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Jornal Folha Regional

Lucro da Petrobras em 2022 foi o maior da história da Bolsa de Valores

Com o valor recorde de R$ 188 bilhões em 2022, divulgado na última semana em seu balanço anual, a Petrobras teve o maior lucro da história das empresas brasileiras listadas na Bolsa de Valores, passando a Vale, que lucrou R$ 121 bilhões em 2021 e liderava o ranking. O levantamento foi feito por Einar Rivero, diretor da plataforma TradeMap.

Nove das dez primeiras posições da lista são ocupadas por Petrobras e Vale. A estatal aparece seis vezes, contra três da mineradora. As duas empresas se beneficiaram, nos últimos anos, da alta do valor de seus produtos no mercado internacional: petróleo e minério.

Depois de um período no governo da presidente Dilma Rousseff (PT) em que foi alvo de escândalos de corrupção e teve prejuízo de R$ 21 bilhões, em 2014, e de R$ 34 bilhões, em 2015, a Petrobras se recuperou e voltou a ter lucros desde que implantou a política de Preço de Paridade de Importação (PPI), no governo de Michel Temer (MDB), em outubro de 2016.

Neste modelo, quando o preço do barril de petróleo sobe no mercado internacional, o reajuste é repassado pela petroleira às distribuidoras e postos, deixando o combustível mais caro para os motoristas. Este formato foi mantido durante todo o mandato do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A partir de 2023, com a troca de governo, a Petrobras estuda uma forma de mudar esta política de preços e segurar alguns reajustes do mercado internacional. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que também repassou a missão para o Ministério de Minas e Energia.

“Vamos colocar os nossos melhores quadros à disposição do Ministério de Minas e Energia para encontrar alternativas para que não pesem no bolso do consumidor as eventuais variações do preço internacional (do petróleo), que penalizaram muito a população no último governo. Chegou-se a pagar R$ 10 no litro da gasolina”, afirmou.

Confira o ranking de maiores lucros da história:

1º – Petrobras (2022): R$ 188,33 bilhões
2º – Vale (2021): R$ 121,23 bilhões
3º – Petrobras (2021): R$ 106,67 bilhões
4º – Vale (2022): R$ 95,92 bilhões
5º – Petrobras (2019): R$ 40,14 bilhões
6º – Vale (2011): R$ 37,81 bilhões
7º: Petrobras (2010): R$ 35,19 bilhões
8º: Petrobras (2011): R$ 33,31 bilhões
9º: Petrobras (2008): R$ 32,99 bilhões
10º:  Banco do Brasil (2022): R$ 31,01 bilhões
11º: Vale (2010): R$ 30,07 bilhões
12º: Itaú (2022): R$ 29,41 bilhões
13º: Petrobras (2009): R$ 28,98 bilhões
14º: Vale (2020): R$ 26,71 bilhões
15º: Itaú (2019): R$ 26,58 bilhões

Resultados em 2022

No ano passado, com o resultado de R$ 188 bilhões, a Petrobras lucrou quase o dobro da Vale, que divulgou um resultado positivo de R$ 95 bilhões. A terceira colocada na lista de 2022 foi o Banco do Brasil, com R$ 31 bilhões, lucro três vezes menor do que o da Vale e seis vezes menor do que o da Petrobras.

Ainda em relação ao resultado de 2022, a Petrobras teve uma alta de 76,6% no lucro em relação a 2021. Somente nos últimos três meses de 2022, o lucro líquido foi de R$ 43 bilhões, 38% maior do que no mesmo período do ano anterior, suprando a expectativa do mercado financeiro. 

Com bastante dinheiro em caixa, a Petrobras anunciou o pagamento de R$ 215,8 bilhões em dividendos aos acionistas, valor maior do que o do lucro de 2022 e o dobro da quantia distribuída em 2021. Cada acionista vai receber R$ 2,74 por ação, que nesta segunda-feira (6) fechou o pregão cotada a R$ 25,96. Ou seja, em apenas um pagamento, o acionista vai receber mais de 10% do valor da ação.

Petrobras reduz preço de gasolina e diesel a partir de amanhã

A Petrobras anunciou uma redução de 3,93% no preço médio da gasolina vendida para as distribuidoras e de 1,95% no preço do diesel. Os novos preços entram em vigor amanhã.

Veja os valores por litro:

  • Gasolina A vai ser vendida a distribuidoras a R$ 3,18 (uma queda de R$ 0,13 por litro)
  • Diesel A será vendido a R$ 4,10 (uma queda de R$ 0,08)

Com a mudança, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,32 a cada litro de gasolina A vendido na bomba. No caso do diesel, a fatia da Petrobras será de R$ 3,62 a cada litro vendido na bomba.

O governo Lula (PT) deve retomar a cobrança de impostos federais sobre os combustíveis a partir de 1º de março. Sem a isenção, a gasolina deve aumentar em R$ 0,69 por litro nos postos, calcula a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).

A medida, solicitada pelo ministro Fernando Haddad, deve ajudar o governo federal a arrecadar verbas, e a expectativa é assegurar os R$ 28,9 bilhões desejados pela equipe econômica.

Essas reduções têm como principal balizador a busca pelo equilíbrio dos preços da Petrobras aos mercados nacional e internacional, através de uma convergência gradual, contemplando as principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos.

Petrobras anuncia redução de 8,8% no preço do diesel para distribuidoras

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (7) redução no preço do diesel —combustível mais comercializado do país— vendido a distribuidoras.

O preço médio de venda de diesel A passará de R$ 4,50 para R$ 4,10 por litro, uma redução de R$ 0,40 por litro, ou 8,8%. A mudança começa a valer nesta quarta-feira (8).

“Essa redução tem como principal balizador a busca pelo equilíbrio dos preços da Petrobras aos mercados nacional e internacional, contemplando as principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos”, disse a petroleira em nota.

A estatal ressalta ainda que, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, sua parcela no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,69 a cada litro vendido na bomba.

A alteração mais recente no preço do diesel havia sido anunciada em dezembro, quando a Petrobras reduziu o preço médio de venda para as distribuidoras de R$ 4,89 para R$ 4,49 por litro, uma redução de R$ 0,40 por litro, ou queda de 8,2%.

Conselho de Administração aprova Jean Paul Prates como presidente da Petrobras

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, nesta quinta-feira (26), o nome de Jean Paul Prates como novo presidente da petrolífera. A decisão foi unânime entre os 10 integrantes do colegiado, formado por conselheiros indicados pelo governo, sócios minoritários e funcionários. A posse dele no cargo também já foi feita nesta quinta.

Jean Paul Prates renunciou ao cargo de senador na quarta-feira (25), horas antes da votação de sua indicação na Petrobras. Filiado ao PT no Rio Grande do Norte, ele ocupou a vaga de suplente depois da eleição de Fátima Bezerra (PT) para o governo do estado, em 2018. No cargo, foi coautor do atual marco regulatório de energia e petróleo do Brasil e relator de dois projetos de lei com o objetivo de intervir no preço dos combustíveis e que alteram a tributação do setor.

Empresário do setor de petróleo e gás, a indicação ao Prates ao comando da Petrobras foi feita pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 3 de janeiro, mas esbarrou na regra da Lei das Estatais. A norma veda a indicação de candidatos que tenham “qualquer forma de conflito de interesse” para estar na diretoria de uma companhia pública. Por conta disso, ele anunciou sua desvinculação das companhias.

O novo presidente da Petrobras é advogado e economista e tem mestrados em planejamento energético e gestão ambiental pela Universidade da Pennsylvania (nos Estados Unidos) e em economia do petróleo pelo Instituto Francês do Petróleo.

Ele tem mais de 37 anos de experiência no mercado de petróleo e energia e já atuou nas áreas de energias sustentáveis e transição energética. No gabinete de transição para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Prates integrou a equipe de Minas e Energia.

Prates já passou pela Petrobras Internacional (Braspetro) na assessoria jurídica, na década de 1980. Nos anos de 1990, fundou uma consultoria na área de petróleo e chegou a atender o governo do Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2010, foi secretário de Energia do estado. Também é responsável pela criação do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), voltado para estratégias públicas e privadas nos setores.

Petrobras anuncia aumento de R$ 0,23 no preço da gasolina

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (24) que o preço da gasolina para as distribuidoras será reajustado em R$ 0,23. O litro, a partir desta quarta-feira (25), vai ser comercializado por R$ 3,31, ante os R$ 3,08 que vinha sendo praticado. Em Belo Horizonte e região metropolitana, os postos vendem o combustível, atualmente, a um valor médio de R$ 4,80. 

Em nota, a Petrobras afirmou que o reajuste é coerente com “a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”. 

A política de Preço de Paridade de Importação (PPI), adotada pela estatal para precificar os combustíveis, tem como base o valor do barril de petróleo cotado em dólar no mercado internacional. Também entra na conta as taxas necessárias para importação. 

Em dezembro, o petróleo tipo brent chegou ao custo de US$ 77. Nesta segunda-feira, o barril encerrou o dia ao custo de US$  88,19. Neste cenário, a Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) calculou uma defasagem de 15% entre o valor de venda da gasolina no Brasil em relação ao custo de importação. O percentual significa que o combustível está sendo vendido no Brasil a um preço R$ 0,47 mais baixo do que o considerado necessário para suprir os gastos internacionais. 

Com o aumento, a Petrobras afirma que a parcela referente a estatal no preço final pago ao consumidor será de R$ 2,42 a cada litro vendido. Na composição de preços ainda entram as margens de lucro dos postos de combustíveis e os impostos. Os tributos federais – Cide, Pis e Cofins – estão zerados até 28 fevereiro.

Já o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos Estados, também está reduzido como consequência da Lei Complementar 192/ 2022. A norma estabeleceu alíquota máxima de 17% e 18% na cobrança sobre combustíveis no Brasil. Em Minas Gerais, o valor adotado é de 18%. 

Mudança de comando 

O aumento no preço da gasolina ocorre em meio a mudança de comando na presidência da Petrobrás. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o senador Jean Paul Prates como o novo gestor da estatal. Prates vai substituir Caio Paes de Andrade, que havia sido nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que renunciou ao cargo no início de janeiro. 

Nesta quinta-feira (26), o Conselho de Administração da Petrobras tem reunião marcada e o nome de Jean Paul Prates será analisado e pode ser aprovado para a presidência e para integrar uma cadeira no órgão colegiado da estatal. Em Fato Relevante ao mercado, a empresa afirmou que a decisão será anunciada tão logo houver uma decisão.

Em entrevistas e pronunciamentos após a indicação ao comando da Petrobras, Jean Paul Prates afirmou ser contrário à manutenção do PPI e ao processo de privatização das refinarias, em curso na gestão de Bolsonaro. 

“A Petrobras é uma empresa forte, exemplo internacional de capacidade técnica, engenho e determinação. É uma companhia que existe como empresa de economia mista, que alia capitais privados e estatais, e precisa conciliar essa natureza ao seu papel estruturante na economia do país”, disse Prates após a indicação de Lula. 

Petrobras anuncia a redução de 11% no preço do gás natural a partir de fevereiro

A Petrobras informou nesta terça-feira (10) que os preços de venda de gás natural para as distribuidoras serão reajustados com redução média de 11,1% a partir do dia 1’º de fevereiro.

De acordo com comunicado divulgado pelo empresa, o reajuste é realizado seguindo os contratos acordados pela Petrobras com as distribuidoras, que preveem atualizações trimestrais e vinculam a variação do preço do gás às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio.

“A partir de 01/02/23, conforme os contratos acordados pela Petrobras com as distribuidoras, os preços atualizados de venda de gás natural – transportado e distribuído por dutos – terão redução média de 11,1% em R$/m³, com relação ao trimestre novembro-dezembro-janeiro. Tais contratos preveem atualizações trimestrais e vinculam a variação do preço do gás às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio. Durante esse período, o petróleo teve queda de 11,9%; e o câmbio teve depreciação de 0,2% (isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar aumentou 0,2%). Houve ainda, conforme previsto nos contratos celebrados no final de 2021 e com vigência de 01/01/2022 a 31/12/2025, redução na fórmula de precificação que passou de 16,75% do Brent para 14,40% do Brent”, diz a Petrobras.

A empresa apontou, no entanto, que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda, mas está ligado a outros fatores, como o suprimento de cada distribuidora, tributos federais e estaduais e as margens de lucros dos postos de revenda.

Lula determina retirada de 8 estatais de programa de privatização

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a retirada de 8 empresas públicas do programa de privatizações e concessões do governo federal. O despacho foi assinado pelo presidente no dia da posse, e publicados no Diário Oficial da União (DOU) da última segunda-feira (2).

As empresas que terão seus processos de desestatização interrompidos são: Correios, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Dataprev; Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep), Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), armazéns e imóveis de domínio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Petrobras S.A. e Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. (PPSA).

O despacho do presidente sustenta que é necessário “assegurar uma análise rigorosa dos impactos da privatização sobre o serviço público ou sobre o mercado no qual está inserida a referida atividade econômica”. A ordem para reverter as privatizações foi dada aos seguintes ministérios: Casa Civil, Comunicações, Agricultura, Fazenda, Previdência Social, Secretaria de Comunicação Social e Minas e Energia.

Todos os processos de privatização haviam sido deflagrados pelo governo anterior, de Jair Bolsonaro.

Lula anuncia Jean Paul Prates para presidência da Petrobras

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira (30) a indicação do advogado, economista e senador do PT Jean Paul Prates para a presidência da Petrobras. 

Com o início do próximo governo, a indicação deverá ser formalizada pelo Ministério de Minas e Energia, para o qual foi anunciado o senador Alexandre Silveira (MDB-MG). 

Prates foi eleito em 2014 primeiro suplente da senadora Fátima Bezerra (PT-RN), para o período 2015-2022, e assumiu a vaga dela no Senado em 2019, após sua eleição para governadora do Rio Grande do Norte.

O senador foi às redes sociais nesta sexta-feira para declarar que estava honrado com a escolha e disse que o “olhar para o futuro” foi a principal demanda dada a ele pelo presidente eleito Lula.

“Precisamos pensar no futuro e investir na transição energética para atender às necessidades do país, do planeta e da sociedade, além dos interesses de longo prazo de seus acionistas [da Petrobras]”, disse ele. Afirmou, ainda, que Lula “acredita que a empresa deve permanecer como uma referência de mercado, tecnologia, governança e responsabilidade social”.

Braspetro

O indicado cursou Direito na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Na pós-graduação, fez mestrado em Planejamento Energético e Gestão Ambiental pela Universidade da Pennsylvania, nos Estados Unidos. Na França, concluiu o segundo mestrado, em Economia de Petróleo, Gás e Motores, pelo Instituto Francês do Petróleo.

Prates foi membro da assessoria jurídica da Petrobras Internacional (Braspetro), no fim da década de 1980, e teve sua atuação profissional ligada à área de petróleo e gás, participando da elaboração da Lei do Petróleo e da redação do modelo do contrato de concessão oficial brasileiro e do decreto dos royalties

Petrobras reduz preços do diesel e da gasolina

Os preços da gasolina e do diesel vendidos pela Petrobras às distribuidoras vão ficar menores a partir da próxima quarta-feira (7).

Segundo a estatal, o preço médio de venda da gasolina A para as distribuidoras passará de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, uma redução de R$ 0,20 por litro, ou 6,1%. Já no caso do diesel A, o preço médio de venda do litro passará de R$ 4,89 para R$ 4,49, uma redução de R$ 0,40 por litro, ou 8,2%.

O preço do diesel havia sido alterado pela última vez em 20 de setembro, quando o valor do litro foi reduzido de R$ 5,19 para R$ 4,89. Já o litro da gasolina estava inalterado desde 2 de setembro, quando o preço havia caído de R$ 3,53 para R$ 3,28.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 4,04 a cada litro vendido na bomba. Já no caso da gasolina, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,25 a cada litro vendido na bomba.

“Essas reduções acompanham a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, diz a estatal em nota.

Petrobras reduz preços de venda do gás de cozinha para distribuidoras

A Petrobras anunciou uma redução de 5,28% no preço médio de venda do gás de cozinha (GLP) da estatal para as distribuidoras a partir desta quinta-feira (17).

Sendo assim, o preço passará de R$ 3,7842/kg para R$ 3,5842/kg, equivalente a R$ 46,59 por 13kg, refletindo redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

De acordo com a nota oficial divulgada pela empresa nesta quarta-feira (16), a redução acompanha a evolução dos preços de referência “e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

O último ajuste no gás de cozinha foi feito pela Petrobras em 22 de setembro, quando a companhia reduziu em 6% o preço médio do GLP vendido a distribuidoras.

Em 9 de abril deste ano a Petrobras há havia reduzido o preço médio do botijão de 13 quilos, que foi de R$ 58,21 para R$ 54,94, queda de 5,6%.

No início de setembro, a estatal anunciou um corte de 7% no preço de venda da gasolina para distribuidoras, que passou de R$ 3,53 para R$ 3,28 por litro, uma redução R$ 0,25. A redução para esse combustível foi a quarta consecutiva em menos de dois meses.

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