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Jornal Folha Regional

Morre menina com câncer que teve R$ 2,5 milhões destinados ao tratamento desviados por empresários

Morre menina com câncer que teve R$ 2,5 milhões destinados ao tratamento desviados por empresários — Foto: Arquivo RPC

Aos 12 anos, Yasmin Amorim morreu nesta sexta-feira (6), em Cascavel, no oeste do Paraná, após uma longa luta contra um câncer agressivo, o neuroblastoma. A história da menina comoveu o país não apenas pela gravidade da doença, mas também porque R$ 2,5 milhões destinados ao tratamento foram desviados por empresários, atraso que marcou de forma decisiva os últimos anos de sua batalha pela vida.

A morte foi confirmada pela família. Yasmin estava internada no Hospital do Câncer de Cascavel, onde o estado de saúde se agravou durante a madrugada. Nas redes sociais, a mãe, Daniele Aparecida Campos, chegou a informar que uma corrente de oração seria realizada em frente à unidade hospitalar, mas a menina não resistiu antes do horário marcado.

Diagnosticada em 2018, quando tinha apenas cinco anos, Yasmin enfrentou um tumor no pescoço e no tórax. Após o primeiro tratamento com quimioterapia, entrou em remissão. Em 2020, a doença voltou, exigindo um novo ciclo de quimioterapia associado a um transplante de medula óssea, que novamente levou à remissão e permitiu que a criança retomasse uma rotina próxima do normal.

Mesmo após cirurgias, sessões de fisioterapia e procedimentos complexos, o câncer retornou de forma agressiva. Diante do avanço da doença, em 2024, a família recorreu à Justiça para garantir o custeio de um tratamento com medicamentos importados, avaliados em R$ 2,5 milhões. A Justiça determinou que o Governo do Paraná arcasse com a compra do medicamento Danyelza.

Após a apresentação de três orçamentos, a empresa Blowout Distribuidora, Importação e Exportação Eireli foi escolhida para fornecer os remédios. No entanto, a empresa subcontratou outra importadora, que não entregou a medicação conforme o contratado. O hospital recebeu apenas uma ampola do Danyelza, quando o tratamento exigia seis. Outro medicamento essencial, o Leukine, também chegou de forma incompleta: das 60 caixas previstas, apenas 10 foram entregues, além de versões genéricas.

As irregularidades levaram a Polícia Civil a pedir o bloqueio das contas das empresas envolvidas. As investigações apontaram que os valores estavam praticamente esgotados e que os responsáveis já tinham antecedentes por estelionato.

Enquanto a Justiça tentava recuperar o dinheiro desviado, o Governo do Paraná autorizou uma nova compra emergencial da medicação. Yasmin conseguiu concluir a primeira fase do tratamento no fim de 2024, mas sem resposta significativa. Em 2025, iniciou a segunda fase do protocolo, que não conseguiu finalizar, permitindo o avanço da doença.

Os empresários Lisandro Henrique Hermes e Polion Gomes Reinaux, responsáveis pela compra da medicação, foram condenados por estelionato. As penas somam quatro anos, nove meses e cinco dias de prisão, em regime inicialmente fechado. Eles estão presos desde agosto do ano passado. Um terceiro denunciado foi absolvido.

Na sentença, a juíza destacou que os réus utilizaram a reputação de suas empresas para conquistar a confiança das vítimas e se aproveitaram da estrutura pública para obter vantagem indevida. A magistrada ressaltou que as consequências do crime foram graves, já que o atraso no tratamento fez com que Yasmin precisasse receber morfina a cada hora para suportar as dores enquanto aguardava os medicamentos.

O assistente de acusação, Allan Lincoln, afirmou que a condenação é relevante, mas pode ser ampliada. “Apesar de a sentença ser importante ao condenar os réus por estelionato, entendemos que ela ainda pode ser reformada para incluir crimes mais graves, diante da dimensão do caso”, disse.

A defesa de Lisandro Henrique Hermes informou que vai recorrer da decisão e nega a participação dele em qualquer ação criminosa. A defesa de Polion Gomes Reinaux não se manifestou até a última atualização.

Em meio à dor, a mãe de Yasmin resume o sentimento deixado por uma espera que nunca deveria ter acontecido.

“Sinto alívio, mas também revolta. A gente revive toda a angústia daquela espera”, desabafou Daniele.

A história de Yasmin Amorim escancara não apenas a luta de uma criança contra o câncer, mas também as consequências humanas de crimes cometidos em meio a tratamentos que não admitem atraso.

VÍDEO | Com apenas 3 anos, menina com câncer raro ajoelha na igreja e pede: ‘Jesus, me cura

Com as mãos pequenas unidas e ajoelhada diante do altar, Valentyna, de apenas 3 anos, fez um pedido simples e devastador: “Jesus, me cura”. A cena, registrada pela própria mãe, surpreendeu a família e tocou profundamente quem assistiu. A menina enfrenta um câncer raro e agressivo e, mesmo tão nova, demonstra uma fé que comove.

O vídeo foi gravado em uma igreja de Gaspar, no Vale do Itajaí (SC). Valentyna aparece com um lenço vermelho na cabeça, cobrindo a queda dos cabelos provocada pela quimioterapia. Ainda assim, mantém o sorriso no rosto e uma serenidade difícil de explicar diante de uma batalha tão dura para alguém da sua idade.

Diagnosticada com neuroblastoma maligno, um tipo raro de câncer infantil, a menina enfrenta cinco tumores e está em tratamento quimioterápico. A previsão é que o processo dure cerca de um ano e meio. Diante da gravidade do quadro, a família pede orações e boas energias para atravessar esse período tão delicado.

As imagens se espalharam rapidamente pelas redes sociais e despertaram uma onda de emoção em todo o país. Comentários se multiplicaram, muitos falando de lágrimas, arrepio e esperança — independentemente de crença religiosa. Porque, para quem assiste, não se trata de dogma, mas de fé, coragem e amor.

“Vamos reforçar esse pedido para Jesus. Dê cura a ela, Jesus”, escreveu uma seguidora do Só Notícia Boa.
“Jesus, cura ela, Senhor”, comentou outra.
“Vai curar, meu amor!”, disse mais uma.
“Está curada em nome de Jesus!”, declarou outra internauta.

O vídeo revela algo que palavras mal conseguem traduzir: a fé pura de uma criança que encara uma luta imensa, mas segue acreditando — e fazendo o Brasil inteiro acreditar junto.

VÍDEO | Menina de 7 anos com câncer realiza sonho de conhecer o mar, mas morre enquanto retornava da viagem

Após realizar o sonho de conhecer o mar, a pequena Júlia Soares Teixeira da Silva, de 7 anos, morreu na última segunda-feira (2), após uma piora repentina no quadro de saúde durante a viagem de volta para Curitiba. A menina lutava há cerca de três anos contra um carcinoma de adrenal, um tipo raro e agressivo de câncer, e estava em tratamento no Hospital Erastinho, referência em oncologia pediátrica.

A viagem ao litoral catarinense, simples para muitos, foi especial para Júlia e a família. Era um desejo antigo da criança, que enfrentava longos períodos de internação, cirurgias e tratamentos intensos. Na praia, entre mergulhos no mar e momentos ao lado dos pais, Júlia viveu dias de alegria e liberdade — lembranças que se tornaram eternas para a família.

No retorno para Curitiba, pela BR-101, na região de Joinville, no Norte de Santa Catarina, a menina começou a sentir fortes dores e mal-estar. Diante da gravidade da situação e do trânsito intenso na rodovia, o pai buscou ajuda junto à Polícia Rodoviária Federal (PRF), relatando a urgência do atendimento.

Equipes da PRF iniciaram uma escolta do veículo da família até o município de Garuva, na divisa entre Santa Catarina e o Paraná. No local, um helicóptero da corporação foi acionado para agilizar o socorro. Júlia foi transportada por via aérea, acompanhada da mãe, até o Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba. O voo durou cerca de 20 minutos — um trajeto que, por terra, poderia ultrapassar duas horas devido aos congestionamentos.

No aeroporto, uma ambulância de suporte avançado aguardava para encaminhá-las diretamente ao Hospital Erastinho. Apesar da mobilização rápida e integrada entre PRF, SAMU e equipes médicas, Júlia não resistiu às complicações do quadro clínico.

A morte foi confirmada pela mãe, Taiane Silva, nas redes sociais, em mensagens de despedida que comoveram familiares, amigos e internautas. O pai também prestou homenagens, relembrando a coragem da filha e o amor vivido em cada momento.

Diagnosticada em 2023, Júlia enfrentou um tratamento longo e doloroso. Ao longo da luta, passou por diversas cirurgias — em uma delas, foram retirados seis tumores — além de ciclos intensos de quimioterapia. No fim do ano passado, após completar sete anos, iniciou um novo protocolo, que apresentou baixa resposta. Em 2026, a família foi orientada sobre a transição para cuidados paliativos, diante da ausência de alternativas curativas.

A PRF destacou que a ação teve como objetivo garantir o atendimento mais rápido possível diante da gravidade do caso. A história de Júlia gerou grande comoção e reforça a importância da atuação integrada dos serviços de emergência em situações críticas de saúde.

Mais do que uma despedida, a trajetória da menina deixa uma mensagem de coragem, amor e valorização dos pequenos momentos. O mar que Júlia tanto sonhava conhecer se transformou em símbolo de resistência e de uma vida vivida com intensidade, mesmo em meio à dor.

Menina de 1 ano que teve carregador cravado na testa após cair da cama deverá ter acompanhamento neurológico contínuo, em Divinópolis

Menina de 1 ano que teve carregador cravado na testa após cair da cama deverá ter acompanhamento neurológico contínuo, em Divinópolis – Foto: divulgação

Uma criança de apenas 1 ano passou por momentos delicados após sofrer um grave acidente doméstico em Divinópolis (MG). A menina caiu da cama e teve um carregador de celular cravado na região frontal da cabeça. Após atendimento médico de urgência e procedimento cirúrgico, ela recebeu alta hospitalar e já se encontra com a família.

O neurocirurgião Bruno Castro, responsável pelo atendimento, informou que a recuperação inicial tem sido positiva, favorecida pela capacidade de adaptação do cérebro infantil. Segundo ele, a chamada plasticidade neuronal aumenta as chances de evolução sem sequelas aparentes nos primeiros momentos após o trauma.

Apesar do quadro estável, o médico explicou que a criança precisará de acompanhamento neurológico contínuo. Lesões no cérebro podem gerar cicatrizes internas, conhecidas como gliose, que, ao longo do tempo, podem desencadear crises convulsivas ou até epilepsia, mesmo que não haja sintomas imediatos.

A principal hipótese levantada pela equipe médica é que a menina estivesse segurando o carregador no momento da queda. De forma acidental, o objeto atingiu a cabeça em um ângulo que permitiu a perfuração do crânio, em uma área muito próxima ao olho. O especialista destacou que, caso o impacto tivesse atingido a região ocular, poderia ter provocado perda da visão, o que felizmente não ocorreu.

Diante da gravidade da situação, a criança foi encaminhada imediatamente ao bloco cirúrgico do Complexo de Saúde São João de Deus (CSSJD). No local, passou por procedimentos de limpeza, retirada do objeto, lavagem, fechamento e reconstrução da área lesionada. O médico ressaltou que a intervenção rápida foi fundamental para evitar complicações como hemorragias ou infecções severas.

Além do risco de dano cerebral, o neurocirurgião alertou para o alto risco de infecção em casos de empalamento. Objetos contaminados podem romper a barreira natural da pele e permitir a entrada de micro-organismos no organismo, o que pode resultar em infecções graves, incluindo meningite.

Alerta aos pais e responsáveis

O caso serviu também como alerta para a prevenção de acidentes domésticos envolvendo crianças pequenas. De acordo com o especialista, quedas são uma das principais causas de acidentes nessa faixa etária, especialmente dentro de casa.

Ele orienta que bebês nunca sejam deixados sozinhos em locais elevados, como camas ou sofás. A recomendação é que permaneçam no chão, em ambientes protegidos, livres de objetos pontiagudos ou que possam causar ferimentos.

“O crânio da criança ainda está em formação, é mais fino e vulnerável. Qualquer impacto pode resultar em fraturas ou perfurações”, alertou o médico, reforçando a importância de cuidados constantes no ambiente doméstico.

Menina de 1 ano que teve carregador cravado na testa após cair da cama deverá ter acompanhamento neurológico contínuo, em Divinópolis – Foto: divulgação

Com câncer, menina de 2 anos emociona em vídeo raspando o cabelo: “Não chora, mamãe”

A empreendedora Rafaela Kohl está emocionando a internet após um vídeo de sua filha, Luiza, viralizar neste sábado (25). A pequena, de apenas dois anos, precisou raspar os cabelos após o diagnóstico de sarcoma de epiteliode de tipo proximal, câncer raro em crianças que afeta os tecidos moles. .

No vídeo, Douglas, pai da criança, aparece com a pequena no colo enquanto corta os cabelos. “Meu Deus, amor, tu tá muito linda!”, diz a mãe durante o processo. “Eu vou ficar careca igual ao meu bebê”, responde a menina. “Você vai ficar maravilhosa”, afirma a Rafaela.

“Por que a mãe está chorando?”, pergunta Luiza. “É porque tu tá ficando tão linda, que eu não imaginava que tu ia ser tão linda assim careca”, responde Rafaela. “Não chora, mamãe. Não chora. O meu cabelo vai crescer!”, pede a pequena.

“A missão de cortar seu cabelo não foi nada fácil, nem para mim, nem para ela. Porém, eu tive a ideia de contar uma história a ela, que uma fada precisava de seu cabelo para fazer uma poção mágica e trazer a cura a todos os que precisam, e ela mais do que de pressa aceitou. Ah, minha filha, se você soubesse o quanto você está sendo gigante nessa batalha e o orgulho que eu tenho de você ter vindo de mim e de seu pai! 🩷 Siga sendo forte que nós seguiremos movendo o mundo até termos você curada! […] Câncer um dia será somente um signo!”, escreveu a mãe na legenda da publicação.

O vídeo já alcançou mais de 80 mil curtidas e recebeu centenas de comentários de apoio. Em outra publicação, Rafaela explica que o diagnóstico veio após a filha sentir câimbras nos braços. Os médicos, então, diagnosticaram a pequena com epilepsia, porém, Rafaela buscou uma segunda opinião. Após uma tomografia, o diagnóstico correto do câncer raro.

“Já tivemos o início da quimioterapia já realizamos o 1° ciclo e ele foi um sucesso, seguimos firmes no nosso propósito, cada dia mais perto da cura e com a nossa fé dia após dia fortalecida.”

Menina de 11 anos morre após cair de mirante no Cânion Fortaleza, no RS

Menina de 11 anos morre após cair de mirante no Cânion Fortaleza, no RS – Foto: redes sociais

Uma tragédia marcou a tarde da última quinta-feira (10) no Cânion Fortaleza, em Cambará do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul. Uma menina de 11 anos, identificada pelo governador Eduardo Leite (PSD) como Bianca Bernardon Zanella, foi encontrada sem vida cerca de 10 horas após cair de um mirante no parque, um dos pontos turísticos mais visitados da região.

A criança, que estava com os pais, turistas de Curitiba (PR), caiu de uma altura de aproximadamente 70 metros por volta das 13h30. De acordo com o secretário de Turismo de Cambará do Sul, Andrews Mohr, a menina, que tinha transtorno do espectro autista, correu em direção à borda do penhasco quando a família se deslocava para sentar em um banco. O pai tentou alcançá-la, mas não conseguiu impedir a queda.

O local da queda, segundo os bombeiros, é uma área sem qualquer tipo de cerca de proteção. “Queda na parte central e meio do penhasco, não há vegetação”, descreveu o Corpo de Bombeiros de Canela.

Resgate

Menina de 11 anos morre após cair de mirante no Cânion Fortaleza, no RS – Foto: redes sociais

Equipes dos pelotões de Canela, Gramado e do Batalhão de Busca e Salvamento de Porto Alegre, com apoio do Batalhão de Aviação da Brigada Militar, foram mobilizadas para o resgate. Um drone ajudou a localizar o corpo da criança por volta das 17h30. No entanto, devido às más condições climáticas, o resgate aéreo não foi possível, obrigando os bombeiros a descer por cordas até o local.

Somente às 23h as equipes conseguiram acessar o ponto exato da queda, onde confirmaram o óbito da menina. O Corpo de Bombeiros lamentou a morte e prestou solidariedade à família (veja nota abaixo). Após o resgate, a responsabilidade pela investigação e demais procedimentos foi repassada à Polícia Civil e ao Instituto Geral de Perícias (IGP).

Em pronunciamento nas redes sociais, o governador Eduardo Leite expressou pesar pelo acidente e agradeceu o trabalho das equipes de resgate. “Quero deixar um abraço, solidariedade, todo o meu carinho para a família que certamente, nesse momento, sente uma dor imensa, uma perda irreparável”, declarou.

Menina de 11 anos morre após cair de mirante no Cânion Fortaleza, no RS – Foto: redes sociais

Marina Silva

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, postou nota sobre o assunto em suas redes sociais:

“Com profunda tristeza recebi a notícia do falecimento da menina que caiu no Cânion Fortaleza, no Parque Nacional da Serra Geral, em Cambará do Sul, Rio Grande do Sul, uma Unidade de Conservação do ICMBio. Equipes do Corpo de Bombeiros, com o apoio de profissionais do ICMBio, trabalharam intensamente no resgate durante o dia, mas infelizmente a encontraram sem vida.

Como se faz inteiramente necessário, em nota, o ICMBio informou que está à disposição das autoridades competentes para cooperar com a investigação sobre o caso.

Ao pai, à mãe e seus dois irmãos, com quem ela visitava o Parque, meus sentimentos e o mais profundo pesar pela perda tão precoce. Que Deus possa dar suporte e sustentação a família neste momento de dor e irreversível perda.”

Administradora do parque

A administradora do parque, a concessionária Urbia, informou que concentrou seus esforços em dar suporte às autoridades e à família da vítima. “Outras informações serão repassadas assim que possível”, disse em nota (veja abaixo).

O Cânion Fortaleza faz parte do Parque Nacional da Serra Geral, a cerca de 23 km do centro de Cambará do Sul. É conhecido por trilhas, mirantes e pela vista privilegiada da paisagem natural da região, mas carece de estruturas de segurança como grades de proteção em alguns pontos críticos.

Acidentes recentes na Serra Gaúcha

Este é o terceiro acidente grave registrado em atrações turísticas da Serra gaúcha nos últimos dias. No sábado (5), um casal de idosos morreu após um acidente no Mátria Parque de Flores, em São Francisco de Paula. Já na quarta-feira (9), um adolescente uruguaio de 13 anos caiu de um brinquedo no Alpen Park, em Canela, e precisou passar por cirurgia.

As ocorrências reacendem o debate sobre segurança em pontos turísticos da região, especialmente em locais de grande movimentação de visitantes e crianças.

Nota do Corpo de Bombeiros

“Hoje quinta-feira dia 10 de Julho por volta das 13:30hs o Corpo de Bombeiros Militar foi acionado para atendimento de uma ocorrência no Cânion Fortaleza em Cambara do Sul, onde uma menina teria caído da borda do cânion em direção ao precipício. Equipes dos Pelotões de Canela e Gramado deslocaram ao local e prontamente outra equipe do Batalhão de Busca e Salvamento de Porto Alegre juntamente com o apoio do Batalhão de Aviação da Brigada Militar deslocaram para apoio. Por volta das 17:30hs com auxílio de um Drone do Corpo de Bombeiros, a vítima foi localizada a cerca de 70 metros de altura do ponto da queda, de imediato as equipes iniciaram a montagem dos equipamentos para acessar por cordas o cânion, haja visto que devido as condições climáticas, as aeronaves não conseguiam operar com segurança no local. As equipes seguiram os trabalhos no local noite a dentro e próximo das 23h chegaram até a vítima que infelizmente já estava sem vida. Agora as equipes efetuam a ascensão do cânion, para finalização dos trabalhos de resgate no local, dando início em seguida os tramites da Policia Civil e Instituto Geral de Perícias.

O Corpo de Bombeiros Militar lamenta com profundo pesar o ocorrido e presta sua solidariedade aos familiares.”

Nota da Urbia

“A Urbia, concessionária de serviços de apoio à visitação nos Parques Nacionais de Aparados da Serra e Serra Geral, está concentrando os esforços de sua equipe no apoio às autoridades que atuam nas buscas pela criança desaparecida no Cânion Fortaleza, nesta quinta-feira (10), e presta suporte à família no local. Outras informações serão repassadas assim que possível.”

Após grave acidente, menina celebra aniversário com surpresa emocionante dos Bombeiros em Formiga

Após grave acidente, menina celebra aniversário com surpresa emocionante dos Bombeiros em Formiga – Foto: arquivo pessoal

Na noite da última sexta-feira (13), uma cena comovente tomou conta do Bairro Mangabeiras, em Formiga (MG): a pequena Manuela, que completou 5 anos de vida, foi surpreendida por uma visita muito especial — os militares da 4ª Companhia de Bombeiros Militar, com quem tem uma ligação que vai muito além da admiração infantil por fardas e sirenes.

A história por trás dessa relação é de arrepiar. Em 28 de janeiro de 2025, Manuela foi vítima de um acidente gravíssimo enquanto estava na garupa da motocicleta de sua mãe. A moto colidiu com uma carreta, e o cenário exigia uma resposta rápida e precisa. Foram justamente os bombeiros da 4ª Companhia que prestaram os primeiros socorros, agindo com agilidade que, segundo a família, foi crucial para a sobrevivência da menina.

Manuela sofreu ferimentos severos, ficou internada por dois meses, passou por cirurgias e enfrentou um longo e doloroso processo de recuperação. Hoje, com saúde e cercada de amor, ela é símbolo de resiliência e vitória — e não esqueceu os heróis de farda que fizeram parte essencial dessa trajetória.

Em reconhecimento a essa conexão emocional construída com coragem e afeto, a família decidiu convidar os militares para participarem da festa de aniversário. A resposta? Uma chegada triunfal com viatura de emprego múltiplo, sirenes, abraços e sorrisos — um gesto simples que encheu de alegria o coração da aniversariante e emocionou a todos os presentes.

A 4ª Companhia de Bombeiros Militar de Formiga, emocionada com o convite, expressou sua gratidão pela recepção calorosa e desejou à menina uma vida plena, feliz e repleta de conquistas.

Mais do que uma visita, foi uma celebração à vida — e à força que nasce quando o amor e o dever se encontram.

Via: Tribuna Centro Oeste

Menina mineira de 8 anos morre após cair de prédio no Espírito Santo

A criança de 8 anos que morreu ao cair de um prédio em Guarapari, no litoral capixaba, era mineira e natural de Muriaé (MG). A menina, entretanto, morava já há algum tempo na cidade do Espírito Santo com os pais e um irmão de 3 anos.

Por meio de nota, a Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES) disse que Helena Peçanha de Paula Costa era filha do inspetor PRF Sérgio da Costa Gonçalves, chefe da Delegacia da PRF em Guarapari, ES e de Heloana Peçanha de Paula, que é defensora pública.

Sobre o acidente fatal, a PRF-ES “manifestou solidariedade e destina o sincero desejo de conforto aos familiares, amigos e colegas neste momento de luto”.

O velório foi na tarde dessa segunda-feira (1º) na Capela da Funerária Guarapari, no bairro Aeroporto. O corpo saiu da capela na manhã desta terça-feira (2) em direção ao Cemitério Parque da Paz, em Ponta da Fruta, onde ocorreu a cremação às 11h. 

O acidente

O acidente ocorreu por volta das 21h de domingo, segundo relatos de moradores do prédio. Ao chegarem ao condomínio, os militares se depararam com a criança caída e muito ferida. O Samu também foi acionado e tentou socorrer a vítima, que não resistiu e morreu.

Segundo informações da PM local, a criança caiu da báscula do banheiro do apartamento, que, segundo as autoridade, é o único cômodo do apartamento que não possuía rede de proteção. O corpo foi encaminhado para o Departamento Médico Legal de Vitória, onde o pai compareceu na manhã desta segunda-feira (1º) para realizar a liberação.

Pelo boletim de ocorrência, agentes tentaram conversar com os pais da menina, mas eles estavam abalados e não conseguiram detalhar o ocorrido. Os pais apenas afirmaram que ouviram um barulho e viram que a criança havia caído da janela do banheiro, que não tem rede de proteção. 

À imprensa local, testemunhas disseram que a criança brincou durante todo o dia na casa de um vizinho. Quando chegou em casa, a menina ouviu outras crianças brincando, pediu para descer, mas a resposta foi negativa devido à chuva que caía na cidade. Curiosa, ela teria usado uma cadeira perto da báscula do banheiro, se desequilibrou e acabou caindo. 

Monitora é suspeita de agressão contra criança autista de 3 anos em escola infantil de MG; funcionária é afastada

A monitora suspeita de agredir uma menina de 3 anos e 11 meses na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) do bairro Ipiranga, na região Nordeste de Belo Horizonte foi afastada da unidade escolar, segundo a prefeitura da capital mineira. Ainda de acordo com a prefeitura, o caso segue em investigação.

De acordo com a mãe da criança, a autônoma Karina Lima dos Santos, de 36 anos, as agressões teriam ocorrido na última sexta-feira (24 de fevereiro). A criança é diagnosticada com transtorno do espectro autista e desde as agressões está sofrendo com crises constantes e pedindo a companhia da mãe a todo momento.

A mãe percebeu os ferimentos na filha em um momento de descontração com a criança em uma área de lazer. A mulher percebeu as lesões nas pernas da criança, que passou por exames de corpo e delito e foi feito uma denúncia na delegacia sobre o caso.

Por nota, a Secretaria Municipal de Educação informou que se reuniu com a direção da Emei e com os responsáveis pela criança para tomarem todas as medidas cabíveis. Não foram repassados mais detalhes do que foi descoberto nas apurações.

Menina que sumiu após ir à padaria foi asfixiada e enterrada na casa de vizinho

O corpo de uma menina de 12 anos foi encontrado nessa terça-feira (29), enterrado no quintal da casa de um vizinho da família dela, no Setor Madre Germana 2, em Goiânia (GO). Luana Alves saiu na manhã de domingo (27) para comprar pão, por volta das 9h30, e não voltou mais. O suspeito, um homem de 31 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira (30). Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e levou os agentes ao local onde enterrou a vítima.

De acordo com a delegada Caroline Borges, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, o homem ateou fogo no corpo antes de o enterrar. “Ontem (28) o suspeito foi ouvido pela polícia e fomos à casa dele, com o auxílio de cães farejadores, mas não achamos nada porque ele ateou fogo no corpo antes de enterrar e ainda jogou cimento e terra em cima”, contou a delegada.

De acordo com Caroline, o suspeito é conhecido da família da menina. “O homem convenceu a Luana a entrar no carro dele, dizendo que estava devendo à mãe dela e que faria o pagamento do valor. Na casa dele, ele matou a criança asfixiada”, relatou a delegada.

Em um vídeo divulgado pela polícia, ele é questionado sobre o que usou para matar a garota: “Eu não usei nada, usei só o braço”. “Ela entrou [no carro] porque ela quis, eu não forcei nada, não. Eu falei que tava devendo pros pais dela e que ia passar o dinheiro para eles. Aí eu ia levar pra casa dela. (…) Eu matei ela, enforcada”, diz o suspeito, no vídeo.

Desaparecimento 

A menina desapareceu no domingo e uma câmera de segurança a gravou voltando da padaria e o carro do suspeito passando em seguida. Ainda segundo a delegada, o homem negou que tenha abusado da vítima e disse que estava sob efeito de drogas quando cometeu o crime. “Ele já tem passagens pela polícia, e já existe a suspeita de que exista uma vítima de estupro por parte dele”, disse a delegada.

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