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Jornal Folha Regional

Sai tabela do IPVA 2021 em MG; veja datas e como pagar

Fim de ano, hora de enfrentar os impostos que chegam. O primeiro deles e um dos mais importantes é o IPVA, cuja tabela para 2021 foi divulgada nesta terça-feira (1º/12).

As informações sobre o IPVA 2021 foram apresentadas pelo subsecretário da Receita Estadual, Osvaldo Lage Scavazza, acompanhado do superintendente de Arrecadação e Informações Fiscais, Leônidas Torres Marques.

A expectativa de arrecadação com o imposto no próximo ano é de R$ 6,33 bilhões. O incremento previsto, em relação a 2020, é de 6,74% (R$399,8 milhões). O valor médio do imposto é de R$ 612,54.

Segundo a Receita, não houve reajuste no valor do imposto. As alíqutoas-base continuam sendo de 4% para veículos e 3% para motos. O que muda no valor é a base de cálculo, que é baseada na tabela Fipe, podendo o imposto ficar mais caro para alguns modelos ou mais barato para outros.

No entanto, a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) calcula que, em comparação ao IPVA 2020, haverá redução média de 4,12% da base de cálculo adotada.

A escala de pagamento começa em 18 de janeiro e se encerra em 24 de março. O valor mínimo a ser parcelado será de R$ 150. O contribuinte que decidir quitar à vista, terá o desconto de 3%.

Esse desconto também será aplicado aos contribuintes que quitaram, rigorosamente em dia, todas as obrigações referentes ao veículo nos anos de 2019 a 2020. O benefício, conhecido como programa “Bom pagador”, será aplicado automaticamente no cálculo do imposto.

Segundo a SEF, 20% do valor arrecadado são repassados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb); 40% ao caixa único do Estado e 40% para o município de licenciamento do veículo.

Como pagar


Para emitir a guia de arrecadação, é necessário acessar o site da SEF. “A secretaria não envia SMS, boleto por email nem por correio. Se receber qualquer link por mensagem, será golpe”, alertou Osvaldo.

O pagamento pode ser feito a partir desta terça-feira (1/12), diretamente nos terminais de autoatendimento ou guichês dos agentes arrecadadores – Bradesco, Mercantil do Brasil, Caixa Econômica Federal, Casas Lotéricas, Mais BB, Banco Postal, Santander e SICOOB –, bastando informar o número do Renavam do veículo. O Banco do Brasil e o Itaú aceitam o pagamento apenas de correntistas.

O pagamento fora do prazo gera multa de 0,3% ao dia (até o 30º dia), e de 20% após o 30º dia, além de juros calculados pela taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic).

Aumento da frota


De acordo com a SEF, o estado teve novos 241.444 veículos tributáveis em relação ao ano anterior (2,39%), totalizando 10.343.686 (dado contabilizado até 16 de outubro). Mais 90 mil veículos – entre zero quilômetro e transferidos de outros estados –, devem ser acrescidos à frota mineira até o fim de dezembro.

Mesmo assim, a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus pode ter provocado a diminuição de novos carros nas ruas. “Em função da pandemia, observamos crescimento da frota inferior ao que observamos no ano passado”, explicou o subsecretário da Receita Estadual. De 2019 para 2020, foi registrado um incremento de 3,74% na frota e 9,07% na estimativa de arrecadação.

Da frota do estado, 3.057.590 (29,56%) veículos se encontram na Região Metropolitana de Belo Horizonte e 1.943.360 (18,79%) estão na capital.

Taxa de Licenciamento


O valor da Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículos (TRLAV) para 2021 ainda não foi definido porque a Secretaria de Fazenda aguarda a tramitação do projeto de lei enviado pelo governo à Assembleia Legislativa que propõe mudança no atual critério usado para a correção anual do valor da Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais (Ufemg).

Fonte: EM

Endividamento das famílias tem 3ª queda seguida e retorna ao nível pré-pandemia

O endividamento das famílias caiu em novembro, pelo terceiro mês seguido, e retornou ao nível pré-pandemia, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1) pela Confederação Nacional do Comércio (CNC).

No mês passado, 66% das famílias se declararam endividadas, contra 66,5% em outubro. Trata-se do menor percentual desde fevereiro (65,1%), antes das medidas de restrição para combater a pandemia do novo coronavírus. Em agosto, o indicador chegou ao nível recorde de 67,5%.

No comparativo anual, contudo, o indicador registrou aumento de 0,9 ponto percentual.

“Deve-se considerar, porém, que a proporção de consumidores endividados no país é elevada e grande parte do crédito dispensado durante a pandemia foi concedido com carência nos pagamentos”, alerta o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

Entre as famílias que recebem até 10 salários mínimos, o percentual de endividamento também caiu pela terceira vez seguida, chegando a 67,4% do total – após ter alcançado o recorde de 69,5%, em agosto. Já entre as famílias com renda acima de 10 salários, esta mesma proporção se manteve estável, em 59,3% em novembro.

O indicador considera dívidas os compromissos assumidos com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro.

Inadimplência também cai


O total de famílias com dívidas ou contas em atraso e, portanto, inadimplentes, caiu de 26,1% em outubro para 25,7% em novembro. Em comparação com o mesmo mês do ano passado, porém, a proporção de famílias inadimplentes cresceu 1 ponto percentual

Já a parcela das famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso passou de 11,9% em outubro para 11,5% do total de famílias em novembro. O indicador havia alcançado 10,2% em novembro de 2019.

Izis Ferreira, economista da CNC responsável pela pesquisa, chama a atenção para o tempo médio de atraso na quitação das dívidas das famílias inadimplentes, que vem aumentando e chegou a 62,5 dias, o maior desde março.

“A proporção de famílias endividadas com atraso nas quitações acima de 90 dias vinha caindo desde antes do surto de Covid-19, mas adotou trajetória de crescimento a partir de agosto e, este mês, chegou a 42,9%”, observa.

Principais dívidas


Com relação aos tipos de dívida, o cartão de crédito, historicamente o mais apontado pelas famílias como a principal modalidade de endividamento, caiu para 77,8% em novembro, ante 78,5% em outubro. Na sequência, aparecem os carnês (16,1%), financiamento de veículos (10,7%) e financiamento de casa (9,8%).

País tem recorde de empregos formais

Depois de ser atingido fortemente nos primeiros meses da pandemia de coronavírus, o mercado de trabalho formal brasileiro registrou em outubro a abertura de 394.989 vagas, um recorde histórico. Foi o quarto mês consecutivo de resultado positivo, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira, 26, pelo Ministério da Economia.

Em setembro, a abertura de postos de trabalho somou 311.552. O resultado de outubro decorreu de 1,548 milhão de admissões e 1,153 milhão de demissões. Em outubro de 2019, houve a abertura de 70.852 vagas com carteira assinada. O resultado do mês passado veio bem acima do projetado pelo mercado financeiro. O intervalo das estimativas de analistas previa abertura líquida de vagas de 149.797 a 340.000.


No acumulado do ano até outubro, o saldo do Caged ainda ficou negativo em 171.139 vagas. Os piores meses no Caged foram março, com perda de 268.999 vagas, o fundo do poço de abril, com a destruição de 942.774 empregos formais, e maio, com a demissão líquida de 363.412 trabalhadores. Os dados dos meses anteriores foram atualizados ontem pela pasta.


O secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, ressaltou a abertura de vagas em todas as regiões do país no mês de outubro. De acordo com dados do Caged, a região Sudeste foi a que registrou o maior saldo positivo (186.884), seguida pela região Sul (92.932) e Nordeste (69.519). Na região Centro-Oeste foram abertas 25.024 vagas e, na Norte, 20.658 postos de trabalho.  Dalcolmo destacou ainda o fato de as admissões estarem subindo depois de sofrerem forte contração nos primeiros meses da pandemia. Por outro lado, as demissões estão abaixo do nível registrado no ano passado, já que houve muitas contratações recentes.

“O volume de demissão é 20% menor do que o ano passado”, acrescentou.
O secretário ressaltou ainda a recuperação dos setores de comércio e serviços, que foram os mais atingidos pelas medidas de restrição à circulação adotadas para impedir maior propagação do coronavírus. “Há focos inflacionários em comércio e serviços que devem ser corrigidos brevemente”, acrescentou. Apesar de todos os setores terem registrado abertura de vagas em outubro, no acumulado do ano, comércio e serviços ainda contabilizam mais demissões do que contratação, com saldos negativos de 231.245 e 268.049 respectivamente.

Otimismo

Após a abertura recorde de vagas formais em outubro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o país pode terminar o ano com perda zero de empregos com carteira assinada. Até outubro, o saldo é negativo em 171.139. Guedes não deu projeções para os próximos meses para explicar a estimativa de saldo zero. Historicamente, dezembro registra fechamento de vagas. Em um pronunciamento no início da coletiva, Guedes ressaltou que a abertura de 394.989 vagas em outubro é o maior número da série histórica, desde 1992. “A economia continua retomando em V e gerando empregos em ritmo acelerado. Reagimos com resiliência, soubemos fazer distanciamento social e ao mesmo tempo manter economia girando”, afirmou.


O ministro deixou a coletiva sem responder perguntas, como tem feito nessas ocasiões. Após críticas de que a equipe econômica estaria sem rumo, Guedes disse que isso não ocorreu. “Não perdemos o rumo nesta recessão, estamos nos levantando e criando emprego”, completou. Ele agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro por ter mantido a equipe econômica que, segundo ele, foi várias vezes ameaçada, e disse estar bastante satisfeito.

“Preservamos a vida no que foi possível e preservamos empregos. Ligamos agora a máquina de criar empregos de novo. Se terminarmos o ano com zero perda de emprego formal, terá sido ano histórico”, acrescentou.

Furnas contrata energia solar por 15 anos em investimento de R$4,1 bi

Furnas anunciou, na última sexta-feira (13), a contratação de 15 empreendimentos de energia solar para comercialização a partir de 2024. No total, serão mil megawatts de potência instalada, distribuídos entre os estados da Bahia, Ceará e Paraíba.


A decisão foi resultado de leilão realizado na última quinta-feira, 12, pela estatal, para compra de longo prazo de energia elétrica incentivada de novos empreendimentos de fontes eólica e solar no Ambiente de Contratação Livre (ACL). O investimento estimado pelas empresas responsáveis pelos ativos é de cerca de R$4,1 bilhões.

“O aumento da participação da energia solar e eólica na matriz elétrica é um fenômeno mundial. No Brasil, que tem uma das matrizes mais limpas do mundo, não pode ser diferente, pois ainda temos muito potencial a desenvolver. As empresas Eletrobrás, com 96% da sua geração baseados na energia limpa, são importantes impulsionadoras da economia de baixo carbono”, afirmou o presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Junior.

Os empreendedores geradores interessados em vender energia para Furnas fizeram ofertas para quatro produtos: duas entregas de energia eólica e duas de solar nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Nordeste de 2024 a 2038.
Participaram do leilão Sociedades de Propósitos Específicos (SPEs), subsidiárias integrais e consórcios. Os interessados também precisaram apresentar histórico positivo na implantação de empreendimentos e demonstrar parâmetros econômico-financeiros saudáveis.

“A partir deste certame, a empresa contribui com a expansão da oferta de energia no Brasil, por meio da viabilização de projetos no mercado livre, o que já se constitui como uma realidade e também uma tendência para o futuro. Nossa intenção é fazer bons negócios com a revenda de energia e ajudar na expansão do setor elétrico, mesmo sem participar diretamente da construção de novos empreendimentos”, concluiu Pedro Brito, presidente de Furnas.

Fonte: Clic Folha.

13º salário pode injetar até R$ 215 bilhões na economia

O pagamento do 13º salário tem o potencial de injetar até R$ 215 bilhões na economia brasileira neste final de ano. Segundo estimativas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário extra beneficiará cerca de 80 milhões de trabalhadores e representará aproximadamente 2,7% do nosso PIB (Produto Interno Bruto).

Com média de R$ 2.458 neste ano, o 13º salário terá como foco principal os trabalhadores do mercado formal. As projeções do Dieese indicam que eles somarão 48 milhões, representando 60% dos beneficiados. Nesta conta estão também os empregados domésticos que têm carteira assinada, somando 1,4 milhão de pessoas.

No acumulado do ano — mas com foco nos últimos meses de 2020 —, esse grupo receberá aproximadamente R$ 141 bilhões, ou 65,5% do total.

Já os aposentados e pensionistas do INSS que terão a renda extra são 30,8 milhões, representando 38,4% do total de beneficiados. Eles receberão cerca de R$ 74,4 bilhões, totalizando 34,5% do montante a ser pago pelo 13º salário.

Para realizar as estimativas, o Dieese considerou dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) e do novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), ambos fornecidos pelo Ministério da Economia. A instituição também considerou dados da PnadC (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), da STN (Secretaria do Tesouro Nacional) e da Previdência Social…. – Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/11/11/13-salario-pode-injetar-ate-r-215-bilhoes-na-economia-diz-dieese.htm?cmpid=copiaecola

Gás de cozinha pode subir nas revendas de Passos

Pela segunda vez nos últimos 15 dias – e nona em 2020 –, a Petrobras reajustou o preço do gás de cozinha. Na última quarta-feira, 4, o percentual de aumento foi de 5%, o mesmo aplicado pela estatal no dia 22 de outubro, totalizando 10%.

De acordo com a Petrobras, o reajuste para o consumidor gira em torno de R$ 1,60 para cada botijão de 13 quilos do gás de cozinha. Muitas distribuidoras não chegaram a repassar para a população o aumento do fim do mês passado, e só anunciarão o novo preço do produto na próxima semana. Hoje, varia de R$ 68 a R$ 78, dependendo da marca e das promoções.

Jorge Júlio Ferreira, revendedor regional Ultragaz, afirma que, para o consumidor final, o aumento deve ser de, no máximo, R$ 3,40. “Muitas empresas ainda têm estoques suficientes para mais alguns dias. Eu nem apliquei o reajuste de outubro”, afirmou. Para Adilson José Ferreira, revendedor da Consigaz, os aumentos seguidos são um problema.

“É complicada a nossa situação também, porque nem bem houve a readequação no final do mês passado, agora vem outro. Vou tentar ao máximo não aumentar o botijão nos próximos dias, ou aumentar o mínimo possível”, declarou.

O atacadista Paulo Fernandes Teixeira, revendedor da marca Nacional Gás, ressalta que, além dos constantes reajustes da Petrobras, ainda tem a concorrência desleal.

“A prática da evasão fiscal é demais na região Sul de Minas Gerais, porque em São Paulo a incidência do ICMS é de 12%, enquanto em nosso estado sobe para 18%. Aí, os empresários e comerciantes paulistas, dos municípios próximos da divisa, vendem o gás mais barato por aqui e sem nota fiscal. Nós, que recolhemos o imposto, somos prejudicados em relação ao preço”, disparou.

Luciano da Silva Mendonça, varejista da Ultragaz – por meio da Expogás –, considera que os aumentos sucessivos anunciados pela Petrobras são ruins.

“Vivemos em uma época difícil, mas, como donos de depósitos de gás de cozinha, estamos no mesmo barco. Preciso fazer de tudo para não aumentar o preço, ou apenas o mínimo necessário. A mercadoria não pode faltar nas residências e no comércio em geral”, disse.

O município de Passos é atendido por cinco distribuidoras diferentes de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP): Copagaz, Ultragaz e Nacional, cujos proprietários possuem área livre para estocar centenas de botijões e frota própria, e Consgigaz e Supergabras, que terceirizam o transporte do produto. Segundo a empresa estatal, a composição de preços do GLP é distribuída da seguinte maneira: 41% de realização da Petrobras; 3% de impostos federais (PIS e Cofins) ; 16% do ICMS; e 40% de distribuição e revenda.

Fonte: Clic Folha.

Audiência pública discutirá sobre a PEC52 das represas de Furnas e Peixoto

A ONS apresentou na última terça-feira (20), o relatório com propostas para redução na produção de energia elétrica a fim de não diminuir ainda mais o volume dos reservatórios. A autorização partiu do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico que prevê o acionamento de usinas termelétricas e a importação de energia para preservar os reservatórios das hidrelétricas.

Assim, garante a função múltipla do uso da água, mantendo a geração de energia, mas dando a importância à pesca, turismo, travessia de balsa e todos os usos necessários dos nossos lagos.

Na próxima terça-feira, dia 27 de outubro,  uma audiência pública tratará sobre a PEC52, no qual o Deputado Estadual Cássio Soares, é um dos relatores, e que tem por objetivo garantir a cota mínima para o nível das represas de Furnas e Peixoto.

De acordo com o Deputado Cássio desde 2012 ele  vem lutando por essa causa, e conta com o apoio de importantes lideranças e, principalmente, a participação ativa da sociedade de forma organizada e com muita garra para lutar pelo mesmo ideal, a PEC52. 

Fonte: Portal Onda Sul

Reajuste no preço da gasolina já reflete em postos de combustível nas maiores cidades do Sul de MG

O reajuste de 4% no preço da gasolina anunciado pela Petrobras já reflete nos postos de combustível das maiores cidades do Sul de Minas. Em Pouso Alegre, o valor do litro está R$ 0,10 maior em alguns estabelecimentos. Em Varginha e em Passos este aumento deve ocorrer ainda nesta terça-feira (13). Já em Poços de Caldas, reajuste ainda não foi repassado.

O novo reajuste, que vale desde sábado (10), é o terceiro aumento consecutivo da gasolina imposto pela companhia desde o final do mês passado.

Já com preço maior

Alguns postos de Pouso Alegre consultados pela EPTV, afiliada Rede Globo, repassou R$ 0,10 no valor do litro da gasolina comum e também na aditivada. No caso da comum, o preço agora é de R$ 4,59. Já na aditivada o litro é encontrado por R$ 4.69. Há estabelecimentos na cidade em que o reajuste ainda não foi repassado.

O mesmo caso ocorre em Poços de Caldas em que o aumento ainda não foi repassado. O valor do litro da gasolina comum no município está em torno de R$ 4,49.

Em Varginha, no próprio sábado um dos postos da cidade já fez o reajuste de 4% nas bombas. Outro estabelecimento ainda vai repassar o aumento de R$ 0,10 nesta terça. O preço do litro do combustível na cidade é em torno de R$ 4,70.

Já em Passos, um dos postos da cidade ainda vai repassar o aumento da gasolina comum nesta quinta. Na cidade, o valor do combustível é em torno de R$ 4,90.

Além de reajustar o valor da gasolina nas refinarias, a Petrobras também reajustou o valor do diesel em 5%. A companhia defendeu que esse reajuste dos combustíveis leva em conta os preços do petróleo no mercado internacional e do câmbio, além de outros fatores.

Fonte: G1

Procon dá prazo de 5 dias para Copasa explicar abastecimento e aumento de contas

Moradores decidiram fazer um abaixo-assinado contra a companhia por interrupções constantes de água e contas que passam dos R$ 6 mil.

O Procon municipal de Pouso Alegre enviou uma notificação à Copasa por causa dos problemas causados na cidade, com interrupções de água e aumento ‘injustificado’ no valor das contas.

No documento, o Procon cita as reclamações recentes dos moradores dos bairros Altaville, Jardim Esplanada e Pousada dos Campos. 

Inconformados com a falta constante de água e o valor das contas, sem nenhuma resposta da companhia, os moradores decidiram fazer uma abaixo-assinado para acionar a empresa na justiça, através do Ministério Público Estadual. Nessa semana foram três dias sem água. Mas tem morador que viu sua conta passar de menos de R$ 200 para mais de R$ 6 mil. 

Na notificação enviada à Copasa, o Procon Municipal dá prazo de cinco dias para a empresa se manifestar. E também, explicar quais medidas estão sendo adotadas pela concessionária para restabelecer o fornecimento de água regularmente.

Em nota, o coordenador do Procon esclareceu que já notificou a Copasa para que ela cumpra o contrato de concessão e informe quais providências estão tomando para impedir novas interrupções no fornecimento de água.

Ao mesmo tempo, as providências judiciais já estão sendo encaminhadas para buscar uma solução definitiva para esses graves problemas, que são de responsabilidade exclusiva da Copasa.

Por outro lado, o Secretário Municipal de Obras esclareceu que nenhuma das obras em curso tem qualquer relação com a interrupção do serviço e que todas as medidas que estão ao alcance da prefeitura estão sendo implementadas.

Fonte: TV Minas.

Morango movimenta mais de R$120 milhões por ano em Pouso Alegre

Foto: lavoura no bairro Cruz Alta 

Pouso Alegre (MG) produz morango o ano inteiro. O município é um dos maiores produtores da fruta no Brasil. A região do Sul de Minas concentra aproximadamente 85% de toda produção nacional. Toda a cadeia produtiva do morango, do plantio até a mesa do consumidor, são 251 hectares de plantação no município.

A tradição vem passando por gerações e envolve o trabalho de mais de 1000 famílias, movimenta fortemente a economia do município. Pouso alegre produz morango o ano inteiro, com as novas tecnologias, variedades da fruta e também o clima favorável da região.

Benefícios do morango para a saúde

Alimento protege contra cânceres e doenças inflamatórias, Além disso, o morango também tem fibras que combatem a prisão de ventre e a zeaxantina“, uma substância importante para a saúde dos olhos.

Jornal Folha Regional
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