Um ex-vice-prefeito e atual vereador de Jacuí (MG) foi preso na noite do último domingo (31) depois de agredir a própria filha de 23 anos com socos e ameaçar policiais militares com uma faca.
Segundo a Polícia Militar, Célio Batista da Silva (PSDB), de 55 anos, apresentava sinais de embriaguez e se recusou a largar a faca quando os policiais chegaram e foi em direção aos policiais militares. Pouco tempo depois, ele foi desarmado.
Durante a ocorrência, a polícia constatou que a filha do homem, de 23 anos, havia sido agredida por socos após desentendimento familiar. O namorado da moça, de 31 anos, disse que tentou dialogar com o pai da namorada, mas não conseguiu.
Tanto o homem quanto a filha foram levados para atendimento médico. A mulher sofreu diversas lesões na face, sendo liberada em seguida. Já o ex-vereador insistiu em agredir os policiais e precisou novamente ser contido.
Depois de também ser atendido, o vereador foi levado para a delegacia, onde foi autuado por lesão corporal, ameaça e desacato. Ele foi liberado após pagar fiança de R$ 1,6 mil e vai responder o processo em liberdade.
CNH recolhida
Em dezembro de 2019, o então vice-prefeito de Jacuí, Célio Batista da Silva, teve a carteira de habilitação recolhida após sofrer um acidente e o teste do etilômetro apontar embriaguez.
Segundo a Polícia Rodoviária, o vice-prefeito perdeu o controle da direção de um carro da prefeitura e capotou em uma curva na BR-265, em São Sebastião do Paraíso (MG).
O teste do etilômetro apontou 0,32 miligrama de álcool por litro. Com isso, ele teve a carteira de habilitação recolhida. O vice-prefeito não se feriu.
O vereador acusado de agredir uma médica na Unidade de Pronto Atendimento de Passos (UPA), na noite do último domingo, divulgou uma nota de esclarecimento. Segundo relatos da vítima, João Benedito Serapião (PL), chegou no local e começou a atrapalhar o atendimento. Ela alegou que o legislativo a agarrou pelo braço pedindo que ela trabalhasse. Ele ainda teria pedido aos pacientes que reagissem contra a equipe que estava no local e foi embora.
A polícia informou que fez o rastreamento do suspeito, que foi encontrado dirigindo próximo a sua casa. Ele alegou que foi até o local para atender pedidos da população que reclamava da demora no atendimento. Ele afirmou também que não agrediu a médica.
Segundo as informações do boletim de ocorrência, o vereador aparentava olhos vermelhos e se recusou fazer o teste do bafômetro. Ele foi conduzido até a unidade policial e assinou um termo de circunstanciado de ocorrência.
Confira a nota
“Informo à população passense que, por volta das 3h00 da madrugada de domingo (26 de dezembro) recebi em casa o telefonema de uma família que estava na UPA desde as 23h00 do sábado com uma criança ardendo em febre, e até então, não haviam recebido atendimento médico. A família moradora da zona rural (Linha do Bananal) me solicitou ajuda, e eu, prontamente, como vereador na função de fiscalizar, me desloquei até a unidade para ver o que estava acontecendo.
Na UPA constatei realmente demora – mais duas crianças aguardavam com seus pais na fila- localizei então a médica dentro da unidade e solicitei, educadamente e respeitosamente, que prestasse o atendimento á família. Verifiquei ainda que não havia outro profissional médico no local e então pedi – Doutora, por favor, atenda aquelas crianças – ela me perguntou se eu era da polícia e eu disse não, que sou vereador e ali estava a pedido de um casal para resolver o atendimento demorado.
Feito isso, me desloquei para recepção aguardando que a criança fosse atendida, o que aconteceu de pronto e após esperar dei carona pra família até onde moram.
Qual foi minha surpresa ao retornar para casa depois das 4h00 da manhã e me deparar com a viatura da Polícia Militar cujos componentes alegaram ter recebido uma denúncia de agressão na UPA e que um enfermeiro teria ligado na PM dizendo que eu teria chegado no local fazendo escândalo, atrapalhando o trabalho, instigando os pacientes e que teria agredido plantonista. Fui convidado pela PM a fazer o teste do bafômetro e, no meu direito, neguei por estar sóbrio. A ocorrência terminou na porta da minha casa e, em nenhum momento, fui conduzido para Delegacia como espalharam os boatos e, em nenhum momento fugi da UPA.
Não agredi ninguém, não fiz escândalo não instiguei nenhum paciente. Só pedi pelo atendimento. Cumpri tão somente meu dever como vereador, que uma das principais funções é a de fiscalização. Nada do que espalharam para tentar me atingir condiz com a verdade.
Trata-se de mais uma tentativa de armação, a conhecida “cama de gato”, com o objetivo de denegrir minha imagem e de tentar me intimidar. Como vereador combativo no terceiro mandato e sem medo de brigar pelos direitos da população vou continuar com meu trabalho. E quem me acompanha sabe desse histórico de me terem como alvo pois, isso já havia acontecido em 2018 e foi a mesma história tentando me denegrir. Houve também a história da farmácia básica desse ano, dois boatos sobre o meu falecimento e outro absurdo que espalharam de que eu estaria com COVID-19 dentro de um supermercado.
Tenho uma atuação diferenciada como vereador. Continuarei combativo, fiscalizando e buscando sempre pelos direitos da população e ninguém vai me intimidar. Se fui eleito pelo povo e tenho os propósitos de uma política de resultados, vou continuar na mesma linha.
Sou o vereador João Serapião e estou sempre ao lado do povo”
O vereador Antônio Bezerra Franco (PSB), conhecido como Cangaia, de Tucumã, a 940 quilômetros de distância de Belém, no Pará, sugeriu que cães e gatos em situação de rua fossem examinados e enviados aos zoológicos como alimento para leões e onças. A fala foi proferida em sessão ordinária sobre proteção animal na Câmara dos Vereadores, no dia 25 de novembro.
Nas imagens divulgadas pelas redes sociais, é possível ouvir alguém questionando se a sugestão do vereador é matar os cachorros, ele responde que sim. “É, ué. Leva para o zoológico, faz exame e aí lá eles comem, o leão e onça”, disse o parlamentar. A sessão tinha como pauta um projeto de lei apresentado pela vereadora Davina Rodrigues (MDB) que propõe a destinação de R$ 40 mil anualmente para animais em situação de rua na cidade.
No vídeo, o vereador ainda acrescenta que a cidade que ‘mais tem gato no mundo’ é Tucumã e que ‘gato é muito pequeno, não daria nem uma dentada para o leão’. “Aquele que está na rua, faz exame e leva para o zoológico”, defendeu. Após a polêmica, o vereador chegou a se retratar na Câmara e disse ter sido ‘mal-interpretado’.
O vídeo da sessão, divulgado pelo deputado estadual delegado Bruno Lima (PSL), ativista da causa animal, viralizou nas redes sociais e causou revolta. O delegado diz ser ‘inaceitável a fala desse indivíduo’ e afirma que vai ‘tomar as medidas cabíveis’ contra a declaração do vereador.
O deputado divulgou, também, outro vídeo em que Cangaia pede ‘mil e uma desculpas’ aos ‘veterinários e pessoas que se sentiram ofendidas’ por sua sugestão. O vereador afirma que tem três cachorros em casa e tem ‘amor pela causa dos cachorros’, além de ser ‘a favor das criações de cachorro’.
No perfil no Instagram do vereador, que tem apenas 42 seguidores e duas fotos publicadas, há milhares de comentários de pessoas criticando as falas a respeito dos animais em situação de rua.
Um vereador de Planalto (SP) passou a ser investigado pela Polícia Civil após a mãe de uma menina de 2 anos denunciá-lo na delegacia alegando que o parlamentar escreveu mensagens ofensivas contra a criança, que é negra. O vereador nega (veja mais abaixo).
A atendente Carolaine Vilela diz que publicou uma foto da filha com a filha do vereador Gercimar Maximiliano de Mattos (Solidariedade), já que é amiga da ex-mulher dele.
Após a publicação, Gercimar teria escrito ofensas. Em um dos prints da conversa pelo WhatsApp, é possível ver os insultos contra a criança: “Eu não quero essa sua pretinha feia e fedida com a minha filha”.
“Minha filha não entende o que é certo ou errado, mas se vocês insistirem nisso, é essa sua neguinha que vai pagar o preço”, afirma a mensagem.
Carolaine diz que publicou a conversa nas redes sociais, mas alega que começou a ser ameaçada pelo vereador.
“Tive que mudar de casa porque não estava me sentindo segura por causa das ameaças de vida. A menina não está podendo mais frequentar a creche. Vou sozinha para o serviço, mas meus patrões precisam me trazer de volta”, conta a mãe.
Versão do vereador
O vereador afirma que nunca falou com Carolaine e nega que tenha enviado as mensagens ofensivas. Ele também diz que não fez ameaças nenhuma.
“Jamais, nunca na vida, eu teria coragem de ofender um adulto dessa forma, que dirá uma criança”, conta o vereador.
Investigação
A Polícia Civil já ouviu Carolaine, mas Gercimar ainda vai prestar depoimento. Os celulares dos dois devem ser periciados.
“Devem ser juntado os prints das telas de WhatsApp. Elas já são suficientes para a prova preliminar. A oitiva da testemunha é fundamental para valide os prints da conversa que foi mantida”, explicou o delegado Alexandre Del Nero Arid.
Por exercer cargo de vereador, Gercimar será investigado pela Delegacia Seccional de São José do Rio Preto (SP).
Além de registrar boletim de ocorrência, Carolaine protocolou uma denúncia na Câmara de Planalto. Por decisão unânime, os vereadores criaram uma Comissão Processante para investigar a quebra de decoro de Gercimar. A conclusão do relatório deve sair nos próximos dias.
O advogado entrou com pedido na Justiça para que o procedimento da Câmara seja suspenso. Ele também afirmou que o cliente não cometeu os crimes de ameaça e de injúria.
O vereador Mateus Junior Rodrigues de Oliveira (PL), teve sua indicação atendida pelo legislativo de São José da Barra (MG), a qual solicita a instalação de uma creche no município.
No documento, o Mateus citou que a ‘’educação infantil para crianças menores que cinco anos é um direito garantido também pela Constituição Federal, nos termos do art. 208, IV e no Estatuto da Criança e do Adolescente (Art. 54, IV)’’.
A indicação foi enviada para o executivo e aguarda aprovação do prefeito municipal, Paulo Sérgio Leandro de Oliveira.
O vereador Diego Espino (PSL) passou mal e caiu no Plenário durante a reunião na Câmara de Divinópolis, nesta quinta-feira (28), no momento em que discursava na tribuna em favor de pessoas transgêneros usarem nomes sociais. Ele se exaltou ao falar que é vítima de “fake news” e que não é a favor da “ideologia de gênero”, expressão usada por grupos conservadores e não reconhecida no meio acadêmico. Por conta do nervosismo, a pressão subiu e ele caiu durante o discurso.
O parlamentar foi medicado e de acordo com a equipe de assessoria, ele já está no gabinete da Câmara. Veja acima o momento em que o vereador cai no Plenário.
Na noite desta quinta-feira, a assessoria de comunicação do parlamentar enviou à reportagem uma nota oficial. Leia abaixo a íntegra.
Entenda
O parlamentar, que é de um partido de direita, protocolou na quarta-feira (28) o Projeto de Lei 206/2021 que trata sobre identidade de gênero – que permite a uma pessoa se identificar da forma como ela se sente e se percebe, independentementtet do sexo.
Durante a manhã desta quinta-feira (28) começou a circular nas redes sociais uma montagem em que o parlamentar diz que era a favor da chamada “ideologia de gênero” – expressão que não tem base científica.
O termo é usado por grupos conservadores, como as igrejas evangélicas, contrários aos estudos de gênero iniciados nas décadas de 1960 e 1970 nos Estados Unidos e na Europa, que teorizam a diferença entre o sexo biológico e o gênero. Para esses estudiosos, ser um homem ou uma mulher não depende apenas da genitália ou dos cromossomos, mas de padrões culturais e comportamentais. Tais padrões, segundo os teóricos da área, são adquiridos na vida em sociedade.
Já grupos de conservadores defensores da “ideologia de gênero” acreditam que as conclusões desses estudos sobre o gênero não obtiveram validação das ciências exatas e biológicas.
O parlamentar quis explicar que não é a favor da ideologia de gênero, mas defende a identidade. Por isso, criou o projeto de lei para a possiblidade de escolha do nome social de cada indivíduo.
Ao defender o projeto, o vereador se exaltou com as montagens que circularam na internet e quis explicar o posicionamento e desmaiou. Imediatamente ele recebeu atendimento de primeiros socorros e logo foi levado para uma unidade de saúde, onde foi avaliado por uma médica.
“Eu tive um pouco de emoção ao falar do tema e um pouco de comoção, porque eu me sinto realmente perseguido por algumas pessoas em Divinópolis. Esse tema é um tema que eu não costumo abordar muito, porque é um tema polêmico. Infelizmente acho que não estou com psicológico preparado para estar como parlamentar e ser perseguido da forma como estou sendo”, disse.
O parlamentar segue em atividade no gabinete da Câmara.
Posicionamento
Leia abaixo a nota oficial.
“Dignidade e reconhecimento de identidade são as bandeiras que o vereador Diego Espino (PSL) defende com o projeto PLCM 206/2021, de sua autoria, que dá autonomia para pessoas LGBTQA+ poderem utilizar o nome social em documentos oficiais de repartições púbicas, como ofícios e até mesmo em crachás. Porém, grupos contrários ao projeto do parlamentar, utilizam montagens em redes sociais e fake news, para insinuar que na verdade, a proposta estaria ligada à ideologia de gênero, pauta que o Espino não compactua. Como resultado dos inúmeros ataques digitais, o parlamentar precisou fazer uso da tribuna para se defender.
‘lsso é um absurdo! Nosso projeto é uma iniciativa que fortalece o reconhecimento de pessoas LGBTQA+, porque permite que elas utilizem seus nomes sociais em órgãos públicos. O que eu não posso aceitar, de forma nenhuma, é a tentativa suja de denegrir minha imagem, ligando meu projeto com a ideologia de gênero, que é um assunto muito delicado e que não compactuo. E esses ataques virtuais, essas fake news, pra mim, são um reflexo desesperado de pessoas grupos que já estão preocupados com as eleições do ano que vem e não com o trabalho sério que a gente busca fazer. Aí eu fico indignado demais e não posso ficar calado diante dessa covardia’, explicou.
A situação ganhou mais repercussão ainda, porque exaltado, durante sua fala na tribuna nessa quinta, dia 28, a pressão do vereador acabou subindo e ele desmaiou. Foi atendido no plenário mesmo, levado ao posto de saúde mais próximo e passa bem. ”Quero deixar claro que repudio qualquer tipo de preconceito. Acho que esse foi um dos motivos que fiquei tão emotivo”.
O vereador suspeito de agredir a esposa em Extrema (MG) pediu renúncia do cargo em Extrema (MG) na última quarta-feira (13). Carlos Henrique de Paula Tomaz (PSD) chegou a ser preso acusado pelo crime, mas foi liberado após pagar fiança no valor de R$ 2 mil.
O pedido de renúncia foi enviado à Câmara Municipal. Na nota, ele justificou que não aceita “ser manipulado por outros políticos e que se não puder trabalhar pelo povo, não há sentido em seguir com o mandato”.
A carta de renúncia do vereador foi protocolada no Legislativo de Extrema na nesta quarta-feira. No ofício, Carlos Henrique diz que a decisão de deixar o cargo é “irrevogável e irretratável”.
Preso e liberado
Carlos Henrique de Paula Tomaz foi preso nesta terça-feira (12) suspeito de agredir a esposa em Extrema. Ele foi levado à delegacia após a vítima acionar à Polícia Militar. Carlos Henrique foi ouvido pela Polícia Civil e liberado após pagar fiança de R$ 2 mil.
O caso ocorreu, conforme o delegado Daniel Lemes Amaral, após uma discussão entre o casal, na casa em que o vereador e a esposa moram em Extrema.
Além do vereador, a esposa dele também foi ouvida. Segundo a polícia, o vereador não possui outras passagens por agressão doméstica. Carlos Henrique foi até a delegacia acompanhado de uma advogada.
O vereador Carlos Henrique de Paula Tomaz (PSD) foi preso na última terça-feira (12) suspeito de agredir a esposa em Extrema (MG). Ele foi levado à delegacia após a vítima acionar à Polícia Militar. Carlos Henrique foi ouvido pela Polícia Civil e liberado após pagar fiança de R$ 2 mil.
O caso ocorreu, conforme o delegado Daniel Lemes Amaral, após uma discussão entre o casal, na casa em que o vereador e a esposa moram em Extrema.
“Houve uma discussão entre o conduzido e a vítima. Ele tentou impedir ela de sair de casa, mediante violência. A vítima conseguiu escapar após intervenção do pai dela. Ambos entraram no carro juntos para procurar ajuda da polícia e acabou que, não se sabe se por acidente ou dolosamente, ele acabou fechando a porta do carro na mão dela. A vítima conseguiu sair do carro e aguardou atendimento policial na portaria de um condomínio”, disse o delegado.
Além do vereador, a esposa dele também foi ouvida. Segundo a polícia, o vereador não possui outras passagens por agressão doméstica. Carlos Henrique foi até a delegacia acompanhado de uma advogada.
O delegado estabeleceu fiança no valor de R$ 2 mil. A quantia foi paga e o vereador foi liberado.
Na última segunda-feira (27), a Câmara Municipal de São José da Barra (MG), através de decreto legislativo de autoria do vereador Darci Cardoso (PSD), concedeu o Título Honorário à Secretária de Educação, Turismo, Cultura, Esporte e Lazer, Luciene Gomes de Oliveira Mandello, em reconhecimento aos serviços prestado em favor do município.
O vereador agradeceu a secretária pelo empenho e dedicação às ações em prol da população são josé barrense.
”Luciene Mandello, uma líder nata, empreendedora e um exemplo de mulher, que provou que é possível realizar. Obrigado por tudo que fez por São José da barra. Boa sorte em sua nova caminhada”, agradeceu o legislativo.
Na última terça-feira (21), a vice-prefeita de Capitólio (MG), Ângela Leite (PP) e o vereador Lucas Oliveira (DEM), estiveram no Gabinete do Presidente do Senado Federal Rodrigo Pacheco (DEM), à convite do vereador de Belo Horizonte Álvaro Damião (DEM).
Na ocasião, Lucas e Ângela conseguiram a emenda de R$ 200 mil, que será investido na saúde para os capitolinos.
O vereador Lucas, informou que está muito grato pela conquista e que seu mandado será com foco na luta pelo povo.
“Acredite naquilo que faz seu coração bater mais forte, lute pelos seus sonhos! Nunca irei medir o esforço. Nunca irei medir esforços para lutar pelo meu povo”, disse o legislativo.
Na ocasião, Lucas agradece o executivo pela parceria e oportunidade.
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