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Jornal Folha Regional

Gerente desmente ‘fake news’ referente a rompimento da Usina Hidrelétrica de Furnas em São José da Barra

Na tarde desta quinta-feira (21), uma publicação informando que a ‘barragem de Furnas’ está correndo alto risco de romper, com anexo de uma imagem da Usina em São José da Barra, está circulando na internet e inclusive deixando diversos internautas assustados.

Na montagem é possível observar alguns erros ortográficos, como: ‘’’auto’ risco de romper’’, o qual seria ‘alto’. Usina também está escrito errado, com acento agudo no Ú. Além disso, a escrita ‘interdita-la’ está como ‘interdita lá’.

O gerente de Produção Minas da Usina Hidrelétrica de Furnas em São José da Barra (MG), Roberto Teixeira Siniscalchi, afirmou para a redação do Jornal Folha Regional que a notícia não procede.

“A empresa Furnas em breve emitirá uma nota desmentindo essa ‘fake news’. Prezamos pela segurança de nossos colaboradores e população ao entorno de nossas unidades operacionais”, informou Siniscalchi.

Aposentados do INSS vão receber R$ 1,73 bi em atrasados; veja quem tem direito

Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que ganharam na Justiça o direito à concessão ou revisão de seu benefício previdenciário ou assistencial vão receber R$ 1,73 bilhão em atrasados de até 60 salários mínimos (R$ 72.720) da Justiça Federal. Receberá o dinheiro neste lote quem tem uma RPV (Requisição de Pequeno Valor) – como são chamadas as ações de até 60 salários mínimos – com o pagamento autorizado pela Justiça em agosto de 2022.

O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou R$ 2,09 bilhões para quitar ações de 197.839 beneficiários em todo o país. Desse total, R$ 1,73 bilhão será destinado a pagar processos previdenciários e assistenciais, de benefícios como aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros, que somam 88.908 processos, com 113.780 beneficiários. A data exata em que o dinheiro será depositado em conta bancária depende do cronograma do tribunal responsável pela ação. No caso do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), o setor responsável pelo pagamento costuma levar cerca de uma semana para concluir o processamento dos valores.

A consulta deve ser feita com o advogado responsável pela ação ou no site do tribunal federal, que mostrará a data em que a ordem de pagamento foi emitida pela Justiça.

VEJA QUANTO SERÁ PAGO EM ATRASADOS EM CADA TRIBUNAL
TRF DA 1ª REGIÃO (DF, MG, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP)

  • Geral: R$ 849.567.834,61
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 719.286.930,90 (36.330 processos, com 41.869 beneficiários)

TRF DA 2ª REGIÃO (RJ E ES)

  • Geral: R$ 151.322.509,98
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 118.428.918,59 (5.980 processos, com 7.824 beneficiários)

TRF DA 3ª REGIÃO (SP e MS)

  • Geral: R$ 341.405.598,02
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 266.321.867,16 (9.639 processos, com 11.871 beneficiários)

TRF DA 4ª REGIÃO (RS, PR e SC)

  • Geral: R$ 457.769.315,72
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 389.420.955,46 (21.763 processos, com 27.838 beneficiários)

TRF DA 5ª REGIÃO (PE, CE, AL, SE, RN e PB)

  • Geral: R$ 292.393.086,66
  • Previdenciárias/Assistenciais: R$ 244.021.609,25 (15.196 processos, com 24.378 beneficiários)

QUEM TEM DIREITO?

Tem direito aos atrasados os segurados que processaram o INSS e ganharam a ação, e cuja data da ordem de pagamento do juiz -etapa chamada de autuação- seja algum dia do mês de agosto de 2022. É preciso que o processo seja de até 60 salários mínimos. A ação tem que ter chegado totalmente ao final, sem possibilidade de recurso por parte do INSS. Ou seja, já precisa ter transitado em julgado.

As RPVs a serem pagas são referentes à concessão ou revisão de:

  • Aposentadoria
  • Pensão por morte
  • Auxílio-doença
  • BPC (Benefício de Prestação Continuada)

Inmet alerta sobre risco de granizo e tempestade em São José da Barra e outras cidades mineiras entre esta quinta e sexta

Minas Gerais tem 655 cidades em alerta para tempestades com granizo entre esta quinta-feira (22) e esta sexta-feira (23). As chuvas podem chegar a até 100 milímetros por dia e os ventos a até 100 km/h, segundo alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). “Risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos”, destaca o Instituto

Saiba como se prevenir:

  • Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).
  • Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Veja as cidades atingidas:

Abadia dos Dourados
Abaeté
Abre Campo
Acaiaca
Açucena
Água Comprida
Aguanil
Aimorés
Aiuruoca
Alagoa
Albertina
Além Paraíba
Alfenas
Alfredo Vasconcelos
Alpinópolis
Alterosa
Alto Caparaó
Alto Jequitibá
Alto Rio Doce
Alvarenga
Alvinópolis
Alvorada de Minas
Amparo do Serra
Andradas
Andrelândia
Antônio Carlos
Antônio Dias
Antônio Prado de Minas
Araçaí
Aracitaba
Araguari
Arantina
Araponga
Araporã
Arapuá
Araújos
Araxá
Arceburgo
Arcos
Areado
Argirita
Astolfo Dutra
Augusto de Lima
Baependi
Baldim
Bambuí
Bandeira do Sul
Barão de Cocais
Barão de Monte Alto
Barbacena
Barra Longa
Barroso
Bela Vista de Minas
Belmiro Braga
Belo Horizonte
Belo Oriente
Belo Vale
Betim
Bias Fortes
Bicas
Biquinhas
Boa Esperança
Bocaina de Minas
Bom Despacho
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus da Penha
Bom Jesus do Amparo
Bom Jesus do Galho
Bom Repouso
Bom Sucesso
Bonfim
Bonfinópolis de Minas
Borda da Mata
Botelhos
Brasilândia de Minas
Brás Pires
Braúnas
Brazópolis
Brumadinho
Bueno Brandão
Buenópolis
Bugre
Buritizeiro
Cabeceira Grande
Cabo Verde
Cachoeira da Prata
Cachoeira de Minas
Cachoeira Dourada
Caetanópolis
Caeté
Caiana
Cajuri
Caldas
Camacho
Camanducaia
Cambuí
Cambuquira
Campanha
Campestre
Campina Verde
Campo Belo
Campo do Meio
Campo Florido
Campos Altos
Campos Gerais
Canaã
Canápolis
Cana Verde
Candeias
Caparaó
Capela Nova
Capetinga
Capim Branco
Capinópolis
Capitólio
Caputira
Caranaíba
Carandaí
Carangola
Caratinga
Careaçu
Carmésia
Carmo da Cachoeira
Carmo da Mata
Carmo de Minas
Carmo do Cajuru
Carmo do Paranaíba
Carmo do Rio Claro
Carmópolis de Minas
Carrancas
Carvalhópolis
Carvalhos
Casa Grande
Cascalho Rico
Cássia
Cataguases
Catas Altas
Catas Altas da Noruega
Caxambu
Cedro do Abaeté
Centralina
Chácara
Chalé
Chiador
Cipotânea
Claraval
Cláudio
Coimbra
Comendador Gomes
Conceição da Aparecida
Conceição da Barra de Minas
Conceição das Alagoas
Conceição das Pedras
Conceição de Ipanema
Conceição do Mato Dentro
Conceição do Pará
Conceição do Rio Verde
Conceição dos Ouros
Confins
Congonhal
Congonhas
Congonhas do Norte
Conquista
Conselheiro Lafaiete
Conselheiro Pena
Consolação
Contagem
Coqueiral
Cordisburgo
Cordislândia
Corinto
Coromandel
Coronel Fabriciano
Coronel Pacheco
Coronel Xavier Chaves
Córrego Danta
Córrego do Bom Jesus
Córrego Fundo
Córrego Novo
Couto de Magalhães de Minas
Cristais
Cristiano Otoni
Cristina
Crucilândia
Cruzeiro da Fortaleza
Cruzília
Curvelo
Datas
Delfim Moreira
Delfinópolis
Delta
Descoberto
Desterro de Entre Rios
Desterro do Melo
Diamantina
Diogo de Vasconcelos
Dionísio
Divinésia
Divino
Divinolândia de Minas
Divinópolis
Divisa Nova
Dom Bosco
Dom Cavati
Dom Joaquim
Dom Silvério
Dom Viçoso
Dona Eusébia
Dores de Campos
Dores de Guanhães
Dores do Indaiá
Dores do Turvo
Doresópolis
Douradoquara
Durandé
Elói Mendes
Engenheiro Caldas
Entre Folhas
Entre Rios de Minas
Ervália
Esmeraldas
Espera Feliz
Espírito Santo do Dourado
Estiva
Estrela Dalva
Estrela do Indaiá
Estrela do Sul
Eugenópolis
Ewbank da Câmara
Extrema
Fama
Faria Lemos
Felixlândia
Fernandes Tourinho
Ferros
Fervedouro
Florestal
Formiga
Fortaleza de Minas
Fortuna de Minas
Francisco Dumont
Fronteira
Frutal
Funilândia
Goianá
Gonçalves
Gonzaga
Gouveia
Governador Valadares
Grupiara
Guanhães
Guapé
Guaraciaba
Guaranésia
Guarani
Guarará
Guarda-Mor
Guaxupé
Guidoval
Guimarânia
Guiricema
Gurinhatã
Heliodora
Iapu
Ibertioga
Ibiá
Ibiraci
Ibirité
Ibitiúra de Minas
Ibituruna
Igarapé
Igaratinga
Iguatama
Ijaci
Ilicínea
Imbé de Minas
Inconfidentes
Indianópolis
Ingaí
Inhapim
Inhaúma
Inimutaba
Ipaba
Ipanema
Ipatinga
Ipiaçu
Ipuiúna
Iraí de Minas
Itabira
Itabirito
Itaguara
Itajubá
Itamarati de Minas
Itambé do Mato Dentro
Itamogi
Itamonte
Itanhandu
Itanhomi
Itapagipe
Itapecerica
Itapeva
Itatiaiuçu
Itaú de Minas
Itaúna
Itaverava
Ituiutaba
Itumirim
Itutinga
Jaboticatubas
Jacuí
Jacutinga
Jaguaraçu
Japaraíba
Jeceaba
Jequeri
Jequitibá
Jesuânia
Joanésia
João Monlevade
João Pinheiro
Joaquim Felício
Juatuba
Juiz de Fora
Juruaia
Lagamar
Lagoa da Prata
Lagoa Dourada
Lagoa Formosa
Lagoa Grande
Lagoa Santa
Lajinha
Lambari
Lamim
Laranjal
Lassance
Lavras
Leandro Ferreira
Leopoldina
Liberdade
Lima Duarte
Luisburgo
Luminárias
Luz
Machado
Madre de Deus de Minas
Manhuaçu
Manhumirim
Maravilhas
Mar de Espanha
Maria da Fé
Mariana
Mário Campos
Maripá de Minas
Marliéria
Marmelópolis
Martinho Campos
Martins Soares
Materlândia
Mateus Leme
Matias Barbosa
Matipó
Matozinhos
Matutina
Medeiros
Mercês
Mesquita
Minduri
Miradouro
Miraí
Moeda
Moema
Monjolos
Monsenhor Paulo
Monte Alegre de Minas
Monte Belo
Monte Carmelo
Monte Santo de Minas
Monte Sião
Morada Nova de Minas
Morro da Garça
Morro do Pilar
Munhoz
Muriaé
Mutum
Muzambinho
Naque
Natalândia
Natércia
Nazareno
Nepomuceno
Nova Era
Nova Lima
Nova Ponte
Nova Resende
Nova Serrana
Nova União
Olaria
Olímpio Noronha
Oliveira
Oliveira Fortes
Onça de Pitangui
Oratórios
Orizânia
Ouro Branco
Ouro Fino
Ouro Preto
Paineiras
Pains
Paiva
Palma
Papagaios
Paracatu
Pará de Minas
Paraguaçu
Paraisópolis
Paraopeba
Passabém
Passa Quatro
Passa Tempo
Passa Vinte
Passos
Patos de Minas
Patrocínio
Patrocínio do Muriaé
Paula Cândido
Paulistas
Pedra Bonita
Pedra do Anta
Pedra do Indaiá
Pedra Dourada
Pedralva
Pedrinópolis
Pedro Leopoldo
Pedro Teixeira
Pequeri
Pequi
Perdigão
Perdizes
Perdões
Periquito
Piau
Piedade de Caratinga
Piedade de Ponte Nova
Piedade do Rio Grande
Piedade dos Gerais
Pimenta
Pingo d’Água
Piracema
Pirajuba
Piranga
Piranguçu
Piranguinho
Pirapetinga
Pirapora
Piraúba
Pitangui
Piumhi
Planura
Poço Fundo
Poços de Caldas
Pocrane
Pompéu
Ponte Nova
Porto Firme
Pouso Alegre
Pouso Alto
Prados
Prata
Pratápolis
Pratinha
Presidente Bernardes
Presidente Juscelino
Presidente Kubitschek
Presidente Olegário
Prudente de Morais
Quartel Geral
Queluzito
Raposos
Raul Soares
Recreio
Reduto
Resende Costa
Ressaquinha
Riachinho
Ribeirão das Neves
Ribeirão Vermelho
Rio Acima
Rio Casca
Rio Doce
Rio Espera
Rio Manso
Rio Novo
Rio Paranaíba
Rio Piracicaba
Rio Pomba
Rio Preto
Rio Vermelho
Ritápolis
Rochedo de Minas
Rodeiro
Romaria
Rosário da Limeira
Sabará
Sabinópolis
Sacramento
Santa Bárbara
Santa Bárbara do Leste
Santa Bárbara do Monte Verde
Santa Bárbara do Tugúrio
Santa Cruz de Minas
Santa Cruz do Escalvado
Santa Efigênia de Minas
Santa Fé de Minas
Santa Juliana
Santa Luzia
Santa Margarida
Santa Maria de Itabira
Santana da Vargem
Santana de Cataguases
Santana de Pirapama
Santana do Deserto
Santana do Garambéu
Santana do Jacaré
Santana do Manhuaçu
Santana do Paraíso
Santana do Riacho
Santana dos Montes
Santa Rita de Caldas
Santa Rita de Ibitipoca
Santa Rita de Jacutinga
Santa Rita de Minas
Santa Rita do Itueto
Santa Rita do Sapucaí
Santa Rosa da Serra
Santa Vitória
Santo Antônio do Amparo
Santo Antônio do Aventureiro
Santo Antônio do Grama
Santo Antônio do Itambé
Santo Antônio do Monte
Santo Antônio do Rio Abaixo
Santo Hipólito
Santos Dumont
São Bento Abade
São Brás do Suaçuí
São Domingos das Dores
São Domingos do Prata
São Francisco de Paula
São Francisco de Sales
São Francisco do Glória
São Geraldo
São Geraldo da Piedade
São Gonçalo do Abaeté
São Gonçalo do Pará
São Gonçalo do Rio Abaixo
São Gonçalo do Rio Preto
São Gonçalo do Sapucaí
São Gotardo
São João Batista do Glória
São João da Mata
São João del Rei
São João do Manhuaçu
São João do Oriente
São João Evangelista
São João Nepomuceno
São Joaquim de Bicas
São José da Barra
São José da Lapa
São José da Varginha
São José do Alegre
São José do Goiabal
São José do Mantimento
São Lourenço
São Miguel do Anta
São Pedro da União
São Pedro dos Ferros
São Roque de Minas
São Sebastião da Bela Vista
São Sebastião da Vargem Alegre
São Sebastião do Anta
São Sebastião do Oeste
São Sebastião do Paraíso
São Sebastião do Rio Preto
São Sebastião do Rio Verde
São Thomé das Letras
São Tiago
São Tomás de Aquino
São Vicente de Minas
Sapucaí-Mirim
Sarzedo
Sem-Peixe
Senador Amaral
Senador Cortes
Senador Firmino
Senador José Bento
Senhora de Oliveira
Senhora do Porto
Senhora dos Remédios
Sericita
Seritinga
Serra Azul de Minas
Serra da Saudade
Serra do Salitre
Serrania
Serranos
Serro
Sete Lagoas
Silveirânia
Silvianópolis
Simão Pereira
Simonésia
Sobrália
Soledade de Minas
Tabuleiro
Taparuba
Tapira
Tapiraí
Taquaraçu de Minas
Tarumirim
Teixeiras
Timóteo
Tiradentes
Tiros
Tocantins
Tocos do Moji
Toledo
Tombos
Três Corações
Três Marias
Três Pontas
Tupaciguara
Turvolândia
Ubá
Ubaporanga
Uberaba
Uberlândia
Unaí
Uruana de Minas
Urucânia
Vargem Alegre
Vargem Bonita
Varginha
Varjão de Minas
Várzea da Palma
Vazante
Veríssimo
Vermelho Novo
Vespasiano
Viçosa
Vieiras
Virgínia
Virginópolis
Visconde do Rio Branco
Volta Grande
Wenceslau Braz

Vivaldo Piotto “O Amigão do Povão” é homenageado no Dia do Radialista

Nesta quarta-feira (21), comemoramos o Dia do Radialista, e não teria outro nome para homenagearmos nesta data especial.

A ‘lenda’ do rádio e líder da comunicação regional, foi referência para muitos que hoje seguem como comunicadores, a exemplo o diretor do Jornal Folha Regional Romulo Leandro, que desde criança espelhou no ícone Vivaldo Piotto.

Vivaldo Nascimento Piotto, filho de João Piotto e Arabela Nascimento Piotto, nasceu dia 19 de novembro de 1937 em Passos (MG), sendo o mais velho dos 4 irmãos, os quais são, Vanido Nascimento Piotto, Cleide Piotto Assunção e Maria Luiza Piotto Corrêa.

Vivaldo começou a trabalhar aos 12 anos de idade, ajudando os pais, e ingressou no rádio ainda jovem, trabalhando em um curto período na Radio Record AM, posteriormente, retornou para a cidade natal a pedido de sua mãe.

Sempre ligado a arte, conheceu a futura esposa, no teatro, Ada Maria Esper com quem casou e tiveram 3 filhos, Marcelo Esper Piotto, Maria Cristina Piotto e Ricardo Piotto.

O comunicador fundou a quarta emissora de FM no Estado de Minas Gerais, sendo a primeira FM na cidade de Passos. Posteriormente, a primeira retransmissora de televisão da região, a TV Independência (atualmente TV Indsol). Logo em seguida presenteou a cidade com mais uma FM em 1989, a Rádio Alternativa e Comunicação de Passos, tendo sua filha, como sócia na emissora .

Vivaldo foi o primeiro a inaugurar a programação sertaneja no rádio FM, que até então era um estilo musical visto somente voltado para o rádio AM, o qual também inovou o FM com uma programação diversificada introduzindo o jornalismo, serestas, ritmos regionais, momento da saudade (tangos e boleros) e MPB, tudo isso em 1978.

Sua vida foi pautada por grandes realizações. Atuou como vereador em Passos durante 10 anos, quando ainda não existia salário para este cargo, tendo deixado grandes contribuições para a cidade.

O mestre do rádio foi um grande empreendedor no ramo da comunicação, porém sobretudo , um apaixonado radialista. Dividiu a história da comunicação social da região em duas fases, como fundador da quarta FM de minas, seguindo da TV e de mais uma FM, como também iniciou vários profissionais na radiodifusão, hoje eminentes cidadãos militando na comunicação ou destacando-se em outras atividades profissionais.

Ele dirigiu por dois anos e meio a Rádio Passos, escreveu para o Jornal Gazeta e o Sudoeste, além de ter divulgado gratuitamente os jornais Vale do Rio Grande e Folha da Manhã em suas primeiras edições.

Trabalhou intensamente nos seus 47 anos de carreira, servindo com amor a cidade de Passos, através dos seus relevantes serviços prestados, que lhe renderam vários cartões de prata, troféus, diplomas de Honra ao Mérito, inclusive títulos de cidadão Alpinopolense, da querida cidade de Alpinópolis (MG) e também “cidadão Guapeense” da cidade turística de Guapé (MG).

Muito querido em toda região, ele participou de vários eventos nas cidades de Cássia, São João Batista do Glória, Piumhi, Itaú de Minas, São Sebastião do Paraiso e outras várias cidades, onde ele fez amigos e também colegas de profissão.

Vivaldo foi o primeiro cidadão civil convidado para ser padrinho de uma turma de formandos militares no 12⁰ Batalhão de Policia Militar em Passos, quando somente podia apadrinhar se fosse Militar.

Excelente pai de familia e um marido dedicado, em dezembro de 1991, sofreu um AVC jogando bola – vindo a cair no campo, um esporte que ele gostava muito. Foi socorrido pelos amigos que ali estavam e encaminhado para o Hospital São José, em seguida para a Santa Casa de Misericórdia de Passos, recebeu prontamente em ambos os hospitais um excelente atendimento quando então seguiu para Belo Horizonte e foi realizada a cirurgia na cabeça, porém, após um dia de cirurgia, devido a acomodação das artérias cerebrais, até hoje inexplicado, Vivaldo sentiu fortes dores e entrou em coma, voltando após três dias e recobrando a consciência, porém sem os movimentos das pernas, ficando assim doze anos em uma cadeira de rodas.

Após onze anos, sofreu outro aneurisma e desta vez na artéria aorta, pertinho do coração, passando por uma cirurgia de colocação de uma prótese em Ribeirão Preto (SP). Ele estava se recuperando bem e já planejava voltar aos microfones, até que em 1⁰ de maio de 2002, sofrendo outro derrame na cabeça, diferente do que já havia sofrido à onze anos atrás, veio a falecer em 4 de maio de 2002.

Partiu então o homem da voz ímpar, que conquistou muita gente, de presença marcante nos palangues da cidade de Passos e região, como apresentador de festividades, ou nos comícios políticos da época.

Comunicador por excelência, agraciado com o dom de Deus, que lhe valeu a homenagem do então amigo e teatrólogo, já falecido, Gustavo José Lemos que escreveu assim no jornal Folha da Manhã, edição de 8 maio de 2002: “Por todo o sempre a voz de Vivaldo, vai ressoar nas tardes mineiras, bem junto ao crepúsculo, encantando e perfumando ruas, casas, serras, vales e campos adormecidos pelo sereno. Na verdade, não existem palavras ou expressões calculadas para exprimir ou ecoar sentimentos sobre a viagem de Vivaldo Piotto a bordo de um metálico e colorido microfone estelar”.

Para os filhos, sua presença será sempre marcante. Agradou a muitos (principalmente o povão), mas desagradou a alguns (principalmente alguns da elite coronelista ou intectualista), porém, sua presença nunca nos foi tirada mas transformada, pois acreditamos que Jesus Cristo leva todos os cidadãos imperfeitos para junto Dele.

Saudades eternas e nossa homenagem de todos do Jornal Folha Regional para este grande homem.

Texto escrito pelo filho Marcelo Esper Piotto com adaptação de Romulo Leandro.

Jovem autista é hospitalizado após ser agredido brutalmente dentro de condomínio

Um vídeo onde adolescentes agridem um jovem autista na cidade de Arujá, no interior de São Paulo, está circulando na internet e a mãe da vítima pede justiça.

De acordo com informações, tudo aconteceu em um condomínio residencial em Arujá, e a violência foi registrada por alguém que apoiava  os agressores.

Nas imagens é possível ver que eles debocham da cara da vítima, que é autista.

O rapaz estava parado em uma esquina, quando começou a ser agredido com socos e chutes. Ele cai no chão e permanece imóvel por alguns segundos, enquanto é xingado. Uma menina riu das agressões e comemorou a ação covarde.

A mãe da vítima, disse que morou 20 anos no condomínio e pediu apoio para que os agressores ficassem famosos pela má conduta.

“Meu filho foi hospitalizado e passará por uma cirurgia. Ele foi atacado covardemente, pois, devido às limitações dele, não sabe se defender. Peço a todos que façam esse vídeo viralizar e esses jovens fiquem famosos pela brutalidade”, informou a mãe por meio de um áudio.

A Polícia Civil está investigando o caso.

Quem é Rafael Birro, suspeito de agredir faxineira que lavava calçada em MG

Rafael Ferreira Birro de Oliveira, identificado pela Polícia Civil como o homem que agrediu a faxineira Lenirge Alves de Lima enquanto ela lavava a calçada em frente a um prédio no Lourdes, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, tem 35 anos e identifica-se como empresário nas redes sociais.

Rafael é natural de Governador Valadares, na Região do Rio Doce, e mora em Belo Horizonte.

O empresário era franqueado de uma rede de estética e emagrecimento chamada Magrass. Ele era sócio de uma unidade em Betim, na Grande BH, mas foi desligado após as imagens da agressão contra Lenirge serem divulgadas.

Rafael apagou todos os perfis nas redes sociais. Ele foi intimado pela Polícia Civil a prestar depoimento nesta terça-feira (20) e não compareceu.

De acordo com a instituição, o advogado do empresário procurou a delegada responsável pelo caso para pedir que o cliente “preste depoimento de maneira reservada”.

A delegada Marina Cardoso Nascimento disse que o suspeito não tem histórico de outros crimes.

A agressão aconteceu na última sexta-feira (16), enquanto Lenirge Alves de Lima, de 50 anos, lavava a calçada em frente a um prédio no bairro Lourdes, na Região Centro-Sul de BH.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o homem tentou passar pela calçada. Houve uma discussão e, em seguida, o agressor tirou a mangueira das mãos da mulher com violência e a deixou encharcada. Lenirge ainda caiu e se machucou.

Faxineira machucou o joelho durante agressão em BH — Foto: Redes sociais/Reprodução

Lenirge registrou boletim de ocorrência e, na última segunda-feira (19), fez uma representação criminal. O caso segue no Juizado Especial Criminal.

Setembro amarelo: Mais de 130 pessoas suicidam por mês em Minas Gerais

“Desde os 9 anos ela já falava de uma dor na alma insuportável que não passava e começou a se arranhar. Quando fez 15 anos, tentou se matar e, desde então, eu perdi as contas de quantas vezes eu corri com ela para o hospital por ter se cortado, tomado veneno, ou algo do tipo. Desde abril do ano passado ela está com os anjos e eu rezo para que ela esteja bem”. O relato, ainda carregado de uma tristeza profunda, é da auxiliar de cozinha Lucilene Marques, 47, que ainda tenta absorver o luto da perda da única filha, Raíssa Marques. A menina de 20 anos morreu oito dias após tomar mais de cem comprimidos e entrou para a dolorosa estatística de 134 suicídios a cada mês em Minas Gerais do início de 2021 até agosto de 2022. São 2.689 histórias precocemente interrompidas que acabam escancarando um problema muitas vezes escondido por um tabu: pessoas se matam e isso é uma questão de saúde pública.

Os números da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) acendem esse alerta feito há anos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e que, no Brasil, ganha força com a campanha Setembro Amarelo, de combate ao suicídio. No mundo, segundo último levantamento da OMS, em 2019, pelo menos 700 mil pessoas tiraram a própria vida. No Brasil, os registros são próximos de 14 mil casos, o equivalente a 38 suicídios por dia. Em Belo Horizonte, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 268 pessoas se mataram de janeiro de 2021 a julho de 2022, sendo 81 neste ano.

Agora em 2022, em seu oitavo ano, a campanha Setembro Amarelo, encabeçada pela Associação Brasileira de Psiquiatria e pelo Conselho Federal de Medicina, tem como lema “A vida é a melhor escolha”. Segundo a porta-voz do Centro de Valorização da Vida (CVV) em Minas Gerais, Norma Moreira, campanhas como essa são importantes para romper um silêncio danoso na luta contra o avanço do autoextermínio.

“A questão não é falar sobre o suicídio de João ou de Maria, mas sobre o suicídio. Setembro amarelo é muito importante para que a gente possa alertar a sociedade sobre a necessidade de prevenção. A maior parte dos casos está relacionada a um quadro de adoecimento mental e a pessoa se sentir sozinha, sem acolhimento para falar sobre essa vontade de abandonar a vida é um fator de risco que não pode ser ignorado. Sem contar que já ficou comprovado que o suicídio é um problema de saúde pública, multifatorial, que pode, em certa medida, ser evitado com políticas voltadas ao atendimento a quem sofre com depressão ou outras doenças que podem levar a esse quadro”, diz a voluntária do grupo de ajuda.  

Para Raíssa, por exemplo, a saúde mental pesou muito nos mais de dez episódios de tentativas seguidas de se matar. Diagnosticada com transtorno bipolar ainda na infância, a menina teve a vida marcada por ideações suicidas. “Quando ela tinha crises, eu nem dormia porque sabia que era um risco. Chegamos a interná-la em centros de assistência muitas vezes, tentamos vários tratamentos, tudo que estava ao nosso alcance. Só no ano passado, ela ficou internada duas vezes. Depois que passava o surto, ela nem lembrava do que tinha feito. Eu sempre a ouvi muito. Tem gente que acha que as pessoas tentam suicídio para chamar atenção, mas não é. Não é mesmo”, diz Lucilene. 

Mitos e tabus

O mito de que quem tenta contra a própria vida quer aparecer e não efetivamente se matar, citado por Luciene, é só mais um entre vários outros que só agrava a sensação de angústia e solidão de quem questiona se deve seguir. “Estamos em uma sociedade que julga o tempo todo sem saber o que o outro vive. Não dá para avaliar o tamanho da dor do outro. Não adianta falar que é falta de fé, de Deus, de louça para lavar ou todas essas percepções erradas sobre o que se passa no íntimo de outras pessoas. Temos que treinar uma escuta mais empática, sem preconceitos, livre de tabus”, afirma Norma.  

A escuta, o acolhimento e o direcionamento para uma ajuda especializada podem salvar vidas. Mas, há casos que nem todo esse esforço é suficiente e, por isso, não cabe remorso da parte de quem fica, segundo a psicóloga que se dedica a estudar o fenômeno, Esther Hwang. “Quando alguém tira a própria vida, é comum entre os que ficam as buscas por causas. Mas o suicídio é complexo demais para se nomear motivos. Temos alguns fatores de risco como doença mental, tentativas prévias, perdas, lutos, desemprego, mas têm muitas outras questões envolvidas.  Nem sempre dá para prever que o outro está prestes a se matar porque o suicídio é construído nas relações sociais, no contexto de vida e isso não é fácil de ser mapeado”, explica a especialista.  

No passado, antes de se especializar no assunto, ela já teve ideações suicidas e agora fala do lugar de quem já sentiu a dor de quem desacredita na vida. “É uma inquietação meio solitária porque existem muitos tabus nos impedindo de falar sobre a vontade de deixar a vida. Pesquisar sobre suicídio tendo tido uma vivência pessoal me coloca no lugar de lutar contra essa associação imediata entre suicídio e transtorno mental. A gente pode estar muito lúcido e escolher se matar. É um sofrimento muito intenso e desesperador, com diferentes causas e que não pode ser limitado a um único diagnóstico”, diz a pesquisadora.  

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde, reforça a multiplicidade de causas para o suicídio e cita algumas explicações, como: exposição ao agrotóxico, perda de emprego, crises políticas e econômicas, discriminação por orientação sexual, e identidade de gênero e racismo, agressões psicológicas ou físicas, sofrimento no trabalho, transtorno mental, diminuição ou ausência de autocuidado, conflitos familiares, perda de um ente querido, doenças crônicas, dolorosas ou incapacitantes.  A pasta explica ainda que o suicídio é “um fenômeno multidimensional, que resulta de uma interação complexa entre fatores ambientais, sociais, fisiológicos, genéticos e biológicos, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, raça/cor, idades, orientações sexuais e identidades de gênero sendo considerado um tema tabu em muitas sociedades” e que, por isso, o cuidado às pessoas que apresentem qualquer tipo de sofrimento deve levar em conta o contexto social, econômico e as vulnerabilidades que elas encontram. 

Pedidos de socorro 

No primeiro trimestre deste ano, o CVV, instituição que dá apoio emocional e atua na prevenção ao suicídio por meio de escuta gratuita, recebeu 1,09 milhão de ligações em todo o Brasil. O número é 28% maior do que os 853,4 mil atendimentos no mesmo período de 2021. Uma das explicações para o avanço nos gritos de socorro seria uma escalada das dores emocionais em função das perdas e lutos provenientes da pandemia.  

“A gente já imaginava que depois que passasse aquele susto do período de avanço da doença em que as pessoas estavam focadas em sobreviver, cuidar da saúde física, as dores emocionais sufocadas iriam chegar com mais evidência. Muita coisa mudou no mundo, as pessoas precisaram de lidar com medos, angústias, perdas irreversíveis. E ainda não temos garantia de nada, o que piora a angústia. Agora é hora de falar do sofrimento emocional”, diz a porta-voz do CVV em Minas Gerais, Norma Moreira. 

Segundo a SES-MG, o cuidado de saúde mental no Estado ocorre nos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Alguns serviços disponíveis:  

  • Atenção Primária à Saúde (APS): presente em todos os municípios com equipes de Atenção Primária à Saúde de multiprofissionais que ajudam na prevenção de agravos, no diagnóstico, no tratamento, na reabilitação, na redução de danos e na manutenção da saúde.  
  • Centro de Atenção Psicossocial (CAPS): O Estado tem 395 CAPS de diversas modalidades. O local atende prioritariamente pessoas com sofrimento ou transtornos mentais graves e persistentes, incluindo necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Dados do Ministério da Saúde, de 2017, mostram que nos locais onde há CAPS o risco de suicídio é reduzido em até 14%.  

Como funciona o CVV?  

O CVV presta apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias.  A ligação para o CVV é feita por meio do 188. Também é possível acessar https://www.cvv.org.br/ para chat, Skype, e-mail e mais informações sobre ligação gratuita.  

Saiba algumas frases de alerta de quem pensa em suicídio  

  • Tenho vontade de dormir e não acordar mais;  
  • Sou um peso para as outras pessoas; 
  • Estou cansado e sem razão de viver;  
  • Não há mais prazer em se viver;  
  • Tudo seria mais fácil se eu não existisse;  
  • Sou um fracasso; 
  • Essa é a última chance;  
  • Não sou amado ou querido por ninguém;  
  • Eu não estarei aqui no próximo ano.  

 Alguns sinais que demandam atenção 

  • Isolamento e distanciamento da família, dos amigos e dos grupos sociais;  
  • Atitudes perigosas que que não necessariamente podem estar associadas ao desejo de morte e atitudes para-suicidas (dirigir perigosamente, beber descontroladamente, brigas constantes, agressividade, impulsividade, etc.); 
  • Publicações das redes sociais com conteúdo negativista ou participação em grupos virtuais que incentivem o suicídio ou outros comportamentos associados;  
  • Ausência ou abandono de planos para o futuro;  
  • Forma desinteressada como a pessoa está lidando com algum evento estressor (acidente, desemprego, falência, separação dos pais, morte de alguém querido); 
  • Despedidas (“acho que no próximo natal não estarei aqui com vocês”, ligações com conotação de despedida, distribuir os bens pessoais);  
  • Colocar os assuntos em ordem, fazer um testamento, dar ou devolver os bens;  
  • Queixas contínuas de sintomas como desconforto, angústia, falta de prazer ou sentido de vida;  
  • Qualquer doença psiquiátrica não tratada (quadros psicóticos, transtornos alimentares e os transtornos afetivos de humor). 

 Como iniciar uma conversa? 

  • Aproxime-se: Inicie a conversa com uma aproximação afetuosa, sem cobranças. Nunca diga “Por que você está com essa cara?”; “Por que você está assim?”; “Você não tem motivos para isso”;  
  • Dialogue: Entenda que falar de dores e angústias não é uma tarefa fácil. Dialogue sempre calmamente e respeite o tempo do outro. Talvez a abertura para o diálogo só venha depois de várias tentativas; 
  •  Converse: Não deixe de tentar conversar assim que perceber o problema, ou seja, não deixe para depois. O tempo será crucial para evitar algo que poderia ser evitável;  
  • Escute: Lembre-se de que sua função será a de “escutar” as angústias do outro. Então, procure ouvir mais do que falar. Evite fazer julgamentos, comparações, dar lição de moral ou falar mais do que está ouvindo;  
  • Não julgue: É importante compreender a idade e as limitações emocionais do outro, adaptando, inclusive, uma linguagem específica para cada etapa. Lembre-se que cada um sente, em seu próprio corpo, a sua dor pessoal;  
  • Ajude: Seu papel é o de oferecer ajuda e apoio, mesmo que isso signifique apenas e tão somente que você sempre estará ali para ajudar. Não cobre mudanças imediatas, pois isso “não existe” quando a dor é profunda.  
  • Seja proativo: Ao perceber que o problema é mais sério, busque ajuda profissional. Pesquise, marque a consulta, indique caminhos e acompanhe a pessoa, se for possível, para garantir que o tratamento será levado adiante. 

 O que não dizer ou fazer a quem tem ideações suicidas

  • Evite dizer “Não chore!”. Demonstre atenção para o problema do outro, mesmo que isso envolva a expressão do choro;  
  • Não diga “Isso não faz sentido”. Pode não fazer sentido para quem escuta um relato pesado, no entanto, se a dor do outro está sendo forte o bastante para gerar sofrimento, respeite o momento daquela pessoa; 
  • Evite dizer “Seja forte!”. Tenha certeza de que a pessoa em sofrimento já está fazendo o possível para ser forte e, pode não estar conseguindo, ou seja, dizer isso apenas mostra o quanto o “esforço” do outro pode estar sendo “falho”, piorando suas angústias;  
  • Não diga “Entendo o que você está passando”. Cada um entende a vida a seu modo, ou seja, por mais que você tenha vivido uma experiência parecida, somente quem sofre sabe o que realmente está sentindo;  
  • Dizer apenas “Levante a cabeça!”, sem oferecer os meios, os caminhos e novas perspectivas não ajudará muito e poderá agravar a sensação de desespero;  
  • Jamais diga “Podemos conversar mais rápido”, ou “Podemos conversar depois?”: Se você realmente quer ajudar, esteja disponível para ouvir, ou seja, jamais interrompa a expressão das ideias da outra pessoa, deixe-a desabafar;  
  • Jamais diga “Você quer apenas chamar atenção!”, e, especialmente se você estiver lidando com um adolescente. A depressão é uma doença e um sério problema de saúde pública; 
  • Não diga “Isso é falta do que fazer” ou “Se você tivesse o que fazer da sua vida, não se sentiria assim”. Oferecer novas perspectivas, indicar cursos, indicar novos espaços para formar amizades sadias são mais eficientes para dar novos horizontes à pessoa em sofrimento;  
  • Jamais diga “Tudo isso é falta de fé”. Diversas pessoas religiosas, líderes espirituais como padres e pastores sofrem de depressão, que é uma doença e por isso necessita de tratamento.  

Fontes: Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais e Ministério da Saúde.

Em nova decisão, Justiça volta atrás e libera a realização de rodeios em Minas Gerais

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) derrubou liminar que tinha proibido a realização de rodeios no estado. No dia 25 agosto, a Justiça havia determinado a proibição desse tipo de evento, atendendo a um pedido de uma organização não governamental Instituto Protecionista – SOS Animais & Plantas.

Na primeira decisão, o magistrado considerou que há “acentuada probabilidade” de os animais serem usados como “meras coisas” e de serem “submetidos a sofrimentos até a morte”.

A sentença impedia apenas o rodeio. As atrações musicais poderiam ocorrer normalmente.

Na nova decisão, proferida nesta quarta-feira (31), o TJMG suspendeu a tutela provisória de urgência, concedida pelo Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte, “que determinava ao Estado de Minas Gerais que se abstivesse de realizar, autorizar ou promover rodeios, sob pena de configurar-se o crime de desobediência do servidor ou da autoridade que ignorasse a proibição, até posterior decisão do Poder Judiciário”.

”O rodeio promove o desenvolvimento econômico, social e cultural, notadamente se se considerar que a principal atividade da maioria dos municípios mineiros é o agronegócio”, destacou o presidente do TJMG, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho. (G1)

Bebê de um mês morre em acidente de carro com motorista embriagado em MG

Um bebê de um mês morreu e quatro pessoas ficaram feridas em um acidente de carro na noite dessa quarta-feira (31), na MG-424, altura do km 22, em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Um motorista com sinais de embriaguez é suspeito de provocar a batida. O carro que ele dirigia atingiu o veículo em que estavam as vítimas.

Testemunhas contaram aos policiais que um dos carros atravessou a pista e bateu de frente com o outro. Para a Polícia Militar, o motorista disse que perdeu o controle da direção. Ele estava sozinho no momento do acidente.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar atendimento. Um homem de 34 anos ficou preso às ferragens e foi resgatado pelos militares. No momento do socorro, o estado de saúde dele era grave. A vítima está no Hospital João XXIII.

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Os outros feridos foram levados para o Pronto Atendimento em Pedro Leopoldo. O estado de saúde deles não foi divulgado. O bebê morreu ainda na UPA.

O motorista que é suspeito de ter provocado o acidente foi detido e encaminhado para a delegacia de Sete Lagoas para prestar depoimento.

Justiça proíbe realização de rodeios em todo estado de Minas Gerais

A Justiça de Belo Horizonte proibiu, na última quinta-feira (25), a prática de rodeios em todo o estado de Minas Gerais. A ordem foi dada pelo juiz Michel Curi e Silva, da 1ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias, que fica no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte.

De acordo com a decisão, o governo estadual está proibido de “realizar, autorizar ou promover” qualquer atividade cultural, esportiva ou recreativa que contenha o rodeio. Todo evento, seja público ou privado, deve ser autorizado pela administração do estado.

“Não posso corroborar as prováveis atrocidades e macular minha consciência
de julgador. Existe, de fato, acentuada probabilidade de os animais, que serão como meras coisas utilizados nos rodeios, serem também submetidos a sofrimentos atrozes até a morte”, afirma o juiz Michel Curi e Silva na decisão.

A decisão não faz distinção das várias modalidades do rodeio, tornando proibidas todas as atividades, como a prova do laço, a prova de três tambores (quando o peão cavalga, no menor tempo possível, sob obstáculos) e montaria.

A ação civil pública, pedindo o banimento dos rodeios, foi da Ong Instituto Protecionista – SOS Animais & Plantas, contra o Governo de Minas. A decisão é em primeira instância, cabível a recurso.

Jornal Folha Regional
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