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Jornal Folha Regional

Ranking nacional consagra Minas com quatro cachaças entre as dez melhores

Ranking nacional consagra Minas com quatro cachaças entre as dez melhores – Foto: Divulgação/ Cúpula da Cachaça

A tradição mineira na produção de cachaça voltou a ganhar reconhecimento nacional em 2026. Quatro rótulos produzidos em Minas Gerais apareceram entre os dez melhores do país no Ranking da Cúpula da Cachaça, divulgado nesta semana, reforçando a força do estado em um dos setores mais valorizados da produção artesanal brasileira.

O principal destaque mineiro foi a Mineiriana Carvalho, produzida em Itabira, que alcançou a segunda colocação geral ao receber 89,57 pontos. A marca ainda voltou a aparecer no Top 10 com a Mineiriana Amburana, que ficou em décimo lugar, consolidando a presença da cidade entre os principais polos de qualidade do setor.

A diversidade das regiões produtoras mineiras também chamou atenção no ranking. No Sul de Minas, a Tiê Prata, fabricada em Aiuruoca, garantiu a quinta posição e se destacou entre as melhores cachaças brancas do concurso, categoria composta por bebidas não envelhecidas.

Já no Norte do estado, a tradicional Canarinha, produzida em Salinas, manteve sua reputação nacional ao conquistar a oitava colocação geral.

O ranking de 2026 foi liderado pela Bylaardt Extra Premium, de Luiz Alves, que alcançou 91 pontos. Além de Minas Gerais, o Top 10 reuniu rótulos da Paraíba, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro.

Confira a classificação completa:

1º — Bylaardt Extra Premium — Luiz Alves (SC) — 91,00 pontos
2º — Mineiriana Carvalho — Itabira (MG) — 89,57 pontos
3º — Baraúna Premium Carvalho — Alhandra (PB) — 88,43 pontos
4º — Princesa Isabel Prata — Linhares (ES) — 85,71 pontos
5º — Tiê Prata — Aiuruoca (MG) — 85,29 pontos
6º — Volúpia Premium — Alagoa Grande (PB) — 84,86 pontos
7º — Campanari Amendoim — Monte Alegre do Sul (SP) — 84,15 pontos
8º — Canarinha — Salinas (MG) — 84,14 pontos
9º — Magnífica Reserva Soleira — Vassouras (RJ) — 84,14 pontos
10º — Mineiriana Amburana — Itabira (MG) — 83,57 pontos

Considerado um dos processos de avaliação mais rigorosos do segmento, o Ranking da Cúpula da Cachaça é realizado em três etapas: votação popular, análise técnica de especialistas e degustação às cegas das 50 finalistas.

Na fase decisiva, os jurados avaliam as bebidas sem acesso às marcas ou à origem dos produtos, levando em consideração apenas critérios sensoriais, como aroma, cor e sabor.

Para representantes do setor, o desempenho mineiro em 2026 demonstra a importância da combinação entre métodos artesanais tradicionais e investimentos em tecnologia de envelhecimento, fatores que têm garantido competitividade às cachaças do estado em um mercado cada vez mais profissionalizado.

Cozinha mineira é destaque em ranking internacional e reforça estado entre os grandes destinos gastronômicos do mundo

Cozinha mineira é destaque em ranking internacional e reforça estado entre os grandes destinos gastronômicos do mundo – Foto: reprodução

Minas Gerais volta a ganhar projeção internacional a partir das notas divulgadas pelo site TasteAtlas a produtos e referências da cozinha mineira.

Sabores emblemáticos de Minas aparecem com pontuações elevadas, acima de 4, e, em alguns casos, chegando a 5 na plataforma global que reúne grande volume de avaliações de pessoas de diferentes partes do mundo.

O resultado reafirma a força da cozinha mineira no cenário internacional e consolida o estado como um dos grandes territórios gastronômicos do planeta.

Entre os itens mineiros destacados com notas acima de 4 estão o pão de queijo (4,4), o Queijo Minas (4,2), a jabuticaba (4,3), o feijão tropeiro (4,3) e o Queijo Canastra (4,4).

No campo dos produtos e produtores de excelência, Minas alcança resultados ainda mais expressivos, com referências que chegam a 4,9 e 5, como as queijarias Roça da Cidade (5), Serra das Antas (4,9), Laticínios Paiolzinho (4,9), além da Odle Chocolates (4,9), Kochen Azeites Saborizados (4,9) e Azeite de Oliva Orfeu (4,9).

Minas em destaque

O TasteAtlas vem reconhecendo Minas Gerais de forma recorrente. Na repercussão do TasteAtlas Awards 23/24, a culinária mineira foi apontada como a melhor culinária regional do Brasil e posicionada entre as 30 melhores do mundo, com nota 4,36.

Na edição atual dos rankings da plataforma, Minas Gerais volta a figurar entre os cem melhores destinos gastronômicos regionais do planeta, reafirmando sua presença entre os territórios culinários mais admirados do mundo.

Para o governador de Minas Gerais, Mateus Simões, o reconhecimento internacional confirma a potência da cozinha mineira como expressão maior da identidade do estado.

“Quando nossos produtos e sabores aparecem com avaliações tão altas, acima de 4 e chegando a 5, o que se reconhece é a força de uma tradição viva, profundamente ligada à história, à criatividade e à hospitalidade de Minas Gerais. É um orgulho para o estado e uma demonstração de que Minas se firma, cada vez mais, como um dos grandes destinos gastronômicos do planeta”, diz.

O governador destaca ainda que a gastronomia mineira projeta uma imagem ampla de Minas, reunindo cultura, turismo, produção e pertencimento.

“Nossa cozinha traduz o que Minas tem de mais valioso: autenticidade, memória, qualidade e capacidade de acolher. O pão de queijo, os queijos artesanais, o feijão tropeiro, os doces, os cafés e tantos outros produtos carregam uma história coletiva e uma sofisticação própria”, enfatiza.

Para o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, o destaque das notas confere objetividade internacional a uma excelência que os mineiros sempre souberam cultivar.  Isso dá visibilidade internacional, em linguagem objetiva, a uma verdade que nós conhecemos profundamente: “Minas Gerais é um território de excelência gastronômica, de enorme densidade cultural, afetiva e histórica”.

Segundo o secretário, o valor das pontuações está justamente em mostrar que a cozinha mineira não se impõe apenas pela tradição, mas também pela qualidade reconhecida em escala mundial. Ele também ressalta que esse reconhecimento nasce da combinação singular entre território, saber tradicional e sofisticação cultural.

“Essas pontuações revelam mais do que preferência de consumo. Elas traduzem uma civilização culinária viva, feita de montanhas, quintais, cozinhas, mercados, fazendas, queijeiros, doceiras, agricultores e famílias inteiras que transformaram alimento em patrimônio”, conclui.

Marcelo Morais lidera ranking regional e se destaca pela eficiência em políticas públicas

Prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD) – Foto: reprodução

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), aparece como o gestor mais bem avaliado entre os 21 prefeitos da região, segundo enquete realizada pelo Jornal Folha Regional.

Com 90% de aprovação popular, Marcelo lidera o ranking, refletindo não apenas a aprovação da população, mas também o impacto de uma gestão pautada em políticas públicas estruturantes e resultados concretos.

O levantamento registrou forte participação popular, ultrapassando 1 milhão de visualizações, com enquetes que variaram entre 15.109 e 61.362 votantes, evidenciando alto engajamento da população regional.

Mais do que números, o resultado revela uma tendência clara: prefeitos bem avaliados são aqueles que conseguem transformar planejamento em ações efetivas. Investimentos em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura urbana e desenvolvimento econômico têm sido determinantes para elevar a percepção positiva da população.

No caso de Marcelo Morais, a alta aprovação está diretamente ligada à condução de políticas públicas voltadas para a melhoria dos serviços básicos, fortalecimento da economia local e atenção às demandas sociais, consolidando um modelo de gestão que prioriza eficiência, proximidade com a população e responsabilidade administrativa.

Outros gestores também se destacam no ranking, mostrando um cenário regional competitivo e com avanços significativos na gestão pública:

🏆 Ranking de aprovação:

🥇 1º – Marcelo Morais (São Sebastião do Paraíso) – 90%
🥈 2º – Diego Oliveira (Passos) – 84%
🥉 3º – Garcia (Vargem Bonita) – 79%
4º – Brexinha (São Roque de Minas) – 79%
5º – Rafael Freire (Alpinópolis) – 78%
6º – Marcelinho Silva (São José da Barra) – 78%
7º – Dr. Paulo César (Piumhi) – 77%
8º – Éder Garcia (São João Batista do Glória) – 75%
9º – Cristiano Gerardão (Capitólio) – 73%
10º – Negrinho (Cássia) – 72%
11º – Nardo (Capetinga) – 72%
12º – Geovanio Macedo (Pimenta) – 71%
13º – Marcinho (Fortaleza de Minas) – 71%
14º – Zé Reinaldo (Claraval) – 71%
15º – Norival (Itaú de Minas) – 69%
16º – Paulo Cézar (Ibiraci) – 69%
17º – Everilson (Pratápolis) – 68%
18º – Filipe Carielo (Carmo do Rio Claro) – 65%
19º – Dr. Pedro (Guapé) – 65%
20º – Tonhão (Conceição Aparecida) – 64%
21º – Nirlei (Ilicínea) – 55%

Gestão pública em evidência

O ranking reforça que a avaliação positiva da população está cada vez mais associada à capacidade dos gestores de implementar políticas públicas eficientes, com foco em resultados, transparência e qualidade de vida.

Em um cenário de crescente cobrança por parte da sociedade, prefeitos que investem em planejamento, inovação administrativa e atendimento direto à população tendem a alcançar melhores índices de aprovação — consolidando uma nova cultura de gestão pública na região.

Belo Horizonte conquista 2º lugar entre as melhores capitais para se viver

Belo Horizonte conquista 2º lugar entre as melhores capitais para se viver – Foto: reprodução

Belo Horizonte conquistou a segunda colocação no ranking das melhores capitais do Brasil para se viver, segundo levantamento divulgado pela Gazeta do Povo. O resultado reforça o destaque da cidade em indicadores ligados à qualidade de vida, desenvolvimento urbano e bem-estar da população.

O estudo avaliou diferentes critérios relacionados ao cotidiano dos moradores, como infraestrutura, crescimento urbano e cuidado com as pessoas. A capital mineira aparece como uma cidade que avança de forma consistente, equilibrando expansão com políticas voltadas à melhoria dos serviços e do ambiente urbano.

O desempenho coloca Belo Horizonte à frente de capitais tradicionais e consolida a imagem do município como referência nacional em qualidade de vida. O reconhecimento também fortalece o posicionamento da cidade como destino atrativo para morar, investir e desenvolver novos projetos.

Impulsionadas pelo café, exportações do agro em Minas lideram ranking nacional

Impulsionadas pelo café, exportações do agro em Minas lideram ranking nacional – Foto: reprodução

As exportações do agronegócio mineiro alcançaram US$ 14,5 bilhões no acumulado de janeiro a setembro de 2025, com crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

No ranking nacional dos principais estados exportadores do agro, Minas foi o que apresentou o maior crescimento no período. O café lidera a pauta exportadora, seguido pelo complexo soja e sucroalcooleiro, carnes e produtos florestais.

Já o volume embarcado somou 13 milhões de toneladas, com redução de 7,6%, na comparação com os meses de janeiro a setembro do ano anterior. Minas é o terceiro estado que mais exporta produtos do agro, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo, e responde por quase 13% da receita do agro nacional.

Ao todo 615 diferentes produtos agropecuários mineiros foram enviados para 175 países, com destaque para a China (25%), Estados Unidos (11%), Alemanha (8%), Itália e Japão (5%).

Na avaliação da assessora técnica da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Manoela Teixeira, o expressivo crescimento na pauta exportadora mineira deve-se, principalmente, ao bom momento do café, que mantém suas cotações em alta desde o ano passado, sendo favorecido pela baixa oferta no mercado internacional e aumento do consumo mundial.

O grão alcançou US$ 7,77 bilhões, representando pouco mais da metade da receita do agro. O aumento foi de 48% em relação ao mesmo período de 2024.

O estado responde, sozinho, por cerca de 70% das exportações brasileiras de café, o que confirma sua liderança absoluta. Os principais destinos continuam sendo os Estados Unidos, Alemanha e Itália, que demandam a alta qualidade do café mineiro.

Ainda segundo a assessora, a expectativa para o fim do ano é superar, mais uma vez, o recorde de vendas dos produtos agropecuários do estado, que alcançaram US$ 17 bilhões no ano passado.

“Esse cenário positivo vem sendo influenciado pela valorização do preço médio dos produtos. Além disso, Minas Gerais mostra capacidade de adaptação com tecnologia no campo e diversidade produtiva, consolidando-se como referência de qualidade, sustentabilidade e competitividade”, complementa.

Soja

O complexo soja (grãos, óleo e farelo) registrou US$ 2,6 bilhões com o embarque de 6,5 milhões de toneladas e queda de 15% e 7% respectivamente.

Sucroalcooleiro

O volume chegou a 3,3 milhões de toneladas, totalizando US$ 1,5 bilhão com queda de 19,9% na receita. A produção de etanol no mercado interno tem se mostrado mais atrativa para os produtores.

Carnes

A receita do setor de carnes (bovina, suína e frango) alcançou US$ 1,3 bilhão no período, alta de 6,8% em relação ao mesmo período de 2024. Já o volume total ficou em 368,8 mil toneladas.

Produtos florestais

Os produtos florestais (celulose, madeira e papel) alcançaram aproximadamente US$ 765 milhões. O volume embarcado ficou em 1,3 milhão de toneladas.

Cidade do Sul de Minas entra no ranking das mais frias do país

Cidade do Sul de Minas entra no ranking das mais frias do país – Foto: reprodução

O distrito de Monte Verde (MG), em Camanducaia, no Sul de Minas, registrou uma das menores temperaturas do país nesta quarta-feira (6), ocupando o quinto lugar do ranking nacional.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a cidade registrou 6,1°C entre 6h e 7h. A mínima, no entanto, não entra na lista de menores temperaturas do estado em 2025.

Segundo o Inmet, as quatro primeiras ocupações do ranking são do Rio Grande do Sul, liderado pelo município de Jaraguão, com 1,1°C, seguido por Quaraí (4,4°C), Dom Pedrito (4,8°C) e Rio Grande (5°C).

Menores temperaturas do país em 6/8 

  • 1,1°C – Jaraguão (RS)
  • 4,4°C – Quaraí (RS)
  • 4,8°C – Dom Pedrito (RS)
  • 5°C – Rio Grande (RS)
  • 6,1°C – Monte Verde (MG) 

Previsão em Minas

Conforme a previsão do Inmet, o dia é de tempo estável em Minas Gerais nesta quarta. A manhã começou com muitas nuvens no centro-leste mineiro, mas a nebulosidade reduz no decorrer do dia.

No restante do estado, sol entre poucas nuvens com umidade acima de níveis críticos, o que representa uma melhora momentânea no tempo seco.

Itaú de Minas lidera ranking de qualidade de vida na região

Itaú de Minas lidera ranking de qualidade de vida na região - Foto: reprodução
Itaú de Minas lidera ranking de qualidade de vida na região – Foto: reprodução

Com 68,47 pontos de 70, Itaú de Minas lidera o ranking de qualidade de vida na região, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) 2025, divulgado nesta semana. O levantamento aponta ainda que o município alcançou a terceira melhor posição no estado e o 40º lugar no país. A média da região é de 61,92 pontos.

Itaú de Minas e Alpinópolis – 2º melhor índice na região, com 64,42 pontos e 67º lugar no ranking estadual – são as únicas cidades que figuram na categoria das mais bem avaliadas no Brasil, com pontuações consideradas relativamente fortes.

O IPS Brasil utiliza metodologia que avalia a qualidade de vida da população de forma multidimensional e é feito em colaboração entre o Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Fundação Avina, Centro de Empreendedorismo da Amazônia, iniciativa Amazônia 2030, Anattá – Pesquisa e Desenvolvimento, e o Social Progress Imperative.

A pesquisa utiliza como base dados de programas sociais, indicadores do Ministério da Saúde, Ministério da Educação (MEC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entre outros órgãos.

Na edição deste ano, Itaú atingiu a nota de 66,42, abaixo do resultado de 2024, quando alcançou 64,55, mas ainda considerada relativamente forte, com destaque para dados sobre necessidades humanas básicas, como moradia, segurança e saneamento básico, além de acesso à programa de direitos humanos.

A cidade também se destacou no Índice de Vulnerabilidade das Famílias do Cadastro Único (IVCAD), baixo índice de mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis, existência de ações para direitos de minorias, entre outros indicativos.

Na 3º colocação na região aparece a cidade de Bom Jesus da Penha, com 63,92 pontos e 93º lugar no estado. Na contramão, os municípios de Claraval (58,77 pontos), Pimenta (59,32) e Nova Resende (59,47) são os que atingiram as menores pontuações na região, com índices considerados relativamente neutros.

Segundo o levantamento do IPS, 19 municípios da região melhoram a pontuação de qualidade de vida neste ano, em comparação com o resultado obtido em 2024. Já oito cidades registraram queda na pontuação.

Qualidade de vida na região – IPS
MunicípiosPontuação 2024Pontuação 2025Ranking no estado (2025)
Alpinópolis64,5564,4267º
Bom Jesus da Penha64,6363,9293º
Capetinga60,5360,86335º
Capitólio59,5561,4271º
Carmo do Rio Claro60,3561,9226º
Cássia63,1162,59187º
Claraval60,9658,77541º
Delfinópolis59,559,52471º
Doresópolis58,1360,52362º
Fortaleza de Minas57,3361,06319º
Guapé63,6859,64456º
Ibiraci61,8363,2131º
Itamogi62,0762,76167º
Itaú de Minas66,3768,47
Jacuí61,0261,07314º
Monte Santo de Minas64,163,54113º
Nova Resende59,4259,47477º
Passos64,1962,74172º
Pimenta59,3459,32491º
Piumhi61,4363,63109º
Pratápolis65,0262,53189º
São João Batista do Glória6163,08138º
São José da Barra60,0761,09298º
São Roque de Minas60,2860,81339º
São Sebastião do Paraíso62,9663,5117º
São Tomás de Aquino59,3561,89227º
Vargem Bonita59,8760,26387º
Média61,561,92
Fonte: Índice de Progresso Social (IPS)

Entre as três maiores cidades da região, Passos tem a menor pontuação

PASSOS – Passos, cidade mais populosa da região, atingiu a nota de 62,74, considerada como relativamente neutra. A pesquisa aponta que o município teve queda de 1,45 pontos, em relação ao resultado do ano passado, que ficou com a nota de 64,19. Passos é o 172º no estado e 1.157º no Brasil.

Segundo dados do IPS, o município se destaca nos fundamentos de bem-estar, acesso à cultura, esporte e lazer, expectativa de vida e nota mediana no Enem. Por outro lado, o índice de violência contra a mulher, inclusão social a famílias em situação de rua e dados sobre desnutrição e de cobertura vacinal contra a poliomielite estão com índice relativamente fraco.

São Sebastião do Paraíso atingiu nota de 63,5 em 2025, melhorando o resultado alcançado do ano passado (62,96). O município é o 117º no ranking estadual e 884º no ranking nacional.

Paraíso se destaca em dados sobre acesso a programas de direitos humanos, acesso à cultura, lazer e esporte, índice de perdas de água na distribuição, além de resultado alto em dados sobre empregados com ensino superior e nota mediana do Enem. Porém, o município recebeu pontuação relativamente baixa em dados sobre mortes por acidente de transporte, inclusão social de famílias em situação de rua e de subnutrição.

Já Piumhi recebeu nota de 63,63, a maior entre as três maiores cidades da região. Em 2024, alcançou pontuação de 61,43. O município se destaca em existência de ações para direitos de minorias, quantitativo de praças e parques em áreas urbanas, expectativa de vida e nota mediana no Enem.

Por outro lado, o município teve índice considerado baixo em violência contra mulheres e negros, qualidade de internet móvel, subnutrição, entre outros indicadores.

Metodologia

A pesquisa leva em consideração dados sobre Necessidades Humanas Básicas (Nutrição e Cuidados Básicos, Água e Saneamento básico, Moradia e Segurança Pessoal); Fundamentos do Bem-Estar (Acesso ao Conhecimento Básico, Acesso à Informação e Comunicação, Saúde e bem-estar e Qualidade do Meio Ambiente) e Oportunidades (Direitos Individuais, Liberdades Individuais e de Escolhas, inclusão Social e Acesso à Educação Superior). Cada indicadores é subdividido de acordo com a temática.

A pesquisa considera a média das notas como relativamente forte, relativamente neutra e relativamente fraca. Na região, nenhum município ficou com média de nota relativamente fraca, embora alguns indicadores específicos possam estar nesta condição.

Via: Clic Folha

Uemg sobe 16 posições no Ranking Universitário da Folha

Cursos de Desing e de Artes Plásticas e Visuais da Uemg tiveram a 15ª melhor nota no país - Foto: Reprodução
Cursos de Desing e de Artes Plásticas e Visuais da Uemg tiveram a 15ª melhor nota no país – Foto: Reprodução

A Universidade do Estado Minas Gerais (Uemg) subiu 16 posições no Ranking Universitário Folha (RUF) 2024, feito pelo jornal Folha de São Paulo. Em 2023, a Uemg estava na 134ª posição no RUF, com 37,60 de nota geral, entre as 203 instituições de ensino pesquisadas. Neste ano, a universidade aparece em 118º lugar, com 42,85 pontos.

A nota geral leva em consideração todo os campus da instituição e é resultado da soma da pontuação em cinco categorias: ensino, pesquisa, mercado, inovação e internacionalização, que tem como nota máxima 100 pontos.

A estadual de Minas, que possui um campus em Passos, ficou na última colocação (12ª) quando consideradas apenas as universidades públicas mineiras, a mesma posição do ano anterior. Somando com a universidades particulares, são 21 instituições de ensino superior mineiras no ranking, com a Uemg em 14º.

O topo do RUF 2024 é liderado pela Universidade de São Paulo (USP), seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRF) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

No ranking de cursos, as duas melhores notas da Uemg são em Artes Plásticas e Visuais, e Design. Ambos são ministrados no campus de Belo Horizonte e ficaram em 15º no país.

A Uemg conta com unidades em Belo Horizonte, Barbacena, Campanha, Carangola, Cláudio, Divinópolis, Frutal, Ibirité, Ituiutaba, João Monlevade, Leopoldina, Passos, Poços de Caldas, Ubá, Diamantina, João Pinheiro, Abaeté e Formiga.

‘Precisamos aumentar o número de professores efetivos’, diz vice-diretor

Para o vice-diretor da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), unidade Passos, Vinícius D’Ávila, a instituição se destaca em ensino.

“Eu vi o ranking, e ele possui diferentes tipos de classificação, como pesquisa, ensino e inovação. Então, no ensino, a Uemg está, inclusive, na frente da Unimontes. Contudo, na pesquisa, a Uemg está lá atrás. Por isso que no geral ela caiu”, disse.

De acordo com o ranking da Folha de São Paulo, a Uemg está na 69ª colocação em ensino e na 144ª em pesquisa. Já a Unimontes, instituição de ensino superior administrada pelo estado mineiro, assim como a Uemg, está na 87ª posição em ensino e na 65ª em pesquisa.

Questionado sobre investimento na Uemg, Vinícius aponta que é preciso contextualizar a situação da universidade.

“É importante contextualizar a situação da Uemg como um todo. Não é apenas dinheiro que pode mudar as coisas, apesar de ser importante. O primeiro ponto a ser observado é que a Uemg salta, em 2015, de 5 mil alunos para 20 mil. Ela era uma universidade muito pequena, com um fluxo de funcionamento muito diferente e, da noite para o dia, ela transforma fundações com outras finalidades, como a Fesp, em partes da Uemg”, explica D’Ávila.

“E essas fundações, que tinham caráter privado, apesar de serem fundações sem fins lucrativos, mas que funcionavam como universidades privadas, eram instituições que tinham mais fortemente ensino do que pesquisa”, completa.

Ainda de acordo com o vice-diretor, o processo de estadualização é lento, e é construído a partir de concursos, criação de pós-graduação e desenvolvimento de pesquisas dentro da universidade.

“Pesquisa se melhora com o tempo. Como? Primeiro, precisamos aumentar o número de professores efetivos na instituição, porque professor temporário não tem carga horária para pesquisa. Precisamos de mais concursos públicos”, disse.

“Segundo, tem que melhorar a carreira docente. Com os editais de 2018 e 2021, nós tivemos um considerável número de professores efetivos, mas que pediram exoneração por terem passado em outras universidades. E isso acontece porque a carreira em outras universidades é mais atrativa”, completou.

Ele aponta outro problema na instituição que precisa ser resolvido. “Desde a estadualização, nós não aumentamos o número de servidores administrativos. A maioria das unidades não possuem servidores desse tipo efetivos. E os processos e fluxos processuais são feitos por esses servidores”.

“Não adianta ter dinheiro e não ter capacidade de compra. Não adiante ter dinheiro e não conseguir executar obras, porque o servidor administrativo é quem faz a licitação, quem remaneja um patrimônio, quem faz uma obra. Então preciso de servidor administrativo engenheiro, enfermeiro, advogado, para diversos setores”, disse.

Sobre o orçamento da Uemg, o vice-diretor explica que melhorou de 2019 para 2021, melhorou em 2022, sendo o melhor orçamento já obtido pela universidade, mas em 2023 e 2024 não foi mantido o mesmo valor, “mas, mais do que o recurso financeiro, é a valorização das pessoas que trabalham ali” que deve melhor a instituição.

Cursos de Desing e de Artes Plásticas e Visuais da Uemg tiveram a 15ª melhor nota no país - Foto: Reprodução
Cursos de Desing e de Artes Plásticas e Visuais da Uemg tiveram a 15ª melhor nota no país – Foto: Reprodução

Via: Clic Folha

3 frutas brasileiras estão na lista das melhores do mundo em ranking internacional

3 frutas brasileiras estão na lista das melhores do mundo em ranking internacional - Foto: reprodução
3 frutas brasileiras estão na lista das melhores do mundo em ranking internacional – Foto: reprodução

No ranking internacional das 100 melhores frutas do mundo, estão três brasileiras. A jabuticaba, o açaí e o guaraná. Essas frutinhas tipicamente nacionais fazem sucesso lá fora e deixam os estrangeiros com água na boca e muita curiosidade.

No levantamento do TasteAtlas, feito com base nas notas dadas de 0 a 5 dadas por usuários na internet, a jabuticaba, ficou no pódio entre as nacionais, com o 11º  lugar na votação geral e pontuação 4,4.

Com casca roxa e polpa branca, a frutinha bem pequena contém ferro, vitaminas C, B, B2, B3 e carboidratos. A jabuticaba é o fruto da jabuticabeira, árvore originária do Brasil, nativa da Mata Atlântica. A árvore existem em abundância em São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

Açaí, segundo brasileiro no ranking

Nesse ranking das melhores frutas do mundo, o açaí ficou em 24ª posição, com 4,3 de nota.

Foi a segunda brasileira mais votada.

Típico da região amazônica, o açaí é descrito como “superalimento”, podendo ser consumido em forma de polpa. É definido como elevado poder nutricional.

A força do guaraná

3 frutas brasileiras estão na lista das melhores do mundo em ranking internacional - Foto: reprodução
3 frutas brasileiras estão na lista das melhores do mundo em ranking internacional – Foto: reprodução

O guaraná surgiu em em 57º lugar na votação, com nota 4,1. Ele é mencionado como uma fruta que “dá energia” e com sabor é “distinto e único”.

O guaraná é utilizado em refrigerantes, gomas de mascar, barras de chocolate e xaropes. Seu sabor único encanta paladares no mundo inteiro.

A fruta campeã foi o pêssego, da Grécia. Por sinal, as frutas gregas se destacam no levantamento.

Delícias naturais

No topo das cinco melhores frutas do mundo, estão os produtos da Grécia, Espanha e Polônia.

Além dos pêssegos da Grécia, estão os cítricos da Espanha, os morangos da Polônia, a tangerinas e as laranjas gregas.

Na lista tem maçã, uvas de diversos tipos e mangostão… São diferentes cores, sabores, e é claro, uma variedade de nutrientes.

O TasteAtlas ressalta que o ranking não deve ser visto como uma conclusão final sobre comida no mundo. O que pretendem é destacar os sabores locais.

É bacana ver as nossas delícias naturais assim num ranking mundial. O coração enche de orgulho!

Top 10 das melhores frutas do mundo

A lista vai até a 100º posição, veja as 10 melhores do mundo.

Ah! As notas estão ao lado.

  1. Pêssegos (Grécia)  – 4,7
  2. Cítricos (Espanha) – 4,7
  3. Morangos (Polônia) – 4,6
  4. Tangerinas (Grécia) – 4,6
  5. Laranjas (Grécia) – 4,6
  6. Mangostão (Indonésia) – 4,5
  7. Uvas Primitivo (Itália) – 4,5
  8. Maçãs (Grécia) – 4,5
  9. Uva de casca rosa (França) – 4,4
  10. Uva Malbec (França) – 4,4

São José da Barra é destaque no IDEB no ensino fundamental do 4° ao 5° ano

Dados órgão vinculado ao Ministério da Educação mostram que São José da Barra (MG) está em 1º lugar no ensino fundamental do 4º ao 5º ano e Tocos do Moji (MG) lidera lista do 8º ao 9º ano.

Dados divulgados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nesta terça-feira (15) apontam que cidades do Sul de Minas estão entre as maiores notas do Estado entre ensino fundamental e ensino médio da rede pública. São José da Barra lidera lista do 4º ao 5º ano do ensino fundamental, enquanto Tocos do Moji está em primeiro no ranking do 8º ao 9º ano.

Os dados do ano-base 2019 foram divulgados pelo órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e ainda mostram que, em relação ao ensino médio da rede pública, o Sul de MG também está entre as melhores cidades de MG: Inconfidentes é a 4ª colocada no Estado.

Do quarto ao quinto ano

Em levantamento feito pelo G1 Sul de Minas, dez cidades da região estão entre as 30 melhores notas do Estado no Ideb, do 4º ao 5º ano do ensino fundamental.

São José da Barra lidera o ranking com a nota 8.1. Em 2017, última divulgação do órgão, a cidade tinha a mesma nota. Em segundo lugar, outra cidade do Sul de MG: São Pedro da União que subiu de 7.8, em 2017, para 8.0 em 2019.

Do oitavo ao nono ano

Em relação às 30 cidades de MG com as maiores notas, a região tem 14 municípios entre as melhores, de acordo com os dados do Ideb.

Tocos do Moji lidera o ranking com nota 6.4. Córrego Bom Jesus é a terceira colocada com 6.2 e Dom Viçoso vem logo em seguida com 6.2.

Também considerando as 30 cidades com as maiores notas, o Sul de MG tem sete cidades entre elas. Inconfidentes é a melhor classificada da região, com nota 5.5 está na 4ª posição do ranking.

Estado abaixo do esperado

Em Minas Gerais, os dados do Ideb mostram aumento nas notas para ensino fundamental e ensino médio. No entanto, o Estado não alcançou as metas estabelecidas para 2019. Somente nos anos iniciais do ensino fundamental as notas foram maiores do que o esperado.

Fonte: G1 Sul de Minas

Jornal Folha Regional
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