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Jornal Folha Regional

Vereador que confessou colocar laxante na água de colega renuncia ao mandato no Sul de Minas

Vereador que confessou colocar laxante na água de colega renuncia ao mandato no Sul de Minas – Foto: reprodução

O vereador Carlos Roberto Dias (União Brasil), conhecido como ‘Gato da Corrida’, renunciou ao mandato em Santa Rita do Sapucaí (MG). O político é investigado pela Polícia Civil após ter dito, em plenário, que colocou laxante na água de outro colega na Câmara.

A carta de renúncia foi lida na noite de terça-feira (17) no começo da sessão ordinária da Câmara dos Vereadores, pelo primeiro secretário, o vereador Miguel Caputo.

No documento, Carlos diz que renuncia ao mandato por não encontrar segurança jurídica na Casa Legislativa e que a comissão de ética estaria promovendo “um show midiático”.

Relembre o caso

No fim do mês passado, o vereador Benedito Raimundo Ribeiro (PL) denunciou que a água dele estava com o sabor alterado. A água é fornecida em copos descartáveis e cada vereador tem direito a dois copos.

Cerca de uma semana depois, o vereador Carlos Roberto Dias, conhecido popularmente como ‘Gato da Corrida’, publicou em suas redes sociais, um vídeo confessando ter colocado laxante na água do colega parlamentar.

No vídeo de quase cinco minutos, Carlos Roberto fala que queria tirar o colega da reunião, para que ele ‘parasse de encher o saco’.

O caso fez a presidência da Câmara instaurar uma sindicância interna para apurar os fatos, além da análise da própria comissão de ética da casa. Testemunhas foram ouvidas pelos vereadores e também pela polícia civil, que abriu inquérito para apurar as denúncias.

De acordo com as normas da Câmara, após o parecer da comissão de ética e da sindicância interna, Carlos poderia ter o mandato cassado se dois terços dos vereadores votassem a favor disso.

Conforme o Departamento Jurídico da Câmara, a denúncia contra ele deve ser extinta da Casa Legislativa e o suplente deverá ser convocado.

Via: G1

Vereador suspeito de matar professor em Formiga é preso após se apresentar à polícia

Vereador suspeito de matar professor em Formiga é preso após se apresentar à polícia - Foto: redes sociais
Vereador suspeito de matar professor em Formiga é preso após se apresentar à polícia – Foto: redes sociais

O vereador de Araújos (MG), Lucas Coelho (PSD), de 33 anos, foi preso após se entregar na tarde desta quinta-feira (5). Ele é suspeito da morte do ex-noivo, o professor Jhonathan Silva Simões, de 31 anos, assassinado a tiros na porta de casa, em Formiga (MG), no dia 29 de maio.

Segundo a Polícia Civil, o parlamentar se apresentou espontaneamente na Delegacia Regional de Bom Despacho acompanhado de um advogado. Contra ele já havia um mandado de prisão preventiva, expedido após a conclusão da fase inicial das investigações.

A reportagem tentou contato com a defesa do vereador, mas não tinha conseguido até a última atualização desta reportagem.

Professor morto a tiros em Formiga havia pedido medida protetiva antes de ser assassinado

Vítima Jonathan Silva Simões (esquerda), e suspeito, o vereador de Araújos Lucas Coelho (direita) - Foto: redes sociais
Vítima Jonathan Silva Simões (esquerda), e suspeito, o vereador de Araújos Lucas Coelho (direita) – Foto: redes sociais

O professor Jonathan Silva Simões, de 31 anos, foi morto a tiros na porta de casa em Formiga, na última quinta-feira (30). Segundo familiares, Jhony — como era conhecido — havia solicitado uma medida protetiva após episódios de ameaças e perseguições do ex-namorado, mas o pedido foi negado pela Justiça. A Polícia Civil investiga o caso.

De acordo com Junio Pablo de Moura, primo e irmão de criação de Jonathan, o professor teve um relacionamento com o vereador Lucas Coelho (PSD), de Araújos. A relação começou de forma tranquila, mas se tornou abusiva com o tempo. Segundo Moura, Jonathan vinha sendo seguido, ameaçado e teve a privacidade violada em diversas situações.

“Ele era um irmão pra mim. Cresceu com a minha mãe desde os 10 anos. A gente nunca imaginava isso.” , desabafou Junio. O Jhony chegou a montar uma espécie de dossiê com todas as ameaças. Pediu medida protetiva, mas disseram que era só para mulheres em relação a homens. Ele ficou revoltado, rasgou o papel na ocasião, mas eu mesmo li”, contou.

A redação fez contato com a Polícia Civil, Ministério Público e Tribunal de Justiça de Minas Gerais para saber sobre a medida protetiva negada e aguarda retorno. A reportagem não conseguiu contato com o parlamentar até a última atualização desta reportagem.

Enquanto a família aguarda respostas e a localização do suspeito, Junio Pablo fez um apelo.

“Nada vai trazer o Jhony de volta. Mas ele não pode ser mais um número. Ele pediu ajuda, gritou por socorro, e ninguém ouviu. Agora, o mínimo que esperamos é justiça”.

O dia do crime

O assassinato ocorreu por volta das 18h15 do dia 30 de maio. Jhony chegava em casa, no Bairro Sagrado Coração de Jesus, após o trabalho, quando foi atingido por disparos.

Segundo Pablo, imagens de câmeras de segurança mostram que o autor dos tiros aguardava no local desde 17h30 e agiu pelas costas. A vítima foi baleada seis vezes.

“Ele estava atravessando a rua pra entrar. As câmeras mostram que o criminoso já estava esperando desde 17h30. Então ele veio por trás e atirou pelas costas. Foram seis tiros. Depois entrou no carro e fugiu. O criminoso estava de boné, com o rosto coberto.”, contou Junio.

Polícia Civil investiga o caso

A Polícia Civil informou, por nota, que o caso está sendo tratado com prioridade.

“A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que apura, com prioridade, o homicídio de um homem, de 31 anos, em Formiga, no último dia 29 de maio. As investigações estão bem adiantadas, com o objetivo de esclarecer completamente os fatos, especialmente no que se refere à autoria e à motivação do crime. Neste momento, em razão do andamento dos trabalhos investigativos, não é possível fornecer outras informações.”

Via: G1

Decisão: vereador de Três Corações é cassado após denúncia de violência sexual contra filha adolescente

Decisão: vereador de Três Corações é cassado após denúncia de violência sexual contra filha adolescente - Foto: redes sociais
Decisão: vereador de Três Corações é cassado após denúncia de violência sexual contra filha adolescente – Foto: redes sociais

A Câmara Municipal de Três Corações (MG) cassou, em sessão extraordinária realizada na última quarta-feira (4), o mandato do vereador Evandro Ladeia Guimarães (PL), que foi alvo de uma investigação da Polícia Civil por suspeita de violência sexual contra a própria filha, de 14 anos.

A defesa de Evandro Ladeia Guimarães disse que irá recorrer da decisão na Justiça, onde já tramitam, em primeira e segunda instâncias, mandados de segurança contra o processo de cassação.

O resultado da votação foi nove votos a favor, dois contra e duas abstenções. Veja como cada vereador votou:

  • A favor da cassação:
    • Carlos Eduardo Silva de Oliveira – Du Cara Gorda (PSDB)
    • Denísio Inacio do Nascimento – Gambá (PDT)
    • Elias Pereira – Elias do Projeto Ypiranga (PRD)
    • Frederico Dimas Costa dos Santos – Fredy Costa (PRD)
    • Leonardo Farah Maciel (PSDB)
    • Leonardo Rezende Vilela (PP)
    • Mônica da Silva Lemes de Oliveira (Avante)
    • Vinicius Pinto Dutra (Rede)
    • Wesley Michel Rezende Dardaque – DJ Wesley (Podemos) – presidente da Câmara
  • Contra a cassação:
    • Lucíola Viviene Achilles Medeiros Araújo – Lucíola Perita (Avante)
    • Weber Eugenio de Souza – Werbinho (PL)
  • Absteve de votar:
    • Christian Garcia Pereira (PL) – suplente de Evandro Guimarães
    • Ricardo Ferreira (Avante)

A sessão começou às 14h30. Durante a leitura do relatório da comissão processante que investigou a conduta do vereador, o plenário da Câmara foi esvaziado pela plateia, ficando apenas os vereadores, devido ao documento conter informações sobre menores de idade que estão em segredo de Justiça.

Em meio à votação foi divulgado um documento informando que a Polícia Civil iria sugerir que o Ministério Público arquivasse a denúncia criminal porque o inquérito não encontrou elementos suficientes para o indiciamento de Evandro Guimarães. A informação foi confirmada pelo delegado de Bom Sucesso, Edgar Polo Sardinha, responsável pela investigação.

O documento foi citado por alguns vereadores como justificativa para o voto contrário ou abstenção da votação de cassação.

Evandro Guimarães foi o vereador mais votado nas eleições municipais de 2024, com 1.214 votos, o correspondente a 3,17 % dos votos válidos.

Entenda o caso

Em março, a Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o vereador Evandro Ladeira Guimarães (PL), de Três Corações (MG), por suspeita de violência sexual contra a filha de 14 anos. Uma medida protetiva também foi solicitada pela PCMG.

Um boletim de ocorrência foi registrado pela mãe da menina contra o vereador no dia 6 de março. O caso teria acontecido no dia 1º de março, durante o Carnaval, quando pai e filha estariam em Bom Sucesso (MG). A suspeita é que ele tenha passado a mão nas partes íntimas da adolescente.

Quando houve a abertura do inquérito, a Câmara Municipal de Três Corações divulgou uma nota informando ter enviado um ofício à Polícia Civil para ter mais informações sobre o caso e poder adotar as medidas cabíveis no âmbito das atribuições institucionais e legais da Casa Legislativa. Disse também que repudiava “toda forma de violência e abuso contra quem quer que seja” e se comprometeu a manter a população informada em relação aos processos referentes ao assunto.

No dia 17 de março, a Câmara aprovou por unanimidade a abertura de uma comissão processante para apurar a conduta do vereador. Na ocasião, uma denúncia feita por uma moradora de Três Corações foi lida em plenário e aceita pelos vereadores votantes.

Após a leitura, foram sorteados os vereadores que fariam parte da comissão, além da definição de quem seria o presidente e o relator dos trabalhos.

À época, o vereador investigado disse que repudiava as “absurdas acusações” e que jamais cometeria qualquer ato monstruoso como esse e ainda mais contra a própria filha. Ele também disse que tem plena confiança na Justiça e que está à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento e que, no momento oportuno, provará a sua inocência.

Via: G1

Vereador de Três Corações investigado por abuso sexual contra a filha pode ser cassado

Vereador de Três Corações investigado por abuso sexual contra a filha pode ser cassado - Foto: redes sociais
Vereador de Três Corações investigado por abuso sexual contra a filha pode ser cassado – Foto: redes sociais

A Câmara Municipal de Três Corações (MG) realiza, nesta quarta-feira (4), às 14h, sessão Extraordinária que pode definir o futuro político do vereador Evandro Guimarães (PL). O parlamentar é alvo de uma Comissão Processante aberta após denúncia de possível quebra de decoro parlamentar relacionada a um inquérito policial por suspeita de violência sexual contra a filha de 14 anos.

A votação ocorrerá no plenário, com acesso restrito a pessoas que apresentarem documento oficial com foto, conforme comunicado divulgado pela Casa Legislativa. A ação foi pedida pelo presidente da Casa, Dj Wesley (Podemos), e busca garantir a segurança dos presentes e a ordem dos trabalhos, em uma sessão que deve atrair forte mobilização.

Comissão Processante

A comissão responsável pela apuração foi composta pelos vereadores Werbinho (PL) como presidente, Leo Vilela (PP) como relator e Ricardinho do Gás (Avante) como membro. Durante mais de dois meses, o grupo ouviu testemunhas indicadas pela acusação e pela defesa, além de solicitar documentos a órgãos públicos. O relatório final foi concluído e deve ser disponibilizado aos demais parlamentares antes da votação.

Evandro foi convocado duas vezes para prestar depoimento, mas não compareceu. Na primeira ocasião, apresentou atestado odontológico; na segunda, alegou troca de advogado. A defesa também tentou suspender o processo na Justiça, mas os pedidos foram negados.

Votação

Durante a sessão, o vereador e seu advogado terão direito à defesa oral. Em seguida, os demais 13 parlamentares votarão o parecer da comissão. Para que o mandato de Evandro Guimarães seja cassado, é necessário o voto de ao menos nove vereadores. Por estar diretamente envolvido, ele não poderá votar. Sua suplente, Cristian Timbó, será convocada para participar da deliberação e poderá assumir a cadeira de forma definitiva, caso a cassação seja aprovada.

Mesmo que tenha o mandato cassado, Guimarães poderá recorrer à Justiça.

O que diz Evandro

Pelas redes sociais, o vereador publicou um vídeo alegando ser alvo de perseguição política. Segundo ele, o processo foi construído com base em um documento sigiloso “rasurado” e vazado ilegalmente, o que, para ele, configura um crime. “Mesmo com tempo de sobra, a Comissão Processante, em claro atropelo ao devido processo legal e, sobretudo, ao contraditório e ampla defesa, encerrou seus trabalhos desprezando o meu depoimento”, afirma.

Evandro também aponta supostos conflitos de interesse. Segundo ele, o advogado da comissão recebeu R$ 30 mil de fundo eleitoral para atuar na campanha do PT em Três Corações em 2024. “Infelizmente, a esquerda se uniu e está usando a instituição da comissão processante e a nossa casa de leis para me atacar, para me perseguir politicamente.”

Ao final do vídeo, o parlamentar reafirma sua inocência e conclama seus eleitores. “O seu voto, você já pensou nisso? Amanhã, 1.214 votos tricordianos podem ser jogados no lixo. (…) Reafirmo categoricamente: sou inocente. E não há justificativa real para cassar o meu mandato.”

Entenda

Em março deste ano, a Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o vereador por suspeita de violência sexual contra a própria filha, de 14 anos. Segundo o boletim de ocorrência registrado pela mãe da adolescente, o caso teria ocorrido no dia 1º de março,  durante o Carnaval, em Bom Sucesso (MG).

A denúncia aponta que o vereador teria tocado as partes íntimas da menina. A Polícia solicitou medida protetiva e segue apurando o caso. O inquérito motivou a abertura de uma Comissão Processante na Câmara Municipal.

Vereador de Araújos é acusado de matar o ex-namorado em Formiga

Vereador de Araújos é acusado de matar o ex-namorado em Formiga - Foto: redes sociais
Vereador de Araújos é acusado de matar o ex-namorado em Formiga – Foto: redes sociais

Um vereador da cidade de Araújos (MG) é acusado de ter assassinado a tiros o ex-namorado, na noite da última quinta-feira (29), em Formiga (MG).

Segundo informações, o vereador Lucas Coelho, não aceitou o fim do relacionamento com o professor Jhonathan Silva Simões, conhecido como Jhony (foto), de 31 anos, alugou um carro em Bom Despacho e foi até a cidade de Formiga, onde teria cometido o crime.

De acordo com a Polícia Militar, Jhonathan foi alvejado por diversos disparos, que atingiram suas costas, abdômen e antebraço. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas e constataram o óbito no local. A perícia da Polícia Civil realizou os procedimentos de praxe, e o corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

O vereador está foragido, e a polícia segue em busca de pistas que levem à sua captura. (Tribuna)

Sessão de cassação de vereador em Alfenas dura 10 horas e tem defesa feita diretamente da penitenciária

Pedro Alencar Azevedo (Pedrinho MinasAcontece) deu seu depoimento ao vivo em sessão que cassou o eu mandato de vereador em Alfenas — Foto: reprodução/redes sociais
Pedro Alencar Azevedo (Pedrinho MinasAcontece) deu seu depoimento ao vivo em sessão que cassou o eu mandato de vereador em Alfenas — Foto: reprodução/redes sociais

A sessão de cassação do, agora, ex-vereador Pedro Alencar Azevedo, o Pedrinho MinasAcontece (União Brasil), durou 10h30 e teve a sua participação diretamente da Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde está preso desde 21 de fevereiro. Ele responde a um processo por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo.

A sessão começou às 17h para votar a quebra de decoro parlamentar. Foi exibido vídeos de todas as testemunhas ouvidas pela Comissão Processante (CP).

A principal testemunha foi a ex-namorada de Pedrinho que relatou agressões sofridas na noite de 18 de fevereiro e na madrugada do dia 19 e ela expôs aspectos da sua relação com o ex-vereador.

Também foi passado um vídeo do depoimento do próprio Pedrinho. Em seguida, foram lidas as considerações da defesa, o relatório da CP e, por fim, Pedrinho entrou ao vivo por videoconferência para fazer suas declarações e expor sua defesa por cerca de 2 horas.

Ele negou as acusações e disse que foram feitas sem provas, que a arma era uma herança de família e que seus atos não eram motivo de cassação de mandato.

Após os trâmites, iniciou-se a votação e Pedrinho foi cassado por unanimidade com o voto de todos os dez vereadores presentes. Não votaram apenas o presidente Matheus Paccini (PDT) – que somente votaria para atingimento do quórum de maioria absoluta de 7 votos – e o vereador Márcio Fernando Costa que não esteve presente à sessão, alegando que tinha interesse direto na matéria por ser o suplente do vereador cassado.

“Tudo foi feito dentro da legalidade. Desde o primeiro momento que a gente soube da prisão e dos fatos, essa casa se colocou à disposição de ir atrás dos fatos, notificar os órgãos competentes e também de fazer todos os ritos legais. É algo que é praticamente inédito na nossa cidade”, afirmou o presidente da Câmara Matheus Paccini (PDT).

Com a perda do mandato de Pedro Alencar, Márcio Fernando Costa, conhecido como Márcio Dunga (União), que já estava no cargo de suplente, permanece como vereador.

Agressão e prisão

Sessão de cassação de vereador em Alfenas dura 10 horas e tem defesa feita diretamente da penitenciária - Foto: reprodução/redes sociais
Sessão de cassação de vereador em Alfenas dura 10 horas e tem defesa feita diretamente da penitenciária – Foto: reprodução/redes sociais

Na época da denúncia de agressão, a ex-namorada de Pedrinho, uma mulher de 22 anos, não quis gravar entrevista, mas disse à equipe de reportagem que mantinha um relacionamento com o vereador há sete meses e há três moravam juntos.

Ainda segundo a mulher, em 25 de janeiro, ela teria sido agredida e ameaçada e disse que procuraria a polícia. Na noite de 18 de fevereiro, em nova briga, a mulher novamente disse que procuraria a polícia.

A namorada disse tentou gravar as agressões, mas ele a teria agredido com chutes. O vereador também teria jogado todas as roupas e objetos da jovem pela janela do sobrado onde moravam.

As agressões foram confirmadas por exames médicos posteriormente. Durante buscas na residência do suspeito, a Polícia Militar encontrou munições e entorpecentes.

O advogado da vítima informou que solicitou medida protetiva para sua cliente a fim de resguardar sua integridade física.

Em 27 de fevereiro, a Polícia Civil concluiu o inquérito policial e indiciou o vereador de Alfenas por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi preso em flagrante em 19 de fevereiro.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que Pedro Alencar Azevedo permanece preso na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde deu entrada em 21 de fevereiro.

A defesa de Pedrinho apresentou pelo menos dois pedidos de habeas corpus para que ele respondesse ao processo em liberdade. A defesa alegou que ele é um homem trabalhador, de boa índole e não oferece qualquer risco à aplicação da Lei penal. Em ambos os casos, os pedidos foram negados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em 25 de abril, os advogados da defesa requereram o relaxamento da prisão, sob alegação de excesso de prazo no término da instrução processual.

O pedido foi indeferido pela juíza da 2ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Alfenas, em 30 de abril, pois o processo segue regularmente e não permaneceu paralisado indevidamente em nenhum momento.

O último andamento do processo foi em 16 de maio, com a juntada das alegações finais do Ministério Público sobre o caso.

O TJMG salientou que o processo tramita em Segredo de Justiça e não tem autorização para repassar informações detalhadas sobre o caso para preservar as partes incluídas como vítimas, bem como as indiciadas em procedimentos investigatórios.

Via: G1

Câmara de Alfenas cassa mandato do vereador Pedrinho Minas Acontece por quebra de decoro parlamentar

Câmara de Alfenas cassa mandato do vereador Pedrinho Minas Acontece por quebra de decoro parlamentar - Foto: redes sociais
Câmara de Alfenas cassa mandato do vereador Pedrinho Minas Acontece por quebra de decoro parlamentar – Foto: redes sociais

O vereador Pedro Alencar Azevedo (União), o Pedrinho Minas Acontece, foi cassado por unanimidade pela Câmara de Vereadores de Alfenas (MG) por quebra de decoro parlamentar. A sessão que começou na tarde de quarta-feira (21) só terminou por volta de 4h desta quinta-feira.

O vereador, conhecido como Pedrinho Minas Acontece, foi indiciado e deverá responder criminalmente por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo, após agredir a namorada de 22 anos. Ele está preso desde 19 de fevereiro.

O relatório final da Comissão Processante foi entregue em 14 de maio e o presidente da Câmara Matheus Paccini (PDT) convocou uma reunião extraordinária para a votação.

Namorada relatou agressões

A vítima, uma mulher de 22 anos, não quis gravar entrevista, mas disse à equipe de reportagem que mantinha um relacionamento com o vereador há sete meses e há três moravam juntos.

Ainda segundo a mulher, em 25 de janeiro, ela teria sido agredida e ameaçada e disse que procuraria a polícia. Na noite de 18 de fevereiro, em nova briga, a mulher novamente disse que procuraria a polícia.

A namorada disse que tentou gravar as agressões, mas ele a teria agredido com chutes. O vereador também teria jogado todas as roupas e objetos da jovem pela janela do sobrado onde moravam.

O advogado da vítima informou que solicitou medida protetiva para sua cliente a fim de resguardar sua integridade física.

Inquérito

Em 27 de fevereiro, a Polícia Civil concluiu o inquérito policial e indiciou o vereador de Alfenas por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo.

As agressões foram confirmadas por exames médicos posteriormente. Durante buscas na residência do suspeito, a Polícia Militar encontrou munições e entorpecentes.

Durante a ação policial, o suspeito teria descartado um objeto no lote vizinho. Pela manhã, os policiais civis retornaram ao local e localizaram uma arma de fogo municiada, reforçando os indícios dos crimes investigados.

Vereador permanece preso

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que Pedro Alencar Azevedo permanece preso na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde deu entrada em 21 de fevereiro.

A defesa de Pedrinho apresentou pelo menos dois pedidos de habeas corpus para que ele respondesse ao processo em liberdade. A defesa alegou que ele é um homem trabalhador, de boa índole e não oferece qualquer risco à aplicação da Lei penal. Em ambos os casos, os pedidos foram negados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em 25 de abril, os advogados da defesa requereram o relaxamento da prisão, sob alegação de excesso de prazo no término da instrução processual.

O pedido foi indeferido pela juíza da 2ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Alfenas, em 30 de abril, pois o processo segue regularmente e não permaneceu paralisado indevidamente em nenhum momento.

O último andamento do processo foi em 16 de maio, com a juntada das alegações finais do Ministério Público sobre o caso.

O TJMG salientou que o processo tramita em Segredo de Justiça e não tem autorização para repassar informações detalhadas sobre o caso para preservar as partes incluídas como vítimas, bem como as indiciadas em procedimentos investigatórios.

Via: G1

Câmara de Alfenas vota cassação do vereador Pedrinho nesta quarta-feira

Câmara de Alfenas vota cassação do vereador Pedrinho nesta quarta-feira - Foto: redes sociais
Câmara de Alfenas vota cassação do vereador Pedrinho nesta quarta-feira – Foto: redes sociais

A Câmara Municipal de Alfenas (MG) vota nesta quarta-feira (21) a cassação do vereador Pedro Alencar Azevedo (União) por quebra de decoro parlamentar.

O vereador, conhecido como Pedrinho Minas Acontece, foi indiciado e deverá responder criminalmente por por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo, após agredir a namorada de 22 anos. Ele está preso desde 19 de fevereiro.

O relatório final da Comissão Processante foi entregue em 14 de maio e o presidente da Câmara Matheus Paccini (PDT) convocou uma reunião extraordinária para a votação pela cassação ou não de Pedrinho. O teor do relatório não foi divulgado pela Câmara e deverá ser lido apenas na reunião.

A reunião deverá ser iniciada às 17h, será aberta ao público e transmitida pelo canal da Câmara no Youtube.

Namorada relatou agressões

A vítima, uma mulher de 22 anos, não quis gravar entrevista, mas disse à reportagem que mantinha um relacionamento com o vereador há sete meses e há três moravam juntos.

Ainda segundo a mulher, em 25 de janeiro, ela teria sido agredida e ameaçada e disse que procuraria a polícia. Na noite de 18 de fevereiro, em nova briga, a mulher novamente disse que procuraria a polícia.

A namorada disse que tentou gravar as agressões, mas ele a teria agredido com chutes. O vereador também teria jogado todas as roupas e objetos da jovem pela janela do sobrado onde moravam.

O advogado da vítima informou que solicitou medida protetiva para sua cliente a fim de resguardar sua integridade física.

Inquérito

Em 27 de fevereiro, a Polícia Civil concluiu o inquérito policial e indiciou o vereador de Alfenas por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo.

As agressões foram confirmadas por exames médicos posteriormente. Durante buscas na residência do suspeito, a Polícia Militar encontrou munições e entorpecentes.

Durante a ação policial, o suspeito teria descartado um objeto no lote vizinho. Pela manhã, os policiais civis retornaram ao local e localizaram uma arma de fogo municiada, reforçando os indícios dos crimes investigados.

Vereador permanece preso

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que Pedro Alencar Azevedo permanece preso na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde deu entrada em 21 de fevereiro.

A defesa de Pedrinho apresentou pelo menos dois pedidos de habeas corpus para que ele respondesse ao processo em liberdade. A defesa alegou que ele é um homem trabalhador, de boa índole e não oferece qualquer risco à aplicação da Lei penal. Em ambos os casos, os pedidos foram negados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em 25 de abril, os advogados da defesa requereram o relaxamento da prisão, sob alegação de excesso de prazo no término da instrução processual.

O pedido foi indeferido pela juíza da 2ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Alfenas, em 30 de abril, pois o processo segue regularmente e não permaneceu paralisado indevidamente em nenhum momento.

O último andamento do processo foi em 16 de maio, com a juntada das alegações finais do Ministério Público sobre o caso.

O TJMG salientou que o processo tramita em Segredo de Justiça e não tem autorização para repassar informações detalhadas sobre o caso para preservar as partes incluídas como vítimas, bem como as indiciadas em procedimentos investigatórios.

Via: G1

Em ato de honestidade, vereador de São José da Barra encontra celular em BH e devolve para a proprietária

Em ato de honestidade, vereador de São José da Barra encontra celular em BH e devolve para a proprietária - Foto: arquivo pessoal
Em ato de honestidade, vereador de São José da Barra encontra celular em BH e devolve para a proprietária – Foto: arquivo pessoal

O presidente da Câmara de São José da Barra (MG), Adriano Justino de Oliveira, encontrou um celular no último dia 12 de março, próximo ao hotel em que estava hospedado, em Belo Horizonte (MG). O aparelho foi entregue à proprietária, Sarah Julia Gomes Lopes, na última terça-feira (6).

Segundo o vereador, assim que encontrou o iPhone, da marca Apple, imediatamente foi de encontro a Polícia Militar para entregar, mas os militares não quiseram ficar com o aparelho. Já em São José da Barra, ele entrou em contato com um amigo, que após algumas tentativas conseguiu desbloquear o aparelho.

‘’Falei com um amigo que entende sobre celulares e ele conseguiu desbloquear, assim consegui entrar em contato com a mãe da proprietária. Disse a elas que devolveria o telefone assim que eu fosse a Belo Horizonte novamente’’, informou Adriano.

A mãe da dona do celular ficou bastante emocionada com a honestidade do vereador e agradeceu a ele.

‘’Ter pessoas de bom coração hoje em dia é muito difícil. Pedi tanto a Deus que eu encontrasse o telefone. Vendo o sofrimento da minha filha, isso me fazia ficar triste. Sarah ganhou de 15 anos do pai dela, eu não conseguia presentear minha filha. Mas Deus foi tão bom que colocou um anjo em nossas vidas: Adriano, de um coração gigantesco, humilde que naquele momento passou e guardou o telefone. Dias se passaram e Adriano fez de tudo para encontrar a pessoa que havia perdido o telefone, fez de tudo até conseguir me localizar e devolver o telefone para minha filha. Hoje eu e minha filha conhecemos um exemplo de homem honesto e trabalhador. Estou sem palavras para agradecer o tanto que ele fez minha filha feliz. Gratidão Adriano’’, contou a mãe.

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