); enxurradas (4,2%); vendavais (3,2%); inundações (3,2%); incêndios florestais em parques (2,1%); alagamentos (2,2%); incêndios florestais em áreas não protegidas (1,7%); chuvas de granizo (1,4%); deslizamentos (1,3%); e demais, não especificados (3,4%).

O segundo colocado no ranking é a Bahia, que está relativamente distante de Minas Gerais. O estado baiano teve 5.441 desastres naturais nos últimos 10 anos, enquanto a Paraíba fecha o “pódio” dos desastres neste recorte temporal, com total de 4.407.

Presidente da CNM, Paulo Ziulkoski não elege outro motivo para o grande número em Minas e demais estados. Para ele, é claro que a intervenção humana interfere na maioria dos desastres. “Atribuo isso tudo a uma questão da natureza, mas muito provocada pela intervenção humana. Lógico que pode ter um componente, no caso de chuvas de Minas mesmo, Petrópolis recentemente, Rio Grande do Sul com a seca, que acabam se aprofundando quanto ao clima, mas é uma consequência da forma como a economia está andando, é toda produção, ocupação do solo, gestão ambiental em seu conjunto. Nestes casos, há também os aglomerados urbanos, que são as cidades. Se olhar por cima, no caso de chuva, não tem mais nem infiltração, não tem mais onde infiltrar a água, o que acaba por levar a alguns desastres”, afirmou. 


O pico de desastres naturais em um ano é justamente do líder Minas, no ano passado. Em 2021, o território mineiro registrou 2.436 ocorrências, segundo a CNM. Minas Gerais também tem a segunda posição no número de desastres em um ano, com 2.348 em 2020. O terceiro maior número pertence à Bahia, com 1.210 registros também no ano retrasado.
A CNM se baseou no total de decretos municipais expedidos pelas prefeituras entre 2013 e 2022. Todos os estados brasileiros tiveram, pelo menos, um desastre natural ao ano nos últimos 10 anos.


Com os números divulgados, nota-se que Minas Gerais tem mais da metade – 54% – dos decretos relativos a desastres ambientais no país nos últimos 10 anos. Quanto às regiões, contudo, o Nordeste lidera, com 46,8% dos decretos, seguido de Sudeste – região de Minas -, com 22,6% e Sul, com 16,1%.

Mais de um Brasil afetado

A CNM também levantou o número de pessoas afetadas pelos desastres naturais no período determinado – 1 de janeiro de 2013 e 5 abril de 2022. Ao todo, foram 347.441.381 cidadãos impactados no país nos últimos 10 anos.


O número equivale a mais de um Brasil. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país conta com cerca de 214,4 milhões de pessoas.

O ano em que as pessoas foram mais afetadas por desastres naturais foi em 2020. Ao todo, 83.073.219 brasileiros foram impactados por algum desastre naquele ano, marcado pelo início da pandemia da COVID-19 – o que ajuda a explicar o alto número.


“Passou a representar 27,6% do total (53.960 decretações) entre 2013 e 2022, correspondendo a 14.896 decretações que foram registradas a partir da necessidade de expedição dos decretos de calamidade sanitária pelos Entes municipais. Portanto, excepcionalmente nos anos recentes, a evolução dos dados são sensíveis à evolução da pandemia”, diz trecho do documento da CNM.

Paulo Ziulkoski tem uma opinião de que a tendência para os próximos anos é de piora. O presidente da CNM considera que há pouco avanço histórico, uma repetição de eventos em determinados locais, e pouca ação.

“Eu, particularmente, tenho um pensamento que a situação só tende a piorar, nada acontece. Sou mais pessimista, infelizmente, gostaria de não ser. Há muita pouca coisa feita, tem mais coisa de quem faz o estrago do que a mitigação dele. No Brasil, são 360 milhões de pessoas afetadas, é muito lamentável, muito triste. Mas alguém, talvez, com a repercussão, possa olhar mais, para ver se a sociedade acorda um pouco, pois não diria que é culpa somente do governo, é um conjunto, todo mundo está nele, iniciativa privada e poder público”, diz.

Também pesa no bolso

Os desastres naturais também pesaram no bolso do brasileiro nos últimos 10 anos. Segundo a CNM, o prejuízo econômico total foi de mais de 341,3 milhões de reais. Ele é dividido da seguinte maneira: R$ 44.614.059.301 do setor público e R$ 296.696.648.245 do setor privado.


A quantidade de danos materiais também foi contabilizada, com total de 5.235.050 obras ou edificações públicas ou privadas destruídas. Eles são tipificados entre: unidades habitacionais, instalações públicas de saúde, educação, de uso comunitário, prestadoras de serviços e de infraestrutura que foram danificadas e ou destruídas.

MG lidera lista de empresas com trabalhadores em condições análogas à escravidão

Minas Gerais é o Estado com o maior número de empresas com trabalhadores em condições análogas à escravidão, segundo lista atualizada nessa terça-feira (5) pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). No território mineiro são 31 pessoas físicas e jurídicas que foram flagradas, ao todo, com 387 funcionários em situação precária.

A empresa com maior número de trabalhadores em condições semelhantes à escravidão, 46 funcionários, é uma fazenda agrícola de Buritizeiro, no Norte de Minas. 

Essas denúncias vinham sendo apuradas desde 2018. As empresas são incluídas na lista após a fiscalização, defesa dos acusados e conclusão do processo administrativo, não cabendo mais recorrer da decisão.  

O Estado concentra cerca de 25% do total das denúncias de trabalho análogo ao escravo recebidas pelo MPT. No ano passado, foram registradas 1.415 denúncias em todo o país, o maior número anual desde 2016, quando foram registradas 1.037 denúncias. 

Punições. 

De acordo com o procurador do MPT, Dr. Paulo Veloso, empresas que submetem trabalhadores a essas condições estão sujeitas a uma série de penalidades. “O empregador fica sujeito a multas, além de autuação do MPT que pleiteará a solução daquelas condições de trabalho análogo à escravidão, além de pagamento de indenização às vítimas e à coletividade”, diz. 

Qualquer pessoa pode denunciar pelo site www.mpt.mp.br. O procurador ressalta que a denúncia pode ser anônima ou sigilosa, sendo muito importante que o denunciante forneça o maior volume possível de informações sobre o caso.

Pobreza favorece prática.

O diretor da FGV Social, Marcelo Neri, destaca que a crise econômica reduz o poder de escolha do trabalhador e que a falta de ações do poder público abre mais espaço para o trabalho degradante. 

“Com a pandemia, principalmente pessoas em regiões rurais podem ter ficado mais à margem, porque uma série de políticas públicas diminuíram muito. Então aumenta a precarização do trabalho, e reduz o poder de barganha do trabalhador.”, avalia Marcelo Neri.

Outro fator que estimula a degradação do trabalho apontado pelo PhD em economia é a inflação. “O contexto de inflação torna essa situação ainda mais delicada em termos de poder de barganha. O trabalhador sujeito a essas formas de trabalho de baixa qualidade foram os mais afetados durante a pandemia”. 

Tripé.

Um estudo da Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas (CTETP) da Faculdade de Direito da UFMG constatou que 94,90% das fiscalizações encontraram o considerado “tripé da degradância”: alojamentos inadequados, falta de instalações sanitárias e ausência de fornecimento de água potável.

“A quem tudo sempre foi negado, inclusive o acesso aos direitos mais básicos de saneamento, moradia, alimentação e dignidade, nada parece tão desesperador quanto a fome e a ausência de perspectiva. Nem mesmo um trabalho que não lhe ofereça muito além do que alguns trocados, um prato de comida”, diz a coordenadora do projeto Lívia Mendes Miraglia.

Minas Gerais retira obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre

A partir de sábado (12), o uso de máscaras em locais abertos em Minas Gerais passa a ser facultativo. A informação foi repassada pelo secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, durante entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (10). O chefe da pasta, ao justificar a decisão, destacou que o estado alcançou números favoráveis de pessoas vacinadas contra a Covid-19. 

“Diante do cenário que estamos vivendo de projeção de queda de casos, diante do fato de estarmos há mais de seis meses na onda verde, diante da vacinação no estado, a recomendação do estado é que cada município possa desobrigar o uso de máscaras em lugares abertos a partir de sábado”, afirmou Baccheretti. 

Conforme o secretário, a decisão caberá a cada cidade do estado, mas pontuou que o atual cenário é favorável. “Os municípios têm autonomia, mas a equipe técnica da secretaria desenvolveu, diante dos cenários em outros países em especial, que vivenciaram isso há mais tempo, que é seguro, com nossa incidência e taxa de vacinal, que podemos recomendar que não é obrigatório o uso de máscara em lugares abertos”, acrescentou. 

“[Que] as pessoas com sintomas gripais, ou mais vulneráveis, não se sintam constrangidos em usar máscara. A máscara foi muito importante na pandemia e continua. Se alguém estiver com gripe, fique de máscara. Vá ao trabalho de máscara. Vamos proteger as pessoas. A desobrigação não significa estimular a retirada da máscara”, completou. 

Locais fechados

Para o secretário, o uso de máscaras em locais fechados pode ainda ser facultado quando municípios atingirem um percentual de vacinados.”Em ambientes fechados, quando os municípios atingirem além dos 80% de duas doses aplicadas — o que no panorama geral do estado já aconteceu, mas em alguns municípios ainda não — e chegarmos a 70% do reforço aplicado, a obrigação do uso de máscara pode ser facultativo. Criamos esse critério”, esclareceu.

Taxa de letalidade 

Ainda na entrevista, Baccheretti destacou que em duas semanas o estado deve alcançar o menor patamar de casos. Além disso, explicou que a taxa de letalidade da doença em Minas é de 1.8, enquanto no Brasil é de 2.2, o que representa 20% menos de chance de óbito para cada caso confirmado da doença no estado.“Se o Brasil tivesse a letalidade de 1.8, 60 mil pessoas poderiam estar em casa com suas famílias”, afirmou. 

Fim do Minas Consciente

O programa Minas Consciente, responsável pela coleta de informações para panorama da doença no estado e implementação de medidas de segurança, também chega ao fim no próximo sábado.  “A partir de sábado, acaba o Minas Consciente, um programa que completaria dois anos no próximo mês, que se mostrou muito eficaz durante a pandemia,” anunciou.

Varredoras de rua são estupradas e roubadas em MG

Duas varredoras de rua da cidade de Ituiutaba, no interior de Minas Gerais, foram estupradas por um homem, na última terça-feira (22), enquanto trabalhavam. Elas ainda foram roubadas. Durante a tarde, a Polícia Militar conseguiu prender um suspeito.

Os estupros aconteceram no Bairro Paranaíba e, segundo o que foi repassado à Polícia Militar (PM), as mulheres tinham começado há pouco tempo a varrição, quando um homem as coagiu com um bastão e as levou a um terreno baldio.

No local havia uma plantação, o que os escondeu e ele as estuprou. Após o abuso, o criminoso ainda roubou dois celulares e dinheiro que estavam com as vítimas. Ainda pela manhã, elas pediram ajuda e foram atendidas pela PM.

Com informações sobre a aparência do estuprador, que seria pardo e possivelmente jovem, houve rastreamentos por parte da polícia durante todo o dia. Durante a tarde, militares encontraram um suspeito, que tem 22 anos, mas que não confessou, inicialmente, o crime.

Ele reside próximo ao local e tem, entre outras passagens, por ameaça e tráfico de drogas. Após detenção, foi entregue na Delegacia de Plantão.

Em nota, a prefeitura de Ituiutaba repudiou o caso, que chamou de lamentável. As duas mulheres são funcionárias de uma empresa que presta serviços ao município. “O Poder Executivo disponibilizou equipes das Secretarias de Desenvolvimento Social e de Saúde para prestar todo o apoio necessário às vítimas”.

A nota ainda afirma que elogia o trabalho da PM na prisão do suspeito e termina dizendo que a “Prefeitura de Ituiutaba seguirá prestando o suporte necessário a todas as mulheres vítimas de abusos no município”.

Minas confirma primeira morte por dengue em 2022; casos sobem quase 55% em uma semana

Minas Gerais confirmou a primeira morte por dengue em 2022. Segundo informou a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) nesta terça-feira (22), outros dois óbitos seguem em investigação.

Os dados constam no boletim epidemiológico divulgado pela pasta nesta manhã e foram registrados na semana entre 8 e 15 de fevereiro. Nesse mesmo período, o número de casos confirmados da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti disparou.

Desde o início do ano até o momento, o mosquito Aedes aegypti transmitiu a enfermidade para 1.289 pessoas no Estado. Isso representa um aumento de quase 55% em relação aos 833 confirmados até dia 8 deste mês.

Em relação à febre chikungunya, transmitida pelo mesmo vetor, a pasta aponta para 317 casos prováveis, dos quais 30 foram confirmados. Até o último dia 8, eram 22.

Com relação à zika, são nove os casos prováveis, com três confirmados. Até o momento, não há óbitos pela doença e por chikungunya.

Prevenção

Para combater as doenças, as medidas são as mesmas e consistem basicamente em eliminar os criadouros do mosquito, especialmente onde há retenção de água da chuva, como ralos, calhas, vasos de plantas e pneus.

Considerando que o ciclo de vida do Aedes tem duração média de sete dias, é preciso que a limpeza seja feita, pelo menos, duas vezes na semana.

Cafeicultora morre após batida entre carro e caminhão em zona rural de MG

A empresária e cafeicultura Lydia Bottrel, de 66 anos, morreu em um acidente na rodovia MGC-491, em Elói Mendes. O acidente ocorreu na manhã desta sexta-feira (18), entre um caminhão e um carro.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o motorista do caminhão disse que a cafeicultora dirigia o carro na contramão e tentou desviar, jogando o veículo para o acostamento, no momento em que avistou o carro vindo em sua direção. O carro acabou acertando a lateral do caminhão.

A parte atingida, conforme os bombeiros, foi a lateral em que estava a empresária no carro. A vítima foi socorrida com vida pelo Samu e pelo Corpo de Bombeiros, com fratura exposta no braço esquerdo, fratura na perna esquerda e trama no abdômen, também do lado esquerdo.

Após o atendimento, Lydia Bottrel foi levada ao Hospital Bom Pastor, em Varginha, mas não resistiu aos ferimentos.

Chuvas fortes dos últimos meses deixam 420 cidades mineiras em situação de emergência

O número de cidades mineiras em situação de emergência devido às chuvas intensas da última semana subiu para 420, conforme boletim da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec) divulgado nesta segunda-feira (14/2). Ao todo, 55.229 pessoas estão desalojadas, enquanto 9.018 estão desabrigadas. O número de mortes em decorrência dos temporais aumentou para 26.

Para auxiliar prefeituras e minimizar impactos das chuvas, o Governo de Minas lançou, em janeiro, o plano Recupera Minas, que irá destinar R$ 603 milhões em recursos estaduais em medidas imediatas ou de rápida implementação. Os projetos foram elaborados após o governo ouvir as prefeituras e atingidos, mapear as principais demandas e realizar estudos que garantam a viabilidade das ações.

Entre os principais projetos do plano está o pagamento emergencial de um auxílio de R$ 1.200, divididos em três parcelas, aos desabrigados e desalojados no estado. Serão investidos R$ 78 milhões, devendo beneficiar cerca de 60 mil pessoas.

Prazos

Os municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública já podem assinar os termos de aceite para receber os recursos do plano Recupera Minas. Na última semana, o governo enviou ofícios às prefeituras com orientações sobre os procedimentos. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) garantiu o prazo de 45 dias a partir da assinatura do aceite para que as prefeituras possam preencher os planos de serviço. Desta forma, os montantes chegam aos beneficiários o mais rapidamente possível. A data de recebimento do recurso irá depender do cumprimento de cronograma pelos municípios.

Têm direito aos recursos aqueles que tiveram a situação de calamidade ou emergência reconhecida pelo governo federal e finalizaram o envio de informações ao Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID), do Ministério do Desenvolvimento Regional, entre 1/12/2021 e 17/1/2022.

O montante será transferido em três parcelas, iniciando-se o repasse após a assinatura de Termo de Aceite pelo prefeito. Os recursos serão repassados aos Fundos Municipais de Assistência Social (FMAS). As contas bancárias já foram abertas pela Sedese na mesma agência do Banco do Brasil em que são feitos os repasses do Piso Mineiro Fixo. Agora, os representantes devem entrar em contato com as agências para validar as contas.

As gestões municipais terão autonomia para decidir como repassarão o recurso para as pessoas afetadas, podendo optar por adquirir cestas básicas, kits de higiene ou até mesmo conceder os benefícios diretamente em dinheiro para as famílias atingidas.

Mais ações

Outra importante ação do Recupera Minas será a destinação de R$ 182 milhões para a construção ou reconstrução de moradias populares em localidades afetadas pelas chuvas. Os recursos estarão disponíveis via linha de financiamento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) às prefeituras.

Desde dezembro, quando iniciou o período chuvoso, o Governo de Minas realizou o pagamento de R$ 143,6 milhões para 334 municípios que tiveram o decreto de emergência reconhecido pelo Estado em decorrência das fortes chuvas. O recurso é referente ao adiantamento das oito últimas parcelas do acordo assinado pelo Executivo com a Associação Mineira de Municípios (AMM) para o pagamento de dívidas com as prefeituras, herdadas da gestão anterior. Os recursos foram destinados às prefeituras que faziam jus ao pagamento.

Além do trabalho estratégico para a recuperação dos danos, o Estado atuou no trabalho de resgate das vítimas e com a ajuda humanitária, como doações de cestas básicas, colchões, kit dormitório e kit higiene e limpeza como forma suplementar às cidades.

Chuvas intensas vão atingir 837 cidades de Minas entre esta sexta e sábado

Chuvas fortes vão atingir 837 de Minas Gerais entre esta sexta-feira (11) e sábado (12). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), podem ocorrer temporais de até 50 milímetros e ventos de até 60 km/h. 

Saiba como se prevenir da chuva:

Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).

Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Veja as cidades atingidas:

Abadia dos Dourados
Abaeté
Abre Campo
Acaiaca
Açucena
Água Boa
Água Comprida
Aguanil
Águas Formosas
Águas Vermelhas
Aimorés
Aiuruoca
Alagoa
Albertina
Além Paraíba
Alfenas
Alfredo Vasconcelos
Alpercata
Alpinópolis
Alterosa
Alto Caparaó
Alto Jequitibá
Alto Rio Doce
Alvarenga
Alvinópolis
Alvorada de Minas
Amparo do Serra
Andradas
Andrelândia
Angelândia
Antônio Carlos
Antônio Dias
Antônio Prado de Minas
Araçaí
Aracitaba
Araçuaí
Araguari
Arantina
Araponga
Araporã
Arapuá
Araújos
Araxá
Arceburgo
Arcos
Areado
Argirita
Aricanduva
Arinos
Astolfo Dutra
Ataléia
Augusto de Lima
Baependi
Baldim
Bambuí
Bandeira do Sul
Barão de Cocais
Barão de Monte Alto
Barbacena
Barra Longa
Barroso
Bela Vista de Minas
Belmiro Braga
Belo Horizonte
Belo Oriente
Belo Vale
Berilo
Berizal
Bertópolis
Betim
Bias Fortes
Bicas
Biquinhas
Boa Esperança
Bocaiúva
Bom Despacho
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus da Penha
Bom Jesus do Amparo
Bom Jesus do Galho
Bom Repouso
Bom Sucesso
Bonfim
Bonfinópolis de Minas
Bonito de Minas
Borda da Mata
Botelhos
Botumirim
Brasilândia de Minas
Brasília de Minas
Brás Pires
Braúnas
Brazópolis
Brumadinho
Bueno Brandão
Buenópolis
Bugre
Buritis
Buritizeiro
Cabeceira Grande
Cabo Verde
Cachoeira da Prata
Cachoeira de Minas
Cachoeira de Pajeú
Cachoeira Dourada
Caetanópolis
Caeté
Caiana
Cajuri
Caldas
Camacho
Camanducaia
Cambuí
Cambuquira
Campanário
Campanha
Campestre
Campina Verde
Campo Azul
Campo Belo
Campo do Meio
Campo Florido
Campos Altos
Campos Gerais
Canaã
Canápolis
Cana Verde
Candeias
Cantagalo
Caparaó
Capela Nova
Capelinha
Capetinga
Capim Branco
Capinópolis
Capitão Andrade
Capitão Enéas
Capitólio
Caputira
Caraí
Caranaíba
Carandaí
Carangola
Caratinga
Carbonita
Careaçu
Carlos Chagas
Carmésia
Carmo da Cachoeira
Carmo da Mata
Carmo de Minas
Carmo do Cajuru
Carmo do Paranaíba
Carmo do Rio Claro
Carmópolis de Minas
Carneirinho
Carrancas
Carvalhópolis
Carvalhos
Casa Grande
Cascalho Rico
Cássia
Cataguases
Catas Altas
Catas Altas da Noruega
Catuji
Catuti
Caxambu
Cedro do Abaeté
Central de Minas
Centralina
Chácara
Chalé
Chapada do Norte
Chapada Gaúcha
Chiador
Cipotânea
Claraval
Claro dos Poções
Cláudio
Coimbra
Coluna
Comendador Gomes
Comercinho
Conceição da Aparecida
Conceição da Barra de Minas
Conceição das Alagoas
Conceição das Pedras
Conceição de Ipanema
Conceição do Mato Dentro
Conceição do Pará
Conceição do Rio Verde
Conceição dos Ouros
Cônego Marinho
Confins
Congonhal
Congonhas
Congonhas do Norte
Conquista
Conselheiro Lafaiete
Conselheiro Pena
Consolação
Contagem
Coqueiral
Coração de Jesus
Cordisburgo
Cordislândia
Corinto
Coroaci
Coromandel
Coronel Fabriciano
Coronel Murta
Coronel Pacheco
Coronel Xavier Chaves
Córrego Danta
Córrego do Bom Jesus
Córrego Fundo
Córrego Novo
Couto de Magalhães de Minas
Crisólita
Cristais
Cristália
Cristiano Otoni
Cristina
Crucilândia
Cruzeiro da Fortaleza
Cruzília
Cuparaque
Curral de Dentro
Curvelo
Datas
Delfim Moreira
Delfinópolis
Delta
Descoberto
Desterro de Entre Rios
Desterro do Melo
Diamantina
Diogo de Vasconcelos
Dionísio
Divinésia
Divino
Divino das Laranjeiras
Divinolândia de Minas
Divinópolis
Divisa Nova
Dom Bosco
Dom Cavati
Dom Joaquim
Dom Silvério
Dom Viçoso
Dona Eusébia
Dores de Campos
Dores de Guanhães
Dores do Indaiá
Dores do Turvo
Doresópolis
Douradoquara
Durandé
Elói Mendes
Engenheiro Caldas
Engenheiro Navarro
Entre Folhas
Entre Rios de Minas
Ervália
Esmeraldas
Espera Feliz
Espinosa
Espírito Santo do Dourado
Estiva
Estrela Dalva
Estrela do Indaiá
Estrela do Sul
Eugenópolis
Ewbank da Câmara
Extrema
Fama
Faria Lemos
Felício dos Santos
Felisburgo
Felixlândia
Fernandes Tourinho
Ferros
Fervedouro
Florestal
Formiga
Formoso
Fortaleza de Minas
Fortuna de Minas
Francisco Badaró
Francisco Dumont
Franciscópolis
Francisco Sá
Frei Gaspar
Frei Inocêncio
Frei Lagonegro
Fronteira
Fronteira dos Vales
Fruta de Leite
Frutal
Funilândia
Galiléia
Gameleiras
Glaucilândia
Goiabeira
Goianá
Gonçalves
Gonzaga
Gouveia
Governador Valadares
Grão Mogol
Grupiara
Guanhães
Guapé
Guaraciaba
Guaraciama
Guaranésia
Guarani
Guarará
Guarda-Mor
Guaxupé
Guidoval
Guimarânia
Guiricema
Gurinhatã
Heliodora
Iapu
Ibertioga
Ibiá
Ibiaí
Ibiracatu
Ibiraci
Ibirité
Ibitiúra de Minas
Ibituruna
Icaraí de Minas
Igarapé
Igaratinga
Iguatama
Ijaci
Ilicínea
Imbé de Minas
Inconfidentes
Indaiabira
Indianópolis
Ingaí
Inhapim
Inhaúma
Inimutaba
Ipaba
Ipanema
Ipatinga
Ipiaçu
Ipuiúna
Iraí de Minas
Itabira
Itabirinha
Itabirito
Itacambira
Itacarambi
Itaguara
Itaipé
Itajubá
Itamarandiba
Itamarati de Minas
Itambacuri
Itambé do Mato Dentro
Itamogi
Itamonte
Itanhandu
Itanhomi
Itaobim
Itapagipe
Itapecerica
Itapeva
Itatiaiuçu
Itaú de Minas
Itaúna
Itaverava
Itinga
Itueta
Ituiutaba
Itumirim
Iturama
Itutinga
Jaboticatubas
Jacuí
Jacutinga
Jaguaraçu
Jaíba
Jampruca
Janaúba
Januária
Japaraíba
Japonvar
Jeceaba
Jenipapo de Minas
Jequeri
Jequitaí
Jequitibá
Jequitinhonha
Jesuânia
Joaíma
Joanésia
João Monlevade
João Pinheiro
Joaquim Felício
José Gonçalves de Minas
Josenópolis
José Raydan
Juatuba
Juiz de Fora
Juramento
Juruaia
Juvenília
Ladainha
Lagamar
Lagoa da Prata
Lagoa dos Patos
Lagoa Dourada
Lagoa Formosa
Lagoa Grande
Lagoa Santa
Lajinha
Lambari
Lamim
Laranjal
Lassance
Lavras
Leandro Ferreira
Leme do Prado
Leopoldina
Liberdade
Lima Duarte
Limeira do Oeste
Lontra
Luisburgo
Luislândia
Luminárias
Luz
Machacalis
Machado
Madre de Deus de Minas
Malacacheta
Mamonas
Manga
Manhuaçu
Manhumirim
Mantena
Maravilhas
Mar de Espanha
Maria da Fé
Mariana
Marilac
Mário Campos
Maripá de Minas
Marliéria
Marmelópolis
Martinho Campos
Martins Soares
Materlândia
Mateus Leme
Mathias Lobato
Matias Barbosa
Matias Cardoso
Matipó
Mato Verde
Matozinhos
Matutina
Medeiros
Medina
Mendes Pimentel
Mercês
Mesquita
Minas Novas
Minduri
Mirabela
Miradouro
Miraí
Miravânia
Moeda
Moema
Monjolos
Monsenhor Paulo
Montalvânia
Monte Alegre de Minas
Monte Azul
Monte Belo
Monte Carmelo
Monte Formoso
Monte Santo de Minas
Montes Claros
Monte Sião
Montezuma
Morada Nova de Minas
Morro da Garça
Morro do Pilar
Munhoz
Muriaé
Mutum
Muzambinho
Nacip Raydan
Nanuque
Naque
Natalândia
Natércia
Nazareno
Nepomuceno
Ninheira
Nova Belém
Nova Era
Nova Lima
Nova Módica
Nova Ponte
Nova Porteirinha
Nova Resende
Nova Serrana
Nova União
Novo Cruzeiro
Novo Oriente de Minas
Novorizonte
Olaria
Olhos-d’Água
Olímpio Noronha
Oliveira
Oliveira Fortes
Onça de Pitangui
Oratórios
Orizânia
Ouro Branco
Ouro Fino
Ouro Preto
Ouro Verde de Minas
Padre Carvalho
Padre Paraíso
Paineiras
Pains
Pai Pedro
Paiva
Palma
Papagaios
Paracatu
Pará de Minas
Paraguaçu
Paraisópolis
Paraopeba
Passabém
Passa Tempo
Passos
Patis
Patos de Minas
Patrocínio
Patrocínio do Muriaé
Paula Cândido
Paulistas
Pavão
Peçanha
Pedra Azul
Pedra Bonita
Pedra do Anta
Pedra do Indaiá
Pedra Dourada
Pedralva
Pedras de Maria da Cruz
Pedrinópolis
Pedro Leopoldo
Pedro Teixeira
Pequeri
Pequi
Perdigão
Perdizes
Perdões
Periquito
Pescador
Piau
Piedade de Caratinga
Piedade de Ponte Nova
Piedade do Rio Grande
Piedade dos Gerais
Pimenta
Pingo d’Água
Pintópolis
Piracema
Pirajuba
Piranga
Piranguçu
Piranguinho
Pirapetinga
Pirapora
Piraúba
Pitangui
Piumhi
Planura
Poço Fundo
Poços de Caldas
Pocrane
Pompéu
Ponte Nova
Ponto Chique
Ponto dos Volantes
Porteirinha
Porto Firme
Poté
Pouso Alegre
Pouso Alto
Prados
Prata
Pratápolis
Pratinha
Presidente Bernardes
Presidente Juscelino
Presidente Kubitschek
Presidente Olegário
Prudente de Morais
Quartel Geral
Queluzito
Raposos
Raul Soares
Recreio
Reduto
Resende Costa
Resplendor
Ressaquinha
Riachinho
Riacho dos Machados
Ribeirão das Neves
Ribeirão Vermelho
Rio Acima
Rio Casca
Rio Doce
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Crianças de 4 e 5 anos morrem asfixiadas durante incêndio em Monte Santo de Minas

Duas crianças morreram asfixiadas durante incêndio a uma casa na zona rural de Monte Santo de Minas (MG). De acordo com a Polícia Civil, o pai das vítimas teria saído para levar a namorada ao trabalho e a residência estava em chamas quando ele retornou. O caso ocorreu nesta terça-feira (8).

Ainda segundo a Polícia Civil, os dois meninos, um de quatro e o outro de cinco anos, estavam no quarto quando o incêndio teve início.

Segundo a perícia da Polícia Civil de São Sebastião do Paraíso, o fogo teria começado na sala e se alastrado pela residência.

A perícia da Polícia Civil também destacou que as crianças morreram asfixiadas durante o incêndio.

Zema afirma ter pedido fim da cobrança de escassez hídrica em conta de luz em MG

Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) afirmou, nesta quinta-feira (13), nas redes sociais, que encaminhou pedido ao Ministério de Minas e Energia, chefiado por almirante Bento Albuquerque, de suspensão da “Bandeira vermelha de Escassez Hídrica” para a conta de luz do Estado.

“Neste momento de recuperação econômica dos efeitos da pandemia, agravado pela crise das finanças estaduais, em que somos atingidos por chuvas que ocasionam verdadeiro cenário de guerra, a solidariedade com os mineiros é emergencial”, afirmou o chefe do Executivo.

“Não podemos ser penalizados com o custo determinado pela Câmara de Gestão Hidroenergética (CREG) e aplicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)”, acrescentou.

Determinada no fim de agosto de 2021 em deliberação da CREG, a medida prevê custear gastos “excepcionais” de acionamento de usinas térmicas e importação de energia. À época, havia escassez hídrica crítica no país.

O valor, de R$ 14,20, é cobrado a cara 100 quilowatt-hora consumido, e está programado para ser pago até abril de 2022, ante início de implementação em setembro do ano passado. 

Jornal Folha Regional
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