Jornal Folha Regional

Brasileiros já pagaram R$ 2 trilhões em impostos em 2022

Os contribuintes brasileiros já pagaram mais de R$ 2 trilhões aos governos federal, estaduais e municipais desde o início do ano até esta última quarta-feira (14), de acordo com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que divulga o “impostômetro”.

Já a marca de R$ 1 trilhão foi atingida no dia 3 de maio. Entram na contabilidade impostos, taxas e contribuições, incluindo as multas, juros e a correção monetária.

No ano passado, o valor de R$ 2 trilhões foi alcançado somente em 13 de outubro. A chegada do resultado neste ano com quase um mês de antecedência, na comparação com 2021, está relacionada ao aumento dos preços e à melhora do nível de atividade econômica nos últimos doze meses, avalia o economista da ACSP, Marcel Solimeo. (Via: Terra)

Médica é encontrada morta em casa após ser eletrocutada por secador de cabelo

A médica de 28 anos, encontrada morta dentro de casa, em Morro do Chapéu, na região da Chapada Diamantina, foi eletrocutada enquanto usava secador de cabelo. Ela foi encontrada após se atrasar para o plantão.

A suspeita é de que a médica Ana Paula Almeida Souza tenha morrido enquanto se arrumava para ir ao trabalho. Em nota, a polícia informou que ela sofreu uma descarga elétrica. O corpo da médica foi encontrado com o secador ao lado.

Por causa da demora de chegar no trabalho, colegas tentaram contato com ela e não conseguiram. O grupo então buscou a família da médica e a Polícia Militar. Eles conseguiram localizar o proprietário do imóvel em que Ana Paula morava sozinha.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado e fez a perícia no local. Ana Paula é filha do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Santo Antônio de Jesus, Valdemir de Souza. Não há detalhes sobre o sepultamento dela.

Suspeito de participação em explosão de caixas eletrônicos é preso em Alpinópolis

Um homem suspeito de participação em explosão de caixas eletrônicos foi preso na MG-050, em Alpinópolis (MG) na noite de quinta-feira (15). De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, o homem estava de passageiro em um carro que foi parado durante operação de fiscalização de trânsito. Uma arma de fogo e munições foram apreendidos.

Conforme a PMR, durante a ação de rotina, um veículo dirigido por uma advogada foi parado. O suspeito, de 29 anos, estava de passageiro e, durante a abordagem, foi constatado que ele havia passagens por crimes como furto, roubo, receptação e tráfico de drogas, além de envolvimento com explosão de caixas eletrônicos.

Ainda de acordo com a polícia, também foi identificado que o mesmo veículo, com os mesmos ocupantes, havia sido abordado na noite anterior, sendo que foi encontrada com eles uma arma de fogo.

Foi realizada, então, vistoria no veículo, sendo encontrada no banco traseiro uma pistola 9mm. Também foram localizados, segundo a polícia, três carregadores e duas caixas com 100 munições.

O suspeito alegou à polícia que possui registro da arma de fogo e que a mesma pertenceria à cunhada dele. No bolso dele também foi encontrada uma munição para a arma.

Foi dada voz de prisão ao suspeito e também á motorista, sendo que eles foram conduzidos à Delegacia da Polícia Civil de Passos. O armamento apreendido também foi apreendido, além de o carro ter sido levado ao Pátio do Detran.

De acordo com a polícia, a motorista do veículo foi liberada após o pagamento de fiança e o suspeito foi levado ao Presídio de Passos. (G1)

Polícia Civil de Alpinópolis apreende caminhão roubado

A Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da Delegacia de Polícia Civil de Alpinópolis (MG), recuperou, na manhã da última quinta-feira (15), um caminhão Mercedes Benz 1318, roubado em Franca (SP), no dia 8 de agosto.

Na ocasião do roubo, ele estava carregado com 6.280 kg de grão de “café limpo”. Quando da apreensão, o veículo estava com placas falsas e com algumas características modificadas. Há suspeita de que ele também possa ter sido utilizado no cometimento de um roubo de café na região.

O veículo, avaliado em aproximadamente R$ 100.000,00, foi periciado e se encontra apreendido no pátio cadastrado ao Ciretran de Alpinópolis. Mais tarde, dando continuidade as investigações, outro caminhão, também Mercedes Benz, agora modelo 1113, também foi apreendido, com fortes indícios de se tratar de veículo “clonado”. Ambos automóveis pertencem a mesma pessoa, que ainda não foi localizada.

As investigações continuam, a fim de elucidar a autoria e materialidade dos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Os trabalhos de Polícia Judiciária prosseguem para a completa elucidação dia fatos.

Recém-nascida é encontrada em caixa de papelão em Ipatinga

Uma recém-nascida foi encontrada com vida, na tarde desta quarta-feira (14), em uma caixa de papelão, no bairro Vila Formosa, em Ipatinga (MG).

Um catador de recicláveis encontrou a menina abandonada na rua do bairro. Quando ele abriu a caixa de papelão, viu os pés da criança. Uma sacola preta cobria parte do corpo da bebê. Antes de ser levada ao Hospital Márcio Cunha, ela foi colocada em um lençol por moradores. Ela foi entregue ao Samu que a levou até a unidade de saúde para a realização de exames clínicos.

Recém-nascida é encontrada dentro de caixa de papelão em Ipatinga

A criança ainda estava com o cordão umbilical quando foi encontrada. Policiais buscam através de câmeras de segurança da rua quem teria deixado a menina no local.

Os médicos informaram que a bebê passa bem e não corre risco de morte.

Maioria do STF vota para manter suspenso piso da enfermagem

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria pela suspensão da lei que instituiu um piso salarial nacional para profissionais da enfermagem. Com o voto do ministro Gilmar Mendes, a Corte se posicionou com o placar de 6 a 3 a favor da decisão do relator Luís Roberto Barroso que suspendeu, por 60 dias, os efeitos da lei em que enfermeiros passariam a receber um salário mínimo inicial de R$ 4.750, em serviços de saúde públicos e privados. A liminar de Barroso atendeu a uma ação ajuizada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde).

De acordo com a liminar, a lei que estabelece o piso foi suspensa até que sejam esclarecidos os impactos da medida sobre a situação financeira de estados e municípios. A decisão cobra apuração dos riscos financeiros e à empregabilidade da categoria, tendo em vista as alegações de que pode haver demissões em massa. Além disso, há a preocupação com a qualidade dos serviços, pelo risco alegado de fechamento de leitos e de redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.

Em seu voto, Gilmar Mendes afirmou que a aprovação do piso prejudicaria os setores público e privado e que entidades filatrópicas, como as santas casas, não seriam beneficiadas nem mesmo por desoneração da folha pelo governo, pois já possuem incentivos fiscais. O magistrado apontou o risco de demissões no setor privado, em razão dos custos. “Também chamo a atenção para que se leve na devida conta que políticas como a do caso presente geram consequências nefastas no setor privado que frontalmente vulneram o princípio da segurança jurídica: externalidades negativas como o muito provável aumento de demissões de profissionais da enfermagem”, escreveu Gilmar.

Além do ministro Gilmar, acompanharam o relator Luís Roberto Barroso, os ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. O julgamento no plenário virtual do STF começou na última sexta-feira (9), e os magistrados têm até esta sexta (16) para apresentar seus votos.

Votos divergentes

Os ministros André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Edson Fachin se posicionaram contra a decisão de Barroso. Os votos de Mendonça e de Nunes Marques foram divulgados pelo Supremo no domingo (11). No entendimento dos ministros, o Judiciário não deve interferir em decisão tomada por outro poder da República — o piso salarial da enfermagem surgiu a partir da aprovação de um projeto de lei no Congresso Nacional e foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

Já o outro voto divergente, o do ministro Edson Fachin, foi divulgado na última segunda-feira (12). Para ele, é certo que a preocupação em reduzir o desemprego deve ser vista como um objetivo nacional. No entanto, para Fachin, as manifestações de diversas entidades representativas dos trabalhadores parecem mostrar que essa preocupação foi levada em consideração quando a lei foi elaborada. 

“No presente caso, são os próprios titulares dos direitos fundamentais sociais, ou seja, os trabalhadores, que reclamaram a norma exaustivamente debatida no Congresso Nacional”, afirmou Fachin em seu voto. “Nada justifica, teórica ou empiricamente, que esta Corte Suprema tenha melhores condições de definir o que os próprios representantes do povo, com a reivindicação da sociedade civil organizada em diversas etapas do processo legislativo, deliberaram”, complementou. 

Ação da Confederação Nacional de Saúde

Após o piso entrar em vigor, o STF foi acionado pela Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), que pediu ao Tribunal que declare a lei inconstitucional. A entidade explica que a norma que criou o piso desrespeita a auto-organização financeira, administrativa e orçamentária de estados e municípios tanto por repercutir sobre o regime jurídico de seus servidores quanto por impactar os hospitais privados contratados pelos entes para realizar procedimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O piso salarial da enfermagem contempla enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiros. De acordo com a lei, a remuneração mínima de técnicos de enfermagem seria de 70% do piso nacional dos enfermeiros (R$ 3.325), enquanto o salário inicial de auxiliares de enfermagem e parteiros corresponderia a 50% do piso dos enfermeiros (R$ 2.375). A liminar do ministro Barroso determina que entidades privadas, públicas e de terceiro setor se manifestem dentro de dois meses. Após isso, ele deve tomar nova decisão sobre o caso, e o tema pode voltar ao plenário da Corte para decisão definitiva.

Homem que ganhou R$ 47 milhões na Mega-Sena é assassinado em SP

O ganhador de um prêmio de R$ 47,1 milhões da Mega-Sena, em 2020, morreu assassinado na manhã da última quarta-feira (14), em Hortolândia, no interior de São Paulo. Jonas Lucas, de 55 anos, foi encontrado às margens de uma rodovia com sinais de espancamento.

Segundo informações, várias tentativas de saques milionários foram identificadas pela Polícia Civil enquanto o homem estava desaparecido. Os criminosos levaram o cartão de crédito da vítima e conseguiram retirar R$ 20 mil da conta bancária.

Ninguém foi preso ainda, e o caso continua sendo investigado. O que se sabe até o momento é que Jonas saiu para caminhar na manhã de terça-feira (13) e não retornou para casa. No fim do dia, os familiares registraram boletim de ocorrência pelo desaparecimento.

Jonas carregava consigo a carteira e documentos. Ele foi encontrado com vida na manhã de quarta-feira (14) e levado ao hospital, mas não resistiu às lesões e faleceu em consequência de traumatismo cranioencefálico.

Suspeita de aplicar golpe com falso pix de R$ 40 mil é presa em Passos

Uma mulher suspeita de aplicar um golpe e enviar um comprovante falso de pix no valor de R$ 40 mil para comprar diversos tipos de cabelo foi presa pela Polícia Militar em Passos (MG). De acordo com a polícia, ela foi detida na última terça-feira (13) após denúncia feita por uma vítima de Ribeirão Preto (SP).

Segunda a PM, a vítima denunciou que a suspeita estaria se deslocando de ônibus para Passos, após pegar a mercadoria e apresentar o falso comprovante de pagamento.

A Polícia Militar destacou que a abordagem no terminal rodoviária foi tentada, mas a suspeita havia chegado ao local um pouco antes.

Após diligências nas empresas de ônibus, a PM conseguiu a identificação da mulher e seu endereço. Com isso, os militares de deslocaram para o bairro Santa Luzia e conseguiram localizar a autora em sua residência.

A polícia disse que, inicialmente, ela negou a prática do estelionato, porém, seus pais franquearam a entrada na residência onde foram localizados todos os materiais.

Desta forma, a suspeita foi presa pela Polícia Militar e encaminhada à delegacia da Polícia Civil. (G1)

Grupo de alunos protesta por mais segurança no câmpus da Unifran

Aproximadamente 100 alunos da Universidade de Franca (Unifran) se reuniram para manifestar no câmpus da universidade, na noite da última quarta-feira (14).

Aos gritos de “queremos segurança, não somos mensalidade”, os universitários percorreram todos os blocos da Unifran. O primeiro foi o bloco Verde, onde um suposto caso de estupro teria ocorrido no câmpus.

A acusação de violência sexual foi o ‘start’ para a manifestação dos alunos. Na última sexta-feira, 9, surgiu a suspeita de que uma aluna teria sido abusada por um rapaz que não estuda na universidade.

A quantidade de estudantes na manifestação desapontou os estudantes presentes, pois mais de 600 alunos combinaram o protesto em grupos de WhatsApp.

“Foi bem decepcionante, ainda mais porque tínhamos mais de 250 pessoas em cada um dos três grupos, e muitos deles falando tempo todo. Só que no momento de vir aqui, dar a cara a tapa e participar, as pessoas não tiveram coragem”, disse a estudante de psicologia Sabrina Souza.

A Unifran, por sua vez, desmentiu a violência sexual, mas assumiu que houve uma “incidente de cunho pessoal com uma aluna”.

Após o comunicado da Unifran, os alunos resolveram mudar o motivo do protesto, e passaram a cobrar uma segurança maior da Unifran, com catracas e novos profissionais nas entradas, para evitar que qualquer pessoa, mesmo que não seja estudante, consiga acessar o espaço. “Por aqui entra quem quer, com o quiser, seja faca, facão ou alguma arma, e não tem controle nenhum”, contou a estudante Ana Beatriz Cavalcanti, do curso de Publicidade e Propaganda.

Ana ainda reclama que após as manifestações nas redes sociais e durante o início do ato na universidade, foi perceptível o aumento no número de seguranças no câmpus. “Hoje estamos vendo essa segurança, mas o problema vai ser daqui pra frente”.

Reunião entre reitoria e alunos

De acordo com um funcionário da Unifran, cerca de dez estudantes foram chamados para se reunir com a reitoria da universidade nesta quarta-feira.

A ideia era permitir que os alunos mostrassem suas indignações com o câmpus, principalmente nos assuntos ligados à segurança. (GCN)

Caso de suposto estupro na Unifran se espalha pela internet; universidade desmente

Desde as primeiras horas desta quarta-feira, 14, começaram a circular boatos de um suposto caso de estupro na Universidade de Franca. Alunos contam que o caso aconteceu na última sexta-feira, 9, e acusam a reitoria de estar tentado abafar a situação. A Unifran, por sua vez, diz que não houve caso de violência sexual.

De acordo com relatos de alunos pelas redes sociais, o estupro teria acontecido no bloco Verde da universidade, onde um rapaz, que não é aluno, invadiu o prédio e teria violentado sexualmente uma estudante.

Após a repercussão inicial, principalmente no Instagram e Twitter, estudantes da Unifran começaram a cobrar um posicionamento da Unifran. “Cadê a nossa segurança. Cadê um posicionamento sobre a situação? Pagamos mensalidades absurdas para não ter o mínimo de segurança”, escreveu de forma anônima uma estudante na página ObservaUnifran, no Instagram.

Além das cobranças por uma maior segurança, os alunos também têm acusado a universidade de omitir a história para não prejudicar a imagem da instituição.

Em comunicado enviado ao GCN, a universidade desmentiu que houve violência sexual dentro do câmpus e disse que, por meio de apuração detalhada, “o ocorrido foi um incidente de cunho particular envolvendo uma aluna dentro do câmpus, tendo a segurança local atuado rapidamente. O caso está sendo tratado pelas autoridades policiais, que nos impede de expor mais detalhes”.

“A equipe Unifran está dando todo o suporte à aluna e reitera seu compromisso com a segurança de seus alunos e de todos que visitam seu câmpus”, completou a universidade na nota. Antes disso, a universidade havia divulgado que se tratou de uma discussão entre aluna e ex-namorado.

A Delegacia de Defesa da Mulher de Franca não registrou nenhum Boletim de Ocorrência do caso. (GCN)

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