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Jornal Folha Regional

Justiça condena ex-presidente de partido por transfobia contra vereadora de São João Batista do Glória e determina indenização de R$ 16 mil e retratação pública

Justiça condena ex-presidente de partido por transfobia contra vereadora de São João Batista do Glória e determina indenização de R$ 16 mil e retratação pública – Foto: arquivo pessoal

O Juízo da Unidade Jurisdicional do 2º Juizado Especial da Comarca de Passos (MG) condenou o ex-presidente de um partido político ao pagamento de indenização por danos morais e à realização de retratação pública após ofensas transfóbicas contra a vereadora de São João Batista do Glória (MG), Gleds da Fonseca.

A decisão tem como base fatos ocorridos em julho de 2025, quando o réu enviou áudios em um grupo de WhatsApp com mais de 300 pessoas. Nas mensagens, ele utilizou pronomes masculinos e termos pejorativos para negar a identidade de gênero da parlamentar.

Mesmo após o ajuizamento da ação, o réu teria repetido a conduta. Diante disso, o magistrado concedeu uma medida liminar proibindo que ele fizesse qualquer manifestação sobre a vereadora, com o objetivo de impedir novas manifestações discriminatórias.

Na sentença, o juiz Luiz Carlos Cardoso Negrão rejeitou a tese da defesa de que as falas seriam apenas parte de um embate político. Segundo o magistrado, a liberdade de expressão tem limites e não pode violar a dignidade da pessoa humana.

O juiz destacou ainda que críticas políticas devem se restringir a ideias e atos públicos, não podendo ser utilizadas como justificativa para discurso de ódio ou ataques a características pessoais.

A decisão também segue entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que equipara a transfobia ao crime de injúria racial, reforçando a gravidade da conduta que atingiu a honra de um grupo social historicamente marginalizado.

Na sentença, foi fixada indenização por danos morais no valor de R$ 16.210,00. Além da reparação financeira, o réu também foi condenado a realizar uma retratação pública nos mesmos grupos de WhatsApp onde as ofensas foram divulgadas.

Ele deverá publicar uma mensagem reconhecendo o caráter ilícito de suas falas e apresentar desculpas formais à vereadora, sob pena de multa diária de R$ 500,00 em caso de descumprimento.

Gleds da Fonseca foi eleita vereadora em 2024 e se tornou a primeira mulher transexual a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de São João Batista do Glória. O feito foi considerado histórico no cenário local e também no contexto nacional, já que o Brasil elegeu apenas 27 vereadores e vereadoras que se identificaram à Justiça Eleitoral como transgênero nas eleições de 2024.

De acordo com o advogado Hugo Fonseca, que atuou na defesa da vereadora, o caso pode ser caracterizado como violência política de gênero.

“A situação vivenciada pela vereadora Gleds demonstra a violência com que mulheres transexuais são tratadas nos espaços de poder institucionais. A vereadora não foi criticada por sua atuação parlamentar, pelo contrário, foi discriminada por sua identidade de gênero através da utilização de palavras de baixo calão. A decisão é um recado importante à sociedade não apenas sobre os direitos da população trans, mas também sobre o fato de que discursos de ódio nas redes sociais não se confundem com liberdade de expressão”.

Após a decisão, o réu apresentou recurso. O processo, que tramita em segredo de justiça, será reavaliado em segunda instância.

Presidente da Câmara de Maria da Fé é presa após investigação do Ministério Público

Presidente da Câmara de Maria da Fé é presa após investigação do Ministério Público – Foto: reprodução

A presidente da Câmara e primeira-dama de Maria da Fé (MG), Ana Paula Torres Santos (PDT), foi presa na tarde da última quarta-feira (12).

A vereadora foi presa por uma equipe da Polícia Civil, que cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Comarca de Itajubá, relacionado a um processo movido pelo Ministério Público. Não foram divulgados os detalhes sobre a natureza do mandado ou o teor da acusação que levou à expedição da ordem de prisão.

Após ser detida, Ana Paula fez exame de corpo delito no Hospital Escola de Itajubá e, depois, foi levada para o presídio de Santa Rita do Sapucaí (MG).

A reportagem procurou o MP para saber o motivo da prisão da vereadora, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.

O setor jurídico da Câmara Municipal de Maria da Fé também foi contatado, mas não forneceu informações. O prefeito de Maria da Fé, Adilson dos Santos, marido de Ana Paula, não atendeu às ligações.

Por meio de nota, a Prefeitura Municipal de Maria da Fé informou que, neste momento, não irá se manifestar sobre o ocorrido e que esclarecimentos serão prestados assim que houver informações oficiais que possam ser compartilhadas.

A reportagem tenta localizar a defesa de Ana Paula.

Via: G1

Projeto prevê multa de até R$ 1 mi para quem satirizar símbolos cristãos

Projeto prevê multa de até R$ 1 mi para quem satirizar símbolos cristãos – Foto: reprodução

O Projeto de Lei (PL) 41/2025 que prevê multa de até R$ 1 milhão para quem usar símbolos, liturgia e doutrinação cristã, e apenas deste grupo religioso, em sátiras e em manifestações públicas que ridicularizem foi aprovado nessa segunda-feira (25) na Comissão de Meio Ambiente, Defesa dos Animais e Política Urbana da Câmara de Belo Horizonte.

Com a aprovação, o PL deve ser pronto para ser apreciado em 1º turno no Plenário da Câmara. É necessário 21 votos dos parlamentares para aprovação do projeto.

De autoria da vereadora Flávia Borja (Democracia Cristã), o texto entende que o uso de objetos cristãos de forma ofensiva, jocosa, depreciativa, desrespeitosa ou que incite ódio pode gerar multas de R$ 50 mil a R$ 1 milhão.

A parlamentar justifica seu projeto alegando que 86% da população brasileira e 85% da belo-horizontina se denominam cristãos.

Flávia Borja alega que uma publicação em que dois homens, um fantasiado de Jesus e outro de diabo, se beijam durante o Carnaval é visto pelos cristãos como uma “afronta”.

A vereadora Luiz Dulci (PT), que foi favorável à matéria na comissão, propôs a emenda para que a proibição se estenda a todas as religiões praticadas no Brasil. Se a sugestão receber apoio da maioria, o PL vai retornar para as comissões.

Vereadora dá voz de prisão à presidente do Sindicato dos Servidores durante sessão na Câmara Municipal de Passos

Vereadora dá voz de prisão à presidente do Sindicato dos Servidores durante sessão na Câmara Municipal de Passos – Foto: reprodução

Uma vereadora deu voz de prisão à presidente do sindicato que representa os servidores públicos da prefeitura durante a sessão da Câmara Municipal de Passos (MG) da última segunda-feira (30).

Tudo começou após a rejeição de um requerimento apresentado por três vereadores da oposição. Durante a discussão sobre o tema, a vereadora Gilmara Oliveira (União Brasil) começou a se manifestar no plenário, o que gerou reação da presidente do sindicato, Neusa Efigênia, que também estava presente na sessão e começou uma manifestação verbal se aproximando dos parlamentares.

Foi nesse momento que a vereadora alegou desacato e determinou a prisão de Neusa Efigênia. A sindicalista teria chamado os vereadores de “capachos”, o que, segundo Gilmara, configura ofensa ao exercício da função legislativa.

Em nota, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Passos disse que a confusão teve origem na aprovação de um requerimento do vereador João Serapião, que solicitava a transferência de duas servidoras da saúde. A entidade classificou a medida como “arbitrária e inconstitucional” e viu o episódio como uma “tentativa de intimidação”. Sobre a expressão “capachos”, o sindicato alegou que se tratou de uma crítica política a vereadores que, segundo a entidade, não defendem os interesses dos servidores.

A situação mobilizou a Polícia Militar, que foi acionada pelo presidente da Câmara. A agente de plenário Alessandra Martins explicou que a vereadora não agiu no exercício do mandato, mas como cidadã, amparada pelo artigo 301 do Código de Processo Penal, que permite a qualquer pessoa prender alguém em flagrante delito — o chamado “flagrante facultativo”.

“Ela entendeu que houve uma ofensa à função de vereança e, por isso, estaria configurado o crime de desacato, que é contra a administração pública. Como se trata de crime de menor potencial ofensivo, a sindicalista apenas assinou um termo de compromisso de comparecimento ao Juizado Especial e foi liberada”, esclareceu Alessandra.

Via: G1

Polícia procura autor de maus-tratos que causou morte de cachorro em Passos

Polícia procura autor de maus-tratos que causou morte de cachorro em Passos - Foto: Gilmara Oliveira/Instagram
Polícia procura autor de maus-tratos que causou morte de cachorro em Passos – Foto: Gilmara Oliveira/Instagram

A polícia procura o autor de maus-tratos, que causou a morte de um cachorro, no bairro Jardim das Acácias, em Passos (MG). O animal foi encontrado, por moradores, em estado lastimável, no último domingo (16).

Segundo a vereadora Gilmara Oliveira, o animal morreu preso, com uma corrente apertando sua região abdominal.

”Pelo modo como estava enrolado em seu corpo, tudo indica que era pequena demais. Já em estágio de putrefação, estima-se que tenha falecido há cerca de cinco dias. No local, não havia nenhum alimento disponível – a vasilha de ração estava vazia, e a de água tinha um sapo. Ele foi deixado ali, indefeso, acorrentado no meio do mato, com risco real de se enrolar e morrer, sem qualquer chance de sobreviver”, disse a vereadora.

A ONG SOS Patas esteve no local e acionou a Polícia Militar para registro de ocorrência. As autoridades levantaram informações sobre um possível suspeito. A Polícia Civil deve investigar e tomar as devidas providências para identificar o responsável pelo crime.

”Fica o alerta: se você vir um animal acorrentado, oriente o tutor sobre os riscos de mantê-lo acorrentado. Se não for possível orientar, acione a Polícia Ambiental ou a Comissão do Bem-estar Animal. Não seja omisso! Faça algo”, frisou a vereadora Gilmara.

Polícia procura autor de maus-tratos que causou morte de cachorro em Passos - Foto: Gilmara Oliveira/Instagram
Polícia procura autor de maus-tratos que causou morte de cachorro em Passos – Foto: Gilmara Oliveira/Instagram
Polícia procura autor de maus-tratos que causou morte de cachorro em Passos - Foto: Gilmara Oliveira/Instagram
Polícia procura autor de maus-tratos que causou morte de cachorro em Passos – Foto: Gilmara Oliveira/Instagram

MPMG denuncia 8 pessoas pelos crimes de associação criminosa e corrupção eleitoral em Passos

MPMG denuncia 8 pessoas pelos crimes de associação criminosa e corrupção eleitoral em Passos - Foto: divulgação/Ministério Público de Minas Gerais
MPMG denuncia 8 pessoas pelos crimes de associação criminosa e corrupção eleitoral em Passos – Foto: divulgação/Ministério Público de Minas Gerais

O Ministério Público denunciou oito pessoas pelo crime de associação criminosa e por 51 crimes de corrupção eleitoral ou compra de votos em favorecimento a uma vereadora eleita nas últimas eleições em Passos (MG).

As denúncias foram oferecidas após conclusão da 1ª fase da “Operação Integridade”, deflagrada pela Promotoria Eleitoral de Passos e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

De acordo com as investigações, durante o período eleitoral no ano passado, uma vereadora eleita teria se associado a outras sete pessoas com o objetivo de praticar crimes de corrupção eleitoral. Aline Gomes Macedo de Souza, a Aline do Social (PL), acabou sendo eleita como a vereadora mais votada na cidade, com 3.014 votos. A reportagem apurou que o nome dela está entre os denunciados.

Segundo o MP, o grupo é suspeito de aliciar eleitores com oferta de dinheiro em troca do voto, realizar propaganda de boca de urna e afixar material irregular de divulgação da candidatura nos veículos e residências de eleitores aliciados.

MPMG denuncia 8 pessoas pelos crimes de associação criminosa e corrupção eleitoral em Passos - Foto: divulgação/Ministério Público de Minas Gerais
MPMG denuncia 8 pessoas pelos crimes de associação criminosa e corrupção eleitoral em Passos – Foto: divulgação/Ministério Público de Minas Gerais
MPMG denuncia 8 pessoas pelos crimes de associação criminosa e corrupção eleitoral em Passos - Foto: divulgação/Ministério Público de Minas Gerais
MPMG denuncia 8 pessoas pelos crimes de associação criminosa e corrupção eleitoral em Passos – Foto: divulgação/Ministério Público de Minas Gerais

A operação revelou a existência de associação criminosa constituída para a prática de crimes de corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral, no dia da eleição, no pleito de 2024.

No dia 9 de janeiro, equipes do Ministério Público cumpriram mandados de busca e apreensão domiciliar em endereços dos investigados. Ainda conforme o MP, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão na cidade de Passos e um em Ribeirão Preto (SP).

Ao longo da investigação, o Ministério Público também requereu a prisão preventiva de três investigados, mas o pedido não foi acatado pela Justiça Eleitoral.

No lugar da prisão preventiva, foram decretadas medidas cautelares de comparecimento bimestral em juízo, proibição de contato com outros investigados e testemunhas, proibição de se ausentar da comarca de sua residência sem prévia autorização judicial, recolhimento domiciliar no período noturno e em finais de semana, além da entrega dos passaportes.

A advogada da vereadora Aline Macedo, Thaís Buzato, informou que como não teve acesso à denúncia mencionada na matéria, não conhece seu conteúdo, o que inviabiliza a manifestação neste momento. Ela disse ainda que caso a vereadora Aline seja denunciada por algum fato, a defesa vai se manifestar nos autos no momento oportuno para comprovar sua inocência, tendo em vista que sua vida pública sempre foi pautada na honestidade, ética e integridade.

Ainda segundo o MP, as investigações prosseguem.

Via: G1

Operação Integridade cumpre sete mandados de busca e apreensão contra vereadora eleita e grupo suspeito de crimes eleitorais em Passos

Operação Integridade cumpre sete mandados de busca e apreensão contra vereadora eleita e grupo suspeito de crimes eleitorais em Passos - Foto: divulgação
Operação Integridade cumpre sete mandados de busca e apreensão contra vereadora eleita e grupo suspeito de crimes eleitorais em Passos – Foto: divulgação

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos (209ª Zona Eleitoral) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Regional de Passos, com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais, deflagrou, na manhã dessa quinta-feira (9), a Operação Integridade, com o objetivo de apurar e reprimir a prática de crimes de associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral no dia da eleição. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos e um em Ribeirão Preto (SP).

Segundo as investigações, durante o período eleitoral de 2024, uma vereadora eleita de Passos se associou a outras sete pessoas com o objetivo de praticar vários crimes de corrupção eleitoral. O grupo é suspeito de aliciar eleitores com oferta de dinheiro em troca do voto, realizar propaganda de boca de urna e afixar material irregular de divulgação da candidatura nos veículos e residências de eleitores aliciados.

Participaram das diligências cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares. As investigações prosseguem.

Luciana da Rádio, vereadora reeleita em Delfinópolis, morre aos 51 anos

Luciana da Rádio, vereadora reeleita em Delfinópolis, morre aos 51 anos - Foto: redes sociais
Luciana da Rádio, vereadora reeleita em Delfinópolis, morre aos 51 anos – Foto: redes sociais

A vereadora de Delfinópolis (MG) Luciana Aparecida Matias, conhecida como Luciana da Rádio, morreu na última quarta-feira (1º), aos 51 anos. O sepultamento aconteceu na tarde de quinta-feira (2). A causa da morte não foi divulgada.

Luciana foi eleita vereadora no município nas eleições municipais de 2020, e iria assumir, na quarta-feira, mais um mandato para a legislatura 2025-2028, após conquistar 255 votos na última eleição pelo Partido Liberal (PL).

A parlamentar atuou como secretária na Comissão de Finanças e Orçamento e exerceu a presidência da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final.

Segundo informações da Câmara, ao longo do mandato, Luciana fez 33 indicações e seis requerimentos, além de apresentar, como autora, em três projetos de leis, dois projetos de lei complementar, cinco projetos de emenda à Lei Orgânica e dois projetos de resolução. Ela se filiou ao PL em 2020.

A Câmara emitiu uma nota de pesar comunicando o falecimento da vereadora e enviou condolências aos familiares e amigos.

A Prefeitura de Delfinópolis também emitiu uma nota lamentando a morte de Luciana e desejando condolências à família e amigos. “Que encontrem conforto nas lembranças e no amor que deixou como legado”, destacou a nota.

A ex-prefeita do município, Suely Lemos, que esteve à frente da prefeitura entre 2021 e 2024, lamentou a morte da amiga, como uma perda irreparável.

“Nossos corações estão profundamente abalados pela notícia da perda irreparável da nossa amiga e vereadora Luciana Matias. Uma pessoa jovem cheia de vida, talentos e sonhos. Ela não era apenas uma vereadora, trabalhou na rádio muitos anos, animava as nossas festas como DJ Lu, mas também uma fonte de amor, alegria, humildade e esperança para todos que a conheciam”, destacou em nota.

Luciana era solteira, empresária e era nasceu em Cássia em 10 de fevereiro de 1971. Filha de José Matias e Vita Aparecida Passos.

Via: Clic Folha

Filho de vereadora é morto a tiros dentro de bar em Lavras

Filho de vereadora é morto a tiros dentro de bar em Lavras - Foto: Lavras24h
Filho de vereadora é morto a tiros dentro de bar em Lavras – Foto: Lavras24h

Um homem foi morto a tiros na tarde do último domingo (7), dentro de um bar no bairro Santa Cruz, em Lavras (MG). Walter Raony de Oliveira, de 33 anos, filho da vereadora Rosemeire Aparecida de Oliveira (PT), chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo informações, dois homens chegaram armados no local, foram em direção à vítima e efetuaram diversos.

Um outro homem também chegou a ser atingido. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Vereadora de São José da Barra participa de Audiência Pública sobre a situação da Fundação Gedor Silveira

Vereadora de São José da Barra participa de Audiência Pública sobre a situação da Fundação Gedor Silveira – Foto: Arquivo Pessoal

Na noite desta quinta-feira (17), acontecey uma Audiência Pública na Câmara Municipal de São Sebastião do Paraíso (MG), para tratar sobre a situação que pode causar o fechamento da Fundação Gedor Silveira, uma instituição filantrópica sem fins lucrativos com a missão de levar tratamento psiquiátrico e de dependência química.

A instituição possui 160 leitos, e atualmente seu funcionamento é 90% via SUS, e se encontra em dificuldades para manter o funcionamento devido a baixa arrecadação para o funcionamento. O valor repassado pelo SUS não é suficiente. O presidente do Hospital, Fernando Martins Alvarenga, que assumiu a pouco tempo a direção, ressaltou que o valor recebido pelo sus não cobre a demanda. A Fundação Gedor Silveira, gera cerca de 140 empregos e atualmente tem 130 pacientes internados. Fernando ainda informou que o déficit mensal é de 300 mil reais em média.

O Prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais, disse que a prefeitura contribui com o que foi pedido, mas que infelizmente não é o suficiente. E enfatizou que muitas das vezes somente a Fundação Gedor Silveira consegue estabilizar um paciente em surto psicótico, demonstrando assim a importância de seu funcionamento. E o quanto é importante ter uma solução para que não se concretize o fechamento do hospital.

A Promotora de Justiça, Manoela Oliveira, sugeriu a realização de um consórcio público sediado em São Sebastião do Paraíso para rede de saúde mental. O Prefeito de Passos, Diego Oliveira, sugeriu e se comprometeu a realizar uma reunião através da AMEG e convidar os 154 municípios que possui atendimento pelo hospital e propor a contribuição de acordo com a tabela SUS.

A vereadora Erika Machado (PSDB), foi a única representante de São José da Barra (MG) na Audiência Pública e falou sobre a importância da união para que o hospital não seja fechado, e se colocou à disposição para contribuir no que for necessário. Reforçando o quanto é preocupante o possível fechamento do hospital.

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