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Jornal Folha Regional

Webinar discute violência sexual de crianças e adolescentes em tempos de pandemia

Um webinar realizado por FURNAS nesta sexta feira (9), apresentou dados sobre o aumento dos casos de violência sexual de crianças e adolescentes durante a pandemia do novo Coronavirus. Eva Cristina Dengler, Gerente de Programas e Relações Empresariais da Childhood Brasil, foi a convidada para falar sobre o assunto, apresentar dados e dizer como todo cidadão pode ajudar. A Childhood Brasil é a filial brasileira da entidade global fundada pela Rainha Silvia da Suécia, que atua para garantir a defesa dos direitos de crianças e adolescentes, com foco na prevenção e no enfrentamento da violência sexual.

Também participaram do evento a Superintendente de Comunicação e Relações Institucionais de FURNAS, Ana Claudia Gesteira, e a Assistente Social da Gerência de Responsabilidade Sociocultural, Claudia Tenório. Em 2009 FURNAS assinou um pacto apoiando várias iniciativas da Childhood Brasil, inclusive o Programa Na Mão Certa, mobilizanco funcionários, fornecedores e sociedade para denunciar casos de exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas.

“Diante do cenário atual de isolamento, temos vivido um aumento dos casos de abuso de crianças e adolescentes, abusos que na maioria das vezes acontecem dentro de casa. Com as crianças passando mais tempo na internet e sem a rede de apoio de professores e orientadores que a escola oferece, essas crianças estão mais expostas a riscos e a material pornográfico. Eu quero convidar nossos empregados e colaboradores a desenvolver um olhar mais cauteloso para as crianças à sua volta e a denunciar. Não podemos ser omissos, temos que esgotar todos os nossos recursos para garantir o direito dessas crianças serem ouvidas e protegidas”, disse Ana Cláudia.

Eva Cristina afirmou que o primeiro passo para proteger crianças e adolescentes é compreender as formas de violência às quais elas estão sujeitas. Basicamente a violência é classificada em quatro grupos. A primeira é a negligência, isto é, qualquer tipo de descuido ou abandono, ou falta de política pública ou de garantia de direitos. “Estamos falando de ausência de educação, saúde, convivência familiar ou comunitária, cuidados pessoais. Toda criança que convive com adultos que são negligentes com esses cuidados que uma pessoa em desenvolvimento precisa é enquadrada como vítima de negligência. Muitas das denúncias que existem hoje no país estão dentro desse grande guarda-chuva da negligência”, completa Eva.

As outras formas são a violência física, a psicológica – que tem se intensificado por conta das questões on-line; o bulling por exemplo é uma das grandes violências psicológias – e, por fim, a violência sexual. “Se a gente parar para pensar, vai perceber que a violência sexual é uma consequência da negligência, da violência física e principalmente da violência psicológica. A violência psicológica é a grande arma do abusador” explica ela.

A violência sexual se divide em abuso sexual e exploração sexual. A exploração sexual de crianças e adolescentes está dentro de um contexto de prostituição, que pode ser no turismo, nas estradas, em grandes empreendimentos, grandes obras, terminais logísticos, portuários, polos industriais e outros lugares de grande circulação de pessoas. A exploração sexual de crianças e adolescentes também tem conexões com o tráfico de pessoas, tanto interno quanto internacional, e também com o uso dessas crianças em materiais pornográficos, uma prática que vem crescendo dentro desse novo ambiente online.

O abuso sexual é aquela situação em que uma criança ou adolescente está sendo usado para satisfação sexual de uma ou mais pessoas mais velhas. “É importante esse conceito porque você pode ter uma situação de abuso sexual acontecendo de um adolescente de 16 anos abusando de uma criança de 8. Nenhum dos dois é adulto ainda, mas ambos estão em uma faixa de idade em que deveriam estar protegidos e já está havendo uma violação entre eles. Nem sempre quem abusa de uma criança é um adulto” explica Eva.

O abuso sexual vai sempre envolver uma questão de ameaça ou sedução, para manter um pacto de segredo, porque geralmente ele é cometido por alguém que a criança conhece ou confia. Grande parte das vezes o abusador é da família, mas mesmo quando o abuso é extrafamiliar, é alguém que a criança conhece e confia, e pode acontecer com ou sem contato físico. “Pode ser alguém de um curso que a criança esteja fazendo, pode ser alguém do condomínio, da rua onde ela mora, da comunidade onde ela vive” diz Eva.

Ao contrário do abuso, a exploração sexual envolve um pagamento, é um ato comercial geralmente praticado por adultos. Esse pagamento pode ser dinheiro, um prato de comida, uma carona, um presente ou até mesmo o ingresso em uma boate ou clube da moda. Trata-se de uma troca comercial, está dentro de um ambiente de prostituição, mas não é prostituição.

“No Brasil a prostituição é uma profissão reconhecida e considerada legal quando exercida de maneira independente por uma pessoa maior de 18 anos. Quando uma criança exerce isso, muitos enquadram do ponto de vista legal como trabalho infantil. Nós dos Direitos Humanos qualificamos isso como uma violação de direitos. Não foi uma escolha, a criança foi colocada naquela situação”, comenta Eva.

As consequências são devastadoras para a vida dessa criança. A violência sexual afeta todo o desenvolvimento físico e social desse indivíduo, sua autoconfiança, sua capacidade de confiar nos outros, além dos riscos de desenvolvimento de doenças sexualmente transmissíveis, de alcoolismo e uso de drogas, a evasão escolar, a gravidez precoce, o alto índice de tentativa de suicídio por crianças que não sabem lidar com isso e a perpetuação do ciclo continuo de violência.


Dados

Os dados da Childhood Brasil são assustadores:

  • 51 % das crianças abusadas no Brasil tem entre 1 e 5 anos.
  • 23 mil casos de violência sexual foram registrados no Brasil nos últimos cinco anos pelo Ministério da Saúde.
  • 49 mil denúncias de pornografia infantil na internet no mesmo período.
  • A cada hora, cerca de quatro crianças e adolescentes são vítimas de violência sexual no Brasil.
  • Apenas sete de cada 100 casos são denunciados.
  • O Brasil é o sétimo país em gravidez na adolescência e quarto em casamento infantil no mundo.
  • Um em cada três indivíduos on-line hoje são crianças e adolescentes.
  • Existem cerca de 75 mil denúncias de pornografia infantil apenas em 2019.
  • Atualmente há mais de 46 milhões de imagens e vídeos de abuso sexual de crianças nos arquivos da Europol.

A Assistente Social de FURNAS, Claudia Tenório foi a responsável por organizar as mais de 20 perguntas feitas durante o webinar. No geral as pessoas queriam saber como contribuir para diminuir essas estatísticas. 

“Todos nós temos crianças próximas. São filhos, sobrinhos, afilhados, ou convivemos com filhos de vizinhos, de colegas de trabalho, etc. A primeira coisa necessária é construir uma relação de confiança com essa criança. Converse com as crianças, explique os perigos, explique as partes do corpo que não podem ser tocadas, construa, junto com a criança, uma autonomia, a autoconfiança para dizer não. Lembre-a que ela pode se comunicar com você no caso de alguma agressão” explica Eva.

Segundo Eva, a forma mais importante de reconhecer se a criança está sendo vítima de algum abuso on-line é se aproximar. Conhecer os sites, conhecer os jogos, acompanhar a navegação dessas crianças e acessar tudo que a criança navegou e tudo que ela está fazendo. Mostrar interesse em conhecer, procurar saber quais crianças ela conhece pessoalmente e quais só virtualmente. “O contato muitas vezes acontece com adultos que se passam por crianças na internet. O acompanhamento e a denúncia são fundamentais”, complementa ela.

“Acessem no site da Childhood (childhood.org.br) uma série chamada “Crescer sem violência” com filmes para várias faixas etárias. Como abordar o tema com diferentes graus de profundidade. É preciso despertar nela a autoproteção. A chave é dizer para a criança que não existe segredo com nenhum adulto, sejam eles pais, tios, conhecidos ou desconhecidos”, recomenda Eva.


Por: Fernanda Pontual / Furnas

Homem salva animais de queimada e tem moto destruída por chamas

Enquanto retornava para casa, Carlos Roberto Joaquim, de 58 anos, foi surpreendido por uma queimada de grandes proporções às margens de uma vicinal que liga os municípios de Mirassol e Riolândia (SP).

Ao perceber que as chamas estavam se aproximando de uma propriedade rural, ele resolveu parar a moto e ajudar a retirar as cabeças de gado que estavam no local. Contudo, as chamas se alastraram rapidamente e acabaram destruindo seu veículo na tarde da última quarta-feira (7).

“Nós conseguimos salvar todos os animais. Mas minha moto estava estacionada às margens da vicinal. Fui buscar e a encontrei pegando fogo. Tentei apagar as chamas, mas não consegui. Foi tudo muito rápido”, diz.

Em entrevista ao G1, Carlos afirmou que, apesar de ter seu único meio de transporte destruído, não se arrepende de ter parado para resgatar os animais do incêndio.

“Faria tudo novamente. Parei a moto e já fui correndo, pensando nos animais. Jamais viraria as costas e os abandonaria. Talvez a única coisa que eu faria diferente era parar a moto em outro lugar”

Carlos também contou que mora de favor em uma casa sem energia elétrica, em Mirassol, e usava a motocicleta para poder comprar comida e buscar água.

“Minha moto era meu único meio de transporte. Não tenho condições de comprar outra, infelizmente. Estou sem trabalhar e passando por alguns perrengues”, afirma.

O desempregado ainda afirmou que parou de trabalhar depois que se envolveu em um acidente há oito anos. Na época, ele quebrou dois ossos da perna esquerda na beira de um rio e ficou internado no Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP).

“Peguei uma bactéria por causa da lama e fiquei com sequelas. Minha perna e meus dedos endureceram. Perdi a sensibilidade e tenho dificuldades para me locomover. Tentei voltar a trabalhar como pedreiro, mas não aguentava mais e realmente precisei parar. Atualmente, consegui um auxílio do governo com muita luta, mas continuo desempregado”, diz.

Carlos também contou que a motocicleta foi comprada enquanto ainda trabalhava e ganhava um salário. Sem o veículo, ele precisa andar a pé para buscar água e comprar comida.

“Já tentei andar de bicicleta. Só que não consigo por causa da minha perna machucada. Agora, perdi a moto. Minha vontade é de ter outra, realmente preciso, mas não tenho dinheiro nem para pagar aluguel”, conta.

Fonte: G1

Marinha do Brasil realiza treinamento no Lago de Furnas

A Marinha do Brasil realizou o 1° treinamento em São José da Barra (MG), denominado “Operação Ribeirinha”.

O Delegado da DelFurnas Tenente Fábio Luis Moreira Jacobucci Bambace, o Comandante do 3° Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro Tenente Carlos Alexandre Tunala da Silva e o Tenente Coronel da Polícia Militar Luiz Otávio, informaram com exclusividade sobre as ações da Marinha do Brasil e da Polícia Militar no Lago de Furnas.

Polícia Militar realiza sonho de criança em São José da Barra

Na noite da última quarta-feira (29), a criança Arthur Emannuel Tavares Machado, 5 anos, pegou o celular de sua mãe Elizângela Tavares e enviou um áudio no grupo “Barra Protegida”, dizendo que gostaria de dar uma volta na viatura policial.

Em instantes o Diretor do Jornal Folha Regional Romulo Leandro, contatou o responsável pelo 3° Pelotão PM de Alpinópolis (MG), Comandante Tenente Luiz Gustavo Santos Silva, para verificar a possibilidade em realizar o sonho da criança. De imediato ele informou que seria uma honra, e já entrou em contato com a mãe do garoto.

Nesta quinta-feira (1º), o Tenente Gustavo, juntamente com o Sd Silveira, deslocaram de Alpinópolis, até São José da Barra, onde juntamente com o Cb Pietro e Sd Medeiros, fizeram questão de conhecer o pequeno Arthur e assim realizar seu sonho.

A criança conversou muito com a PM, e pousou para diversas fotos com os militares e conheceu a viatura.

Esteve presente na ação comunitária, o diretor do jornal juntamente com sua equipe para registrar o momento.

Arthur, teve a honra de dar uma volta pelas ruas da cidade na viatura, e ficou muito feliz e realizado com esta ação social.

“Que emoção ver meu filho realizado, isso prova que atualmente a PM é amiga da população, e trabalha além da segurança, na conscientização de nossas crianças. Minha eterna gratidão pela realização”. Informou Elizangela.

A Polícia Militar de Minas Gerais, tem se destacado pelas ações realizadas, principalmente pela interação com as crianças.

“Somos amigos, e estamos à disposição da população para ações preventivas e sociais. É uma honra realizarmos sonhos”. Destacou Tenente Gustavo.

Dona Quitita: uma história de amor ao jornal

Aparecida Leite de Morais, carinhosamente conhecida como “Dona Quitita”, de 94 anos, moradora da cidade de Alpinópolis (MG), é assinante de jornal impresso a mais de 20 anos. Uma assídua leitora que espera ansiosamente seu Jornal Diário.

Dona Quitita nasceu em 15 de junho de 1926, em Capitólio (MG), filha de José Leite Machado e Amélia Leite de Morais, neta paterna de João Pedro Machado e Emília Carolina de Jesus, neta materna de Domingos Leite da Cunha e Laura Gonçalves de Morais, Bisneta de Domingos Leite da Cunha e Gertrudes Jacinta da Costa, Trineta de Domingos da Cruz Leite e Maria Angélica de Serafim/Nazareth, Trineta de Silvério da Costa Pereira e Maria Perpétua de Faria (Pais de Gertrudes). Os dados foram repassados pela própria Quitita, que exibe com orgulho o Livro da Família Leite da Costa e Leite da Cunha, editado em 1974, a qual auxiliou o autor com dados dos familiares da cidade de Alpinópolis.

Aparecida se casou em 10 de fevereiro de 1945, em Alpinópolis, com seu primo Sebastião Leite Mezêncio, mais conhecido como Tião do Nestor, nascido em 9 de agosto de 1918 e falecido em 14 de junho de 2003 em Alpinópolis, filho de Nestor Leite de Morais e Alice da Silva Mezêncio. A cerimônia matrimonial foi celebrada pelo pároco Conego Vicente Bianchi.

Foi criada na casa de seus pais no município de Capitólio (MG) e com 6 anos de idade se mudou juntamente com seus familiares para Alpinópolis. Logo após seu casamento, passou a residir na Fazenda Grotão, então município de Passos (MG), local que nasceram quatro de seus filhos. Conversar com essa senhora é relembrar os tempos em que a família era o centro das atenções, sentar à beira de um fogão, em volta de uma mesa e ter logos bate papos que adentravam a noite com a velha luz de lamparina.

Em 1952, o casal deixou a Fazenda Grotão e adquiriram as terras da Fazenda Goiabeira, no município de Alpinópolis, onde permaneceu grande parte de suas vidas, o qual também facilitou os estudos de seus filhos, pois ficava próximo a cidade de Alpinópolis e o deslocamento para a escola e celebrações religiosas era realizado muitas vezes a pé pelo casal e filhos.

Da união nasceram os filhos: Sebastião Leite Mezêncio Machado (Padre Tiãozinho – falecido no Vaticano e sepultado e Alpinópolis), Maria Terezinha Leite, Maria Dalva Mezêncio, Maria Genoveva Mezêncio, Alice Regina Leite, Amélia de Lourdes Mezêncio, José Domingos Leite, Laura Aparecida Mezêncio, Ângela Maria Leite e Rosana Maria de Morais Leite.

Dona Quitita, mulher carismática, religiosa, amável e um exemplo de vida aos 94 anos, é apaixonada por leitura, ama ler seu jornal e ficar por dentro das noticiais da atualidade, gosta muito de relembrar as histórias familiares e se preocupa com a preservação das mesmas para as gerações mais novas.

“Dona Quitita é uma enciclopédia viva, sua memória e inabalável, eu como historiador sempre me recorro a ela para perguntar sobre a Ventania e seu povo, e ela num piscar de olhos me repassa fatos com riqueza de detalhes e nomes de pessoas com uma facilidade fascinante!”. Comentou o CB Juliano Souza.

Todos os dias faz questão de fazer seu crochê e a leitura sem o uso de óculos. Naqueles dias que o Jornal não chega por algum problema, Dona Quitita reclama e sente falta ficando toda chateada.

“Mamãe é uma mulher que gosta muito de ler, os dias que o Jornal não chega aqui em casa, ela fica toda chateada. Ela tem uma visão e um memoria ótima, muitas vezes temos que recorrer a ela pra perguntar datas e fatos”. Disse a filha Ângela Maria Leite.

Nada mais justo que homenagear essa cidadã que é exemplo de vida a todos. Parabéns Dona Quitita, que Deus continue iluminando a cada dia sua vida.

E há quem acha que só mineiro gosta de queijo

Sete queijos jogados do alto de uma ladeira íngreme e dezenas de pessoas correndo — ou rolando — atrás deles. Essa é a Cooper’s Hill Cheese Rolling, evento que ficou conhecido no Brasil como “Corrida do Queijo” e acontece anualmente na cidade de Gloucestershire, no Reino Unido.

As pessoas que se aventuram a participar do evento são advertidas logo no início de que essa pode ser uma atividade perigosa. Dezenas de participantes ficam feridos ao fim do evento. Veja vídeo abaixo.

O vencedor deste ano foi Chris Anderson. O soldado britânico de 30 anos conseguiu pegar três queijos neste ano. Ele agora é o recordista da competição com 21 queijos nos últimos 14 anos.

O próprio Anderson já teve sequelas de edições anteriores. Em 2005, ele quebrou o tornozelo e em 2010 machucou os rins.

Os queijos utilizados na tradicional corrida são fabricados por Diana Smart e seu filho Rod há mais de 25 anos.

São quatro queijos que pesam cerca de 3 kg e outros três exemplares que pesam cerca de 1,5 kg.

Anderson, o novo recordista da corrida que acontece há séculos, dedicou sua vitória ao sobrinho que sofre de uma doença rara.

Ele vai doar seus troféus — os queijos — para a Joseph’s Goal, uma instituição de caridade criada para financiar pesquisas sobre a hiperglicinemia não-cetótica (uma doença que pode causar ataques de epilepsia no paciente), a doença de seu sobrinho.

Fonte: R7

Polícia Militar e CPRV fazem blits de conscientização na Semana Nacional do Trânsito

A Polícia Militar do 12° Batalhão de Passos juntamente com o Comando de Policiamento Rodoviário (CPRV), em resultado a Semana Nacional do Trânsito, realizará até a próxima sexta-feira (25), ações educativas para incentivar a mudança de comportamento e boas práticas de direção segura, contribuindo para a redução de acidentes e reforçar a ideia de que a responsabilidade por um trânsito seguro é compromisso de todos nós.

O tema deste ano é ‘’Perceba o risco, proteja a vida’’, o qual busca chamar a atenção sobre os perigos no trânsito, bem como outros riscos à saúde do cidadão.

Na última terça-feira (22), a PM em parceria com a CPRV, organizaram uma ação conjunta na MG-446, km 6, que liga Alpinópolis (MG) à MG-050 e a outras cidades da região, para conscientizar os condutores. O Tenente Luiz Gustavo Santos da Silva do 3° Pelotão de Alpinópolis falou sobre o assunto em live feita pela Polícia Militar.

‘’Estamos em foco a Semana Nacional do Trânsito, e para melhorar nosso aporte logístico, nós planejamos operações conjuntas entre a unidade do 3° pelotão do 12° batalhão de Passos, com o pessoal do CPRV, para observar tanto as questões de trânsito quanto de segurança pública, por que sabemos que os outros delitos, tais como tráfico de drogas por exemplo, utilizam essas vias, e estradas rurais. O nosso foco, além de prover a segurança das pessoas de bem, também não deixar de lado as repressões de delitos que possam ocorrer ao longo do trânsito.’’ Informou o Tenente.

‘’Nós sabemos que muitas pessoas sabem que alguns produtores e moradores rurais utilizam a rodovia, para depois acessar uma estrada. Então essa operação conjunta da polícia militar e da patrulha rural é importante para isso, para fazer as pessoas perceberam a necessidade de utilizar um capacete mesmo estando dentro do terreno, dentro da propriedade rural dele, utilização correta dos tratores agrícolas. Esse foco na nossa blits hoje, é repassar algumas dicas de segurança como essas’’, completou Gustavo.

De acordo com o militar, a apreensão de armas é muito importante, sabendo que uma arma na mão de um infrator pode acarretar em uma série de crimes.

O Cabo Carvalho informou que as vezes as pessoas tentam escapar das blits, mas nem sempre o intuito é multar, nesse caso os policiais estão ali para orientar a importância do uso do cinto de segurança, capacetes e outras infrações.

As operações acontecem em todo o estado, trabalhando em prol de tornar a região um lugar melhor para viver e apreender.

Jovem com síndrome de Down realiza transplante raro em Passos

O Jovem Matheus Machado de Araújo, de 19 anos, realizou no dia 21 de agosto, na Santa Casa de Misericórdia de Passos, um transplante considerado raro. O procedimento é considerado incomum por conta da síndrome e chega a ser contraindicado por profissionais de saúde.

No entanto, o hospital do Sul de MG entendeu que o paciente teria condições devido à estrutura familiar. Depois da cirurgia, Matheus recebeu alta, tendo o procedimento como um sucesso.

A mãe dele, Maria Aparecida Machado Martins, agradeceu à família do doador que proporcionou o novo rim e a “nova vida” ao filho.

“Agradeço a família do doador por ter dado essa nova vida. Graças a eles que estamos aqui muito felizes”, destacou ela.

Com 59 anos, passense vence a Covid-19

Willian José da Costa está grato pela vitória

Natural de Passos (MG), Willian foi acompanhado pelo médico Matheus de Medeiros Castro e equipe multiprofissional da Santa Casa de Misericórdia de Passos durante o período de 8 a 15 de agosto.

“Me cuidaram com muito carinho e amor”, agradece o passense.

Policial Militar se destaca como escritor em Alpinópolis

Conheça a história de vida do Policial Militar, que tem como hobby a escrita. Cabo Juliano, além de fazer seu trabalhando com excelência à frente da PM, tem a comunicação como sua segunda vocação.

Juliano Pereira de Souza nasceu em 21/07/1985 em Alpinópolis (MG), filho de Domingos Antônio de Souza e Maria Izabel Pereira de Souza, tem como avós paterno Antônio Sebastião de Souza e Maria Conceição Vilela, avós materno Vicente Basílio Pereira e Ana Avelina Alves.

Bisneto de Sebastião Cândido de Souza e Maria Cândida de Jesus (pais de Antônio) e Francisco Quirino Vilela e Ana Marotti (pais de Maria, e também de Basílio Antônio Pereira e Madalena Maria de Jesus (pais de Vicente) e Antônio Avelino Alves e Mariana Cândida de Jesus (pais de Ana).

Sua descendência paterna é originária de Ana Teodora de Figueiredo, “Dona Indá” e do Alferes José Justiniano dos Reis, fundadores de Alpinópolis, a tão conhecida “Ventania”.

Juliano Estudou o ensino primário na E. M. Horácio Pereira Damásio e posteriormente o Ensino Fundamental e Médio na E. E. Dona Indá.

Em sua adolescência trabalhou como vendedor ambulante e comerciante, após, ingressou na PMMG em 01/01/2006 na cidade de Bom Despacho, onde fica localizado o 7º Batalhão da PMMG, cursando CTSP (Curto Técnico de Segurança Pública). Durante a realização do curso devido sua competência intelectual ficou classificado entre os melhores Soldados daquele curso. Após, sua formação em 31/10/2006, foi transferido para sua terra natal, onde exerce suas atividades como policial militar.

Foi promovido a Cabo no ano 2015, devido a tempo de serviço e no ano 2016 foi condecorado com a Medalha de Bronze, devido aos bons serviços prestados a PMMG.

No ano de 2016 e 2018 recebeu homenagem da Câmara Municipal de Alpinópolis com a “Moção de Aplausos”, devido aos bons serviços prestados a comunidade no âmbito da segurança pública. Em 2019 foi agraciado com o diploma de destaque operacional na área de prevenção de crimes.

Atualmente, o Cabo exerce a função na comunicação organizacional, divulgando para a imprensa os serviços prestados as comunidades alpinopolense e São José Barrense, fato que contribui imensamente para a credibilidade da instituição militar nos municípios e região, proporcionando o aumento da sensação de tranquilidade da população.

Desde 2009, em suas horas de folga, o Militar exerce a função de Historiador e Genealogista auto ditada, resgatando informações em cemitérios, paróquias, cartórios, arquivos das comarcas e centros de memória de algumas localidades da região, bem como colhendo depoimentos de pessoas mais idosas para gerações mais novas. Já realizou pesquisas nas cidades de Alpinópolis, Carmo do Rio Claro, Conceição da Aparecida, Nova Resende, São José da Barra e Passos.

Tais informações são de enorme importância sobre a história e a genealogia dos municípios da região, e com isto vem criando um acervo histórico de documentos e fotografias para conservar a história regional.

Está sempre em diálogo e cobrando das autoridades locais, afim garantir e preservar a história em especial do município de Alpinópolis.

Juliano inscreveu-se em 2018 para integrar como membro no CBG (Colégio Brasileiro de Genealogia), sendo aceito pelo conselho da instituição. No ramo da Genealogia está pesquisando sobre a descendência de Ana Teodora de Figueiredo, “Dona Indá” e seu marido o Alferes José Justiniano dos Reis, que foram com os doadores do patrimônio do padroeiro São Sebastião da cidade de Alpinópolis, antiga “Fazenda Ventania”. A pesquisa atualmente está com aproximadamente 1800 páginas e abrange vários sobrenomes de famílias da cidade e região: Figueiredo, Vilela, Reis, Faria, Rodrigues, Alves, Freire, Silva, Garcia, Oliveira, Borges, Lemos, Ferreira, Lima, Paula, Agelune, Pereira, Andrade, Bueno, Brasileiro, Ribeiro, Morais, Carvalho, Ávila, Damasceno, Nunes, Krauss, Silveira, Pires e outros.

Devido a sua boa convivência e presteza, já foi solicitado por outros historiadores e genealogistas para contribuir com pesquisas e materiais, fato prontamente atendido.

Contribuiu com a publicação em 2015 da Inspetora e historiadora Irene Gonçalves Brasileiro Pimenta, para a publicação: “A Descendência da Família Brasileiro e Alves de Figueiredo”; bem como também foi solicitado a contribuir com material fotográfico para o livro “Sentido das Águas”, publicado em 2016, pela Editora Plusinfo. Em 2020 publicou o livro “Ventania Valorizando Nosso Povo”, que trata de personagens históricos que ainda não foram reconhecidos pelo poder público Alpinopolense e não foram homenageados em seus logradouros, o livro ressalta os feitos de cada personalidade.

Uma fanpage foi criada para divulgação dos trabalhos do Militar Escritor:

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=102741828255322&id=102531721609666&cft[0]=AZV9NMFDU0beF6Vhz35QxR7vFz45Av0t5Phih8UuOGjDkXHRsBJMXYcQMcAS-2S3r7VW1wofuOX1i7SXe2SUgLd0-PFk3hjQYSPZHYXg-u2xBRT0jzT_Ej4KK9zg86xHNiyHEGNSQCJgSfkfNatuqFETGEE0p0ONx1iRLtDn892gThoKmaoyoH7i3X4bx2eNa4A&tn=-UK-R
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