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Jornal Folha Regional

Preço médio de combustíveis cai em Passos e sobe em São Sebastião do Paraíso

Preço médio de combustíveis cai em Passos e sobe em São Sebastião do Paraíso – Crédito: Lucas Lacas Ruiz

Os preços médios dos combustíveis diminuíram em Passos (MG) e, em São Sebastião do Paraíso (MG), o valor cobrado pelo diesel comum, pela primeira nos últimos meses, ultrapassou R$ 6. Em Passos, etanol, gasolina e diesel tiveram redução, mas o preço médio do botijão de 13 quilos de gás liquefeito de petróleo (GLP) subiu de R$ 80,83 para R$ 84,99, voltando ao mesmo valor cobrado entre 13 e 19 de agosto.

Pesquisa semanal realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre os dias 27 de agosto e 2 de setembro aponta que o preço médio do etanol caiu R$ 0,02 e passou de R$ 3,53 para R$ 3,51 em Passos. Na gasolina, tanto aditivada como a comum, a queda também foi de R$ 0,02, de R$ 5,59 para R$ 5,57 e de R$ 5,47 para R$ 5,45, respectivamente.

O valor médio cobrado pelo litro do óleo diesel também diminuiu em Passos na semana passada. Segundo a ANP, o preço do diesel comum baixou de R$ 5,98 para R$ 5,97 e o do S10 caiu de R$ 6,41 para R$ 6,37.

Em São Sebastião do Paraíso, o preço médio do etanol baixou de R$ 3,45 para R$ 3,44. Na gasolina, aditivada e comum, os preços se mantiveram no município. No óleo diesel, os preços subiram na última semana. De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio cobrado pelo diesel comum passou de R$ 5,87 para R$ 6,01 e, o S10, de R$ 6,02 para R$ 6,15. O botijão de gás teve queda no preço médio em Paraíso, que baixou de R$ 84,98 para R$ 83,98.

No país, os preços médios da gasolina e do etanol tiveram leve queda na última semana, após uma sequência de aumento ocorrida depois do reajuste anunciado pela Petrobras, no dia 15 de agosto, nos valores cobrados pela gasolina A e pelo diesel das distribuidoras.

A gasolina A – produzida pelas refinarias de petróleo e entregue diretamente às distribuidoras – teve o preço médio reajustado em R$ 0,41 por litro e passou a ser vendida às distribuidoras por R$ 2,93. O aumento foi de cerca de 16%. 

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,14 a cada litro vendido na bomba”, diz o comunicado da empresa. Apesar desse reajuste, no ano o preço da gasolina vendida às distribuidoras acumula redução de R$ 0,15 por litro, segundo a Petrobras.

Para o diesel, a estatal aumentou o preço médio de venda para as distribuidoras em R$ 0,78, chegando a R$ 3,80 por litro. O reajuste representa 26%. Levando em consideração a mistura obrigatória de 88% de diesel A – produzido nas refinarias – e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,34 a cada litro. No ano, o preço de venda de diesel da Petrobras para as distribuidoras acumula redução de R$ 0,69 por litro. 

Via: Clic Folha.

Petrobras aumenta preço da gasolina em R$ 0,41 por litro; diesel ficará R$ 0,78 mais caro nas distribuidoras

Petrobras aumenta preço da gasolina em R$ 0,41 por litro; diesel ficará R$ 0,78 mais caro nas distribuidoras – Foto: REUTERS/Adriano Machado

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (15) que aumentará, a partir de amanhã, em R$ 0,41 por litro o seu preço médio de venda de gasolina A para as distribuidoras. Com o reajuste, o preço por litro do combustível passará a ser de R$ 2,93.

Segundo a empresa, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,14 a cada litro vendido na bomba.

No ano, a variação acumulada do preço de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras é uma redução de R$ 0,15 por litro.

Para o diesel, a Petrobras aumentará em R$ 0,78 por litro o seu preço médio de venda de diesel A para as distribuidoras, que passará a ser de R$ 3,80 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,34 a cada litro vendido na bomba.

No ano, a variação acumulada do preço de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras é uma redução de R$ 0,69 por litro.

Ainda segundo comunicado da empresa, destaca-se que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda.

Importante esclarecer que a implementação da estratégia comercial, em substituição à política de preços anterior, incorporou parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação.

Em um primeiro momento, isso permitiu que a empresa reduzisse seus preços de gasolina e diesel e, nas últimas semanas, mitigasse os efeitos da volatilidade e da alta abrupta dos preços externos, propiciando período de estabilidade de preços aos seus clientes.

No entanto, a consolidação dos preços de petróleo em outro patamar, e estando a Petrobras no limite da sua otimização operacional, incluindo a realização de importações complementares, torna necessário realizar ajustes de preços para ambos os combustíveis, dentro dos parâmetros da estratégia comercial, visando reequilíbrio com o mercado e com os valores marginais para a Petrobras.

Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia reitera que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente.

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à sua parcela e dos demais agentes na formação e composição dos preços médios de combustíveis ao consumidor.

Postos não conseguem comprar gasolina e dizem que pode faltar combustível em MG

Postos não conseguem comprar gasolina e dizem que pode faltar combustível em MG – Foto: reprodução

Os postos de Minas Gerais estão com dificuldade para comprar combustíveis das distribuidoras, segundo nota divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro).

O Minaspetro diz que “os revendedores alegam que as empresas estão adotando essa prática comercial por causa do aumento do preço dos combustíveis, previsto para semana que vem, devido à volta da incidência total dos impostos federais na gasolina e etanol”.

A partir de 1º de julho, o litro da gasolina deve ter um reajuste de R$ 0,22 por causa do retorno integral do PIS/Cofins e da Cide. No ano passado, o ex-presidente Jair Bolsonaro zerou as alíquotas dos tributos federais sobre a gasolina, etanol, diesel, biodiesel, gás natural e gás de cozinha, numa tentativa de forçar a redução dos preços pouco antes do período eleitoral. A medida tinha validade até 31 de dezembro de 2022.

Mas, no início deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu prorrogar por dois meses a desoneração dos impostos, mas prevendo a volta parcial da cobrança a partir de março para a gasolina e para o etanol e o retorno integral para os dois combustíveis a partir de 1º de julho.

Antes da desoneração, os tributos federais representavam R$ 0,69 por litro de gasolina. Em março, quando eles voltaram a incidir parcialmente sobre o combustível, a gasolina teve um aumento de R$ 0,47. Os outros R$ 0,22 só serão cobrados com o retorno integral dos tributos, no próximo mês.

Segundo o Minaspetro, essa prática das distribuidoras tem sido recorrente. “Como virou costume em vésperas de mudança de regramento tributário e reajustes da Petrobras, os postos de Minas Gerais têm identificado dificuldade na aquisição de produtos junto às companhias distribuidoras, principalmente na gasolina”.

O sindicato que representa os postos diz ainda que “caso a suspeita se confirme, o Minaspetro lamenta esse modelo de operação das distribuidoras, que pode gerar uma antecipação do aumento previsto e alerta que a prática pode ferir cláusulas de contratos das companhias com os postos, além de ocasionar desabastecimento em algumas regiões”.

A reportagem de O Tempo procurou dois órgãos que representam as distribuidoras em busca de um posicionamento do outro lado: o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) e o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom). Até o momento, não houve resposta. Assim que eles divulgarem um posicionamento, esta matéria será atualizada.

Confira a nota do Minaspetro na íntegra

“Como virou costume em vésperas de mudança de regramento tributário e reajustes da Petrobras, os postos de Minas Gerais têm identificado dificuldade na aquisição de produtos junto às companhias distribuidoras, principalmente na gasolina. Os revendedores alegam que as empresas estão adotando essa prática comercial por causa do aumento do preço dos combustíveis, previsto para semana que vem, devido à volta da incidência total dos impostos federais na gasolina e etanol.

Caso a suspeita se confirme, o Minaspetro lamenta esse modelo de operação das distribuidoras, que pode gerar uma antecipação do aumento previsto e alerta que a prática pode ferir cláusulas de contratos das companhias com os postos, além ocasionar desabastecimento em algumas regiões”.

Petrobras reduz em R$ 0,13 por litro o preço da gasolina para as distribuidoras

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (15) que o preço do litro da gasolina vendido às distribuidoras cairá R$ 0,13. Corte corresponde a 4,65% e é o quarto no ano. A medida vale a partir desta sexta-feira (16).

A última vez que a empresa cortou o preço da gasolina foi em 17 de maio. O anúncio foi feito na véspera, mesmo dia em que a estatal detalhou sua nova política de preços.

A partir desta sexta, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 1,94 a cada litro vendido na bomba.

Com isso, “mantidas as parcelas referentes aos demais agentes conforme a pesquisa de preços da ANP para o período de 4 a 10/06, o preço médio ao consumidor final poderia atingir o valor de R$ 5,33 por litro”, diz a estatal.

Veja a nota da empresa:

A partir de amanhã (16/6), a Petrobras reduzirá em R$ 0,13 por litro o seu preço médio de venda de gasolina A, que passará a ser de R$ 2,66 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 1,94 a cada litro vendido na bomba. Mantidas as parcelas referentes aos demais agentes conforme a pesquisa de preços da ANP para o período de 4 a 10/06, o preço médio ao consumidor final poderia atingir o valor de R$ 5,33 por litro.

Destaca-se que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda.

A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino em equilíbrio com os mercados nacional e internacional.

Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia destaca que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente.

Transparência é fundamental

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à sua parcela e dos demais agentes na formação e composição dos preços médios de combustíveis ao consumidor.

Preço médio da gasolina sobe em Passos; gás de cozinha cai

Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 28 de maio e 3 de junho, o preço médio da gasolina aditivada e comum subiu em Passos e São Sebastião do Paraíso. Já o valor do botijão de gás de cozinha sofreu queda nesses municípios.

Nas últimas três semanas, região apresentou queda no preço dos combustíveis, mas após o anúncio da nova alíquota do ICMS nos estados, o consumidor deve sentir uma ligeira alta desses produtos nos postos.

Segundo a ANP, a cotação média da gasolina aditivada em Passos ficou com média de preço em R$ 5,19, aumento de R$ 0,08 em relação a semana passada. Já o preço mínimo subiu para R$ 5,09 e o preço máximo ficou em R$ 5,49. Em Paraíso, o levantamento apontou preço mínimo de R$ 5,2 e máximo R$ 5,79. Em relação ao preço médio, os estabelecimentos no município estão cobrando R$ 5,46.

A gasolina comum cobrada em Passos ficou com preço médio de R$ 5,09, aumento de R$ 0,09 em relação a última pesquisa, já o preço mínimo manteve o valor em R$ 4,89 e máximo em passou de R$ 5,19 para R$ 5,29. Em São Sebastião o Paraíso, a cotação média, mínima e máxima da gasolina comum manteve o patamar da última pesquisa R$ 5,31, R$ 5,20 e R$ 5,39, respectivamente.

De acordo com o levantamento feito pela ANP, o preço médio do gás de cozinha (GLP) em São Sebastião do Paraíso registrou queda de R$ 4,50 em relação a pesquisa anterior, passando de R$ 87,98 para R$ 83,48. Já o preço mínimo no município caiu de R$ 79,99 para R$ 75 e o valor máximo do gás ficou em R$ 100, mantendo o valor praticado na semana passada.

Em Passos, o preço médio do gás também sofreu queda, passando de R$ 109,16 para R$ 105,71. Já o valor mínimo do produto ficou no valor de R$ 100, queda de R$ 5 em relação a última pesquisa. Já o valor máximo sofreu queda de R$ 10 e passou a valer R$ 110 no município.

Segundo a ANP, em Passos, o preço médio do óleo diesel comum caiu para R$ 5,98 por litro. Já o S10, manteve o patamar da última pesquisa. Em Paraíso, o diesel comum passou de R$ 5,12 para R$ 4,99. O S10 no município caiu R$ 0,13, em comparação com o último levantamento, com média de R$ 5,09 por litro, já o preço máximo caiu de R$ 5,69 para 5,19.

A cotação média do etanol no levantamento feito pela ANP entre os dias 28 de maio e 3 de junho apontou aumento de R$ 0,02 em Passos, passando de R$ 3,74 para R$ 3,76 e o preço máximo e mínimo cobrado manteve em R$ 3,89 e R$ 3,69, respectivamente. Em Paraíso, o combustível ficou com média de R$ 3,95. (Clic Folha)

Petrobras anuncia redução de 21,3% no gás de cozinha, 12,6% na gasolina e 12,8% no diesel

Foto: Getty Images/iStockphoto

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, anunciou nesta terça-feira (16) a redução nos preços da gasolina, do óleo diesel e do gás de cozinha (GLP). Os novos preços valem a partir desta quarta (17).

A afirmação foi feita ao lado do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião entre os dois em Brasília.

Segundo Jean Paul Prates, as reduções nas distribuidoras serão as seguintes:

  • gasolina A: redução de R$ 0,40 por litro (-12,6%);
  • diesel A: redução de R$ 0,44 por litro (-12,8%);
  • gás de cozinha (GLP): redução de R$ 8,97 por botijão de 13 kgs (-21,3%).

Com essa redução, segundo a Petrobras, o preço do botijão de gás para o consumidor final pode cair abaixo dos R$ 100. O valor praticado na revenda, no entanto, não é controlado diretamente pelo governo.

As denominações “gasolina A” e “diesel A” se referem ao combustível puro – antes da mistura com álcool e biodiesel, respectivamente.

“Destaca-se que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda”, diz a Petrobras no anúncio.

No início da manhã, a estatal anunciou uma nova política de preços para os combustíveis no mercado interno.

Com isso, fica revogada a fórmula da Paridade de Preço de Importação (PPI), baseada nas oscilações do dólar e do mercado internacional de óleo, e que contabilizava também os custos logísticos com transporte e taxas portuárias, por exemplo.

“Essa nova política, além de servir a uma política comercial adequada, que é competir internamente e tornar os preços mais atrativos para o consumidor, vai diminuir o impacto na inflação. E vai ajudar o Brasil inclusive a sensibilizar, por exemplo, o Banco Central para que a gente possa diminuir a nossa taxa de juros”, afirmou Alexandre Silveira.

“A Petrobras vai se livrar de muitas amarras que a colocavam, muitas vezes, até mal posicionada. Porque a volatilidade era obrigatoriamente cumprida por ela, muitas vezes, de forma a prejudicar o consumidor e a própria empresa. Ganha o governo, mas ganham principalmente as brasileiras e os brasileiros”, declarou.

Preços seguirão ‘referência’ internacional, diz Prates

Em seguida, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a nova política de preços da estatal não se afastará da “referência internacional dos preços”.

Segundo ele, o preço global do petróleo será considerado, mas em outro modelo. A fórmula anterior, diz Prates, era uma “abstração”.

“Estamos comunicando ao mercado um ajuste na estratégia comercial de composição de preço e nas condições de venda. Esse modelo maximiza a incorporação de vantagens competitivas, sem se afastar absolutamente da referência internacional dos preços”, disse.

“Quando digo referência, não é paridade de importação. Portanto, quando o mercado lá fora estiver aquecido, com preços fora do comum e mais altos, isso será refletido no Brasil. Porque abrasileirar o preço significa levar vantagens em conta, sem tirar nossas vantagens nacionais”, disse.

“Paridade de importação era uma abstração. Pegar preço lá fora, colocar aqui dentro como se tivesse produzido lá fora, só que na porta da refinaria daqui”, continuou.

Diesel, gasolina, etanol e GLP têm queda de preços na região

Imagem: redes sociais

Os preços médios dos combustíveis caíram na região nas últimas semanas. Em Passos, o litro do diesel S10 diminuiu de R$ 5,93 para R$ 5,63, o etanol baixou de R$ 4,16 para R$ 3,95 e o valor cobrado pela gasolina comum caiu de R$ 5,37 para R$ 5,17. Em Paraíso, as quedas no S10 e etanol foram menores, de R$ 5,78 para R$ 5,71 e de R$ 4,33 para R$ 4,32 respectivamente, e o valor médio da gasolina se manteve em R$ 5,70.

De acordo com pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em Passos, os preços médios de quase todos os combustíveis registram queda na comparação entre a semana de 30 de abril a 6 de maio e o período de 7 a 13 de maio. Em Paraíso, o levantamento da ANP aponta queda nos valores médios cobrados pelo etanol, diesel comum, diesel S10 e no gás de cozinha.

Nos dois municípios, a pesquisa de ANP abrangeu três postos de combustíveis na gasolina aditivada. No levantamento feito sobre o valor médio do etanol, a ANP pesquisou preços em dez estabelecimentos em Passos, nas últimas duas semanas, e seis em Paraíso, no período de 30 de abril a 6 de maio, e sete na semana seguinte. Na gasolina comum, a abrangência foi de dez postos em Passos e sete em paraíso, nas duas semanas.

Para verificar o valor do diesel comum, a agência pesquisou preços em oito postos de combustíveis em Passos, entre 30 de abril e 6 de maio, e nove estabelecimentos na semana passada. Em Paraíso, a pesquisa foi feita em sete postos, nas duas semanas.

No levantamento de preços do diesel S10, a agência pesquisou em nove postos em Passos, entre 30 de abril e 6 de maio, e sete estabelecimentos na semana seguinte. Em Paraíso, o levantamento foi realizado em seis estabelecimentos, nas duas semanas.

S10

As quedas mais expressivas nos preços médios nas últimas duas semanas na região foram registradas no diesel S10 em Passos (R$ 0,30), no etanol (R$ 0,21) e na gasolina comum (R$ 0,20), também em Passos. No S10, a valor máximo cobrado pelo litro do combustível na cidade caiu de R$ 6,69 para R$ 5,79.

GLP

Tanto em Passos como em Paraíso, o valor cobrado pelo botijão de 13 quilos do gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo) diminui na comparação entre as duas últimas semanas. Segundo a ANP, o preço médio baixou de R$ 110 para R$ 107, em Passos, e de R$ 93,11 para R$ 92,84, em Paraíso. Em Paraíso, a agência pesquisou preços do GLP em sete revendedores, nas duas semanas. Em Passos, a abrangência da pesquisa foi de sete estabelecimentos, entre os dias 30 de abril e 6 de maio, e em nove na semana seguinte. (Clic Folha)

Preços sobem e gasolina A chega a R$ 6,49 em Passos

Após uma queda no início do mês, os preços dos combustíveis subiram em Passos na última semana. Os valores médios cobrados pelo litro da gasolina, tanto comum como aditivada, do etanol e do diesel aumentaram. A gasolina A teve a maior alta, de 6,5% no preço médio (R$ 5,57), e chegou a R$6,49 na cotação máxima, o que corresponde a elevações de R$ 0,34 e R$ 1, respectivamente, em relação à semana anterior.

O preço médio do etanol ficou em R$ 4,00 no último levantamento da ANP, maior valor das últimas três semanas, com um aumento de 3,89%. Nas pesquisas anteriores, o preço médio do combustível havia caído de R$ 3,88 para R$ 3,85.

Na gasolina comum, a cotação média teve alta de R$0,06 e ficou em R$ 5,31, mas segue abaixo do valor registrado na pesquisa realizada entre 26 de fevereiro e 4 de março (R$ 5,38).

Em São Sebastião do Paraíso, os combustíveis mantiveram os valores médios, com pequenas reduções, de R$ 0,01 na gasolina comum e R$ 0,02 no óleo diesel. Comparado com as últimas semanas, o preço médio do etanol permaneceu estável (R$ 4,16), com mínimo em R$ 4 e máximo de R$ 4,29 e a gasolina A, com média de R$ 5,91, apresenta preço mínimo de R$ 5,40 e máximo de R$ 6,98. Apesar do aumento em Passos, o município ainda apresenta médias de preço da gasolina e do etanol menores que em Paraíso.

DIESEL

Pela primeira vez em três semanas, o óleo diesel em Passos está mais caro do que em Paraíso. Na última pesquisa da ANP, o combustível apresentou aumento de 2,52% em Passos e registrou preço médio de R$ 6,08, o que representa R$ 0,08 a mais que o registrado em Paraíso. O óleo diesel na versão S10 também está mais caro em Passos, apesar de registrar o maior preço máximo em Paraíso (R$ 7,09), com um aumento de 1,62%.

GLP

O gás de cozinha reduziu de preço em Paraíso. Segundo a agência, em sete postos pesquisados, o preço médio do botijão com 13 quilos passou de R$92,84 para R$91,41. Em Passos o GLP apresentou aumento, porém na última pesquisa apenas dois estabelecimentos foram consultados. O valor médio cobrado pelo botijão passou de R$109,22 (quando nove estabelecimentos foram consultados) para R$112,50 (dois estabelecimentos), com variação apenas no preço mínimo que subiu de R$98 para R$110. O preço máximo do GLP se manteve em R$115 em Passos. (Clic Folha)

Petrobras reduz preço de gasolina e diesel a partir de amanhã

A Petrobras anunciou uma redução de 3,93% no preço médio da gasolina vendida para as distribuidoras e de 1,95% no preço do diesel. Os novos preços entram em vigor amanhã.

Veja os valores por litro:

  • Gasolina A vai ser vendida a distribuidoras a R$ 3,18 (uma queda de R$ 0,13 por litro)
  • Diesel A será vendido a R$ 4,10 (uma queda de R$ 0,08)

Com a mudança, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,32 a cada litro de gasolina A vendido na bomba. No caso do diesel, a fatia da Petrobras será de R$ 3,62 a cada litro vendido na bomba.

O governo Lula (PT) deve retomar a cobrança de impostos federais sobre os combustíveis a partir de 1º de março. Sem a isenção, a gasolina deve aumentar em R$ 0,69 por litro nos postos, calcula a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).

A medida, solicitada pelo ministro Fernando Haddad, deve ajudar o governo federal a arrecadar verbas, e a expectativa é assegurar os R$ 28,9 bilhões desejados pela equipe econômica.

Essas reduções têm como principal balizador a busca pelo equilíbrio dos preços da Petrobras aos mercados nacional e internacional, através de uma convergência gradual, contemplando as principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos.

Petrobras anuncia aumento de R$ 0,23 no preço da gasolina

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (24) que o preço da gasolina para as distribuidoras será reajustado em R$ 0,23. O litro, a partir desta quarta-feira (25), vai ser comercializado por R$ 3,31, ante os R$ 3,08 que vinha sendo praticado. Em Belo Horizonte e região metropolitana, os postos vendem o combustível, atualmente, a um valor médio de R$ 4,80. 

Em nota, a Petrobras afirmou que o reajuste é coerente com “a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”. 

A política de Preço de Paridade de Importação (PPI), adotada pela estatal para precificar os combustíveis, tem como base o valor do barril de petróleo cotado em dólar no mercado internacional. Também entra na conta as taxas necessárias para importação. 

Em dezembro, o petróleo tipo brent chegou ao custo de US$ 77. Nesta segunda-feira, o barril encerrou o dia ao custo de US$  88,19. Neste cenário, a Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) calculou uma defasagem de 15% entre o valor de venda da gasolina no Brasil em relação ao custo de importação. O percentual significa que o combustível está sendo vendido no Brasil a um preço R$ 0,47 mais baixo do que o considerado necessário para suprir os gastos internacionais. 

Com o aumento, a Petrobras afirma que a parcela referente a estatal no preço final pago ao consumidor será de R$ 2,42 a cada litro vendido. Na composição de preços ainda entram as margens de lucro dos postos de combustíveis e os impostos. Os tributos federais – Cide, Pis e Cofins – estão zerados até 28 fevereiro.

Já o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos Estados, também está reduzido como consequência da Lei Complementar 192/ 2022. A norma estabeleceu alíquota máxima de 17% e 18% na cobrança sobre combustíveis no Brasil. Em Minas Gerais, o valor adotado é de 18%. 

Mudança de comando 

O aumento no preço da gasolina ocorre em meio a mudança de comando na presidência da Petrobrás. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o senador Jean Paul Prates como o novo gestor da estatal. Prates vai substituir Caio Paes de Andrade, que havia sido nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que renunciou ao cargo no início de janeiro. 

Nesta quinta-feira (26), o Conselho de Administração da Petrobras tem reunião marcada e o nome de Jean Paul Prates será analisado e pode ser aprovado para a presidência e para integrar uma cadeira no órgão colegiado da estatal. Em Fato Relevante ao mercado, a empresa afirmou que a decisão será anunciada tão logo houver uma decisão.

Em entrevistas e pronunciamentos após a indicação ao comando da Petrobras, Jean Paul Prates afirmou ser contrário à manutenção do PPI e ao processo de privatização das refinarias, em curso na gestão de Bolsonaro. 

“A Petrobras é uma empresa forte, exemplo internacional de capacidade técnica, engenho e determinação. É uma companhia que existe como empresa de economia mista, que alia capitais privados e estatais, e precisa conciliar essa natureza ao seu papel estruturante na economia do país”, disse Prates após a indicação de Lula. 

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