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Jornal Folha Regional

Zema sanciona aumento do próprio salário e de secretários em quase 300%; veja valores

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), sancionou o reajuste de 298% de seu salário nesta quarta-feira (3). Medida, aprovada pela Assembleia Legislativa (ALMG) foi divulgada no Diário Oficial do Estado. No texto, há previsão de que o chefe do Executivo, assim como o vice, Mateus Simões (Novo), e secretários, recebam até R$ 42 mil pelo serviço.  

Quando foi protocolado pela Mesa Diretora da Assembleia, no fim do mês passado, o projeto que propôs o aumento escalonado nos salários, foi defendido por Zema como um reajuste necessário. “São mais de 15 anos de congelamento dos salários dos Secretários Estaduais, situação incompatível com o cargo. Agradeço a ALMG que apresentou, a meu pedido, PL que resolve o problema”, escreveu o governador no Twitter. 
 
Os vencimentos saltaram de R$ 10,5 mil para R$ 41,8 mil até 2025, enquanto o salário do vice-governador poderá chegar a R$ 37,6 mil. Salários dos secretários poderão chegar, nos próximos dois anos, a R$ 34,7 mil, de acordo com a proposta. A expectativa é que o pagamento dos adjuntos chegue a R$ 31,2 mil.

Justificativa

Na justificativa do projeto de lei, a Mesa Diretora da ALMG deixa claro que os reajustes foram pedidos pelo Executivo. Além disso, a justificativa informa que “a proposta apresentada busca corrigir os valores dos subsídios mencionados, que estão em vigor desde janeiro de 2007, utilizando-se como referência o subsídio estabelecido para o Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado, no caso do Governador, e aquele fixado para o Deputado Estadual, no caso dos Secretários de Estado. Para definir os subsídios do Vice-Governador e do Secretário Adjunto de Estado, foi utilizado o percentual de 90% dos valores previstos, respectivamente, para o Governador e para o Secretário de Estado”. O projeto deve receber parecer da Mesa Diretora e depois segue para votação em plenário.

Durante a campanha eleitoral pela disputa de seu primeiro mandato, em agosto de 2018, Zema – que foi o candidato mais rico com um patrimônio declarado de R$ 69.752.863,96 –  registrou no 9º Ofício de Notas de Belo Horizonte a promessa de não receber salário. No documento oficializado, o então candidato registrou, ainda, que o vice-governador e os secretários também deixariam de receber “enquanto houver funcionário ativo ou inativo com vencimentos, aposentadorias ou pensões em atraso e parcelamento”. Como não era possível deixar de receber, a partir do momento que foi eleito, Zema informou que ele e o seu vice à época, Paulo Brant, estavam doando os salários, mas os secretários receberam normalmente.

Ao fim do escalonamento, o vice-governador Professor Mateus Simões deverá receber R$ 37.660,94, enquanto secretários devem passar a receber R$ 34.774,64 e secretários adjuntos, R$ 31.297,18.

Texto sancionado:

Art. 1º – O subsídio mensal do Governador fica fixado em: I – R$37.589,96 (trinta e sete mil quinhentos e oitenta e nove reais e noventa e seis centavos), a partir de 1º de abril de 2023; II – R$39.717,69 (trinta e nove mil setecentos e dezessete reais e sessenta e nove centavos), a partir de 1º de fevereiro de 2024; III – R$41.845,49 (quarenta e um mil oitocentos e quarenta e cinco reais e quarenta e nove centavos), a partir de 1º de fevereiro de 2025 

Art. 2º – O subsídio mensal do Vice-Governador fica fixado em: I – R$33.830,96 (trinta e três mil oitocentos e trinta reais e noventa e seis centavos), a partir de 1º de abril de 2023; II – R$35.745,92 (trinta e cinco mil setecentos e quarenta e cinco reais e noventa e dois centavos), a partir de 1º de fevereiro de 2024; III – R$37.660,94 (trinta e sete mil seiscentos e sessenta reais e noventa e quatro centavos), a partir de 1º de fevereiro de 2025 

Art. 3º – O subsídio mensal dos Secretários de Estado fica fixado em: I – R$31.238,19 (trinta e um mil duzentos e trinta e oito reais e dezenove centavos), a partir de 1º de abril de 2023; II – R$33.006,39 (trinta e três mil e seis reais e trinta e nove centavos), a partir de 1º de fevereiro de 2024; III – R$34.774,64 (trinta e quatro mil setecentos e setenta e quatro reais e sessenta e quatro centavos), a partir de 1º de fevereiro de 2025 

Art. 4º – O subsídio mensal dos Secretários Adjuntos de Estado fica fixado em: I – R$28.114,37 (vinte e oito mil cento e quatorze reais e trinta e sete centavos), a partir de 1º de abril de 2023; II – R$29.705,75 (vinte e nove mil setecentos e cinco reais e setenta e cinco centavos), a partir de 1º de fevereiro de 2024; III – R$31.297,18 (trinta e um mil duzentos e noventa e sete reais e dezoito centavos), a partir de 1º de fevereiro de 2025 

Art. 5º – Fica assegurada aos agentes públicos de que tratam os arts. 1º a 4º a percepção da gratificação natalina, calculada proporcionalmente ao período de exercício do respectivo cargo no ano 

Art. 6º – Ao Governador, ao Vice-Governador, aos Secretários de Estado e aos Secretários Adjuntos de Estado é permitida a percepção de remuneração de qualquer natureza pela participação em apenas um conselho administrativo ou fiscal da administração direta ou indireta 

Art. 7º – Fica revogada a Lei nº 16.658, de 5 de janeiro de 2007 

Art. 8º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação 

O governador Romeu Zema (Novo) justificou, nesta sexta-feira (24/3), a necessidade do reajuste de quase 300% no salário do chefe do Executivo e de seus secretários. Em suas redes sociais, o governador disse que a medida é necessária para que Minas continue atraindo e mantendo “os mais competentes” em seus quadros técnicos. Zema aproveitou a postagem para agradecer à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). 

Câmara aprova reajuste de até 22% para servidores em Passos

A Câmara de Passos aprovou, na última segunda-feira, o reajuste de até 22% nos salários de servidores públicos municipais, retroativo a 1º de janeiro deste ano. Projeto encaminhado pela prefeitura também concede aumento no valor do auxílio-alimentação, de R$ 450 para R$ 700.

Segundo informações da prefeitura, os profissionais da Educação terão 5,79% referentes à reposição da inflação, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais reajuste de 9,15%. Para os agentes de Combate a Endemias, a revisão nos salários prevê 5,79% de reposição e 1,63% de aumento.

Ainda de acordo com a administração, o reajuste dos demais servidores efetivos, contratados e comissionados, do Poder Executivo será de 5,79% de reposição da inflação e 16,21% de aumento. Os salários do prefeito, vice-prefeito e secretários terão reajuste de 5,79%. Os índices também serão aplicados a aposentadorias e pensões.

GASTOS

Em 2022, a Prefeitura de Passos gastou R$166,5 milhões com despesas de pessoal, o que corresponde a 42,1% das receitas orçamentárias (R$ 395,6 milhões), segundo levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE). Com salários e vantagens fixas foram R$ 89,6 milhões na prefeitura e R$ 4,7 milhões na Câmara, aponta o tribunal. (Clic Folha)

Praças de pedágio da Rodovia Fernão Dias terão tarifas reajustadas a partir desta quinta-feira no Sul de Minas

As oito praças de pedágio da Rodovia Fernão Dias, entre Contagem (MG) e Guarulhos (SP), terão suas tarifas reajustadas a partir da zero hora desta quinta-feira (9). A nova tarifa básica de pedágio passa a ser de R$ 2,80.

O reajuste foi publicado no Diário Oficial da União de 6 de março de 2023 e corresponde principalmente à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período.

A publicação atualiza a Tarifa Básica de Pedágio nas praças de pedágio P1, em Mairiporã/SP, P2, em Vargem/SP, P3, em Cambuí/MG, P4, em Careaçu/MG, P5, em Carmo da Cachoeira/MG, P6, em Santo Antônio do Amparo/MG, P7, em Carmópolis de Minas/MG, e P8, em Itatiaiuçu/MG.

Desde 2008, quando teve início a concessão, a concessionária investiu cerca de R$2,9 bilhões em obras e conservação na rodovia, que inclui o que inclui os serviços de conservação e manutenção do pavimento e a instalação de sinalização, ambos de acordo com os padrões do contrato firmado com o Poder Concedente.

Segundo a Arteris Fernão Dias, concessionária da rodovia, o trabalho desenvolvido pela concessionária nestes 15 anos ajudou a salvar vidas. A concessionária reduziu em 52% as fatalidades das ocorrências na BR-381 entre 2010 e 2020.

Confira abaixo como ficarão os valores com o reajuste:

Deputados mineiros aprovam reajuste de 37% e salário vai para R$ 34,7 mil

Após a sessão ter sido suspensa temporariamente por falta de quórum simples, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, na última segunda-feira (26), um reajuste salarial de 37,32% para deputados estaduais. Em contrapartida, os 42 parlamentares presentes foram insuficientes para garantir o quórum especial para a votação da proposta de Emenda à Constituição (PEC) para aumentar de 1% para 2% da receita corrente líquida do Estado o limite para emendas impositivas individuais.

O aumento de 37,32% será distribuído em três parcelas entre janeiro de 2023 e fevereiro de 2024. Caso o projeto de lei seja sancionado pelo governador Romeu Zema (Novo), a partir de 1º de janeiro de 2023 os deputados passarão a receber R$ 29.469,99 mensais. Já a partir de 1º de abril de 2023, R$ 31.238,19. Em 1º de fevereiro de 2024, a terceira parcela elevaria os vencimentos para R$ 34.774,64. Hoje, os parlamentares ganham mensalmente R$ 25.322,25

Dos 42 presentes, apenas os deputados Bartô (PL), Beatriz Cerqueira (PT), Cleitinho Azevedo (Republicanos) e Coronel Sandro (PL) foram contrários à matéria. Já os deputados Ana Paula Siqueira (Rede), Doorgal Andrada (Patriota), Douglas Melo (PSD), Elismar Prado (PROS), Fernando Pacheco (PV), Inácio Franco (PV) e Mário Henrique Caixa (PV) se abstiveram.

De acordo com o texto – Projeto de Lei 4.115, de 2022 -, que já havia sido aprovado em 1º turno na última quinta-feira (22), as despesas oriundas do reajuste “correrão à conta de recursos orçamentários da Assembleia Legislativa”. O auxílio-moradia mensal a que têm direito os deputados foi mantido em R$ 4.377,73, e a verba indenizatória também permaneceu limitada a R$ 27.000.

Por outro lado, o número de presentes foi insuficiente para votar a proposta de dobrar o percentual de emendas impositivas. Como se trata de PEC, o plenário precisa de, no mínimo, 48 presentes, o que configura maioria qualificada para aprovar matérias desta natureza. A ausência de quórum, inclusive, levou a Mesa Diretora a derrubar a reunião extraordinária prevista para esta mesma segunda às 22h. A PEC deve retornar à pauta nesta terça-feira (27), quando estão previstas reuniões às 10h, 14h e 18h.

O texto da PEC ainda fixa que 50% do percentual de emendas impositivas individuais seja destinado “a ações de serviços públicos de saúde”. Cada parlamentar pode, hoje, indicar 1% da receita corrente líquida do Estado em emendas impositivas individuais, o que, em 2022, conforme os valores referentes ao exercício fiscal de 2021, correspondeu a R$ 10,7 milhões. Tomando como base a receita corrente líquida deste ano – a última previsão da Secretaria de Estado de Fazenda foi de R$ 90,4 bilhões para o exercício de 2022 -, cada parlamentar indicaria R$ 23,4 milhões em 2023.

Gasolina tem nova baixa e termina 2022 R$ 2,14 mais barata

O motorista termina 2022 pagando quase 31% a menos pelo litro da gasolina, em comparação a janeiro deste ano, mostra levantamento do site de pesquisa Mercado Mineiro, divulgado nesta segunda-feira (26). O preço médio do combustível em Belo Horizonte e região é, hoje, R$ 4,79 — no início do ano, chegava a R$ 6,93. Em um mês, desde o final de novembro, o combustível teve uma nova queda de 2,4% e ficou R$ 0,14 mais barato. A baixa ocorreu após a Petrobras diminuir em 6% o preço de venda às refinarias no início de dezembro, a quinta redução do segundo semestre.

O diesel, por outro lado, essencial para caminhoneiros, vans, ônibus e máquinas agrícolas, por exemplo, ficou mais caro ao longo de 2022. Em janeiro, o preço médio na capital mineira era R$ 5,69. Ele aumentou 12,3% e chega ao final do ano a R$ 6,39, mesmo após uma baixa de 4,4% no último mês.

O etanol também ficou mais barato desde dezembro, com um corte de cerca de 2,6% na bomba, e chegou à média de R$ 3,80. Ainda assim, hoje ele ultrapassa 70% do valor da gasolina — quando isso ocorre, a opção não compensa para o motorista, pois o combustível rende menos no tanque, em geral. Desde o começo do ano, o álcool baixou 27,8%. Em janeiro, o preço médio era R$ 5,26.

Gasolina custa até R$ 5,29 em BH

O motorista encontra uma variação de até 15,2% no preço da gasolina entre diferentes postos. A opção mais barata registrada pelo Mercado Mineiro, R$ 4,59, foi localizada no bairro Santa Efigênia, na região Leste de BH. Já a mais cara, R$ 5,29, foi no Belvedere, na região Centro-Sul. O preço do etanol varia 12,4% e vai de R$ 3,64, no mesmo posto no Santa Efigênia, a R$ 4,09 no Belvedere.

O cenário se repete para o diesel, que custa de R$ 6,09 em sete diferentes postos espalhados pela capital e Contagem, na região metropolitana, a R$ 7,05 no Nova Suíssa, na região Oeste de BH.

ALMG aprova reajuste para deputados, e salário deve chegar a R$ 33 mil

Após oito anos, os deputados estaduais de Minas Gerais terão um reajuste. A Assembleia aprovou, na manhã desta quinta-feira (22/12), o Projeto de Lei 4.115/2022, que permitirá o salário dos parlamentares saltar de R$ 25 mil para próximo dos R$ 33 mil. O aumento segue na mesma proporção do dado pela Câmara Federal aos deputados em Brasília. 

A votação contou com apoio de 52 deputados, enquanto cinco reprovaram o texto. Outros 20 parlamentares não votaram ou faltaram à sessão. O PL que aumenta o salário dos políticos é de autoria da Mesa da Assembleia, hoje presidida por Agostinho Patrus (PSD). 

Antes da votação, os deputados Guilherme da Cunha (Novo) e Sargento Rodrigues (PL) pediram a palavra e entraram em divergência. “Se a gente fosse dar o nome real das coisas e fosse um pouquinho mais transparente na nossa função, esse projeto estaria com a ementa de ‘dar aumento para deputado’. Porque é isso que ele faz. É um projeto que é covarde na sua ementa ao simplesmente dizer que regulamenta um artigo da Constituição. Ele é covarde também no seu conteúdo. Mais que covarde. Ele é burro. Em vez de colocar com todas as letras que querem pular de R$ 25 mil para algo próximo de R$ 33 mil, o projeto fica tentando disfarçar”, afirmou o parlamentar do mesmo partido do governador Romeu Zema. 

Na sequência, Sargento Rodrigues pediu a palavra e rebateu Guilherme da Cunha. Ele justificou o aumento ao dizer que os deputados têm as mesmas obrigações do cidadão comum, como pagar contas e comprar material escolar. “Talvez, seria melhor o deputado que aqui me antecedeu procurar saber que desde 2015 nenhum deputado estadual ou federal teve qualquer recomposição de perda inflacionária. Para quem não acompanha, já são 58% (de defasagem inflacionária nos vencimentos dos parlamentares). Se a gente colocasse no papel, o salário que é hoje de R$ 25 mil, saltaria para R$ 40 mil. Nem por isso nós deixamos de trabalhar e continuar fazendo o nosso papel. Todos nós fazendo o melhor possível. Cada um com sua vocação de área de atuação”, disse.

Pela lei, os deputados estaduais recebem 75% dos deputados federais. O reajuste acontece a partir de janeiro de 2023. Não havia recomposição dos vencimentos dos parlamentares desde 2015. Se o aumento seguisse a inflação desde então, os vencimentos dos políticos da Assembleia ultrapassariam os R$ 40 mil. 

Faltaram à sessão os deputados Andréia de Jesus (PT), Beatriz Cerqueira (PT), Douglas Melo (PSD), Gustavo Mitre (PSB), João Vítor Xavier (Cidadania), Laura Serrano (Novo), Leonídio Bouças (PSDB), Mário Henrique Caixa (PV) e Virgílio Guimarães (PT). Rosângela Reis (PL), Rafael Martins (PSD), Fernando Pacheco (PV), Elismar Prado (Pros), Doorgal Andrada (Patri), Carlos Pimenta (PDT), Bernardo Mucida (PSB) e Sávio Souza Cruz (MDB) não votaram.

Veja como votaram os deputados abaixo:

Sim – 52 votos

  • Alencar da Silveira Jr. (PDT)
  • Ana Paula Siqueira (Rede)
  • André Quintão (PT)
  • Antonio Carlos Arantes (PL)
  • Arlen Santiago (Avante)
  • Arnaldo Silva (União Brasil)
  • Betão (PT)
  • Betinho Pinto Coelho (PV)
  • Bosco (Cidadania)
  • Braulio Braz (PTB)
  • Carlos Henrique (Republicanos)
  • Cássio Soares (PSD)
  • Celinho Sintrocel (PCdoB)
  • Celise Laviola (Cidadania)
  • Charles Santos (Republicanos)
  • Coronel Henrique (PL)
  • Cristiano Silveira (PT)
  • Dalmo Ribeiro Silva (PSDB)
  • Delegada Sheila (PL)
  • Delegado Heli Grilo (União Brasil)
  • Doutor Jean Freire (PT)
  • Doutor Paulo (Patriota)
  • Doutor Wilson Batista (PSD)
  • Duarte Bechir (PSD)
  • Fábio Avelar de Oliveira (Avante)
  • Gil Pereira (PSD)
  • Glaycon Franco (PV)
  • Gustavo Santana (PL)
  • Gustavo Valadares (PMN)
  • Hely Tarquínio (PV)
  • Inácio Franco (PV)
  • Ione Pinheiro (União Brasil)
  • João Leite (PSDB)
  • João Magalhães (MDB)
  • Leandro Genaro (PSD)
  • Leninha (PT)
  • Léo Portela (PL)
  • Marquinho Lemos (PT)
  • Mauro Tramonte (Republicanos)
  • Neilando Pimenta (PSB)
  • Noraldino Júnior (PSC)
  • Osvaldo Lopes (PSD)
  • Professor Cleiton (PV)
  • Professor Irineu (Patri)
  • Professor Wendel Mesquita (Solidariedade)
  • Raul Belém (Cidadania)
  • Roberto Andrade (Avante)
  • Tadeu Martins Leite (MDB)
  • Thiago Cota (PDT)
  • Tito Torres (PSD)
  • Ulysses Gomes (PT)
  • Zé Guilherme (PP)

Não – 5 votos

  • Bartô (PL)
  • Bruno Engler (PL)
  • Cleitinho Azevedo (Republicanos)
  • Coronel Sandro (PL)
  • Guilherme da Cunha (Novo)

Etanol aumenta na maioria dos estados, inclusive em Minas, e sobe 2,43 no país

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 18 Estados e no Distrito Federal e caíram em 7 outros na semana passada, encerrada no sábado, 12, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apenas no Amapá não houve apuração.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol subiu 2,43% na semana em relação à anterior, de R$ 3,70 para R$ 3,79 o litro. Em Minas, a alta foi de 2,17%, com aumento de R$ 3,67 para R$ 3,75. 

Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média subiu 2,48% na semana, ficando em R$ 3,72 ante R$ 3,63 o litro nos 7 dias anteriores.

Tocantins registrou a maior queda porcentual de preços na semana, de 1,62%, para R$ 4,26. Já Mato Grosso foi o Estado com o maior avanço de preços na semana, de 3,49%, para R$ 5,76 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,19 o litro, na Paraíba, e o menor preço médio estadual, de R$ 3,32, também foi registrado na Paraíba. O preço máximo, de R$ 6,10 o litro, foi verificado em postos do Maranhão. E o maior preço médio estadual, de R$ 5,21, foi observado no Amapá.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País subiu 11,47%. O Estado com maior alta porcentual no período foi Mato Grosso, com 17,51% de aumento. A maior baixa porcentual ocorreu no Rio Grande do Norte (-8,07%).

Petrobras reduz preço do gás de cozinha em 6%

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (22) a redução, em 6%, do preço do GLP (gás liquefeito de petróleo), o gás de cozinha vendido em botijão. É a segunda queda no preço do gás este mês.

Com a redução, o preço médio cobrado das distribuidoras pela estatal passa de R$ 4,0265 por quilo para R$ 3,7842/kg a partir de sexta-feira (23) – equivalente a R$ 49,19 por 13 quilos (o peso do conteúdo do botijão comum).

”Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, diz a estatal em nota.

Histórico de preço

O preço do GLP havia sido alterado pela última vez no dia 13 de setembro, quando o quilo passou de R$ 4,23 para R$ 4,03, equivalente a R$ 52,34 por 13 kg. Em abril, já havia sido reduzido de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg.

Antes, no entanto, vinha em trajetória de alta: em março, o gás de cozinha vendido pela Petrobras havia sido reajustado em 16,1%. Em outubro do ano passado, a alta havia sido de 7,2%. E em julho do mesmo ano, de 6%.

Preço ao consumidor

Na semana encerrada em 17 de setembro, o botijão foi vendido, em média, a R$ 113,25 no país, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Desse valor, R$ 54,34 referem-se à Petrobras.

A distribuição e a revenda respondem pela segunda maior parcela do custo ao consumidor, de R$ 43,8. Já o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), representa R$ 11,34%. Os impostos federais sobre o gás de botijão estão zerados até o final deste ano.

Na 11ª semana seguida de queda, preço médio da gasolina nas bombas cai 2,5%

O preço médio da gasolina comum nas bombas caiu mais 2,5% na última semana, informou a Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP).

O levantamento oficial diz respeito ao período entre os dias 4 e 10 de setembro, quando o preço médio do combustível ficou a R$ 5,04 por litro, ante R$ 5,17 aferido na semana anterior.

Trata-se da 11ª semana seguida de queda no preço do combustível ao consumidor desde o pico histórico de R$ 7,39, registrado na penúltima semana de junho.

Desde então, no acumulado de dois meses e meio, o preço da gasolina já caiu 31,8% nos postos.

A trajetória de queda começou em 24 de junho, quando o governo federal sancionou a lei que limitou o ICMS incidente sobre combustíveis a 17% em todo o país.

A medida surtiu efeito quase imediato no preço aos consumidores.

Em seguida, nos meses de julho, agosto e setembro, os preços seguem caindo em função das quatro reduções seguidas nos preços praticados pela Petrobras em suas refinarias.

A queda mais recente nas bombas se deve justamente ao último reajuste da Petrobras, que reduziu em 7% o preço aos distribuidores a partir de 2 de setembro, o que já se refletiu nas bombas.

A uma média de R$ 5,04 por litro em todo o país, a gasolina voltou a patamares vistos em fevereiro de 2021. Então, o litro variou entre R$ 4,76 no início daquele mês e R$ 5,17 ao fim.

A redução de impostos sobre combustíveis e a pressão do governo para a Petrobras diminuir os preços praticados nas refinarias se devem aos esforços do governo em dar uma resposta ao eleitorado e conter a inflação perto das eleições.

Esse processo tem sido facilitado pelo recuo das cotações internacionais do barril de petróleo e seus derivados. Na semana passada, o barril do Brent chegou a fechar abaixo dos US$ 90, devido aos temores de queda na demanda chinesa, o que se refletiu nos preços dos derivados e reforçou a janela de reajustes para baixo da Petrobras.

Na semana passada, executivos da estatal veem espaços para mais reduções nos preços da gasolina, mas nem tanto no caso do diesel, cujos preços seguem sob forte volatilidade no mercado internacional.

Diesel

A Petrobras já reduziu o preço do diesel duas vezes em agosto, nos dias 4 e 11 daquele mês. Somado ao corte de impostos de junho, esse movimento também se refletiu em queda sustentada nas bombas, ainda que em intensidade bem menos intensa que a verificada para a gasolina.

Na semana entre 4 e 10 de setembro, informou a ANP, o preço médio do diesel S10 nos postos brasileiros foi de R$ 6,96, leve redução de 0,4% na comparação com os R$ 6,99 por litro registrados na semana imediatamente anterior.

Desde a semana em que foi imposto o teto de 17% no ICMS, em 24 de junho, o diesel acumula queda de 9,3% no preço médio do litro, que também caiu por 11 semanas seguidas, de R$ 7,68 no início do ciclo para os atuais R$ 6,96. (Canal Rural)

Petrobras sobe preço da gasolina e do diesel a partir desta quarta-feira

O ano já começou com aumento no preço da gasolina e do diesel. A Petrobras anunciou nesta terça-feira (11) que os preços dos combustíveis serão reajustados a partir desta quarta (12).

Segundo a petrolífera, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras subirá R$ 0,15, saindo de R$ 3,09 e passando para R$ 3,24 por litro, o que representa um aumento de 4,85%.

Já o valor do diesel vai saltar de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro, alta de 8,08% ou R$ 0,27.

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