Relógio furtado é recuperado e autor preso em flagrante em Ibiraci – Foto: divulgação/Polícia Militar
Na última terça-feira (29), a Polícia Militar de Ibiraci (MG) prendeu um homem suspeito de furtar um relógio durante patrulhamento no município. A ação rápida aconteceu após a vítima acionar a PM, relatando que teve o objeto subtraído por um indivíduo.
Com base nas informações repassadas, os militares iniciaram rastreamento e conseguiram localizar o autor nas imediações. Durante a abordagem, foi realizada busca pessoal, sendo o relógio furtado encontrado no bolso da bermuda do suspeito.
A vítima reconheceu tanto o objeto quanto o autor do furto. Diante dos fatos, o homem foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde o flagrante foi ratificado. O relógio foi devidamente restituído à vítima.
Conexão Sul de Minas: PF cumpre 15 mandados de prisão em nova fase da operação – Foto: divulgação/Polícia Federal
Na manhã desta sexta-feira (25), a Polícia Federal desencadeou a segunda fase da Operação “Conexão Sul de Minas”, com o cumprimento de 15 mandados de prisão contra integrantes de organizações criminosas que atuam no Sul de Minas Gerais e no interior de São Paulo.
A ação, autorizada pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Alfenas (MG), resultou na execução de sete prisões preventivas e oito temporárias. As diligências ocorreram em três municípios mineiros: 10 pessoas foram presas em Alfenas, 3 em Varginha e 2 em Poços de Caldas. Também foram realizadas buscas com o objetivo de apreender bens e bloquear patrimônios dos investigados, embora até o momento a PF não tenha registrado apreensões nesta fase.
Esta etapa da operação dá continuidade ao trabalho iniciado em 26 de junho, quando a primeira fase desmontou um esquema criminoso envolvido com tráfico de drogas e armas, roubos, lavagem de dinheiro e outros delitos. Na ocasião, foram identificadas movimentações financeiras que somam cerca de R$ 50 milhões.
Na primeira fase, 33 pessoas foram presas por integrarem duas facções com forte presença em cidades do Sul de Minas e em municípios do interior paulista. A PF também apreendeu um vasto material: 164 veículos — entre carros de luxo, caminhões e motos aquáticas —, oito armas de fogo, 405 munições de diferentes calibres, quatro tabletes de cocaína, R$ 235 mil em espécie, além de 44 itens de valor, como joias. Também foram realizados bloqueios de imóveis e contas bancárias dos suspeitos.
As investigações apontam que os grupos estão envolvidos com tráfico de drogas e armas, extorsão, lavagem de dinheiro, receptação, roubos a banco, furtos qualificados e adulteração de veículos. Segundo a PF, os criminosos utilizavam a comercialização de veículos como fachada para legalizar recursos obtidos de forma ilícita.
O trabalho de investigação durou cerca de um ano. Na primeira fase, os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em sete cidades: Alfenas (15), Andradas (3), Campestre (5), Mogi Guaçu (4), Poços de Caldas (47), Ribeirão Preto (4) e São João da Boa Vista (2).
Além das prisões e apreensões, a PF coletou amostras de DNA de quatro suspeitos para inserção no banco nacional de perfis genéticos do Ministério da Justiça. O objetivo é cruzar os dados com investigações em andamento, especialmente relacionadas a crimes como ataques a instituições financeiras.
Polícia Federal realiza operação contra quadrilha envolvida em ataque a banco em Guaxupé – Foto: divulgação/Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (24) a Operação Fênix, com o intuito de desmontar uma organização criminosa responsável por um violento assalto a banco ocorrido no dia 8 de abril deste ano, em Guaxupé, no Sul de Minas Gerais. A ação criminosa resultou no roubo de aproximadamente R$ 2 milhões, entre dinheiro em espécie e joias empenhadas.
A ofensiva policial cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades paulistas de Campinas, Sumaré e Hortolândia. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal de Passos (MG).
Conforme informações da Polícia Federal, o grupo investigado é especializado em ações conhecidas como “domínio de cidades”, tática criminosa marcada por ataques armados coordenados e uso de explosivos para violar instituições financeiras. Essa modalidade costuma envolver planejamento estratégico, armamento pesado e ações simultâneas contra forças de segurança.
A investigação começou logo após o ataque à agência da Caixa Econômica Federal em Guaxupé, quando criminosos fortemente armados invadiram o município durante a madrugada. Para dificultar a reação das autoridades, os bandidos dividiram-se em grupos e atacaram ao mesmo tempo as bases da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal, enquanto outra equipe detonava explosivos para acessar o cofre do banco.
A operação é coordenada pela PF de Varginha (MG), com apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Entre os crimes investigados estão roubo qualificado, uso de explosivos e participação em organização criminosa. Todo o material apreendido será submetido a perícia, e as investigações seguem em curso.
Mulher é presa em flagrante por gravar vídeos agredindo filhote de pit bull no Sul de Minas – Foto: reprodução
Uma mulher de 32 anos foi presa em flagrante, na última terça-feira (22/7), por maus-tratos contra um filhote de pit bull, em Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais. Ela é suspeita de ter gravado vídeos agredindo o cão.
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), que realizou a prisão, denúncias indicaram que a mulher compartilhava os vídeos das agressões em redes sociais e por aplicativo de mensagens. Diante das informações, uma equipe de investigadores foi mobilizada para localizar a suspeita.
A tutora foi encontrada no Parque José Afonso Junqueira, na região central de Poços de Caldas, acompanhada do filhote de pit bull. Segundo a polícia, ela confessou as agressões durante a abordagem e foi presa em flagrante.
A mulher foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. Conforme a PCMG, o cão passou por avaliação veterinária e foi acolhido por um abrigo. “Ele está bem”, informou a instituição.
Conheça as penas para maus-tratos
Maltratar animais é crime no Brasil. Desde setembro de 2020, a Lei 14.064, que serviu de marco na luta contra essa crueldade, endureceu as penas para quem praticasse condutas contra cães e gatos. A legislação ficou conhecida como Lei Sansão, em homenagem a um cachorro da raça pitbull que teve as pernas traseiras decepadas em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte.
A partir da lei, a pena para maus-tratos contra cães e gatos aumentou de 3 meses a 1 ano de detenção (que podia ser cumprida em regime aberto ou semiaberto) para de 2 a 5 anos de reclusão (em regime fechado), além de multa e perda da guarda do animal. Caso o crime resulte em morte, a pena pode ser aumentada em até 1/3. Antes, os crimes eram considerados de menor potencial ofensivo.
Criador da Lei Sansão, o deputado federal Fred Costa (PRD) pontua que a legislação foi o “maior avanço na luta pelo bem-estar animal”. “A lei é uma quebra de paradigma entre impunidade e lei exemplar para bandido covarde que comete crime contra animais. Antes, não havia a possibilidade de ser preso em flagrante, e agora só tem opção de responder em liberdade por audiência de custódia”, afirma.
Polícia Militar lança operação de combate ao uso de cerol e de linhas cortantes em Minas Gerais – Foto: divulgação
A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) vai reforçar as ações de fiscalização e conscientização do uso de linhas cortantes para quem solta pipas e papagaios no estado, a partir desta terça-feira (22/7).
A operação Linha Segura busca prevenir acidentes provocados pelo uso desses materiais, que representam grave risco à vida e à integridade física de pedestres, ciclistas e motociclistas, além de causar danos ao patrimônio público e privado. As ações ocorrerão em todo o estado até o dia 3/8, por meio do Policiamento Ostensivo Geral (POG) e do Comando de Policiamento Especializado (CPE).
Diante do aumento da prática de soltar pipas, papagaios e similares durante as férias escolares, especialmente por crianças e adolescentes, a PMMG conduzirá atividades de fiscalização, apreensões e responsabilização dos infratores, promovendo a conscientização da sociedade sobre os riscos envolvidos no uso de linhas cortantes.
“A Polícia Militar vai atuar em áreas urbanas, rurais, em unidades de preservação ambiental, em rodovias estaduais e federais delegadas, contando com o reforço do efetivo da nossa área administrativa”, destaca o porta-voz da PMMG, capitão Rafael Veríssimo.
Legislação
Para coibir os riscos do uso desses materiais, o Estado de Minas Gerais promulgou a Lei nº 23.515/2019, que veda a comercialização e o uso de linha cortante em pipas, papagaios e similares, considerando linha cortante aquela que ou foi produzida industrialmente com esse fim ou foi modificada pela adição de produtos como o cerol. O descumprimento da lei acarreta penalidades severas, incluindo apreensão do material e multa.
O uso dessas linhas em locais públicos ou de uso comum, como vias, praças e parques, pode caracterizar o crime de “Perigo para a Vida ou Saúde de Outrem”, previsto no Art. 132 do Código Penal Brasileiro. Qualquer cidadão que identificar o uso desse material pode acionar a Polícia Militar imediatamente.
Baile funk interdita avenida em Alfenas e termina com confronto entre frequentadores e a PM – Foto: Passos 24hs no Ar
Um baile funk realizado de forma irregular no trevo de entrada de Alfenas (MG) terminou em confusão após a Polícia Militar ser acionada por moradores e empresários da rede hoteleira da região. Segundo a PM, o evento gerou gritos, arruaça e interdição de parte da Avenida José Paulino da Costa, dificultando a entrada de veículos na cidade.
De acordo com o registro policial, uma viatura foi enviada ao local após ligações via 190. Ao chegarem, os militares se depararam com dezenas de pessoas bloqueando a via e utilizando caixas de som automotivas em alto volume. Ainda conforme a PM, os agentes foram recebidos com hostilidade pelos frequentadores do baile, que arremessaram garrafas e latas de bebidas alcoólicas contra a equipe.
Diante da agressividade do grupo, os policiais utilizaram bombas de efeito moral e disparos com munições de borracha para conter a situação e dispersar os participantes.
Durante a ação, cinco veículos que estavam obstruindo a avenida foram apreendidos, juntamente com caixas de som retiradas dos automóveis. Duas pessoas foram presas e encaminhadas à delegacia por desacato e agressão contra os policiais.
A Polícia Militar reforça que eventos em via pública sem autorização prévia configuram infração e podem colocar em risco a segurança da população.
Uma mulher de 41 anos foi presa depois de tentar furtar uma loja de roupas na Avenida Antônio Olímpio de Morais, em Divinópolis (MG), no Centro-Oeste do estado, na última quinta-feira (17/7). A dona percebeu a tentativa e trancou a mulher na loja até a chegada dos policiais.
Uma equipe da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) patrulhava a região do Centro da cidade quando, às 12h40, a dona da loja acionou o 190. Na denúncia, ela afirmava que a mulher tinha furtado um short e um cinto e escondido os itens em uma bolsa.
A dona da loja trancou a porta principal do comércio e aguardou a chegada dos militares, que encontraram a suspeita presa minutos depois.
Conforme a PM, o short é avaliado em R$ 159. Não foi possível mensurar o preço do cinto porque ele compunha outra peça.
A cliente foi presa em flagrante por tentativa de furto e encaminhada à delegacia da Polícia Civil. As peças foram restituídas à proprietária da loja.
PF faz operação contra fraudes em benefícios pagos pelo INSS – Foto: reprodução
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (17), uma operação para aprofundar as investigações acerca de mais uma suposta fraude contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O alvo da chamada Operação Fraus é uma provável organização criminosa especializada em burlar o sistema de segurança do instituto e desviar recursos públicos destinados ao pagamento de auxílios assistenciais como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS).
Segundo a PF, entre os investigados há servidores do INSS, correspondentes bancários e outros profissionais com conhecimentos técnicos que lhes permitia fraudar os benefícios assistenciais. Com base nos indícios que os investigadores reuniram durante o monitoramento do grupo, a PF estima que o suposto esquema funcionava há mais de dez anos, podendo ter causado mais de R$ 30 milhões de prejuízo aos cofres públicos.
Oito mandados de busca e apreensão expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro foram cumpridos esta manhã, em cinco cidades fluminenses: Rio de Janeiro (3 mandados), Armação de Búzios (2), Cabo Frio, São Gonçalo e Casimiro de Abreu.
Nos endereços residenciais e comerciais alvos da operação foram apreendidos cerca de R$ 74 mil em dinheiro; três veículos; armas de fogo e munições; joias; celulares; computadores; notebooks; mídias de armazenamento, além de documentos e outros elementos que podem ajudar os investigadores responsáveis pelo caso.
Segundo o delegado Adriano Espindula Soares, chefe da delegacia da PF em Macaé, a PF já possui indícios suficientes para afirmar que os investigados integram uma organização criminosa muito bem estruturada, que contava com a participação de agentes públicos e outras pessoas que se valiam do livre acesso a plataformas restritas do INSS, como o aplicativo Meu INSS, para obter dados de beneficiários e, assim, fraudar o sistema.
“A liderança do grupo era exercida por um indivíduo cujo vulgo é Professor, ou o Rei do Benefício”, afirmou Soares ao se referir a um dos principais investigados, responsável por ensinar os membros da organização a como praticar as fraudes mediante o acesso indevido ao sistemas restritos do INSS.
“Durante o período de apuração de apenas seis meses, constatou-se que o prejuízo supera R$ 1,6 milhão. Porém, a investigação vem revelando que isso pode chegar a mais de R$ 30 milhões”, reforçou o delegado federal.
A PF assegura que não só já identificou os principais integrantes do suposto esquema, como, ainda durante a fase de monitoramento, obteve acesso a conversas e documentos que comprovam que o grupo deu entrada em ao menos 415 requerimentos fraudulentos para a obtenção do BPC/LOAS.
O volume de pedidos, segundo a PF, seria tão grande que, em alguns casos, o grupo sequer conseguia abrir a tempo as contas bancárias informadas para o recebimento do benefício em nome de terceiros, o que resultava na suspensão do pagamento por ausência de saque.
“Com base em tudo isso, pode-se inferir que aqueles que, em situação de vulnerabilidade, realmente precisam [do benefício] tiveram seus recursos comprometidos”, finalizou Soares, destacando que o expressivo número de solicitações fraudulentas também sobrecarregavam o já bastante demandado sistema do INSS.
Em nota, o Ministério da Previdência Social, ao qual o INSS está subordinado, destacou que o suposto esquema começou a ser investigado a partir de um relatório elaborado pela Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), da própria pasta. O ministério também garantiu ter apoiado toda a apuração policial, incluindo a operação desta quinta-feira.
A Agência Brasil também consultou o INSS e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, gestor do BPC/Loas, e aguarda pelas manifestações para atualizar esta reportagem.
O BPC é um benefício assistencial que garante que pessoas a partir dos 65 anos de idade, e também as quem têm alguma deficiência, independentemente de suas idades, recebam, mensalmente, o equivalente a um salário mínimo (atualmente, R$ 1.518). Para isso, a pessoa deve provar que não tem condições financeiras de se manter. O Bolsa Família também é concedido a pessoas de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e cuja renda de cada pessoa da família não ultrapasse R$ 218 – por exemplo, se apenas um integrante de uma família de sete pessoas recebe um salário mínimo, a renda de cada parente é de R$ 216,85.
PF deflagra operação “Cold Money” contra moeda falsa em quatro cidades do Sul de Minas – Foto: divulgação/Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (16) a operação Cold Money, com o objetivo de combater o crime de falsificação de moeda em cidades do Sul de Minas Gerais. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos municípios de Varginha, Lavras, Maria da Fé e Pouso Alegre.
De acordo com a PF, as investigações começaram após a interceptação de encomendas postais suspeitas, destinadas a moradores da região. As apurações apontam que notas falsas estariam sendo adquiridas por meio de redes sociais, com pagamento efetuado através de plataformas digitais.
Os alvos da operação são jovens com idades entre 19 e 24 anos. Segundo a Polícia Federal, o grupo se caracteriza por apresentar uma percepção de baixo risco imediato e buscar lucros fáceis. A suspeita é de que os envolvidos estariam tentando inserir as cédulas falsas no comércio local, especialmente em compras de pequeno valor, com o intuito de obter troco em dinheiro legítimo.
Os mandados de busca foram executados nas seguintes cidades: Varginha (1), Lavras (1), Maria da Fé (2) e Pouso Alegre (1). A operação tem como objetivo reunir provas para embasar futuros processos criminais contra os investigados.
O nome da operação, Cold Money (em tradução livre, “dinheiro frio”), faz referência ao uso de cédulas obtidas de forma ilícita. A pena prevista para o crime de falsificação de moeda pode chegar a até 12 anos de reclusão.
PF deflagra operação “Cold Money” contra moeda falsa em quatro cidades do Sul de Minas – Foto: divulgação/Polícia Federal
Polícia apreende grande quantidade de drogas e prende quatro pessoas em São Roque de Minas – Foto: divulgação/Polícia Militar
Uma ação policial realizada na última terça-feira (15) resultou na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes e na prisão de quatro pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas em São Roque de Minas (MG).
Durante patrulhamento de rotina, a guarnição abordou um indivíduo que portava um papelote de substância análoga à cocaína. Ao ser questionado sobre a origem da droga, o suspeito indicou um endereço na Rua Nilzo de Faria. A equipe policial se dirigiu até o local e, com a entrada franqueada pela moradora, localizou materiais relacionados ao tráfico e encontrou mais dois indivíduos no imóvel.
Com base em novas informações recebidas, os militares seguiram até outro ponto suspeito, na Rua Lima de Faria, onde encontraram uma expressiva quantidade de entorpecentes armazenados. No total, foram apreendidos:
172 papelotes de cocaína
01 barra grande de cocaína
02 papelotes de pedras de crack
01 pedra grande de crack
04 barras de maconha
72 buchas de maconha
78 comprimidos de ecstasy
01 porção grande de skank
R$ 2.570,00 em dinheiro
03 aparelhos celulares
04 embalagens para fracionamento de drogas
01 balança de precisão
Diante dos fatos, os materiais e os quatro suspeitos detidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil em Piumhi, onde permaneceram à disposição da Justiça.
A Polícia Militar reforça que denúncias anônimas podem ser feitas por meio do telefone 181 e são fundamentais no combate ao tráfico de drogas na região.
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