WhatsApp deixa de funcionar em mais de 25 modelos de celulares em 2026 – Foto: reprodução
O WhatsApp deixou de funcionar em diversos modelos de celulares antigos a partir do primeiro dia de janeiro. Isso se deve a atualizações de recursos técnicos exigidos pelo aplicativo, que passa a demandar versões mais recentes do IOS e do Android.
De acordo com a Meta, as atualizações são necessárias para melhorar o desempenho do app, permitir inovações e aumentar a segurança dos usuários. Por esse motivo, aparelhos celulares que datam de mais de uma década se tornam incompatíveis com a ferramenta.
A medida contempla smartphones de marcas conhecidas e amplamente consumidas mundo afora, como Apple, Motorola, Samsung, Huawei, Sony, LG e HTC. Consequentemente, milhões de pessoas em todo o planeta que possuem aparelhos mais antigos são impactadas.
Caso o celular não permita mais a atualização para uma versão mais recente do sistema operacional, será necessário transferir a conta para um outro dispositivo. A empresa alerta para o backup de conversas importantes, fotos e vídeos que podem ser recuperados em outro aparelho.
Veja os celulares que deixam o WhatsApp em 2026:
Apple (iPhone)
iPhone 5
iPhone 5c
iPhone 5s
iPhone 6
iPhone 6 Plus
Motorola
Moto G (1ª geração)
Moto E (1ª geração)
Samsung
Galaxy S3
Galaxy S4 Mini
Galaxy S5
Galaxy Note 2
Galaxy Core
Galaxy Trend
Galaxy J2
Huawei
Ascend Mate
Ascend G740
Ascend D2
Sony
Xperia Z2
Xperia Z3
LG
Optimus L3
Optimus L5
Optimus L7
Optimus F5
Optimus L3 II Dual
Optimus L5 II
HTC
Vários modelos antigos da marca lançados há mais de dez anos
WhatsApp deixa de funcionar em nove aparelhos em outubro – Foto: reprodução
O WhatsApp deixa de funcionar em alguns modelos de telefones celulares a partir de 1º de outubro deste ano. Desta vez, a medida afeta aparelhos com sistema operacional Android e em iPhones.
Os dispositivos listados devem deixar de receber atualizações no aplicativo de mensagem. Em outros casos, o app pode parar de abrir ou deixar de enviar mensagens.
O WhatsApp costuma adotar a medida como forma de otimizar a melhoria do aplicativo e reforçar a segurança do sistema.
Serão afetados aparelhos Android 5.0 ou inferior, e em iPhones com iOS 15.1 ou anterior. Veja:
Âmbito Jurídico comenta sobre a gravidade de conversas e cobranças em grupos de WhatsApp; seu nome foi exposto? Procure seus direitos – Foto: reprodução
De acordo com o Âmbito Jurídico, é possível processar alguém que te caluniou no WhatsApp. As mensagens ofensivas, mesmo em ambiente virtual, podem configurar crimes contra a honra, como injúria, difamação ou calúnia, além de ensejar indenização por danos morais. A Justiça brasileira reconhece plenamente a validade jurídica das mensagens trocadas por aplicativos como o WhatsApp, inclusive para fins de processo judicial.
A seguir, explicamos todos os aspectos legais, as medidas cabíveis e como proceder passo a passo para buscar reparação legal diante de ofensas recebidas pelo WhatsApp.
Como a lei trata os xingamentos no WhatsApp
As acusações e suposições por WhatsApp são analisados à luz do Código Penal Brasileiro, principalmente no capítulo que trata dos crimes contra a honra. Ainda que ocorram em ambiente privado, como uma conversa entre duas pessoas ou em grupo no aplicativo, esses atos são passíveis de punição e responsabilização cível.
A legislação brasileira não faz distinção entre ofensas proferidas pessoalmente ou por meio de dispositivos eletrônicos. Portanto, palavras ofensivas enviadas pelo WhatsApp possuem a mesma validade que aquelas ditas presencialmente.
O que são crimes contra a honra
Os crimes contra a honra são três: injúria, calúnia e difamação. Cada um deles possui elementos próprios e é necessário entender as diferenças para saber qual tipo se aplica ao seu caso.
Injúria
A injúria ocorre quando alguém ofende a dignidade ou o decoro de outra pessoa. Exemplos comuns de injúria no WhatsApp incluem xingamentos como “idiota”, “vagabundo”, “burro”, “canalha” ou expressões depreciativas que atingem diretamente a pessoa.
A injúria é um crime de menor potencial ofensivo, mas pode gerar processo criminal e, eventualmente, um pedido de indenização por danos morais.
Difamação
Já a difamação acontece quando alguém atribui a outra pessoa um fato ofensivo à sua reputação. A diferença aqui é que não basta apenas xingar, é preciso relatar um fato, verdadeiro ou falso, com o intuito de manchar a imagem do outro.
Exemplo: “Você roubou dinheiro da empresa”, “Todo mundo sabe que você traiu seu marido”. Mesmo que essas afirmações sejam feitas em uma conversa privada, elas podem configurar difamação.
Calúnia
A calúnia é ainda mais grave: ocorre quando alguém imputa falsamente a outra pessoa a prática de um crime. É o caso de alguém dizer, por WhatsApp: “Você é traficante”, “Você matou aquela pessoa”, “Você roubou meu celular” — sem que isso seja verdade. Nesse caso, além do crime de calúnia, pode haver ação cível por danos morais.
Quando o xingamento pode gerar processo
A simples discordância ou discussão em uma conversa por WhatsApp não necessariamente caracteriza crime. Mas, quando o conteúdo da mensagem ultrapassa o limite da crítica e parte para ofensas pessoais, há espaço para responsabilização judicial.
Para que você possa processar alguém por xingamento no WhatsApp, é necessário observar:
Se a ofensa foi direta e pessoal (injúria) ou se expôs fatos ofensivos (difamação ou calúnia);
Se há prova concreta, como o print da conversa ou outro registro;
Se houve dano moral ou constrangimento real;
Se o autor da ofensa pode ser identificado.
Mesmo que a conversa tenha ocorrido em um grupo ou de forma privada, a Justiça pode acolher a ação com base na mensagem registrada.
O que é necessário para processar alguém por xingamento no WhatsApp
Antes de entrar com um processo, é fundamental reunir provas e entender qual o melhor caminho legal a seguir. Veja o que você precisa:
Prints das mensagens
A principal prova é o print da conversa onde ocorreu o xingamento. Os tribunais aceitam esse tipo de prova, especialmente se for possível verificar:
Nome do autor da mensagem;
Data e horário;
Trecho da conversa para contextualizar;
Se possível, número do telefone ou foto do perfil.
É sempre recomendável que o print seja validado por uma ata notarial em cartório, o que confere autenticidade ao conteúdo apresentado.
Ata notarial
A ata notarial é um documento lavrado por um tabelião de notas que atesta o conteúdo de uma conversa, imagem ou site. Ao apresentar uma ata notarial da conversa do WhatsApp, o juiz tem mais segurança sobre a veracidade do que está sendo alegado.
Testemunhas
Em alguns casos, principalmente em grupos de WhatsApp, é possível arrolar testemunhas que presenciaram a ofensa e podem confirmar o ocorrido.
Relatórios psicológicos ou médicos
Se a ofensa causou sofrimento emocional, crises de ansiedade ou outro tipo de abalo psicológico, é válido apresentar laudos de psicólogos ou médicos que atestem o impacto sofrido.
Onde denunciar e como iniciar o processo
A depender do objetivo do ofendido (reparação financeira, punição criminal ou ambas), o processo pode seguir por diferentes caminhos. Veja abaixo os principais:
Boletim de ocorrência
A primeira providência recomendada é registrar um boletim de ocorrência na delegacia, relatando o ocorrido e anexando os prints da conversa. Em algumas cidades é possível fazer o registro online, em delegacias eletrônicas.
Se o caso for de injúria, calúnia ou difamação, é importante lembrar que esses são crimes de ação penal privada, ou seja, a vítima precisa apresentar queixa-crime no prazo de até seis meses, a contar da data em que soube quem foi o autor da ofensa.
Queixa-crime
A queixa-crime é uma petição elaborada por um advogado e apresentada ao Juizado Especial Criminal (JECRIM), narrando os fatos e pedindo a responsabilização penal do autor da ofensa. É nesse momento que o processo criminal tem início.
Ação por danos morais
Mesmo que o ofensor não seja condenado criminalmente, é possível ajuizar uma ação cível com pedido de indenização por danos morais. Isso porque a ofensa pode ter causado constrangimento, sofrimento ou dano à reputação da vítima.
Essa ação pode ser movida no Juizado Especial Cível, se o valor da indenização não ultrapassar 40 salários mínimos. Para causas de até 20 salários mínimos, não é obrigatório ter advogado.
Qual o valor da indenização por xingamento no WhatsApp
O valor da indenização por danos morais varia conforme o caso, a intensidade da ofensa, o contexto e os danos provocados. Não há uma tabela fixa. No entanto, decisões judiciais costumam fixar valores entre R$ 2.000,00 a R$ 15.000,00, a depender da gravidade.
Ofensas com conotação discriminatória, racial, sexual ou que envolvam exposição pública tendem a ter valores maiores. Por outro lado, brigas pontuais com xingamentos mais leves e sem repercussão social podem ter indenizações mais baixas.
O que acontece com quem ofende no WhatsApp
A pessoa que ofende alguém pelo WhatsApp pode enfrentar diferentes consequências:
Processo criminal por crime contra a honra;
Condenação a pagar indenização por danos morais;
Multas e acordos judiciais, nos casos julgados em juizados especiais;
Em alguns casos, pode ser firmada transação penal com prestação de serviços à comunidade ou pagamento de cesta básica.
Se a ofensa for grave, reiterada ou envolver outros crimes como ameaça ou perseguição, as consequências podem ser ainda mais severas, como medidas protetivas, restrição de contato e eventual prisão.
O papel da retratação
Em casos de crimes contra a honra, o autor da ofensa pode se retratar, ou seja, reconhecer o erro e pedir desculpas de forma espontânea. Essa retratação pode ser aceita pela Justiça como uma forma de atenuar ou até excluir a pena, especialmente em casos de calúnia e difamação.
No entanto, mesmo com a retratação, a vítima ainda pode buscar a reparação cível, se entender que sofreu danos emocionais ou morais com a ofensa.
Discussões em grupos de WhatsApp
É muito comum que xingamentos e brigas ocorram em grupos de WhatsApp, como grupos de condomínio, trabalho, família ou colegas. Nessas situações, a exposição da vítima é maior, o que pode agravar a ofensa e aumentar o valor da indenização por danos morais.
Além disso, o administrador do grupo não é responsabilizado juridicamente pelas ofensas cometidas por terceiros, mas tem a possibilidade de remover o ofensor para evitar novas agressões.
Ofensas com conotação discriminatória
Xingamentos que envolvem racismo, homofobia, machismo, capacitismo ou qualquer tipo de preconceito são tratados de forma mais rigorosa pela Justiça. Nesses casos, pode haver a aplicação da Lei do Racismo (Lei 7.716/89), que prevê punições mais severas, inclusive com prisão.
A Justiça brasileira tem entendido que ofensas com conotação discriminatória, mesmo em conversas privadas, são inaceitáveis e devem ser punidas de forma exemplar.
Seção de perguntas e respostas
Posso processar alguém que me chamou de burro no WhatsApp? Sim. Essa ofensa pode configurar injúria, especialmente se for em tom depreciativo e sem justificativa. Se causar dano emocional, também é possível pedir indenização por danos morais.
Preciso de advogado para processar alguém que me xingou? Para entrar com queixa-crime ou ação cível com pedido de indenização superior a 20 salários mínimos, sim. Mas ações no Juizado Especial Cível até esse limite podem ser movidas sem advogado.
Prints de WhatsApp servem como prova? Sim, especialmente se forem autenticados por ata notarial. O print sozinho pode ser suficiente, mas autenticá-lo reforça a validade diante do juiz.
O que fazer se me xingarem em grupo de WhatsApp? Salve os prints com contexto, denuncie o agressor ao administrador do grupo e registre boletim de ocorrência. Em seguida, procure orientação jurídica.
Qual o prazo para processar por injúria no WhatsApp? Se for via ação penal privada (crime contra a honra), o prazo é de seis meses a partir do conhecimento da autoria. Para ação cível, o prazo geral é de três anos.
Quem me xingou se arrependeu. Ainda posso processar? Sim. O arrependimento não impede o processo, embora possa influenciar na dosimetria da pena ou no valor da indenização.
Xingamento por áudio no WhatsApp também é válido como prova? Sim. Gravações de áudio podem ser usadas como prova desde que sejam apresentadas na íntegra e não editadas. É importante que você seja o destinatário legítimo da mensagem.
É possível conseguir medida protetiva por xingamentos? Sim, especialmente se os xingamentos forem acompanhados de ameaças, perseguição ou configurarem violência psicológica. A medida protetiva pode proibir o agressor de fazer contato.
Conclusão
Processar alguém por xingamento no WhatsApp é totalmente possível e amparado pela legislação brasileira. As mensagens trocadas no aplicativo têm valor jurídico e podem servir de base tanto para ações criminais quanto para pedidos de indenização por danos morais.
O importante é agir com responsabilidade, reunir provas consistentes e não tolerar atitudes que ultrapassem os limites do respeito. O ambiente virtual não é uma terra sem lei, e todos têm o direito de se expressar sem serem agredidos verbalmente.
Se você foi ofendido, saiba que a Justiça está ao seu lado. Procure orientação jurídica, registre o ocorrido e defenda seus direitos com base na legalidade, na ética e na proteção da sua dignidade.
WhatsApp deixa de funcionar em 16 modelos de celulares antigos; saiba quais – Foto: reprodução
O WhatsApp encerra o suporte para 16 modelos de smartphones a partir desta terça-feira (1). A medida afeta dispositivos com sistema operacional Android anterior à versão 5.0 e iOS inferior a 15.1, impossibilitando o uso do aplicativo em aparelhos lançados há mais de uma década.
A interrupção do serviço ocorre porque esses celulares não conseguem mais suportar as atualizações recentes do aplicativo de mensagens. A Meta, empresa proprietária do WhatsApp, tomou a decisão como parte da política de atualizações regulares.
Os usuários dos aparelhos afetados já estão recebendo notificações sobre a necessidade de atualizar o sistema operacional ou migrar para um novo dispositivo. A suspensão do suporte ocorre globalmente, independentemente da localização geográfica dos usuários.
Entre os modelos que perderão acesso ao aplicativo estão o Samsung Galaxy S3, iPhone 5 e Motorola Moto G de primeira geração.
A lista completa inclui três modelos da Samsung (Galaxy S3, Galaxy S4 Mini e Galaxy Note 2), três da Motorola (Moto G de primeira geração, Moto E de 2014 e Razr HD), quatro da Sony (Xperia Z, Xperia SP, Xperia T e Xperia V), três da LG (Optimus G, Nexus 4 e G2 Mini) e três da Apple (iPhone 5, iPhone 5c e iPhone 6 não atualizado além do iOS 12).
Segundo informações fornecidas pela Meta ao Metro UK, a medida visa manter a segurança e o desempenho do aplicativo, limitando o funcionamento em dispositivos considerados desatualizados ou vulneráveis.
Para continuar utilizando o WhatsApp, os usuários precisarão atualizar os dispositivos para versões mais recentes do sistema operacional ou adquirir novos aparelhos. A empresa recomenda que, antes de qualquer mudança, seja feito backup das conversas e arquivos para evitar perdas de dados.
Para realizar o backup das mensagens, a Meta orienta acessar “Ajustes – Conversas – Backup” e seguir os passos indicados para salvar o histórico no Google Drive (para usuários Android) ou iCloud (para usuários iOS), dependendo do sistema operacional do dispositivo.
Os usuários podem verificar se seus aparelhos serão afetados conferindo a versão do sistema operacional. No Android, o caminho é Configurações – Sobre o telefone – Versão do Android. No iPhone, deve-se acessar Ajustes – Geral – Sobre – Versão do software.
A incompatibilidade técnica impede que os dispositivos mais antigos executem adequadamente as novas versões do WhatsApp, que exigem recursos não disponíveis nesses modelos. Os principais afetados são usuários que mantêm aparelhos antigos em funcionamento.
Golpe do comprovante falso no WhatsApp rouba dados bancários dos usuários – Foto: reprodução
Um novo golpe, aplicado por meio do WhatsApp, com potencial de roubar dados sensíveis do usuário, como credenciais bancárias, chamou recentemente a atenção de especialistas em cibersegurança. Trata-se do ComprovanteSpray, que coleta dados a partir do envio de um falso comprovante bancário por meio de mensagem. A ameaça foi identificada pelo time de inteligência da ISH Tecnologia, uma empresa de cibersegurança.
De acordo com a ISH, o ataque começa quando a vítima recebe uma mensagem de um número desconhecido contendo um arquivo no formato .zip, que se apresenta como um suposto comprovante bancário. O conteúdo das mensagens pode variar de acordo com a instituição financeira. A empresa identificou, inicialmente, arquivos maliciosos usando o nome do Itaú e do Bradesco.
O principal problema desse golpe está na ação de clicar para baixar o arquivo. Após realizar o download, a vítima acaba baixando junto um atalho .lnk projetado para executar um comando em PowerShell. E é esse script malicioso que coleta diversos dados contidos no celular da vítima.
De acordo com a ISH, o malware coleta as seguintes informações do dispositivo:
Preferências de idioma
Histórico de navegação
Permissões concedidas a sites
Dados bancários, incluindo informações de cartões e Pix
Dados de preenchimento automático
Informações de carteiras de criptomoedas
Detalhes do navegador (versão, extensões instaladas e outras informações
úteis)
Cookies de sessão de sites registrados
Identificadores de contas do Google associadas
Outros dados acessíveis pelo malware
“A campanha analisada, denominada ComprovanteSpray, representa um risco significativo devido à sua capacidade de propagação via WhatsApp, execução sem arquivo (fileless) e foco no roubo de credenciais e informações financeiras”, afirma a ISH em um relatório elaborado pelo time de Inteligência de Ameaças.
O que fazer?
Antes de tudo, ao receber quaisquer tipos de comprovantes, principalmente quando acontecer por um método semelhante a esse descoberto pela ISH, a recomendação é não realizar o download e reportar ou denunciar o perfil ao WhatsApp.
A seguir, veja outras dicas enumeradas pela ISH para evitar cair em golpes como esse. Confira:
Desconfie de pedidos urgentes de dinheiro
• Sempre que receber uma solicitação de transferência financeira, especialmente por mensagens de texto, desconfie e confirme diretamente com a pessoa por outro meio de comunicação
Verifique a identidade do remetente
• Antes de fazer qualquer pagamento, peça um áudio ou uma ligação de vídeo para garantir que a pessoa com quem você está falando é realmente quem diz ser
Evite expor dados pessoais e imagens nas redes sociais
• Criminosos muitas vezes obtêm fotos e informações de suas vítimas por meio de redes sociais abertas. Restrinja suas configurações de privacidade e evite compartilhar dados sensíveis publicamente.
Habilite a verificação em duas etapas no WhatsApp
• Essa funcionalidade adiciona uma camada extra de segurança, dificultando a clonagem de contas. Para ativá-la: vá em Configurações > Conta > Confirmação em duas etapas > Ativar.
Cuidado com números desconhecidos se passando por contatos familiares
• Golpistas costumam alegar que trocaram de número e usam essa justificativa para convencer a vítima a transferir dinheiro. Sempre confirme por outros meios antes de responder.
Não compartilhe códigos de verificação
• Caso receba um SMS com um código de segurança do WhatsApp, nunca compartilhe esse código com ninguém. Golpistas podem usá-lo para tomar controle da sua conta. Informe e eduque familiares e amigos.
WhatsApp vai parar de funcionar em 35 modelos de celulares, nesta terça-feira (24/10) – Foto: reproduução
O WhatsApp vai parar de funcionar em aparelhos Android que possuem a versão 4.1 (Jelly Bean) ou versões anteriores, a partir desta terça-feira (24). A informação foi confirmada pela Meta, a empresa controladora do aplicativo de mensagens, em sua página de Perguntas Frequentes (FAQ).
Ao todo serão 35 modelos de celulares que pararam nessa versão deixam de ter o WhatsApp atualizado e funcionando. Desta forma, o app, agora, passa a ser compatível com a versão do sistema operacional Android 5.0 (Lollipop) ou mais recente. No caso do iPhone (iOS), não haverá mudanças e o mensageiro segue suportando o iOS 12 ou superior.
Segundo a Meta, essa interrupção é necessária para assegurar a segurança e estabilidade do WhatsApp em smartphones. Já que sistemas operacionais mais antigos não recebem mais atualizações que contém as últimas correções de segurança, o que torna os usuários vulneráveis a possíveis ataques cibernéticos.
O WhatsApp informa que notifica os usuários com antecedência sobre o fim da compatibilidade. Portanto, aqueles que receberam a notificação terão 30 dias para realizar a atualização do sistema ou comprar um novo dispositivo.
Lista de celulares que não vão receber as atualizações do WhatsApp
Samsung Galaxy SIII
Samsung Galaxy Nexus
Samsung Galaxy Pocket 2
Samsung Galaxy Young 2
Motorola RAZR HD
Motorola RAZR D1
Motorola D3
Motorola RAZR i
LG Joy
LG L35
LG F60
LG G Flex
LG Optimus G
Samsung Galaxy J1
Sony Xperia E4
Sony Xperia E3
Sony Xperia E1
Veja como verificar a versão do Android
Descobrir qual é a versão do seu sistema operacional Android é muito simples. O passo a passo pode ter pequenas variações conforme o modelo de celular, conforme o fabricante, mas de modo geral é seguinte:
Abra o aplicativo “Configurações”;
Toque na opção “Sobre o Telefone” ou “Sobre o Dispositivo”;
O WhatsApp divulgou uma lista com os modelos de smartphone que deixarão de ter acesso ao aplicativo a partir de 1° de novembro. Isso irá ocorrer porque os modelos já são antigos e não irão mais suportar o app de mensagens.
De acordo com o comunicado, celulares com versões do Android mais antigas que a 4.1, que o iOS 10 e que o KaiOS 2.5.1 não terão mais acesso ao app.
Para saber se o seu celular ainda será compatível com o aplicativo basta acessar as Informações do software, disponível em configurações.
Veja a lista dos modelos
Apple: caso o iPhone não suporte mais atualização para o iOS 10 ou superior
LG: LG Lucid 2, Optimus F7, Optimus F5, Optimus L3 II Dual, Optimus F5, Optimus L5, Optimus L5 II, Optimus L5 Dual, Optimus L3 II, Optimus L7, Optimus L7 II Dual, Optimus L7 II, Optimus F6, Enact, Optimus L4 II Dual, Optimus F3, Optimus L4 II, Optimus L2 II, Optimus Nitro HD and 4X HD, e Optimus F3Q
ZTE: ZTE Grand S Flex, ZTE V956, Grand X Quad V987 e Grand Memo Huawei: Huawei Ascend G740, Ascend Mate, Ascend D Quad XL, Ascend D1 Quad XL, Ascend P1 S e Ascend D2
Sony: Sony Xperia Miro, Sony Xperia Neo L e Xperia Arc S
Outros: Alcatel One Touch Evo 7, Archos 53 Platinum, HTC Desire 500, Caterpillar Cat B15, Wiko Cink Five, Wiko Darknight, Lenovo A820, UMi X2, Faea F1 e THL W8.
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