Mulher é morta a facadas e golpes de barra de ferro após discussão por dívida de drogas em São Sebastião do Paraíso – Foto: reprodução
Uma mulher de 48 anos morreu após ser violentamente agredida na noite de terça-feira (3) em São Sebastião do Paraíso (MG). O crime ocorreu dentro da casa da vítima, no bairro Santa Tereza, e teria sido motivado por uma dívida relacionada a drogas.
De acordo com informações da Polícia Militar, um homem de 30 anos foi até o imóvel por volta das 21h40 para tratar do débito que teria com a mulher. Durante a conversa, os dois iniciaram uma discussão que rapidamente evoluiu para agressões.
Segundo a PM, o suspeito atacou a vítima utilizando uma barra de ferro e também a atingiu com golpes de faca. A filha da mulher, de 20 anos, ouviu a briga e saiu em defesa da mãe. Ela conseguiu retirar a barra de ferro das mãos do agressor, e, durante o confronto, o homem também acabou se ferindo.
Quando os policiais chegaram ao local, os três já estavam sendo atendidos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A mulher foi levada em estado grave para a Santa Casa de Misericórdia de São Sebastião do Paraíso, mas não resistiu aos ferimentos e morreu poucos minutos após dar entrada na unidade.
A filha sofreu apenas ferimentos leves. Já o suspeito recebeu atendimento médico e, em seguida, foi preso.
Ainda conforme a Polícia Militar, o homem confessou o crime e afirmou que devia drogas à vítima. Ele foi encaminhado à delegacia, e o caso seguirá sob investigação.
Alerta dos EUA leva à prisão de suspeito de exploração sexual infantil em Passos – Foto: reprodução
Em desdobramento a um alerta emitido por autoridades dos EUA, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente, nesta quarta-feira (4), um homem de 37 anos, no município de Passos (MG). Ele é investigado por crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes.
As informações que levaram à prisão do suspeito partiram da identificação nos EUA de endereços de IP localizados no Brasil que estariam realizando downloads de diversos vídeos contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil.
As informações foram compartilhadas com autoridades federais brasileiras, que iniciaram investigação para identificar a origem dos acessos, constatando que os downloads se concentravam em Piumhi (MG), onde o suspeito reside.
Os fatos foram comunicados à PCMG, que instaurou inquérito policial e representou por mandados de busca e de prisão. As medidas foram deferidas pelo Poder Judiciário e integralmente cumpridas nesta quarta-feira.
Durante a operação, os policiais apreenderam aparelhos eletrônicos pertencentes ao investigado, que foi encontrado e preso em Passos, cidade a cerca de 90 quilômetros do local das buscas.
Após os procedimentos de polícia judiciária, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional.
Os trabalhos foram conduzidos por equipes da Delegacia em Piumhi e da Delegacia Regional em Passos.
Polícia Civil investiga falsificação de 16 atestados médicos em São Sebastião do Paraíso – Foto: reprodução
A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou inquérito para investigar a falsificação de 16 atestados médicos em São Sebastião do Paraíso. A denúncia partiu de uma médica da rede pública municipal, que identificou o uso indevido de documentos emitidos em seu nome.
De acordo com o delegado Rafael Souza Gomes, responsável pela investigação, os atestados foram apresentados por uma funcionária de uma empresa que administra condomínios na cidade. As supostas fraudes teriam ocorrido entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026.
Como o esquema foi descoberto
Segundo as apurações iniciais, a investigada teria sido atendida pela médica em duas ocasiões, recebendo atestados legítimos. A partir desses documentos originais, ela teria produzido pelo menos outros 16 atestados falsificados para justificar faltas ao trabalho.
A irregularidade veio à tona após o proprietário da empresa desconfiar da quantidade e do padrão dos documentos apresentados. Ao procurar a profissional de saúde para verificar a autenticidade dos atestados, recebeu a informação de que ela não atuava mais na unidade de saúde desde setembro de 2025 — justamente o período em que os documentos começaram a ser entregues à empresa.
Perícia e próximos passos
Todos os atestados já foram apreendidos e estão sendo submetidos a exames documentoscópicos para comprovar a materialidade da falsificação.
O delegado informou que a investigação está na fase de oitivas. A médica será ouvida formalmente, assim como o empregador. A mulher suspeita já foi intimada e deverá prestar depoimento nos próximos dias.
Possível enquadramento criminal
Caso a fraude seja confirmada, a investigada poderá responder por falsificação de documento público, uma vez que os atestados utilizam timbre oficial da Prefeitura e são emitidos por unidade de saúde municipal.
A pena prevista para esse tipo de crime varia de dois a seis anos de reclusão, podendo ser aplicada conforme o andamento e o resultado do processo judicial.
A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes do caso.
Polícia Civil apreende embarcação de luxo avaliada em R$ 2,2 milhões em Capitólio – Foto: divulgação
Na manhã da última quarta-feira (25), a Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu mandado de busca e apreensão de uma embarcação de luxo em uma marina na região de Capitólio, no Sul de Minas. O barco, avaliado em aproximadamente R$ 2,2 milhões, foi localizado durante diligências realizadas pela Delegacia de Piumhi.
A ação ocorreu em apoio ao Departamento Estadual de Investigações Criminais, da Polícia Civil do Estado de São Paulo, responsável por investigação que tramita em território paulista. O trabalho é conduzido em parceria com o Ministério Público do Estado de São Paulo.
De acordo com as apurações, o grupo investigado é suspeito de integrar um esquema criminoso especializado em golpes aplicados por meio de celulares. As fraudes podem ter movimentado mais de R$ 100 milhões, segundo estimativas das autoridades.
Entre os principais alvos está um MC e cantor de funk bastante conhecido no cenário nacional, apontado como um dos suspeitos de liderar a organização criminosa. As investigações buscam desarticular a estrutura financeira do grupo e recuperar bens que teriam sido adquiridos com recursos oriundos das práticas ilícitas.
A operação em Minas Gerais foi presidida pelos delegados Fernando Berdugo e Fábio Csiszer, com participação da investigadora Gabriela. A embarcação apreendida permanecerá à disposição da Justiça de São Paulo, responsável pelos desdobramentos do processo.
O caso segue sob apuração das autoridades paulistas.
O adolescente deixou o campo chorando após relatar ter sido alvo de ofensa racial durante a partida – Foto: Rafael Marinho – Reprodução Instagram
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga uma denúncia de racismo registrada após um jogo amistoso realizado no último domingo (22), no Estádio Abrahão Caram, em Passos.
A partida reuniu atletas do time sub-17 do Passospel e do sub-20 do Caram Sport Clube. Segundo o boletim de ocorrência, um adolescente de 16 anos teria sido chamado de “macaco” por um jogador de 33 anos da equipe adversária. A ofensa, conforme relato, teria sido repetida três vezes ao longo do confronto.
De acordo com a mãe do jovem, Juliana Aparecida Jerônimo, o filho voltou para casa emocionalmente abalado. Ela contou que uma das ofensas foi presenciada por um colega de time. Ainda segundo o relato, o adolescente teria sido advertido para “calar a boca” antes de ouvir a expressão ofensiva. O jogador teria repetido o termo mesmo após questionamento de outro atleta em campo.
A vítima chegou a procurar o árbitro para relatar o ocorrido, mas, segundo a família, o jogo teve continuidade naquele momento. Posteriormente, o adolescente deixou o campo chorando, o que levou à interrupção e, depois, à suspensão definitiva da partida.
A família tentou registrar a ocorrência ainda na noite de domingo, mas encontrou as delegacias fechadas. A formalização do boletim foi realizada posteriormente. A mãe afirmou que, por se tratar de um adulto, decidiu buscar providências legais.
Em nota divulgada nas redes sociais, o Passospel informou que está acompanhando o caso e que tomará as medidas cabíveis. O clube ressaltou que o Caram demonstrou apoio às providências e reforçou que o esporte deve ser um ambiente de respeito e igualdade.
O jogador apontado como autor das ofensas declarou que houve um mal-entendido. Segundo ele, estaria chamando pelo diretor do Caram, que teria o apelido de “macaco”, e o adolescente teria interpretado de forma equivocada.
O Caram Sport Clube informou que o atleta foi banido das atividades da equipe. O clube também explicou que havia sido acordado entre as equipes que o amistoso contaria com atletas de diferentes faixas etárias, mesclando jogadores abaixo e acima dos 20 anos. Em nota de repúdio, a diretoria afirmou não compactuar com qualquer tipo de discriminação.
Suspeita de fraude em abastecimento acima da capacidade do tanque leva motorista a registrar ocorrência em Passos – Foto: reprodução
Um profissional de mobilidade urbana procurou a polícia na manhã da última quarta-feira (18) para denunciar o que considera ter sido uma cobrança irregular em um posto de combustíveis situado em um bairro de Passos.
Segundo o relato feito às autoridades, ele chegou ao estabelecimento com aproximadamente um quarto de combustível no tanque e solicitou que o veículo fosse completado. Ao final do abastecimento, foi informado de que a bomba teria registrado 54,7 litros. O número chamou a atenção porque, de acordo com o manual do proprietário do automóvel, a capacidade máxima do tanque é de 51,6 litros.
Diante da divergência, o motorista questionou o volume apontado. Conforme descreveu no boletim de ocorrência, o frentista argumentou que o tanque teria capacidade maior, próxima de 60 litros. O cliente contestou a informação, apresentando o manual do fabricante e dados técnicos consultados na internet para sustentar que o limite informado oficialmente é inferior ao que constava na bomba.
Ainda conforme o registro policial, ao solicitar a nota fiscal e o comprovante do abastecimento, ele afirma ter encontrado resistência inicial por parte do estabelecimento. Somente após insistir e mencionar que acionaria a polícia, os documentos teriam sido emitidos. O funcionário também teria oferecido a possibilidade de realizar um teste de aferição de um litro diretamente na bomba ou de encaminhar o caso à gerência, alternativas que o motorista recusou, mantendo apenas a exigência da documentação fiscal.
O profissional relatou que, em razão da diferença apontada, calcula ter tido um prejuízo aproximado de R$ 60. Ele também manifestou preocupação com a possibilidade de que outros consumidores possam estar sendo lesados em situações semelhantes, avaliando que, caso a prática seja recorrente, o ganho indevido poderia atingir valores elevados.
Inconformado, o motorista formalizou o boletim de ocorrência e informou que pretende levar o caso à Justiça. Segundo ele, tomou conhecimento de que outras pessoas já teriam enfrentado problemas parecidos com a mesma empresa e espera que as autoridades competentes adotem as providências cabíveis.
Polícia Federal cumpre mandados na Operação “Good Shape” e prende irmãs de São José da Barra – Foto: divulgação
A Polícia Federal em Divinópolis (MG), com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da unidade de Alpinópolis, cumpriu nesta quinta-feira (19) dois mandados de prisão contra duas mulheres, de 28 e 27 anos, naturais de São José da Barra.
As investigadas são suspeitas de envolvimento na importação e distribuição ilegal de medicamentos emagrecedores contrabandeados, conhecidos como “canetas do Paraguai” ou “monjauro do Paraguai”. Os produtos teriam como princípio ativo a tirzepatida e eram comercializados com nomes como “T.G.”, “Lipoless”, “Tirzec” e “Gen-Tirz”, além da venda de outros itens, como celulares e perfumes.
Como funcionava o esquema
As investigações tiveram início em agosto de 2025, após informações repassadas pela Polícia Civil de Alpinópolis. Segundo apurado, uma das envolvidas cursava medicina no Paraguai e comandava, a partir daquele país, um esquema de envio de medicamentos ao Brasil.
Os produtos eram distribuídos por integrantes do grupo em regiões como São Paulo, São José da Barra e cidades do Nordeste. A comercialização ocorria principalmente por meio de plataformas digitais como TikTok, Facebook e grupos de WhatsApp.
A estudante de medicina foi presa no Paraguai, na cidade de Ciudad del Este, e deverá ser deportada para o Brasil, onde ficará à disposição da Justiça. Já a segunda investigada, irmã da estudante, foi presa em São José da Barra, onde residia e, conforme as investigações, auxiliava na distribuição dos medicamentos contrabandeados.
Mandado de busca e continuidade dos crimes
Em 30 de dezembro de 2025, a Polícia Federal de Divinópolis, cumpriu mandado de busca e apreensão na residência das investigadas, em São José da Barra, ocasião em que foram apreendidos aparelhos celulares e obtidas informações consideradas relevantes para o avanço das investigações.
De acordo com as autoridades, mesmo cientes das apurações em andamento, as envolvidas teriam continuado a prática criminosa, o que motivou os pedidos de prisão preventiva.
Além das prisões, a Justiça decretou o sequestro de bens e valores das investigadas até o montante de R$ 500 mil.
Produtos proibidos pela ANVISA
Segundo a Polícia Federal, os medicamentos conhecidos como “canetas do Paraguai” ou “monjauro do Paraguai” possuem importação proibida pela ANVISA, por não terem registro no Brasil. Trata-se de produtos que não passam por controle de qualidade ou verificação de eficácia, havendo, inclusive, elevado índice de falsificação.
Com a formalização das prisões, as investigadas serão ouvidas e o procedimento será encaminhado à Justiça Federal para o devido processamento.
Crimes investigados
As investigadas poderão responder pelos crimes de: • Contrabando (art. 334-A do Código Penal); • Falsificação de produto destinado a fins medicinais (art. 273, §1º-B, I); • Descaminho (art. 334 do Código Penal); • Organização criminosa (Lei 12.850/2013); • Lavagem de dinheiro (Lei nº 9.613/1998).
Somadas, as penas máximas podem variar de 19 a 42 anos de prisão.
Mulher é morta a facadas pelo ex enquanto se preparava para trabalhar em São Sebastião do Paraíso – Imagem: reprodução
Uma mulher de 47 anos foi assassinada com golpes de faca na madrugada desta quarta-feira (18), na zona rural de São Sebastião do Paraíso (MG).
De acordo com informações da Polícia Militar, o crime aconteceu por volta das 5h, quando o principal suspeito, ex-marido da vítima, teria ido até a residência onde ela morava com o filho. Segundo as investigações iniciais da Polícia Civil, o homem deixou o carro estacionado às margens da BR-265, no sentido Ribeirão Preto, e caminhou por um cafezal até chegar à propriedade.
Ainda conforme apurado, ele teria entrado pela porta dos fundos e surpreendido a ex-companheira na cozinha, no momento em que ela se preparava para sair para o trabalho. A vítima foi atingida por ao menos 13 facadas, que atingiram costas, tórax e pescoço, e morreu ainda no local.
Durante o ataque, o filho do casal — menor de idade — e um sobrinho da vítima estavam dormindo em outros cômodos da casa. Ao ouvirem os barulhos, foram até a cozinha e entraram em luta corporal com o agressor. O sobrinho acabou ferido com golpes de faca e precisou ser socorrido.
Segundo a Polícia Militar, tanto o filho quanto o sobrinho agiram em legítima defesa. O jovem ferido foi encaminhado à Santa Casa, onde permanece internado, mas sem risco de morte. Já o filho da vítima não sofreu ferimentos físicos, porém recebeu atendimento psicológico e psiquiátrico.
O suspeito também ficou ferido durante a briga, após ser esfaqueado, e foi levado para a Santa Casa sob escolta policial, onde segue internado.
No imóvel, os policiais localizaram facas, sendo que uma delas pode ter sido utilizada no crime — informação que ainda será confirmada pela perícia técnica.
A Polícia Civil instaurou inquérito e dará continuidade às investigações para esclarecer todos os detalhes do caso.
Secretário de Itumbiara mata os dois filhos e tira a própria vida após suporta traição da esposa – Foto: redes sociais
O secretário de Governo da Prefeitura de Itumbiara, no sul de Goiás, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, matou os dois filhos e tirou a própria vida na noite da última quarta-feira (11). Thales era genro do prefeito do município, Dione Araújo.
O filho mais velho, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC), mas não resistiu aos ferimentos. Já o caçula, Benício Araújo Machado, de 8 anos, foi submetido a uma cirurgia e internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara. No entanto, ele morreu nesta quinta-feira (12), conforme informado pelo portal Metrópoles.
A mãe das crianças e esposa de Thales estava viajando no momento do crime.
Horas antes do ocorrido, o secretário publicou nas redes sociais um vídeo ao lado dos filhos, declarando amor aos meninos. Em outra postagem, posteriormente apagada, ele afirmou estar no “limite do improvável” e indicou que o relacionamento conjugal teria chegado ao fim, mencionando uma suposta traição da esposa.
De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada, realizou o isolamento da área e preservou o local até a chegada da perícia. A Polícia Civil abriu investigação para apurar as circunstâncias do caso e, até o momento, não há indícios da participação de outras pessoas.
Em nota oficial, a Prefeitura decretou luto de três dias pelo falecimento do secretário e informou a suspensão dos atendimentos ao público nos órgãos da administração direta e indireta durante o período. A rede municipal de ensino encerrou as aulas às 9h30, com retorno previsto para sexta-feira (13).
O governador Ronaldo Caiado e a primeira-dama Gracinha Caiado também se manifestaram, afirmando estar profundamente consternados com a tragédia. Segundo eles, episódios de violência dentro do lar — especialmente quando envolvem crianças — provocam dor na família e impactam toda a sociedade.
Secretário de Itumbiara mata os dois filhos e tira a própria vida após suporta traição da esposa – Imagem: reprodução/Instagram
Polícia Civil investiga possível sabotagem em cabos de freio do veículo oficial do prefeito de Cássia – Foto: reprodução/EPTV
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar uma possível ação criminosa envolvendo o veículo oficial utilizado pelo prefeito de Cássia (MG). A suspeita surgiu após a constatação de falhas graves no sistema de freios da caminhonete usada pelo chefe do Executivo municipal.
O prefeito Donizete Vilela (Cidadania) procurou a polícia na segunda-feira (9) para registrar um boletim de ocorrência. Segundo o relato, ao ligar o veículo percebeu que os freios não estavam funcionando corretamente e decidiu encaminhá-lo imediatamente para avaliação mecânica.
Durante a vistoria, o profissional identificou danos em três pontos do sistema de freios e constatou vazamento de óleo. Conforme a análise inicial, o problema não seria resultado de desgaste natural das peças. A hipótese levantada foi a de que os cabos possam ter sido cortados intencionalmente, o que reforçou a suspeita de sabotagem.
De acordo com o boletim, a última vez que o prefeito utilizou a caminhonete foi na tarde de sábado (7). Entre esse período e a manhã de segunda-feira (9), o veículo permaneceu estacionado no pátio da prefeitura.
Diante das circunstâncias, a Polícia Civil informou que instaurou procedimento investigativo para apurar se houve crime relacionado ao automóvel oficial.
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