Com um material lúdico, colorido, divertido e rico em educação, o Projeto “Brinquedoteca – A Arte de Brincar 2” realizou a distribuição de estruturas de brinquedotecas para a Pré Escola Municipal “Professora Ana Maria Ribeiro”, CEMEI “Astrogilda Correa Barbosa”, CEMEI “São Francisco”, CEMEI “Profª Sueli Imaculada de Souza”, CEMEI “Profª Ivanize Prado de Vasconcelos”, CEMEI “Profª. Maria de Lourdes Vasconcelos Moura” e CEMEI “Maria Helena Vieira Lemos Maia”, em Passos, e para a Escola Municipal “José Ferreira Garcia” em São João Batista do Glória, entre os dias 19 e 27 de setembro. Esta é a segunda edição do Projeto, que já beneficiou mais de 7.200 crianças com doações de livros e brinquedos pelo Brasil.
As estruturas têm formato de cubo, e cada brinquedoteca é composta de 30 exemplares de livros de literatura infantil, sendo cinco títulos em braile, e 30 brinquedos educativos, que convidam as crianças a conhecerem novas histórias e a lidarem com seus mais variados sentimentos, por meio de brincadeiras lúdicas que auxiliam no desenvolvimento social, pessoal e cultural das crianças, estimulando sua curiosidade, e promovendo a evolução de sua autoconfiança, linguagem, pensamento e concentração.
“Brinquedoteca – A Arte de Brincar 2” realizou ainda oficinas com duração de duas horas para crianças de 0 a 12 anos nos mesmos locais, estimulando o aprendizado por meio da diversão.
Todas as atividades são viabilizadas pela Lei de Incentivo à Cultura e realizadas pelo Ministério do Turismo, via Secretaria Especial de Cultura. O projeto é uma produção da Sancell Produções e Eventos Ltda EPP, e em Passos e São João Batista do Glória, contou com o patrocínio da Ipiranga Agroindustrial.
Instituições que receberam as estruturas e oficinas:
Pré Escola Municipal “Professora Ana Maria Ribeiro”, CEMEI “Astrogilda Correa Barbosa”, CEMEI “São Francisco”, CEMEI “Profª Sueli Imaculada de Souza”, CEMEI “Profª Ivanize Prado de Vasconcelos”, CEMEI “Profª. Maria de Lourdes Vasconcelos Moura” e CEMEI “Maria Helena Vieira Lemos Maia”, em Passos, e para a Escola Municipal “José Ferreira Garcia” em São João Batista do Glória
Sobre IPIRANGA AGROINDUSTRIAL: A Ipiranga Agroindustrial é pautada em princípios de valorização das pessoas, proteção ao meio ambiente e resultados. A empresa há mais de 30 anos trabalha, com segurança, na produção de alimento (açúcar), de biocombustíveis (etanol) e na geração de eletricidade renovável (biomassa).
Por acreditar no desenvolvimento sustentável, parte dos seus bons resultados, oriundos do trabalho e esforço conjunto daqueles que compõem seu quadro pessoal, é destinado à projetos que proporcionam o bem estar-social; como é o caso da “Brinquedoteca – A Arte de Brincar 2”, que auxilia na formação das nossas crianças, estimulando a leitura.
Sobre o Ministério do Turismo: Principal ferramenta de fomento à Cultura do Brasil, a Lei de Incentivo à Cultura contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam, todos os anos, em todas as regiões do país. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos – exposições, shows, livros, museus, galerias e várias outras formas de expressão cultural – e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda. A Lei também contribui para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura, já que os projetos patrocinados são obrigados a oferecer uma contrapartida social, ou seja, eles têm que distribuir parte dos ingressos gratuitamente e promover ações de formação e capacitação junto às comunidades. Criado em 1991 pela Lei 8.313, o mecanismo do incentivo à cultura é um dos pilares do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que também conta com o Fundo Nacional de Cultura (FNC) e os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts).
Em apenas quatro dias, o período chuvoso – que se inicia oficialmente em outubro – já deixou 132 pessoas desalojadas e 39 desabrigadas em Minas Gerais. O balanço é de Defesa Civil Estadual, que monitora as ocorrências deste tipo e emite alerta para as regiões ameaçadas pela chuva.
Segundo a Defesa Civil, a região Sul de Minas Gerais foi a mais afetada até agora, com situações mais graves em São Gonçalo do Sapucaí e Três Corações. A chuva de granizo que atingiu a região na última segunda-feira (3) impressionou não só pela força, mas também pelas imagens que mostram o tamanho das pedras de gelo e o estrago causado por elas nas estradas e nas plantações.
Em São Gonçalo, a prefeitura decretou estado de emergência por conta do temporal. Na cidade, 42 pessoas ficaram desabrigadas e outras 67 desalojadas por conta dos telhados que foram danificados pelas pedras de granizo. Em Três Corações, o bairro Jardim Felicidade ficou sem energia elétrica durante quase toda a segunda-feira. Ato todo, foram 7 pessoas desabrigadas, 25 desalojadas e mais de 100 pessoas afetadas indiretamente.
Em alerta
Minas Gerais está em alerta para chuvas fortes com granizo em 535 cidades entre esta terça-feira (4 de outubro) e esta quarta-feira (5 de outubro), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nestas cidades a previsão é de chuvas de até 100 milímetros. Volumes acima de 25 milímetros já são considerados chuvas fortes. (O Tempo)
Uma chuva breve e devastadora atingiu o município de São Gonçalo do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, nesta segunda-feira (3). A tempestade com pedras de granizo destruiu o telhado de várias casas, atingiu carros e deixou parte da Rodovia Fernão Dias coberta de gelo.
Segundo relatos de moradores do município, o temporal caiu sobre a cidade por volta das 13h e durou cerca de 15 minutos. O alerta da tempestade já havia sido emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no domingo. A previsão era de chuvas de até 50 milímetros e com ventos de 60 km/h.
Ainda nesta segunda-feira, o Inmet fez outro alerta para os moradores de 373 municípios de várias regiões de Minas Gerais sobre o risco de tempestades com ventos de até 100 km/h nas próximas 24h.
Os vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o poder de destruição da chuva, assim como a surpresa dos moradores com o tamanho das pedras de granizo que atingiram a cidade.
Estrada de gelo
Os motoristas que passavam pela rodovia Fernão Dias, na altura do quilômetro 800, em São Gonçalo do Sapucaí, se surpreenderam ao se deparar com a via tomada por gelo. De acordo com a concessionária que administra a via, a situação exige que os motoristas dirijam com atenção redobrada. Por conta da lentidão, o fluxo de veículos foi intenso em ambos os sentidos da via.
A eleição presidencial de 2022 será decidida em segundo turno, disputado entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) — após um primeiro turno com uma diferença mais apertada do que previam as principais pesquisas de intenção de voto.
No primeiro turno, com 96,93% das urnas apuradas, Lula (PT) estava em primeiro com 54.887.668 votos (47,85% do total dos votos válidos) e Bolsonaro, em segundo, tinha 50.117.086 votos (43,70%dos válidos) — o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já considerava, então, a eleição matematicamente encaminhada para um segundo turno.
Serão quase quatro semanas até a próxima votação, em 30/10.
Em entrevista coletiva realizada na noite deste domingo (2/10), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, comemorou o que classificou como uma eleição segura e transparente.
“Houve intercorrências, mas como houve em qualquer outra eleição. Chegamos ao final desse dia com a certeza de que a Justiça Eleitoral cumpriu sua missão constitucional de garantir segurança e transparência nas eleições”, afirmou.
O ministro também disse que poderá haver acirramento político no segundo turno das eleições presidenciais, mas disse acreditar que “a era de ataque” à Justiça Eleitoral é coisa do “passado”.
“O acirramento das candidaturas, das campanhas no segundo turno é o acirramento político e sendo assim não acredito que haja ataques maiores à justiça eleitoral já que a justiça eleitoral mostrou sua competência e transparência na apuração […] acredito que a era de ataque à justiça eleitoral é passado”, disse Alexandre de Moraes.
Há desafios para Bolsonaro, como a vantagem numérica de Lula no primeiro turno, alta rejeição do eleitorado, baixo potencial de atrair eleitores de outros candidatos, verba restrita para campanha e lenta recuperação da economia.
Por outro lado, especialistas afirmam que Bolsonaro deve conseguir atrair o apoio de diversos setores da direita que estavam pulverizados nos Estados e na disputa presidencial. E também ampliar a campanha negativa contra Lula e o PT baseada acusações de corrupção e na pauta de costumes.
Entenda abaixo cinco dos principais desafios para Bolsonaro na disputa contra Lula.
1. Vantagem de Lula
“Lula, ao contrário de Bolsonaro, tem entre os eleitores uma memória de um legado muito positivo, embora manchada pela corrupção. E a personalidade de Lula é oposta à de Bolsonaro em relação à moderação, à negociação e ao trânsito político. Lula tem talvez a maior capacidade política do país de tecer um arco de alianças é realmente muito plural, diverso”, afirmou a socióloga e professora Esther Solano Gallego (Unifesp).
Como dito acima, todos os candidatos que chegaram na liderança ao segundo turno acabaram vitoriosos nas eleições.
Bolsonaro tem, portanto, duas saídas: 1. atrair a ampla maioria dos votos dos candidatos que ficaram para trás no primeiro turno, como Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB), e 2. tirar votos de Lula.
Mas quantos votos ainda estão “em disputa” entre Lula e Bolsonaro?
Como não é possível prever o comparecimento dos eleitores nem quantos votarão em brancos e nulos, o “saldo” de votos a ser disputado no segundo turno seria a soma de todos os outros candidatos.
Mas pesquisas realizadas no primeiro turno apontavam que Lula liderava como segunda opção nas urnas entre eleitores de Ciro Gomes e Simone Tebet.
Segundo pesquisa Datafolha realizada no fim de setembro, por exemplo, 38% dos eleitores de Ciro tinham Lula como segunda opção e 18% tinham Bolsonaro como segunda opção.
No caso dos eleitores de Tebet, 34% tinham Lula como segunda opção e 18% tinham Bolsonaro como segunda opção.
Isso não significa, obviamente, que todas essas pessoas votarão em Lula ou em Bolsonaro no segundo turno.
A segunda saída, tirar votos de Lula, parece ainda mais difícil para Bolsonaro. O único candidato que teve menos votos no segundo turno do que no primeiro foi Geraldo Alckmin em 2006.
O então presidenciável do PSDB teve quase 2,5 milhões de votos a menos na segunda votação. Seu adversário naquela eleição, Lula, teve quase 12 milhões de votos a mais no segundo turno. Curiosamente, Alckmin (agora no PSB) se tornou o vice de Lula na chapa presidencial deste ano.
2. Alta rejeição do eleitorado contra Bolsonaro
Um dos principais obstáculos de Bolsonaro durante toda a campanha eleitoral era a alta taxa de rejeição dos eleitores.
Pesquisa realizada pelo Ipec no fim de setembro apontava que 51% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro. Em comparação, 35% afirmavam que não votariam de jeito nenhum em Lula.
Segundo o Datafolha, em pesquisa no fim de setembro, as taxas mais altas de rejeição a Bolsonaro estavam entre mulheres, jovens, classes mais pobres, desempregados, estudantes, funcionários públicos e moradores das regiões Sudeste, Norte e Nordeste.
Especialistas apontam que esses números não são absolutos nem consolidados. Mas eles ficaram bastante estáveis ao longo do primeiro turno, o que aponta dificuldades para revertê-los.
Para alguns analistas, Bolsonaro ainda pode se beneficiar de elementos que o ajudaram a se eleger em 2018, como o antipetismo. Neste ano, esse sentimento estava diluído entre diversos candidatos no primeiro turno, e uma disputa agora concentrada em Lula e Bolsonaro pode reunir novamente esses eleitores antipetistas em torno de Bolsonaro, como ocorreu há quatro anos.
Outros especialistas afirmam que a rejeição de Bolsonaro tem um outro lado importante para ele: a mobilização constante de seus eleitores. Ou seja, estima-se que a taxa de comparecimento às urnas dos apoiadores de Bolsonaro deve ser maior do que a de outros candidatos.
Por outro lado, Solano Gallego avalia que Bolsonaro deve ter dificuldade para ampliar sua base de apoio porque o eleitorado não tem respondido à agenda da mesma forma positiva que fez em 2018.
“Nesta eleição, há um cansaço e uma saturação entre os eleitores evangélicos com a excessiva politização dos âmbitos religiosos, dos púlpitos. Mesmo com sua ofensiva de pânico moral, Bolsonaro já parou de crescer entre os evangélicos. É claro que ele continuará apostando nisso, colocando o PT como se fosse o destruidor da família, dos costumes, da fé e da moral.”
3. Lenta recuperação da economia
Uma das principais apostas de Bolsonaro durante o primeiro turno era que a melhora da economia brasileira impulsionaria sua campanha pela reeleição. Isso porque a economia era considerada o principal problema do país por grande parte dos eleitores.
Especialistas apontam que o cenário econômico menos pior tem beneficiado os números de Bolsonaro, tanto daqueles que declaram voto nele quanto daqueles que aprovam seu governo.
Mas a velocidade da recuperação tem sido bem mais lenta do que esperava o presidente.
A inflação, por exemplo, está em queda após seguidos aumentos. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação no país é de 10,07%, mesmo com a queda registrada em julho de 0,68% no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), segundo o IBGE.
Economistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central têm reduzido semana a semana as projeções da inflação para 2022. Atualmente, a previsão média de mais de cem instituições financeiras é de que a inflação feche o ano de 2022 abaixo de 6%.
Mas apesar de todas essas quedas, o Brasil ainda tem a 4ª maior taxa de inflação entre os países do G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo, segundo dados do início de agosto da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
4. Margem restrita para medidas de governo com potencial eleitoral
Ao longo da campanha, muitos analistas repetiram a expressão “jogar dinheiro do helicóptero”, cunhada pelo economista americano Milton Friedman, para falar das medidas bilionárias adotadas por Bolsonaro antes e durante a campanha eleitoral.
As duas principais foram o aumento do Auxílio Brasil (de R$ 400 para R$ 600) e a redução de impostos para abaixar os preços dos combustíveis.
Segundo especialistas, no segundo turno Bolsonaro não tem praticamente mais margem de manobra no orçamento federal para criar ou turbinar medidas com potencial eleitoral.
5. Falta de dinheiro (e de aliados) para a campanha
Os dados do fim de setembro apontavam que a campanha presidencial de Lula havia reunido R$ 89 milhões, quase tudo repassado pelo PT a partir do fundo eleitoral.
Àquela altura, a campanha de Bolsonaro havia recebido quase R$ 17 milhões do PL e arrecadado outros R$ 12 milhões em doações privadas (principalmente de empresários).
Para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), coordenador da campanha de seu pai à reeleição, a falta de dinheiro era um “ponto crítico” e já afetava a quantidade de viagens que Bolsonaro faria pelo país, por exemplo.
A enorme diferença entre os repasses do PT e do PL para as campanhas presidenciais reflete as estratégias de cada partido. Enquanto o PT priorizou a eleição de Lula, o PL se concentrou nas campanhas de candidatos ao Senado e à Câmara dos Deputados.
Entre outros motivos porque o tamanho da bancada de deputados federais é uma das referências usadas para definir quanto cada partido receberá dos cofres públicos.
Além disso, a transferência de Bolsonaro para o PL foi acompanhada por diversos parlamentares, o que acirrou ainda mais a disputa interna pelas verbas do partido para a campanha eleitoral de 2022.
Mas Bolsonaro não enfrenta apenas falta de verbas dentro de sua base partidária. Há relatos de falta de apoio também.
A popularidade elevada de Lula na região Nordeste, por exemplo, fez com que muitos aliados de Bolsonaro não fizessem campanha para ele com medo de afastar eleitores.
Um levantamento do jornal Folha de S.Paulo em agosto apontou que um terço dos candidatos a governador que estavam formalmente aliados com o PL nas eleições não publicavam imagens ou faziam referências a Bolsonaro nas redes sociais.
Para a socióloga e professora Esther Solano Gallego (Unifesp), a própria personalidade de Bolsonaro, “considerada por muitos brasileiros como instável, agressiva e intolerante”, atrapalha o acerto de alianças políticas para garantir sua governabilidade e ampliar seus palanques ao redor do país.
“(Bolsonaro) não conseguiu sequer ter um partido potente por trás, o que dizer de alianças eleitorais ou institucionais. Essa personalidade antidemocrática está fazendo com que o mundo institucional democrático brasileiro esteja dando as costas para ele.”
A cientista política e professora Maria do Socorro Braga (Unicamp), por outro lado, afirma que Bolsonaro deve conseguir turno atrair no segundo o apoio de diversos setores da direita brasileira.
Ela cita os exemplos da direita neoliberal, do partido União Brasil (fusão do DEM com o PSL), que no primeiro turno estava formalmente ligado à candidatura presidencial de Soraya Thronicke (União Brasil-MS), e de setores do PSDB, formalmente ligados à candidatura presidencial de Simone Tebet (MDB-MS).
“No segundo turno, o ex-presidente Lula terá muito maior dificuldade de arregimentar esses setores mais à direita. Os Estados serão fundamentais para fortalecer o Bolsonaro, especialmente no Sudeste e no Sul”, diz Braga.
Para a pesquisadora, haverá também aproximação de aliados de Bolsonaro no Congresso que não fizeram campanha para o presidente no primeiro turno, sob o temor de perderem votos em regiões onde Lula lidera com folga, mas que estarão de certa forma mais desimpedidos para apoiá-lo no segundo turno presidencial.
As eleitoras e os eleitores de Minas Gerais (MG) reelegeram Romeu Zema (Novo) como governador do estado para os próximos quatro anos. Até as 20h deste domingo (2), com 92,54% das urnas apuradas, ele havia recebido 5.677.713 votos, o que equivale a 56,71% do total de votos válidos. A disputa foi contra o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD), que obteve 3.459.551 votos (34,55%).
Compareceram às urnas no estado um total de 77,79% de eleitoras e eleitores. Votaram em branco 1,81% das pessoas; outras 3,20% anularam o voto. A abstenção foi de 22,21%.
Romeu Zema (Novo) nasceu em Araxá (MG), na região do Triângulo Mineiro. O atual governador de Minas tem 54 anos, é formado em Administração e iniciou a vida política em 2018, vencendo a primeira eleição para o mesmo cargo, no segundo turno. Antes de ingressar na vida pública, foi presidente do Conselho de Administração do Grupo Zema, composto por empresas de varejo, distribuição de combustíveis, concessionárias de veículos, serviços financeiros e autopeças. Em 2022, concorre pela coligação Minas nos Trilhos (PP/Pode/Solidariedade/Patriota/Avante/PMN/AGIR/DC/MDB/Novo). Seu vice é o advogado e vereador de Belo Horizonte (MG) professor Mateus (Novo), de 41 anos.
O segundo lugar na disputa foi de Alexandre Silveira (PSD), apoiado pela campanha de Lula (PT) e Alexandre Kalil (PSD).
O bolsonarista Cleitinho (PSC) foi eleito senador por Minas Gerais com 4,1 milhões de votos. Quando houve confirmação, por volta de 95,8% das urnas tinham sido apuradas, e, o vencedor, registrava cerca 42% dos votos válidos. Informação foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O segundo lugar foi de Alexandre Silveira (PSD), apoiado pela campanha de Lula (PT) e Alexandre Kalil (PSD). Marcelo Aro (PP), e Sara Azevedo (Psol), respectivamente, ficaram com o terceiro e o quarto lugar.
Conservadores
Candidatos alinhados ao governo de Jair Bolsonaro (PL) tiveram destaque nas eleições. Nikolas Ferreira (PL) foi o mais votado da história do Estado para a Câmara, e Bruno Engler (PL) ficou na dianteira para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Estão definidos os 53 deputados federais de Minas Gerais para a legislatura 2023-2026. O resultado saiu no início da noite deste domingo (02/10), no primeiro turno das eleições gerais de 2022.
Duas imagens sacras do Santuário da Saúde e da Paz, conhecido como Igreja de Padre Eustáquio, na Região Noroeste de Belo Horizonte, foram quebradas na manhã desta quinta-feira (29). Um suspeito de ter derrubado as obras foi detido pela Polícia Militar.
“A gente foi acionado e, chegando aqui, o cidadão já estava na igreja nos aguardando e não esboçou reação. Os fiéis declaram que ele teria derrubado as duas imagens”, explicou o sargento Hamilton Gangana, do 34º Batalhão.
À polícia, o homem contou que sentiu uma tontura, apoiou nas imagens e as derrubou. No entanto, as obras ficam em lados opostos do altar.
“Ele estava nervoso no início e depois contou essa situação de estar passando mal”.
De acordo com informações da assessoria de imprensa do Santuário da Saúde e da Paz, as imagens do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria foram danificadas.
“São as imagens principais que ficam próximas ao altar. São as mesmas imagens que foram quebradas há uns cinco anos atrás. Naquela época foi por intolerância religiosa, uma pessoa contra imagens entrou e quebrou. Agora, parece que é um caso de doença, não sei explicar”, contou o padre Vinícius Maciel, reitor do santuário.
O caso relatado pelo padre aconteceu no dia 20 de março de 2019, quando um outro homem invadiu a igreja e cometeu o ato de vandalismo. Na ocasião, o suspeito não foi identificado e localizado.
O homem detido nesta quinta, que não teve o nome e idade divulgados, foi encaminhado à delegacia.
Conforme a denúncia, de 2017 até abril de 2021, o prefeito celebrou 1.246 contratos e 115 prorrogações para a ocupação de diversos cargos públicos municipais.
Imagem: Redes Sociais.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) aceitou denúncia do Ministério Público contra o prefeito de Guapé, Nelson Lara (PCdoB), por contratações de servidores sem concurso público na cidade. Conforme o MP, após a análise de provas, o TJMG tornou o prefeito réu na ação criminal.
O Ministério Público, por meio da Procuradoria de Justiça Especializada em Ações de Competência Originária Criminal, fez a denúncia em janeiro deste ano. A notícia sobre o TJMG ter aceitado a denúncia foi divulgada nesta segunda-feira (26) pelo MP.
De acordo com o Ministério Público, na ação, o procurador de Justiça Cristovam Joaquim Ramos Filho afirma que, tanto no primeiro mandato (2017-2020), quanto no segundo (2021-2024), o prefeito de Guapé, mesmo ciente da irregularidade, admitiu, por meio de contratos temporários, servidores para trabalharem na prefeitura, sem concurso público.
Ainda segundo o MP, em alguns casos, fora das hipóteses de necessidade temporária e de atender excepcional interesse público. Já em outros, a ação aponta que foram feitas sem qualquer processo seletivo.
Conforme o MP, a investigação aponta que, de 2017 até abril de 2021, o prefeito celebrou 1.246 contratos e 115 prorrogações para a ocupação de diversos cargos públicos municipais.
“Como se não bastasse, apurou-se a existência de 147 casos de contratos distintos realizados com uma mesma pessoa e englobando um mesmo período, demonstrando, com isso, o acúmulo de cargos/funções”, afirma o procurador de Justiça.
“Constatou-se que dos 1.246 contratos analisados, 988, isto é, 79,29% do total, têm como justificativa principal ‘não haver servidor efetivo ou concursado para o cargo’. Conclui-se, portanto, que o denunciado pautou quase 80% das contratações temporárias efetuadas de 2017 a abril de 2021, sem demonstrar a urgência das contratações ou o excepcional interesse público, em contrariedade ao entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF)”, afirma trecho do acórdão do TJMG que aceitou a denúncia do MPMG contra o prefeito de Guapé.
O MP destaca que, nesse período, segundo a apuração, foram realizados alguns processos seletivos, mas “vários dos aprovados não foram contratados, sendo que pessoas que sequer participaram desses processos seletivos, ou que participaram e não foram aprovadas, firmaram contratos temporários com o município de Guapé”, narra trecho da denúncia.
O Ministério Público salienta que consta ainda na ação que, em mandatos anteriores, o prefeito realizava também contratações irregulares e, em 2017, quando tomou posse novamente (para o mandato 2017/2020), admitiu a ilicitude das contratações judicialmente e firmou Compromisso de Ajustamento de Conduta com o MPMG, comprometendo-se a seguir as regras previstas na Lei Municipal nº 1.513/1998 para a realização contratações temporárias. Também se comprometeu a realizar concurso público.
“O denunciado, sem qualquer justificativa plausível, não realizou concurso público e segue contratando livremente centenas de servidores públicos, razão pela qual foi interposta pelo MPMG, em setembro de 2020, nova Ação de Improbidade Administrativa em seu desfavor, tramitando sob o nº 0281.20.500057-0”, afirma o procurador de Justiça na denúncia.
A redação do Jornal Folha Regional entrou em contato com prefeito, o qual pediu para entrar em contato com seu advogado.
“O que é, é, não adianta tampar o sol com a peneira”, finalizou o executivo.
O advogado de Nelson, Dr. Deyvison Andrade informou que o MP propôs essa ação criminal, a qual tramita diretamente no Tribunal de Justiça.
“Ao meu ver, essa denúncia não tem fundamento. Todas as contratações foram precedidas de processo seletivo simplificando. A demanda do município de Guapé é muito grande e o serviço público não pode parar. Foi realizada algumas contratações para preservar o princípio da continuidade do serviço público, mas tudo dentro da legalidade. Atualmente são 420 ou 426 contratos e temos uma legislação que ampara essas contratações também. Não teve nada de ilegal iremos provar isso perante a justiça”, informou o advogado.
Chuvas fortes com granizo e vendaval vão atingir São José da Barra (MG) e mais 238 cidades mineiras entre esta terça (27) e quarta-feira (28). De acordo com alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), haverá chuvas de até 100 milímetros e ventos de até 100 km/h. “Risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos”, informou o Inmet.
Saiba como se prevenir:
Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).
Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.
Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Veja as cidades atingidas:
Água Comprida
Aguanil
Aiuruoca
Alagoa
Albertina
Alfenas
Alpinópolis
Alterosa
Andradas
Andrelândia
Arantina
Araporã
Araxá
Arceburgo
Areado
Baependi
Bambuí
Bandeira do Sul
Belmiro Braga
Bias Fortes
Boa Esperança
Bocaina de Minas
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus da Penha
Bom Repouso
Bom Sucesso
Borda da Mata
Botelhos
Brazópolis
Bueno Brandão
Cabo Verde
Cachoeira de Minas
Cachoeira Dourada
Caldas
Camanducaia
Cambuí
Cambuquira
Campanha
Campestre
Campina Verde
Campo Belo
Campo do Meio
Campo Florido
Campos Gerais
Canápolis
Cana Verde
Candeias
Capetinga
Capinópolis
Capitólio
Careaçu
Carmo da Cachoeira
Carmo de Minas
Carmo do Rio Claro
Carneirinho
Carrancas
Carvalhópolis
Carvalhos
Cássia
Caxambu
Centralina
Chiador
Claraval
Comendador Gomes
Conceição da Aparecida
Conceição da Barra de Minas
Conceição das Alagoas
Conceição das Pedras
Conceição do Rio Verde
Conceição dos Ouros
Congonhal
Conquista
Consolação
Coqueiral
Cordislândia
Córrego do Bom Jesus
Córrego Fundo
Cristais
Cristina
Cruzília
Delfim Moreira
Delfinópolis
Delta
Divisa Nova
Dom Viçoso
Doresópolis
Elói Mendes
Espírito Santo do Dourado
Estiva
Extrema
Fama
Formiga
Fortaleza de Minas
Fronteira
Frutal
Gonçalves
Guapé
Guaranésia
Guaxupé
Gurinhatã
Heliodora
Ibertioga
Ibiá
Ibiraci
Ibitiúra de Minas
Ibituruna
Ijaci
Ilicínea
Inconfidentes
Indianópolis
Ingaí
Ipiaçu
Ipuiúna
Itajubá
Itamogi
Itamonte
Itanhandu
Itapagipe
Itapeva
Itaú de Minas
Ituiutaba
Itumirim
Iturama
Itutinga
Jacuí
Jacutinga
Jesuânia
Juiz de Fora
Juruaia
Lambari
Lavras
Liberdade
Lima Duarte
Limeira do Oeste
Luminárias
Machado
Madre de Deus de Minas
Mar de Espanha
Maria da Fé
Marmelópolis
Matias Barbosa
Medeiros
Minduri
Monsenhor Paulo
Monte Alegre de Minas
Monte Belo
Monte Santo de Minas
Monte Sião
Munhoz
Muzambinho
Natércia
Nazareno
Nepomuceno
Nova Ponte
Nova Resende
Olaria
Olímpio Noronha
Ouro Fino
Pains
Paraguaçu
Paraisópolis
Passa Quatro
Passa Vinte
Passos
Pedralva
Pedro Teixeira
Perdizes
Perdões
Piedade do Rio Grande
Pimenta
Pirajuba
Piranguçu
Piranguinho
Piumhi
Planura
Poço Fundo
Poços de Caldas
Pouso Alegre
Pouso Alto
Prata
Pratápolis
Ribeirão Vermelho
Rio Preto
Sacramento
Santa Bárbara do Monte Verde
Santa Juliana
Santana da Vargem
Santana do Deserto
Santana do Garambéu
Santana do Jacaré
Santa Rita de Caldas
Santa Rita de Ibitipoca
Santa Rita de Jacutinga
Santa Rita do Sapucaí
Santa Vitória
Santo Antônio do Amparo
São Bento Abade
São Francisco de Paula
São Francisco de Sales
São Gonçalo do Sapucaí
São João Batista do Glória
São João da Mata
São João del Rei
São José da Barra
São José do Alegre
São Lourenço
São Pedro da União
São Roque de Minas
São Sebastião da Bela Vista
São Sebastião do Paraíso
São Sebastião do Rio Verde
São Thomé das Letras
São Tiago
São Tomás de Aquino
São Vicente de Minas
Sapucaí-Mirim
Senador Amaral
Senador José Bento
Seritinga
Serrania
Serranos
Silvianópolis
Simão Pereira
Soledade de Minas
Tapira
Tocos do Moji
Toledo
Três Corações
Três Pontas
Tupaciguara
Turvolândia
Uberaba
Uberlândia
União de Minas
Vargem Bonita
Varginha
Veríssimo
Virgínia
Wenceslau Braz
Água Comprida
Aguanil
Aiuruoca
Alagoa
Albertina
Alfenas
Alpinópolis
Alterosa
Andradas
Andrelândia
Arantina
Araporã
Araxá
Arceburgo
Areado
Baependi
Bambuí
Bandeira do Sul
Belmiro Braga
Bias Fortes
Boa Esperança
Bocaina de Minas
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus da Penha
Bom Repouso
Bom Sucesso
Borda da Mata
Botelhos
Brazópolis
Bueno Brandão
Cabo Verde
Cachoeira de Minas
Cachoeira Dourada
Caldas
Camanducaia
Cambuí
Cambuquira
Campanha
Campestre
Campina Verde
Campo Belo
Campo do Meio
Campo Florido
Campos Gerais
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