Brasileiro é assassinado nos EUA após elogiar cachorro – Imagem: redes sociais.
O brasileiro Matheus Martines Gaidos, de 27 anos, trabalhava como entregador de flores em Oakland, nos Estados Unidos, quando foi morto após elogiar um cachorro. O tutor do animal não teria gostado e atirou à queima-roupa contra o jovem.
Os pais de Gaidos viajaram do Brasil para a Bay Area na última sexta-feira assim que souberam da morte do filho. Eles descreveram o que aconteceu como “cruel”. O brasileiro estava nos EUA havia cinco anos, mas voltaria ao Brasil daqui a dois meses.
Matheus elogiou o animal, o tutor não gostou e os dois começaram a discutir. Segundo informações da emissora KTVU FOX 2, a mãe do jovem, Isabel Martines, contou que o filho estava no celular jogando videogame com um amigo no Brasil enquanto ele tentava entregar flores. O amigo ouviu Gaidos dizer “bom cachorro” e então começou uma confusão.
‘Levei um tiro’
— Matheus disse a ele no telefone ‘Levei um tiro’. Ele estava apenas fazendo sua última entrega antes de ir para casa. Ele não estava fazendo nada de errado — disse Isabel.
Matheus foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O atirador e a mulher que estava com ele foram detidos pela polícia americana.
— É difícil perdoar algo que aconteceu assim — disse seu pai Antonio Gaidos à emissora.
—Queremos justiça, só não queremos ver isso acontecendo com outra pessoa. Eles planejam transportar o corpo de volta ao seu país de origem para ser enterrado.
O brasileiro Glaucio Freire morreu aos 36 anos, na madrugada deste sábado (10), em Nova York. Ele estava residindo há trabalho desde 2018 e sofreu um infarto fulminante. Seus amigos e familiares tentam arrecadar dinheiro para conseguir trazer o corpo de volta ao Brasil.
Glaucio é natural de Conceição Aparecida (MG), conhecida também como Barro Preto. A família luta para que ele tenha uma despedida digna junto aos filhos, familiares e amigos.
Os gastos com serviços funerários, traslado do corpo e trâmites burocráticos são estimados em torno de R$ 75.000,00. Seu irmão Gustavo Freire Bueno criou uma vaquinha virtual para arrecadar o valor.
As crianças estavam desaparecidas desde 1º de maio, quando o monomotor Cessna 206 decolou em Araracuara com destino a San Jose del Guaviare.
Elas estariam desnutridas, levemente desidratadas e afetadas por picadas de insetos – Foto: Reprodução
Socorristas e indígenas colombianos encontraram nesta sexta-feira (9) as três crianças e um bebê que estavam perdidos na Amazônia há 40 dias, após sofrerem um acidente aéreo. Todos estavam vivos, segundo governo e mídia local.
Às 18h30, 20h30 em Brasília, um helicóptero se deslocava para o local onde as crianças foram encontradas. De acordo com o jornal El Tiempo, elas serão enviadas para San Jose del Guaviare, onde serão tratadas por um grupo de médicos militares. Elas estariam desnutridas, levemente desidratadas e afetadas por picadas de insetos.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, comemorou a notícia e disse se tratar de “uma alegria para todo o país”. As três crianças têm 13, 9 e 4 anos; já o bebê, 11 meses -todos fazem parte da comunidade indígena Muinane, considerados Uitoto, e vivem nas proximidades dos rios Cahuinarí e Araracuara, na Amazônia colombiana.
As crianças estavam desaparecidas desde 1º de maio, quando o monomotor Cessna 206 decolou em Araracuara com destino a San Jose del Guaviare. Já na região onde deveria pousar, emitiu um alerta devido a uma falha no motor e desapareceu dos radares.
Além das crianças, estavam a bordo três adultos -o piloto, Hernando Murcia Morales, o líder indígena Herman Mendoza e a mãe dos menores, Magdalena Mucutuy. Os três morreram, e seus corpos foram encontrados no avião.
No último dia 18, a avó das crianças, Fátima Valencia, disse que as autoridades não vinham informando ela sobre as buscas. Um dia antes, Petro escreveu em suas redes sociais que as crianças haviam sido encontradas. Ele, porém, precisou desmentir a informação, o que naturalmente incomodou familiares. Na ocasião, o presidente colombiano disse que não havia outra prioridade que não avançar as buscas até encontrá-las. “A vida das crianças é o mais importante”, afirmou.
Já naquela ocasião, o órgão que forneceu a informação equivocada sobre o estado das crianças a Petro, o Instituto Colombiano pelo Bem-Estar da Família (ICBF), responsável pela proteção de menores de idade no país, afirmou que a notícia de que as crianças haviam sido encontradas vivas e saudáveis veio de fontes locais, mas que os envolvidos nas buscas não conseguiram confirmá-la em razão de condições meteorológicas adversas e das dificuldades próprias da mata.
No mesmo dia, a diretora do ICBF, Astrid Cáceres, disse que habitantes locais contataram o órgão pedindo que se preparasse para acolher as crianças, mas que a comunicação entre as autoridades e os moradores, feita via satélite, era difícil. Questionada se as crianças estavam bem, Cáceres respondeu: “É a informação que temos. Eles estão em algum lugar da floresta”.
Valencia, por sua vez, gravou uma mensagem na língua huitoto avisando os netos que eles estavam sendo procurados e pedindo que não avançassem pela floresta. As equipes de busca reproduziram o áudio em um alto-falante ao sobrevoar a área.
Mais de cem militares, bombeiros e autoridades da aviação civil foram mobilizados para as buscas, que tiveram o auxílio de aviões e helicópteros do Exército e da Força Aérea colombiana.
Durante as buscas, as equipes de resgate, apoiadas por cães farejadores, encontraram restos de frutas que as crianças teriam comido para sobreviver, assim como abrigos improvisados construídos com plantas. Segundo a Organização Indígena da Colômbia (ONIC), os huitotos vivem em harmonia com as condições hostis da floresta amazônica e preservam tradições como a caça, a pesca e a coleta de frutas silvestres.Três crianças e um bebê que estavam desaparecidos desde 1º de maio, após acidente aéreo na Colômbia, foram encontrados com vida, informou o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, por meio do Twitter.
Após o acidente, o grupo de irmãos ficou mais de um mês em uma região de mata fechada, na Amazônia colombiana. O resgate incluiu mais de 100 militares, além de quase 100 indígenas da região, segundo apurou o jornal El Tiempo. A mãe e outros dois adultos morreram no acidente.
Ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un | Foto: Reprodução
Um bebê de 2 anos e toda a sua família foram condenados à prisão perpétua depois que seus pais foram flagrados com uma Bíblia na Coreia do Norte, revelou o Relatório Internacional de Liberdade Religiosa de 2022 dos Estados Unidos (EUA).
O caso aconteceu em 2009, mas foi revelado apenas neste mês pelo novo relatório sobre religião dos Estados Unidos feito pelo Departamento de Estado norte-americano. Segundo o documento, pelo menos 70 mil cristãos estão presos na Coreia do Norte por seguirem a Jesus Cristo. A estimativa é que o país mais fechado do mundo tenha entre 200 mil e 400 mil cristãos professando a sua fé na clandestinidade.
“O direito à liberdade de pensamento, consciência e religião [na Coreia do Norte] continua a ser negado, sem sistemas de crença alternativos tolerados pelas autoridades”, disse António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Pessoas flagradas com uma cópia da Bíblia na Coreia do Norte podem enfrentar a pena de morte e suas famílias podem ser condenadas à prisão perpétua. Os cristãos também são enviados a campos de trabalho forçado como prisioneiros políticos. As mulheres e as meninas cristãs são estupradas pelas autoridades norte-coreanas, numa tentativa de se opor à doutrina bíblica de pureza sexual.
Mulheres cristãs também são vítimas frequentes de abortos forçados. Os cristãos são torturados nas prisões norte-coreanas. Os homens cristãos recebem as posições mais baixas em universidades e em locais de trabalho, além de sofrerem abusos físicos em campos de trabalho forçado.
Coreia do Norte ocupa o primeiro lugar no ranking mundial de perseguição aos cristãos
A Coreia do Norte ocupa o primeiro lugar na Lista Mundial de Perseguição aos cristãos. Desde 1993, o ranking é publicado todos os anos pela organização cristã Portas Abertas. O material lista os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos por causa da fé. Os tipos de perseguição aos cristãos na Coreia do Norte são opressão comunista e paranoia ditatorial.
O regime comunista norte-coreano, hoje liderado pelo ditador Kim Jong-un, tenta acabar com o cristianismo há décadas por saber da influência da igreja no colapso da Cortina de Ferro na Europa nos anos 1980.
“As descobertas refletem a paranoia do regime em relação às minorias religiosas e sua falta de tolerância para qualquer crença que não seja a devoção absoluta à família governante Kim, enquanto procuram manter seu controle de ferro no poder”, descreveu a repórter Nicola Smith, correspondente da Ásia do jornal britânico The Telegraph.
Um relatório publicado no ano passado pela Associação Internacional de Advogados e pelo Comitê de Direitos Humanos na Coreia do Norte deixou claro que cristãos são os mais maltratados nas prisões. “Os períodos de detenção são documentados como sendo mais longos para os cristãos do que para outros grupos, testemunhas relataram que ‘cristãos identificados são interrogados por longos períodos, geralmente sob tortura’ e sujeitos a algumas das piores formas de tortura para forçá-los a incriminar outros durante o interrogatório.”
A nova Lei do Pensamento Antirreacionário imposta na Coreia do Norte dispõe que ser cristão ou possuir a Bíblia é um crime sério e será severamente punido.
O país de Kim Jong-un até possui igrejas legalizadas, mas os refugiados norte-coreanos alegam que elas são apenas “vitrines” para os estrangeiros, para o regime comunista parecer democrático e tolerante.
Os refugiados fazem vários relatos de cristãos sendo brutalmente torturados, mortos e encarcerados em gulags — como são chamados os campos de concentração no país asiático. Parceiros do Portas Abertas mantêm cerca de 80 mil cristãos norte-coreanos vivos com alimentos e ajuda enviados por redes secretas da China.
Força de Fuzileiros da Esquadra se dedicou a treinamentos em técnicas de travessia, operações com Carros Lagarta Anfíbios e orientação fluvial
Desde o dia 09 de maio, o Lago de Furnas em São José da Barra (MG), foi palco para intensas atividades da Força de Fuzileiros da Esquadra, conhecida como “a Força que Vem do Mar”. Durante os dias, os Fuzileiros Navais se dedicaram a treinamentos em diversas técnicas e procedimentos, todos com o objetivo de aprimorar suas habilidades e capacidades operacionais.
Técnicas de travessia de curso d’água
Uma das atividades realizadas foi o treinamento em técnicas de travessia de curso d’água. Este tipo de treinamento é fundamental para os Fuzileiros Navais, pois é uma habilidade essencial em muitas operações militares. Os treinamentos ajudam a garantir que os Fuzileiros estejam preparados para lidar com qualquer tipo de cenário e possam realizar suas missões com segurança e eficiência.
Operações com Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf)
Além disso, os Fuzileiros Navais também realizaram treinamentos em operações com Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf). Estas viaturas são fundamentais para o desempenho de operações anfíbias, possibilitando a transposição de tropas entre navios e a terra. Especificamente, os militares focaram em procedimentos de escape de viaturas, uma capacidade crítica que pode ser necessária em situações de emergência ou em condições adversas.
Navegação e orientação fluvial
Por fim, os Fuzileiros Navais também se dedicaram à navegação e orientação fluvial. Isso envolve o desenvolvimento de habilidades para navegar eficientemente em corpos d’água, o que é vital para muitas das missões que esses militares podem ser chamados a desempenhar. É um treinamento complexo, que envolve não apenas a familiarização com técnicas de navegação, mas também a compreensão das particularidades e desafios que o ambiente fluvial pode apresentar.
O compromisso com o aprimoramento profissional
Esses treinamentos reforçam o compromisso da Força de Fuzileiros da Esquadra com o aprimoramento profissional contínuo. Este é um aspecto crítico do trabalho dos Fuzileiros Navais, pois assegura que eles estejam sempre preparados para lidar com os desafios que suas missões possam trazer. Por fim, esse compromisso se reflete na máxima dos Fuzileiros Navais: “Rumo ao Mar!”, sinalizando sempre a preparação e a prontidão para enfrentar os desafios futuros.
Um adolescente de 13 anos morreu após tomar mais de 14 comprimidos de antialérgico, em Ohio, nos Estados Unidos (EUA). O menino participava de desafio viral no TikTok chamado de “Desafio Benadryl”, que incentiva pessoas a ingerirem o máximo possível de comprimidos do remédio.
Jacob Stevens estava acompanhado dos amigos no momento em que tomou os remédios e seu corpo começou a se contrair. O grupo filmou todo o processo, que faz parte do desafio. O adolescente foi levado ao hospital, onde ficou internado por seis dias até os médicos declararem morte cerebral. A família optou por desligar os aparelhos que o mantinham vivo.
“Foi demais para o corpo dele. Sem varredura cerebral. Não havia nada lá. Ele disse que poderíamos mantê-lo no ventilador, poderíamos, você sabe. Ele poderia ficar deitado assim, mas nunca abriria os olhos. Ele nunca vai respirar sozinho, fazer qualquer coisa assim”, disse o pai, Justin Stevens.
O desafio viral incentiva internautas a ingerirem grandes quantidades do remédio Benadryl, nome comercial de medicamento antialérgico, para causar alucinações. Vídeos semelhantes circulam nas redes sociais desde 2020, quando uma menina de 15 anos morreu participando do mesmo desafio.
No funeral de Jacob, o pai tentou alertar os amigos do filho e conscientizá-los. “Eu apenas tentei dizer a eles para cuidarem uns dos outros e não convencerem seus amigos a fazer coisas assim”.
Agora, a família do adolescente luta por mudanças na legislação, para que medicamentos com venda livre, como Benadryl, tenham restrições de idade em sua compra.
Com a repercussão dos casos, atualmente, o TikTok bloqueia as buscas pelo desafio com um alerta: “Alguns desafios online podem ser perigosos, perturbadores ou até encenados. Saiba como reconhecer desafios perigosos para poder proteger sua saúde e bem-estar”.
O motorista de um Kia Soul levou um susto na última quinta-feira (23), quando um pneu atingiu o veículo em cheio e o carro saiu voando após o acidente que aconteceu nos arredores de Los Angeles, no estado da Califórnia. nos Estados Unidos.
No vídeo é possível observar que o pneu se solta de uma caminhonete que estava ao lado do veículo atingido, que capotou e ficou destruído.
O acidente foi registrado por um motorista que dirigia na rodovia. Ao site americano Storyful, ele disse que havia apenas uma pessoa no carro, que saiu sem ferimentos graves. Segundo o Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), ninguém se feriu gravemente.
A modelo Gleise Graciela Firmiano, de 30 anos, natural de Penedo (RJ), foi morta após ser baleada em uma abordagem policial nos Estados Unidos, segundo a irmã da vítima. O caso ocorreu em San Bernardino, cidade da Califórnia.
De acordo com familiares da modelo brasileira, a modelo morreu no dia 30 de janeiro, mas a família só foi avisada pela polícia norte-americana 10 dias depois.
Em contato com os parentes da vítima, as autoridades norte-americanas informaram que Gleise teve uma briga com o namorado, que é americano, pegou o carro e o cachorro e saiu de casa armada. Ao ser localizada, durante a abordagem, ela colocou a mão na arma e os policiais atiraram.
“O policial disse que minha irmã foi assassinada na Califórnia pela própria polícia. Segundo ele, ela teve uma briga com o namorado, pegou o carro e o cachorro e saiu de casa armada. O namorado chamou a polícia pedindo ajuda, os policiais encontraram ela perto de uma árvore próxima ao carro e ao cachorro. Quando os policiais chegaram, ela botou a mão na arma e os policiais atiraram. Esse foi o relato do policial ao telefone”, disse Cleane Firmiano, irmã de Gleise, em entrevista à TV Sergipe.
A versão da polícia dos Estados Unidos não convenceu a família, que procurou mais informações com o namorado que vivia junto com a jovem há dois anos.
“Perguntei a ele, porque ele tinha chamado a polícia. Ele disse que ficou com medo de que ela fizesse uma besteira”, contou Cleane.
Ainda segundo a irmã, mais de um mês depois da morte de Gleise Graciela Firmiano, a família da modelo, que atualmente mora em Sergipe, tenta trazer o corpo dela de volta ao Brasil.
Em nota, o Consulado-Geral do Brasil em Los Angeles disse que prestou assistência aos familiares da modelo. Porém, informou que não há previsão regulamentar e orçamentária para o pagamento do traslado com recursos públicos.
“Em caso de falecimento de cidadão brasileiro no exterior, os consulados brasileiros poderão prestar orientações gerais aos familiares, apoiar seus contatos com autoridades locais e cuidar da expedição de documentos, como o atestado consular de óbito”, diz a nota.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) anunciou, nesta sexta-feira (17), que emitiu um mandado de prisão contra o presidente russo, Vladimir Putin, pela deportação de crianças de partes da Ucrânia ocupadas pela Rússia. Também emitiu um mandado de prisão pelo mesmo motivo, considerado um crime de guerra, contra a comissária presidencial para os Direitos da Infância na Rússia, Maria Alekseyevna Lvova-Belova, informou o tribunal de Haia, em um comunicado.
Putin “é, supostamente, responsável pelo crime de guerra de deportação ilegal da população [de crianças] e pela transferência ilegal da população (de crianças) das zonas ocupadas da Ucrânia para a Federação Russa”, manifestou o tribunal. “Os crimes teriam sido cometidos em território ucraniano ocupado pelo menos desde 24 de fevereiro de 2022”, continuou a corte. Há “motivos razoáveis para acreditar que Putin é pessoalmente responsável pelos crimes mencionados”, acrescentou.
A Rússia denunciou como “sem sentido” a decisão do TPI. “As decisões do Tribunal Penal Internacional não têm sentido para o nosso país, inclusive do ponto de vista jurídico”, escreveu a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, no Telegram, sem mencionar Putin claramente em sua mensagem. Já a Presidência ucraniana reagiu, celebrando a decisão. “É apenas o começo”, comemorou o chefe de gabinete da Presidência, Andrii Yermak, no Telegram, enquanto o Ministério Público ucraniano elogiou uma “decisão histórica”.
O promotor do TPI, Karim Khan, declarou este mês, após uma visita à Ucrânia, que os supostos sequestros de crianças eram alvo de uma “investigação prioritária”. Criado em 2002 para julgar os piores crimes cometidos no mundo, o tribunal investiga há mais de um ano possíveis crimes de guerra, ou crimes contra a humanidade, cometidos na Ucrânia durante a ofensiva russa.
Nem a Rússia nem a Ucrânia são membros do TPI, mas Kiev aceitou a jurisdição do tribunal sobre seu território e trabalha com o promotor. Especialistas admitiram que é improvável que Moscou entregue os suspeitos ao tribunal. A Rússia rejeita as acusações de crimes de guerra.
A invasão russa na Ucrânia completou um ano no último dia 24 de fevereiro. De lá para cá, milhares depessoas já perderam a vida, entre civis e militares.
Um homem declarado morto após ser encontrado nos escombros do terremoto na Síria ‘voltou à vida’ em seu próprio funeral. Ahmed al-Maghribi foi localizado pelas equipes de resgate e retirado de um prédio que desabou na cidade de Atarib, na Síria.
Durante o atendimento, ele não demonstrou sinais vitais e os profissionais o declararam como morto. Os médicos e paramédicos colocaram seu corpo em uma geladeira por dois dias enquanto esperavam que os familiares aparecessem para identificá-lo.
Segundo o tabloide britânico Daily Star, assim que os parentes confirmaram que era Ahmed, ele foi colocado em um saco para cadáveres e levado a um cemitério para cortejo fúnebre. No entanto, surpreendentemente, assim que o corpo chegou ao cemitério, ele começou a se mover. Quando os funcionários da funerária abriram o caixão, o homem foi achado vivo e aparentemente bem.
A surpresa deixou a família e os amigos da vítima atordoados e Ahmed foi levado de volta ao hospital, onde permanece internado.
A imprensa local informa que a suspeita é de que episódio pode ter sido um caso raro de coração de uma pessoa que voltou a bater após uma parada cardíaca provocada por um choque.
O terremoto de magnitude 7,8 ocorreu na manhã de 6 de fevereiro, e provocou mortes e destruição na Turquia e no norte da Síria.
O abalo sísmico é considerado um dos piores desastres naturais dos dois países, com mais de 47 mil pessoas mortas e mais de 100 mil feridos. Segundo a Al Jazeera, a Síria registra 5.939 mortes. Enquanto na Turquia, o número de mortos é de 41.156.
Pouco depois, um segundo terremoto de magnitude 7,6 atingiu a mesma região, causando ainda mais estragos.
Cerca de 50 mil pessoas morreram após dois terremotos de magnitude 7,8 e 7,6 que atingiram Turquia e Síria no último dia 6 de fevereiro.
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