Operação mira empresas em Arcos e desarticula esquema milionário de fraudes – Foto: reprodução/redes sociais
Arcos, no Centro-Oeste de Minas Gerais, foi um dos principais alvos de uma operação realizada na manhã desta quarta-feira (25) para desarticular um esquema de fraudes tributárias envolvendo empresas do setor de produtos encapsulados, como suplementos e vitaminas, além de negócios ligados ao marketing digital.
De acordo com as investigações, o grupo atuava em diferentes municípios mineiros e também no estado de Goiás, sendo suspeito de crimes como associação criminosa, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e infrações contra a saúde pública e o consumidor.
Em Arcos, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em empresas e imóveis ligados aos investigados. A cidade concentrou parte significativa das ações da força-tarefa, que também atuou em municípios como Lagoa da Prata.
A operação foi coordenada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Minas Gerais (CIRA-MG) e resultou no cumprimento de 19 mandados judiciais. Além disso, foram bloqueados mais de R$ 1,3 bilhão em bens e valores pertencentes aos suspeitos.
A ação contou com a participação integrada de promotores de Justiça e servidores do Ministério Público de Minas Gerais, delegados e policiais civis e militares, auditores da Receita Estadual, militares do Corpo de Bombeiros, agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e equipes da Vigilância Sanitária.
As investigações seguem em andamento para aprofundar a apuração sobre a atuação do grupo e possíveis novos envolvidos.
Polícia apreende grande quantidade de cocaína em São Roque de Minas – Foto: divulgação/PMMG
Uma ação conjunta das forças de segurança resultou na apreensão de uma grande quantidade de cocaína e na prisão de um homem de 25 anos, na última sexta-feira (20), em São Roque de Minas (MG).
A operação foi realizada por equipes da Polícia Civil de Minas Gerais e da Polícia Militar de Minas Gerais durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em um imóvel vinculado ao investigado.
No interior da residência, os policiais localizaram entorpecentes escondidos em diferentes pontos, incluindo a pia da cozinha e até dentro de um recipiente com arroz. Parte da droga já estava fracionada e pronta para venda, acondicionada em pinos.
As buscas se estenderam ao quintal, onde os agentes encontraram uma quantidade ainda maior de material ilícito enterrado. No local, foram desenterradas sacolas contendo uma barra de cocaína, centenas de papelotes e mais de 400 pinos cheios.
Além das drogas, também foram apreendidos itens utilizados na preparação e comercialização dos entorpecentes, como balança de precisão, pinos vazios e sachês para embalagem.
Segundo as investigações, que tiveram início após denúncias anônimas, o suspeito estaria envolvido com o tráfico de drogas na cidade e possivelmente ligado a uma facção criminosa do estado do Rio de Janeiro.
O homem foi preso durante a operação e encaminhado ao Presídio de Piumhi, onde permanece à disposição da Justiça.
Prefeito Gleidson Azevedo e vice-prefeita Janete Aparecida de Divinópolis – Foto: reprodução
Uma operação policial deflagrada nesta quinta-feira (12) apura um suposto esquema de corrupção envolvendo contratos públicos no município de Divinópolis. A ação, denominada Operação Ghost Machine, é resultado de investigações conduzidas pelo Ministério Público de Minas Gerais após denúncia apresentada pela própria administração municipal.
De acordo com a prefeitura, as investigações tiveram início após uma denúncia formal feita pelo prefeito Gleidson Azevedo e pela vice-prefeita Janete Aparecida ao Ministério Público. A administração informou que reuniu documentos e encaminhou o material às autoridades após identificar suspeitas internas.
A operação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado Regional de Divinópolis, com apoio da Polícia Militar de Minas Gerais, da Polícia Civil de Minas Gerais e da Polícia Penal de Minas Gerais.
Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 14 mandados de busca e apreensão em diferentes pontos da cidade.
Segundo as autoridades, as investigações apuram a atuação de uma associação criminosa suspeita de envolvimento em corrupção, fraude em licitações e contratos públicos, além de lavagem de dinheiro. Os contratos investigados ultrapassam R$ 37 milhões, e a propina supostamente paga pode passar de R$ 2 milhões.
Em nota oficial, a Prefeitura de Divinópolis afirmou que acompanha o caso e reforçou o compromisso com a transparência e a colaboração com as autoridades para o esclarecimento dos fatos.
As investigações seguem em andamento e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço do trabalho das forças de segurança e do Ministério Público.
Operação conjunta fecha ponto de tráfico que funcionava como ‘adega’ em Passos – Foto: divulgação/PMMG
Uma operação conjunta entre a Guarda Civil Municipal de Passos e a Polícia Militar de Minas Gerais resultou na desarticulação de um esquema de tráfico de drogas que utilizava um comércio como fachada no bairro Novo Horizonte, em Passos (MG).
Segundo as forças de segurança, as equipes realizavam patrulhamento preventivo quando perceberam uma movimentação considerada suspeita dentro de uma suposta adega, local já conhecido no meio policial por registros anteriores.
Ao notarem a aproximação das viaturas, os suspeitos tentaram se trancar no imóvel e começaram a destruir possíveis provas. De acordo com os policiais, entorpecentes foram jogados no vaso sanitário enquanto os envolvidos acionavam a descarga várias vezes na tentativa de se livrar do material.
Diante da situação de flagrante, os agentes realizaram a entrada no estabelecimento. Um dos suspeitos foi encontrado dentro do banheiro ainda tentando descartar drogas, utilizando inclusive um desentupidor.
Durante as buscas no local, os policiais confirmaram que o comércio era utilizado como fachada para a atividade criminosa. No interior do imóvel foram localizadas chaves Pix fixadas na parede para o pagamento das drogas, além de cadernos com anotações que detalhavam a contabilidade do tráfico.
Ao todo, dois homens foram presos em flagrante. Um usuário também foi conduzido para esclarecimentos.
Na ação, os policiais apreenderam porções de cocaína, crack e maconha, duas balanças de precisão, centenas de microtubos vazios utilizados para embalar drogas, cinco celulares, um notebook, uma máquina de cartão, além de dinheiro em espécie e anotações relacionadas à comercialização dos entorpecentes.
Segundo as autoridades, o ponto de venda de drogas funcionava a poucos metros de uma escola estadual e de uma praça de lazer, locais frequentados por crianças e jovens, o que aumentava a preocupação das forças de segurança com a atividade criminosa na região.
PM prende três pessoas por tráfico de drogas e registra caso de abandono de incapaz em Capitólio – Foto: divulgação/PMMG
Na noite do último sábado (28), a Polícia Militar de Minas Gerais realizou uma operação em Capitólio (MG) que resultou na prisão de três pessoas por tráfico de drogas e no registro de um caso de abandono de incapaz.
De acordo com a ocorrência, os militares receberam informações sobre a prática de tráfico de entorpecentes em um bar da cidade. Durante diligências nas proximidades do estabelecimento, um usuário foi abordado após ter adquirido droga com um dos suspeitos. No local, os policiais constataram a presença de diversos usuários.
Ainda segundo a PM, um dos autores tentou se desfazer de parte do material ilícito no momento da abordagem, porém a droga foi localizada e apreendida. Também foram recolhidos dinheiro em espécie e materiais utilizados no preparo e na comercialização dos entorpecentes.
Ao todo, foram apreendidas 23 pedras de crack, cinco papelotes de cocaína, três aparelhos celulares e R$ 2.171,00 em dinheiro.
Os três suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à presença do delegado de plantão na cidade de Piumhi, juntamente com os materiais apreendidos.
Uma quarta pessoa foi qualificada como autora pelo crime de abandono de incapaz. No entanto, ela não foi conduzida naquele momento por ser a única responsável por um filho que necessita de cuidados especiais. O Conselho Tutelar foi acionado, compareceu ao local e adotou as providências cabíveis.
Polícia Civil apreende embarcação de luxo avaliada em R$ 2,2 milhões em Capitólio – Foto: divulgação
Na manhã da última quarta-feira (25), a Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu mandado de busca e apreensão de uma embarcação de luxo em uma marina na região de Capitólio, no Sul de Minas. O barco, avaliado em aproximadamente R$ 2,2 milhões, foi localizado durante diligências realizadas pela Delegacia de Piumhi.
A ação ocorreu em apoio ao Departamento Estadual de Investigações Criminais, da Polícia Civil do Estado de São Paulo, responsável por investigação que tramita em território paulista. O trabalho é conduzido em parceria com o Ministério Público do Estado de São Paulo.
De acordo com as apurações, o grupo investigado é suspeito de integrar um esquema criminoso especializado em golpes aplicados por meio de celulares. As fraudes podem ter movimentado mais de R$ 100 milhões, segundo estimativas das autoridades.
Entre os principais alvos está um MC e cantor de funk bastante conhecido no cenário nacional, apontado como um dos suspeitos de liderar a organização criminosa. As investigações buscam desarticular a estrutura financeira do grupo e recuperar bens que teriam sido adquiridos com recursos oriundos das práticas ilícitas.
A operação em Minas Gerais foi presidida pelos delegados Fernando Berdugo e Fábio Csiszer, com participação da investigadora Gabriela. A embarcação apreendida permanecerá à disposição da Justiça de São Paulo, responsável pelos desdobramentos do processo.
O caso segue sob apuração das autoridades paulistas.
Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais realizada nesta quarta-feira (25) terminou com a prisão de quatro pessoas em Carmo do Rio Claro (MG). Os detidos — três homens e uma mulher — são suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas, associação ao tráfico e receptação de produtos ilícitos.
De acordo com a corporação, a ação integra o trabalho de combate ao crime organizado no município. Um dos presos também é investigado por possível participação em diversos estelionatos e golpes eletrônicos que teriam feito milhares de vítimas.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito é conhecido como “hacker” e seria apontado como responsável por coordenar um grupo ligado ao tráfico de drogas. Ele também pode ter causado prejuízos por meio de golpes via Pix, fraudes bancárias e outros crimes virtuais.
As suspeitas envolvem ocorrências registradas em Carmo do Rio Claro e também em outros estados do país. No entanto, as investigações ainda seguem em andamento para a confirmação dos fatos.
Durante a operação, os militares apreenderam entorpecentes, produtos eletrônicos, celulares e computadores de alto desempenho. A suspeita é de que os equipamentos fossem utilizados para práticas ilícitas, mas a perícia técnica deverá confirmar a finalidade do material.
A ocorrência, os suspeitos e todos os materiais recolhidos foram encaminhados à Polícia Civil de Minas Gerais, que dará continuidade às investigações e adotará as providências legais cabíveis.
Polícia Federal cumpre mandados na Operação “Good Shape” e prende irmãs de São José da Barra – Foto: divulgação
A Polícia Federal em Divinópolis (MG), com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da unidade de Alpinópolis, cumpriu nesta quinta-feira (19) dois mandados de prisão contra duas mulheres, de 28 e 27 anos, naturais de São José da Barra.
As investigadas são suspeitas de envolvimento na importação e distribuição ilegal de medicamentos emagrecedores contrabandeados, conhecidos como “canetas do Paraguai” ou “monjauro do Paraguai”. Os produtos teriam como princípio ativo a tirzepatida e eram comercializados com nomes como “T.G.”, “Lipoless”, “Tirzec” e “Gen-Tirz”, além da venda de outros itens, como celulares e perfumes.
Como funcionava o esquema
As investigações tiveram início em agosto de 2025, após informações repassadas pela Polícia Civil de Alpinópolis. Segundo apurado, uma das envolvidas cursava medicina no Paraguai e comandava, a partir daquele país, um esquema de envio de medicamentos ao Brasil.
Os produtos eram distribuídos por integrantes do grupo em regiões como São Paulo, São José da Barra e cidades do Nordeste. A comercialização ocorria principalmente por meio de plataformas digitais como TikTok, Facebook e grupos de WhatsApp.
A estudante de medicina foi presa no Paraguai, na cidade de Ciudad del Este, e deverá ser deportada para o Brasil, onde ficará à disposição da Justiça. Já a segunda investigada, irmã da estudante, foi presa em São José da Barra, onde residia e, conforme as investigações, auxiliava na distribuição dos medicamentos contrabandeados.
Mandado de busca e continuidade dos crimes
Em 30 de dezembro de 2025, a Polícia Federal de Divinópolis, cumpriu mandado de busca e apreensão na residência das investigadas, em São José da Barra, ocasião em que foram apreendidos aparelhos celulares e obtidas informações consideradas relevantes para o avanço das investigações.
De acordo com as autoridades, mesmo cientes das apurações em andamento, as envolvidas teriam continuado a prática criminosa, o que motivou os pedidos de prisão preventiva.
Além das prisões, a Justiça decretou o sequestro de bens e valores das investigadas até o montante de R$ 500 mil.
Produtos proibidos pela ANVISA
Segundo a Polícia Federal, os medicamentos conhecidos como “canetas do Paraguai” ou “monjauro do Paraguai” possuem importação proibida pela ANVISA, por não terem registro no Brasil. Trata-se de produtos que não passam por controle de qualidade ou verificação de eficácia, havendo, inclusive, elevado índice de falsificação.
Com a formalização das prisões, as investigadas serão ouvidas e o procedimento será encaminhado à Justiça Federal para o devido processamento.
Crimes investigados
As investigadas poderão responder pelos crimes de: • Contrabando (art. 334-A do Código Penal); • Falsificação de produto destinado a fins medicinais (art. 273, §1º-B, I); • Descaminho (art. 334 do Código Penal); • Organização criminosa (Lei 12.850/2013); • Lavagem de dinheiro (Lei nº 9.613/1998).
Somadas, as penas máximas podem variar de 19 a 42 anos de prisão.
Operação “Pré-Carnaval” termina com três presos, uma menor apreendida e grande apreensão de drogas em São José da Barra – Foto: divulgação/Polícia Militar
A Polícia Militar de Minas Gerais realizou, nesta sexta-feira (13), uma grande operação contra o tráfico de drogas em São José da Barra (MG). A ação, denominada “Pré-Carnaval”, resultou na prisão de três pessoas, na apreensão de uma adolescente de 16 anos e na retirada de uma expressiva quantidade de entorpecentes de circulação.
A operação foi desencadeada após denúncias anônimas indicarem que indivíduos vindos de outra cidade estariam utilizando um imóvel residencial, localizado na área urbana do município, como ponto de apoio para a comercialização de drogas. As informações, repassadas pelo centro de operações, apontavam ainda que o grupo utilizava veículos locados para o deslocamento até a cidade.
Diante da consistência das denúncias, equipes da PM de São José da Barra e de Alpinópolis atuaram de forma integrada para averiguação da situação. No endereço informado, após contato com a responsável pelo imóvel e autorização para entrada, os militares realizaram buscas no interior da residência.
Durante as diligências, foram apreendidos 377 pinos de cocaína, 43 pedras de crack, uma porção de maconha, uma porção de substância amarela ainda não identificada — encaminhada para análise — além de três aparelhos celulares, uma folha com anotações e materiais utilizados para fracionamento e embalagem das drogas. Um veículo utilizado pelo grupo também foi apreendido e removido ao pátio credenciado.
Foram detidos três homens, com idades de 22, 27 e 39 anos, além de uma adolescente de 16 anos, todos suspeitos de envolvimento com o tráfico de entorpecentes. Eles foram encaminhados para atendimento médico de praxe e, posteriormente, apresentados à autoridade de Polícia Judiciária para as providências cabíveis.
A Polícia Militar destacou que a participação da comunidade foi fundamental para o sucesso da operação e reforçou que denúncias podem ser feitas de forma anônima e sigilosa, contribuindo diretamente para o fortalecimento da segurança pública no município.
Suspeito é preso com 33 pedras de crack durante operação em Piumhi – Foto: divulgação/PMMG
Uma ação da Polícia Militar realizada nos bairros Colina e Lagoa de Traz, em Piumhi (MG), terminou com a prisão de um homem suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. O indivíduo já era conhecido no meio policial por denúncias e registros anteriores relacionados ao mesmo tipo de crime.
Segundo a PM, ao notar a aproximação da viatura, usuários que estavam no local correram e conseguiram fugir. O suspeito, por sua vez, tentou se desfazer de dois invólucros, lançando-os ao chão antes de ser abordado.
Durante as buscas, os militares apreenderam 33 pedras de crack e uma porção maior da mesma substância. Também foram encontrados R$ 201 em dinheiro, quantia que pode estar ligada à comercialização de entorpecentes.
O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido inicialmente à Santa Casa de Piumhi para atendimento médico de praxe. Em seguida, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o material apreendido, para as providências legais.
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