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Jornal Folha Regional

Exames médicos e psicológicos da CNH têm valores reduzidos em Minas Gerais

Exames médicos e psicológicos da CNH têm valores reduzidos em Minas Gerais – Foto: reprodução

Os exames médicos e psicológicos exigidos nos processos de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) tiveram os valores reduzidos em Minas Gerais desde a última quarta-feira (31). A mudança ocorre em razão da Medida Provisória nº 1.327/2025, de abrangência nacional.

De acordo com o Governo de Minas, a avaliação psicológica e o exame de aptidão física e mental passam a custar R$ 90 cada. Já o reexame psicológico teve o valor fixado em R$ 88,72, enquanto a emissão da segunda via de exames passa a custar R$ 57,69.

Pagamento direto às clínicas credenciadas

Conforme o Executivo estadual, os exames médico e psicológico deverão ser pagos diretamente à clínica credenciada, no dia do atendimento. As formas de pagamento aceitas incluem dinheiro, Pix, cartão de crédito ou débito, de acordo com os critérios estabelecidos por cada clínica.

Valores valem para diversos serviços da CNH

A nova regra estabelece valores máximos para os exames de avaliação psicológica e de aptidão física e mental exigidos nos seguintes casos:

  • Obtenção da Permissão para Dirigir (PPD);
  • Renovação da CNH;
  • Mudança ou adição de categoria;
  • Registro de habilitação de outros estados ou internacional;
  • Exames realizados por diretor-geral e de ensino, instrutor e examinador de trânsito.

Transparência obrigatória nas clínicas

A norma também determina que as clínicas credenciadas mantenham a tabela de preços em local visível ao público, sendo proibida a cobrança de valores diferentes dos definidos na portaria. O pagamento deve ser feito exclusivamente pelo candidato ou condutor diretamente à clínica responsável pelo exame.

Portaria foi publicada no Diário Oficial

As alterações foram formalizadas em Minas Gerais por meio da Portaria CET nº 02002/2025, publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (30/12), conforme informou o Governo de Minas. A regulamentação foi conduzida pela Coordenadoria Estadual de Gestão de Trânsito (CET-MG).

Reconstrução do Rio Grande do Sul deve custar pelo menos R$19 bilhões

Reconstrução do Rio Grande do Sul deve custar pelo menos R$19 bilhões - Foto: reprodução
Reconstrução do Rio Grande do Sul deve custar pelo menos R$19 bilhões – Foto: reprodução

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite afirmou nesta quinta-feira (9/8) que a reconstrução do estado deverá custar pelo menos R$ 19 bilhões. Os cálculos são preliminares mas dão uma dimensão do recurso que será necessário para reestruturar os serviços e a infraestrutura do estado. 

A declaração de Eduardo Leite foi feita pelas redes sociais. “Os cálculos iniciais das nossas equipes técnicas indicam que serão necessários, pelo menos, R$ 19 bilhões para reconstruir o Rio Grande do Sul. São necessários recursos para diversas áreas. Insisto: o efeito das enchentes e a extensão da tragédia são devastadores. Nas próximas horas, vamos detalhar as ações projetadas que contemplariam as nossas necessidades”, publicou. 

O mais recente boletim da Defesa Civil, divulgado nesta quinta-feira (9/5) aponta que 425 municípios foram afetados,  67.542 pessoas foram levadas para abrigos e 164.583 estão desalojadas e mais de 1 milhão e 400 mil pessoas foram diretamente atingidas.

Na quarta-feira, a Confederação Nacional dos Município (CNM) atualizou boletim sobre os estragos causados pelo desastre no Rio Grande do Sul e estimou o prejuízo em R$6,3 bilhões. Esse boletim é atualizado diariamente. 

Mais de 61 mil moradias danificadas por desastres no Rio Grande do Sul e prejuízos parciais de R$ 6,3 bilhões. Segundo a CNM, 61,4 mil moradias foram atingidas e 6,2 mil estão totalmente destruídas. A entidade reforça, no entanto, que os dados são parciais e que as gestões enfrentam dificuldades de atualizar os sistemas informativos em tempo real.

Na terça-feira, o Congresso Nacional promulgou um projeto de autoria do governo federal para excepcionalizar os gastos com a reconstrução do Rio Grande do Sul e acelerar o repasse de verbas. O presidente Lula tem dito que não faltaram recursos e não haverá impedimento de burocracia para atender o estado.

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