Pular para o conteúdo principal

Jornal Folha Regional

Prefeitos fazem apelo ao Governador referente ao fechamento de leitos da UTI na Santa Casa de Passos

Na tarde desta terça-feira (04), a Santa Casa de Misericórdia de Passos (MG), fez um comunicado sobre o fechamento de 10 leitos da UTI destinados aos pacientes com complicações da Covid-19.

De acordo com a nota, um dos motivos do fechamento é a falta do pagamento das diárias de janeiro a abril de 2021, totalizando o valor de R$6.736 milhões, e este montante ainda não envolve a fatura completa relativa a todo o mês de abril. Como consequência desse alto custo, ainda sem repasse financeiro à instituição, o caixa gerado impede que suportem arcar com esta despesa.

“O custo altíssimo dos medicamentos e a sua falta no mercado. Por exemplo, o Propofol, utilizado diariamente para anestesia geral, que no início da pandemia em março/2020 era comprado por R$17,90 cada ampola, atualmente está sendo adquirido por R$115. Levando em consideração que o consumo diário em média é de mil ampolas, o custo diário está sendo de R$115 mil. O repasse para o custeio dos leitos UTI Covid pelo Ministério da Saúde cobre 20 dos 50 leitos ofertados. O custeio dos demais 30 leitos é de responsabilidade da Secretaria de Estado da Saúde. O valor pago pela diária do paciente internado na UTI Covid pelo Ministério da Saúde é de R$1.600 e o custo apurado por paciente/dia é em média de R$2.600 a R$2.800. A Santa Casa de Misericórdia de Passos reafirma seu compromisso de cuidar de nossa população, no entanto, neste momento adverso não restou outra medida para impedimento do bloqueio destes 10 leitos de UTI”, Informaram Daniel Porto Soares, Superintendente Geral da Entidade, Dr. Vivaldo Soares Neto, Provedor e Dr. José Ronaldo Alves, Diretor Técnico da Santa Casa.

O Prefeito Municipal de São José da Barra e Presidente da AMEG, Paulo Sérgio Leandro de Oliveira (PSB), está preocupado com a situação, e disse que na próxima quarta-feira (05) irá conversar com a Diretoria da Santa Casa de Passos, para entender a situação e assim convocar os prefeitos da região para cobrarem a quem for de direito.

“Eu tenho certeza que todos os prefeitos da região não estão de acordo com este fechamento, pois, os comércios poderão serem afetados diretamente e teremos um prejuízo imenso, ao regredimos de Onda. A saúde é em primeiro lugar, temos que lutar para mantermos o direito de nosso povo, e um deles é a saúde básica”, citou Serginho.

O presidente da AMEG, após conversa na Santa Casa, irá contatar os demais prefeitos e assim tentar uma reversão desta decisão por meio de uma conversa com o Governador, caso contrário tomarão as medidas cabíveis.

“Garanto que nenhum prefeito quer acompanhar um retrocesso de Onda, e principalmente falta de leitos de UTI, temos que salvar vidas. Vamos para cima do Estado, pois, não estão honrando com os compromissos, ao falhar com o pagamento para a Santa Casa. Nós prefeitos somos cobrados, e se cometermos erros, somos penalizados. O Governo está deixando a Santa Casa em dificuldades. Vamos trabalhar para não fechar”, finalizou o presidente.

Serginho irá seguir todos os caminhos legais para que a região possa em breve receber a notícia que a Santa Casa não fechará estes leitos.

São José da Barra (MG), repassou R$100 mil para a Instituição, sendo R$50 mil pela prefeitura e R$50 mil pela Câmara Municipal

O Prefeito de Capitólio (MG), Cristiano Geraldo da Silva (PP), destacou que que toda região depende da Santa Casa de Misericórdia de Passos.

“Nossa Microrregião e Macrorregião é totalmente depende do atendimento da Instituição. O fechamento destes 10 leitos, trará um impacto negativo muito grande para nossa região. É uma questão muito preocupante e desconfortável, como foi colocado pelos diretores da Santa Casa a questão financeira. Pedimos ao Governador do Estado e também ao Governo Federal que tenham uma atenção especial para este importante hospital. Recentemente foram abertos mais 10 leitos, porém, conforme nota, não foi repassado os valores”, Frisou o prefeito.

Cristiano reforça o pedido em nome de toda população de Capitólio, do Poder Executivo e Legislativo, para que seja olhem de uma forma diferente, com mais carinho, pois a Santa Casa atende muitas cidades.

“Se faz de extrema necessidade que mantenham estes leitos. Não podemos afrouxar o cinto neste momento, e sim temos que redobrar a atenção, pois estamos migrando para Onda Amarela, e todo cuidado é necessário, até mais que nas Ondas Vermelha e Roxa do Minas Consciente. Em nossa cidade os casos diminuíram muito, porém, não é hora de descuidar. Manter os leitos será uma precaução para todos. No ano passado, foram criados leitos de hospitais de Campanha, os quais foram primordiais para salvarem vidas. Em nosso estado foram abertos mais de 10 mil novos leitos. Fica minha solicitação em nome dos capitolinos, pois, precisamos destes leitos”, finalizou Gerardão.

Capitólio fez uma doação para a Santa Casa de Passos no valor de R$70 mil, sendo R$50 mil pela prefeitura e R$20 mil pela Câmara Municipal.

O prefeito de Guapé (MG) Nelson Alves Lara, afirma que a responsabilidade é do Estado.

“Fizemos um repasse em parceria com a Câmara Municipal de R$100 mil para a Santa Casa de Passos, sabemos que é um valor pequeno, diante de tanta importância que a Entidade representa para o município de Guapé e toda região, porém, o que está acontecendo é uma irresponsabilidade do Governador de Minas. Ele precisa honrar com os compromissos, pois, quem será prejudicado é o povo”, informou Nelson.

Rafael Freire, prefeito de Alpinópolis (MG), diz que é inaceitável a irresponsabilidade do Estado.

“O Estado precisa pagar o que deve a Santa Casa de Passos e também aos municípios. É inaceitável que em meio a alta no número de contaminações a Santa Casa se vê obrigada a fechar leitos de UTI’s por falta de recurso estadual. Nós, prefeitos, mesmo diante das dificuldades impostas pela pandemia, estamos fazendo a nossa parte, enviando uma quantia em dinheiro por município. E o governador, o que tem feito? O povo não pode pagar essa conta”, relatou Rafael.

O município de Alpinópolis fez um repasse de R$50 mil para a entidade, o qual foi destinado pela prefeitura. A Câmara ainda não sinalizou sobre o repasse.

Luta pelo nível do Lago tem 20 anos e uma ação bilionária

Há exatos 20 anos, no dia 1º de maio de 2001, uma grande mobilização regional reunia na usina hidrelétrica de Furnas, no município de São José da Barra, representantes de mais de 30 municípios. Apoiadas por parlamentares, prefeitos, vereadores, sindicalistas, trabalhadores e a população, eram duas as causas que motivam a mobilização: a recuperação do nível do lago de Furnas e uma posição regional contra a privatização da estatal.

A luta pela recuperação do lago tinha, na época, um ingrediente jurídico: uma ação que cobrava de Furnas uma indenização bilionária pelos danos causados aos municípios. A ação está até hoje na Justiça Federal de Passos e pode ser retomada, pois não houve julgamento do mérito.

Durante todo esse tempo quase nada mudou: o nível do lago hoje continua baixo – seu volume útil atingia anteontem, segundo o Operador Nacional do Sistema – ONS, 38,77%, contra os 21% em 2001, mesmo com toda a mobilização dos últimos anos e até com o tombamento do lago através de uma emenda à Constituição Estadual. E a privatização da usina, como parte do sistema Eletrobrás, volta a ser priorizada pelo Governo Federal.

Mas na época, além das manifestações que já se tornavam palanques para a classe política como acontece hoje, outra iniciativa preocupou os dirigentes da estatal: uma ação civil pública dava entrada na justiça, exigindo que a empresa Furnas Centrais Elétricas promovesse a recomposição do nível de água no lago, prevendo uma indenização em caso de descumprimento que ultrapassava a cifra de R$ 1 bilhão. A ação, de autoria do advogado carmelitano José Roberto de Castro, foi proposta à Alago (Associação dos Municípios do Lago de Furnas) durante audiência pública realizada em Carmo do Rio Claro.

A petição inicial foi protocolizada no Juízo da Comarca de Carmo do Rio Claro em 30 de abril de 2001. Conforme recorda o advogado José Roberto de Castro – atualmente professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais e Procurador do Estado de Minas Gerais – foram nove os municípios autores e a ACIC (Associação Comercial e Industrial de Carmo do Rio Claro). Ao todo, foram 10 os autores da ação civil pública.

Pressão

Ele lembra ainda que, conforme o relato de diversos prefeitos envolvidos na referida questão jurídica, em especial os de Alfenas, Varginha e Elói Mendes, houve imensa pressão de Furnas para que os municípios autores desistissem da ação, antes do seu julgamento, sob pena de diversas retaliações, o que acabou acontecendo, ficando como só como subscritora a Prefeitura de Carmo do Rio Claro. A tramitação teve a duração absurda de quase 6 anos, iniciando-se em Carmo, indo para a Justiça Federal de Uberaba e recebendo “coma induzido” na Justiça Federal de Passos, onde ela se encontra hoje.

Como não houve julgamento de mérito, é possível que a ação possa ter continuidade:

“Estamos diante de fato repetitivo e continuado, que não é alcançado nem pela prescrição e nem pela decadência. Podem ser autores, isoladamente ou em litisconsórcio ativo, os 34 municípios da Alago, a própria Alago, a Ameg, associações comerciais dos municípios que integram a Alago e a Ameg, o Ministério Público Estadual, o Ministério Público Federal, o Estado de Minas Gerais, etc”, explicou o advogado.

Para José Roberto de Castro, a retomada da ação agora na justiça, com o apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, tem real possibilidade de sucesso.

“Hoje, repetindo-se o cenário de terror, as chances de sucesso, a meu ver, são ainda maiores. Não bastasse, tudo que foi citado, Furnas poderá ser levada até mesmo aos Tribunais Internacionais, pois o seu comportamento irresponsável e repetitivo com Minas e com o Brasil, em especial com os 34 municípios formadores do Lago, resulta em incalculáveis e crônicos prejuízos, de toda natureza”.

A ação, segundo ele, somente vai contribuir para restabelecer o nível normal do Lago de Furnas, mas, também, para frear eventuais pressões e investidas da estatal Furnas.

“Enfim, penso que o pleito somente será atendido se houver convergência jurídica e política para a questão”, afirmou.

Veja os detalhes da mobilização na entrevista com o advogado José Roberto de Castro abaixo:

FOLHA – O que o motivou a criar aquela ação há 20 anos?

JOSÉ ROBERTO DE CASTRO – Sou natural de Carmo do Rio Claro, cujas terras alagadas, 212,18 km2, de um total de 668 km2, já seriam mais que motivadoras, para a propositura da ação civil pública contra Furnas, na medida em que, à época da construção da barragem e da formação do Lago (1957/1963), o referido Município (o mais prejudicado dos 34 municípios alagados) perdeu 1/3 de suas terras totalmente agricultáveis, trazendo, para a comunidade, o desespero, a miséria e o desencanto, inclusive pela forma vil com que se deu a desapropriação de tais bens imóveis. Furnas, então, com o aval de JK., comprometeu-se com todos os 34 municípios, no sentido de que teria chegado o “progresso“, com turismo (tal qual no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, criando-se na região uma nova Las Vegas), pesca profissional, navegação, água potável de primeiro mundo, etc. e tal! Passaram-se décadas e nada disso aconteceu, ao contrário: o Lago foi sendo sugado, consumido e destruído pela própria mãe/madrasta, por puro interesse financeiro/ econômico, quando passou a abastecer outras usinas hidroelétricas que ficavam à jusante da barragem, no sentido Sudoeste/Triângulo Mineiro/São Paulo/Paraná! Tudo isso, “junto e misturado“, restabeleceu a miséria, quebrando-se hotéis, pousadas, restaurantes; comprometendo-se, de vez, a já insípida navegação; a pesca profissional e amadora, e, principalmente, a água captada pela Copasa, que, se já não era boa, tornou-se péssima, com cheiro e até “sabor” horripilante! Isso é apenas um pequeno resumo da motivação. Os detalhes encontram-se elencados nas razões da referida ação.

P – Existia real fundamentação para processar Furnas, com chance de sucesso na Justiça?

R – Sim! Haveria real possibilidade de sucesso da referida ação civil pública. E, hoje, repetindo-se o cenário de terror, as chances de sucesso, a meu ver, são ainda maiores. Não bastasse, tudo que foi citado na resposta anterior, Furnas poderá ser levada até mesmo aos Tribunais Internacionais, pois o seu comportamento irresponsável e repetitivo com Minas e com o Brasil, em especial com os 34 municípios formadores do Lago, resulta em incalculáveis e crônicos prejuízos, de toda natureza!

P – Os municípios tiveram interesse na indenização ou queriam de fato impedir o esvaziamento constante do Lago de Furnas? Como se chegou a esse valor?

R – Não! Efetivamente, os municípios alagados queriam e querem é o restabelecimento do nível correto das águas do Lago, algo em torno de 60 a 80% da sua totalidade, como foi outrora. O pedido indenizatório de um bilhão e nove milhões, deu-se na forma de pedido alternativo, para a hipótese de se não viabilizar o pedido principal (restabelecimento do referido nível de 60/80% da totalidade do Lago), com base no lucro astronômico da referida estatal, nos exercícios findos de 1999, 2000 e nos três primeiros meses de 2001.

P – A ação foi subscrita por 13 municípios e 12 desistiram. No seu entendimento, houve pressão de Furnas sobre os prefeitos para eles desistirem da ação?

R – Em verdade, na petição inicial, protocolizada no Juízo da Comarca de Carmo do Rio Claro, em 30 de abril de 2001, foram nove (9) os municípios autores (havia o compromisso de ingresso em juízo de mais quatro, perfazendo-se, então, 13, dos 34 banhados pelo tal “Mar de Minas“. Também foi autora da ação, naquela oportunidade, a ACIC (Associação Comercial e Industrial de Carmo do Rio Claro). Ao todo, foram dez os autores da ação civil pública. Conforme o relato de diversos Prefeitos envolvidos na referida questão jurídica, em especial os de Alfenas, Varginha e Elói Mendes, houve imensa pressão de Furnas para que os municípios autores desistissem da ação, antes do seu julgamento, sob pena de diversas retaliações. ngelo Leite, Prefeito de Carmo do Rio Claro, por três vezes, ao qual rendo-lhe as minhas homenagens póstumas, à época era Secretário Executivo da Alago ( fato concretizado em Formiga, em reunião da Ameg, com a chancela do Dr. José, Prefeito de CRC, à época e também um entusiasta da criação da Alago) e um dos seus idealizadores, sabia de detalhes de todo esse reprochável comportamento da estatal aqui referida. Portanto, houve pressão, sim, e os municípios autores, por seus Prefeitos, foram desistindo da ação, que, antes de ser provisoriamente arquivada, teve a duração absurda de quase 6 anos, iniciando-se em CRC, indo para a Justiça Federal de Uberaba e recebendo “coma induzido” na Justiça Federal de Passos, esperando, quem sabe, a chegada do “príncipe encantado“, para pulsar a sua vida, novamente!

P – Existiria hoje a possibilidade de tirar a ação desse “sono profundo”? Ela poderia ser agora também subscrita por entidades como Alago, Ameg e movimentos de prejudicados pelo esvaziamento dos lagos? Como a ação está hoje como autor o município de Carmo do Rio Claro, o atual prefeito tem conhecimento dela?

R – Hoje, como você se expressou, a ação está “dormindo” na Justiça Federal de Passos. Com a sua desistência, por parte dos municípios autores e da ACIC, houve apenas as respectivas homologações desses pleitos, arquivando-se provisoriamente os autos. Não houve julgamento de mérito. Portanto, é possível, sim, que a mesma possa ter continuidade, pois estamos diante de fato repetitivo e continuado, que não é alcançado nem pela prescrição e nem pela decadência. Podem ser autores, isoladamente ou em litisconsórcio ativo, os 34 municípios da Alago, a própria Alago, a Ameg, associações comerciais dos municípios que integram a Alago e a Ameg, o Ministério Público Estadual, o Ministério Público Federal, o Estado de Minas Gerais, etc. Filipe Carielo, atual Prefeito de Carmo do Rio Claro, é bastante antenado! É provável que saiba da existência da ação, embora não tenha conversado com ele sobre esse tema!

P – Como existe uma mobilização que tem apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e da grande parte dos parlamentares tanto da bancada estadual quanto federal de Minas, para a preservação do Lago, na sua opinião as chances são maiores agora da Justiça atender o pleito?

R – Penso que sim, pois, no mínimo, o atual Presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, que foi criado aí em Passos e conhece tudo da região, poderá envidar esforços (como já o fizera no início de 2020), não somente para restabelecer o nível normal do Lago de Furnas, mas, também, para frear eventuais pressões e investidas da estatal Furnas. Enfim, penso que o pleito somente será atendido se houver convergência jurídica e política para a questão!

P – A região foi prejudicada quando a hidrelétrica foi criada, como inundações e prejuízos; e está sendo prejudicada agora, quando a sua água está indo para atender as demandas da bacia Rio Grande/Paraná. Mas o prejuízo maior teria sido a decisão de JK de levar de Minas para o Rio a sede da empresa? O que, na sua opinião, o teria motivado a fazê-lo?

R – Os prejuízos para os mineiros, a despeito dos benefícios para os paulistas, fluminenses e cariocas, foram enormes, e, até hoje, não houve nenhuma compensação por todos os danos causados por Furnas, desde a sua criação por JK. A criação de Furnas coincidiu com a criação de Brasília, sob o comando de Juscelino! Então, para acalmar os ânimos dos cariocas, que em hipótese alguma queriam trocar o Rio por Brasília (estavam corretíssimos), JK passou a agradá-los, levando, de forma totalmente bizarra e irresponsável, para falar o menos, a sede de Furnas, de Passos para o Rio de Janeiro, em Botafogo, Rua Real Grandeza, n.219. Fez o mesmo em relação a Vale do Rio Doce, retirando a sede de Itabira e também transferindo-a para o Rio de Janeiro! Foi surreal: o Rio nunca produziu um grama de minério, a despeito de processá-lo em Volta Redonda e Barra Mansa. E o mesmo também se diga em relação a Furnas: o insumo água, para tocar usina produtora de energia elétrica, nunca existiu! Houve, sim, tempos depois, mas aí a culpa foi do Geisel, a implantação dos lixões atômicos na belíssima região de Angra dos Reis! Mas, isso, é uma outra e sinistra história!

Via: Clic Folha

Academia Ph Fitness amplia sua estrutura de equipamentos e se torna referência na região

Na última semana, os diretores da academia Ph Fitness investiu em 10 equipamentos novos de musculação, para melhor atender seus alunos e proporcionar um treino completo.

São José da Barra (MG), conta com uma academia de qualidade por meio de equipamentos e profissionais qualificados.

A equipe Ph Fitness, convida a todos para conhecerem a nova estrutura e iniciarem os treinos com acompanhamento de profissionais para alcançar seu objetivo e principalmente cuidar da sua saúde e bem-estar.

Marque sua aula experimental pelo contato: (35) 99728-6408.

PM de Alpinópolis e São José da Barra recuperam veículo roubado em Carmo do Rio Claro e prende autores

Na madrugada desta terça-feira (04), a Polícia Militar de Alpinópolis em conjunto com a de São José da Barra (MG), foram acionadas pela Polícia Militar de Carmo do Rio Claro, informando que três indivíduos não identificados de posse de uma arma de fogo, possivelmente um revólver calibre 32, teriam roubado um veículo VW GOL de placa GXI-5051, cor bege, o qual tomou sentido a cidade de Alpinópolis, pela rodovia MG-446.

O veículo roubado foi visualizado adentrando na cidade pelo trevo, e que ao perceber a presença policial, os indivíduos realizaram uma manobra de retorno sentido Carmo do Rio Claro, sendo feito o acompanhamento e a intercepção do referido veículo.

Ressalta-se que no momento da abordagem policial, os autores informaram ter arremessado a arma às margens da rodovia, não sendo localizada.

Programa “Buscando Vidas” irá beneficiar mulheres da Zona Rural do Carmo no combate o Câncer de Mama

Na última terça-feira (27), a equipe da Secretaria Municipal de Saúde de Carmo do Rio Claro (MG), estiveram reunidos para definir a realização do programa “Buscando Vidas” da Santa Casa de Misericórdia de Passos, em parceria com o Instituto Avon, que trabalha com a prevenção do câncer de mama.

O Expresso da Vida é uma unidade móvel de diagnóstico (caminhão), e irá beneficiar 401 mulheres residentes na zona rural com idade de 40 a 49 anos, e estará no município no período de 09 à 26 de julho de 2021.

Para realizar o cadastro, as mulheres residentes na zona rural que possuem idade de 40 a 49, deverão procurar a Clínica Risoleta Neves, e nas Três Barras o ESF do Distrito de Carmo do Rio Claro.

Manifestante Pró Bolsonaro ofende a UEMG em vídeo

No último sábado (1⁰), em diversas cidades do país, ocorreram manifestações pró e contra o atual Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro (Sem partido).

Em Passos (MG), uma manifestante afirmou por meio de um vídeo, que um veículo que estava na manifestação a favor do presidente, recebeu “ovadas” e “pedradas”, afirmando que no respectivo local morava alunos da Universidade Estadual de Minas Gerais, e que 80% dos alunos são petistas.

Ainda no vídeo, diversas palavras contra a universidade foram citadas.

Nesta mesma tarde, o Diretor da Universidade, juntamente com o vice e coordenadores de cursos, divulgaram uma nota.

NOTA DA UNIDADE PASSOS DA UEMG À COMUNIDADE LOCAL E REGIONAL

Neste primeiro dia de maio de 2021, em que se celebra o Dia do Trabalho, alunos, servidores e a própria Unidade foram vítimas de ofensas e alegações pejorativas completamente descoladas da realidade e da nossa História. A Unidade Passos foi formalmente incorporada à Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG em novembro de 2014, contudo, em 2021 completamos 55 anos de história.

Nesses 55 anos a Unidade formou milhares de profissionais diretamente responsáveis por atuar em Passos, na região e também em diversos locais do Brasil.

Temos imenso orgulho de toda a contribuição feita à comunidade local, regional, estadual e nacional. Temos uma relação harmoniosa e de efetivas parcerias com os inúmeros setores da sociedade civil e com os outros aparelhos públicos, com nossos alunos e professores atuando, em muitos casos voluntariamente, nos mais diversos espaços, movimentos e projetos, de modo a cada vez mais acentuar nossa presença e marcante contribuição ao desenvolvimento local e regional.

A Universidade Pública é um espaço democrático que acolhe a diversidade, que promove o diálogo e a construção de reflexões e ações que extrapolam seus muros. É o nosso papel. A Universidade é um aparelho do Estado e, como tal, seu compromisso, efetivado por meio do Ensino, Pesquisa e Extensão, é com a formação de profissionais capacitados, críticos, com autonomia intelectual, o que também se concretiza na melhoria da condição de vida do nosso povo.

Nossa comunidade acadêmica conta hoje com mais de 5 mil alunos, cerca de 300

professores, 100 servidores administrativos e mais de 100 funcionários terceirizados. Temos 27 cursos de graduação, cobrindo todas as áreas do saber, e um Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente. Tudo isso nos torna a maior instituição de ensino público na nossa região. Também torna imensa a nossa responsabilidade. E é parte dessa responsabilidade vir a público em defesa da nossa instituição, de seus alunos e trabalhadores, e repudiar veementemente quaisquer ofensas e desqualificações de que fomos vítimas. Além de tomarmos as medidas cabíveis nos âmbitos em que se fizerem necessárias.

Nosso sincero anseio é que todos, particularmente os que tão gratuitamente nos criticam, possam conhecer as inúmeras ações que realizamos. Produzimos conhecimento, formamos profissionais cidadãos e contribuímos fortemente com o desenvolvimento e melhoria das condições de vida do nosso povo de toda a região com a nossa proposição, realização e inserção de centenas de ações e projetos voltados diretamente para a comunidade externa, local e regional.

Como espaço de produção de conhecimento defendemos a diversidade, a divergência e o

debate saudáveis, o diálogo e, sobretudo, o respeito às mais diversas expressões, dentro do limite que a lei impõe.

A Universidade não tem alinhamento partidário. Nosso alinhamento é com a melhoria da condição de vida do nosso povo. Nossos alunos e trabalhadores têm resguardos pela Lei o direito de livre expressão. Como o tem qualquer cidadão. Porém, entendemos que ofensas diretas ou

genéricas a qualquer membro de nossa comunidade ou à própria Instituição não são aceitáveis.

Principalmente neste momento em que se reafirma a cada dia que é o conhecimento, a ciência, que salvam a nossa vida e de nossos familiares e não discursos e ações pautados tão somente no desconhecimento e alinhamentos acríticos e oportunistas.

Nós nos levantamos e sempre nos levantaremos em defesa da Vida, do Conhecimento, da Ciência, da Liberdade, da Dignidade e do Respeito.

A todos aqueles que se dispuserem a nos conhecer e ao nosso trabalho estamos de

braços abertos.

A todos os trabalhadores: Saúde, Respeito e Dignidade!

Passos, 1 de maio de 2021.

Professor Itamar Teodoro de Faria

Diretor Acadêmico da Unidade Passos

Bar Flutuante do Mané adere ao Turismo Seguro no Lago de Furnas

O Bar do Mané é tradição no famoso “Mar de Minas”. Inclusive a equipe do Jornal Folha Regional já gravou uma pauta no local, que é muito conhecido pelo atendimento e chopp extremamente gelado.

Ah! E quem curte aquela cachaça de qualidade e moderada, é o lugar! Vixe! Já deu água na boca né!

O casal maravilha Emanuel Elias Moura (Mané) e Viviane Aparecida Faria, juntamente com os colaboradores, vem trabalhando e abraçando o Turismo Seguro. Onde todos os protocolos de prevenção contra à Covid-19, tem sido adotado.

Para Mané, vidas importam! “Queremos que o turista desfrute das belezas do Lago de Furnas e volte sempre”.

O Bar Flutuante do Mané fica no município de Capitólio (MG).

Após oito meses internado, bebê é batizado na UTI Neonatal na Santa Casa de Passos

Há meses internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da Santa Casa de Misericórdia de Passos (MG), o guerreiro Pedro Miguel recebeu o Sacramento do Batismo.

Com apenas oito meses de vida, o pequeno demonstra a cada dia mais resiliência, proporcionando muito orgulho aos papais Gabriela Alves Oliveira e Decézares Silva Oliveira.

Nesta semana o bebê deu mais um passo que encheu o coração dos familiares de felicidade. A equipe multiprofissional da Santa Casa de Passos, a pedido dos pais, organizou um sacramento de batismo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, ministrada pelo Padre Luizinho Caetano, da Pastoral da Saúde.

Pedro nasceu com 27 semanas na Maternidade do Hospital e, devido a prematuridade extrema, está sendo acompanhado desde o seu nascimento pela equipe multiprofissional da instituição para recuperação do quadro. O batismo foi sonhado desde a gestação da mamãe Gabriela e então, realizado pelos colaboradores com muito amor, carinho e aconchego.

A celebração religiosa, segundo os papais de Pedro, representa a porta de entrada para a vida cristã. “É o melhor e o maior presente que Deus pode dar ao nosso filho. É o sacramento que o torna filho de Deus, discípulo de Cristo e Templo do Espírito Santo. Estamos muito felizes e emocionados por poder realizar este momento que é tão significativo para nós, ao lado dos padrinhos de batismo e consagração. Somos muito gratos por essa oportunidade”, descrevem.

Fonte: Comunicação Santa Casa

PM prende mulher por uso e consumo de drogas em São José da Barra Barra

Na noite deste domingo (02), durante patrulhamento preventivo pela rua Adolfo Vilela, no centro de São José da Barra (MG), ao se aproximar de uma praça, foram visualizados três indivíduos suspeitos sentados.

Imediatamente foi dada ordem para se posicionarem para busca pessoal, durante as buscas foi solicitado a uma jovem que retirasse a blusa de moleton, sendo encontrado no bolso do lado direito uma bucha de substância análoga a maconha, um cigarro com mesma substância e seda.

A jovem prontamente assumiu a propriedade dos materiais, sendo dada voz de prisão e conduzida ao quartel Polícia Militar para tomada das medidas cabíveis.

PM apreende drogas e prende cinco pessoas por tráfico em Passos e Itaú de Minas

Na noite da última terça-feira, a Polícia Militar prendeu dois jovens, de 23 e 25 anos, e apreendeu um adolesdente, de 16, por envolvimento no tráfico de drogas. De acordo com a PM, durante uma abordagem policial no bairro Nova Califórnia, em Passos (MG), os três indivíduos, ao avistarem a viatura, tentaram fugir do local e entraram em uma residência, mas foram pegos pela guarnição.

No imóvel, os policiais encontraram 97 pedras de crack, uma porção de cocaína, 148 buchas de maconha e mais uma bucha grande, além de materiais utilizados para embalagem da droga, como sacos plásticos e balança de precisão. Um rádio walk talk, R$ 438,00 em dinheiro e uma folha com anotações do tráfico também foram apreendidos.

No bairro Nossa Senhora Aparecida, também em Passos, um homem de 26 anos foi preso após ser encontrado com drogas. De acordo com a Polícia Militar, eles foram informados que um jovem estaria com entorpecentes em seu imóvel. Durante busca pessoal no indivíduo, os militares encontraram R$ 350 em dinheiro, um telefone celular e um caderno com anotações. Após buscas no interior da residência, a PM encontrou 21 pedras de crack e uma porção de cocaína.

Em Itaú de Minas, um homem e uma mulher, ambos de 29 anos, foram presos por tráfico de drogas, após mandado de busca e apreensão. A Polícia Militar informou que  no interior da residência em que estavam foram localizados três tabletes pequenos e três buchas de maconha, um telefone celular, R$ 53 em dinheiro, um rolo de papel filme que era utilizado para embalar a droga e uma balança de precisão.

Jornal Folha Regional
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.