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Jornal Folha Regional

Ministério Público promove reunião para tratar de ocupações no Lago de Furnas

Ministério Público promove reunião para tratar de ocupações no Lago de Furnas – Foto: Reprodução

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) realizou na última segunda-feira (17), uma reunião para tratar sobre as ações necessárias em relação as ocupações no entorno do Lago de Furnas.

Estiveram presentes no encontro, os promotores de Justiça, Carlos Eduardo Ferreira Pinto e Rodrigo Caldeira Grava Brazil, a prefeita de Nepomuceno e presidente da Alago, Iza Menezes, secretário-executivo da Alago, Fausto Costa, vice-presidente da Unelagos, Tiago Amaral Carvalho Cunha e representantes do Jurídico, do Departamento Fundiário e de Licenciamento Ambiental de Eletrobras Furnas S.A.

De acordo com o promotor, Rodrigo Caldeira, a reunião foi um desdobramento de outro que ocorreu recentemente em Alfenas, promovida também pelo MPMG e pela Associação Mineira dos Municípios (AMM). Para ele, é necessário continuar cobrando a Eletrobras Furnas para que os objetivos do Consórcio Intermunicipal dos Municípios do Lago de Furnas (Cimlago) sejam colocados em prática, mais especificamente em relação ao levantamento topográfico das ocupações do entorno do lago.

Conforme ainda o promotor, um cronograma das ações a serem realizadas também foi cobrado a represa.

Segundo o vice-presidente da Unelagos, Tiago Amaral Carvalho Cunha, o cronograma traria mais segurança para os proprietários de residências no entorno da represa, dando-lhes um horizonte temporal de quando suas intervenções poderiam ser regularizadas, após atender aos requisitos definidos.

O representante do Departamento Fundiário de Furnas afirmou que avanços têm sido feitos para que o levantamento de dados topográficos fossem fornecidos.

Com relação às notificações, os representantes de Furnas reforçaram que o contrato já está fechado com a empresa terceirizada e que já tem um acordo com a Alago para que novas ações judiciais não sejam ajuizadas.

Neste momento, o promotor de Justiça, Carlos Eduardo Ferreira Pinto, solicitou que as notificações sejam suspensas, por entender ser uma incoerência de Furnas por tomar atitudes que vão na contramão destas ações. Já Furnas se comprometeu em levar o assunto ao presidente da Eletrobras Furnas S.A, Caio Pompeu de Souza Brasil Neto.

O promotor sugeriu ainda que as ações judiciais já em andamento fossem suspensas, com base na própria existência do Protocolo de Intenções para criação do Cimlago e propôs que a Unelagos realize um levantamento das ações judiciais mais críticas, para que os casos sejam analisados individualmente, na presença de Furnas, a fim de que soluções possam ser encontradas, ponderando ainda que os promotores de cada municípios sejam contatados para um entendimento comum.

Representante do Departamento Fundiário de Furnas solicitou que apenas as ações judiciais dos municípios que aderiram ao Cimlago fizessem parte deste levantamento.

Furnas se comprometeu em agilizar os procedimentos para a efetivação das ocupações e evitar a judicialização. Porém, a represa ressaltou que, por conta da dificuldade de observação das áreas via satélite e por ausência de localização nos programas de mapeamento de determinados lugares, a medida deverá ser flexibilizada.

Saiba quais os benefícios o Lago de Furnas trouxe para a cafeicultura desde a criação da represa em MG

Lago de Furnas trouxe benefícios para cafeicultores, conclui pesquisa da Unifal-MG — Foto: Reprodução EPTV
Lago de Furnas trouxe benefícios para cafeicultores, conclui pesquisa da Unifal-MG — Foto: Reprodução

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG) apontou o impacto causado na agricultura depois da chegada do Lago de Furnas, na década de 1960.

Além de mudar a paisagem do Sul de Minas, a represa também mudou a economia, tornou a cafeicultura predominante e ainda traz benefícios para o cultivo do grão.

A Represa de Furnas é um lago artificial que foi formado para abastecer a Hidrelétrica de mesmo nome, que fica em São José da Barra (MG). Em 1963, terminou o processo de inundação que formou o lago. Esse processo mudou a vida de muitas famílias.

“O meu pai vivia em Barranco Alto, e lá a agricultura era mais em vagem, plantar arroz, feijão, essas coisas, planta branca. Aí veio o lago aí teve de mudar mais para os lugares altos que a água não pegasse, aí teve que mudar para o café. No começo era pequeno produtor, aí teve que ir para o café porque outras plantas brancas, milho, soja, era para produtores maiores. O café é mais trabalhoso, mas dá uma renda melhor”, disse o cafeicultor João Francisco de Lima.

Ir para terras em locais mais altos foi mais do que uma mudança de lugar, e sim uma alteração na economia da região.

“Eles tiveram que passar a cultivar o café. Foi uma transição muito brusca e também o impacto social, a gente tem que pensar também que essas pessoas deixaram de cultivar, deixaram suas propriedades para buscar outras alternativas com outros cafeicultores que já trabalhavam e os incentivaram eles a continuar para eles permanecerem na propriedade. Já teve uma quebra por conta do lago e se essa família não permanecesse, ela tivesse que mudar, iria desestruturando cada vez mais. Mas muitos realmente foram embora, não permaneceram”, explicou a mestre em geografia da Unifal-MG, Tamyris Maria Moreira Costa.

De acordo com a pesquisa, a estrutura do trabalho rural também mudou.

“A questão de gênero, a sucessão geracional também é muito delicada, porque quem trabalha na propriedade rural desde mais jovem, tendem a permanecer e esses jovens têm buscado outras alternativas, então às vezes eles não permanecem na propriedade ou saem para buscar estudo e não retornam. As mulheres também têm poucas alternativas de permanecer, a gente tem um número muito grande de homens, proprietários, trabalhando na zona rural e não as mulheres”, completou a pesquisadora.

Para o extensionista da Emater, Sebastião Homero Vieira, o ambiente que a empresa criou é uma característica marcante da produção cafeeira na microrregião de Alfenas.

“A represa cria um microambiente, um microclima mais úmido e faz com que evite a geada para o café. Se a represa estiver no nível máximo, evita geada na lavoura de cafeicultura. Com a altitude aqui é baixa, esse café adianta mais do que o normal, então a altitude baixa aumenta a temperatura e a umidade em função da represa”, explicou o extensionista.

Lago de Furnas trouxe benefícios para cafeicultores, conclui pesquisa da Unifal-MG — Foto: Reprodução EPTV
Lago de Furnas trouxe benefícios para cafeicultores, conclui pesquisa da Unifal-MG — Foto: Reprodução

“Então esse café amadurece mais cedo. Então o produtor com isso tem que colher o café mais cedo, é uma desvantagem, mas passa a ser uma vantagem para o produtor, ele colhei mais cedo, desocupa a planta mais cedo e ela está pronta para a próxima safra”

Benefícios que ajudam o produtor a driblar problemas como a seca.

“Toda a regação (sic) que a gente precisa fazer, água aqui nunca faltou, aqui nunca secou”, completou o cafeicultor João Petenuci. (G1)

Saiba qual é a expectativa para o Lago de Furnas para os próximos meses de estiagem

Segundo o ONS, neste fim de semana a represa registrou um volume de 99,18% da capacidade. Especialista explica que número é satisfatório em relação ao período da falta de chuvas.

Santo Hilário, região do Lago de Furnas – Foto: Marco Panela

O Lago de Furnas continua prosperando com mais de 99% do volume útil. Neste ano, a represa chegou a atingir os 100%, sendo o melhor cenário há mais de uma década.

A realidade de Furnas, além de garantir um lindo cenário, traz também um alívio para piscicultores e também comerciantes que dependem do lago.

Na época de estiagem, quando há menos chuva, o volume útil de represas pode baixar. No entanto, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), neste fim de semana o Lago de Furnas registrou um volume de 99,18% da capacidade.

O climatologista Paulo Henrique Souza diz que o número é satisfatório em relação ao período de estiagem.

“Nós temos aqui uma meta, que é pelo menos uma cota de 762 metros acima do nível do mar, o que vai dar mais ou menos 56% de ocupação do lago. […] Quando está avançado o período da estiagem, com 99,18% [de volume útil], e nós sabemos que em meados de outubro as chuvas voltam, isso dá para toda região a certeza de que nós vamos ter água para a Usina funcionar e também para as demais atividades seguirem seu curso normal”, adianta o climatologista.

Sobre as expectativas para o futuro, o fenômeno climático ‘El Niño’ deve provocar uma ligeira baixa na média de precipitação anual e naturalmente a captação pode diminuir, analisa o climatologista.

“Talvez eu diria que, para esse ano pelo menos, [o El Niño] ainda não vai impactar. O impacto vai ser maior se ele permanecer no ano que vem e as atividades antrópicas se intensificarem na busca de demanda de recursos hídricos, então aí, sim, nós vamos começar a ficar preocupados com a possibilidade de haver uma baixa no nível dos reservatórios”, explicou.

Além disso, as atividades humanas também podem ter interferência no nível da água. O climatologista alerta que a represa é considerada uma “caixa d’água do Brasil” e causa impactos em diversas regiões e usinas do Brasil, do Rio Grande ao Rio Paraná.

via, G1

Prefeitura realiza 1° Festival de Inverno na prainha de Capitólio

Prefeitura realiza 1° Festival de Inverno na prainha de Capitólio – Foto: reprodução

A Prefeitura de Capitólio promove nesta sexta-feira (14), a partir das 19h, a abertura oficial do 1° Festival de Inverno, que será realizado na prainha artificial. Segundo a administração, o evento conta com o show da banda Ira! e Tridons.

Segundo informações da Secretaria de Turismo e Cultura, o festival se estende até o dia 30 deste mês e pretende oferecer apresentações de rock e pop rock nacional e internacional, além de disponibilizar aos turistas e moradores uma praça de alimentação e stands para degustação de vinhos e queijos premiados da região.

De acordo com o secretário da pasta, Samuel Saldanha Maia, o festival terá ainda participação financeira de parceiros e patrocinadores. “A ideia é que o Festival de Inverno crie uma identidade no município e tenha uma data fixa no calendário de eventos em Capitólio”, disse.

Segundo Samuel, a ideia do evento surgiu após identificar uma demanda turística no período de inverno, já que Capitólio é uma região que tem um potencial muito grande durante todo o ano. “Temos que tirar essa concepção de que o turismo é feito em dois dias, temos uma área rica com uma diversidade imensa, principalmente quando se trata do nosso turismo rural, queijarias premiadas, belas vinícolas, o melhor café do mundo, nossa mineiridade. Não podemos esquecer do turismo também no inverno”, comentou.

De acordo com o secretário, o evento será gratuito e aberto para toda a população da cidade e também para os turistas. “Durante o festival nós vamos montar uma praça de alimentação, resultado de uma parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com foco nos produtos agro artesanais, no queijo e no vinho”, destacou. (Clic Folha)

Pesquisadora encontra microplásticos nos peixes do Rio Grande

Foram coletados 275 espécimes de peixes para análises sendo que das 20 espécies coletadas apenas oito dos indivíduos não apresentaram microplástico no trato digestório


por Luciene Garcia

A bacharela Luana Silva descobriu microplásticos nas áreas de Passos, Delfinópolis e São João Batista do Glória, no Sudoeste Mineiro – Foto: Arquivo Pessoal


A influência do uso da terra sobre a presença de microplásticos nos peixes de riachos do Cerrado mineiro. Foi essa a conclusão do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) da bacharela em Ciências Biológicas da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), Luana Carolina Rabelo da Silva, de 23 anos. O estudo abrangeu área de Passos , Delfinópolis e São João Batista do Glória, no Sudoeste Mineiro.

Devido ao seu pequeno tamanho, os microplásticos são facilmente transportados pelo ar e pela água, poluindo ecossistemas como os córregos e interagindo com os seres vivos aquáticos. Esse material pode carregar diversas substâncias químicas potencialmente perigosas que, ao entrar no corpo humano, pode causar danos celulares, hormonais e respiratórios. Em peixes pequenos, pode provocar bloqueios intestinais e danos a órgãos internos.

O plástico é um material criado para suprir necessidades humanas que cresceu continuamente sua produção ao longo dos anos, e como consequência dessa expansão este material é encontrado em todos os ambientes. Como resultado da fragmentação do plástico são originados os microplásticos que podem ser criados propositalmente pela indústria estética por exemplo, ou por fenômenos naturais de degradação. Os microplásticos são partículas de cinco milímetros de comprimento que apresentam várias formas e cores, e uma ampla distribuição que faz com que este composto seja encontrado em ambientes aquáticos, como riachos, interagindo com toda a biota e impactando todo meio que interage.


“Por serem encontrados nestes ecossistemas, os microplásticos ocasionam problemas fisiológicos e metabólicos nos organismos, e por se acumularem pela cadeia alimentar este composto pode chegar até os seres humanos causando outros inúmeros malefícios”, explica Luana.

Com isso, o objetivo do estudo foi analisar a influência dos usos da terra sobre a abundância de microplásticos na coluna d’água, sedimento e nos peixes de riachos do Cerrado mineiro. Foram coletados 275 espécimes de peixes para análises sendo que das 20 espécies coletadas apenas oito dos indivíduos não apresentaram microplástico no trato digestório. Nas análises da água foram encontradas 388 partículas e no sedimento 135 partículas plásticas, tendo dominância do formato fibra na cor preta. Todas as análises feitas mostraram que o uso da terra não apresenta relação com a quantidade de partículas microplásticas encontradas, o que pode estar relacionado com alta interferência humana na área. Possivelmente este é o primeiro trabalho relacionando à usos da terra como a agricultura e a pecuária com abundância de microplásticos e mostra que as bacias do Médio Rio Grande, onde foram efetuadas as coletas, possuem baixos níveis de vegetação nativa e uma poluição generalizada. Por isso, entender estas interferências sobre os ambientes de riachos é de extrema importância para equilíbrio dos ecossistemas e a não sobreposição de espécies.


Foram coletadas 275 espécimes de peixes das ordens Characiformes, Siluriformes e Cyprinodontiformes com predominância de indivíduos nas espécies Astyanax aff. paranae (lambari),Poecilia reticulata (Guppy) e Phalloceros harpagos (Barrigudinho).
A professora doutora Naraiana Loureiro Benone, orientadora do TCC, explica o seguinte: “Notamos que a mata ciliar dos córregos está degradada e muito estreita. Essa vegetação é importante, pois ela ajuda a manter uma boa qualidade ambiental nos córregos e impede que muitos poluentes atinjam os cursos d’água. Por isso, entender como o desmatamento e a alteração dos ecossistemas estão relacionados com a poluição por microplásticos nos cursos d’água é um passo fundamental para planejar medidas que diminuam esse problema”.

Confira os dados do Censo 2022 das cidades entorno do Lago de Furnas

Confira os dados do Censo 2022 das cidades entorno do Lago de Furnas – Foto: Reprodução

O resultado do Censo Demográfico 2022 já foi divulgado. Os dados relevaram que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010. No estado de Minas Gerais, a população é de 20.538.718, o que representa um aumento de 4,8% quando comparado ao Censo anterior.

O Sul de Minas ganhou 167.640 novos moradores nos últimos 12 anos. Conforme o IBGE, em 2010 a região tinha uma população de 2.730.105 moradores. Já conforme o último censo, essa população subiu para 2.897.745 habitantes, um aumento de 6,14%.

Confira os dados das cidades entorno do Lago de Furnas

São José da Barra

A população da cidade de São José da Barra (MG) chegou a 7.793 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 14,97% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, São José da Barra está:

  • na 435ª colocação no estado;
  • na 1.005ª colocação na região Sudeste;
  • e na 3.452ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em São José da Barra tem uma densidade demográfica de 25,28 habitantes por km² e uma média de 2,82 moradores por residência.

Capitólio

A população da cidade de Capitólio (MG) chegou a 10.380 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 26,85% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Capitólio está:

  • na 352ª colocação no estado;
  • na 865ª colocação na região Sudeste;
  • e na 2.959ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Capitólio tem uma densidade demográfica de 19,89 habitantes por km² e uma média de 2,65 moradores por residência.

Itaú de Minas

A população da cidade de Itaú de Minas (MG) chegou a 14.406 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -3,61% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Itaú de Minas está:

  • na 248ª colocação no estado;
  • na 676ª colocação na região Sudeste;
  • e na 2.265ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Itaú de Minas tem uma densidade demográfica de 93,9 habitantes por km² e uma média de 2,67 moradores por residência.

Passos

A população da cidade de Passos (MG) chegou a 111.939 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 5,31% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Passos está:

  • na 26ª colocação no estado;
  • na 135ª colocação na região Sudeste;
  • e na 279ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Passos tem uma densidade demográfica de 83,66 habitantes por km² e uma média de 2,71 moradores por residência.

São João Batista do Glória

A população da cidade de São João Batista do Glória (MG) chegou a 7.652 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 11,11% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, São João Batista do Glória está:

  • na 443ª colocação no estado;
  • na 1.016ª colocação na região Sudeste;
  • e na 3.483ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em São João Batista do Glória tem uma densidade demográfica de 13,97 habitantes por km² e uma média de 2,71 moradores por residência.

São Sebastião do Paraíso

A população da cidade de São Sebastião do Paraíso (MG) chegou a 71.796 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 10,49% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, São Sebastião do Paraíso está:

  • na 53ª colocação no estado;
  • na 200ª colocação na região Sudeste;
  • e na 462ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em São Sebastião do Paraíso tem uma densidade demográfica de 88,1 habitantes por km² e uma média de 2,67 moradores por residência.

Carmo do Rio Claro

 A população da cidade de Carmo do Rio Claro (MG) chegou a 20.954 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 2,58% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Carmo do Rio Claro está:

  • na 172ª colocação no estado;
  • na 518ª colocação na região Sudeste;
  • e na 1.640ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Carmo do Rio Claro tem uma densidade demográfica de 19,66 habitantes por km² e uma média de 2,63 moradores por residência.

Alpinópolis

A população da cidade de Alpinópolis (MG) chegou a 18.300 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -1,02% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Alpinópolis está:

  • na 202ª colocação no estado;
  • na 576ª colocação na região Sudeste;
  • e na 1.852ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Alpinópolis tem uma densidade demográfica de 39,72 habitantes por km² e uma média de 2,77 moradores por residência.

Guapé

A população da cidade de Guapé (MG) chegou a 13.772 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -0,72% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Guapé está:

  • na 271ª colocação no estado;
  • na 709ª colocação na região Sudeste;
  • e na 2.391ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Guapé tem uma densidade demográfica de 14,74 habitantes por km² e uma média de 2,65 moradores por residência.

Piumhi

A população da cidade de Piumhi (MG) chegou a 36.062 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 13,11% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Piumhi está:

  • na 101ª colocação no estado;
  • na 338ª colocação na região Sudeste;
  • e na 911ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Piumhi tem uma densidade demográfica de 39,96 habitantes por km² e uma média de 2,59 moradores por residência.

Delfinópolis

A população da cidade de Delfinópolis (MG) chegou a 8.397 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 22,94% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Delfinópolis está:

  • na 416ª colocação no estado;
  • na 974ª colocação na região Sudeste;
  • e na 3.326ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Delfinópolis tem uma densidade demográfica de 6,09 habitantes por km² e uma média de 2,78 moradores por residência.

Carmo do Rio Claro espera 30 mil pessoas em tradicional Feira de Artesanato

Maior feira de artesanato da região e uma das maiores de Minas Gerais acontece de 12 a 16 de julho, no GEC

Trabalhos artesanais de Carmo, Andradas, Areado, Passos e Poços de Caldas estarão na feira – Foto: Divulgação

A organização da 54ª Feira Municipal de Artesanatos de Carmo do Rio Claro (MG) estima que 30 mil pessoas passem pelo evento, que acontece de 12 a 16 de julho, no GEC (Grêmio Recreativo Carmelitano). Considerada a maior feira de artesanato da região e uma das maiores de Minas Gerais, o evento está sendo pensado para ser um dos maiores da história. “Nossa expectativa é grande. Tudo está sendo pensado para dar continuidade sucesso do grande evento, que é a Feira Municipal de Carmo do Rio Claro, com mais de meio século de sua realização”, diz a presidente da organizadora, a Associação dos Artesãos de Carmo do Rio Claro, Maria Rita Dias de Paula, a Rita Doceira.

Além do Carmo, exporão trabalhos as cidades de Andradas, Areado, Passos, Poços de Caldas, São Paulo (Capital) e Conceição da Aparecida. São 58 boxes com produtos artesanais, barracas de alimentação e oficina de doces artesanais, que podem ser vistos, comprados ou degustados das 12h às 22 h e no dia 16 das 9h às 16h.

Na cidade de Carmo do Rio Claro, há colchas, toalhas tecidas há mais de 100 anos e do mais apurado capricho e amor pela arte de tecer. A tecelagem vem ricamente com suas peças de artigos de cama, mesa, banho, decoração e vestuário, que finamente decoram e atendem clientes em todo país, também produz as lindas bonecas e peças decorativas que são grandes atrativos. Há, também, os tradicionais doces artesanais. A tradição dos doces começou no início do século XX e está sempre presente nas quitandas mineiras desde sempre; com legumes são produzidos os belos picles em conserva, que são servidos como deliciosos aperitivos.

Tem ainda o rico crochê manual, que vem de uma tradição, que até hoje é desenvolvida na cidade com o mesmo capricho de sempre, produzindo lindos panos de prato, bolsas, aventais, peças de maternidade e acessórios decorativos. Outra riqueza é a Cerâmica, que é desenvolvida em forno em processo manual, com peças únicas e exclusivas. Há também o delicioso Licor de frutas, produzido em processo totalmente artesanal que é muito consumido e apreciado pelo seu delicioso sabor. A feira também terá artigos religiosos, decorativos, que são muito criativos pelos nossos artesãos e o belíssimo artesanato das tiras de bananeiras. “Durante a 54ª Feira de Artesanatos, a Associação convida e recebe participantes de artesanatos de nossas cidades vizinhas, que apresentam seus artesanatos em taboas, bambus, madeiras, couro, pinturas em quadros, dentro outros que enriquecem a Feira Artesanal”, disse Rita Doceira. (Via, Observo).

História de São João Batista do Glória será tema de Desfile Cívico no aniversário da cidade

Evento na Praça da Matriz do Glória com a presença dos servidores da educação e idosos acima de 80 anos reconta história da cidade – Foto: Secretaria de Educação e Cultura

Na última segunda-feira (05), a prefeitura municipal de São João Batista do Glória (MG) através da Secretaria de Educação e Cultura, realizou um evento na Praça da Matriz com a presença dos servidores da educação e idosos acima de 80 anos.

O objetivo do encontro foi para recontar a história do Glória que será tema do desfile cívico em comemoração aos 74 anos da cidade.

O desfile apresentará aos alunos da rede municipal e estadual de ensino, a importância de estudar história, pois muitos interrogam a necessidade da disciplina.

‘Nossa história, nossa gente, nosso Glória’ é o tema principal do desfile, o qual será apresentado por meio de diversos subtemas, como pertencimento, memórias, serviços, homenagens, evolução da educação, trabalho, progresso, riquezas, naturezas, preservação, fé, festas, honrarias, arte, família e culminância de um município agraciado pelo sucesso.

Discussão termina com jovem morto em comunidade do Guapé

Jeremias Alves morre vítima de facada em Guapé – Foto: Redes sociais

De acordo com informações, um jovem de 25 anos foi morto após ser atingido por uma faca no peito, na comunidade da Jacutinga, em Guapé (MG). Tudo começou com uma discussão em um bar. O autor da facada está foragido. O crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (1⁰).

A briga iniciou no bar onde o jovem e um senhor entraram em luta corporal. O senhor saiu do bar dizendo que não ia ficar assim, e em instantes retornou e matou o jovem Jeremias Alves com facada no peito. Os policiais foram acionados em seguida, porém, ao chegarem no local encontraram o homem morto. A Polícia Militar segue procurando o suspeito com base nas características físicas descritas por testemunhas.

O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) em Varginha (MG).

Jeremias Alves morre vítima de facada em Guapé – Foto: Redes sociais

Investimento nas estradas mineiras é estímulo ao turismo na região do Lago de Furnas

Imagem: Gláucia Oliveira

O turismo no Sul de Minas e do Lago de Furnas recebe incentivo com melhorias nas estradas entre São Sebastião do Paraíso e Três Corações. O trecho Varginha-Furnas foi leiloado na última quinta-feira (25), na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo, garantindo investimentos de R$ 2,6 bilhões na região. A iniciativa atende a uma necessidade da população: melhorias na malha rodoviária, o que facilita o acesso às cidades dessas localidades, reconhecidas como importantes destinos turísticos.

A iniciativa do Governo de Minas, realizada por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) e com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vai impactar diretamente no fluxo turístico dos 22 municípios cortados pelas rodovias.

Na região do Lago de Furnas, também conhecido como Mar de Minas, destaca-se Capitólio, que tem tudo para receber mais turistas com as estradas requalificadas. O município é uma das 31 cidades banhadas pelo lago artificial, onde praticamente todos os visitantes chegam de carro, seja próprio ou alugado. A atividade turística representa 63% da economia da cidade, que registrou PIB de R$ 286.279,18 em 2020, segundo dados do IBGE. Ou seja: cerca de R$ 180.355,88 resultam do turismo ou de segmentos impactadas diretamente pelo setor, como bares e restaurantes.

E a participação da atividade turística na economia da cidade tende a aumentar. No último ano, o município viu a tarifa média de hospedagem aumentar de R$ 180 para R$ 260 a diária. Além de gastar mais, os turistas estão ficando mais tempo no balneário de água doce, subindo de 1 a 2 diárias para 2 a 3 diárias.

Considerando toda a região do Lago de Furnas, são 12.763 empregos formais em atividades ligadas direta ou indiretamente ao segmento, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de março de 2023. O número representa 7% do total de empregados formais nas cidades no entorno do Mar de Minas, o que mostra a força do turismo na geração de emprego e renda.

A concessão concluída a partir do leilão injetará recursos para aumentar a segurança e o conforto nas vias, com a inclusão de serviços como socorro mecânico, atendimento médico, combate a incêndios e apreensão de animais. A expectativa é que os motoristas se sintam mais confortáveis para pegar a estrada, o que deve estimular a movimentação turística no Sul de Minas. A tarifa de pedágio proposta é de R$ 13,17966.

A iniciativa também deve impulsionar a construção de uma nova rodoviária em Capitólio, projeto que está em andamento pela prefeitura. “A administração está investindo muito no turismo de toda a região da Serra da Canastra. É uma região muito rica, tanto em suas paisagens naturais quanto em cultura. E a condição das estradas influencia diretamente para os turistas circularem pelas cidades, que têm atrativos que se complementam”, afirma o secretário de Turismo e Cultura de Capitólio, Samuel Maia.

O vencedor do leilão do lote 3 foi o Consórcio InfraEstruturaMG, que terá a concessão de 432,8 km rodovia nos próximos 30 anos. A venda desta quinta-feira integra o Programa de Concessões Rodoviárias, que prevê a modelagem de outros lotes. No total, são 2,5 mil km de estradas e investimentos de mais de R$ 11 bilhões, beneficiando diretamente mais de 5 milhões de pessoas.

Para o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, a melhoria das condições das estradas vai garantir segurança, atraindo turistas para a região que detém mais de 150 atrativos.

“O acesso às cidades do Sul de Minas, com suas belas cachoeiras, será a partir de agora facilitado e mais seguro. Além de possuir diversas belezas naturais e culturais, a região está perto de São Paulo e Rio de Janeiro, conseguindo atrair turistas desses estados, além da própria Minas Gerais. Esses investimentos nas estradas vão ampliar a movimentação de pessoas, o que traz muitos benefícios para a economia, gerando emprego e renda e contribuindo para o desenvolvimento da região”, disse Oliveira.

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