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Jornal Folha Regional

Petrobras anuncia corte no valor do gás natural às distribuidoras

A Petrobras anunciou, na tarde desta segunda-feira (10), redução de 5% em R$ por metro cúbico nos valores vigentes do gás natural às distribuidoras. Queda começa a ser praticada entre novembro deste ano e janeiro de 2023.

“A partir de 01/11/22, conforme os contratos acordados pela Petrobras com as distribuidoras, os preços atualizados de venda de gás natural – transportado e distribuído por dutos – terão redução média de 5% em R$/m³, com relação ao trimestre agosto-setembro-outubro. Tais contratos preveem atualizações trimestrais e vinculam a variação do preço do gás às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio. Durante o período, o petróleo teve queda de 11,5%; e o câmbio teve depreciação de 6,5% (isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar aumentou 6,5%)”, informou a empresa em nota.

A diminuição não representa queda no preço final do gás natural para o consumidor, que é determinado também pelas margens de lucro de distribuidoras, postos de revenda, e tributos federais e estaduais. 

“Além disso, as tarifas ao consumidor são aprovadas pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas. Importante informar que a atualização anunciada para 1/11/22 não se refere ao preço do GLP (gás de cozinha), envasado em botijões ou vendido a granel”, acrescenta a estatal. 

“Os preços atualizados seguirão vigentes até 31/01/2023, conforme estabelecido nos contratos firmados. A atualização trimestral do preço do gás natural e anual para o transporte do produto permite atenuar volatilidades momentâneas e aliviar, no preço final, o impacto de oscilações bruscas e pontuais no mercado externo, assegurando, desta forma, previsibilidade e transparência aos clientes. Os contratos são públicos e divulgados no site da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)”, completa. 

Petrobras anuncia redução de R$0,25 no preço da gasolina

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (1°) que o preço da gasolina nas refinarias terá uma redução de 7%, passando a valer R$ 3,28 por litro em vez de R$ 3,53. Os novos valores passam a valer na sexta-feira (2). Esta é a quarta vez que a estatal reduz o preço do combustível em julho de 2022.

A ultima mudança no preço do litro da gasolina tinha ocorrido no dia 16 de agosto. Entretanto, desde julho, o preço da gasolina cobrado pela Petrobras já caiu 19%, após um longo período de reajustes constantes, devido à Política de Paridade de Preços (PPI) internacionais adotada pela estatal. Ainda em julho, a cotação do petróleo do tipo Brent recuou 18%.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz a nota divulgada pela estatal.

Considerando ainda a mistura obrigatória de 73% de gasolina e 27% de etanol, a parcela da Petrobras no preço para os consumidores deixa de ser R$ 2,57 para R$ 2,39 em média por litro na bomba.

Os preços dos outros combustíveis permaneceram inalterados. O litro do diesel, por exemplo, segue custando R$ 5,19 desde 12 de agosto.

ICMS

A melhora no cenário internacional e a queda na cotação do petróleo influenciam no preço atualmente praticado pela Petrobras. Entretanto, outro fator relevante foi a redução do Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços (ICMS), desde julho, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) fixou um teto de 17% ou 18% para a alíquota.

Nas últimas semanas, a Pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostrou que os preços da gasolina, do diesel e do etanol recuaram nos postos de combustíveis.

Petrobras reduz preço da gasolina em 4,8%

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (15) corte de 4,8% no preço da gasolina em suas refinarias. É a terceira redução em menos de um mês, acompanhando a queda das cotações internacionais do petróleo.

A partir desta terça (16), a gasolina vendida pelas refinarias da estatal vai custar, em média, R$ 3,53 por litro. A queda é de R$ 0,18 por litro em relação ao preço médio praticado até esta segunda.

Considerando que a gasolina vendida nos postos tem 27% de etanol, a estatal estima um repasse de R$ 0,13 por litro ao preço final do combustível, que já vem em trajetória de queda desde o fim de junho, quando o Congresso aprovou cortes de impostos federais e estaduais.

Segundo a Petrobras, a redução é coerente com sua política de preços, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Nesta segunda, os preços do petróleo chegaram a cair mais de US$ 5 (R$ 25) por barril, devido a temores de demanda, já que dados econômicos decepcionantes da China renovaram as preocupações com uma recessão global.

Na abertura do mercado, o preço médio da gasolina brasileira estava R$ 0,33 por litro acima da paridade de importação, conceito usado pela Petrobras em sua política de preços para simular quanto custaria trazer o produto importado para o país.

Desde o fim de junho, os preços do mercado brasileiro estão acima da paridade de importação calculada pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), mesmo com os dois cortes anunciados pela estatal em julho.

O recuo do petróleo foi usado pela empresa para justificar também dois cortes no preço do diesel em agosto. Esse produto havia sido menos impactado pelos cortes de impostos, pois já tinha alíquotas abaixo do teto estabelecido pelo Congresso na maior parte dos estados.​

Segundo dados da Abicom, o preço médio do diesel nas refinarias brasileiras abriu o mercado nesta segunda R$ 0,23 por litro acima da paridade de importação.

Em nota divulgada logo após o anúncio da Petrobras nesta segunda, a Ativa Research avaliou que o movimento de queda nos preços é condizente com o movimento de queda dos preços de petróleo e câmbio verificados ao longo das últimas semanas.

“Ainda que, segundo nossos cômputos, não víamos espaço para uma redução deste tamanho [no preço da gasolina], acreditamos que o mercado não contestará a decisão da petrolífera”, afirmou.

Petrobras reduz preço de venda do diesel em R$ 0,22 para as distribuidoras

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (11) uma redução de R$ 0,22 por litro no preço de venda do diesel para as distribuidoras a partir de amanhã (12). Com o reajuste, o preço médio do combustível passará de R$ 5,41 para R$ 5,19. Essa foi a segunda redução no valor do diesel realizado pela petroleira neste mês. No dia 4 de agosto houve outra redução de R$ 0,20 nos preços.

Segundo a estatal, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz a Petrobras em nota.

Petrobras anuncia redução de R$ 0,20 no preço do diesel para distribuidoras

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (4) uma redução de R$ 0,20 no preço do litro do diesel para as distribuidoras. Assim, o valor passará de R$ 5,61 para R$ 5,41. A medida vale a partir desta sexta (5).

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel vendido nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 5,05, em média, para R$ 4,87 a cada litro na bomba.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz a estatal em nota.

Presidente da Petrobras pede demissão após pressão do governo

A Petrobras anunciou na manhã desta segunda-feira (20) que José Mauro Coelho pediu demissão do cargo de presidente da companhia. A saída se dá após pressões por parte do governo, que já havia indicado um substituto para ele na função, Caio Mario Paes de Andrade. Saiba quem é o indicado pelo governo e que assumirá a companhia quando os trâmites estiverem encerrados, nas próximas semanas. Até lá, a Petrobras deve nomear um interino.

“A Petrobras informa que o senhor José Mauro Coelho pediu demissão do cargo de presidente da empresa na manhã de hoje. A nomeação de um presidente interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras a partir de agora”, diz o comunicado da companhia.

Em 23 de maio, o governo já havia decidido pela saída de José Mauro Ferreira Coelho. Na ocasião, ele estava no cargo após apenas 40 dias no comando da estatal do petróleo. O anúncio foi feito pelo Ministério das Minas e Energia, que anunciou a escolha de Caio Mario Paes de Andrade, responsável pela área de governo digital no Ministério da Economia.

A troca, porém, ainda não havia acontecido por questões de compliance da companhia. Sem a renúncia, um processo de troca do comando depende de assermbleia de acionistas e do cumprimento de uma série de burocracias que poderiam fazer a mudança se estender por dois meses. Com a saída de Coelho, porém, esse caminho fica facilitado.

Pesou para a decisão dele a pressão feita por líderes governistas em torno da companhia, inclusive com a ameaça de instalação de uma CPI da Petrobras. Isso fez com que as ações da companhia caíssem fortemente na última semana e há expectativa de novas quedas nesta segunda-feira, quando houver a abertura dos mercados. Por isso, mesmo conselheiros que antes apoiavam a permanência de José Mauro Coelho no comando por mais algum tempo passaram a operar por sua saída antecipada.

A pressão governista foi desencadeada pelo aumento no preço dos combustíveis anunciado pela Petrobras na sexta-feira (17). A empresa reajustou o valor da gasolina em 5,2% e o do diesel em 14,2%.

Petrobras deve anunciar aumento dos combustíveis nesta sexta-feira

Um aumento nos preços da gasolina e do diesel deve ser anunciado nesta sexta-feira (17) pela Petrobras. A decisão foi tomada depois de uma reunião extraordinária do conselho de administração da estatal, realizada em pleno feriado, na tarde da quinta-feira (16).

Com o encontro, Márcio Weber, presidente do conselho, pretendia fazer a petrolífera segurar por mais algum tempo o reajuste dos combustíveis, como foi solicitado pelo Presidente da República Jair Bolsonaro. Entretanto, a diretoria da Petrobrás decidiu manter o que já estava planejado, e aprovou o aumento nos preços do diesel e da gasolina, que entrará em vigor na próxima semana.

Tal atitude atende à demanda do mercado, uma vez que havia defasagem de cerca de 15% a 20% nos preços desses dois produtos nas refinarias da estatal. O diesel estava há mais de 30 dias sem reajuste, e a gasolina não tinha aumento havia mais de três meses. A pressão era para que se alinhassem os valores desses combustíveis aos preços internacionais. 

A  Petrobras tem como política de preços o PPI (Preço de Paridade Internacional), que foi implementada em 2016, no governo Michel Temer. Por meio dela, o índice para cálculo dos preços dos combustíveisos considera os custos de importação, incluindo transporte e taxas portuárias, além do preço do petróleo no mercado internacional e o valor do dólar (câmbio).

Procurada, a Petrobras não confirmou o anúncio do reajuste “por questões concorrenciais”. Disse que “não pode antecipar decisões sobre manutenção ou reajuste de preços”.

Eleição

Neste momento, a inflação é vista como uma ameaça à reeleição de Jair Bolsonaro. Esse seria um dos motivos para o governo tentar segurar os preços da gasolina e do diesel.

Em sua live semanal, nesta quinta-feira (16), o presidente voltou a afirmar que vai baixar os impostos PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) e Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) que incidem sobre os combustíveis. Ele falou que a redução vai representar mais ou menos R$ 2 no preço da gasolina, e R$1 no preço do diesel.

Bolsonaro também disse esperar que a Petrobras não reajuste os preços antes de ele mandar essa medida de redução ao Congresso Nacional. “Quanto mais o povo está sofrendo, mais felizes estão os diretores e o atual presidente da Petrobras”, comentou, durante a transmissão ao vivo nas redes sociais.

O presidente afirmou que já chegou ao Planalto o projeto, aprovado na Câmara, que torna essenciais itens como energia, combustíveis, transportes e telecomunicações. Agora, ele tem 15 dias para sancionar a proposta. 

“A Câmara aprovou em definitivo o teto de ICMS. […] A gente espera que a Petrobras não reajuste os combustíveis. Porque eles têm total liberdade. Eu não mando nada lá. Nós trocamos o ministro de Minas e Energia, ele está tentando mudar a presidência e a diretoria da Petrobras, mas é complicado, uma burocracia enorme”, reclamou Bolsonaro.

Nos últimos dias, José Mauro Coelho, presidente da estatal, conversou com dois membros do governo: os ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira, e de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. Eles solicitaram a manutenção dos preços, e pediram para Coelho renunciar ao cargo. A ideia é colocar em seu lugar Caio Paes de Andrade, indicado por Sachsida. 

Gasolina em Passos é 10% mais cara que média do Brasil

O preço médio de R$ 7,42 no litro da gasolina comum identificado pelo levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP) em Passos (MG), dias 8 e 9 de dezembro é 10% mais caro que a média nacional, que caiu para R$ 6,70. No município, produto varia de R$ 7,24 a R$ 7,69 (mesma oscilação da aditivada) – foram pesquisados 9 estabelecimentos. No caso do etanol, variação entre R$ 5,43 e R$ 5,99. O diesel, de R$ 5,36 a R$ 5,59.

Em 16 locais pesquisados pela ANP, apenas um estabelecimento comercializa o botijão de 13 quilos do gás de cozinha por R$ 100.

O preço máximo, de R$ 115, também é anunciado por apenas um local. O preço médio alcançou os R$ 108,31.

Via: Da Redação.

Senado deve votar nesta terça criação de fundo para conter alta dos combustíveis

Depois de 20 dias da primeira tentativa, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado marcou para esta terça-feira (7) a votação do projeto de lei que cria um fundo de estabilização e muda o cálculo de referência dos preços dos combustíveis, com o objetivo de controlar os valores que chegam ao consumidor final. Se aprovado, haverá uma segunda fase de análise no plenário, que reúne os 81 senadores.

A ideia é que os preços internos praticados por produtores e importadores sejam baseados nas cotações médias do mercado internacional, custos internos de produção e custos de importação, quando for possível aplicar. A atual fórmula é ligada à Paridade de Preços Internacionais (PPI).

O sistema considera o valor do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional para definir o preço dos combustíveis. O relator do projeto, senador Jean Paul Prates (PT-RN), afirmou que o ideal seria abandonar esse modelo, mas reclamou da falta de apoio político para isso.

“A malfadada metodologia do PPI é uma guilhotina que, com frequência quase mensal, corta o orçamento das famílias e a receita de trabalhadores autônomos de transporte de carga e de passageiros. Apenas em 2021, a Petrobras aumentou onze vezes o preço de refinaria da gasolina e nove vezes o do diesel, totalizando a elevação de respectivamente, 73% e 65%”, afirmou.

Além disso, o Poder Executivo poderá utilizar o sistema de bandas de preços para limitar a variação dos valores, definindo a frequência de reajustes e os mecanismos de compensação. Nesse modelo, para evitar aumento súbito, haverá um limite máximo para as variações dos preços do petróleo no varejo.

Pelo texto, ficar criado um imposto de exportação sobre o petróleo com alíquotas móveis à variação do preço. Caso a proposta seja aprovada, haverá isenção para o barril de petróleo bruto de até US$ 80; alíquota de 7,5% quando o barril custar entre US$ 80 e US$ 100; e máxima de 12,5% quando o valor do barril superar US$ 100.

Em segunda versão do relatório apresentado em 30 de novembro, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) alterou a taxas. Antes, o proposta era de taxa zero para o barril de até US$ 40; de 30% quando o barril custar entre US$ 40 e US$ 70; e atingirá 50% quando o valor do barril ultrapassar US$ 70.

O texto determina ainda que o fundo de estabilização dos preços dos combustíveis seja alimentado pelo imposto de exportação do petróleo e por dividendos da Petrobras devidos à União, além de outras fontes de recursos.

De autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE), o projeto de lei foi apresentado em abril deste ano com a intenção de conter altas abruptas nos preços da gasolina, etanol e diesel. Na avaliação dele, com a aprovação do projeto, o litro da gasolina poderia cair a R$ 5 nas bombas ao consumidor.

O governo, no entanto, resiste à aprovação e foi o responsável pelo primeiro adiamento da votação. Na ocasião, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), se manifestou abertamente contrário ao imposto de exportação. Ele afirmou que o debate é delicado e repercute no ponto de vista de investimentos financeiros e da competitividade de mercado do Brasil.

“Quero lembrar que o nosso sistema tributário não permite a criação de nenhum imposto de exportações. Isso tira a competitividade do produto do Brasil. Na realidade, todos os sistemas tributários procuram não onerar o fluxo de exportação”, pontuou o líder do governo.

Preço médio do etanol no país sobe 12,96% em um mês

Assim como a gasolina, o etanol vive uma escalada nos preços. Os valores praticados nas bombas dos postos de combustíveis subiram em 21 estados e no Distrito Federal na semana de 7 a 13 de novembro, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

O preço médio do etanol subiu 1,89% na semana em relação à anterior, de R$ 5,294 para R$ 5,394 o litro, ainda segundo a ANP. Em outros quatro Estados, os preços recuaram, enquanto no Amapá não houve levantamento.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no país subiu 12,96%. O estado com maior alta no período foi Mato Grosso, onde o litro subiu 18,03% no mês. Na apuração semanal, a maior alta de preço foi observada em Roraima, com avanço de 5,27%, para R$ 6,095 o litro.

O  Rio Grande do Sul tem o maior preço pesquisado: R$ 7,899 o litro. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 6,943.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do etanol ficou em R$ 5,256 o litro, alta de 2,12% ante a semana anterior.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 4,499 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio estadual, de R$ 5,021, foi registrado na Paraíba – não há, portanto, estados com o biocombustível a menos de R$ 5/litro. 

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