Zema é presença confirmada na abertura oficial do II Festival de Gastronomia em Arcos – Foto: Prefeitura Municipal de Arcos
As Assessorias de Comunicação da Prefeitura de Arcos e do Governo do Estado já alinharam a participação do Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), no II Festival de Gastronomia de Arcos ‘Delicias da Roça’, que acontece na Praça Floriano Peixoto, de 13 a 16 de julho.
O govenador, que marcará presença na abertura oficial, no dia 13 de julho, às 10h, faz questão de participar deste evento já conceituado em toda região.
A programação do Festival de Gastronomia inclui:
-Barracas de comidas típicas a partir das 19h do dia 12,
-Dia 12 – show com Delmir e Delmon. –
-Barracas de comidas típicas a partir das 7h do dia 13
Atrações do II Festival de Gastronomia de Arcos – Imagem: Prefeitura Municipal de Arcos
Dia 13 – show de João Marcos & Nando
Dia 14 – shows de Gabriela Rocha e Keviny & Kennedy;
Capacitação de 6 meses proporcionou maior eficiência e abrangência no trabalho dos agentes no município
Agentes comunitários de saúde concluem curso “Saúde com Agente” em São José da Barra – Foto: Reprodução
Os agentes comunitários de saúde e de endemias de São José da Barra (MG), alcançaram um marco importante em suas carreiras, ao concluir o curso “Saúde com Agente”. Essa capacitação, com duração de 6 meses, combinou aulas online e práticas, fornecendo conhecimentos essenciais para um trabalho mais eficiente e abrangente no município.
Durante o curso, os agentes se aprofundaram em diversas áreas fundamentais para o desenvolvimento de suas atividades. Aprendendo sobre a realização de diagnósticos das condições de vida e saúde da população, eles adquiriram habilidades essenciais para identificar as principais necessidades e demandas da comunidade.
De acordo a enfermeira e chefe dos PSF’s em São José da Barra, Ana Flávia Freire, o curso iniciou em janeiro de 2023 e foi concluído neste mês de julho, com duração de 6 meses.
“O curso teve a parte teórica online e a prática presencial. Os encontros aconteceram nos PSF’s durante o horários de trabalho deles. Em cada encontro os agentes tinham que desenvolver as atividades exigidas e apresentar para a preceptora que foi a enfermeira Cláudia. Os certificados serão entregues somente no mês de agosto. Esse curso sempre vai ter e não virou lei ainda”, informou Ana Flávia.
A enfermeira ainda frisou que o intuito desse curso é a valorização dos agentes.
“Que esses profissionais tenham um olhar apurado sobre informações coletadas através das visitas domiciliares e saibam melhor orientar os pacientes que necessitam de atendimento. Através da aferição da PA (aparelho digital) e realização do teste da Glicemia capilar”, finalizou a chefe dos PSF’s.
A capacitação também se concentrou no desenvolvimento de ações de planejamento, com foco na promoção, prevenção e controle de doenças e agravos à saúde. Os agentes foram orientados sobre como implementar estratégias eficazes para melhorar a qualidade de vida da população, por meio de ações preventivas e educativas.
O curso “Saúde com Agente” foi estruturado de forma a abordar questões práticas do cotidiano dos agentes comunitários de saúde e de endemias. Isso permitiu uma aprendizagem mais contextualizada e aplicável à realidade local, tornando o conhecimento adquirido ainda mais valioso para a comunidade.
Os participantes puderam contar com aulas online, que proporcionaram flexibilidade para o estudo, além de práticas supervisionadas, que permitiram a aplicação dos conceitos aprendidos em situações reais. Essa abordagem híbrida garantiu uma formação completa e preparou os agentes para enfrentar os desafios e demandas do trabalho diário.
A conclusão do curso representa uma conquista significativa para os agentes comunitários de saúde e de endemias de São José da Barra, bem como para a comunidade que eles servem. Com um conhecimento mais amplo e atualizado, esses profissionais estão agora preparados para desempenhar suas funções de forma mais eficiente, promovendo a saúde e contribuindo para o bem-estar da população local.
Sobre o Programa Saúde com Agente
O Programa Saúde com Agente – iniciativa do Ministério da Saúde (MS), por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), é o maior programa de formação técnica na área da saúde no formato hibrido (metodologia na qual estudantes vivenciam o processo de aprendizagem por meio das modalidades presencial e a distância, de forma integrada) do País.
O Programa tem investimento de mais de R$ 388 milhões e foi criado em atenção as leis que ampliaram as atribuições dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, objetivando oferecer qualificação técnica para 200 mil agentes de saúde em todo o Brasil.
A formação é no formato semipresencial, com carga horária de 1.275 horas e duração mínima de 10 meses. A iniciativa visa melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da Atenção Primária aos brasileiros. Também reforça a valorização dos Agentes, que desempenham papel relevante como educadores para a cidadania na Saúde, por meio de maior atuação na prevenção e no cuidado das pessoas. O intuito é que esses profissionais tenham um olhar apurado sobre informações coletadas nas residências e saibam melhor orientar os pacientes que necessitam de atendimento.
Advogados tributaristas entendem que a redução no número de impostos pode diminuir a burocracia para os empresários. Mas alertam para possíveis desvantagens para prestadores de serviço e pequenos comerciantes; entenda.
Salões de beleza e outros negócios do setor de serviços serão impactados pela reforma tributária — Foto: Giorgio Trovato/Unsplash
A reforma tributária, aprovada pela Câmara dos Deputados na última sexta-feira (7), procura simplificar a cobrança de impostos no país.
Segundo a proposta, cinco tributos serão substituídos por dois, chamados Impostos sobre Valor Agregado (IVAs). Um será gerenciado pela União e o outro teria gestão compartilhada entre estados e municípios.
Para valer, a reforma ainda precisa passar pelo Senado e ser sancionada pelo presidente Lula. Ela também prevê um período de transição de sete anos, entre 2026 e 2032.
Além disso, ainda não foi definida a alíquota do IVA, ou seja, o percentual que será aplicado para calcular o valor do imposto.
MAS QUEM SERÁ AFETADO? Inicialmente, micro e pequenas empresas não serão obrigadas a aderir às mudanças, ao contrário dos negócios de médio porte, que serão diretamente afetados. Mas podem ter impactos indiretos.
Advogados tributaristas ouvidos pelo g1 analisaram os principais pontos propostos na reforma tributária para explicar de que forma eles poderão afetar os empreendedores.
Veja abaixo os PRINCIPAIS APONTAMENTOS dos especialistas e, em seguida, mais detalhes:
1. de forma geral, especialistas entendem que a reforma poderá beneficiar empreendedores, na medida em que, com menos impostos, eles vão gastar menos tempo e dinheiro para cumprir essas obrigações;
2. eles destacaram também o fim da tal “bitributação”: as empresas poderiam pagar o imposto com um “desconto” do valor que já foi pago numa etapa anterior da cadeia produtiva;
3. para alguns especialistas, esse benefício poderia atrair até quem faz parte do Simples Nacional. Ou seja, pequenos empreendedores poderiam optar por deixar o sistema simplificado para aderir ao IVA e não perderem competitividade;
4. tudo depende da atividade da empresa e do quanto ela conseguiria de “descontos” no imposto pago em outras etapas da produção. Isso porque, apesar de a alíquota do IVA ainda não ter sido definida, a carga deverá ser maior do que a do Simples, explica o advogado Aristóteles de Queiroz Camara;
5. um consenso entre os especialistas é que, para prestadores de serviço, o fim dessa cobrança repetida de um imposto não representaria uma vantagem tão grande porque seus maiores gastos não dependem de uma cadeia de produção, onde se pode conseguir “desconto” em etapas anteriores.
Micro e pequenas empresas não estão inclusas
Neste primeiro momento, a reforma tributária está centrada no consumo, ou seja, nos impostos sobre bens e serviços. Dessa forma, se entrar em vigor, vai afetar empresas, indústrias e prestadores de serviço, com exceção daqueles que podem optar pelo Simples Nacional.
QUEM ESTÁ NO SIMPLES? O Simples é um regime especial que reúne seis tributos federais. Ele foi criado em 2006 também com o objetivo de simplificar o pagamento dos impostos, só que é voltado para as pequenas empresas. Atualmente, podem aderir ao Simples:
1. o microempreendedor individual (MEI) que fatura até R$ 81 mil por ano;
2. o transportador autônomo de cargas que fatura até R$ 251,6 mil por ano;
3. microempresas que faturam até R$ 360 mil por ano;
3. empresas de pequeno porte com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.
E VAI PODER CONTINUAR? Sim. Mesmo com a reforma, as empresas que atendem aos critérios acima poderão continuar optando pelo Simples Nacional, sem alterar a forma como já pagam os impostos.
MAS, SE QUISER MUDAR… Alguns especialistas entendem que continuar no Simples pode fazer alguns pequenos negócios perderem a competitividade. Este seria um impacto indireto da reforma. Entenda mais a seguir.
Fim da ‘bitributação’
Apesar de não existir ainda a alíquota do IVA, o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, estima que ela seria de 25%. Se confirmada, será uma das maiores alíquotas do mundo.
No entanto, a proposta é que o IVA tenha um mecanismo que faça com que sua cobrança não seja cumulativa ao longo da cadeia de produção, evitando a tal “bitributação”.
Dessa forma, na hora de pagar o imposto, a empresa “descontaria” o valor que já foi pago em etapas anteriores da cadeia produtiva e pagaria apenas o imposto sobre o valor que adicionou na sua etapa de produção (daí vem o nome de imposto sobre valor adicionado, IVA).
É como se o imposto pago em cada etapa do processo gerasse um “crédito tributário” para a empresa que comprou a mercadoria ou o serviço. Veja abaixo como seria o pagamento do IVA* em um processo de fabricação e comercialização de uma camisa 👔:
*No exemplo, foi considerada uma alíquota fictícia de 10%. O texto apresentado pelo relator Aguinaldo Ribeiro não indicou quais serão as alíquotas adotadas para o IVA.
A forma como esse “crédito” seria disponibilizado ainda não foi definida, segundo Rodrigo Helfstein, advogado mestre em direito tributário. Duas opções estão sendo consideradas: “Você vai pagar o valor cheio, mas aí você abate esse valor no próximo pagamento. Ou, se não, em um momento posterior, você vai receber esse crédito em dinheiro”, explica.
Pequenas empresas serão atraídas para o IVA?
Neste cenário, a tendência é que, mesmo empresas que podem optar pelo Simples Nacional, migrem para o novo sistema, segundo Rogério Gaspari Coelho, sócio da área tributária de Lino Dias Coelho Advogados.
“É mais transparente, permitindo que se eliminem resíduos tributários da cadeia de produção e que os contribuintes saibam exatamente quanto tributo estão recolhendo, o que facilita o planejamento”, avalia.
A advogada Sarina Manata, assessora jurídica da FecomercioSP, acredita que o fim da bitributação poderia até resultar em perda de competitividade para pequenos fornecedores, já que empresas podem preferir comprar produtos de quem consiga gerar esse “crédito” na cadeia de produção.
Aristóteles Camara, sócio do Serur Advogados, alerta que deixar o Simples não seria uma vantagem para todo pequeno negócio.
“Se a empresa preferir migrar, ela vai ter uma carga tributária maior (do que no Simples)”, pontua.
“Na atividade dela, se ela comprar muitos insumos e esses insumos gerarem ‘crédito’ (permitirem não pagar o imposto que já foi pago em etapa anterior), é possível que ela tenha vantagens de migrar para o novo sistema”, resume Camara.
Decio Lima, presidente do Sebrae, ressalta que é “muito positivo” que os micro e pequenos empreendedores possam continuar pagando seus impostos por meio do Simples Nacional.
Mas acredita que, para garantir a competitividade desses negócios, o Simples deveria se adequar à nova realidade trazida pela reforma, ou seja, também permitir “descontar” impostos pagos ao longo da cadeia de produção.
Como ficam as empresas médias
Empresas médias, cujo faturamento anual fica entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões, e as que faturam acima disso, estão fora dos requisitos para aderir ao Simples. Portanto, terão, obrigatoriamente, que mudar a forma como pagam seus impostos, sendo diretamente afetadas pela reforma.
No caso delas, o tamanho desse impacto também vai depender do tipo de produto ou serviço que a empresa oferece.
Independentemente do tamanho da empresa, a proposta prevê uma cobrança menor de impostos para alguns setores, como medicamentos e serviços de transporte público coletivo, por exemplo.
Por outro lado, inclui a criação de um imposto seletivo sobre bens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente (como cigarros e bebidas alcoólicas), apelidado de “imposto do pecado”.
A questão em torno dos prestadores de serviço
Os especialistas chamaram a atenção para um grupo específico de empreendedores: os prestadores de serviço. São os profissionais ou empresas que atendem diretamente o consumidor final, como advogados, psicólogos ou manicures.
Para eles, o fim da cobrança repetida de um imposto não representa uma vantagem tão grande quanto para outros empreendedores, avaliam.
“Em um salão de cabeleireiro, por exemplo, precisa comprar xampu, tesoura, secador… Esses são insumos com que você pode obter crédito (ou seja, “descontar” o imposto pago pelo fabricante, por exemplo), mas não é o grosso da despesa”, explica Sarina Manata, da FecomercioSP.
“A empresa gasta muito mais com os funcionários que ela tem: manicure, cabeleireiro… Mas folha de salário não tem crédito, não pode descontar.”
Se o prestador de serviço não conseguir esses “descontos” ao longo da cadeia de produção, ele vai acabar tendo que pagar impostos mais altos, resume o tributarista Helfstein. “Aí ele vai ter que cobrar mais pelos seus serviços ou vai perder na margem de lucro”, completa.
Menos burocracia
O Ministério da Fazenda espera que a reforma tributária reduza a burocracia. Nesse sentido, as empresas poderiam se beneficiar ao gastarem menos tempo e dinheiro para cumprir as obrigações tributárias.
Empresas brasileiras gastam em média 1.501 horas por ano com essas obrigações, um intervalo de tempo maior do que em qualquer outro país do mundo, segundo o relatório Doing Business Subnacional Brasil 2021, produzido pelo Banco Mundial.
“Além de um grande número de tributos, essas empresas ainda precisam transmitir declarações e cumprir regras que mudam de acordo com o produto, etapa da cadeia de comercialização, procedência do produto (nacional ou importado)…”, relata Rafael Lima, gerente sênior da empresa de consultoria empresarial Tax da Mazars.
“Muitas vezes um único produto pode ter tratamento muito diferente, dependendo do estado do contribuinte e seu cliente. Isso gera conflitos de entendimentos, o que leva às disputas judiciais”, explica.
“Atualmente, há empresas que evitam crescer para não sair do Simples, dado o grau de complexidade de nosso sistema tributário”, aponta Rogério Gaspari Coelho.
“Então, na prática, ele quase não vai ter crédito para tomar: ele praticamente absorve essa nova alíquota. Eu, como advogada, por exemplo, vou poder deduzir um aluguel, material de escritório, mas esforço humano não dá direito a crédito”, completa.
No entanto, para a advogada Sarina Manata, da FecomercioSP, juntar impostos não necessariamente significa uma simplificação imediata do sistema.
“No período de transição para o novo modelo, de sete anos, eu teria que cumprir todas as obrigações do regime atual e obrigações acessórias do regime novo. Então, neste período, eu não tenho uma simplificação, tenho aumento de complexidade”, avalia.
“Depois disso, ter menos tributos, eu concordo, pode trazer simplificação. Mas a gente ainda não sabe a alíquota, a base de cálculo, tudo isso vai vir em legislação infraconstitucional. Estamos às cegas”, diz Sarina.
Concurso terá vagas para níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários de até R$ 3,9 mil – Foto: Arquivo Folha da Manhã.
A Câmara de Vereadores de Capitólio (MG), lançou edital de concurso público para a contratação de servidores. Segundo o legislativo, serão disponibilizadas duas vagas para o cargo de auxiliar de serviços gerais, uma vaga para assistente em Tecnologia da Informação, duas para assistente administrativo, uma para controlador interno e uma vaga para contador.
Segundo o presidente da Câmara, Gabriel Sansoni da Mata, a primeira e única vez que o órgão realizou concurso público foi há mais de 30 anos, em 1990, quando foi disponibilizada apenas uma vaga para o cargo de assistente administrativo. “Este é o resultado de um trabalho muito alinhado dos nove vereadores unidos aos servidores da Casa”, afirma.
De acordo com Sansoni, os preparativos para o concurso tiveram início no ano passado, com a então presidente Míriam Rattis. “Esse concurso será um marco na história do Legislativo municipal, será um legado que deixaremos para as futuras legislaturas. Os vereadores deste mandato têm o comprometimento de fazer uma administração pública séria, responsável e transparente”, ressaltou.
Conforme informações do edital, os salários vão de R$ 1,6 mil para auxiliar de serviços gerais até R$ 3,9 mil para Contador. O valor da inscrição será de R$ 50 para auxiliar de serviços gerais, R$ 70 para assistente administrativo e assistente em Tecnologia da Informação e R$ 90 para contador e controlador interno.
Segundo o edital, as inscrições poderão ser feitas entre o dia 13 de setembro a 16 de outubro, pelo site http://www.camaracapitolio.mg.gov.br ou na sede da Câmara. As provas serão realizadas no dia 19 de novembro, em Capitólio. O concurso tem validade de dois anos, prorrogável uma vez, por igual período. Em caso de surgimento de vagas durante a vigência do concurso, os candidatos aprovados poderão convocados na ordem de classificação.
Além de sua atuação política, ex-prefeito foi lembrado pela sua atuação como produtor rural – Foto: Divulgação
O ex-prefeito Ivanir Rodrigues Ferreira foi homenageado na Agro.Com, na 23ª Expoglória – Festa do Peão em São João Batista do Glória (MG). Ocorrida nos dias 6 a 9 do mês de julho, a festa que já é tradição é um legado do popular Ivanir Pimenta que foi vereador e prefeito por dois mandatos no município, além de grande produtor rural, que faleceu no dia 11 de março do corrente ano.
Os organizadores da homenagem lembraram que Ivanir, “destemido e corajoso, foi um grande empreendedor e administrador deixando um legado de construções, aquisições e cooperação que fizeram destaque na cidade que o acolheu com o coração e cuja reciprocidade é patente”. A máxima “Todos na vida precisamos ter a convicção de que não somos mais e nem menos que ninguém” frase de sua autoria, era seu lema, relembram.
Ainda segundo os autores da homenagem, ontem dia 10 de Julho, “não fosse a perda irreparável deste grande cidadão gloriense estaríamos celebrando seus 79 anos de idade com familiares e amigos que não são poucos. Não podemos celebrar, mas podemos lembrar e respeitosamente elevar nosso pensamento em oração pelos familiares e amigos e agradecer a Deus por ter nos proporcionado o privilégio de desfrutar da sua companhia e de seus feitos”, ressaltaram os autores da homenagem.
Bombeiros socorre homem que caiu de cinco metros de altura em Passos – Foto CBMG
Um operário de 49 anos que fazia serviço dentro de um silo graneleiro de uma empresa que fica no Distrito Industrial, em Passos (MG), caiu de uma altura de 5 metros na manhã desta segunda-feira (10) e ficou ferido.
O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência, imobilizando-o e levando-o para a Santa Casa de Misericórdia de Passos.
“Ele estava com dificuldade de respirar, dor no torax, nas pernas e cabeça. Um pouco confuso devido a uma breve perda de consciência. Ao chegar no hospital foram feitos exames complementares”, informou o Corpo de Bombeiros.
Ainda de acordo com os militares, a empresa informou que ele passava bem, mas continua sob cuidados médicos.
Parte das drogas foi localizada dentro da cueca do condutor – Foto: Polícia Militar Rodoviária
Na noite deste sábado (08), durante operação da Polícia Militar Rodoviária na MGC-146 KM-359, em Passos (MG), foi abordado o veículo HONDA/CG 160, cor prata, que estava com 2 ocupantes.
Durante a abordagem os ocupantes apresentaram certo nervosismo, sendo determinado para que desembarcassem. Após busca pessoal, foi localizado 12 pinos de substância semelhante a cocaína, que foram encontrados dentro da cueca do autor/condutor de 32 anos, e com o passageiro de 25 anos, foi encontrado no bolso da calça 5 pinos de cocaína e 1 bucha de maconha.
A Motocicleta apreendida. Foi dado voz de prisão aos autores que foram encaminhados a Delegacia de Passos, juntamente com o material que foi apreendido.
Drogas e dinheiro encontrados com 2 ocupantes do Ford/Fusion – Foto: Polícia Militar Rodoviária
Na noite da última sexta-feira (07), durante operação da Polícia Militar Rodoviária na MGC-146 KM-350, uma motocicleta HONDA/CG 150, cor cinza, recebeu ordem de parada, onde o autor/condutor de 23 anos apresentava odor característico de maconha, tendo confirmado que havia feito uso da substância antes de ser abordado.
Ao realizar busca pessoal no condutor, foi encontrado no bolso da calça 1 cigarro de maconha. E com o passageiro de 32 anos, foi encontrado no bolso da calça 2 cigarros de maconha, o mesmo declarou ser usuário.
Ambos foram encaminhados para a Delegacia de Passos (MG), juntamente com o material que foi apreendido.
Dois menores foram apreendidos com drogas e dinheiro – Foto: Polícia Militar Rodoviária
Ainda durante operação da Polícia Militar Rodoviária na mesma rodovia, na madrugada do último sábado (08), foi abordado um veículo Ford/Fusion com 5 ocupantes.
Durante a abordagem o condutor apresentou certo nervosismo, sendo determinado aos ocupantes que desembarcassem, momento em que um dos passageiros do banco de trás evadiu em desabalada carreira em direção a um matagal próximo.
Após busca pessoal e veicular foi localizado 42 pinos de substância semelhante a cocaína, que foram encontrados com dois ocupantes e também no interior do veículo, além da quantia de R$ 252 reais em dinheiro.
Foi dado voz de prisão aos 2 autores que foram encaminhados a Delegacia de Passos, juntamente com o material que foi apreendido.
Na mesma rodovia, 2 menores foram apreendidos com 14 pinos de substância similar a cocaína e R$125,00 em dinheiro, durante a operação Narco Minas.
Eles foram encaminhados para a Delegacia de Passos com o material apreendido.
José Augusto Oliveira Naves foi vencedor do campeonato Brasileiro Cup Tasters e participou do Mundial Word Cup Tasters Championship
por Luciene Garcia
Cassiense se destaca no Campeonato Mundial de Degustação de Café na Grécia – Foto: Divulgação
José Augusto Oliveira Naves, que é de Cássia (MG) venceu o campeonato Brasileiro Cup Tasters de degustação de café participou do Mundial World Cup Tasters Championship (WCTC) em Atenas, na Grécia. O degustador competiu no dia 22 de junho e se destacou entre os 30 competidores em avaliação de distinção de cafés. O campeonato finalizou no dia 24 com o também brasileiro Boram Um, proprietário da cafeteria Um Coffee Co., conquistando a World Barista Championship (WBC), uma competição internacional conhecida como os “Jogos Olímpicos do Café”, e alcançou o título de melhor barista do mundo.
Durante o evento na Grécia, o país também se destacou no World Cup Tasters Championship, que avalia a habilidade de distinguir cafés por degustação às cegas, levando o menor tempo possível. O degustador José Augusto Oliveira Naves, figurou entre os 30 melhores da categoria, tendo acertado seis das oito triangulações de café em 7 minutos.
Já na competição de Brewers Cup, que teve Garam Um (irmão de Boram Um) no pódio, foram avaliados os conhecimentos no preparo da bebida pelo método filtrado e manual.
Boram Um é o primeiro brasileiro a conquistar o título, mesmo que o país seja o maior produtor mundial de café. A melhor colocação do Brasil na competição que existe desde 2000 havia sido da barista Silvia Magalhães. Ele ficou em sexto lugar no ano de 2007.
José Augusto já visitou os USA e Europa por diversas vezes visitando clientes e participando de feiras internacionais tais como a SCA – Specialty Coffee Association, a principal feira de cafés especiais do mundo que acontece anualmente nos EUA e o WOC – World Of Coffee que é a principal feira de cafés especiais da Europa.
Durante o campeonato deste ano, os participantes tiveram um tempo máximo de 15 minutos para preparar um total de 12 cafés, incluindo quatro expressos, quatro com leite e quatro que representassem a assinatura própria de cada competidor. A colocação dos finalistas ficou da seguinte forma:
Boram Um, Brasil
Daniele Ricci, Itália
Jack Simpson, Austrália
Isaiah Sheese, Estados Unidos
Dawn Chan, Hong Kong
Patrick Rolf, Dinamarca
O campeonato
O Campeonato Mundial de Barista (WBC) é a principal competição internacional de café realizada anualmente pela World Coffee Events (WCE). A disputa tem como foco promover a excelência no café, avançar na profissão de barista e envolver uma audiência mundial com um evento de campeonato anual que serve como a culminação de eventos locais e regionais ao redor do mundo.
A cada ano, mais de 50 competidores campeões preparam quatro expressos, quatro bebidas com leite e quatro bebidas originais exclusivas, seguindo padrões rigorosos, em uma apresentação de 15 minutos acompanhada de música.
Juízes certificados pela WCE de todo o mundo avaliam cada apresentação com base no sabor das bebidas servidas, limpeza, criatividade, habilidade técnica e apresentação geral. A bebida exclusiva e sempre popular permite que os baristas expandam sua imaginação e os paladares dos juízes para incorporar uma riqueza de conhecimento sobre café em uma expressão de seus gostos e experiências individuais.
Os 15 competidores com as pontuações mais altas da primeira rodada, mais o vencedor escolhido da repescagem da competição em equipe, avançam para a semifinal. Os seis melhores competidores da semifinal avançam para a rodada final, onde um vencedor é nomeado Campeão Mundial de Barista.
Cachorro encontrado envenenado no bairro de Bom Jesus dos Campos em São José da Barra. Voluntários tentaram socorrer mas sem sucesso – Foto: Reprodução
A presidente da Associação de Protetores de Animais, Ana Maria Reis, está preocupada com o número de animais mortos no bairro de Bom Jesus dos Campos em São José da Barra (MG). Nos últimos dias pelo menos três cachorros foram encontrados sem vida. A Polícia Militar (PM) foi acionada para registrar um boletim de ocorrência.
A voluntária da Associação foi informada pelos moradores da situação e está investigando o caso. A suspeita é de que os animais tenham sido envenenados. “Esta sendo uma prática quase rotineiras. Os animais que têm donos e os que vivem na rua estão sendo encontrados com a suspeita de envenamento. Nesta quinta-feira (06), encontramos mais um cachorro envenenado”, destacou Ana Maria.
Segundo ela, mataram dois que vivem em situação de rua por terem sidos abandonados e outro bicho que possuia dono, o qual morreu dentro do quintal da residência. “Estamos chocados com a situação. Ontem levamos um cachorro para a Clínica Veterinária e tentamos socorre-lo, mas sem sucesso”, citou a defensora dos animais.
O resultado servirá como informação para uma denúncia na Polícia Civil que deve investigar o caso, já que maus-tratos de animais é crime
“O importante é que a comunidade está disposta a seguir em frente contra essa prática de maus-tratos dos animais, que é intolerável. As pessoas estão tendo essa consciência e essa sensibilidade. Como o ser humano tem a coragem de comprar um veneno, manipular, planejar e de uma forma covarde e violenta entregar isso para os animais? Não podemos mais fazer vista grossa para esta situação”, apontou Ana.
Conforme a presidente, um animal foi localizado na praça de Bom Jesus dos Campos. “É que quando eles são envenenados, eles procuram água para beber. Provavelmente ele foi procurar para tomar água e morreu”, completou.
Envenenar animais é crime e dá cadeia
O envenenamento é responsável pela maioria das mortes de cães e gatos superando, inclusive, o número de mortes causadas por atropelamentos.
Nos envenenamentos intencionais, o que é crime, as maiores vítimas são, geralmente, os animais de rua e aqueles que, apesar de terem dono, têm acesso à rua. Este tipo de intoxicação pode ser causado por pessoas que desejam se livrar dos animais, sejam eles abandonados ou não, simplesmente pelo fato de sentirem-se incomodadas.
O conhecido chumbinho que, apesar de ser ilegal e ter sua venda proibida é a arma mais utilizada para o envenenamento de cães e gatos, já que é facilmente encontrado, inclusive sendo vendido como ‘veneno para ratos’.
Infelizmente, as estatísticas mostram que apenas 1/3 dos animais vítimas de envenenamento sobrevivem. Portanto, é importante que, logo após o socorro ao animal, caso o dono saiba quem é o responsável pelo envenenamento, que faça um Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima a fim de que este seja devidamente punido.
O responsável pode ser enquadrado em vários crimes como Crueldade contra Animais (Lei 3688/41, art. 64 e Lei 9605/98, art. 32). No caso da venda do chumbinho, o crime é Contra a Saúde Pública (art. 273 parágrafo 1º-B, inciso I e IV do Código Penal).
Neste caso, “a pena de reclusão é de 10 a 15 anos de prisão”.
A lei federal 9.605 de 1998 dispõe sobre as sanções penais e administrativas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, que inclui maus-tratos aos animais. O artigo 32 diz que “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos” é punível com detenção, de três meses a um ano, e multa.
Envenenar animais é crime e dá cadeia (artigo 32 da Lei dos Crimes Ambientais n° 9.605/98), mas pessoas intolerantes e criminosas, agem de forma covarde: escondem a substância letal, normalmente o veneno conhecido como chumbinho, dentro de algum petisco saboroso deixado no caminho por onde bichos costumam passar. Quem está cometendo tal ato, está infringindo várias Leis.
Mas não é só quem coloca a sustância letal no petisco que comete crime. A venda do chumbinho é classificada como crime contra a saúde pública e está prevista no Artigo 274 do Código Penal Brasileiro, que prevê ao infrator pena de 10 a 15 anos de prisão, além de aplicação de multa.
Não podemos aceitar que estabelecimento comercial venda essa substância, pois ninguém pode dizer na verdade o que vai matar. Quem souber de algum estabelecimento comercial que venda esta substância, seja ela para qualquer finalidade, pode encaminhar sua denúncia para a Anvisa, que pode ser contatada por sua Ouvidoria no e-mail [email protected] ou pela Gerência Geral de Toxicologia ([email protected]). De acordo com o órgão, todos os dados são mantidos em sigilo e a identificação não é necessária. Não deixe de relatar também à Vigilância Sanitária e à prefeitura da sua cidade.
Quem comercializa e compra chumbinho é desprovido de qualquer sentimento de ética e compaixão. Comprar substância de venda ilegal também é crime, uma contravenção. Além do mais existem muitos produtos no mercado para controle de pragas. Quem compra chumbinho só pode estar muito mal intencionado.
Vamos denunciar quem envenena e quem comercializa chumbinho!
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