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Jornal Folha Regional

Estudante de Passos conquista prêmio nacional de poesia e terá poema publicado em livro

Estudante de Passos conquista prêmio nacional de poesia e terá poema publicado em livro – Foto: redes sociais

A paixão pela leitura, aliada à criatividade, rendeu uma conquista que enche de orgulho a cidade de Passos. Aos 10 anos, a estudante Helena Costa Piantino alcançou o 6º lugar no Concurso Nacional de Poesia Fritz Teixeira de Salles – edição 2026, garantindo espaço entre os destaques da competição e a publicação de seu poema em um livro que será lançado ainda neste ano.

Aluna do 5º ano do ensino fundamental do Colégio Del Rey, Helena participou do concurso com a obra “Festival Parangolê”, na qual explora, por meio da poesia, a ludicidade e a riqueza cultural proporcionadas pelo festival que inspirou sua criação.

A oportunidade de participar do certame surgiu por meio do professor José dos Reis Santos, responsável por ministrar aulas de português em acompanhamento escolar para Helena e outros quatro estudantes do 5º ano. Foi ele quem apresentou o concurso à aluna e acompanhou todo o processo de elaboração do poema.

Realizado anualmente pela Fundação Cultural Pascoal Andreta, de Monte Sião (MG), o Concurso Nacional de Poesia Fritz Teixeira de Salles reúne participantes de diferentes regiões do país e premia trabalhos nas categorias infantil, juvenil e adulto, incentivando a produção literária e revelando novos talentos.

A conquista foi celebrada com entusiasmo pela estudante, pelo professor e pelos pais, Ézio Piantino e Luciana Costa Piantino, que acompanharam de perto a trajetória da jovem escritora.

Além do reconhecimento nacional, Helena terá a oportunidade de eternizar seu talento nas páginas da coletânea que reunirá os poemas premiados na edição de 2026, levando o nome de Passos para leitores de todo o Brasil e dando os primeiros passos em uma promissora trajetória no universo da literatura.

Documentário passense sobre Congado é premiado em festival na Flórida

Documentário passense sobre Congado é premiado em festival na Flórida – Imagem: reprodução

A produção audiovisual passense “O Sagrado que Dança” alcançou reconhecimento internacional ao receber menção honrosa no Veterans Media Showcase, festival realizado em Tampa, na costa oeste da Flórida, nos Estados Unidos. O resultado amplia a trajetória do curta-metragem, que agora também passa a contar com uma versão internacional voltada à circulação fora do Brasil.

Dirigido por Lucas Jesus, o documentário apresenta a história de Maria Aparecida, liderança do Terno de Congo Marinheiros de São Domingos e personagem importante na preservação das tradições do Congado em Passos. A obra destaca elementos ligados à religiosidade afro-brasileira, à memória coletiva e à continuidade dos saberes ancestrais transmitidos entre gerações.

Toda a produção foi realizada em Passos com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Patrimônio Histórico. Ao longo do filme, o público acompanha ensaios, celebrações e diferentes momentos do grupo de Congo, evidenciando o aspecto espiritual, artístico e social da manifestação cultural.

O reconhecimento internacional fortalece a presença do audiovisual produzido no interior de Minas Gerais em mostras e festivais estrangeiros. Ao abordar temas relacionados ao Congado e à ancestralidade afro-brasileira, o curta aproxima a cultura passense de novos públicos e amplia a circulação de narrativas brasileiras em espaços internacionais.

Com roteiro assinado por Jean Carllo e fotografia de Bruno Sette, o documentário utiliza depoimentos, imagens documentais e elementos sensoriais para construir uma narrativa voltada à valorização cultural e ao respeito às tradições populares. A adaptação internacional da obra foi desenvolvida justamente para facilitar sua participação em festivais e circuitos culturais no exterior.

Antes da premiação nos Estados Unidos, “O Sagrado que Dança” já vinha acumulando participações em eventos do setor audiovisual. O filme foi selecionado para o Festival de Cinema Afro-Religioso Cine Deburu, no Distrito Federal, concorrendo nas categorias Melhor Filme de Não Ficção e Melhor Filme pelo Júri Popular.

Em 2025, o curta também foi finalista da Mostra de Cinema das Missões, recebeu indicação oficial no Festival Internacional de Cinema de Itaúna e integrou as seleções oficiais do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá e da Periférica Mostra de Cinema, consolidando a presença da produção em diferentes espaços do cinema nacional e internacional.

Cientistas brasileiros são premiados por pesquisas sobre Alzheimer

Cientistas brasileiros são premiados por pesquisas sobre Alzheimer – Foto: Fernando Frazão

Cientistas de todo o mundo tentam encontrar novas abordagens para a doença de Alzheimer, e dois laboratórios brasileiros têm se destacado nessa corrida. Recentemente, os pesquisadores Mychael Lourenço, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Wagner Brum, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foram premiados por organizações internacionais por suas contribuições ao tema. 

Lourenço foi contemplado com o ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Research, oferecido pela organização Alba a cientistas em meio de carreira que já alcançaram conquistas excepcionais. Já Brum foi escolhido como o Next “One to Watch” (“O próximo para ficar de olho”, em tradução livre), prêmio concedido pela organização americana Alzheimer’s Association a jovens cientistas promissores. 

A doença de Alzheimer é considerada um dos grandes desafios da medicina, já que até hoje poucos tratamentos se mostraram eficazes para retardar a sua evolução, e nenhuma cura foi encontrada.

O sintoma mais reconhecido é a perda de memória recente, mas, conforme a doença progride, o paciente adquire dificuldades de raciocínio, comunicação e até de movimentação, se tornando completamente dependente. 

Dados sobre os brasileiros

O professor da UFRJ Mychael Lourenço estuda o Alzheimer desde a sua graduação em Biologia, e foi apurando esse interesse durante o mestrado, doutorado e pós-doutorado, até assumir a docência e fundar o Lourenço Lab, grupo de pesquisa dedicado às demências.

“Eu sempre me interessei por coisas misteriosas. Por exemplo: ‘como é que o cérebro funciona?’. Não tenho resposta até hoje, mas continua sendo um objeto de interesse bastante grande”, ele brinca. 

Mas Lourenço não é movido apenas pela curiosidade.

“Nós temos hoje no mundo em torno de 40 milhões de pessoas com doença de Alzheimer. Dessas, umas 2 milhões devem estar no Brasil, um número que pode ser subestimado por causa de problemas de acesso à saúde e diagnóstico. E nós temos uma população que está envelhecendo cada vez mais, mas a maior parte dos estudos são feitos no Norte global. Nós precisamos de dados para entender a doença no Brasil” 

O pesquisador explica que, desde quando Alois Alzheimer descreveu a doença, em 1906, já se sabia que ela causava placas no cérebro, mas somente na década de 80 cientistas descobriram que essas placas são compostas por beta-amiloide, fragmentos de proteína que se acumulam por alguma razão.

Contudo, drogas eficazes na remoção dessas placas não conseguiram reverter a doença, mostrando que há um hiato entre causa e efeito que a ciência ainda precisa preencher. 

“A gente continua tentando entender o que faz com que o cérebro se torne vulnerável e desenvolva a doença, inclusive olhando para o que a gente chama de resiliência para o Alzheimer. Tem pessoas como a Fernanda Montenegro, por exemplo, com 96 anos, e completamente lúcida e ativa. E tem pessoas que desenvolvem a placa de beta-amiloide no cérebro e não apresentam sintoma cognitivo. O que elas têm de diferente?”

Em paralelo, o Lourenço Lab também está testando em animais substâncias que podem evitar o acúmulo da beta-amiloide e de outra proteína, chamada tau, que também está envolvida na formação das placas.

“Possivelmente, essas proteínas têm tendência a se acumular, mas as células têm um sistema natural de degradação que a gente chama de proteassoma. Mas, no Alzheimer, é como se a companhia de lixo parasse de funcionar. Então, aumentar a atividade desse sistema seria uma forma de tentar melhorar esse fluxo”.

Rio de Janeiro (RJ), 12/03/2026 – Entrevista com o pesquisador da UFRJ Mychael Lourenço, que estuda Alzheimer e recebeu o prêmio ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Reserach em 2026. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
 Entrevista com o pesquisador da UFRJ Mychael Lourenço, que estuda Alzheimer e recebeu o prêmio ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Reserach em 2026 – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Diagnóstico precoce

Outra linha de pesquisa é voltada para o diagnóstico precoce da doença, o que pode possibilitar que ela seja controlada antes de causar danos irreversíveis ao cérebro.

Lourenço coordena uma pesquisa que busca identificar se marcadores biológicos encontrados no sangue de pessoas com Alzheimer em outros países também são válidos para os brasileiros, e se a nossa população apresenta algum marcador específico. 

“A doença de Alzheimer não aparece quando os sintomas aparecem: ela começa a se desenvolver muito tempo antes. Então, a gente está tentando pegar essa janela, em que a doença está se desenvolvendo, mas os sintomas ainda não apareceram tão claramente”.

“Talvez a gente nunca vai conseguir curar o paciente que já está num estágio muito avançado. Mas a gente pode conseguir interromper a doença antes disso”, ele acrescenta.

As pesquisas com biomarcadores também foram responsáveis por colocar o médico Wagner Brum sob os holofotes. Hoje, ele faz doutorado na UFRGS e é pesquisador do Zimmer Lab, grupo de pesquisa sobre Alzheimer. Sua verve científica se manifestou desde cedo. 

“Eu estudei numa escola pública bem tradicional do Rio Grande do Sul, chamada Fundação Liberato, que organiza uma feira de ciências que é a maior da América Latina. Eu cresci com a minha mãe me levando nessa feira, então, quando eu entrei no ensino médio, eu já comecei a trabalhar com pesquisa. Na faculdade, eu escolhi a UFRGS por ser uma faculdade com muita tradição em pesquisa, onde eu ia poder me desenvolver como médico pesquisador”.

Rio de janeiro (RJ), 20/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO -  O pesquisador de Alzheimer, Wagner Brum. Foto: AAIC/Divulgação
O pesquisador Wagner Brum foi premiado pela organização americana Alzheimer’s Association – Foto: AAIC/Divulgação

O trabalho de maior projeção de Brum foi o desenvolvimento de protocolos para a implementação clínica de um exame de sangue que consegue diagnosticar a doença de Alzheimer, a partir da presença da proteína p-tau217, um dos principais biomarcadores da doença. 

Apesar de o teste ter se mostrado preciso durante as pesquisas, era preciso criar os padrões de leitura para que ele fosse adotado na rotina diagnóstica. E foi isso que Brum fez. 

“Em pacientes com medição muito alta ou muito baixa, claramente a gente poderia saber, apenas com o exame de sangue, se a pessoa tem ou não a doença. Mas tem cerca de 20% a 30% que ficam numa faixa intermediária, e esses precisam de um exame adicional”.

Do laboratório para o SUS

De acordo com Brum, o protocolo aumenta a confiabilidade do exame, e já está sendo usado por laboratórios na Europa e Estados Unidos. Infelizmente, no Brasil, apenas poucos laboratórios privados já incorporaram a tecnologia. Mas o Zimmer Lab continua suas pesquisas, almejando facilitar o diagnóstico da doença em larga escala. 

“Para ele ser implementado no SUS, que é o nosso grande objetivo, são necessários estudos mostrando que a introdução desses exames pode melhorar tanto a confiança diagnóstica quanto mudar o tratamento do paciente. O que se tem visto em outros países é que esses exames fazem isso”

Testes com essa pretensão já estão sendo feitos no Rio Grande do Sul e depois serão expandidos para outras cidades do Brasil. Brum ressalta que, atualmente, o diagnóstico do Alzheimer é feito principalmente a partir dos sintomas, com a análise clínica feita pelo médico e o auxílio de exames não totalmente precisos.

“O que se acaba fazendo, mais comumente, são exames de imagem estrutural, tomografia ou ressonância, que conseguem informar quais partes do cérebro já apresentam uma atrofia. Mas até o processo do envelhecimento causa atrofia natural, assim como outras doenças neurodegenerativas. Existem padrões mais típicos ao Alzheimer, mas esses exames não são específicos” 

Os dois testes precisos já existentes são o exame de líquor, que examina material retirado da coluna vertebral, e a Tomografia por Emissão de Positrons (PET-CT), mas ambos são caros e pouco acessíveis. 

Brum acredita que a adoção do exame de sangue poderia não só facilitar o diagnóstico, como aumentar a confiança dos médicos em suas condutas. No futuro, exames de biomarcadores também podem detectar a doença, antes que os sintomas apareçam.

“É muito bom ver que a comunidade de pesquisa internacional presta atenção no que a gente faz e valoriza o que a gente faz. Tem muita gente fazendo pesquisa de excelência no Brasil, em muitas áreas diferentes, e que merece visibilidade.”

Os dois pesquisadores premiados trabalham com recursos de instituições de pesquisa como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Instituto Serrapilheira e Idor Ciência Pioneira.  

Escola estadual de Cássia é premiada na Olitef e recebe R$ 100 mil

Escola estadual de Cássia é premiada na Olitef e recebe R$ 100 mil – Foto: divulgação

A Escola Estadual São Gabriel, em Cássia (MG), esteve entre as escolas mineiras que participaram da Cerimônia de Entrega de Medalhas e Premiações da Olitef (Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira), realizada na cidade de São Paulo. A unidade representou Minas Gerais ao lado de outras escolas da rede estadual que também se destacaram na competição. A participação marcou um momento histórico para a comunidade escolar, que celebrou a conquista de medalhas e o prêmio de R$ 100 mil destinado à escola.

Para a diretora, Gislaine Monteiro Heluany Costa, a participação na olimpíada vai além das medalhas. “A educação financeira é uma área que estamos estimulando na escola, por entendermos a importância desse conhecimento para a vida dos nossos alunos. A olimpíada despertou o interesse dos estudantes, elevou a autoestima e deixou todos muito empolgados com os resultados”, destaca.

Conquista

A iniciativa de participar da olimpíada partiu da própria escola, assim que a equipe tomou conhecimento do projeto. Após a inscrição, professores e estudantes passaram a utilizar a plataforma da Olitef, que oferece formação específica com trilhas de aprendizagem para docentes e alunos, organizadas por nível de conhecimento. O conteúdo aborda temas como gastos, controle financeiro e planejamento, funcionando como preparação para a avaliação.

De acordo com a professora de Matemática, Janayna Barbosa,  a iniciativa oferecida foi fundamental para o desempenho dos estudantes. “A gente soube primeiro da ideia da olimpíada, inscrevemos a escola e começamos a utilizar a plataforma. Ela tem formação para professores e alunos, com trilhas que ajudam a adquirir conhecimento sobre gastos, controle financeiro e outros conceitos. Essa proposta prepara os alunos e ajuda muito na compreensão desses termos”, explica.

O tema educação financeira é trabalhado dentro do conteúdo de Matemática, com atividades práticas que aproximam os conceitos da realidade dos estudantes e ainda, compõe outras matérias de maneira transversal dentro do currículo escolar de toda a rede estadual de ensino. “No dia a dia, levamos atividades como panfletos de supermercado para discutir promoção, economia, planejamento. São situações do cotidiano que ajudam o aluno a entender como lidar com o dinheiro”, relata Janayna.

Entre os destaques da premiação está o estudante Estevão de Almeida, que cursou o 3º ano do Ensino Médio em 2025 na instituição e que concluiu a etapa escolar. Medalhista de ouro na olimpíada, ele destaca que a participação na Olitef foi um marco em sua trajetória escolar. “Foi uma experiência sem igual. Até algumas semanas atrás eu não me imaginava indo para São Paulo e participando de tudo isso”.

Para Estevão, a olimpíada também trouxe aprendizados que ultrapassam o conteúdo da prova. “Aprendi que a economia faz parte do nosso dia a dia. A gente percebe como é algo grande e importante. Foi uma experiência incrível”, afirma.

A olimpíada

A Olitef é uma iniciativa nacional gratuita voltada para estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. A olimpíada busca fortalecer a educação financeira entre jovens, preparando-os para decisões conscientes e responsáveis ao longo da vida.

Os principais objetivos são: educar, ao oferecer conhecimentos sobre finanças pessoais, investimentos e economia; engajar, ao estimular o interesse pela gestão financeira por meio de atividades e desafios; e empoderar, preparando os jovens para tomar decisões financeiras responsáveis ao longo da vida. 

Na edição de 2025, a Olitef contou com a participação de 1.755.186 estudantes e 13.047 escolas inscritas em todo o país. Do total, 7.811 escolas tiveram medalhistas, o que representa 60% das participantes. Ao todo, 63.178 estudantes conquistaram medalhas.

A participação da Escola Estadual São Gabriel na Olitef reforça o compromisso da rede estadual de ensino com a formação integral dos estudantes, ampliando o acesso a conhecimentos que contribuem para a autonomia e o planejamento financeiro. 

Quina premia apostas de Alpinópolis, Piumhi e outras cidades da região

Quina premia apostas de Alpinópolis, Piumhi e outras cidades da região – Foto: reprodução

O sorteio do concurso 6919 da Quina, realizado na última segunda-feira (5), levou prêmios para nove apostas registradas em Minas Gerais, entre elas uma feita em Alpinópolis, no Sudoeste do estado. Os valores pagos aos ganhadores variaram de R$ 4.826,04 a R$ 19.304,16, conforme a quantidade de dezenas marcadas nos jogos.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, a aposta realizada em Alpinópolis acertou quatro números, foi registrada com cinco dezenas e garantiu o prêmio de R$ 4.826,04.

Outras cidades mineiras também tiveram apostas premiadas no mesmo concurso. Em Araxá, Contagem e Santa Cruz de Minas, houve um ganhador em cada município, todos com prêmio de R$ 4.826,04. Belo Horizonte concentrou quatro apostas vencedoras: três delas receberam R$ 4.826,04, enquanto uma faturou R$ 9.652,08, por ter sido registrada com seis dezenas. Já em Sete Lagoas, uma aposta com oito dezenas conquistou o maior prêmio entre os mineiros: R$ 19.304,16.

As dezenas sorteadas na Quina 6919 foram: 04 – 06 – 09 – 26 – 64. Como nenhum apostador acertou os cinco números, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 13 milhões para o próximo sorteio, marcado para esta terça-feira (6/1).

Além da Quina, a Lotofácil também premiou apostadores mineiros no sorteio do concurso 3579, realizado na mesma data. Ao todo, 149 apostas de Minas Gerais acertaram 14 dos 15 números sorteados, entre elas duas registradas em Piumhi. Cada ganhador vai receber R$ 574,55.

Os números sorteados na Lotofácil 3579 foram:
01 – 02 – 03 – 04 – 08 – 10 – 11 – 13 – 15 – 17 – 19 – 20 – 21 – 23 – 25.

Apostador de Ibiraci acerta 15 dezenas da Lotofácil e fatura mais de R$ 1,6 milhão

Apostador de Ibiraci acerta 15 dezenas da Lotofácil e fatura mais de R$ 1,6 milhão – Foto: redes sociais

Um morador de Ibiraci (MG) está entre os grandes vencedores do concurso 3575 da Lotofácil, sorteado na noite desta terça-feira (30/12). A aposta acertou todas as 15 dezenas e garantiu um prêmio de R$ 1.632.554,23.

Conforme informações divulgadas pela Caixa Econômica Federal, o jogo premiado foi registrado na Santo Expedito Loterias, única casa lotérica do município. O estabelecimento está localizado na rua Marechal Floriano Peixoto, na região central da cidade.

As dezenas sorteadas no concurso foram:
02 – 04 – 05 – 07 – 08 – 09 – 10 – 12 – 13 – 14 – 15 – 17 – 21 – 22 – 25.

Além do apostador de Ibiraci, outras duas apostas vencedoras, uma feita em Brasília e outra no Rio de Janeiro, também acertaram os 15 números e vão receber o mesmo valor milionário.

Dia de Sorte: Aposta de Passos fatura mais de R$ 100 mil

Dia de Sorte: Aposta de Passos fatura mais de R$ 100 mil – Foto: reprodução

Uma aposta registrada em Passos, no Sul de Minas, está entre as vencedoras do concurso 1157 da loteria Dia de Sorte, realizado no sábado (27). O bilhete acertou os sete números e o mês da sorte, garantindo um prêmio de R$ 109.551,33.

Segundo informações divulgadas pela Caixa Econômica Federal, a aposta vencedora foi simples e realizada por meio dos canais eletrônicos das loterias. No mesmo sorteio, outra aposta também alcançou a faixa principal e é da cidade de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.

Os números sorteados foram 01, 03, 07, 10, 17, 28 e 31. O mês da sorte foi julho.

O próximo concurso da Dia de Sorte está marcado para terça-feira (30), com prêmio estimado em R$ 150 mil.

Projeto de Navegação Oncológica do HRC de Passos vence o Prêmio Federassantas 2025

Projeto de Navegação Oncológica do HRC de Passos vence o Prêmio Federassantas 2025 – Foto: divulgação

O Hospital Regional do Câncer de Passos (MG) foi destaque no Prêmio Federassantas 2025 ao conquistar o reconhecimento com o projeto “Navegação Oncológica dos Pacientes com Câncer de Mama”. A premiação, promovida pela Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais, reconhece anualmente projetos inovadores que fortalecem a gestão, ampliam o acesso e qualificam o atendimento nas instituições filantrópicas do estado.

Implementado a partir de janeiro de 2024, o projeto adota a navegação oncológica como modelo de acompanhamento contínuo, no qual profissionais capacitados monitoram toda a trajetória do paciente desde o primeiro encaminhamento até o fim do tratamento. A atuação inclui orientar pacientes e familiares, facilitar o acesso aos serviços necessários, identificar barreiras sociais, emocionais ou logísticas, apoiar as decisões clínicas, coordenar o cuidado entre diferentes setores e garantir que exames, consultas e procedimentos ocorram no tempo adequado. 

No HRC, o projeto é liderado pela enfermeira Regina Beraldo e contou com apoio integral da diretoria, gerências, coordenações, equipes multiprofissionais e setores administrativos, serviços de apoio, dentre eles o centro diagnóstico e patologia, que contribuíram para estruturar novos fluxos e ampliar a eficiência assistencial.

Os resultados alcançados em pouco mais de um ano chamaram a atenção: o tempo de diagnóstico em até 30 dias passou de 44% em 2023 para 90% no primeiro semestre de 2025, enquanto o início do tratamento dentro do prazo de 60 dias, conforme meta federal, aumentou de 72% para 84%. Os números refletem o impacto direto de um modelo que reduz atrasos, melhora a adesão terapêutica, diminui a ansiedade e a desinformação, além de combater desigualdades que afetam especialmente pacientes em situação de maior vulnerabilidade. Essas melhorias representam maior agilidade no processo diagnóstico e mais rapidez na chegada ao tratamento, dois fatores fundamentais para o prognóstico do câncer de mama.

O reconhecimento obtido pelo HRC evidencia a relevância da navegação oncológica como estratégia de cuidado integral e destaca a capacidade da instituição de inovar, aprimorar processos e assegurar um acompanhamento humanizado, seguro e contínuo às pacientes ao longo de toda a trajetória contra o câncer. Com o prêmio, o hospital se afirma como referência regional na adoção de modelos que qualificam a assistência oncológica no interior de Minas Gerais, fortalecendo práticas que colocam o paciente no centro do cuidado, reduzem desigualdades e promovem uma experiência mais acolhedora e eficiente.

Restaurante do Turvo coloca Capitólio no topo e vence o Prêmio Cumbucca 2025; Salvatore, também da cidade mineira, levou a 2° posição

Restaurante do Turvo coloca Capitólio no topo e vence o Prêmio Cumbucca 2025; Salvatore, também da cidade mineira, levou a 2° posição – Imagem: divulgação/Prêmio Cumbucca de Gastronomia

A 3ª edição do Prêmio Cumbucca de Gastronomia, realizada em 18 de novembro de 2025, no Grande Teatro Cemig do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, colocou novamente a culinária mineira em evidência. Considerado o principal reconhecimento voltado exclusivamente para a gastronomia de Minas Gerais, o prêmio funciona como um grande mapa anual de bares, restaurantes, profissionais, produtos e iniciativas que impulsionam o estado no cenário gastronômico brasileiro. A cerimônia também marcou o lançamento do novo Guia Cumbucca, que reúne todos os estabelecimentos de destaque do ano.

Entre os destaques, Capitólio se sobressaiu ao conquistar os dois primeiros lugares da categoria de melhor restaurante do interior. O Restaurante do Turvo ficou com o primeiro lugar, enquanto o Restaurante Salvatore levou a segunda posição. O terceiro lugar foi para o Péeferia Nu Caprichu, de Ipatinga.

Fundado há mais de cinco décadas e situado às margens da MG-050, de frente para o “Mar de Minas”, o Restaurante do Turvo preserva tradições regionais, aliando gastronomia, natureza e um atendimento de excelência que se tornou sua marca. Já o Salvatore, instalado na Rua Arcemino Rodrigues da Cunha, 10, também em Capitólio, aposta na fusão ítalo-mineira: pratos inspirados na culinária italiana com elementos que exaltam os queijos da Canastra e ingredientes locais, oferecendo uma experiência que vai além da mesa.

O Prêmio Cumbucca não se resume à escolha do melhor prato. A proposta da premiação é valorizar a mineiridade, fortalecer a economia criativa e estimular o turismo gastronômico. A seleção dos vencedores mistura voto popular com a avaliação de um júri formado por 30 especialistas.

Além das categorias principais, a edição premiou cidades, cozinheiros, bares, restaurantes, produtos e profissionais que se destacaram no último ano. Andradas, no Sul de Minas, foi escolhida como cidade gastronômica do ano, reconhecida especialmente por sua tradição na produção de vinho e café. Aos 83 anos, Dona Conceiçãozinha, de Itabirito, foi homenageada como melhor cozinheira do interior. Entre os roteiros turísticos, o circuito das Cavernas de Peruaçu e Januária, no Norte de Minas, recebeu destaque pela curadoria.


Vencedores por categoria – Edição 2025

Cumbucca de Ouro

  • Chef Eduardo Avelar foi o grande homenageado da noite, reconhecido por sua contribuição à cultura alimentar mineira. Ele é autor do livro Cozinha Mineira – Dos Quintais aos Territórios Gastronômicos.

Copo Cheio – Bares e Botecos

  • Bar: O Muringueiro (Bairro Graça, BH)
  • Boteco: Bar do Antônio “Pé de Cana” (unidades no Sion e Luxemburgo, BH)
  • Gastrobar: Cabernet Butiquim (Região da Savassi, BH)
  • Estufa: Serrotinhos (Padre Eustáquio, BH)
  • Carta de drinques: Madame Geneva (Luxemburgo, BH)
  • Petisco: Língua bovina ao molho de vinho – Timbuca (Serra, BH)
  • Cervejaria: Redentor (Savassi, BH)

Mesa Farta – Restaurantes

  • Cozinha asiática: Okinaki (Lourdes, BH)
  • Carnes/Parrilla: Parrilla Del Mercado (Cruzeiro, BH)
  • Vegetariano/Vegano: Bejí Sushi Veg (Mercado Novo, BH)
  • Cozinha autoral e Menu executivo: Cozinha Santo Antônio (Bairro Santo Antônio, BH)
  • Cozinha brasileira: Maturi (Santa Tereza, BH)
  • Cozinha internacional: D’Artagnan (Lourdes, BH)
  • Cozinha mineira: Dona Lucinha (Savassi, BH)
  • Cozinha italiana: Anella (Santa Amélia, Pampulha, BH)
  • Variado: A Cozinha de Sofia (Serra, BH)
  • Chef homem: Henrique Gilberto (Cozinha Tupis – Mercado Novo, BH)
  • Chef mulher: Ana Gabriela Costa (Trintaeum – Lourdes, BH)
  • Chef revelação: JP Oliveira (Casa Calixto – Savassi, BH)
  • Pizzaria: Forno da Saudade (Carlos Prates, BH)

Pequena Gula – Quitutes e Cafés

  • Pão de queijo: Comercial Sabiá (Mercado Central, BH)
  • Cafeteria: Copa Cozinha (Savassi e Floresta, BH)
  • Doceria: Boca do Forno (diversas unidades)
  • Sorvete e picolé: Bacio di Latte (BH e diversas cidades)
  • Pães: Pão e Coração (Alphaville, Nova Lima)
  • Sanduíche: Nimbos (Savassi)
  • Barista: Felipe Brazza (Amoras Café – Sion, BH)

Todos Votam – Categorias com voto popular

  • Novidade do ano: Gata Gorda (Savassi, BH)
  • PF: Café Palhares (Centro, BH)
  • Fora da rota: Alaíde Botequim (Planalto, BH)
  • Bom e barato: Bar do Caixote (São Geraldo, BH)
  • Ícone de BH: Café Nice (Centro, BH)
  • Bartender: Cibele Guimarães (Jezebel)
  • Maître: Débora Cardoso (Cabernet Butiquim – Savassi, BH)
  • Sommelier: Ana Borges (A Casa da Uva – Cruzeiro, BH)
  • Garçom: Del Oliveira (Pacato – Lourdes, BH)
  • Restaurante do interior: Restaurante do Turvo (Capitólio, MG)
  • Feijoada: Feijão Maletta (Centro, BH)
  • Gole do ano: Xeque Mate (marca mineira)
  • Mordida do ano: Doce de Leite do Bolota (Tiradentes, MG)
  • Cerveja gelada: Bar Mercado Central (Funcionários, BH)
  • Mercearia/Empório: Venda do Fred (Montes Claros, MG)
  • Produtor de cachaça artesanal: Cachaça Sô Nicó (Dores do Turvo, MG)
  • Beira de estrada: Venda do Chico (Três Corações, MG)

Escolha da Curadoria

  • Cozinha mineira patrimônio: Chapada do Norte (Noroeste de Minas)
  • Prepara gastronomia: Villa Donna Bistrô (Monte Verde, MG)

Aposta simples feita em Passos leva quase R$ 600 mil na Lotofácil

Aposta simples feita em Passos leva quase R$ 600 mil na Lotofácil – Foto: reprodução

A sorte sorriu novamente para Passos (MG). Uma aposta simples feita na Lotérica Nossa Senhora da Penha acertou os 15 números do concurso 3534 da Lotofácil, sorteado na noite do último sábado (8), e levou o prêmio de R$ 565.361,37.

Segundo informações da Caixa Econômica Federal, o bilhete premiado continha uma única aposta com 15 números — a forma mais comum de participação no jogo. O sortudo ou sortuda ainda não teve a identidade revelada, mas a expectativa é de que seja mais um morador do bairro Penha, local onde o bilhete foi registrado.

A Lotofácil é uma das modalidades de loteria mais populares do país. Para jogar, o apostador escolhe entre 15 e 20 números dentre os 25 disponíveis no volante. Ganha quem acerta de 11 a 15 números, com prêmios variando conforme a quantidade de acertos. Os sorteios ocorrem diariamente, de segunda a sábado, e as apostas podem ser feitas nas lotéricas ou pela internet.

Com o novo prêmio, Passos volta a figurar entre as cidades mineiras com sorte recorrente na Lotofácil, reforçando a fama de que a “fézinha” feita na Penha costuma render boas boladas.

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