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Jornal Folha Regional

Polícia Militar Rodoviária prepara Operação Proclamação da República

A Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais organiza a Operação Proclamação da República para o feriado do dia 15 de novembro, que  contará com ações de combate e prevenção em várias frentes. A ação começa a partir da 7h de 11 de novembro, na MGC-356, em frente ao BH Shopping.

De acordo com o tenente Muniz da PMRv, estarão envolvidos no local efetivo da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal. Além disso, todos os policiais de administração e operações estão convocados, totalizando cerca de dois mil policiais. 

“Todas as rodovias mineiras estaduais e federais estarão sob a operação de patrulha. A PRF irá apoiar pois Minas Gerais tem a maior malha rodoviária do Brasil”, disse.  

A frota das viaturas também foi renovada para o policiamento rodoviário. “Nós faremos operações de prevenção de acidentes e com apoio da companhia tático rodoviária, operações repressivas fiscalizando ônibus e caminhões”.

O tenente contou ainda que há ainda a preocupação com a Lei Seca, que será priorizada devido ao grande número de ocorrências de ingestão de bebida alcoólica nos feriados. “ O crime de trânsito acontece quando há presença acima de 0,34 mg de álcool nos pulmões”, explicou.  (EM)

Contagem corre risco de ser atingida por tornado, alerta Defesa Civil

A Defesa Civil de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, emitiu um alerta à população para o risco de tempestade nas próximas horas. O alerta vem como recomendação da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) que não descarta a possibilidade até de um tornado passar pela cidade.

“O quadro é considerado de perigo. Segundo informações da CEDEC e da Defesa Civil, as tempestades serão capazes de causar granizos e fortes ventos. Não se descarta a possibilidade de tornado. O alerta é destinado, principalmente, às cidades que estão dentro das áreas de nível 2 e 3, como é o caso de Contagem”, informou.

A subsecretaria de Proteção e Defesa Civil, Angela Gomes, pede atenção máxima aos alertas emitidos e informou que equipes de segurança já se colocam de prontidão e estão preparadas para o atendimento à população. Em caso de ocorrências deve ligar para o 193 do Corpo de Bombeiros ou para o 199 da Defesa Civil.

O que é um tornado?

Os tornados consistem em um funil formados por ventos em alta velocidade em torno de um centro de baixa pressão. Quando esse funil toca o solo ele ganha o nome de tornado. Os ventos podem atingir até 400 km/h e causarem destruição nas cidades. 

Produtores rurais contabilizam prejuízos em lavouras após chuva de granizo em Nova Resende

Produtores rurais de Nova Resende (MG) contabilizam prejuízos por causa de uma chuva de granizo que caiu na cidade na tarde desta segunda-feira (7). A chuva de poucos minutos foi suficiente para provocar estragos em lavouras de café, milho e feijão, por exemplo.

Em Nova Resende, a chuva deixou prejuízos na região do Córrego do Cavalo. O bairro fica às margens da rodovia que dá acesso à cidade e nas margens já era possível ver o estrago.

Segundo os produtores, a chuva foi rápida, mas deixou estragos.

“Foi rápido, uns 10, 15 minutos, que passou nessa propriedade. Era umas 17h30 que meu vizinho veio e me falou, que já tinha andando nos meus cafés. Ainda não fui (na lavoura), não tive coragem até agora, é muito prejuízo”, disse o produtor rural Luis Antônio Bueno.

Chuva em outras cidades

A chuva que passou pelo Sul de Minas na tarde de segunda-feira também foi registrada em cidades como Heliodora, Aiuruoca e Lambari.

Minas Gerais tem 28 barragens em situação de emergência

Área afetada pelo rompimento de barragem no distrito de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana, em Minas Gerais

Sete anos após o rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, que matou 19 pessoas e colocou em alerta as demais estruturas no Estado, outras 28 barragens estão em situação de emergência em todo o território de Minas Gerais. O levantamento da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), que foi atualizado pela última vez em 13 de outubro deste ano, indica que dezessete barragens estão ao nível 1, sete ao nível 2 e quatro ao nível 3, que é considerada a classificação que indica a situação de colapso. Cenário este que preocupa especialistas e também quem mora próximo a estas estruturas. A chegada do período chuvoso – quando ocorreram os rompimentos de estruturas em Mariana e Brumadinho – é uma preocupação a mais, alertam especialistas.

Evandro Moraes da Gama, engenheiro de Minas e professor do Departamento de Geotecnia e Transportes da Escola de Engenharia da UFMG, explica que a chuva aumenta o risco de rompimento de barragens, assim como ocorre em outras obras de terra.  Para evitar outras tragédias no período, o engenheiro orienta que não se pode carregar as barragens, tampouco fazer obras de retiradas ou depositar materiais terrosos, ou de rejeito.

Aquelas barragens inativas, entretanto, apresentam um nível menor desde que não haja essa remoção rejeitos, frisou. “Em períodos de chuva existe uma influência de mais água no sistema. Além disso, os vereadores podem não comportar a vazão. É muito mais perigoso”, alertou o especialista em segurança de barragens e professor na Universidade Federal de Itajubá (Unifei) Carlos Barreira Martinez.

O fato de as barragens serem classificadas por níveis também não é bem-visto por especialistas. “Não tem que ter nível de emergência. Isso demonstra para a gente que existe uma falha no sistema de gestão”, aponta a engenheira geotécnica Rafaela Baldi Fernandes. Para ela, ainda que percentualmente os números sejam baixos, já que o Estado possui 534 barragens relacionadas à mineração e às indústrias, essa classificação só ocorre devido a uma sucessão de erros, que vão de falhas no projeto até no modelo de operação. “Para chegar no nível 3, um dia ela foi nível 2 e nível 1. Ou seja, teve uma negligência quando era um problema pequeno, fácil de resolver. Isso foi empurrado até chegar na condição atual”, completa Fernandes.

A avaliação da situação das barragens em Minas Gerais se intensificou em 2019, após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, que causou 270 mortes e provocou destruição em parte da bacia do Rio Paraopeba. Em resposta a essa tragédia, ocorrida três anos após a de Mariana, um pente-fino foi feito nessas estruturas e muitas barragens perderam suas declarações de estabilidade. Essa reavaliação, que aponta os riscos de cada barragem, foi impulsionada pelos órgãos de fiscalização, como a Agência Nacional de Mineração (ANM) e o Ministério Público, que estabeleceram a Lei Estadual 23.291/2019.

Com isso, várias barragens passaram a ser classificadas com o nível 1 de emergência e tiveram que ser paralisadas. Nos casos mais graves, classificados pelo nível 2 ou 3, as empresas responsáveis tiveram que evacuar todo o perímetro que seria alagado em eventual tragédia e reparar a população. Foi o que ocorreu com Elida Geralda Couto, de 36 anos, moradora de Barão de Cocais, na região Central de Minas Gerais. A estagiária de medicina veterinária está fora de casa há três anos e quatro meses. Ela foi obrigada a deixar a residência onde vivia com os pais e uma tia, na comunidade de Socorro, depois da movimentação no talude da barragem Sul Superior da mina de Gongo Soco, em 2019.

“Saí de um lugar onde a gente tinha convivência, onde eu conhecia todo mundo. Se você me perguntar como chamam os meus vizinhos de hoje, eu não sei. Conheço de vista, mas de nome e de conversar, eu não sei. Ter a amizade, eu não tenho”, conta Élida. A estagiária de medicina vive, hoje, junto a sua família, em uma casa alugada pela Vale.

Para o especialista em segurança de barragens e professor na Universidade Federal de Itajubá (Unifei) Carlos Barreira Martinez, esse levantamento não é feito da maneira mais adequada, já que não é possível classificar todas as barragens existentes, uma vez que, segundo ele, não existe uma estrutura organizacional e de fiscalização capaz de verificar todas as estruturas. “Hoje, o estado brasileiro consegue saber quantas barragens tem no país por causa de satélite, mas essa fiscalização em todas não é feita porque falta gente. E isso é complexo, já que é muito difícil de ser analisado porque são estruturas complexas, diferentes”, aponta.

Martinez acredita que mesmo diante da impossibilidade de fiscalizar todas as estruturas, foram muitos os ganhos desde a implantação da lei. “ Existem dois mundos: o real e o ideal. No ideal, o Estado teria que ter estrutura para fiscalizar, mas não é assim. O mundo real é aquele em que as mineradoras contratam empresas de consultoria, que fazem essas análises. Elas dão um laudo e esse documento é válido, sim, já que elas fizeram uma série de estudos até a divulgação do resultado”, justifica.

A Lei 23.291/19 criada para avaliar a situação das barragens também determina o fim das estruturas que utilizam o método a montante, o mesmo das barragens do Fundão e de Brumadinho, que se romperam, respectivamente, em 2015 e 2019. O modelo, de baixo custo de construção, onde os diques de contenção se apoiam sobre o próprio rejeito, é considerado ultrapassado. Por isso, a norma aponta a necessidade da “descaracterização de todas as barragens de contenção de rejeitos e resíduos” no Estado.

O segurança de barragens e professor na Universidade Federal de Itajubá (Unifei) Carlos Barreira Martinez destaca o papel da lei e disse que se mantém otimista em relação à segurança das barragens. No entanto, ele aponta que a condição ideal dessas estruturas deve se tornar realidade apenas em longo prazo. O professor acredita que esse processo pode ocorrer em até mais oito anos. “Esse processo é demorado. Para desmontar uma estrutura, você tem que fazer isso devagar. Quem mora próximo tem que ficar em alerta”, sugere. (O Tempo)

Minas Gerais terá primeira ‘Febem’ rentável do país

Um acordo fechado entre a União, o governo de Minas Gerais e a ONU prevê a construção de dois centros de reabilitação para jovens infratores que, além do compromisso social, funcione como um negócio rentável.

A previsão é que a licitação ocorra em março do próximo ano.

Com investimentos privados da ordem de R$ 800 milhões ao longo de trinta anos de contrato, a parceria público-privada quer operar com taxa média de retorno de 10% ao ano à empresa que vencer a concorrência, modelo de negócio que, se der certo, deverá ser replicado em outros estados.

Pelo acordo, a iniciativa privada será responsável pela construção, gestão e atendimento nos dois centros de internação para jovens que cometeram delitos. As cidades escolhidas foram Betim e Santana do Paraíso. Inicialmente, terão 90 leitos cada.
Caberá ao poder público a fiscalização do contrato e a garantia da segurança e integridade nas unidades.

A parceria tem coordenação do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops).

Entre as atribuições do parceiro privado, estão a de manter a infraestrutura adequada nos centros e a prestação de serviços aos jovens.

Estão previstos atendimento multidisciplinar, educação, formação profissional e ações para fortalecimento de vínculos com a família e a comunidade.

O projeto tem o objetivo de qualificar o atendimento aos adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, ampliando as chances do rompimento da trajetória infracional. (EM)

Acidente deixa duas vítimas fatais na MG-2040, entre Ilicínea e Guapé

Um homem e uma mulher morreram durante um acidente na noite do último domingo (6) na Rodovia MG-2040, entre Ilicínea e Guapé (MG). O acidente envolveu dois carros que colidiram de frente.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária, a condutora de um Fiat Siena informou que após realizar uma curva, o outro veículo, uma Parati, invadiu a contramão e os dois carros bateram de frente.

O motorista da Parati, de 37 anos, e uma passageira do Siena, morreram no local. Os corpos ficaram presos nas ferragens e foram retirados pelo Corpo de Bombeiros de Boa Esperança.

Duas pessoas foram encaminhadas para a Santa Casa de Passos em estado estável de saúde. Outras duas ficaram em observação na Santa Casa de Guapé e receberam alta na manhã desta segunda.

A perícia da Polícia Civil esteve no local e realizaram os trabalhos de praxe. Os corpos foram levados para a funerária.

Acidente grave mata 5 pessoas da mesma família em MG

Cinco pessoas morreram em um acidente grave no início da tarde da última quinta-feira (3), no km 413 da BR-135, próximo à Bocaiuva (MG). As vítimas são dois adultos e três crianças.

Segundo o Corpo de Bombeiros, as cinco vítimas são da mesma família e viajavam em um Fiat Uno. No trecho entre Engenheiro Navarro e Bocaiuva, o veículo se chocou com uma picape Fiat Toro, ocupada por duas pessoas, que tiveram apenas ferimentos leves.

De acordo com PMRv, o motorista do Uno perdeu o controle do carro, que saiu desgovernado e entrou pela contramão, atingindo violentamente a Toro. O Fiat Uno saiu da rodovia e ficou totalmente destruído, causando a morte instantânea dos ocupantes. Para os militares, a chuva, que deixou pista escorregadia, pode ter contribuído para a colisão.

Os corpos ainda não foram identificados. O Fiat Uno envolvido na tragédia tem placa de Bocaiuva, mas as autoridades ainda não confirmaram se os tripulantes moravam na cidade. Os ocupantes da Toro viajavam da Bahia para São Paulo.

Cemig causa prejuízos para empresários em Capitólio

Um desligamento da rede elétrica na última terça e quarta-feira (1°/2) realizado pela Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) causou prejuízo aos comerciantes e transtorno à população de Capitólio (MG). O corte foi feito na região do Turvo, Vila, Bica D’água, Brisas do Lago, Canarinho e outras localidades.

Segundo informações de um empresário, que possui um empreendimento às margens da MG-050, a energia foi desligada às 8h e religada apenas às 19h30. Ele relatou que entrou em contato com a concessionária responsável, mas não informaram o motivo do rompimento.

O empresário disse que isso é um ‘’descuido total e falta de consideração com a população afetada e as dezenas de comércios ao redor, que estão tendo um prejuízo incalculável devido a esta situação’’.

De acordo com o comerciante, o desligamento foi realizado sem aviso de manutenção e sem ocorrências de causas naturais na região que justificasse um corte tão prolongado.

Ainda conforme o gestor, na terça-feira, prestadores de serviço da concessionária foram vistos observando e acompanhando o corte das árvores de uma floresta de eucalipto na região conhecida de Vila e Brisas do Lago, assim como na quarta-feira.

O prefeito de Capitólio, Cristiano Gerardão, informou que segundo a CEMIG, o desligamento foi feito devido algumas redes elétricas que caíram durante o corte de árvores na região do Turvo, mas que já está tomando providência para que o problema não volte a acontecer.

‘’A empresa responsável pelo corte não comunicou com a CEMIG antes de realizar o trabalho e infelizmente está acontecendo isso. Já olhei aqui com o jurídico se a gente não consegue acionar a CEMIG e pedir para barrarem ou impedirem que cortem próximo a redes elétricas’’, disse o prefeito.

A redação do Jornal Folha Regional entrou em contato com a concessionária, mas até o fechamento desta matéria não obteve resposta.

Jovem do Sul de Minas e influencers aparecem em lista de pessoas presas nos EUA

A jovem Letícia Maia, de 21 anos, que acusou Yasmin Brunet de tráfico de pessoas, e as influencers Katiuscia Torres e Desirrê Freitas estão na lista de pessoas detidas no Condado de Cumberland, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Todas elas foram incluídas entre os detentos, conforme o registro oficial, na quarta-feira (2).

O motivo da prisão das três não consta na lista e não foi divulgado até o momento.

O caso das brasileiras é investigado pela Polícia Civil desde quando a família de Letícia Maia Alvarenga destacava que ela estaria desaparecida. De acordo com a família, ela estaria sendo mantida em cárcere privado por Kat Torres, nos EUA. A Polícia Civil descartou, no fim de outubro, esta possibilidade.

Segundo a polícia, a hipótese foi descartada após as primeiras diligências da denúncia do desaparecimento, do contato com a Polícia Federal e das imagens publicadas pela própria jovem nas redes sociais.

No mesmo dia em que o desaparecimento foi descartado pela polícia, a modelo e atriz Yasmin Brunet prestou queixa contra a jovem por calúnia, difamação e ameaça em uma delegacia de São Paulo. Yasmin foi citada por Letícia na internet por suposta participação em sequestro e tráfico humano, sem qualquer prova, no vídeo viralizado.

A prisão das três foi citada por Yasmin Brunet nas redes sociais nesta quinta-feira (3).

“Ela já foi presa nos Estados Unidos! Vem para o Brasil que a justiça está só esperando você chegar!”, escreveu a modelo como legenda em um vídeo.

Entenda o caso

O desaparecimento da jovem brasileira Letícia Maia Alvarenga, de 21 anos, é investigado pela Polícia Civil e por autoridades policiais norte-americanas. De acordo com a família, ela estaria sendo mantida em cárcere privado pela influenciadora brasileira Kat Torres, nos Estados Unidos.

A última vez que Letícia foi vista pela família foi em abril deste ano, quando teria procurado os pais em busca de documentos. Eles contaram à polícia que ela estava nos Estados Unidos em um programa de intercâmbio em que trabalhava como babá, mas tinham notícias de que estaria participando de um grupo coach com Kat Torres, em que seria sua assistente.

Desde o início com o grupo, não mantinha mais contato com os pais. Após sua última vinda ao Brasil, os pais acionaram a Polícia Civil alertando sobre o desaparecimento. A Polícia Federal e o Ministério das Relações Internacionais também estão no caso.

Desde o sumiço, a primeira vez que os pais tiveram notícias da jovem foi no dia 18 de outubro, quando ela publicou um vídeo nas redes sociais em que aparecia abatida e com falas desconexas, além de dizer ter conseguido fugir de um cativeiro. Na gravação, ela pedia ajuda para salvar a amiga Desirrê Freitas. No registro ela cita a modelo Yasmin Brunet.

Polícia Militar Rodoviária atualiza sobre manifestação de caminhoneiros nas rodovias de MG

Até as 15h da última segunda-feira (01), havia um total de 55 pontos nas rodovias mineiras, e em um novo comunicado que foi atualizado às 22h desta quarta-feira (2) pela Polícia Militar Rodoviária somente três pontos estão com interdições parciais.

Trechos sob responsabilidade PMRv:

5 Cia PMRv

🚨 Sacramento – MG 428 – Divisa com Rifaina/SP – Interdição parcial

10 Cia PMRv

🚨 Monte Carmelo MG 190 KM 35, Interdição parcial

12 Cia PMRv

🚨 Ipatinga – BR 381, KM 260 – Interdição parcial

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