Jornal Folha Regional

Minas Gerais tem 28 barragens em situação de emergência

Área afetada pelo rompimento de barragem no distrito de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana, em Minas Gerais

Sete anos após o rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, que matou 19 pessoas e colocou em alerta as demais estruturas no Estado, outras 28 barragens estão em situação de emergência em todo o território de Minas Gerais. O levantamento da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), que foi atualizado pela última vez em 13 de outubro deste ano, indica que dezessete barragens estão ao nível 1, sete ao nível 2 e quatro ao nível 3, que é considerada a classificação que indica a situação de colapso. Cenário este que preocupa especialistas e também quem mora próximo a estas estruturas. A chegada do período chuvoso – quando ocorreram os rompimentos de estruturas em Mariana e Brumadinho – é uma preocupação a mais, alertam especialistas.

Evandro Moraes da Gama, engenheiro de Minas e professor do Departamento de Geotecnia e Transportes da Escola de Engenharia da UFMG, explica que a chuva aumenta o risco de rompimento de barragens, assim como ocorre em outras obras de terra.  Para evitar outras tragédias no período, o engenheiro orienta que não se pode carregar as barragens, tampouco fazer obras de retiradas ou depositar materiais terrosos, ou de rejeito.

Aquelas barragens inativas, entretanto, apresentam um nível menor desde que não haja essa remoção rejeitos, frisou. “Em períodos de chuva existe uma influência de mais água no sistema. Além disso, os vereadores podem não comportar a vazão. É muito mais perigoso”, alertou o especialista em segurança de barragens e professor na Universidade Federal de Itajubá (Unifei) Carlos Barreira Martinez.

O fato de as barragens serem classificadas por níveis também não é bem-visto por especialistas. “Não tem que ter nível de emergência. Isso demonstra para a gente que existe uma falha no sistema de gestão”, aponta a engenheira geotécnica Rafaela Baldi Fernandes. Para ela, ainda que percentualmente os números sejam baixos, já que o Estado possui 534 barragens relacionadas à mineração e às indústrias, essa classificação só ocorre devido a uma sucessão de erros, que vão de falhas no projeto até no modelo de operação. “Para chegar no nível 3, um dia ela foi nível 2 e nível 1. Ou seja, teve uma negligência quando era um problema pequeno, fácil de resolver. Isso foi empurrado até chegar na condição atual”, completa Fernandes.

A avaliação da situação das barragens em Minas Gerais se intensificou em 2019, após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, que causou 270 mortes e provocou destruição em parte da bacia do Rio Paraopeba. Em resposta a essa tragédia, ocorrida três anos após a de Mariana, um pente-fino foi feito nessas estruturas e muitas barragens perderam suas declarações de estabilidade. Essa reavaliação, que aponta os riscos de cada barragem, foi impulsionada pelos órgãos de fiscalização, como a Agência Nacional de Mineração (ANM) e o Ministério Público, que estabeleceram a Lei Estadual 23.291/2019.

Com isso, várias barragens passaram a ser classificadas com o nível 1 de emergência e tiveram que ser paralisadas. Nos casos mais graves, classificados pelo nível 2 ou 3, as empresas responsáveis tiveram que evacuar todo o perímetro que seria alagado em eventual tragédia e reparar a população. Foi o que ocorreu com Elida Geralda Couto, de 36 anos, moradora de Barão de Cocais, na região Central de Minas Gerais. A estagiária de medicina veterinária está fora de casa há três anos e quatro meses. Ela foi obrigada a deixar a residência onde vivia com os pais e uma tia, na comunidade de Socorro, depois da movimentação no talude da barragem Sul Superior da mina de Gongo Soco, em 2019.

“Saí de um lugar onde a gente tinha convivência, onde eu conhecia todo mundo. Se você me perguntar como chamam os meus vizinhos de hoje, eu não sei. Conheço de vista, mas de nome e de conversar, eu não sei. Ter a amizade, eu não tenho”, conta Élida. A estagiária de medicina vive, hoje, junto a sua família, em uma casa alugada pela Vale.

Para o especialista em segurança de barragens e professor na Universidade Federal de Itajubá (Unifei) Carlos Barreira Martinez, esse levantamento não é feito da maneira mais adequada, já que não é possível classificar todas as barragens existentes, uma vez que, segundo ele, não existe uma estrutura organizacional e de fiscalização capaz de verificar todas as estruturas. “Hoje, o estado brasileiro consegue saber quantas barragens tem no país por causa de satélite, mas essa fiscalização em todas não é feita porque falta gente. E isso é complexo, já que é muito difícil de ser analisado porque são estruturas complexas, diferentes”, aponta.

Martinez acredita que mesmo diante da impossibilidade de fiscalizar todas as estruturas, foram muitos os ganhos desde a implantação da lei. “ Existem dois mundos: o real e o ideal. No ideal, o Estado teria que ter estrutura para fiscalizar, mas não é assim. O mundo real é aquele em que as mineradoras contratam empresas de consultoria, que fazem essas análises. Elas dão um laudo e esse documento é válido, sim, já que elas fizeram uma série de estudos até a divulgação do resultado”, justifica.

A Lei 23.291/19 criada para avaliar a situação das barragens também determina o fim das estruturas que utilizam o método a montante, o mesmo das barragens do Fundão e de Brumadinho, que se romperam, respectivamente, em 2015 e 2019. O modelo, de baixo custo de construção, onde os diques de contenção se apoiam sobre o próprio rejeito, é considerado ultrapassado. Por isso, a norma aponta a necessidade da “descaracterização de todas as barragens de contenção de rejeitos e resíduos” no Estado.

O segurança de barragens e professor na Universidade Federal de Itajubá (Unifei) Carlos Barreira Martinez destaca o papel da lei e disse que se mantém otimista em relação à segurança das barragens. No entanto, ele aponta que a condição ideal dessas estruturas deve se tornar realidade apenas em longo prazo. O professor acredita que esse processo pode ocorrer em até mais oito anos. “Esse processo é demorado. Para desmontar uma estrutura, você tem que fazer isso devagar. Quem mora próximo tem que ficar em alerta”, sugere. (O Tempo)

Feira literária de Passos traz lançamentos de livros e atrações culturais até sexta-feira

A Feira Literária de Passos, Flipassos, começa nesta segunda-feira (7) a partir das 18h em sua sexta edição e termina na próxima sexta-feira (11).

Com uma programação recheada de lançamentos de livros, momentos de diálogos com autores e várias atrações, a cidade recebe também o show de Edinho Santa Cruz e banda, às 20h30 na praça Geraldo da Silva Maia, a Praça do Rosário, onde a feira acontece.

Para as atividades em locais fechados, os interessados devem agendar pelo telefone (35) 3522-7050. A expectativa é que cerca de 10 mil pessoas passem pelo evento.

A programação completa está disponível no site www.passos.mg.gov.br.

Programação

A abertura oficial será às 18h, com a banda do 12º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais, seguido da apresentação de poemas musicados da Associação dos Escritos de Passos e Região, às 19h. Às 20h30, terá o show de abertura com Edinho Santa Cruz e banda.

A partir desta terça (8) até sexta (11), das 8h às 19h, haverá um espaço dedicado à revista protótipo ‘Cinquentenária revista do mimeógrafo’. Uma mostra de poesias com o escritor Adailton Almeida também será exposta durante o evento.

Na terça, das 8h às 20h30, a feira terá contações de histórias, estímulo emocional da escrita, palestra sobre fake news, apresentação da cinquentenária e do ilusionista José Carlos Ciarallo Júnior, conhecido como JKarllus, café literário e releitura do clássico ‘Alice no País das Maravilhas’.

Na quarta, 9, das 8h às 20h30, a programação do evento tem oficina de poemas e sobre mulheres personagens e mulheres escritoras. Neste dia, estudantes vão apresentar livros literários com temas africanos e afrodiaspóricos, além de lançamento de livros de professores da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg). O dia está reservado também para encontro com os homenageados da Flipassos, lançamento do livro “Terra Sangria”, de Alexandre Marino e apresentação do Coral Pequenos Cantores de Passos.

Na quinta, 10, das 8h às 20h30, haverá contações de histórias, apresentações de poesia, dança, teatro, do ilusionista Jkarllus e seresta. Também estão agendados os eventos café com letras e recital de violão. Os livros “O Galo Cocoricó”, de Maria Delboni, e “Encantos da Alma”, da Lea Bougleux serão lançados na feira. O dia terá ainda homenagem ao escritor passense Sebastião Wenceslau Borges e apresentação da corporação musical “Maestro Godofredo de Barros”.

E, finalmente, no dia 11, das 8h às 20h, a feira terá entre as atrações, a palestra “A Utilização de Competências Digitais como Mediador da Tecnologia”, bate papo com o escritor André Nascimento, aula sobre redação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), apresentações de ginástica, teatro, musical, dança do ventre e de histórias do Peter Pan e da Arte Moderna. Também terá terapia com poesia, sarau passense e lançamento do livro “Sobre amor, coragem e esperança: história de professores e professoras”, de Márcio Francisco.

O encerramento da Flipassos terá a participação da Filarmônica 14 de Maio. (G1)

Minas Gerais terá primeira ‘Febem’ rentável do país

Um acordo fechado entre a União, o governo de Minas Gerais e a ONU prevê a construção de dois centros de reabilitação para jovens infratores que, além do compromisso social, funcione como um negócio rentável.

A previsão é que a licitação ocorra em março do próximo ano.

Com investimentos privados da ordem de R$ 800 milhões ao longo de trinta anos de contrato, a parceria público-privada quer operar com taxa média de retorno de 10% ao ano à empresa que vencer a concorrência, modelo de negócio que, se der certo, deverá ser replicado em outros estados.

Pelo acordo, a iniciativa privada será responsável pela construção, gestão e atendimento nos dois centros de internação para jovens que cometeram delitos. As cidades escolhidas foram Betim e Santana do Paraíso. Inicialmente, terão 90 leitos cada.
Caberá ao poder público a fiscalização do contrato e a garantia da segurança e integridade nas unidades.

A parceria tem coordenação do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops).

Entre as atribuições do parceiro privado, estão a de manter a infraestrutura adequada nos centros e a prestação de serviços aos jovens.

Estão previstos atendimento multidisciplinar, educação, formação profissional e ações para fortalecimento de vínculos com a família e a comunidade.

O projeto tem o objetivo de qualificar o atendimento aos adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, ampliando as chances do rompimento da trajetória infracional. (EM)

Inadimplência avança no país e atinge maior taxa anual desde 2016

Pressionados pelos juros altos e por uma inflação que, apesar da trégua recente, ainda segue em níveis elevados, o número de brasileiros com dívidas em atraso vem aumentando ao longo dos últimos meses. Em outubro, o percentual de brasileiros com dívidas atrasadas avançou 4,7 pontos percentuais no período de 12 meses e alcançou o recorde de 30,3%, contra 25,6% em outubro de 2021.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), que será divulgada nesta segunda-feira (7) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e representam o maior patamar de inadimplentes desde o início da série histórica, em janeiro de 2010. A proporção de famílias brasileiras com contas atrasadas cresceu de 30% para 30,3%, quarta alta mensal seguida.

Em um ano, foi o maior o avanço na inadimplência desde março de 2016. “Nunca tínhamos tido uma proporção tão alta de famílias com dívidas atrasadas”, afirma Izis Ferreira, economista da CNC responsável pela pesquisa. Em relação a setembro de 2022, houve um aumento de 0,3 ponto percentual no total de inadimplentes em outubro. Na divisão por faixa de renda, entre os consumidores que recebem até dez salários mínimos, a taxa de inadimplência saltou de 28,6%, em outubro de 2021, e de 33,1%, em setembro de 2022, para 33,6% no mês passado.

Já entre aqueles com rendimentos acima de dez salários mínimos, a taxa de inadimplência encerrou outubro de 2022 em nível bem menor, de 13,7%, contra 11,6% no mesmo período de 2021 e 13,9% em setembro deste ano. Além disso, outros 10,6% dos brasileiros que participaram da pesquisa responderam que não terão condições de pagar as dívidas no próximo mês e permanecerão inadimplentes, ante 10,1% em outubro de 2021 e 10,7% em setembro deste ano.

“Temos um problema latente que é o risco dessa inadimplência atingir proporções cada vez maiores, o que tem um impacto na própria capacidade de pagamento no futuro.” A economista da CNC afirma ainda que, com a oferta do consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil, e a alta demanda, a tendência é que tanto o nível de endividamento quanto o de inadimplência aumente entre as famílias de menor renda.

Embora o valor do consignado seja descontado automaticamente pelo banco, impossibilitando o atraso de seu pagamento, é provável que os consumidores que tomaram o empréstimo, que passarão a ter uma parcela menor do auxílio disponível, enfrentem mais dificuldades para pagar outras contas, diz. “Mesmo com a queda da inflação e a melhora do mercado de trabalho, ainda assim, o nível de endividamento e os juros altos têm dificultado o pagamento das contas dentro de um mês”, afirma Izis.

Os dados da CNC indicam ainda que o total de brasileiros endividados –com dívidas em balanço, embora as contas ainda não estejam em atraso– atingiu 79,2% no mês passado, um aumento de 4,6 pontos percentuais na comparação anual. Apesar da alta, trata-se da menor taxa anual desde julho de 2021. Já em relação ao mês imediatamente anterior, após três altas consecutivas, houve um leve declínio de 0,1 ponto.

Os dados da pesquisa indicam ainda que o endividamento recuou, em bases mensais, de maneira generalizada entre as diferentes faixas salariais, embora com mais intensidade entre aquelas famílias de renda mais elevada –passou de 75,9% para 75,4% entre os consumidores com renda acima de dez salários mínimos, e de 80,3% para 80,2% entre aqueles com renda de até dez salários mínimos.

Na comparação anual, os consumidores de maior renda foram os que registraram o maior aumento no nível de endividamento, de 5,8 pontos percentuais, ante 4,3 pontos entre os que recebem até dez salários mínimos. Segundo a economista da CNC, o primeiro trimestre de 2023 é, em particular, um período que tende a ser mais difícil para as pessoas quitarem todas as obrigações financeiras, quando há uma série de pagamentos sazonais –caso do IPTU e do IPVA e das renovações de matrículas e mensalidades escolares das crianças.

“Não temos uma visão de queda da inadimplência no curto prazo”, afirma Izis. A especialista diz que uma postura conservadora neste final de ano, buscando aproveitar o 13º salário para, na medida do possível, fazer alguma economia, é essencial. “A inadimplência não é boa para ninguém. Nem para o consumidor, nem para a empresa que ofereceu o crédito e muito menos para a economia.”

Entre as principais modalidades nas quais os brasileiros mais acumulam dívidas, o cartão de crédito lidera disparado na frente, com 86,2% em outubro de 2022. No mesmo mês do ano passado, o indicador era de 84,9%. Depois estão carnês( 19,5%), financiamento do carro (9%), crédito pessoal (8,4%) e financiamento da casa (8,1%).

O gasto com o cartão é associado ao consumo de curtíssimo prazo, o que mostra que o quadro de juros e inflação elevados tem afetado de maneira significativa o orçamento das famílias, afirma Izis. Já o consignado, que está entre as alternativas mais baratas de crédito, perdeu espaço, de 7% para 5% em um ano.

O percentual de consumidores que atrasou o pagamento de dívidas cresceu em 12 estados entre setembro e outubro. Bahia (43,7%), Rio Grande do Norte (42,4%), Minas Gerais (42,2%), Ceará (41,9%) e Roraima (38,5%) registraram as maiores proporções de famílias com contas atrasadas.

Acidente deixa duas vítimas fatais na MG-2040, entre Ilicínea e Guapé

Um homem e uma mulher morreram durante um acidente na noite do último domingo (6) na Rodovia MG-2040, entre Ilicínea e Guapé (MG). O acidente envolveu dois carros que colidiram de frente.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária, a condutora de um Fiat Siena informou que após realizar uma curva, o outro veículo, uma Parati, invadiu a contramão e os dois carros bateram de frente.

O motorista da Parati, de 37 anos, e uma passageira do Siena, morreram no local. Os corpos ficaram presos nas ferragens e foram retirados pelo Corpo de Bombeiros de Boa Esperança.

Duas pessoas foram encaminhadas para a Santa Casa de Passos em estado estável de saúde. Outras duas ficaram em observação na Santa Casa de Guapé e receberam alta na manhã desta segunda.

A perícia da Polícia Civil esteve no local e realizaram os trabalhos de praxe. Os corpos foram levados para a funerária.

Morre jogadora do sub-17 da Ferroviária que teve mal súbito durante treino em Araraquara

Esther Martins dos Santos foi socorrida pelo Samu, mas não resistiu e morreu no Hospital São Paulo, nesta sexta (4). Ferroviária diz que presta suporte para famílias e companheiras de time.

Morreu a jogadora da categoria sub-17 da Ferroviária que sofreu um mal súbito, na tarde desta sexta-feira (4), em Araraquara (SP).

Segundo a Ferroviária, Esther Martins dos Santos, de 15 anos, passou mal durante um treinamento.

O Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) foi ao local por volta de 16h10 e fez tentativas de reanimação com massagem cardíaca durante 30 minutos. A vítima foi reanimada e levada para o hospital São Paulo, onde não resistiu.

Ainda segundo o clube, a atleta atua desde de agosto e passou por todos os exames médicos, sem constatação de anomalias. A Ferroviária informou ainda que está dando suporte para a família e as companheiras de time da atleta.

Não há informações sobre velório e enterro de Esther.

Leia a nota da Ferrovária na íntegra:

Nota Oficial

A Ferroviária S.A.F. informa que a atleta Esther Martins dos Santos, da Categoria Sub-17, teve um mal súbito durante o treinamento na tarde desta sexta-feira (4).

A atleta foi atendida no local pela equipe médica do clube e pelas equipes de emergência da Unidade de Suporte Avançado (U.S.A) e encaminhada para o hospital São Paulo, onde infelizmente veio a falecer.

A Ferroviária prestará todo o suporte para a família da nossa eterna Guerreirinha.

O Departamento de Desenvolvimento Humano está prestando todo suporte para as companheiras de time da atleta.

A atleta chegou ao clube no mês de agosto e após passar por todos os exames médicos, onde nenhum tipo de anomalia foi constatada, foi liberada para os treinamentos com a equipe.

A Ferroviária lamenta profundamente o falecimento da nossa atleta.

Bebê de quatro meses é atacado por cachorro e vai passar por cirurgia em Passos

Um bebê de quatro meses foi atacado por um cachorro e teve ferimentos no rosto, neste sábado (5), em Itaú de Minas (MG). De acordo com familiares, a menina estava no colo da mãe quando foi atacada. A criança foi levada à Santa Casa de Passos (MG) e vai passar por cirurgia.

De acordo com a avó da criança, a menina estava no colo da mãe. Elas tinham saído de casa, quando, segundo a familiar, o cachorro avançou sobre elas.

A mulher tentou correr, mas escorregou, derrubando a menina no chão. A criança acabou, então, levando mordidas no rosto e precisou ser socorrida para a Santa Casa de Passos (MG).

A família da criança informou que o bebê vai passar por cirurgia.

O cachorro pertence a uma pessoa que mora na mesma rua da vítima. A Polícia Militar registrou boletim de ocorrência sobre o caso.

Via: G1.

Morre Guilherme de Pádua, assassino de Daniella Perez, aos 53 anos

Ele se tornou pastor após cumprir pena pela morte da atriz. Ex-ator sofreu infarto e morreu em Belo Horizonte.

Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morreu neste domingo (6), em Belo Horizonte. A informação foi divulgada pelo pastor Márcio Valadão, fundador da Igreja Batista da Lagoinha, durante uma transmissão ao vivo pelas redes sociais.

Guilherme se converteu à igreja após cumprir pena pela morte da atriz.

Aos 53 anos, o ex-ator sofreu um infarto em casa e não resistiu.

Startup de lavagem ecológica de carros vai além de benefícios ao meio ambiente e contribui com a geração de empregos CLT em PMEs de todo o Brasil

Focada no atendimento de grandes frotas de empresas como Movida, Creditas Auto, Localiza, CCR e Sem Parar, Wash Me tem expandido por meio da profissionalização e implementação de práticas ESG nos negócios de seus parceiros

A Wash Me é uma startup de gestão de lavagem ecológica de frotas que consegue utilizar em cada veículo apenas um copo d’água, ou seja, 400ml. Os produtos aplicados são sempre biodegradáveis e específicos para cada parte do automóvel, desde as lanternas até os assentos. Outro ponto alto do serviço é o sistema “delivery”, no qual a lavagem é realizada no lugar de estacionamento dos veículos. Dessa forma, a startup também reduz a circulação de grandes frotas, diminuindo a emissão de CO2.  Com mais de 205.511 serviços de lavagem realizados nos dois últimos anos, a empresa já evitou o desperdício de 61.653.300 litros de água e evitou a emissão de 34.3 toneladas de CO2. Na ponta financeira, o modelo também vem se provando: a startup saltou de um faturamento de R$160 mil em 2020 para mais de R$10 milhões somente nos primeiros 10 meses de 2022. 

Para além dos evidentes benefícios ao meio ambiente gerados pela solução oferecida, a Wash Me vem expandindo sua atuação baseada também nas outras duas letras da sigla ESG: tratam-se do social e da governança.  Basicamente, seu serviço de lavagem é realizado na empresa do contratante e sua carteira conta com clientes em todo o País. Logo, a maneira de escalar com mais velocidade é conseguir credenciar lava-rápidos parceiros locais, tendo em vista a dimensão continental do nosso território.  Neste contexto, a startup vem investindo na profissionalização da sua rede, o que envolve a adesão de práticas de governança corporativa.

“Do ponto de vista da cultura e do negócio, entendemos que nossos parceiros precisam estar com seu empreendimento em dia, com colaboradores registrados no regime CLT, contabilidade redondinha para, aí sim, fazerem parte do nosso ecossistema. Então, nós fazemos um mapeamento dos negócios e empreendedores locais com maior potencial e os ajudamos a se adequarem às boas práticas. Não se trata de cobrá-los, nós os ajudamos na prática com toda orientação jurídica, com toda a papelada”, explica João Salvatori, CEO da Wash Me.

Até o momento, a empresa conta com 192 famílias envolvidas no negócio, um crescimento expressivo de  960% frente ao ano de 2020. E o mais interessante é que esses negócios começaram a crescer depois da adequação às práticas ESG.  “Antes de realizar a parceria com a Wash Me, minha empresa tinha apenas dois funcionários e só prestava serviços para clientes finais. Atualmente, temos clientes gigantes de diversos segmentos, temos 17 funcionários e faturamos 10 vezes mais do que antes da parceria”, conta Vitor Mendes, CEO da LCM, empresa parceira da Wash Me. Segundo ele, a atuação em sinergia com a startup — que acaba de completar um ano — ajudou na expansão de sua empresa, no reconhecimento do trabalho prestado e no fechamento de contratos que antes não teriam sido possíveis.

A pegada sustentável da Wash Me ajudou ainda a implementar de vez as atitudes sustentáveis em seus parceiros. Casemiro  Cristiano Gomes, da GESLAVE afirma que, quando fechou a parceria com a startup, todas as boas práticas de sustentabilidade foram adotadas pela empresa. “Nós desenvolvemos toda uma linha sustentável e eu converti tudo para a lavagem ecológica. Em relação ao consumo de água, mesmo o que não é lavagem a seco também é sustentável, pois fazemos o reaproveitamento da água da chuva”, conta.

Casemiro acrescenta ainda que, em um ano de parceria, o faturamento da empresa dobrou: “Saí de 30 mil reais, em meio a um período de crise e de pandemia, e chegamos ao ápice de 150 mil de faturamento. Estamos entrando em uma fase de geração de caixa novamente. Além disso, saltamos de dez funcionários para os 50 que tenho hoje”, comemora. 

Tendência global

A relação entre adoção de práticas ESG e geração de emprego e aumento no volume de negócios não é um caso isolado da Wash Me. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), ações que têm como objetivo promover uma economia mais sustentável devem gerar cerca de 24 milhões de empregos no mundo até 2030. No Brasil, uma pesquisa desenvolvida pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje)  mostra que a maior parte das empresas do País possui programas para reduzir o impacto ambiental, como reciclagem (92%), economia de energia (84%), entre outros.

Vale ressaltar que essas medidas não são adotadas apenas pelas grandes empresas. Cada vez mais as pequenas e médias (PMEs) ocupam um espaço de destaque na geração de vagas de emprego formais no Brasil e representam, de acordo com estudo conduzido pela Microsoft, 70% do PIB global. No que tange o ESG, a pesquisa indica que as companhias que aderem a planos de redução de impacto ambiental, diversidade e inclusão, e criação de novos empregos têm maior facilidade para atingir objetivos comerciais.

“Ficamos imensamente felizes em colaborar para um mundo melhor sob vários aspectos, protegendo o meio ambiente, gerando emprego e proporcionando que bons empreendedores consigam escalar o seu negócio. É um conjunto de ações positivas, com boas práticas que resultam em bons negócios para todas as partes envolvidas”, finaliza João. 

Sobre a Wash Me

A Wash Me é uma startup especializada em gestão de lavagem e estética automotiva delivery para frotas,com foco na Lavagem Ecológica — utilizando uma quantidade muito reduzida de água e produtos biodegradáveis —, e também no atendimento B2B. O serviço é personalizado e adaptável ao local de estacionamento dos veículos, que podem ser carros, motos, caminhões ou ônibus. A empresa atende todos os tamanhos de frotas. 

A técnica de Lavagem Ecológica da startup é até 100 vezes mais econômica do que as tradicionais e já economizou mais de três milhões de litros de água. Ao atender empresas, ela colabora na agenda ESG e reduz os custos recorrentes da companhia. Com três anos de existência, a Wash Me atua a nível nacional, atendendo diversas cidades em 18 estados diferentes. Entre seus clientes, há também nomes de peso, como: Creditas Auto, Movida, Localiza, Sem Parar, CCR, além de diversas transportadoras que atendem uma das maiores cervejarias do mundo.

Acidente grave mata 5 pessoas da mesma família em MG

Cinco pessoas morreram em um acidente grave no início da tarde da última quinta-feira (3), no km 413 da BR-135, próximo à Bocaiuva (MG). As vítimas são dois adultos e três crianças.

Segundo o Corpo de Bombeiros, as cinco vítimas são da mesma família e viajavam em um Fiat Uno. No trecho entre Engenheiro Navarro e Bocaiuva, o veículo se chocou com uma picape Fiat Toro, ocupada por duas pessoas, que tiveram apenas ferimentos leves.

De acordo com PMRv, o motorista do Uno perdeu o controle do carro, que saiu desgovernado e entrou pela contramão, atingindo violentamente a Toro. O Fiat Uno saiu da rodovia e ficou totalmente destruído, causando a morte instantânea dos ocupantes. Para os militares, a chuva, que deixou pista escorregadia, pode ter contribuído para a colisão.

Os corpos ainda não foram identificados. O Fiat Uno envolvido na tragédia tem placa de Bocaiuva, mas as autoridades ainda não confirmaram se os tripulantes moravam na cidade. Os ocupantes da Toro viajavam da Bahia para São Paulo.

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