Uma mulher acusada de torturar o filho adotivo de 7 anos foi presa pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e de Minas Gerais na última quarta-feira (6). Deusiane dos Reis Santos, de 46 anos, teria feito um corte profundo no pênis do menino em 2015, quando tinha a guarda provisória da criança.
Segundo as investigações, ela submeteu o menino a um intenso sofrimento físico como forma de castigo. De acordo com a Polícia Civil do Rio, a vítima tinha comportamento agressivo dentro da casa da acusada e desobedecia suas ordens.
Devido a agitação da criança, a denunciada resolveu punir a criança com tortura.
A operação conjunta entre a 21ª DP, no Rio, e a 2ª Delegacia Regional da PC de Alfenas, Minas, encontrou Deusiane em seu local de trabalho em Alfenas (MG). Ela estava foragida da Justiça do Rio desde 2019, quando o mandado da 2ª Vara Criminal da Comarca de Belford Roxo foi expedido.
Deusiane e sua companheira tinham a guarda provisória de uma criança, que foi devolvida ao abrigo Casa Geração Vida, no bairro Heliópolis, em Belford Roxo, Baixada Fluminense do Rio. Quando entregou o menino, ela disse que havia acontecido um acidente doméstico e ele havia prendido o pênis no zíper da roupa.
Foi constatado que o menino apresentava um corte profundo em sua região genital. A própria vítima informou que quem havia cortado seu pênis tinha sido a “tia Ane”, se referindo a Deusiane. O menino disse que o corte foi feito com uma tesoura porque ele havia desobedecido a uma ordem da mulher.
Os órgãos sanitários brasileiros confirmaram 36 novos casos de varíola dos macacos (monkeypox) nas últimas horas. No total, já foram registrados 142 casos da doença viral causada pelo vírus hMPXV (sigla para Human Monkeypox Vírus).
Segundo o Ministério da Saúde, a maioria (98) dos casos foi confirmada no estado de São Paulo. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com 28 ocorrências da doença, Minas Gerais (oito), Ceará (duas), Paraná (duas), Rio Grande do Sul (duas), Distrito Federal (uma) e Rio Grande do Norte (uma).
Em nota divulgada à imprensa na manhã desta quinta-feira (7), a pasta reafirma que está em contato direto com as secretarias de Saúde estaduais, monitorando os casos e rastreando as pessoas com quem os pacientes tiveram contato.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), tradicionalmente, a varíola dos macacos é transmitida principalmente por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões na pele ou mucosas de animais infectados. A transmissão secundária ou de pessoa a pessoa pode acontecer por contato próximo com secreções infectadas das vias respiratórias ou lesões na pele de uma pessoa infectada, ou com objetos contaminados recentemente com fluidos do paciente ou materiais da lesão. A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias. Não há evidência de que o vírus seja transmitido por via sexual.
Tratamento
Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões, de acordo com a Opas. O maior risco de agravamento ocorre, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/aids, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.
Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.
Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.
A Prefeitura de Passos (MG) divulgou um aumento de 18% no reajuste da tarifa do transporte público a partir da próxima segunda-feira (11). O preço vai passar de R$ 3,30 para R$ 3,90.
Segundo o secretário de Planejamento de Passos, Edson Martins, o motivo do aumento se deve ao aumento no preço do diesel.
“Quando a empresa fez a licitação o diesel estava a R$ 4,65, R$ 4,55, hoje o diesel está a R$ 7,17, isso em menos de seis meses, então a gente viu aumento de custos muito altos e nós estávamos extremamente preocupados, porque estava havendo um desequilíbrio muito grande. O empresário não estava conseguindo manter a operação, então ele estava pressionando muito a prefeitura”, disse o secretário.
Conforme o secretário, o reajuste acontece após um estudo feito pela prefeitura.
Pacientes imunocomprometidos, ou seja, que têm uma capacidade de lutar contra vírus e bactérias, fazem parte de um dos principais grupos de risco para a Covid-19. Desde o início da pandemia, há relatos de pessoas que, uma vez contaminadas, ficam meses com o coronavírus circulando no corpo.
Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, descobriram o que pode ser o paciente com o vírus há mais tempo: mais de 471 dias. O homem não identificado tem cerca de 60 anos, e está sendo tratado para linfoma, um tipo de câncer no sistema linfático.
Os cientistas descobriram que o indivíduo tem três sublinhagens diferentes no corpo, e acreditam que o vírus está sofrendo mutações e o paciente pode ser um vetor de transmissão. As mudanças no genoma estão acontecendo duas vezes mais rápido do que o normal.
O estudo foi publicado em versão pré-print no último sábado (2/7), e ainda não foi revisado pela comunidade científica. O paciente segue testando positivo para a Covid-19. A situação é diferente da chamada Covid longa, quando o paciente tem alguns sintomas, mas não tem o vírus circulando no organismo.
“Essa infecção crônica resulta em uma evolução e divergência acelerada do Sars-CoV-2, um mecanismo que pode potencialmente contribuir para o surgimento de variantes geneticamente diversas”, escrevem os cientistas no artigo. (Via: Metrópoles)
De repente, consumidores se deparam com um cenário de apreensão e vivem novo drama ao observar as prateleiras dos supermercados e padarias. Com aumentos superiores a 70% em diversas cidades de Minas Gerais nos últimos três meses, o leite e seus derivados encabeçam a lista dos produtos que mais pressionam a cesta básica das famílias.
Atualmente, o belo-horizontino pode encontrar uma caixinha de um litro de leite chegando a quase R$ 10. O valor médio está mais alto que um litro de gasolina ou diesel, que também acumulam reajustes.
Segundo o recente estudo da Fundação Ipead/UFMG, o litro do leite custou R$ 6,02 em junho, com alta de 38,7% no ano e de 43,40% nos últimos 12 meses na capital mineira. Para efeito de comparação, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,69% em junho, com alta de 5,65% no ano e de 12,04% nos últimos 12 meses.
As constantes altas do leite também elevaram assustadoramente os preços de uma infinidade de itens do supermercado: queijos, requeijões, leite em pó, leite fermentado, iogurtes, pães, bolos, manteigas, creme de leite e margarinas.
Pesquisa do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Sócioeconômicas (Dieese) mostra que entre maio e junho o leite integral e a manteiga registraram aumento em junho com relação a maio. No valor do leite UHT a maior alta foi em Belo Horizonte (23,09%) e no caso da manteiga o maior aumento foi em Campo Grande (5,69%).
Em 12 meses, todas as cidades apresentaram acréscimo de preço nos dois produtos. Para o leite UHT, as maiores variações acumuladas foram registradas em Belo Horizonte (48,89%), Florianópolis (46,70%) e Porto Alegre (44,55%).
O site de pesquisas Mercado Mineiro registrou variações entre R$ 63% e R$ 76% de algumas marcas de leite em comparação com março. Por sua vez, o queijo (Minas e mussarela) teve reajustes entre 19,45% e 53,49% no mesmo período. O queijo Minas mais caro custa R$ 79,90 em supermercados onde a pesquisa foi realizada. Nas periferias, porém, o produto tem novo reajuste, com valores que chegam a R$ 90 ou até R$ 100 por quilo. O leite em pó teve aumentos entre 22,42% e 48,02% nos últimos três meses, dependendo da marca.
“Pelo que temos informação do mercado, o custo de produção tem sido maior. O período seco já é desafiador e tradicionalmente o preço do leite já tem elevação. Encontrávamos o litro a R$ 2,99 ou R$ 3,99 e passar para R$ 4,99 já era um escândalo para o consumidor. Mas o mundo mudou completamente, em virtude da elevação do custo para alimentar o gado. O diesel, os insumos do campo e a energia elétrica contribuíram para essa elevação”, analisa o economista Feliciano Abreu, coordenador do Mercado Mineiro.
Segundo ele, os consumidores são prejudicados pelas estratégias de algumas cooperativas, que diminuem a oferta de leite para o comércio: “O produtor e o consumidor são os mais ‘fracos’ na cadeia. O produtor fica desanimado, recebe pouco e com custo alto. Do outro lado, o consumidor não tem condição de comprar o leite que nem é aquele que o produtor vende. Nesse período, algumas cooperativas notam a falta de oferta do leite e focam apenas nos derivados, porque o valor agregado é maior. Elas ganham mais num queijo ou numa manteiga do que vender o leite avulso”.
A inflação do leite leva as famílias a um sentimento de desolação. Desempregada desde o ano passado, Samira Rodrigues, de 29 anos, precisa fazer contas para comprar leite para a filha Evelyn, de apenas 1 ano. Com os aumentos, ela praticamente deixou de consumir o produto para dar prioridade à criança. “Antigamente, comprava uma caixa com 12 leites a cada 15 dias. Agora, tenho de comprar de três a cinco litros no mesmo período. Tenho de adaptar, pois está tudo muito caro. Está difícil para todo mundo”.
A diarista Arquimeia Armando, de 49, vive drama semelhante. Para conseguir economizar e pagar as contas, ele tem deixado de comprar alguns produtos, inclusive o leite. “Antigamente, podíamos comprar várias caixas e o dinheiro do mês era suficiente. Agora, só podemos comprar quando temos dinheiro, o que tem sido cada vez mais difícil. É algo muito triste.”
Por sua vez, o aposentado José Ananias de Menezes, de 76, opta agora por novas opções no café da manhã no lugar do leite. “Passei a tomar café puro em vez do café com leite. Mas nem isso reduz a conta do mês, porque o café e o açúcar também encareceram. Espero que tudo possa melhorar nos próximos meses. Desse jeito, não dá.”
No comércio, a disparada do leite também é vista com muito pessimismo, já que é praticamente impossível repassar os constantes reajustes para o cliente. “A insatisfação é total, porque o aumento é exorbitante. Nossos fornecedores nos comunicam toda semana que há novo reajuste. Temos de colocar o mínimo possível desse reajuste para o consumidor. Trabalhamos com a margem bem baixa. Para o empresário, também está difícil. Precisamos de alguma solução, pois não vamos suportar por muito tempo”, diz Markireny Gonçalves Ferreira, proprietária de uma padaria no Alto Vera Cruz, Região Leste de BH.
No campo
O produtor rural obteve ligeiro reajuste do leite que vende às cooperativas, mas insuficientes para cobrir os prejuízos. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), o litro de leite vendido pelos produtores mineiros atingiu o valor de R$ 2,70 em junho, um pequeno aumento de 5,05% no comparativo com maio. Em contrapartida, o custo operacional da produção no campo aumentou 16,6% no comparativo entre maio do ano passado com o mesmo período de 2022.
Segundo o analista de gerência do agronegócio da Faemg, Alexandre Gonzaga, os fatores econômicos contribuíram para a queda da produção de leite no campo, o que tem inferência nos preços do mercado – atualmente, Minas Gerais produz, em média, 9 bilhões de litros por ano. “Os produtores estão encontrando sucessivos aumentos ao preço do leite. A situação melhorou um pouco. Para não ficar com a capacidade ociosa, as indústrias de laticínios estão competindo de forma acirrada pelo leite do produtor nos últimos tempos. O leite spot, que é o formato cru comercializado pelas indústrias, está sendo vendido a R$ 4,36. É um retrato de como está acirrada a briga das indústrias pelo leite do produtor. Nesse contexto, os produtores diminuíram os investimentos nas fazendas, o que reduziu também a capacidade de produção de leite”, afirma. (Via: EM)
O plenário do Senado aprovou na última quarta-feira (6) um projeto de resolução que autoriza que Estados possam reduzir a zero a alíquota do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para motocicletas que tenham ataé 170 cilindradas. O Projeto de Resolução 3/2019, do senador Chico Rodrigues, será enviado agora para promulgação.
Apesar de permitir a redução, o imposto não obriga que os Estados e o Distrito Federal eliminem o IPVA desses veículos. Caberá a cada unidade da federação decidir sobre o tema.
Inicialmente, o projeto foi feito para beneficiar apenas os proprietários de motocicletas de até 150 cilindradas. Contudo, fabricantes solicitaram a mudança, alegando que isso seria necessário para que todas as unidades de baixa cilindradas fossem contempladas. O relator do texto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) foi o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR).
Ao argumentar pela aprovação do texto, Chico Rodrigues afirmou que proprietários de motocicletas são, em sua maioria, integrantes das classes C, D e E e que o uso preferencial desses veículos se dá para o trabalho.
“Os grandes centros urbanos, nos pequenos municípios e até, principalmente, no meio rural, como é o caso do nosso estado, o transporte mais comum, por ser mais barato, são os veículos de duas rodas. Quero chamar atenção para a importância social e econômica deste projeto, pois a frota de motocicletas já é de quase 30 milhões. De acordo com a Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas e Similares, a frota de duas rodas cresceu 76% nos últimos anos, enquanto o crescimento da frota geral foi de 66%. A frota de motocicletas praticamente dobrou quando comparada a dez anos atrás. Esses dados mostram a força e a importância que esse instrumento ganhou na vida dos brasileiros”, afirmou o parlamentar durante a discussão em plenário.
Um menino de 3 anos morreu após passar um ano com um prego no pulmão. Os pais apontam negligência do Hospital Municipal de Canavieiras (BA), para onde a criança teria sido levada diversas vezes.
Cauan Araújo Conceição teria engolido o objeto em junho do ano passado. Na ocasião, o pai dele, Cosme Conceição, o levou para a unidade hospitalar.
“Naquela noite, eu senti que ele estava engasgado, saiu até sangue da boquinha dele. Aí, imediatamente, eu levei para o hospital, na mesma noite. Chegando lá no hospital, o médico olhou e falou que não tinha nada na garganta da criança. Aí a gente voltou”, disse o pai da criança.
Desde então, a dor foi intensificando.
“Ele ficava sentindo febre e tossindo demais. De um tempo para cá, a dor foi começando a chegar. Uma dor do lado direito dele, que ele ficava andando torto, de lado. A gente sempre levando no hospital, e ele só davam medicamento”, prosseguiu Clarice, mãe do menino.
A penúltima entrada do menino no hospital ocorreu em 27 de junho deste ano. A profissional teria receitado remédios e passado uma nebulização.
Insatisfeitos, os pais da criança resolveram fazer um exame raio-x particular. Foi quando identificaram a gravidade do problema do filho, que foi transferido para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde o garoto passou por uma cirurgia, mas não resistiu.
“Eu quero justiça para que não aconteça mais isso, para que não aconteça com outras crianças”, assegurou o pai.
Em Santa Catarina, um homem de 59 anos foi condenado a 90 anos de prisão em regime fechado por estuprar e causar a morte do próprio filho. Segundo a Vara Criminal, o garoto morreu ainda criança após oito anos de abuso sexual.
Conforme denúncia apresentada pelo Ministério Público, o pai era responsável pelo banho do filho e, nesses momentos, os estupros aconteciam. Abusado diversas vezes, ele desenvolveu quadro de constipação intestinal crônica que evoluiu para uma oclusão intestinal, necessitando uma cirurgia de emergência.
A criança morreu durante o procedimento, após parada cardiorrespiratória.
Uma mulher, de Poços de Caldas (MG), perdeu mais de R$ 22 mil após cair em um golpe achando que estava ajudando o irmão.
Segundo a Polícia Militar, a vítima disse que recebeu uma mensagem de um número desconhecido com a foto do irmão. O golpista dizia que precisava de R$7,8 mil emprestados. A vítima transferiu o valor para uma chave Pix fornecida pelo criminoso.
Logo depois, o suposto irmão pediu uma transferência via Pix de mais R$14,8 mil, alegando que no dia seguinte faria a devolução do dinheiro. Mais uma vez, a vítima fez a transferência.
Posteriormente, ao ligar para o irmão, a mulher descobriu que havia caído em um golpe.
A vítima foi até o banco, mas foi orientada então a registrar um boletim de ocorrência sobre o crime.
Uma pessoa foi presa durante uma operação da Polícia Federal contra pornografia infantil em Estiva (MG). A ação aconteceu na manhã desta quinta-feira (7).
Os mandados foram expedidos pela 35ª Vara Federal em Belo Horizonte. A operação foi denominada Ácaro Rajado e teve como objetivo o combate ao abuso sexual infantojuvenil.
De acordo com a PF, as investigações revelaram que o suspeito fazia “upload” para servidor em “nuvem” de arquivos com imagens e vídeos de abuso sexual em jovens e crianças. A suspeita é que o homem preso seja o produtor deste material de abuso sexual.
Durante o cumprimento dos mandados foi encontrado material relacionado ao crime. O homem foi preso em flagrante. Foram apreendidos celular, dispositivos eletrônicos e de armazenamento utilizados para a prática do delito.
Ele foi conduzido para a delegacia de Polícia Federal em Varginha. Segundo a PF, o homem pode responder pelo crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, por armazenar conteúdo explícito envolvendo criança e adolescente. Se condenado, ele poderá cumprir até quatro anos de reclusão.
A investigação segue com análise dos materiais apreendidos, com a busca e identificação de vítimas. O suspeito será encaminhado ao presídio onde permanecerá à disposição da Justiça Federal.
Via: G1.
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