Pular para o conteúdo principal

Jornal Folha Regional

Forças públicas realizam operação ‘Mar de Minas’ em Capitólio

Nesta sexta-feira e sábado, forças de segurança pública estaduais e federais irão se reunir em Capitólio para uma operação integrada de combate à criminalidade, com foco no tráfico de drogas. A ação é a primeira do tipo em Minas, por acontecer em terra e água, e ganhou o nome Mar de Minas, como é conhecida a região do Lago de Furnas.

Sete instituições estão envolvidas na ação: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Marinha do Brasil, Polícia Federal, Receita Federal e Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que coordena as ações. Pela pasta, além da área de Integração e Planejamento Integrado, responsável pela coordenação direta da ação, o Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) e o Sistema Socioeducativo estarão presentes e dando apoio às diligências. 

Serão feitas fiscalizações e revistas de embarcações, de passageiros e de veículos, tanto na terra quanto na água. O objetivo da operação é auxiliar a Marinha nas ações de fiscalizações feitas no local, com um equipamento mais forte do Estado na repressão e prevenção dos crimes. A ação também busca o fortalecimento da integração e da atuação das forças de segurança na região, além da ampliação do compartilhamento de informações entres as instituições.  

A ideia da operação surgiu do Grupo de Trabalho de Monitoramento de Atividades Fluviais, criado em agosto de 2021, pela Sejusp, para atuar contra a criminalidade em geral nos rios e lagos de Minas Gerais. Durante as reuniões surgiu a proposta da Operação Mar de Minas, escolhendo a região por possuir a maior concentração de embarcações do Estado. 

A base da operação será em Capitólio com dois pontos de bloqueio na MG-050 – onde serão feitas as abordagens em terra. Em um desses pontos estará estacionada a carreta do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel (CICCM), ponto focal da operação, e base para as atividades das instituições envolvidas e de inteligência.  

Haverá também ações de fiscalização nas embarcações do lago, com abordagens do Corpo de Bombeiros e da Marinha. A operação contará com o uso de viaturas, embarcações, ambulância, e ainda uma equipe de drones e alguns cães do Depen-MG.  (Clic Folha)

Equipe de Canoagem de Capitólio é a sétima melhor do Brasil

Os atletas de canoagem de Capitólio alcançaram novamente o pódio em uma competição nacional.

O Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade 2022 aconteceu na cidade de Santo Estevão, na Bahia, na última semana. A disputa contou com a participação de mais de 400 atletas de todo o país, dentre eles, os que compõem a canoagem municipal.

A equipe, que tem o apoio da Prefeitura, conquistou seis medalhas e somou 133 pontos, garantindo o 7º lugar geral entre as 36 delegações nacionais presentes no evento. O resultado foi motivo de muito orgulho e comemoração de todos.

Confira os medalhistas

  • Vitor Augusto e Gabriel de Castro – Campeão K2 Categoria Menor
  • Gabriel de Castro – 2º Lugar* K1 Menor
  • Vitor Augusto – 3º lugar K1 Menor
  • Thayná de Oliveira – 2º lugar C1 Menor
  • Jorge Garcia – Campeão K1 sênior 500 metros e 2º lugar K1 sênior 200 metros

Turismo seguro: Marinha do Brasil já formou 150 pilotos aquaviários em 2022 na DelFurnas

A Delegacia Fluvial de Furnas da Marinha do Brasil, realizou de 22 a 26 de agosto, o curso Especial de Segurança de Embarcações de Passageiros (ESEP), com o propósito de qualificar os Aquaviários, para conduzir embarcações empregadas no transporte de passageiros, sejam elas de turismo ou de travessia, empregadas na navegação interior, a fim de contribuir para a segurança da navegação, e salvaguarda da vida humana e a prevenção da poluição hídrica.

Já foram formadas 5 turmas, totalizando 150 pilotos no ano de 2022. Todos aquaviários da região envolvido com o turismo, terão que realizar o curso do ESEP, essa é uma das medidas de segurança, para a retomada do turismo, agora que se aproxima a alta temporada.

Formiga sedia debate sobre uso múltiplo do Lago de Furnas

O Centro Universitário de Formiga (Unifor-MG), a Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago), a 16ª Subseção da OAB-MG e a União dos Empreendedores dos Lagos de Furnas e Peixoto (Unelagos) promovem na próxima segunda-feira,29, um debate técnico sobre o uso múltiplo das águas do Lago de Furnas e manutenção da Cota Mínima 762, sob a ótica do Direito.

Estarão debatendo sobre os temas propostos algumas das maiores autoridades sobre os assuntos que envolvem a atual situação do Lago de Furnas, incluindo o uso múltiplo, manutenção da cota mínima, impactos ambientais gerados a partir do descumprimento do previsto na Emenda Constitucional 106, questões relativas às demarcações de propriedades, licenciamento ambiental e outros.

Apesar de ser um evento de cunho técnico, criado com o intuito de levar para o campo do Direito um tema relevante como a atual condição de remanejamento das águas de Furnas, aprofundando-se em seus desdobramentos jurídicos, o evento será aberto ao público. É sabido que tudo o que existe no mundo jurídico é um reflexo da vida real do cidadão, afetando-o de muitas formas. Por isso a Alago, OAB, Unifor-MG, Unilagos e os demais envolvidos na defesa desta causa convidam a comunidade a participar deste evento.

A Mesa de Debates terá início às 8h30. Já confirmaram presença diversas autoridades representando o Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público e, dentre outros, os seguintes debatedores: Matheus de Mendonça Gonçalves Leite, professor da PUC Minas; Lucas de Alvarenga Gontijo – professor da PUC Minas e da Faculdade Milton Campos; Rodrigo Caldeira Grava Brazil – promotor coordenador regional das promotorias de Justiça do Meio Ambiente da Bacia do Rio Grande; Lucas Silva e Greco – promotor de Justiça, coordenador Regional da Bacia Alto Rio São Francisco; Túlio Khouri de Carvalho Costa – presidente da Comissão Estadual de Direito Urbanístico; Adelson Damasceno – assessor jurídico da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais; Prof. Cleiton – deputado estadual, autor da Emenda Constitucional 106, – professor mestre em História; professor Apolo Heringher Lisboa doutor em educação pela FAE/Ufmg, médico e ambientalista, e Maria Isabela de Souza – presidente CBH do entorno da represa de Furnas (GD3). (Clic Folha)

Maior Parque Aquático de Minas Gerais será lançado em Capitólio

No dia 30 de agosto, acontecerá o lançamento do Parque maior Parque Aquático de Minas Gerais, o Parque Tuná em Capitólio.

Previsto para ser erguido no quilômetro 312, da rodovia MG-050, o Parque Tuná faz parte do Empreendimento Cataguá, que pretende estrategicamente atender um potencial público de três das mais importantes metrópoles brasileiras, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

O Tuná Parque Aquático terá a Praia do Tuná com três piscinas de ondas, o bar aquático, rio lento, além do Tuná Race, espécie de um conjunto de toboáguas radicais similares aos que estão instalados na Disney e no Universal Park. Juntos, a estrutura 150 m² pode chegar a 2 milhões de litros de água, sendo uma das maiores do País.

O evento de lançamento ocorrerá as margens da MG-050, KM 312 em Capitólio.

Cânion de Capitólio é fechado para visitação devido às chuvas no Lago de Furnas

Na manhã desta quarta-feira (10), os profissionais que trabalham com turismo náutico foram informados que o atrativo Cânion de Capitólio (MG) não receberá visitantes devido ao período chuvoso na região do Lago de Furnas. A ação se dá em prol da segurança dos profissionais e turistas, e assim que for liberado, todos serão comunicados.

De acordo com o Decreto Municipal da Prefeitura de Capitólio do dia 23 de março de 2022, estava previsto o fechamento do atrativo em períodos chuvosos “Em caso de chuvas e/ou verificação de algum tipo de deslocamento, uma movimentação de blocos rochosos ou de solo, diz o decreto, pode haver interrupção dos passeios em qualquer ponto dentro do cânion”.

Diariamente o Cânion  é monitorado pela empresa GM&C Ambiental, sob direção do Engenheiro Geólogo e doutor em Geotecnia Eduardo Goulart Collareso, e o responsável pelo monitoramento local é o Engenheiro Ambiental, com pós-graduação em Segurança do Trabalho Juliano Santos Soares.

A decisão do fechamento foi determinada em conjunto entre Prefeitura, Geólogos e Marinha do Brasil.

“O monitoramento é realizado visando primeiramente à vida dos profissionais de turismo e turistas. Com a precipitação pluvial, pode acontecer alguma queda ou erosão maior, então para prevenir e zelar pela segurança de todos, ficou decidido o fechamento independente do volume de chuva como prevenção nos períodos chuvosos”, informou Juliano.

Nível do Lago de Furnas cai 3,24% nos últimos dez dias

Imagem: Diones Santos, Marinheiro Fluvial, morador de São José da Barra.

O nível do Lago de Furnas caiu aproximadamente 2,35 metros desde o dia 1° de maio de 2022. Nos últimos dez dias, o nível foi de 73,45% para 70,21%.

A última medição foi realizada às 8h desta terça-feira (9), constatando 764,15 metros. Com a falta de chuvas, o Operador Nacional de Sistemas (ONS), estima que até o final do mês de agosto o conjunto de reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste percam 6,89% da água atualmente armazenada.

Segundo a membra da Coordenação do Movimento Pró-furnas 762, Maria Olívia de Araújo, a situação da baixa do nível é preocupante.

‘’A gente sempre espera que as autoridades tenham condições de sempre operar o sistema de uma forma que contemple a todos. Esperamos inclusive que o clima nos ajude, que venha chuva. Essa insegurança é sempre muito presente nas nossas ações, até porque o sistema é integrado. Como nós somos a ‘cabeceira’, nós somos o maior reservatório, existe muita preocupação, nós temos para baixo mais onze usinas. Estamos sempre colocando as coisas de uma forma objetiva, assertiva, estamos caminhando bastante, vamos aguardar um posicionamento do sistema, das agências e confiar. A resolução 110 já foi uma amostra de que nós estamos no caminho certo’’, diz Maria.

Ela afirma que o aumento no nível dos lagos não depende apenas da chuva.

’A possibilidade de dar certo depende muito do clima, mas é fundamental a parte operacional, o respeito que tem que ter com o sistema de uma maneira geral. Entendemos isso, mas entendemos que para governar precisa ser para todos’’.

Olívia diz que a baixa pode prejudicar o turismo e futuros investimentos na região.

‘’A nossa preocupação é a segurança de poder investir na região. Os empresários acabam deixando de vir para cá porque não há segurança hídrica nesta questão, mas estamos caminhando para mudar isso’’.

No dia 1° de fevereiro, o Lago de Furnas atingiu a cota mínima de 762 metros, considerado ideal por comerciantes e pescadores que exploram o lago economicamente. A última vez que Furnas havia atingido a cota mínima foi em julho de 2020, com 762,2 metros.

No dia 17 do mesmo mês, o Lago atingiu o nível 764,49, quase 2,5 mil metros acima da cota 762. Este foi  o nível mais alto para o mês de fevereiro dos últimos 10 anos. A última vez que o lago atingiu uma quantidade parecida foi em 2012. Relacionado a qualquer época do ano, o Lago de Furnas não chegava ao nível atual desde agosto de 2016.

No início de março, o Lago de Furnas subiu mais ainda, atingindo o nível de 765,19, faltando apenas 2,81 para atingir o nível máximo. Segundo a ONS, este é o maior nível registrado no ano pelo lago desde junho de 2016, quando ele chegou a 765,28 metros. 

Grupo Galpão se apresenta em Capitólio em turnê de comemoração aos seus 40 anos

Capitólio vai receber pela primeira vez, no dia 10 de agosto, às 20 horas, na Prainha, o espetáculo De Tempos Somos, do Grupo Galpão. O projeto reúne 25 canções do repertório do Grupo, além de apresentar textos sobre a passagem do tempo e o processo de criação artística. A apresentação faz parte da turnê do grupo pela Serra da Canastra, em comemoração aos seus 40 anos de existência. As cidades de Vargem Bonita, São João Batista do Glória, Passos e Piumhi também vão receber o grupo.

“De Tempo Somos é um espetáculo que nos desafia enquanto atores e nos proporciona uma relação muito direta com o público: uma abordagem diferente dos textos e, principalmente, das músicas, que já fazem parte do imaginário das pessoas que acompanham o Galpão nesses 40 anos – não é por acaso que algumas das canções são dedicadas a elas. Como é bom poder retornar a esse espetáculo, ter a plateia cantando conosco, e perceber que a história do Grupo se renova e se fortalece”, destaca Lydia Del Picchia, uma das diretoras do espetáculo.

Com direção musical e arranjos de Luiz Rocha, os atores cantam e executam, ao vivo, 25 canções de trabalhos mais antigos como “Corra enquanto é tempo” (1988) e “Álbum de Família” (1990); passando também por “Romeu e Julieta” (1992), “Um Moliére Imaginário” (1997) e “Partido” (1999), chegando até a espetáculos mais recentes como “Tio Vânia” e “Eclipse” (ambos de 2011), além de músicas que surgiram em workshops internos e que chegam a público pela primeira vez. “A cantoria é a celebração do encontro, da festa, da disposição para seguir em frente (apesar de tudo que nos faz pender para o chão!), do espírito libertário e contestador inerente a toda reunião festiva”, explica Lydia Del Picchia.

De acordo com o secretário-adjunto de Cultura e Turismo, Tiago Goulart, o teatro de rua é importante por promover a democratização dessa arte, ao levar o bem cultural que antes seria consumido apenas em espaços fechados e privados para as ruas, onde encontram as grandes massas. É com muita alegria que nós, da Secretaria de Turismo e Cultura de Capitólio, recebemos o Grupo Galpão em sua circulação pela canastra, mostrando toda a transversalidade da cultura em um sarau emocionante”.

ASETUR lança vídeo sobre o ecoturismo de São José da Barra

Na última semana, a Associação dos Empresários de Turismo de São José da Barra (ASETUR), lançou o vídeo “O fascinante ecoturismo de São José da Barra no Lago de Furnas”, com a presença da diretoria da entidade, políticos e convidados.

O evento que reuniu centenas de pessoas no bar e restaurante Barra Grill no dia 28 de julho, foi marcado pelo pronunciamento da Presidente da ASETUR Bruna dos Santos, a qual frisou sobre a importância de investir no turismo em São José da Barra (MG).

O vídeo foi produzido com diversas imagens de ‘personas’ da cidade, destacando o turismo rural, por meio de uma culinária e cultura jamais vista em todo estado mineiro.

Segundo Bruna, esse é o primeiro projeto em vídeo, mas que outros já estão sendo roteirizados com o objetivo de divulgar a cidade sede da Usina Hidroelétrica de Furnas.

“Estamos trabalhando para a edição de outras imagens, pois, nosso objetivo é levar o nome de São José da Barra para todo o país. Vivemos em uma cidade agraciada pela natureza e uma região belíssima. Aqui o turista além de desfrutar de dias maravilhosos, viverá momentos inesquecíveis por meio de uma receptividade calorosa. Afinal, o povo da “Nova Barra”, sabe tem o dom da hospitalidade”, informou Bruna.

Quem também estiveram presentes no evento foram o prefeito de São José da Barra Paulo Sérgio Leandro Oliveira, o vice prefeito André Luiz Lemos da Silva, o Deputado Federal Emidinho Madeira, o Deputado Estadual Antônio Carlos Arante e o pré-candidato a Deputado Estadual André Patti, além de alguns vereadores da cidade, empresários e populares.

Assista o vídeo e se encante com as maravilhas de São José da Barra:

Lago de Furnas começa inverno com melhor nível da última década

O Lago de Furnas começou o inverno com o melhor nível para o período dos últimos 10 anos. A represa está com nível de 766,2 metros, o que representa 85,43% do volume útil do reservatório. O nível se torna importante para o início da estação historicamente menos chuvosa no Sul de Minas.

O inverno começou às 6h14 desta terça-feira (21). A última vez que Furnas abriu a estação mais frio do ano com marca igual ou superior à deste ano foi em 2011, quando estava com 95,58% do volume útil e o nível de 767,5 metros.

Desde então, a represa passou por momentos difíceis. Em 2015, por exemplo, Furnas abriu a estação em seu pior momento, com 29,01% da capacidade total.

Veja o nível da represa neste período de 2011 a 2022

  • 2011 – (21/06): 95,58%;
  • 2012 – (20/06): 76,78%;
  • 2013 – (21/06): 71,15%;
  • 2014 – (21/06): 29,19%;
  • 2015 – (21/06): 29,01%;
  • 2016 – (20/06): 78,29%;
  • 2017 – (21/06): 41,41%;
  • 2018 – (21/06): 33,23%;
  • 2019 – (21/06): 51,05%;
  • 2020 – (20/06): 66,46%;
  • 2021 – (21/06): 32,14%;
  • 2022 – (19/06): 85,43%;

Para o nível de 2022, as chuvas do verão e a diminuição da vazão da represa colaboraram para que o nível do reservatório subisse e se mantivesse estável durante o outono.

Via: G1.

Jornal Folha Regional
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.