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Jornal Folha Regional

Conselho de Administração aprova Jean Paul Prates como presidente da Petrobras

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, nesta quinta-feira (26), o nome de Jean Paul Prates como novo presidente da petrolífera. A decisão foi unânime entre os 10 integrantes do colegiado, formado por conselheiros indicados pelo governo, sócios minoritários e funcionários. A posse dele no cargo também já foi feita nesta quinta.

Jean Paul Prates renunciou ao cargo de senador na quarta-feira (25), horas antes da votação de sua indicação na Petrobras. Filiado ao PT no Rio Grande do Norte, ele ocupou a vaga de suplente depois da eleição de Fátima Bezerra (PT) para o governo do estado, em 2018. No cargo, foi coautor do atual marco regulatório de energia e petróleo do Brasil e relator de dois projetos de lei com o objetivo de intervir no preço dos combustíveis e que alteram a tributação do setor.

Empresário do setor de petróleo e gás, a indicação ao Prates ao comando da Petrobras foi feita pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 3 de janeiro, mas esbarrou na regra da Lei das Estatais. A norma veda a indicação de candidatos que tenham “qualquer forma de conflito de interesse” para estar na diretoria de uma companhia pública. Por conta disso, ele anunciou sua desvinculação das companhias.

O novo presidente da Petrobras é advogado e economista e tem mestrados em planejamento energético e gestão ambiental pela Universidade da Pennsylvania (nos Estados Unidos) e em economia do petróleo pelo Instituto Francês do Petróleo.

Ele tem mais de 37 anos de experiência no mercado de petróleo e energia e já atuou nas áreas de energias sustentáveis e transição energética. No gabinete de transição para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Prates integrou a equipe de Minas e Energia.

Prates já passou pela Petrobras Internacional (Braspetro) na assessoria jurídica, na década de 1980. Nos anos de 1990, fundou uma consultoria na área de petróleo e chegou a atender o governo do Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2010, foi secretário de Energia do estado. Também é responsável pela criação do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), voltado para estratégias públicas e privadas nos setores.

Passos registra crescimento de mais de 1.000% em casos prováveis de dengue em apenas duas semanas

Passos (MG) registrou crescimento de casos prováveis superior a 1000% em apenas duas semanas. Conforme dados do município, o número de casos da doença pode passar de 600 na cidade.

Segundo os boletins divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), no dia 10 de janeiro, a cidade tinha 32 casos prováveis da doença. Duas semanas depois, em 23 de janeiro, o número subiu para 357 registros prováveis.

Segundo o diretor de Saúde Coletiva de Passos, Bruno Teixeira Guimarães, o levantamento que aponta o índice de infestação pelo Aedes aegypti apontou alto risco.

“Segundo levantamento de índice rápido por infestação por aedes revisado na primeira semana de janeiro de 2023, tivemos uma infestação de 5,4%, isso indica um alto índice de infestação por aedes. Estamos aqui hoje adotando medidas preventivas para controle e combate da dengue no nosso município, onde estaremos realizando vários mutirões nos locais que apresentarem maior índice. Esses mutirões vão ter início a partir do dia 3 de fevereiro e as ações serão coleta de todo tipo de material inservível e depósitos passíveis de criadouros para o mosquito Aedes aegypti”, disse o diretor de saúde coletiva.

Governadores discutem perdas do ICMS sobre combustíveis

O Fórum de Governadores tem seu primeiro encontro presencial em 2023 marcado para esta quinta-feira (26), para discutir medidas econômicas importantes. A partir das 17h, os chefes do Executivo de todo o país vão se reunir no Centro de Convenções Brasil 21, na Asa Sul, para debater formas de repor as perdas de arrecadação com o ICMS sobre combustíveis e sugerir alterações nas regras que definem a situação fiscal e a capacidade de tomar empréstimos.

A pauta do dia será dividida em três temas e será uma prévia do encontro marcado para a sexta-feira (27), com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, às 9h30.

O primeiro item a ser discutido nesta quinta são os projetos de âmbito regional a serem levados ao presidente da República no dia seguinte. Os temas serão divididos em blocos, de acordo com a formação dos estados. No caso do DF, a composição é feita pelo Consórcio Brasil Central (BrC), formado também por Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Rondônia.

“Cada estado vai indicar três projetos locais e um de impacto regional na reunião de sexta-feira (27)”, adianta o secretário de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais do governo federal, André Ceciliano. Os temas serão esmiuçados por cada representante dos blocos no encontro com o presidente Lula. O encontro de sexta, inclusive, deve ter a participação dos ministros da Casa Civil, Rui Costa; da Fazenda, Fernando Haddad; da Saúde, Nísia Trindade; da Educação, Camilo Santana; e das Cidades, Jader Filho.

Recuperação de perdas com o ICMS

Outro assunto importante do encontro desta quinta (26) é o debate sobre a limitação de arrecadação que as Leis Complementares 192/2022 e 194/2022 provocaram no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre combustíveis, energia elétrica, serviços de comunicação e transporte público.

A LC 192/2022 definiu que o ICMS deveria ser igual em todo o país e também a tributação desse imposto por unidade de medida, em vez de um percentual sobre o preço médio dos combustíveis. Já a LC 194/2022 limitou a cobrança do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte público a 17% ou 18%, entre outras medidas.

Com as duas normas, os estados e o DF preveem perdas na ordem de R$ 38,3 bilhões em arrecadação com o imposto. É justamente uma forma de repor o caixa que os governadores voltam a discutir o assunto, assim como fizeram na edição do Fórum em dezembro passado, no Palácio do Buriti.

Naquela ocasião, foi sugerida a derrubada ao veto do artigo 14 da LC 194/2022, o que, segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Economia ou Tributação dos Estados e do DF (Comsefaz), pode ser feito por meio de um decreto assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O artigo em questão previa que as perdas dos estados com educação e saúde, devido à limitação de arrecadação de ICMS, fossem compensadas pelo governo federal no patamar anterior à sanção da lei em questão.

Também está em estudo uma proposta de convênio nacional para redução em bloco de 10% do benefício fiscal nos estados. E um outro estudo de qual percentual os estados devem adotar como reajuste na alíquota do ICMS para compensar as perdas.

Mudanças na Capag

Os governadores também querem alterar a forma como a União mede a saúde financeira das unidades da federação e define o quanto os estados podem captar em empréstimos – a chamada Capacidade de Pagamento (Capag).

Para tanto, pretendem apresentar substitutivos à Portaria ME nº 5.623/2022, que estabelece critérios da Capag, garantias e custos de operações. E também a Portaria nº 1.487/2022, que regulamenta as análises da situação fiscal dos estados em itens como poupança corrente, liquidez, despesa com pessoal, dívida consolidada, receitas com arrecadação, entre outros.

Quanto melhor a saúde financeira de um estado, maior a capacidade dele tomar empréstimos junto ao governo federal. No caso do DF, as medidas econômicas adotadas desde 2019 resultaram, pela primeira vez desde 2014, na mudança da letra C para a letra B. O GDF pleiteia a retirada do ICMS sobre os combustíveis do cálculo da Capag para poder atingir a letra A.

Esse tema será apresentado pelo diretor institucional do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Economia ou Tributação dos Estados e do DF (Comsefaz), André Horta.

Força jurídica

O terceiro item da pauta é o debate sobre uma minuta que institucionaliza o Fórum de Governadores, com o objetivo de torná-lo personalidade jurídica. A exposição será feita pelo presidente do Colégio Nacional de Procuradorias-Gerais dos Estados e do DF (Conpeg), Eduardo Cunha da Costa.

Após essa exposição, os governadores vão discutir os itens 2 e 3 da pauta, com previsão de encerrarem os trabalhos às 19h30.

Sobre o Fórum de Governadores

O Fórum de Governadores é o espaço onde os chefes do Executivo de todo o país se reúnem em Brasília para tratar assuntos de interesse comum aos entes federativos. O DF é o anfitrião desses encontros.

Nas dez edições presenciais do fórum organizadas pela atual gestão, os representantes dos estados discutiram assuntos como o equilíbrio fiscal, o pacto federativo, as medidas de segurança, a busca por mais recursos para a educação e a distribuição de vacinas. O marco legal do saneamento básico e questões ambientais também já foram pautas.

As reuniões também contam com a presença de especialistas nas áreas de economia e segurança pública e membros dos poderes Executivo, Legislativo ou Judiciário. Antes de cada edição, os temas são discutidos pelos governadores e escolhidos relatores para assumirem a relatoria do assunto de acordo com a afinidade ao tema.

Uma das medidas tomadas pelo fórum foi a ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar grandes perdas no orçamento devido às mudanças do ICMS incidente sobre combustíveis e do corte de 25% no valor do IPI.

Os encontros ocorreram em diferentes locais, tais como o Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), o Palácio do Buriti e a sede do Banco do Brasil. Também foram feitas reuniões virtuais em virtude da pandemia de covid-19.

Veja a relação de governadores e autoridades confirmadas até o momento
1) Governador do Acre, Gladson Cameli
2) Governador de Alagoas, Paulo Dantas
3) Governador do Amapá, Clécio Luís
4) Governador do Amazonas, Wilson Lima
5) Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues
6) Governador do Ceará, Elmano de Freitas
7) Governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão
8) Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande
9) Governador de Goiás, Ronaldo Caiado
10) Vice-Governador de Goiás, Daniel Vilela
11) Governador do Maranhão, Carlos Brandão
12) Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes
13) Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel
14) Governador de Minas Gerais, Romeu Zema
15) Governador do Pará, Helder Barbalho
16) Governador da Paraíba, João Azevêdo
17) Governador do Paraná, Ratinho Jr
18) Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra
19) Governador do Piauí, Rafael Fonteles
20) Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro
21) Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra
22) Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite
23) Governador de Rondônia, Cel. Marcos Rocha
24) Governador de Roraima, Antônio Denarium
25) Governador de Santa Catarina , Jorginho Mello
26) Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas
27) Governador de Sergipe, Fábio Mitidieri
28) Vice-Governador de Tocantins, Laurez Moreira

Convidados confirmados
1) Presidente do CONPEG, Eduardo Cunha da Costa
2) Diretor Institucional do COMSEFAZ, André Horta
3) Secretária-Executiva do Consórcio Amazônia Legal, Zuleica Jacira A. Moura
4) Secretário-Executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas
5) Secretário-Executivo do Consórcio Brasil Central, José Eduardo Pereira Filho

Ministério da Saúde deve anunciar nesta quinta verba milionária para reduzir filas no SUS em 90 dias

Fachada do Ministério da Saúde na Esplanada dos Ministérios

O Ministério da Saúde deve anunciar nesta quinta-feira (26), aporte milionário para Estados e municípios aumentarem o número de cirurgias, exames e consultas e, assim, reduzirem a fila de espera por procedimentos no Sistema Único de Saúde (SUS), ação que deve ser uma das bandeiras dos primeiros cem dias da gestão Lula.

Segundo Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais da Saúde (Conasems), o valor acordado nas reuniões até agora entre ministério e representantes das secretariais estaduais e municipais de saúde é de um aporte federal de R$ 600 milhões nos próximos 90 dias e mais R$ 3 bilhões para o restante dos quatro anos.

O valor do investimento e outros detalhes estarão definidos na portaria que instituirá o Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, Exames Complementares e Consultas Especializadas, a ser apresentada e aprovada pelas três instâncias governamentais na primeira reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) do SUS sob a nova gestão ministerial, marcada para a manhã desta quinta.

“Estamos trabalhando com uma portaria para 90 dias. A proposta apresentada é para, nesse primeiro momento, ter algo em torno de R$ 600 milhões para os Estados e municípios trabalharem. Isso é o que foi acertado e o que o ministério deve anunciar. Posteriormente aos 100 primeiros dias de governo, vamos trabalhar uma proposta para os quatro anos. A ideia é que tenhamos R$ 3,5 bilhões para, em quatro anos, executarmos e acabarmos com a fila”, disse o presidente do Conasems ao Estadão.

Ele afirmou que, pelo que vem sendo combinado entre ministério, Estados e municípios, a portaria dará liberdade para os governos locais usarem o valor para ampliar o número de procedimentos feitos na sua própria rede ou firmar parcerias com a iniciativa privada ou instituições filantrópicas como as Santas Casas para aumentar o número de procedimentos ofertados.

“A portaria dá liberdade aos Estados para, junto com os municípios, debaterem as prioridades. Se a secretaria quiser conveniar com a iniciativa privada, cabe a ele definir isso. O Ministério, junto com Conass (conselho dos secretários estaduais de Saúde) e Conasems, vai destinar os recursos financeiros e dar as diretrizes nacionais para os Estados e municípios fazerem”, diz Freire.

Ele afirma que uma das diretrizes nacionais discutida e que deverá constar na portaria é a de pagamento de até três vezes o valor da tabela SUS (dinheiro pago pelo governo para que uma instituição privada ou filantrópica faça um procedimento) para algumas cirurgias. “A cirurgia de catarata vai ser o valor único da tabela do SUS. Para as demais cirurgias, poderá ser pago uma, duas ou três vezes a tabela do SUS”, afirmou. A defasagem dos valores da tabela SUS é uma das principais críticas de gestores do setor.

Os municípios defendem que parte do valor repassado possa ser usado não só para o custeio direto dos procedimentos, mas para a estruturação de unidades de saúde que possam realizá-los. “Grande parte das cirurgias eletivas é nos municípios, em especial nas capitais e nos municípios de médio porte. Estamos discutindo com o ministério para que, nesse primeiro momento, tenhamos recursos também para implementar os serviços. Precisamos adquirir insumos, recrutar nossos trabalhadores, formar equipes, preparar as salas de cirurgia porque muitos centros cirúrgicos estão desativados”, afirma Freire.

O Conasems não tem estimativa de quantas pessoas estão na fila de espera por procedimentos eletivos no SUS nem quantos procedimentos deverão ser realizados com o aporte de R$ 600 milhões. “Isso vai depender da capacidade instalada de cada Estado”, afirma. Conforme informações reveladas em dezembro, o Conass estima que, durante a pandemia, cerca de 13 milhões de exames e cirurgias (hospitalares e ambulatoriais) deixaram de ser feitas, o que dá um indicativo do tamanho da demanda reprimida.

Questionada sobre detalhes da portaria, a ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, afirmou que eles serão apresentados durante a reunião da CIT.

Trator capota e mata idoso esmagado no Sul de Minas

Um idoso, de 61 anos, morreu na tarde da última quarta-feira (25) esmagado por um trator em Campestre (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, o trator capotou e prensou a vítima, que trabalhava como operador de máquinas em um cafezal na zona rural da cidade. 

Quando os militares chegaram, uma equipe de enfermeiros do Pronto Socorro de Campestre já estavam no local e confirmaram a morte do idoso. O corpo estava preso entre as ferragens e o solo.

Com uma retroescavadeira do município, os bombeiros conseguiram içar o trator e retirar o corpo da vítima. 

A perícia da Polícia Civil foi acionada e compareceu ao local. 

O corpo foi entregue ao serviço funerário e levado para o Instituto Médico Legal.  

Doze pessoas são condenadas em esquema que usava casa noturna para lavagem do dinheiro do tráfico em Varginha

Doze pessoas foram condenadas pela Justiça por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro em Varginha (MG).

As condenações fazem parte das investigações da “Operação Áquila”, que desmantelou um esquema que utilizava uma casa noturna da cidade para lavagem de dinheiro do tráfico de drogas.

A operação foi deflagrada no dia 14 de fevereiro de 2022, quando foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de prisão preventiva. Na ocasião, cinco denúncias foram oferecidas pela prática de 75 crimes.

As investigações duraram cerca de 10 meses. Segundo informações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público, as penas, somadas, superam 120 anos de prisão. Já as multas superam R$ 620 mil.

A maior parte dos condenados prossegue em prisão preventiva. Ainda cabe recurso à decisão.

Investigações

Segundo o MP, durante as investigações, que duraram cerca de 10 meses, foram colhidos elementos que apontaram a prática do crime de tráfico de drogas com o uso de menores de 18 anos. Além disso, conforme as investigações, uma casa noturna da cidade vinha sendo usada para a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas.

Além dos presos, foram apreendidas quantidades de cocaína, maconha, aparelhos celulares, R$ 24 mil em dinheiro, entre outros.

Em agosto de 2022, o MP deflagrou a 2ª fase da “Operação Áquila”, com interseção com a “Operação Penitência”, que investiga a extorsão de detentos por parte de agentes públicos no Presídio de Varginha. Nesta quinta-feira (26), foi deflagrada a 3ª fase da operação.

Na nova fase da operação, oito pessoas foram denunciadas pela prática de 13 crimes ligados ao tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte de arma de fogo, disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.

Durante as investigações, foram colhidos elementos que apontam que o tráfico era comandado do interior de estabelecimentos prisionais e com uso de violência, grave ameaça e uso de armas de fogo. Em um episódio, como forma de intimidar um desafeto, um dos denunciados efetuou disparos de arma de fogo na frente de sua residência, atingindo, inclusive, um cão.

Ainda de acordo com o MP, um advogado, já denunciado na Operação Penitência, como participante de esquema de corrupção no sistema prisional, passou a intermediar o tráfico de drogas quando dois clientes foram presos, já que teria acesso ao presídio por conta da função. (G1)

Polícia Civil apreende plantação de maconha dentro de casa desocupada em Passos

A Polícia Civil apreendeu uma plantação de maconha na última quarta-feira (25) em um imóvel desocupado no Bairro Novo Horizonte, em Passos (MG).

Segundo a Polícia Civil, a plantação foi descoberta após uma investigação que teve como objetivo identificar traficantes na região de Passos (MG). Além da maconha, os agentes também apreenderam pedras de crack, pino de cocaína e materiais para acondicionamento de droga.

A Polícia Civil segue nas investigações para descobrir os donos da droga apreendida. Ninguém foi preso.

Aguapés às margens do Lago de Furnas prejudicam navegação de embarcações em Fama

A quantidade de aguapés que surgiram às margens do Lago de Furnas, em Fama (MG), têm causado transtorno e prejudicado a navegabilidade no local.

A vegetação domina toda a margem do lago. A balsa também tem encontrado dificuldades para atravessar por causa das plantas aquáticas. Tanto que a embarcação não tem operado em alguns horários.

Os aguapés montam colônias, como se fossem ilhas, em superfícies da água. Uma das causas do crescimento excessivo dessas plantas é quando a água recebe grande quantidade de matéria orgânica e minerais, que induzem o crescimento.

A chuva diminui a concentração da matéria orgânica, contudo isso aumenta a área de ocupação. Como ela produz alta capacidade de reprodução, com mais espaço, elas crescem independente da fonte de alimento.

No mês passado, já era possível ver que as plantas estavam se espalhando, mas a quantidade não era tão expressiva quanto a atual.

Segundo o gerente da Marina Naútica, Rogério Oliveira, a presença das plantas tem dificultado a navegação no lago.

“No fim de semana que são os dias de maior movimento, com eles encostando aqui, a gente fica sem condições de estar descendo as embarcações, o pessoal pede para descer, quer passear, mas por conta dos aguapés, porque quando o motor vai refrigerar, que ele refrigera com a água, ele corre o risco de puxar uma vegetação desse, entupir e causar um prejuízo grande pro cliente, pro dono da embarcação”, disse o gerente.

Ainda segundo o gerente, é possível perceber no lago a presença de muito lixo, como garrafas pet e também outros dejetos, como tambores e até sofás em um raio de cinco quilômetros.

“Apesar de hoje estar limpo aqui, mas pessoal que for navegar tem que ter muito cuidado, porque tem muito toco, e não é toco pequeno, tem todo de todo tamanho, de pequeno até tronco de árvore e muito dejeto, garrafa pet, esses dias tinha até um tambor de 200 litros à deriva, sofá, é muita sujeira, é arriscado até a navegação, com muito cuidado, muita tranquilidade para que não cause um acidente porque o risco existe”, completou.

A redação entrou em contato com a Eletrobrás Furnas, responsável pelo lago, para saber sobre o impacto ambiental, mas até esta reportagem, nenhum retorno foi obtido.

Via: G1.

PM apreende 125 kg de maconha entre Pratápolis e Itaú de Minas

Por volta das 16h da última terça-feira (24), em Pratápolis (MG) durante a operação ”59 anos de aniversário do 12° BPM” e blitz, a Polícia Militar deu ordem de parada para o condutor de um veículo Fiat Uno Mille, de cor branca, na MG-344, KM 82, o qual realizou uma arrancada brusca, evadindo sentido Itaú de Minas.

O veículo foi seguido pelas equipes policias e em dado momento, direcionado para um milharal, onde dois indivíduos o abandonaram às margens da rodovia. Ao retornar ao veículo abandonado, foram realizadas buscas no interior, onde foram localizados 144 barras grandes de maconha, pesando aproximadamente 125 kg, além de dois celulares.

Os materiais foram apreendidos e o veículo foi removido ao pátio credenciado. Segue o rastreamento com o intuito de localizar o autor.

Ex-goleiro Bruno pede DNA após ser condenado a pagar R$ 650 mil a filho

A defesa do ex-goleiro Bruno Fernandes solicitou à Justiça que seja autorizado um exame de DNA para confirmar se ele, de fato, é o pai de Bruninho em decorrência do relacionamento com Eliza Samudio. O recurso impetrado pelo advogado do ex-atleta, Wilton Edgar da Costa, acontece após a Justiça do Mato Grosso do Sul condenar Bruno a indenizar o filho em R$ 650 mil por danos morais e materiais. 

Nesse sentido, Wilton diz que o reconhecimento da paternidade foi baseado em um depoimento prestado por Bruno durante as investigações sobre a morte de Eliza Samudio. Logo, a defesa contesta a oficialização do reconhecimento sem que seja feito um exame de DNA. Além disso, seu cliente, segundo conta, não teria condições financeiras para pagar a indenização. As informações são da CNN Brasil. 

Ex-goleiro ganhou a liberdade condicional este ano

Em 12 de janeiro, a Justiça do Rio de Janeiro concedeu liberdade condicional ao ex-goleiro, condenado pela morte da modelo Eliza Samudio. A decisão foi assinada pela juíza Ana Paula Abreu Filgueiras. 

Para a magistrada, “não há qualquer óbice concreto [obstáculo] à concessão do livramento condicional ao apenado, na medida em que ele preenche o requisito objetivo necessário desde 10/04/2022, conforme cálculo do atestado de pena atualizado”.

Com isso, o ex-goleiro do Flamengo fica obrigado apenas a se apresentar trimestralmente à Justiça em uma das unidades do Patronato Margarino Torres, no estado do Rio, para assinar boletim de frequência e manter atualizados seu endereço e suas atividades.

Bruno Fernandes foi condenado em 2013 a 22 anos de prisão por envolvimento no homicídio de Eliza, ocorrido em 2010, quando ela tinha 25 anos. No entanto, a pena acabou sendo reduzida para 20 anos e 9 meses. O corpo da vítima não foi localizado. 

Em 2022, um time de Búzios (RJ) contratou o ex-goleiro. Porém, devido à repercussão negativa, ele terminou demitido dois dias depois do anúncio oficial. 

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