Jornal Folha Regional

Câmara aprova projeto que prevê salários iguais para homens e mulheres

A deputada Jack Rocha foi a relatora da proposta sobre igualdade salarial a homens e mulheres — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou na sessão deliberativa desta quinta-feira (4) proposta que institui medidas para tentar garantir a igualdade salarial e remuneratória entre mulheres e homens na realização de trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função. O texto segue agora para análise do Senado.

Foi aprovado o substitutivo elaborado pela relatora, deputada Jack Rocha (PT-ES), ao Projeto de Lei 1085/23, do Poder Executivo. “Este será mais um passo para avançarmos no enfrentamento à desigualdade no ambiente de trabalho, que se aprofundou durante a pandemia de Covid-19”, afirmou a relatora.

Foram 325 votos favoráveis e 36 contrários ao parecer final de Jack Rocha, definido após negociação entre os líderes partidários. Em razão de um acordo, não foram apresentados destaques que poderiam alterar a versão da relatora.

O texto aprovado altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para definir que a igualdade salarial será obrigatória. Para isso, estabelece mecanismos de transparência e de remuneração a serem seguidos pelas empresas, determina o aumento da fiscalização e prevê a aplicação de sanções administrativas.

Ato do Poder Executivo definirá protocolo de fiscalização contra a discriminação salarial e remuneratória entre homens e mulheres. Em caso de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade, além das diferenças salariais o empregador deverá pagar multa administrativa equivalente a dez vezes o valor do novo salário devido ao empregado discriminado – será o dobro na reincidência.

Conforme o substitutivo aprovado, a quitação da multa e das diferenças salariais não impedirá a possibilidade de indenização por danos morais à empregada, consideradas as especificidades do caso concreto.

Atualmente, em razão da reforma trabalhista do governo Temer, a CLT prevê multa fixada pelo juiz em “comprovada” discriminação por motivo de sexo ou etnia, em favor do empregado prejudicado, de 50% do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social (R$ 3.753,74 atualmente).

Regras

Embora o texto aprovado inove ao criar a obrigatoriedade de equiparação salarial a ser verificada por meio documental, as demais regras que definem as situações em que a desigualdade poderá ser reclamada pelo trabalhador continuam as mesmas definidas pela reforma trabalhista do governo Temer.

A única mudança feita pela proposta prevê a não aplicação dessas regras apenas quando o empregador adotar, por meio de negociação coletiva, plano de cargos e salários. Hoje isso é possível também quando o empregador tiver pessoal organizado em quadro de carreira por meio de norma interna.

Em relação aos trabalhadores sem acesso a plano de cargos e salários, a CLT define que uma igual remuneração deverá ser paga no exercício de “idêntica função” por “todo trabalho de igual valor” no mesmo estabelecimento empresarial, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade.

Por “trabalho de igual valor”, a lei define aquele feito com “igual produtividade e com a mesma perfeição técnica” por pessoas cuja diferença de tempo de serviço para o mesmo empregador não seja superior a quatro anos. A diferença de tempo na função não poderá ser superior a dois anos.

Além disso, atualmente a CLT prevê que a equiparação salarial só será possível entre empregados contemporâneos no cargo ou na função, ou seja, não vale entre aqueles com diferença maior de tempo no cargo.

A lei proíbe ainda, para a reivindicação de igualdade salarial, a indicação de decisões proferidas em relação a empregados com diferença de tempo muito superior a dois anos, mesmo no âmbito de ação judicial própria do empregado mais recentemente contratado.

Relatórios

Para facilitar a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, o substitutivo aprovado determina às pessoas jurídicas de direito privado com cem ou mais empregados a publicação semestral de relatórios de transparência salarial e remuneratória.

Os relatórios deverão conter informações que permitam aos fiscais comparar os valores recebidos por mulheres e homens, observada a legislação de proteção de dados pessoais. Caso o relatório não seja apresentado, caberá multa de até 3% da folha de salários, limitada a cem salários mínimos (hoje, R$ 132 mil).

Com essa documentação, cujo formato será definido por regulamento, deverá ser possível verificar a proporção da ocupação de cargos de direção, gerência e chefia preenchidos por mulheres e homens. Poderão ser analisadas outras possíveis desigualdades, decorrentes de raça, etnia, nacionalidade e idade.

Segundo o texto aprovado, quando for identificada desigualdade na análise do relatório, independentemente do descumprimento da CLT, a empresa deverá apresentar e implementar plano para reduzir diferenças, com metas e prazos.

Na elaboração desse plano será garantida a participação de representantes das entidades sindicais e de representantes das trabalhadoras e dos trabalhadores nos locais de trabalho.

Divulgação

Na internet, o Poder Executivo deverá tornar públicos, além das informações dos relatórios, indicadores atualizados periodicamente sobre mercado de trabalho e renda desagregados por sexo.

Devem estar disponíveis indicadores de violência contra a mulher, de vagas em creches públicas, de acesso à formação técnica e superior e de serviços de saúde, bem como demais dados públicos que impactem o acesso ao emprego e à renda pelas mulheres e possam orientar a elaboração de políticas públicas.

Diversidade

O texto aponta também outras medidas para se atingir a igualdade salarial:
– disponibilização de canais específicos para denúncias;
– promoção e implementação de programas de diversidade e inclusão no ambiente de trabalho por meio da capacitação de gestores, lideranças e empregados(as) sobre a temática da equidade entre homens e mulheres no mercado de trabalho, com aferição de resultados; e
– fomento à capacitação e formação de mulheres para ingresso, permanência e ascensão no mercado de trabalho em igualdade de condições com os homens.

Deputado prepara projeto para acabar com o serviço militar obrigatório

O deputado federal diplomado Amom Mandel (Cidadania) irá propor o fim do alistamento militar obrigatório. O anúncio foi feito pelo parlamentar em sua conta no Twitter na manhã da última segunda-feira (16).

O vereador de Manaus assumirá o mandato na Câmara dos Deputados, em Brasília, no dia 1º de fevereiro, quando será empossado no cargo. Amom disse que está preparando o projeto e que, possivelmente, será um dos primeiros a ser apresentado por ele como deputado federal.

Além do anúncio, Amom pediu, na publicação, a opinião dos seus seguidores que divergiram sobre o assunto. A maioria dos comentários são de aprovação à iniciativa, alguns discordam argumentando que o alistamento é a primeira obrigação dos jovens, outros citam a necessidade de criar “exceções” no processo e que o tema cabe debate.

Em resposta a um comentário contrário à sua proposta, Amom disse: “Estou sugerindo que seja optativo. Quem quer se alistar, que vá”.

PEC não avança

No Brasil, o alistamento militar é obrigatório para os homens que completam 18 anos e tem duração de 12 meses, podendo ser reduzido ou prorrogado. Proposta de Emenda à Constituição (PEC), 162 de 2007, para tornar facultativo o serviço militar para homens e mulheres não avançou na Câmara Federal.

Em 2009, a PEC foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça após muita discussão e polêmica e precisava ser examinada por uma comissão especial antes de ir para votação, o que não aconteceu. A proposta foi anexada a uma outra PEC 264/2008, do então deputado federal Marcelo Serafim (PSB), e foi arquivada pela mesa diretora, em 2015, conforme consulta ao site da Câmara.

O serviço militar foi pauta de discussão mais recente dos parlamentares no Projeto de Lei 557/19, que prevê aos jovens morando em instituições de acolhimento familiar ou institucional prioridade no processo seletivo das Forças Armadas para o alistamento obrigatório.

Amom pode apresentar o projeto pelo seu próprio gabinete ou pelo gabinete compartilhado do Congresso Nacional, o qual participa com outros sete parlamentares.

Caminhoneiros poderão assistir filmes em sala de cinema dentro de carreta em Alpinópolis, Passos, Itaú de Minas e São Sebastião do Paraíso

Os caminhoneiros que passarem pelo km 400 da MG-050, em São Sebastião do Paraíso (MG), entre a próxima segunda (14) e quarta-feira (16), poderão assistir filmes em uma sala de cinema, dentro de uma carreta. A exibição será gratuita.

Os documentários e curtas-metragens serão exibidos no pátio da balança nos horários das 10h, 11h, 12h e 16h. No período noturno, a transmissão vai ser das 18h às 20h. Já quarta-feira (16), não haverá sessão noturna.

O objetivo do cinema móvel é alcançar o público com pouco acesso a equipamentos culturais. A estrutura vai contar com 32 poltronas, telão, climatização, iluminação adequada e laterais que se expandem.

O ‘Cine Caminhoneiro’ vai começar em São Sebastião do Paraíso, mas também vai acontecer em Passos, Itaú de Minas e Alpinópolis (MG). Para assistir aos filmes, os caminhoneiros precisarão medir a temperatura, higienizar as mãos com álcool em gel disponível no local e usar as próprias máscaras de proteção.

Presbiteriana Nacional e Mackenzie assumem projeto do Instituto Educacional

Cerca de 150 pessoas participaram da solenidade que oficializou a parceria entre o Instituto Mackenzie e a Igreja Presbiteriana de Passos, no loteamento Mirante do Vale, na última quinta-feira (10), para a implantação do Instituto Presbiteriano de Educação de Passos. De acordo com o presidente da Igreja Presbiteriana Central de Passos, Moisés Coelho Castro, os pronunciamentos que eram aguardados e foram confirmadas são fundamentais para dar início a este projeto em Passos e que vai atender a toda região.

“Tanto o presidente nacional da Igreja Presbiteriana, o reverendo Roberto Brasileiro, quanto o presidente do Conselho Curador do Instituto Presbiteriano Mackenzie, o reverendo Juarez Marcondes Filho, foram positivos em suas colocações sobre o apoio para a criação do Instituto Presbiteriano de Educação de Passos. Isso é muito importante para que nós tenhamos segurança em buscar recursos e realmente colocar esta grandiosa obra em construção”, assegurou Castro.

A área do lançamento da pedra fundamental fica no loteamento Mirante do Vale e tem 5 mil metros quadrados. A metade do terreno foi uma doação feita por Jairo Roberto da Silva e família, que estiveram presentes à solenidade; e a outra parte foi adquirida em parceria com a família de Jairo Roberto e com a Habitat Loteamentos a um valor abaixo do praticado pelo mercado. Toda a diretoria e funcionários também estavam presentes.

Também compareceram ao evento o diretor do Instituto Presbiteriano Gammon, de Lavras; o professor doutor Alysson Massote Carvalho, o Presidente da Comissão Nacional de Educação da Igreja Presbiteriana, o reverendo Geomário Carneiro, além de autoridades.

O Instituto Presbiteriano de Educação de Passos vai ser implantado em três etapas que vão de curto, médio a longo prazos. “Inicialmente vamos trabalhar com a proposta de iniciar o ensino fundamental para alunos do infantil ao 9º ano em um espaço que a Presbiteriana já tem, no centro da cidade (na rua Cel. Neca Medeiros). É o nosso edifício de educação. Claro, que vai passar por uma reforma, vamos fazer nova portaria, cuidar da parte de segurança que é exigência para a criação de uma escola. Neste espaço teremos cerca de 9 salas que atenderão em dois turnos, podendo atender cerca 20 alunos em cada”, explicou o pastor e professor Moisés Castro.

Para o projeto do Instituto Presbiteriano de Educação de Passos a ideia é já em 2022 montar o projeto educacional, em parceria com o Mackenzie Educacional. “O sonho efetivo da igreja é o ensino completo, do infantil ao superior dentro dos preceitos e programas de uma escola aberta, confessional e cristã. Podem ser alunos que professem qualquer religião, a escola é aberta”, disse o presidente.

Via: Observo.

Eletrobras Furnas planta as primeiras mudas no Projeto Nascentes

Áreas de 40 municípios mineiros receberão diversas espécies que auxiliarão na recuperação ambiental e melhoria da qualidade e quantidade da água dos reservatórios

O Projeto de P&D ANEEL apelidado de “Nascentes”, que está sendo desenvolvido pela Eletrobras Furnas para conservação da qualidade ambiental e busca pelo aumento da quantidade da água nos reservatórios de hidrelétricas situadas no estado de Minas Gerais, entra na fase de plantio de mudas. O total do investimento para o Projeto Nascente é de R$6.413.127,67. A iniciativa prevê a recuperação e monitoramento de matas ciliares em 200 nascentes no entorno dos reservatórios das Usinas de Furnas e Mascarenhas de Moraes (Peixoto). Os primeiros municípios a receberem as espécies serão Aguanil, Campo Belo, Cristais e Coqueiral. Ações de avaliação, seleção, caracterização e classificação das áreas de instalação já foram realizadas, além da elaboração dos projetos executivos, com o levantamento topográfico e análises de solo das áreas selecionadas para plantio. O Projeto conta com as parcerias da Ingá Engenharia e das universidades federais de Viçosa e Lavras, e com o apoio da Associação dos Municípios do Lago de Furnas – ALAGO.

As áreas que receberão as mudas nativas foram preparadas e cercadas, além de contarem com a eliminação de formigas e cupins e a condução da regeneração do solo. Nelas serão plantadas diversas espécies como: amora, ingá, urucum, ameixa, aroeira salsa, acácia e jacarandá. Também será realizado o semeio direto, conhecido como sistema muvuca. Entre as sementes estão aquelas que são de preservação (amargoso, angelim do cerrado, angico cuiabano, capitão do campo e outras) e as de interesse econômico (abóbora, bacuri, caju, tamarindo, entre outras).

Ao todo, 40 municípios serão envolvidos na iniciativa, sendo 35 vizinhos à Usina Furnas e 5 à Usina Mascarenhas de Moraes (Peixoto). O Projeto Nascentes utiliza uma metodologia inovadora, com inteligência artificial na recuperação ambiental de nascentes, o que impactará de forma positiva na melhoria da qualidade e quantidade da água nos reservatórios. A iniciativa também visa conscientizar os proprietários rurais lindeiros com relação à recuperação das áreas, em geral degradadas pelo cultivo e pastoreio de gado, bem como estimular a geração de renda decorrente dos plantios de espécies florestais de interesse econômico.

Clovis Torres, presidente da Eletrobras Furnas, destaca que o “Nascentes” é um projeto estratégico para a empresa e para a região do entorno dos reservatórios das Usinas Furnas e Mascarenhas de Moraes (Peixoto). “Além do caráter tecnológico e inovador, o projeto promoverá a potencialização da economia regional, agregando benefícios socioeconômicos e geração de renda à população do entorno, com a utilização de startups locais no beneficiamento e comercialização dos produtos oriundos do Projeto Piloto”, afirmou Torres.

Denominado “Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento” (P&D) para a Utilização de Inteligência Artificial no Desenvolvimento de Metodologias Inovadoras de Recuperação e Proteção de Nascentes e Áreas Degradadas em Zonas de Recargas de Aquíferos Contribuintes dos Reservatórios das Usinas Furnas e Mascarenhas de Moraes (Peixoto), o projeto de P&D terá duração de 36 meses, que incluirá a implantação e monitoramento das áreas selecionadas, bem como a análise e divulgação dos resultados obtidos.

Fabiana Teixeira
Superintendente de Estudos de Mercados e Inovações

Projeto milionário irá recuperar diversas nascentes em torno de Furnas

A ação tem investimento de R$ 6,4 milhões, destinados para a plantação de mudam em 40 cidades de Minas Gerais. Aguanil, Campo Belo, Cristais e Coqueiral serão as primeiras cidades a receberem o auxílio.

Dentre os 40 municípios, 35 são vizinhos á Hidroelétrica de Furnas e outras 5 próximos á Usina Mascarenhas de Moraes. O projeto desenvolvido pela Eletrobrás Furnas tem duração de 36 meses e incluirá a implantação e monitoramento das áreas selecionadas. O esperado é que ao menos 200 nascentes sejam recuperadas.

O projeto é uma ação de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e recebeu o nome de “Nascentes”. Além da Eletrobrás Furnas, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem parcerias com as universidades federais das cidades de Viçosa e Lavras e o apoio da Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago).

As áreas selecionadas para receber as mudas nativas foram preparadas e cercadas. Nos locais serão plantados diversas espécies como: amora, ingá, urucum, ameixa, aroeira salsa, acácia e jacarandá.

Via: Portal Onda Sul.

Projeto que propõe congelamento de IPVA vai à votação na Assembleia

No fim da tarde da última quinta-feira (11), a Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou o Projeto de Lei (PL) que determina o congelamento da tabela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) referente a 2020. Com o sinal verde, o texto poderá ser votado em primeiro turno no plenário da Casa.

Horas antes da aprovação na FFO, o PL já tinha passado pelo crivo dos deputados estaduais que compõem a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALMG. Com o “ok” das duas comissões, a proposta poderá ser votada pelos 77 parlamentares em plenário. Em caso de sucesso, haverá nova rodada de análises para, aí sim, viabilizar a votação em segundo turno.

Bruno Engler (PRTB), autor do projeto, sugeriu que o congelamento dos valores do IPVA seja válido enquanto durar o estado de calamidade pública. A situação calamitosa foi decretada pelo governador Romeu Zema (Novo) por causa da pandemia de COVID-19.

Na Comissão de Constituição e Justiça, o texto ganhou versão alternativa, que o congelamento não seja atrelado ao estado de calamidade, previsto para se encerrar em 31 de dezembro deste ano.

“Como se trata de um ato do Executivo, que não sabemos se será renovado, pode haver dúvida sobre a aplicação da norma a partir de 1º de janeiro”, explicou o relator, Sávio Souza Cruz (MDB), ao propor a nova redação do projeto.

O substitutivo contém, ainda, dispositivo que o congelamento da tabela do tributo seja restrito aos veículos usados (não importados).

Projeto do deputado Arantes em defesa as startups mineiras é aprovado em mais uma fase na ALMG

A inovação e desenvolvimento tecnológico de Minas Gerais deu mais um passo importante na Assembleia Legislativa. O Projeto de Lei (PL) 3578/2016, de autoria dos deputados Antônio Carlos Arantes e Dalmo Ribeiro Silva, que trata sobre à iniciativa de incentivo à criação e manutenção das startups no Estado foi aprovado na Comissão Financeira e Orçamentária (FFO) nesta segunda-feira.


Minas Gerais é o segundo maior polo de startups no Brasil, com média de crescimento semestral de 18,5% e somando 800 dessas empresas, sendo 300 delas localizadas no San Pedro Valley, em Belo Horizonte. Ainda assim, obstáculos tributários, falta de incentivo e a dificuldade de se conseguir recursos privados são as principais reclamações dos jovens empreendedores. Com isso, muitas delas desistem de permanecer em Minas Gerais e acabam se transferindo para outras capitais, como São Paulo.


Durante a Assembleia Fiscaliza, evento que se encerra nesta segunda-feira, o Secretário de Desenvolvimento Fernando Passalio fez questão de ressaltar a importância de se discutir a questão, principalmente no que se diz respeito a atração de capital privado para o crescimento dessas empresas.


O Governador Romeu Zema afirmou que aguarda apenas a aprovação do PL na ALMG para o relançamento do Seed, o programa de aceleração de startups do Governo de Minas Gerais que tem como objetivo fomentar o ecossistema de inovação e empreendedorismo tecnológico no Estado, um importante aliado para essas pequenas empresas.


Depois de passar pela quarta Comissão temática, o PL 3578/2016 deve seguir agora para a votação em Plenário em primeiro turno.

Projeto de Lei Iniciativa Popular para redução no salário de prefeito, vice e vereadores é enviado para estudo na Câmara Municipal de São José da Barra

No dia 17 de setembro, o vereador empossado como autor do Projeto de Lei Iniciativa Popular Reginaldo José Fernandes, deu entrada na Câmara Municipal de São José da Barra (MG), em 4 projetos para estudos, sendo eles, a redução do subsídio mensal do prefeito, vice-prefeito e vereadores e também a redução do número de vereados no município.

De acordo com o vereador, foram protocolados quatro Projetos de Iniciativa Popular, sendo um para alteração na Lei Orgânica com o intuito em reduzir o número de vereadores de 9 para 7, a partir de 2025. Os outros são a redução dos subsídios.

“Junto aos projetos foi protocolado um abaixo assinado com 331 assinaturas de populares. Devido a COVID-19, não foram visitadas a maioria das pessoas para que pudessem assinar o mesmo. Com certeza o apoio para estes projetos passa de 90% da população”. Informou Reginaldo.

Atualmente o salário dos vereadores é de R$ 3.383,14 (três mil trezentos e oitenta e três reais e quatorze centavos), sem os descontos. O salário do prefeito é R$ 20.606,72 (vinte mil seiscentos e seis reais e setenta e dois centavos), sem os descontos e do vice-prefeito R$ 4.838,34 (quatro mil reais oitocentos e trinta e oito reais e trinta e quatro centavos), sem descontos. De acordo com o PLIP nº 30/2020, a partir de 2021, os vereadores terão um subsídio de R$ 1.200,00 (hum mil e duzentos reais), o vice-prefeito terá um subsídio de R$ 1.200,00 (hum mil e duzentos reais) e o prefeito terá um subsídio de R$ 16.000,00 (dezesseis mil reais).

Antena da Vivo em breve começará operar em São José da Barra

O centro de São José da Barra (MG), recentemente recebeu uma antena da vivo que começará a operar em breve.

A antena instalada na Avenida Dom Inácio, está amparada pelo substituto do Projeto de Lei Ordinária n°004/2020, de autoria do vereador José Antônio Bícego, que foi aprovado pela câmara municipal, a qual regulamenta instalação de antenas de telefonia. A lei leva em conta também aspectos como a chamada zona crítica, distância de pelo menos 50 metros de hospitais, escolas e creches, na qual as empresas devem evitar instalar as antenas, antes era 150 metros.

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