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Jornal Folha Regional

SRS Passos distribui 32ª remessa de vacinas contra a covid-19 aos municípios

A 32ª remessa da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) com vacinas contra a covid-19 foi distribuída nesta terça-feira (10) pela Superintendência Regional de Saúde de Passos (SRS Passos) aos 27 municípios de sua jurisdição. Foram mais 7.260 doses de imunizantes para dar continuidade à vacinação.

Como ocorre desde o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19, em janeiro deste ano, profissionais das secretarias municipais de saúde retiraram as doses na Rede de Frios da SRS Passos. Foram 5.040 doses da Pfizer, para administração como dose um (D1), e 2.220 da Coronavac, para doses um e dois.

Esses quantitativos são referentes à remessa de 339.530 doses desses imunizantes enviada à SES-MG pelo Ministério da Saúde. Esse total foi distribuído para as unidades regionais de saúde (URS), que, por sua vez, repassaria aos municípios.

As URS aguardam para esta semana nova distribuição de vacinas pela SES-MG, que noticiou o recebimento de mais duas remessas com 1,2 milhão de doses para a imunização contra a covid-19.

Na somatória das 32 remessas, o total entregue aos municípios pela SRS Passos é de 402.456 doses. A cobertura vacinal com a primeira dose passa de 67% da população adulta, conforme registros parciais dos municípios no painel Vacinômetro, da SES-MG.

Cidade do Sul de Minas inicia vacinação contra a Covid-19 em pessoas com 25 anos

Natércia (MG) começou a vacinar nesta segunda-feira (26) pessoas com 26 e 25 anos de idade contra a Covid-19. O avanço na faixa etária faz com que o município seja a 2ª que mais aplicou a 1ª dose da vacina no Sul de Minas, o que representa 72,65% da população.

A vacinação será realizada nesta segunda-feira em sistema drive-thru, assim as pessoas não precisam sair do carro. A imunização será realizada das 8h às 10h em frente ao posto de saúde da Chapada.

Para vacinar é preciso apresentar o cartão SUS ou CPF, a carteira de vacinação e um comprovante de residência.

Covid-19 em Natércia

Desde o início da pandemia, conforme dados da SES-MG, Natércia contabiliza 418 casos positivos de Covid-19, sendo oito mortes em decorrência da doença.

A terceira remessa de vacinas Covid-19 chegou em Itaú de Minas

O Município de Itaú de Minas (MG), recebeu nesta sexta-feira (12), mais 120 doses que, somadas às 399 doses que já foram disponibilizadas para o Município anteriormente,  totalizam 519 vacinas.

A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que a aplicação continuará respeitando os critérios estabelecidos pela Secretaria de Estado da Saúde do Estado de Minas Gerais e que, portanto, os critérios para a vacinação em Itaú de Minas já foram apontados pelo Setor de Epidemiologia, baseados nas indicações do Estado. Então, a recomendação continua sendo, para que ninguém se desloque espontaneamente até o posto de saúde, vez que a vacina chegará aos públicos prioritários conforme a disponibilidade e a demanda.

Minas Gerais recebe mais vacina Covid-19

Na noite desta segunda-feira (25), o Governador Romeu Zema (Novo), recebeu 87.600 novas doses para reforçar a maior operação de vacinação da história do Estado.

As vacinas já foram encaminhadas para a Central de Rede de Frios. Até agora, Minas Gerais já recebeu 855.100 doses, entre CoronaVac/Covishield.

Reunião da Ameg termina sem conclusão e prefeitos voltarão a se reunir amanhã

Neste momento está acontecendo a reunião da Ameg, a qual o prefeito municipal de Passos (MG) Diego Oliveira havia solicitado em caráter de urgência, após, a Santa Casa atingir o limite máximo na UTI adulto da Covid-19.


Na reunião alguns prefeitos decidiram que aguardarão até a próxima terça-feira (18), às 10h, para uma conclusão se todas as cidades regredirão para a Onda Vermelha.


Alguns executivos não concordam com a regressão de onda, tendo em vista que algumas cidades mantém na Onda Amarela de acordo com o Minas Consciente.


Na ocasião foi informado que todas as cidades da região começarão a receber as vacinas contra a Covid-19.


Em breve maiores informações.

Vacinação contra Covid-19 começa na quarta, às 10h, diz Pazuello

Pazuello afirma que vacinação começará simultaneamente no país e diz que aplicação da primeira dose em São Paulo está ‘em desacordo com a lei.

O Ministério da Saúde anunciou neste domingo, 17, que a vacinação contra a Covid-19 no Brasil terá início na quarta-feira, 20, às 10h. Para isso, a distribuição da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan com a Sinovac, começará a ser distribuída aos estados às 7h da segunda-feira, 18.

“Está dado o primeiro passo para o início da maior campanha de vacinação do mundo contra o coronavírus”, afirmou o ministro da Saúde , Eduardo Pazuello.

O anúncio foi feito logo após a aprovação do uso emergencial da CoronaVac e da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca pela Anvisa.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ressaltou que a imunização começará simultaneamente em todo o Brasil e criticou a aplicação da primeira dose em São Paulo. Segundo Pazuello, a aplicação da vacina na enfermeira Mônica Calazans, está “em desacordo com a lei”.

 “Poderíamos num ato simbólico ou numa jogada de marketing iniciar a primeira dose em uma pessoa, mas em respeito a todos os governadores, prefeitos e todos os brasileiros, o Ministério da Saúde não fará isso”, acrescentou o ministro.

Primeira vacinada é enfermeira do Emílio Ribas em SP

Mônica Calazans, de 54 anos, é diabética, obesa e hipertensa e trabalha há oito meses no hospital


A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, se tornou neste domingo, 17, a primeira pessoa vacinada contra a Covid-19 no Brasil. Ela foi imunizada com a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.


Com a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) neste domingo, do uso emergencial do fármaco, Calazans e outros profissionais de saúde indicados por hospitais públicos e que trabalham na linha de frente do combate à Covid-19 estão sendo vacinados pelo governo de São Paulo.


Diabética, obesa e hipertensa, a enfermeira faz parte de grupo de risco e trabalha na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Emílio Ribas, em São Paulo. A instituição é referência no tratamento de doenças infecciosas.


– Agora vamos começar a voltar à vida normal. Todo mundo vacinado. Estou feliz. Me sinto representante dos profissionais da saúde e da população brasileira – declarou Calazans.
Doria destacou a importância do momento.
– A emoção de fazer aquilo que é necessário para salvar vidas. Mônica e outras milhões de profissionais de saúde salvaram vidas. Esse é o exemplo que o Brasil precisa. A Mônica representa isso, o valor da vida – afirmou o governador.


Em maio, quando a pandemia atingia alguns de seus maiores picos, Mônica Calazans se inscreveu para trabalhar no Emílio Ribas, mesmo ciente de que a unidade estaria no epicentro do combate à pandemia. A vocação falou mais alto, diz. A informação foi antecipada pela Folha de S.Paulo.


Mônica Calazans trabalhou como auxiliar de enfermagem durante 26 anos. O diploma universitário veio mais tarde, aos 47. Viúva e mãe, nem ela nem o filho de 30 anos se infectaram com a Covid-19. A família, entretanto, não passou isenta pela pandemia. Seu irmão caçula, auxiliar de enfermagem de 44 anos, ficou internado por 20 dias com a doença.

Mônica foi vacinada pela enfermeira Jéssica Pires de Camargo, de 30 anos, mestre de Saúde Coletiva pela Santa Casa de São Paulo. Na sequência, ela recebeu do governador um selo simbólico com os dizeres “Estou vacinado pelo Butantan” e uma pulseira com a frase “Eu me vacinei”.


Entrega de vacinas


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou neste domingo que determinou ao Instituto Butantan a entrega das doses de CoronaVac ao Ministério da Saúde para que sejam distribuídas a outros estados brasileiros logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial. “O Brasil tem pressa para salvar vidas”, escreveu, no Twitter. Ele não detalhou a quantidade de doses que serão entregues ao governo federal.

Em clima de Copa do Mundo, brasileiros vibram nas redes acompanhando votação da Anvisa

Memes proliferam no Twitter em clima de torcida durante votação técnica da Anvisa; confira os melhores


Um dos assuntos do momento no Twitter no início da tarde deste domingo, 17, é a palavra “aprovou”. O País acostumado a parar para assistir grandes finais de futebol parece ter virado todas as suas atenções neste domingo para a reunião da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que delibera, desde às 10h10, se libera o uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford com a AstraZeneca. Ao menos essa é a sensação para quem entra agora na rede social.


Não está muito claro se todo mundo está entendendo todas as informações técnicas que estão sendo divulgadas, mas o pessoal está acompanhando com afinco. Logo depois que o o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, disse que recomendava a Coronavac, ato que seria repetido minutos depois para a vacina da Oxford, começaram a pipocar memes comemorativos.


Veja bem: as vacinas ainda não foram aprovadas! A decisão só será tomada após votação de todos os diretores da Anvisa. Mas imediatamente a palavra “aprovou” foi parar nos trendings topics. Parece até final de Copa do Mundo, ou apuração de notas de escolas de samba, como lembraram alguns internautas.

Voto de relatora da Anvisa aprova uso emergencial da CoronaVac

O primeiro voto da diretoria colegiada da Anvisa, da relatora Meiruze Freitas aprovou neste domingo (17) o uso emergencial da CoronaVac. O uso emergencial é considerado um experimental e temporário, até que a vacina receba o registro definitivo no país. Outros quatro votos serão declarados ainda nesta tarde.


Freitas afirmou que a Anvisa revisou seu marco regulatório e flexibilizou requisitos técnicos de maneira alinhada às recomendações internacionais e afirmou que, na avaliação do uso emergência, os benefícios devem superar seus potenciais riscos. “No contexto da pandemia e dos eventuais benefícios desta vacinação, entendo que a Anvisa deve prosseguir com o processo”, afirmou.


Esta é a primeira vez que uma reunião pública da Diretoria Colegiada da Anvisa acontece num domingo.

Anvisa sobre a vacinação no Brasil em pronunciamento neste domingo

O início (ou não) da vacinação contra o coronavírus no Brasil tem um capítulo decisivo neste domingo (17), quando a Anvisa realiza uma reunião extraordinária para decidir se autoriza duas vacinas com pedido de uso emergencial: a CoronaVac, da Sinovac e do Instituto Butantan, e a da Oxford-AstraZeneca, produzida pela Fiocruz.


Se a autorização da Agência de Vigilância Sanitária for concedida, as vacinas podem, em teoria, começar a ser aplicadas no Brasil assim que a decisão for informada oficialmente aos laboratórios.


Transmitida ao vivo pelos canais oficiais do governo, a reunião é conduzida por cinco membros da diretoria colegiada da Anvisa — todos indicados pelo presidente Jair Bolsonaro, que já declarou mais de uma vez que não pretende tomar a vacina.


Antônio Barra Torres foi confirmado como diretor-presidente da Anvisa em dezembro e é contra-almirante da Marinha. Na forças armadas, dirigiu o Centro de Perícias Médicas e o Centro Médico Assistencial. Amigo pessoal do presidente, o militar é formado em medicina e foi diagnosticado com coronavírus semanas depois de aparecer sem máscara entre manifestantes ao lado de Bolsonaro.

Cristiane Rose Jourdan Gomes é endocrinologista, trabalhou como gestora de planos de saúde da Amil por 13 anos e dirigiu o Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro, entre agosto de 2019 e agosto de 2020. Já defendeu publicamente a hidroxicloroquina, medicamento cujo uso no tratamento do coronavírus não é recomendado por autoridades internacionais como a Organização Mundial da Saúde.


Alex Machado Campos é formado em direito e construiu sua carreira em cargos técnicos na Câmara dos Deputados. O principal posto antes da nomeação por Jair Bolsonaro à diretoria da Anvisa foi o de chefe de gabinete do ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta. Foi indicado ao cargo pelo centrão – grupo informal de parlamentares que costuma buscar proximidade com o governo em troca de cargos e outras benesses.


Romison Rodrigues Mota é graduado em Ciências Econômicas e especialista em Vigilância Sanitária. Ingressou na Anvisa por concurso público em 2005, onde foi Gerente de Orçamento e Finanças por cinco anos. Tornou-se Gerente Geral de Gestão Administrativa e Financeira em 2015 e foi nomeado, no ano passado, Diretor Substituto da entidade.


Meiruze Sousa Freitas é formada em Farmácia e entrou na Anvisa por concurso público em 2007, como especialista em Regulação e Vigilância Sanitária na Gerência-Geral de Medicamentos. Passou por diversos cargos, atuando como adjunta de diretor, gerente geral de Toxicologia e gerente da área de medicamentos, até ser confirmada como diretora em novembro de 2020.


O governo federal não estabeleceu uma data oficial para o início da vacinação no Brasil, mas o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, tem dito que a previsão é começar a imunização na quarta-feira (20), simultaneamente em todo o país – um projeto colocado em dúvida por especialistas em imunização.

Em São Paulo, o governador João Doria havia planejado iniciar a vacinação no Estado em 25 de janeiro, mas afirmou que poderia antecipar a campanha de imunização a depender do aval da Anvisa.


A decisão é transmitida em cadeia nacional por canais oficiais do governo em um momento de alta nas infecções e mortes por covid-19 no Brasil e de caos no sistema de saúde em cidades como Manaus.

Como funciona a reunião?


A decisão sobre a liberação emergencial ou não das vacinas acontecerá por maioria simples. Assim, 3 votos serão suficientes para bloquear ou permitir os imunizantes.


A diretora Meiruze Freitas é a relatora dos dois pedidos de uso emergencial e abrirá a reunião, seguida por apresentações de análises técnicas das vacinas.

Segundo a Anvisa, as apresentações serão feitas pela área de medicamentos, que avalia os estudos clínicos e de eficácia e segurança; pela área de certificação de Boas Práticas de Fabricação, que verifica se os locais de fabricação da vacina têm condições adequadas; e pela área de monitoramento de eventos adversos, que monitora e investiga depois da vacinação se as pessoas tiveram alguma reação à vacina.


Freitas será a primeira a ler seu voto, seguida pelos outros quatro diretores.


Antônio Barra Torres, presidente da Anvisa, é o responsável por anunciar o resultado final.
A decisão da Diretoria Colegiada da Anvisa se refere às vacinas para as quais houve pedido formal de uso emergencial: a CoronaVac, produzida pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a Oxford-AstraZeneca, cujo pedido foi feito pela Fiocruz.


Neste sábado, a Anvisa recusou um pedido de uso emergencial da vacina russa Sputnik V, produzida pelo laboratório União Química. Segundo a agência, “O pedido foi restituído à empresa por não atender os critérios mínimos, especialmente pela falta de autorização para a condução dos ensaios clínicos fase 3, a condução em andamento no país e questões relativas às boas práticas de fabricação”.


A Anvisa destaca que, por enquanto, o que está em avaliação é o uso emergencial de vacinas ainda consideradas experimentais – portanto, os imunizantes, ao serem aprovados, ainda seriam usados em “caráter temporário, até que a vacina receba o registro definitivo no país”.


Uma tentativa de trazer 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca fabricadas na Índia fracassou na sexta-feira. Com um avião fretado pronto para trazer o imunizante, o governo brasileiro esbarrou em uma negativa do governo indiano e agora aguarda uma definição sobre a compra.

O governo federal diz contar com 6 milhões de doses da CoronaVac, a serem entregues pelo Instituto Butantan. Na sexta, o governo federal cobrou a “entrega imediata” das doses.
No total, o Butantan diz já dispor de 10,8 milhões de doses da CoronaVac em solo brasileiro. “No final de março, a carga total de imunizantes disponibilizados pelo instituto é estimada em 46 milhões de doses”, diz o órgão.

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