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Jornal Folha Regional

Fake News: Veículo de comunicação LarretaNews anuncia que Lula morreu

Reprodução / Twitter

Durante o final de semana, uma página no Twitter denominada LarretaNews afirmou que que o presidente eleito no Brasil Luiz Inácio Lula da Silva (PT), havia falecido vítima de AVC (Acidente Vascular Cerebral).

De imediato a notícia foi verificada e confirmada como fake news, pois, o presidente estava com sua esposa na Bahia descansando por alguns dias. E nesta terça-feira (08), Lula desembarcou em São Paulo no avião do dono do Banco Itaú.

Igualdade Social e Indígenas: veja os ministérios inéditos do governo Lula

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende ter em seu governo três ministérios inéditos já a partir de 2023.

Promessa de campanha do petista e repetida em diferentes comícios, o aumento do número de ministros vai na contramão do corte na Esplanada promovido por seus antecessores Jair Bolsonaro (PL) e Michel Temer (MDB).

Pelo menos dez ministérios devem ser incorporados — com isso, o governo do petista elevará de 23 para 33 o número de pastas. Além das inéditas, outras serão desmembradas em duas ou até quatro pastas — como deve ser o caso de Economia — e as demais continuam como estão, por exemplo Educação e Saúde.

A expectativa é que Lula comece a definir os futuros ministros a partir da semana que vem (leia mais abaixo). Em uma disputa acirrada, o petista foi eleito pela terceira vez presidente da República com 50,90% dos votos — seu adversário recebeu 49,10%.

Novos ministérios. Há promessa de três pastas novas no novo governo:

Igualdade Social,

Pequenas e Médias Empresas e

Povos Originários — nesta última, o presidente eleito afirmou que escolherá um indígena para comandar.

No domingo, após sua vitória, Lula afirmou que a criação da pasta dos Povos Originários é “uma resposta” para os indígenas. “Para que eles nunca mais sejam desrespeitados, para que eles nunca mais sejam tratados como cidadãos de segunda categoria”, disse.

A promessa do Ministério das Pequenas e Médias Empresas aconteceu em agosto, durante evento para empresários, em São Paulo.

Em nenhum momento da campanha, o presidente eleito detalhou como seu futuro governo dará conta dos custos para criação e retorno desses ministérios.

Vamos criar os ministérios que forem necessários criar. É uma bobagem pensar que o ministério custa muito. Uma agência reguladora custa muito mais.”Lula, em sua primeira entrevista após oficializar sua candidatura

O retorno

Extintos nos últimos governos, ministérios como Cultura e Igualdade Racial voltarão no governo Lula em 2023. Hoje, os temas foram absorvidos dentro do guarda-chuva de outras pastas.

“Quero que vocês saibam que vamos recuperar o Ministério da Cultura e vamos criar comitês estaduais de cultura para que a cultura se transforme numa coisa a que todo mundo tenha acesso”, disse Lula durante discurso de vitória aos apoiadores na avenida Paulista, em São Paulo.

A pasta foi extinta no início do governo Bolsonaro e recebeu críticas de especialistas e pessoas ligadas à área. Depois, a secretaria que cuidava dos assuntos relacionados ao tema foi transferida para o Ministério do Turismo.

O petista também pretende desmembrar pastas que já existem hoje. É o caso do Ministério da Economia, que será dividido em Planejamento, Fazenda, Pequena e Média Empresa, além da Indústria.

Possíveis ministros

Lula repetiu diversas vezes ao longo da campanha que não falaria sobre nenhum nome até ser eleito. Apesar disso, algumas figuras já ventilam: o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) — escolhido para coordenar o governo de transição — e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) são especulados para pastas econômicas. Henrique Meirelles (União Brasil), ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda, também é um dos candidatos.

Para a Casa Civil, cargo de confiança do chefe do Executivo, também há especulações sobre a presidente do partido Gleisi Hoffmann, Haddad e do ex-governador do Piauí Wellington Dias (PT).

Rui Costa, governador da Bahia em fim de mandato, também deverá ocupar um ministério importante no governo Lula.

Os nomes para as pastas de Igualdade Social e Povos Originários deverão passar por conversas com os deputados federais eleitos Guilherme Boulos (PSOL) e Sônia Guajajara (PSOL).

Sob Bolsonaro e Temer

Atualmente, o governo de Bolsonaro conta com 23 pastas —o número também inclui secretarias com status de ministério. O presidente tentou extinguir outros ministérios, como o do Trabalho, mas a ação não avançou. Em 2018, ele prometeu enxugar a Esplanada para 15 ministérios — já neste ano ele disse que, se fosse reeleito, criaria mais três pastas: Segurança Pública, da Indústria e Comércio e da Pesca.

Em 2016, logo após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Temer reduziu de 32 para 23 os ministérios. O emedebista, no entanto, criou pastas como a da Segurança — incorporada no Ministério da Justiça neste mandato de Bolsonaro — e acabou entregando uma estrutura com 29 pastas: 23 ministérios, duas secretarias e quatro órgãos com status de ministério.

No seu segundo mandato, a ex-presidente Dilma começou o governo com 39 ministérios.

É #FAKE que g1 publicou reportagem afirmando que Lula escolheu Jean Wyllys para o Ministério da Educação

Reprodução G1

Imagem forjada tem a identidade visual do g1, incluindo a logomarca da empresa, mas nenhuma reportagem com esse título ou conteúdo foi publicada pelo portal.

Circula nas redes sociais uma imagem em formato de notícia que informa que o ex-presidente Lula (PT) teria escolhido o ex-deputado federal Jean Wyllys para comandar o Ministério da Educação. É #FAKE.

A imagem tem a identidade visual do g1, incluindo a logomarca da empresa, mas nenhuma reportagem com esse título ou conteúdo foi publicada no portal. A fonte usada na matéria para o título e subtítulo também são diferentes das usadas no g1.

Além disso, a campanha do ex-presidente negou que Lula tenha indicado qualquer pessoa para qualquer ministério. O petista disputa o segundo turno das eleições presidenciais contra Jair Bolsonaro (PL) neste domingo (30).

A imagem forjada indica que a notícia teria sido publicada na editoria “Rio de Janeiro”, em 24 de outubro, às 14h24, pelo repórter Marco Antônio Martins.

Há uma notícia publicada pelo repórter no horário e dia indicado pela imagem, mas com o título “Imagens mostram fuzil usado por Roberto Jefferson para atirar na PF e grande quantidade de munição achada na casa dele”.

Reprodução G1

Adolescente de 17 anos viraliza após tatuar o nome de Bolsonaro na testa

Um adolescente de 17 anos viralizou nas redes sociais após tatuar o sobrenome do presidente da república Jair Bolsonaro (PL) na testa. O registro foi feito pelas redes sociais do tatuador Leo Caberna, em um estúdio em Belford Roxo, na Baixada Fluminense (RJ), e possui mais de 600 mil visualizações.

Nas imagens, o tatuador aparece desenhando o sobrenome do presidente Jair Bolsonaro, limpando a pele do cliente e em seguida iniciando a tatuagem na testa.

Pelas redes sociais, o jovem identificado como João Carlos Silva, 17, informa que essa foi a sua primeira tatuagem.

“Rapaziada, acabei de fazer a tatuagem aqui do Bolsonaro. Muito braba, fé para nós”, diz o jovem ao lado do tatuador que aparece com uma arma de brinquedo na mão.

Bolsonaro visita Festa do Peão de Barretos

Na noite desta sexta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro (PR), visitou a Festa do Peão de Barretos (SP).

Na ocasião, o presidente discursou para o público e repetiu a tradicional cavalgada na Arena de Rodeio. A comitiva do presidente participou antes da Queima do Alho, onde ele foi homenageado pela organização do evento.

Passense está entre os 17 desembargadores nomeados por Bolsonaro para o Tribunal Regional Federal de BH

Valter Campanato | Agência Brasil

O presidente Jair Messias Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), sancionou na última quinta-feira (11), a designação de 17 desembargadores que farão parte do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), o qual será sediado em Belo Horizonte e lançado na próxima sexta-feira (19).

Entre os escolhidos para integrar o Tribunal, está o juiz passense André Prado de Vasconcelos. Ele é apoiado por Pacheco e foi diretor da Justiça Federal na Capital Mineira.

Em fevereiro do ano passado, o juiz determinou que Bolsonaro prestasse informações sobre a troca de comando na Petrobras.

O pedido do magistrado atendeu a uma ação popular que pedia para que seja barrada a mudança na gestão da empresa. André citou que Bolsonaro deveria informar “de forma concisa e objetiva, as razões e argumentos que entender pertinentes e relevantes à discussão da causa”.

Nomeações

A lista inclui nomes indicados ao presidente pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público Federal (MPF) e por merecimento. Pelos indicados pela OAB de Minas, Bolsonaro escolheu os advogados Gregore Moreira de Moura e Flávio Boson. Na lista feita pelo MPF, o presidente indicou Edilson Vitorelli e Álvaro Ricardo de Souza Cruz.

Já entre os juízes indicados pelo critério de merecimento, Bolsonaro nomeou Klaus Kuschel, André Prado de Vasconcelos, Simone dos Santos Lemos Fernandes, Luciana Pinheiro Costa, Pedro Felipe de Oliveira Santos e Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes.

Eles se juntam aos juízes que já haviam sido indicados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), conforme critério de antiguidade.

A seleção feita pelo presidente, de acordo com interlocutores que acompanharam o processo de escolha, traz nomes apoiados pelo presidente do STJ, Humberto Martins, e pelo ex-presidente e ministro do tribunal João Otávio de Noronha, um dos idealizadores do TRF mineiro. Ainda segundo pessoas próximas ao presidente, o martelo foi batido em torno de nomes apoiados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques, pelo presidente do STF, Luiz Fux, e pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

A lei criando o TRF-6 é de 2021, mas o tribunal, que terá abrangência sobre o estado de Minas Gerais, será instalado apenas este mês. Ao todo, são 18 vagas, mas uma delas já estava garantida à desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Mônica Sifuentes. Minas Gerais é atualmente parte do TRF-1. Assim, a lei criando o TRF-6 abriu a possibilidade para que os desembargadores do TRF-1 migrassem para o novo tribunal. Apenas Sifuentes optou por isso.

Confira a lista completa dos desembargadores que integrarão o TRF6:

1) Juízes de carreira indicados à promoção por antiguidade

  • Vallisney de Souza Oliveira
  • Ricardo Machado Rabelo
  • Lincoln Rodrigues de Faria
  • Marcelo Dolzany da Costa
  • Rubens Rollo D’Oliveira
  • Evandro Reimão dos Reis
  • Derivaldo de Figueiredo Bezerra Filho

2) Juízes de carreira indicados à promoção por critério de merecimento:

  • Klaus Kuschel
  • André Prado de Vasconcelos
  • Simone dos Santos Lemos Fernandes
  • Luciana Pinheiro Costa
  • Pedro Felipe de Oliveira Santos
  • Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes

3) Advogados escolhidos após indicação da OAB:

  • Flavio Boson Gambogi
  • Grégore Moreira de Moura

4) Membros escolhidos após indicação do Ministério Público Federal:

  • Álvaro Ricardo de Souza Cruz
  • Edilson Vitorelli Diniz Lima

5) Transferência do TRF-1

  • Mônica Sifuentes

Bolsonaro minimiza racismo no Brasil: “Não é como dizem”

Em entrevista ao apresentador Tucker Carlson, da emissora estadunidense conservadora Fox News, o presidente Jair Bolsonaro (PL) minimizou a existência do racismo no Brasil e mencionou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal oponente nas eleições de outubro para o Palácio do Planalto.

“É uma forma de você dividir. Mesmo antes de Lula tomar o poder, em 2003, a esquerda já pregava uma disputa de negros contra brancos, chefes e empregados, nordestinos e sulistas. A esquerda ganhou seguidores graças a essa abordagem”, afirmou o presidente. A conversa foi exibida na noite de quinta-feira (30/6) nos Estados Unidos.

“Eu sou um branco de olhos azuis. Racismo existe no Brasil, mas não como dizem. A maioria dos nossos jogadores de futebol é descendente de africanos. Sem problemas”, prosseguiu.

Confira a entrevista:

Ainda na entrevista, o mandatário afirmou que a esquerda brasileira estaria desesperada, pois seu governo “está indo muito bem”.

Bolsonaro também voltou a criticar a vacina contra a Covid-19 e medidas restritivas de combate à doença, voltou a defender o tratamento precoce com hidroxicloroquina, desmentiu informações sobre o desmatamento da Amazônia e minimizou o racismo no Brasil.

Via: Metrópoles.

Bolsonaro estará presente na inauguração do Santuário de Santa Rita de Cássia a convite de Carlos Melles

O presidente nacional do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Melles, que é de São Sebastião do Paraíso (MG), no ano passado entregou ao presidente Jair Messias Bolsonaro, no Palácio do Planalto, em Brasília, um convite especial para a inauguração do novo Santuário de Santa Rita, que será em maio deste ano. O templo está sendo construído na cidade de Cássia (MG).

De acordo com informações do empresário Paulo Flávio de Melo Carvalho, doador do Santuário à Diocese de Guaxupé, o templo será o maior do mundo dedicado à Santa Rita.

“O convite, do qual fui portador, está assinado pelo bispo diocesano, Dom José Lanza Neto, pelo prefeito cassiense, Rêmulo Carvalho Pinto, o “Reminho”; e pelo empresário Paulo Flávio. O presidente ficou muito honrado e agendou para estar presente, no dia 22 de maio de 2022, neste que será um momento histórico com a participação de milhares de fiéis”, afirmou Melles ao jornalista Romulo Leandro.

Um grupo de apoiadores do Presidente estão movimentando as redes sociais com a confirmação da vinda do Presidente, e sua participação em uma Motociata que será organizada.

De acordo com as postagens apuradas pela redação do Jornal Folha Regional, um grupo de conservadores e apoiadores do presidente, a concentração será no Posto Primavera no Jardim Elimar em Franca (SP), às 07h30 rumo à cidade de Cássia pela Rodovia Ronan Rocha.

Avante lança pré-candidatura de André Janones à Presidência da República

O partido Avante lançou no último sábado (29) a pré-candidatura do deputado federal Andre Janones à Presidência da República.

O lançamento da pré-candidatura ocorreu em ato do partido no Mar Hotel, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Antes mesmo do lançamento oficial pelo partido, Janones já era citado em pesquisas de intenção de voto.

Entre os presentes no evento de lançamento da pré-candidatura estavam os deputados federais pelo Avante Greyce Elias (MG), Sargento Isidorio (BA), Tito (Bahia), Sebastião Oliveira (PE) e Luís Tibé (MG), que também é presidente nacional do partido.

Outros partidos também já lançaram oficialmente pré-candidatos ao Palácio do Planalto:

  • Cidadania – Alessandro Vieira, atual senador por Sergipe;
  • Novo – Felipe d’Ávila, cientista político;
  • PSDB – João Doria, atual governador de São Paulo;
  • PDT – Ciro Gomes;
  • UP – Leonardo Péricles, presidente do partido.
  • MDB – Simone Tebet, atual senadora pelo Mato Grosso do Sul.

Não foram anunciados oficialmente ainda, mas estão cotados para participar das eleições para Presidência da República:

  • Jair Bolsonaro (PL);
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT);
  • Rodrigo Pacheco (PSD);
  • Sergio Moro (Podemos).

Discurso


Após ter a pré-candidatura lançada, Janone fez um discurso de cerca de 45 minutos. Depois de cumprimentar as pessoas presentes, ele falou sobre a própria história de vida e criticou direcionamentos ideológicos a pautas relacionadas ao país

Janones também criticou adversários políticos, principalmente o presidente Jair Bolsonaro, o ex-presidente Lula e o ex-ministro da Justiça e ex-juiz da Operação Lava Jato Sergio Moro, todos cotados como candidatos à Presidência.

Sobre as propostas, o pré-candidato disse que pretende criar um programa de renda básica e fazer investimentos “pesados” na promoção da igualdade social.

“Vamos encampar essa campanha de um programa de renda mínima para aqueles que mais precisam. E quando eu falo sobre isso, a primeira coisa que sempre me perguntam em qualquer entrevista ou debate é ‘vai tirar dinheiro de onde?’. Ninguém nunca perguntou de onde vai tirar dinheiro para pagar o juro a banqueiro, para pagar amortização de dívida, para pagar privilégio de político”, disse.

O deputado federal criticou em diversas vezes o que chamou de “polarização política” entre a esquerda e a direita. Criticou a discussão de pautas como porte de arma de fogo, do movimento “Escola sem Partido” e também do que se convencionou chamar de “ideologia de gênero”.

“Ela [a população] até queria poder falar do ‘partido sem escola’ (sic) mas ela não pode opinar sobre isso porque está com fome, ela não tem o que comer hoje à noite, ela não tem garantia de que amanhã vai conseguir se alimentar. Então, para essas pessoas, essas discussões ideológicas são discussões absolutamente secundárias”, declarou.

Janones também falou, por diversas vezes, que pretende exercer um mandato participativo, caso seja eleito à Presidência da República. Afirmou que o eleitor deve participar ativamente da gestão e que é possível discutir “combate à corrupção enquanto se dá comida a quem tem fome”.

Sobre o meio ambiente, o pré-candidato afirmou que a preservação seria muito mais fácil e efetiva se o foco fosse colocado em políticas sociais para melhorar as condições de vida das pessoas.

Carreira política


André Janones nasceu em Ituiutaba, no triângulo mineiro, e é advogado. Exerce o primeiro mandato na Câmara como deputado federal. Em 2016, ele se candidatou à prefeitura da cidade em que nasceu, mas foi derrotado.

Em 2018, foi eleito deputado federal pelo Avante como o terceiro parlamentar mais votado de Minas Gerais, com 178.660 votos. Em 2019, foi alvo de um processo no Conselho de Ética da Câmara por ter mencionado que havia bandidos entre os parlamentares.

Ele responde a um processo cível na Justiça de Minas Gerais por ter postado no Facebook um vídeo com críticas ao chefe de gabinete do então prefeito de Capelinha (MG), o qual chamou de “estelionatário” e “nepotista”.

Em 2021, André Janones tentou, em candidatura avulsa, ser presidente da Câmara dos Deputados. Ele ficou em sexto lugar, com três votos.

Bolsonaro anuncia reajuste de 33,24% no piso salarial dos professores

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (27) que reajustou o piso salarial para professores de todo o país em 33,24%. Com isso, o piso passa de R$ 2.886 para R$ 3.845.

A informação de que o governo iria dar esse reajuste foi antecipada pelo blog da Ana Flor.

A lei do piso salarial dos professores, sancionada em 2008, estabelece que o reajuste é feito anualmente, no mês de janeiro.

De acordo com o blog da Ana Flor, setores do governo debatiam até a noite desta quarta (26) qual deveria ser o tamanho do reajuste.

Casa Civil, Ministério da Economia e Ministério da Educação estavam considerando um aumento de 7,5%, que atenderia a governadores e prefeitos, já que estados e municípios arcam com a maior parte do custo da folha da educação básica.

Só que a pressão de parlamentares da área da educação e das categorias do magistério, além das ameaças de judicialização, levaram o governo a não querer assumir o custo político de dar um percentual de reajuste menor que 33%.

O reajuste de 33% defendido pelos professores segue os critérios da antiga lei do Fundo de Desenvolvimento e Manutenção da Educação Básica (Fundeb), substituída por uma nova versão aprovada no fim de 2020.

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