Pular para o conteúdo principal

Jornal Folha Regional

Homem é preso após tentar fazer pagamento com notas falsas de R$ 100 em Passos

Um homem foi preso após tentar realizar um pagamento com duas notas de R$ 100 falsas na tarde da última quarta-feira (6), em uma farmácia no bairro da Penha, em Passos (MG). Segundo a Polícia Militar, o comerciante percebeu o ato e acionou os militares.

Ainda conforme os policiais, o autor já teria tentando repassar as notas em outro comércio da cidade.

O homem foi preso em flagrante pela PM e levado à delegacia. Com ele, foram apreendidas duas notas falsas de R$ 100 e um aparelho celular, que teria sido furtado.

A Associação Comercial e Industrial de Passos (Acip) divulgou um alerta sobre circulação de notas falsas de R$ 100 e R$ 200 nos comércios da cidade. As notas de R$ 100, os números de série são terminados em 58 e 59.

A PM revelou que entre junho e julho deste ano apenas três casos foram registrados na cidade, o que tem dificultado nas investigações sobre o crime.

“O artigo 289 do Código Penal estabelece que quem fabrica as notas ou introduz no mercado pode ter uma pena de 3 a 12 anos de prisão, além de multa. Já a pessoa que recebe a nota de boa fé e, percebendo que é falsa, repassa no mercado, ela pode ter uma pena de detenção de seis meses a 3 anos, mas a multa”, disse.

Os militares orientou a acionar a polícia em casos suspeitos. Se for constatado que o autor está passando notas falsas, ele será preso em flagrante e encaminhada até a delegacia da Polícia Federal, em Divinópolis.

Ex-padre passense acusado de violação sexual contra monges é absolvido

O juiz Roberto Troster Rodrigues Alves, da Vara Única de Monte Sião, absolveu sumariamente o ex-padre passense Ernani Maia dos Reis, acusado de violação sexual mediante fraude contra quatro ex-monges do Mosteiro Santíssima Trindade, localizado na zona rural do município de 24 mil habitantes no interior de Minas Gerais. O magistrado acolheu argumento da defesa do religioso e decretou ‘decadência’ em favor do réu – considerou que as vítimas dos abusos ofereceram representação anos depois dos supostos crimes, ocorridos entre 2010 e 2018, após prazo de seis meses.

A avaliação sobre o prazo se deu em razão de o juiz considerar que os crimes sob suspeita ocorreram antes da edição da lei que tipificou o crime de importunação sexual. Tal legislação estabeleceu que a ação penal em casos de tal teor é incondicionada, ou seja, não necessita de representação. Antes dela, era necessário que as vítimas se manifestassem pela abertura de uma ação sobre o caso. O procedimento só não era necessário quando havia demonstração de que a vítima era vulnerável.

O mérito da denúncia não foi analisado pelo juiz. O argumento da defesa que foi acolhido pelo magistrado foi suscitado como questão preliminar, ou seja, analisada antes de o magistrado ponderar sobre as acusações em si.

Proferida no dia 20, a decisão de Alves contrariou parecer do Ministério Público, que defendeu a rejeição do argumento da defesa, ‘em especial em vista da vulnerabilidade das vítimas, em vista da ascendência hierárquica, administrativa e religiosa’.

Em despacho, o juiz entendeu que as condutas atribuídas ao ex-padre se deram enquanto era vigente a Lei nº 12 015, de 7 de agosto de 2009. “As condutas praticadas contra as vítimas estão integralmente sujeitas ao regramento anterior”, ponderou. Tal legislação previa que a ação penal só poderia se dar sem representação por parte da vítima em casos de menores de 18 anos ou ‘pessoas vulneráveis’.

No entanto, a avaliação do juiz foi a de que as vítimas eram vulneráveis ‘somente durante o convívio declinado nos depoimentos’ – as vítimas relataram que, após terem deixado o mosteiro, não tiveram mais contado com Ernani.

Segundo o juiz, durante o período em que estavam no local, os monges estavam sob direta influência do ex-padre, hierarquicamente na instituição, ‘sendo ainda forçoso reconhecer o peso da questão religiosa no convívio, a impedir a possibilidade de representação por parte deles’.

“É notório e presumido que haveria graves consequências pessoais, em prejuízo das vítimas, caso formalizassem representação criminal, e o escopo da lei em definir “pessoas vulneráveis” para efeito de representação é de justamente obstar que tais pessoas, impedidas ou prejudicadas, por qualquer causa, em se manifestar, fiquem sem a proteção da legislação penal”, registrou.

No entanto, Alves considerou que a vulnerabilidade a ser reconhecida no caso ‘não é de caráter permanente’. Para o magistrado, com o afastamento do ex-padre da instituição religiosa, do convívio com as vítimas, ‘não se pode mais reconhecer o enquadramento das vítimas nessa condição especial de vulnerabilidade’.

“Resulta do exame do caso que os fatos narrados se encontram inseridos na égide da legislação anterior, que demandava representação, uma vez que cessada a vulnerabilidade, sobretudo com a saída do acusado da instituição. No entanto, as vítimas vieram a oferecer representação anos depois, quando já transcorrido em muito o prazo decadencial, o que enseja a extinção da punibilidade, como invocado na peça defensiva”, registrou.

POSIÇÃO DO MP

Ao se manifestar pela rejeição do pedido da defesa, a Promotoria de Minas havia ressaltado que as normas não fazem distinção entre ‘vulnerabilidade temporária’ ou ‘permanente’ – “haja vista que a condição de vulnerável é aferível no momento do cometimento do crime, ocasião em que há a prática dos atos executórios com vistas à consumação do delito”.

“Não nos parece coerente a criação pretoriana de modelos híbridos de ação penal pública para o mesmo fato criminoso e sujeito à mesmíssima situação jurídica ao tempo do seu cometimento, deixando ao bel prazer do intérprete, considerá-la condicionada ou não à representação”, ponderou ainda o MP.

O advogado João Humberto Alves, que integra a defesa do ex-padre – diz manter posicionamento diferente do assumido pelo magistrado. “Não há que se falar em ‘vulnerabilidade temporária’ por parte das vítimas, pois ao considerar tal condição, aceitaríamos uma ampliação do que se entende por vulnerabilidade, de forma a interpretar a lei e a jurisprudência em prejuízo do réu, o que não se permite no Direito Penal brasileiro”.

Via: Observo.

Modo de fazer rapadura e melaço é reconhecido como bem imaterial em Cássia

O modo de fazer rapadura e melaço se tornou Patrimônio Imaterial do município de Cássia. O registo no Condephaat (Conselho Municipal do Patrimônio Imaterial de Cássia) saiu de um decreto assinado pelo prefeito Rêmulo Carvalho Pinto.

O modo de fazer rapadura foi reconhecido como inventário de Proteção do Patrimônio Cultural. O registro é um instrumento legal de preservação, reconhecimento e valorização do patrimônio imaterial do Brasil, composto por bens que contribuíram para a formação da sociedade brasileira.

A cultura foi herdada pelo senhor João Balduíno de Souza, de 87 anos, e repassada para a esposa Maria da Conceição, 78 anos, com quem é casado há 60 anos. O casal produz as rapaduras e o melaço em um sítio, na região Antinha, município de Cássia, onde vivem desde que se casaram.

Segundo o coordenador da Seção de Cultura e Patrimônio Histórico do município,  Dannilo Rodrigues, é de uma importância ter o reconhecimento como forma de fazer rapadura e melaço ser um patrimônio reconhecido como parte da gastronomia local. “A vida de várias pessoas pode mudar quando a gastronomia regional é valorizada”, disse.

O modo de fazer rapadura e melaço não é registrado como bem imaterial pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), bem como não há pedido de registro até o momento. No Iepha (Instituto Estadual  do Patrimônio Histórico e Artístico), também não há registro.

ARTESANAL

“Seo” Balduíno planta a cana, capina, colhe e mói, e dona Maria da Conceição o auxilia ralando cidra, torrando amendoim, mexendo o tacho e fazendo outros pequenos serviços. O casal tem uma filha e quatro netos, sendo que uma delas, Karina de Souza Cruz, pretende dar continuidade à tradição.

“Eu sei fazer, mas tem um truque, um jeito todo especial de mexer que ainda tenho que aprender. O que sei, aprendi olhando eles fazerem desde pequena”, conta Karina.

Todo o processo da rapadura de “Seo” João Balduíno é orgânico. Ele não usa fertilizante para plantar a cana-de-açúcar, matéria-prima da rapadura e do melaço, nem conservantes no produto.

A fabricação da rapadura é dividida em três etapas: moagem, cozimento e purga ou branqueamento. Depois de colhida e limpa, a cana é moída no engenho motorizado, muito eficaz por ser de ferro e composto de três rolos horizontais, exigindo apenas uma passagem da cana para se retirar todo o caldo.

Em média, é possível extrair cerca de 500 litros de garapa para cada tonelada de cana-de-açúcar moída, que renderão de 70 a 100 quilos de rapadura ou 100 a 150 rapaduras de 650 gramas, cada.

Uma rapadura simples custa R$ 10, com mistura sai por R$ 12. O melaço é vendido por R$ 10 o potinho de 500 gramas. Toda produção é vendida em feira livre e nos supermercados, padarias e mercadinhos de Cássia.

Via: Observo.

STJ confirma exigência de exame toxicológico para renovação de CNH

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a regra do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que exige a comprovação de exame toxicológico negativo para obtenção e renovação das categorias  C, D e E  da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O julgamento foi realizado em 8 de junho pela Primeira Seção do STJ. O acórdão da decisão foi publicado no dia 15 de junho.

Os ministros atenderam um recurso apresentado pela União em defesa do CTB e derrubaram decisões da Justiça Federal que suspenderam a exigência do exame negativo.

Pelo texto do acórdão do julgamento ficou definido que, “a obrigatoriedade de apresentação de resultado negativo no exame toxicológico de larga detecção está vinculada às categorias de habilitação, e não a parâmetros associados à atividade profissional do condutor”.

O entendimento deverá ser aplicado em outros casos semelhantes que estão em tramitação no Judiciário.

Via: Agência Brasil.

Minas Gerais confirma oito casos de varíola dos macacos

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou, na tarde desta quarta-feira (7), que foram confirmados oito casos de varíola dos macacos em Minas Gerais. Os exames laboratoriais foram feitos pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Os pacientes, conform a pasta, estão isolados em suas residências. 

Já foram notificados no sistema Redcap do Ministério da Saúde 28 casos suspeitos de Monkeypox (Varíola dos Macacos) no Estado. Desses, 10 casos estão em investigação e 10 foram descartados. 

Quais são os sintomas da varíola dos macacos?

Os sintomas iniciais da varíola dos macacos incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfonodos inchados, calafrios e exaustão. Lesões na pele se desenvolvem primeiramente no rosto e, depois, se espalham para outras partes do corpo, incluindo os genitais. As lesões na pele parecem as da catapora ou da sífilis até formarem uma crosta, que depois cai.Os sintomas da varíola dos macacos podem ser leves ou graves, e as lesões na pele podem ser pruriginosas ou dolorosas.

Como é a transmissão da doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda não sabe qual a fonte de infecção nos casos relatados. No entanto, segundo informa o Instituto Butantan, já é possível detalhar como a doença tem se espalhado entre os humanos. Confira como ocorre essa transmissão:

  • Contato com com gotículas expelidas por alguém infectado (humano ou animal) 
  • Contato com as lesões na pele causadas pela doença ou por materiais contaminados, como roupas e lençóis
  • Ainda segundo o Instituto Butantan, o período de incubação da varíola do macaco é geralmente de seis a 13 dias, mas pode variar de cinco a 21 dias.


Tratamento

Assim como ocorre com o Coronavírus, o tratamento da varíola dos macacos também requer isolamento de 21 dias, com o paciente sob observação médica.

Alpinópolis e mais três cidades da região terão iluminação pública com lâmpadas de LED

Nos próximos dias os municípios de Alpinópolis, Piumhi, Pratápolis e São Tomás de Aquino, integrantes do Consórcio AMEG, darão início ou continuidade a modernização de todo parque de iluminação pública com a substituição das lâmpadas de vapor de mercúrio ou vapor de sódio por lâmpadas de LED, consideradas mais modernas, eficazes e econômicas.

A modernização da iluminação dos municípios acontece após licitação promovida pela AMEG, onde os municípios que aderem à ata de registro de preços, contratam o serviço com economia média de 50% na formalização do contrato.

Para o presidente da AMEG e prefeito de Carmo do Rio Claro, Filipe Carielo “as licitações realizados pela AMEG vem se mostrando uma ferramenta importante para os municípios consorciados que conseguem economizar para os cofres municipais através de licitações em conjunto, que naturalmente saem mais em conta devido ao volume de produtos e serviços negociados”, completou.

 Além dos quatro municípios que vão iniciar a substituição das luminárias em breve, outros consorciados já concluíram, estão em execução ou na fase de levantamento de documentos para adesão à ata.

Já concluíram a troca de todas as lâmpadas, os municípios de Fortaleza de Minas e Doresópolis. São João Batista do Glória, realizou a substituição da iluminação da cidade com recursos próprios antes da ata da AMEG. Já a cidade de Cássia, que iniciou a substituição das lâmpadas com outra empresa, também aderiu à ata da AMEG e concluiu a troca da iluminação do município.

São Roque de Minas, aderiu à ata e realizou a substituição das lâmpadas que estavam apresentando problemas. Já o município de Itaú de Minas deve concluir a substituição completa das luminárias nas próximas semanas. Por sua vez, a cidade de Passos deve concluir a troca de todo o sistema até o final de dezembro.

Outros municípios integrantes do Consórcio como Capetinga, Carmo do Rio Claro, Claraval, Delfinópolis, Ibiraci, Pimenta e São José da Barra estão concluindo o levantamento da documentação para dar início a substituição das luminárias.

Os municípios de Guapé e Capitólio não devem aderir a ata porque pretendem fazer a troca da iluminação por meios próprios.

Além da licitação de LED promovida pela AMEG, estão abertas adesão de registro de preços para medicamentos, aterro sanitário e manutenção de iluminação pública. Nos próximos dias serão abertos editais para licitação de serviços de engenharia, aquisição de veículos leves e pesados incluindo com tecnologia hídrica, câmeras de videomonitoramento e de rastreamento veicular para controle das frotas dos municípios.  

Mais de 33 milhões de brasileiros passam fome todos os dias

Uma pesquisa divulgada no início do mês de junho, diz que cerca de 33 milhões de pessoas passam fome no Brasil. É quase o dobro do registrado em 2020.

O dado faz parte do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, feito pela Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional). Eis a íntegra.

Atualmente, mais da metade (58,7%) da população brasileira vive com insegurança alimentar, segundo o estudo.

Depois de 2 anos de pandemia e com o início da guerra na Europa, da Rússia contra a Ucrânia, a recuperação da economia ficou mais lenta. O eleitorado mais pobre (46% dos eleitores têm renda familiar de até 2 salários mínimos) é o mais afetado. Os dados sobre segurança alimentar assustam o governo de Jair Bolsonaro, que tem tentado encontrar formas de mitigar o problema.

O maior desafio em algumas regiões é prover famílias mais pobres condições para adquirir bens básicos, como gás de cozinha. Muitas comunidades carentes hoje fazem comida cozinhando em fogões a lenha improvisados.

De acordo com o Penssan, os principais fatores responsáveis pelo crescimento do número de brasileiros que sofre com insegurança alimentar, em diferentes níveis, são “a continuidade do desmonte de políticas públicas, a piora na crise econômica, o aumento das desigualdades sociais e o segundo ano da pandemia da covid-19”.

O país regrediu para um patamar equivalente ao da década de 1990”, afirma o relatório. O 1º inquérito, divulgado em abril do ano passado, estimava que cerca de 19 milhões não tinham o que comer em 2020. Em 2018, eram 10,3 milhões.

Os resultados da pesquisa divulgada nesta 4ª mostram que 41,3% dos domicílios consultados estão em situação de segurança alimentar, enquanto em 28% havia incerteza quanto ao acesso aos alimentos e à qualidade da alimentação, considerada insegurança alimentar leve.

A restrição quantitativa aos alimentos foi registrada em 30,7% dos domicílios, sendo que em 15,5% deles as pessoas convivem com a fome, classificada como insegurança alimentar grave.

Em termos populacionais, de acordo com o levantamento, são 125,2 milhões de brasileiros em domicílios com insegurança alimentar e mais de 33 milhões na forma mais grave.

A Rede Penssan utilizou a Ebia (Escala Brasileira de Insegurança Alimentar) –mesma utilizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)– para fazer a classificação.

Nela, é considerada segurança alimentar o acesso pleno e regular a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais. Já a insegurança alimentar é dividida em 3 níveis:

  • leve – quando há preocupação ou incerteza quanto o acesso aos alimentos no futuro, além de queda na qualidade adequada dos alimentos para não comprometer a quantidade;
  • moderada – quando há redução quantitativa no consumo de alimentos entre os adultos e/ou ruptura nos padrões de alimentação;
  • grave – quando há ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre todos os moradores do domicílio, incluindo crianças. Nesse nível de insegurança alimentar, as pessoas convivem com a fome.

Ao todo, os pesquisadores fizeram entrevistas presenciais com adultos em 12.745 domicílios brasileiros, nos 26 Estados e no Distrito Federal, nas zonas rural e urbana. A coleta de dados foi realizada de novembro de 2021 a abril de 2022.

Homem de 53 anos morre atropelado após deitar para dormir embaixo de caminhão em MG

Um homem de 53 anos morreu após ser atropelado por uma carreta na noite da última terça-feira (5) em Três Corações (MG). Segundo a polícia, a vítima dormia embaixo do caminhão na hora do acidente.

Conforme a polícia, a motorista do caminhão teria estacionado o veículo ainda no período da tarde para descarregar em uma empresa no bairro Parque Jussara. Quando retornou, por volta de 19h40, deu ré para manobrar e saiu.

Poucos segundos depois, conforme a polícia, a mulher foi avisada por moradores que ela teria atropelado um homem que estava deitado embaixo do caminhão, do lado do passageiro.

A motorista, de 40 anos, chegou a prestar socorro, mas a vítima já estava morta. Após a perícia comparecer ao local, a mulher chegou a prestar esclarecimentos na delegacia e foi liberada.

Ainda conforme a polícia, testemunhas contaram que a vítima estava embriagada e que teria o costume de deitar nas ruas. O corpo do homem foi levado para o IML de Três Corações. Ele foi identificado como Devanil Ferreira, de 53 anos.

O sepultamento dele está previsto para as 16h desta quarta-feira (6) no Cemitério Municipal de Três Corações.

Via: G1.

Gasolina terá queda de R$ 1,86 por litro em Minas, diz governo federal

O Ministério de Minas e Energia (MME) calcula que os cortes de impostos aprovados pelo Congresso devem reduzir em R$ 1,86 o preço médio da gasolina em Minas, na comparação com o recorde de R$ 7,39 atingido na semana anterior à vigência das medidas.

O estado mineiro é um dos que possuíam maiores alíquotas sobre o combustível antes da imposição do teto. Nacionalmente, o MME estima que o preço médio do litro da gasolina ficará em R$ 1,55.

O valor informado pelo MME é dois centavos a mais (R$ 1,84) do que o indicado pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro), que ainda prevê queda de R$ 0,24 no preço do litro de etanol.

Já em relação ao etanol hidratado, a expectativa do MME é de corte médio de R$ 0,31 por litro. Na semana anterior à aprovação das medidas, o litro do combustível custava, em média, R$ 4,87.

A reportagem procurou o Governo de Minas para saber a previsão dos novos valores, e aguarda retorno.

Na primeira semana de corte de impostos federais, a queda média no preço da gasolina foi de R$ 0,26 por litro, segundo a última pesquisa de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). O corte do ICMS vem sendo aplicado gradativamente pelos estados.

As contas do MME consideram a reclassificação dos combustíveis como bens essenciais, que limita a alíquota do ICMS a 17% ou 18% e a isenção dos impostos federais PIS/Cofins e Cide sobre gasolina e etanol até 31 de dezembro de 2022.

As medidas são parte do esforço do governo federal para frear a inflação às vésperas das eleições e, assim, melhorar a popularidade de Bolsonaro. A carestia de itens diversos, como os combustíveis, é vista por membros da campanha do presidente como principal obstáculo para a reeleição.

O teto do ICMS, porém, ainda é debatido na Justiça por alguns estados. Na última sexta-feira (6), Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Alagoas anunciaram redução da alíquota. Antes, São Paulo, Goiás, Espírito Santo e Rondônia também já haviam confirmado cortes.

Cine Família reúne 2.500 pessoas em Passos 

Com os olhares compenetrados na tela, os espectadores assistiram gratuitamente a dois sucessos nacionais recém-saídos do cinema: “Turma da Mônica – Lições” – que foi a produção brasileira mais assistida após o seu lançamento nas telonas com mais de meio milhão de espectadores – e  D.P.A.3 – Uma Aventura no Fim do Mundo, outro sucesso de público que já foi visto por mais de 420 mil pessoas, segundo a plataforma Filme B. O evento aconteceu na quarta-feira (29), na Praça da Matriz, em Passos (MG).

Além dos filmes, as famílias se impressionaram com o tamanho da tela, a qualidade de imagem e som, com as passarelas em tapete vermelho e iluminação cênica que transformaram o ambiente em um cinema a céu aberto.

“Estamos muito felizes com a recepção das pessoas. Nosso agradecimento à Algar Telecom que, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, patrocina o evento desde a sua primeira edição – e também à Prefeitura de Passos pela confiança.

A dedicação e carinho de toda a equipe, desde a pré-produção, quando são escolhidas as cidades, até a programação e montagem da estrutura, preparada para a exibição de um filme, é que nos permite entregar ao público toda esta qualidade “, afirma Marcelo Mamede, coordenador do projeto e diretor da Moinho Cultural, realizadora do evento.

O secretário de Cultura e Patrimônio Histórico, Denilson César dos Reis, destacou a importância do Cine Família na Praça. “É um privilégio muito grande participar e apoiar esse evento, que proporciona tanta alegria para a população”, enfatiza. 

A espectadora Ana Laura de Oliveira, que estava acompanhada da família, disse que ficou fascinada com o evento. “Foi nota mil. Amamos o filme, nos divertimos, rimos, choramos e comemos pipoca. Foi um espetáculo maravilhoso, aconchegante e muito bem organizado. Foi incrível”, ressalta Ana Laura.

“O sucesso do Cine Família na Praça se dá por um conjunto de estratégias. Trabalhamos com muita antecedência para que tudo seja uma experiência ímpar e inesquecível. E o resultado nos dá muita satisfação e sentimento de dever cumprido.

Nosso objetivo de proporcionar uma experiência cinematográfica única a céu aberto, totalmente gratuita, com filmes de classificação indicativa livre, adequados para toda família curtirem juntos, superar nossas expectativas ao ver a praça cheia de pessoas com olhares fixos na tela para não perder sequer um detalhe”, comenta Marco Túlio Morais, da Aproxima Patrocínios e Incentivos, co-realizadora do evento. 

Sobre a Algar Telecom 

A Algar Telecom, empresa do grupo Algar, possui um amplo portfólio com soluções de Telecom e TI para atender clientes corporativos (B2B) e do varejo (B2C).

A companhia oferece internet por fibra óptica em ultravelocidade, celular de qualidade, serviços de voz, dados, e TI, incluindo serviços de cloud e de segurança de redes, além de sistemas de gestão para pequenas empresas. 

Com 68 anos de mercado, possui uma moderna infraestrutura, suportada por uma rede de 115 mil km de fibra óptica que serve, atualmente, mais de 372 cidades, em 16 estados do Brasil e no Distrito Federal. Para todos esses locais, a empresa investe em um atendimento personalizado, consultivo e eficaz para entregar cada vez mais qualidade aos clientes. 

Companhia aberta, não listada em bolsa desde 2007, a Algar Telecom se compromete com as melhores práticas de governança corporativa. São mais de 4,5 mil associados – como são chamados os colaboradores da empresa – comprometidos em manter um relacionamento próximo com seus clientes e alta qualidade na prestação de serviços, com práticas sustentáveis e inovadoras. 

Sobre a Moinho Cultural 

Fundada há 17 anos, a Moinho Cultural é uma Produtora que atende Empresas Patrocinadoras e Agências de Publicidade e de Relações Públicas com a disponibilização de projetos próprios para patrocínio e criação de projetos sob medida, sempre alinhados às estratégias de comunicação do cliente, gerando entregas de qualidade que favoreçam a visibilidade, fortalecimento e reputação de marca. 

Além Cine Família na Praça, possui em seu portfólio projetos de sucesso, como:  Fundinho Festival – Jazz e Blues; Diversão e Arte: Música para Crianças de Todas as Idades; Festival de Inverno da Serra da Canastra; e Expresso Literário; os quais juntos totalizam 40 eventos realizados em 22 diferentes municípios, para um público de cerca de 152 mil pessoas.

.Por: Adriana Bernardes

Jornal Folha Regional
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.