PM apreende maconha, crack, LSD, ecstasy e arma em Passos – Imagem: reprodução/Agência Inova
A Polícia Militar efetuou duas operações de combate ao tráfico de drogas nos conjuntos habitacionais Adoniro Batista e Amado Evangelista, em Passos (MG). As ações ocorreram entre a noite de sexta-feira (13), e a madrugada de sábado (14), levando à prisão de dois indivíduos, à apreensão de uma pistola calibre 9mm e de uma expressiva quantidade de entorpecentes que seriam distribuídos na região.
Durante a primeira operação, realizada no conjunto Adoniro Batista, a Polícia Militar deteve um suspeito portando uma pistola Taurus G3 Toro, calibre 9mm, equipada com 15 munições intactas. Além da arma, também foram apreendidos um carregador, um celular e a quantia de R$ 952 em dinheiro. A ação contou com o suporte das equipes do Comando Tático, Gepmor e AA/12º BPM.
Horas depois, ainda nas proximidades, a Polícia Militar foi acionada novamente após receber informações sobre um imóvel no bairro Vila Betinho, situado em frente aos conjuntos habitacionais, que estaria sendo utilizado como ponto de armazenamento de entorpecentes. De acordo com as denúncias, o local era monitorado constantemente por indivíduos armados.
No imóvel, os policiais encontraram uma grande quantidade de entorpecentes e materiais relacionados ao tráfico, incluindo 1.035 pinos de cocaína, três buchas da mesma droga, nove barras de maconha (totalizando cerca de 15 kg), 83 tabletes de maconha (sendo 53 de tamanho médio e 15 pequenos), além de seis buchas da substância. Também foram apreendidas duas porções de Dry Ice, cinco pedras de crack (duas grandes e três pequenas), 225 micropontos de LSD, 889 comprimidos de ecstasy, uma balança de precisão, um celular e R$ 29 em dinheiro.
Operação conjunta das Polícias Militar e Civil combate o tráfico de drogas no bairro Novo Horizonte, em Passos – Foto: divulgação
No último domingo (15), as Polícias Civil e Militar realizaram uma operação conjunta no bairro Novo Horizonte, em Passos (MG), com o objetivo de reprimir o intenso tráfico de drogas na região.
Durante a ação, foram apreendidos mais de 200 pinos de substância análoga à cocaína, além da detenção de um adolescente e de um indivíduo maior de idade, ambos envolvidos com o comércio ilegal de entorpecentes. Os materiais e os suspeitos foram encaminhados à Delegacia Regional de Polícia Civil para as providências legais.
Participaram da operação os policiais civis da Delegacia Adjunta de Tóxicos e Entorpecentes, o Serviço de Inteligência da Polícia Militar e a equipe do Tático Móvel da Polícia Militar.
A operação reforça o compromisso das forças de segurança com o enfrentamento ao tráfico de drogas e a preservação da ordem pública em áreas de maior vulnerabilidade.
Operação no Sul de Minas mira empresa de café que sonegava impostos – Foto: RFB/Divulgação
A Receita Federal e a Polícia Federal realizam, na manhã desta quarta-feira (11 de junho), operação no Sul de Minas contra uma empresa que vende café. A suspeita é de sonegação de impostos por pelo menos dois anos.
A operação, denominada “Societas Ficta”, cumpre quatro mandados de busca e apreensão em empresas e residência, na cidade de Andradas, expedidos pela 1ª Vara Federal de Uberaba. A investigação começou com documentos encaminhados pela Receita Federal que apontam a criança da empresa com a finalidade específica de ocultar, de forma sistemática, no período de 2018 a 2020, operações vinculadas à comercialização de café bem como dissimular o real faturamento com as vendas realizadas.
Em um primeiro momento, a movimentação financeira, no período de apuração, indica para um montante de lançamentos a crédito superior a R$ 21 milhões. Os responsáveis pelas empresas são investigados por crimes de sonegação tributária, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
O nome da operação, “Societas Ficta”, significa, em latim, “Sociedade Fictícia”. A escolha ocorre em referência às empresas denominadas “noteiras”, criadas com objetivo principal de fornecer notas fiscais para ancorar as transações comerciais.
Operação Caminhos Seguros em Minas realiza 163 prisões e resgata 13 vítimas de exploração sexual infantil – Foto: divulgação
As atividades e abordagens da Operação Caminhos Seguros, realizadas pelo Governo de Minas sob a coordenação da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), resultaram em 98 prisões em flagrante e outras 65 por mandado de prisão contra suspeitos do crime de exploração sexual de crianças e adolescentes. Possibilitaram também que 13 crianças e adolescentes fossem resgatados, somando 361 medidas protetivas solicitadas. Além disso, cerca de 50 quilos de drogas foram apreendidos, entre elas haxixe, cocaína e crack.
O balanço foi apresentado nesta quarta-feira (4/6) pela Superintendência de Integração e Planejamento Operacional (Sipo) da Sejusp. De 30/4 a 30/5, as forças de segurança atuaram de forma integrada na Operação Caminhos Seguros para reprimir e prevenir o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes em todo o estado.
Ações educativas, presenciais e digitais, mobilizaram mais de 3.400 profissionais, que utilizaram cerca de 1.500 viaturas, resultando em mais de 560 mil pessoas alcançadas.
No âmbito nacional, a Caminhos Seguros teve a coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública e aconteceu, simultaneamente, nos 26 estados e no Distriro Federal, sendo realizada por órgãos de segurança pública de todo o país, com apoio dos conselhos tutelares.
“O balanço da Operação Caminhos Seguros mostra que, em Minas, ela já se tornou definitiva. Demonstrou, mais uma vez, a capacidade técnica e a efetividade das forças de segurança de Minas Gerais de se unirem no enfrentamento qualificado à exploração sexual de crianças e adolescentes”, avalia o Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco.
Atuações
As áreas de interesse operacional, suscetíveis à exploração sexual de crianças e adolescentes, concentraram-se em rodovias federais e estaduais, além de casas noturnas, bares, estabelecimentos de hospedagem e outros locais definidos pelos órgãos envolvidos.
Uma das atribuições específicas da Sejusp consistiu no recebimento de denúncias da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos e do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, repassando-as às instituições competentes para apuração.
Durante os trabalhos, as instituições analisaram denúncias e intensificaram a fiscalização, realizaram ações preventivas e estimularam a realização de denúncias. Foram 595 denúncias apuradas e quase nove mil veículos fiscalizados em 217 pontos de bloqueio para blitz em todo o estado.
Operação Extraction: PCMG cumpri 13 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em Piumhi – Foto: reprodução
A Polícia Civil deflagrou a operação Extraction, na última quinta-feira (29), visando ao combate dos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e associação para o tráfico, em Piumhi (MG).
Na ocasião, foram cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão. Além disso, veículos – entre carros e motos – vinculados aos investigados foram apreendidos, totalizando aproximadamente R$ 200 mil.
Durante as buscas, os policiais também encontraram drogas na residência de dois investigados, motivo pelo qual foram autuados em flagrante pelo crime de tráfico.
Após os procedimentos de polícia judiciária, os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional.
Grupo organizado
As investigações tiveram início com a prisão de um homem por tráfico de drogas. Conforme apurado, o suspeito seria responsável pelo transporte de entorpecentes do município de Passos até Piumhi, a 92 quilômetros de distância.
Com o avanço dos levantamentos, a Polícia Civil identificou uma organização criminosa estruturalmente ordenada, com divisão de tarefas e voltada à obtenção de lucro por meio do tráfico de drogas.
O grupo seria dividido em três núcleos distintos, sendo o primeiro responsável pelo fornecimento das drogas, o segundo pelo transporte e entrega dos entorpecentes em Piumhi, e o último, composto por traficantes locais, pela distribuição do produto na cidade.
PF faz 2ª fase de operação contra quadrilha que roubou banco e atacou batalhão da PM em MG – Foto: divulgação
A Polícia Federal (PF) cumpriu, na manhã desta quinta-feira (29), uma operação contra uma quadrilha do “novo cangaço” — grupo especializado em assalto a bancos — que roubou cerca de R$ 2 milhões de uma agência da Caixa Econômica Federal em Itajubá, no Sul de Minas, em 2022. A ação cumpre mandados em cidades de Minas, São Paulo e da Bahia.
Segundo a PF, essa é a segunda fase da operação “Pedra Amarela”, que apura a participação de pelo menos 20 criminosos fortemente armados, que utilizaram fuzis e explosivos para atacar o batalhão da Polícia Militar e roubar a agência da Caixa Econômica Federal em Itajubá, no dia 22 de junho de 2022.
Sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal Federal de Belo Horizonte, estão sendo cumpridos nas cidades de Itabirito, região Central de Minas, Porto Seguro (BA), São Paulo (capital), Osasco (SP) e Carapicuíba (SP). Três dos mandados são contra endereços na capital paulista.
Conforme a PF, as investigações seguem em andamento, com análise dos materiais apreendidos e aprofundamento das apurações para identificar outros envolvidos e possíveis crimes relacionados.
Se comprovada a participação, os suspeitos poderão responder por crimes de organização criminosa armada, roubo majorado, cessão ilegal de arma de fogo de uso restrito e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
Operação Mar de Minas IV: Bombeiros, PM e Marinha do Brasil garantem segurança no Lago de Furnas, em Alfenas – Foto: divulgação
No último domingo (25), o Corpo de Bombeiros de Alfenas (MG) se uniu à Polícia Militar e à Marinha do Brasil na realização da Operação Mar de Minas IV, uma ação focada na segurança aquática na região da Ponte das Amoras, situada no Lago de Furnas. A operação visa não apenas garantir a segurança dos frequentadores, mas também promover a fiscalização de comércios e a orientação em relação ao uso de embarcações.
Durante a ação, diversas vistorias foram realizadas em bares e estabelecimentos localizados nas proximidades da orla, com o intuito de verificar a conformidade com as normas de segurança. As equipes de bombeiros orientaram os proprietários e os visitantes sobre a importância do uso correto de coletes salva-vidas e reforçaram as principais regras de segurança na navegação.
Além das vistorias e orientações, a operação também teve um viés de combate à criminalidade, com atividades que visam a prevenção de delitos na região. A integração entre os órgãos de segurança é fundamental para garantir um ambiente mais seguro para moradores e visitantes durante a temporada de lazer.
A Operação Mar de Minas IV é parte de uma iniciativa coordenada em todo o estado, que busca fortalecer a segurança nas áreas de lagos e represas. Com foco na conscientização sobre os riscos e na prevenção de acidentes, os Bombeiros de Alfenas se dedicam a proporcionar um ambiente seguro, ressaltando a importância da responsabilidade individual e coletiva.
Para emergências, a população pode acionar os serviços de emergência pelo número 193. A atuação dos Bombeiros de Alfenas continua sendo fundamental para a proteção da vida, especialmente nas áreas de lazer, onde a segurança deve ser sempre prioridade.
Operação Mar de Minas IV: Bombeiros, PM e Marinha do Brasil garantem segurança no Lago de Furnas, em Alfenas – Foto: divulgação
PCMG integra operação e apreende 1,7 tonelada de maconha em Minas – Foto: divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) integrou ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais (Ficco/MG), que resultou na apreensão de aproximadamente 1,7 tonelada de maconha, nessa quinta-feira (22/5), no município de Pará de Minas, região Centro-Oeste do estado. A ação contou com atuação conjunta do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam) e apoio da Ficco do Mato Grosso do Sul (Ficco/MS).
Durante os trabalhos de inteligência, as equipes identificaram a rota de transporte da droga, que teria saído do estado do Mato Grosso do Sul com destino a Minas Gerais. O veículo, uma carreta que carregava a substância entorpecente, foi abordado e o motorista, um homem de 42 anos, preso em flagrante. Ele foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Divinópolis.
Ficco
A Ficco/MG é coordenada pela Polícia Federal (PF) e integrada pelas Polícias Civil (PCMG), Militar (PMMG) e Penal (PPMG), com atuação descentralizada em todo o estado.
Após investigação em São Sebastião do Paraíso, Polícia Civil faz operação contra golpes bancários – Foto: divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na última quinta-feira (22), a operação Descrédito, que resultou no cumprimento de 15 mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão em Belo Horizonte, Região Metropolitana, Montes Claros, no Norte do estado, e São Sebastião do Paraíso, no Sul mineiro.
A ação teve como alvo uma organização criminosa composta por ao menos 18 integrantes, incluindo gerentes e ex-gerentes bancários, falsificadores de documentos e intermediários. O grupo é responsável por aplicar golpes milionários, com prejuízo superior a R$ 20 milhões, utilizando dados de pessoas físicas e jurídicas para a obtenção fraudulenta de empréstimos.
Mais de cem policiais civis participaram da operação, coordenada pelo 18º Departamento de Polícia Civil em Poços de Caldas, por meio da Delegacia Regional em São Sebastião do Paraíso, com apoio de equipes da capital e do Norte de Minas.
Esquema criminoso
De acordo com o delegado Rafael Gomes, responsável pela investigação, os suspeitos agiam de forma estruturada e dividida.
“A organização tinha um coordenador que fazia a ponte entre os falsificadores de documentos e os gerentes das instituições financeiras. Os gerentes enviavam CPFs e CNPJs com alto score, e os falsificadores criavam documentos falsos usando esses dados e fotos de comparsas. A partir daí, contas eram abertas e empréstimos de alto valor eram contratados em nome das vítimas”, detalhou.
Em um dos casos, a Polícia Civil identificou um empréstimo de meio milhão de reais feito em nome de uma moradora da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A vítima só descobriu o golpe ao ser surpreendida com a cobrança. Em outro exemplo, o delegado descreveu uma fraude de R$ 100 mil, feita contra um morador de São Sebastião do Paraíso.
Investigação
As investigações começaram em setembro de 2024, após uma vítima da cidade procurar a delegacia local. Um dos principais articuladores do esquema foi preso em outubro, em Belo Horizonte, o que deu início à apuração mais ampla.
Segundo o delegado regional em São Sebastião do Paraíso, Tiago Bordini, a investigação revelou que o golpe não se limitava a pessoas físicas. “Além das vítimas que tiveram seus nomes usados, também há prejuízo direto às instituições financeiras, que foram enganadas com o uso de documentos falsos e conivência de alguns de seus próprios gerentes”, ressaltou.
Resultados e desdobramentos
Ao todo, foram bloqueadas 97 contas bancárias e quebrados os sigilos bancário e fiscal de vários alvos. Entre os 15 presos, estão quatro gerentes bancários em atividade e dois ex-gerentes, além de falsificadores e operadores do esquema. Pelo menos três dos detidos confessaram participação, um deles admitindo que chegou a abrir 40 contas fraudulentas e que recebia 10% de comissão sobre os empréstimos contratados.
No curso da operação, também foram cumpridos mandados em quatro agências bancárias, pertencentes a três instituições financeiras distintas, que colaboram com a investigação e já afastaram parte dos suspeitos de envolvimento.
O chefe do 18º Departamento, delegado Marcos Pimenta, destacou a importância da investigação conduzida pela equipe do Sul de Minas: “A Polícia Civil está atenta e vai continuar reprimindo o crime organizado em todas as suas formas. Esse é só o primeiro passo”, disse.
A PCMG continua os trabalhos de análise dos materiais apreendidos, como celulares, computadores, documentos e cartões bancários virgens, e já planeja novas fases da investigação, que pode levar à identificação de mais vítimas e envolvidos.
Após investigação em São Sebastião do Paraíso, Polícia Civil faz operação contra golpes bancários – Foto: divulgação/Polícia Civil
Condenado na operação ‘Tormenta’, que estava foragido, é preso no Sul de Minas – Imagem: Agência Inova
Foi preso no município de Guaranésia, no Sul de Minas, um indivíduo condenado a 13 anos de reclusão pelos crimes de extorsão mediante sequestro e corrupção de menores, no âmbito da operação “Tormenta” do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), de Passos, em apoio à Promotoria de Justiça de Carmo do Rio Claro. O sentenciado estava foragido desde setembro de 2024, quando fugiu da unidade em que cumpria pena. A prisão ocorreu na última sexta-feira, 16 de maio.
De acordo como Gaeco, a Polícia Civil recebeu a informação de que o sentenciado estava escondido na casa do pai dele, em Guaranésia. Depois, foi realizada uma operação para efetuar o cumprimento do mandado judicial de prisão, já que o condenado é considerado de alta periculosidade, por envolvimento com organização criminosa. Quando os policiais cercaram o imóvel, o sentenciado e outros dois homens tentaram fugir, mas foram alcançados.
A operação “Tormenta”, deflagrada pelo Gaeco Passos em abril de 2022, apurou a prática de tentativa de roubo e extorsão mediante sequestro de uma funcionária de agência bancária no município de Carmo do Rio Claro.
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