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Jornal Folha Regional

Restaurante JF: exemplo de empreendimento para o setor turístico

Até alguns anos atrás, o turismo não predominava na região. O Lago de Furnas era usado para a pesca, geração de energia e lazer dos residentes locais. Poucas pessoas imaginavam que a região teria esse ‘boom’ turístico e seria conhecida nacionalmente. 

Rapidamente, as cidades banhadas pelo Mar de Minas e próximas à Hidrelétrica de Furnas começaram a crescer no setor que hoje é a principal economia da região: o turismo. Diversos empresários iniciaram investimentos que hoje empregam centenas de pessoas. 

O Restaurante, Churrascaria e Lanchonete JF, localizado no km 327,6, na MG-050 — a poucos quilômetros dos principais pontos turísticos da região —, é um exemplo. O local é referência entre guias, turistas e moradores locais, que não economizam na hora de ‘rasgar’ elogios.

‘’Top dos tops, estive no restaurante ontem e amei tudo. Parabéns a vocês. Restaurante JF, equipe nota mil’’, disse uma moradora de São José da Barra.

‘’Restaurante às margens da MG-050, próximo aos pontos turísticos. Comida boa, saborosa e com preço bastante acessível. Ideal para famílias e grupos’’, informou um membro do grupo ‘Turma Mar De Minas’.

O estabelecimento foi reformado em 2015, quando os novos donos decidiram antes mesmo de iniciar o empreendimento, reformá-lo, já que o local estava ‘destruído’. A partir daí, o novo proprietário se empenhou para aprimorar o restaurante. 

‘’Venho deste segmento desde criança, pois é uma tradição na minha família. Meus pais tem outro restaurante, o famoso Muzambão. Somos uma família gaúcha, que viemos para mostrar o que é qualidade e preço justo em um restaurante’’, disse Gabriel Orsolin, dono do empreendimento. 

Os Orsolins são proprietários de diversos restaurantes espalhados pelo Brasil, como o Lagoense, em Lagoa da Prata, e o Los Pampas, em Prata. 

Quando iniciou no JF, o foco principal de Gabriel era atender os caminhoneiros e carreteiros que paravam por ali, porém com o crescimento da região, o local foi adaptado também para os turistas. O restaurante e lanchonete é referência também para os caminhoneiros, que param diariamente para comer o melhor pão de queijo e a famosa comida ‘boa e barata’. 

Além da refeição, o estabelecimento conta com uma grande variedade de produtos, como pingas, licores, queijos, doces, brinquedos e muito mais. E para quem deseja levar uma ‘lembrancinha’ para uma pessoa especial ou para nunca mais se esquecer de Capitólio, existe também uma grande variedade de souvenirs. Tudo isso com preços totalmente acessíveis e com a melhor qualidade. 

Os valores das refeições são: R$ 21,90 de segunda a sexta-feira e R$ 27,90 aos domingos e feriados. O buffet (pista) conta com diversas opções, são dez tipos de quentes e 10 de frios, churrasco e sobremesas, tudo à vontade pelo valor acima. Os preços das marmitex são: R$ 18,00 de segunda a sexta-feira e R$ 23,00 aos finais de semana.

As refeições são preparadas com ingredientes de alta qualidade, com todo o cuidado e higiene. Além disso, os funcionários são capacitados para melhor atender os clientes.

Para maior conforto do turista, é possível agendar o passeio de lancha pelo Mar de Minas, no próprio local. Para mais informações e agendamentos entrar em contato pelo telefone (35) 9 9909-3506 ou (35) 9 9117-0639. Como agradecimento, o restaurante libera cortesias para guias e motoristas de excursões. 

Segue abaixo o depoimento de Angela Berto, guia de Araraquara (SP).

‘’Esse restaurante atende excursões de todas as cidades do estado de MG e SP, é um ponto de apoio importante na rodovia para alimentação. As excursões que visitam Capitólio param para os turistas trocarem as roupas tradicionais por traje de banho, depois é um dos melhores restaurantes da região para acolher os turistas para almoço e outras refeições, sem falar que vende muita coisa para lembrancinhas: chaveiros, broches, cervejas e licores artesanais, queijos, doces, bolachas caseiras, biscoitos, muita coisa mesmo. Tem uma decoração com base em tampas de garrafas gigantes e quadros de selos de cervejas, refrigerantes e cachaças. A comida é self service à vontade com muita variedade de saladas, carnes, dois tipos de arroz, dois de feijão, lasanha, macarronada, tudo muito farto, a pessoa pode repetir a refeição sem pagar a mais por isso. Tudo muito saboroso e bem feito. Recomendo uma alimentação aqui. Serve almoço até às 15 horas. Comida boa, barata e farta’’. 

Confira algumas imagens do local:

Canyons e Parque Mirante dos Canyons serão reabertos

Geólogos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) recentemente iniciaram um mapeamento de risco na região dos Canyons em Capitólio (MG). O município, em parceria com o Governo de Minas e várias entidades, lançou o programa “Reviva Capitólio – Viva o Mar de Minas” com intuito de resgatar com segurança as atividades turísticas da região, que sofre com a queda no setor, o qual é o principal gerador de emprego e renda das cidades às margens do lago.

Segundo informações, nesta terça-feira (15), o prefeito de Capitólio, Cristiano Gerardão (PP), irá se reunir com os empresários do setor turístico — restaurantes, pousadas, marinas, entre outros — e com os geólogos responsáveis pelo mapeamento para apresentar o plano de ação para o turismo no município.

Os profissionais divulgarão a ATA de relatório, que constará a liberação, com restrições, dos Canyons e do Parque Mirante dos Canyons, tudo isso, após a reunião, que acontecerá na Delegacia Fluvial de Furnas (DelFurnas) da Marinha do Brasil, a qual deverá decidir como funcionará a visitação.

Possivelmente, no início da próxima semana já será liberado a entrada das duas áreas.

Defesa Civil poderá liberar visitação parcial aos cânyons de Furnas

Geólogos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) começaram na última quarta-feira (9) um mapeamento de risco na região dos cânions em Capitólio. É a primeira vez que a região do Lago de Furnas passa por um estudo como este.

Na terça-feira (8), o município, em parceria com o Governo de Minas e várias entidades, lançou o programa “Reviva Capitólio – Viva o Mar de Minas” com intuito de resgatar com segurança as atividades turísticas da região, que sofre com a queda no setor, o qual é o principal gerador de emprego e renda das cidades às margens do lago.

Estudo

Segundo os geólogos, são duas frentes de trabalho. Pela água, uma equipe de especialistas mapeia os riscos na região dos cânions em Capitólio e do alto, outra equipe de alpinistas escalam as rochas para realizar a avaliação. O estudo começou nesta semana e deve ser concluído em até 60 dias.

Na época da tragédia, o Lago de Furnas estava aproximadamente 4 metros mais baixo do que está agora e, segundo geólogos, isso pode ter interferido no rompimento da rocha. Recentemente, há 6 dias, o lago atingiu a cota mínima de 762 metros, que era esperada por anos, o que aumentou o nível da água em cerca de 5 metros.

“O baixo nível da água na ocasião, pode ter interferido sim. A partir do momento que há uma exposição da superfície, existe em consequência, maior desgaste da rocha”, explicou o geólogo da Unesp, Fabio Augusto Reis .

O especialista explicou também que na ocasião do acidente chovia muito na região e com isso a queda d’água do local aumentou consideravelmente de volume e formou uma espécie de refluxo de água, que pode ter aumentado as fraturas na base dos paredões.

“Como disse, o baixo nível do Lago, associado com a quantidade de água de chuva naqueles dias, podem ter gerado o tombamento, uma vez que, a cachoeira em grande volume provoca um processo de circulação embaixo da água, algo como um refluxo, e isso também pode ter causado uma erosão na base do bloco rochoso”, explicou

O Lago de Furnas tem aproximadamente 1.440 quilômetros quadrados de extensão. São mais de 10 pontos turísticos na represa. Dois, incluindo o local da tragédia, seguem interditados até que haja segurança para liberação do acesso.

“Nessa avaliação a agente analisa as estruturas da rocha e o comportamento geotécnico perante um possível movimento do bloco, seja na forma de tombamento ou queda. A partir do que já vimos, boa parte da região tem um alto perigo e diante disso, vamos propor intervenções de um plano de uso que minimize o risco de pessoas no percurso turístico. Vamos propor monitoramento e pontos de contenção, estruturas que seguem determinados blocos em situação de maior perigo”, pontuou Fábio.

“Importante ressaltarmos que risco zero não existe na natureza, isso ninguém vai garantir. O que tem que haver é a consciência de que a exposição das pessoas a um possível evento seja a menor possível”, finalizou o geólogo.

Visitação dos canyons 

O Secretário de Desenvolvimento Econômico de Capitólio, Lucas Arantes, disse que em breve os cânyons do Lago de Furnas podem ser liberados parcialmente para visitação.

‘’Os geólogos devem liberar uma ATA de visitação e dependendo o que tiver nesta ATA a gente deve fazer uma liberação parcial ali, que é um documento técnico. A partir disso vamos enviar para a defesa civil para ser feito algum tipo de liberação’’.

Capitólio receberá 5 milhões para investimento em turismo na região

Governo de Minas e parceiros lançam Reviva Capitólio – Viva o Mar de Minas
Um total de 80 ações e investimento de R$ 5 milhões visam garantir a segurança do turismo na região

O Grupo de Trabalho formado por Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), além das prefeituras de Capitólio, São José da Barra e São João Batista do Glória, polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Marinha do Brasil, Instâncias de Governanças Regionais (IGRs), Sebrae, Fecomércio, Sesc, Senac e sociedade civil, lançou, nesta terça-feira (8/2), em Capitólio, o “Reviva Capitólio – Viva o Mar de Minas”.

A ação integra o programa Reviva Turismo e engloba temas como ordenamento, capacitação e regulamentação de uso e ocupação dos cânions e suas águas, com o objetivo de promover a segurança de trabalhadores e turistas, além de fortalecer o turismo na região.

O plano operacional se divide em quatro eixos estratégicos e contempla 80 ações, somando um investimento de R$ 5 milhões. De acordo com o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, que reforçou que o Mar de Minas está aberto aos turistas, o destino é um dos mais procurados em Minas Gerais e essa reestruturação, que é necessária, trará mais segurança para a região, com o apoio fundamental de todos os parceiros envolvidos. “Esse momento representa uma tomada de consciência e de decisão com o projeto Reviva Capitólio, que se estrutura nos quatro eixos, tendo início com a análise, que se desdobrará num plano de manejo para uso dos cânions, além de outras ações estratégicas. Importante registrar que os 80 km do Mar de Minas estão abertos. Os hotéis e pousadas estão funcionando, os passeios de barcos e lanchas estão acontecendo normalmente no lago e as 34 cidades que compõem este complexo estão abertas para os turistas. Vamos lembrar também de outras riquezas que temos aqui, nossa Cozinha Mineira, o queijo da Serra da Canastra, aqui próximo, tudo isso está aguardando os turistas de forma vibrante e pronto para recebê-los com a mineiridade, o nosso afeto, que é muito particular de Minas Gerais”, destacou o secretário.

Eixos do Plano Operacional
A primeira etapa, já em andamento, é o diagnóstico pormenorizado, geológico e estrutural da localidade. O estudo preliminar deve ser concluído até março e está sendo realizado pelos municípios em parceria com as universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de Goiás (UFG), com acompanhamento da Sociedade Brasileira de Geologia. Entre abril e novembro deste ano deverão ocorrer mais outros dois levantamentos.

O segundo eixo inclui o ordenamento, regulamentação de uso e ocupação dos cânions e suas águas, por parte dos municípios, previsto para ser entregue até abril. O objetivo é aprimorar os planos municipais de gerenciamento costeiro, planos diretores, planos de zoneamento e de uso das águas e aplicação das normas definidas pelo novo ordenamento. Também está previsto disciplinar o uso de espaços fluviais e lacustres específicos, com o propósito de evitar acidentes, harmonizando a convivência entre banhistas, esportistas aquáticos e embarcações. É nesta fase que será implantada a Rede Integrada de Proteção ao Turismo, parceria entre PMMG e Secult, também anunciada no evento em Capitólio.

Nesta etapa também será criado um consórcio entre os municípios de Capitólio, São José da Barra e São João Batista do Glória para aplicar as regras de forma conjunta. Além disso, o plano inclui o desenvolvimento de um aplicativo para o monitoramento do fluxo de pessoas em passeios náuticos e terrestres e a criação de um grupo de estudos para o Turismo de Aventura, com a participação de Conselhos Municipais de Turismo, IGRs envolvidas, do ICMBIO e da Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta). A Secult ainda deve elaborar e publicar, com o Grupo de Trabalho de Turismo de Aventura e municípios, uma resolução e legislação para a prática comercial da atividade.

O terceiro eixo é composto pela formação, informação e qualificação dos agentes públicos e privados, bem como usuários e turistas, para promover o uso seguro e sustentável da área. Um observatório do turismo específico para a região será criado, para acompanhar dados e indicadores. Uma série de capacitações, webinários e ações de formação também está prevista. Este momento ainda inclui a criação de um sistema de informação regional, de sinalização turística, um posto integrado de acolhimento ao turista e uma ação de sensibilização para cadastramento de empreendimentos no Cadastur.

O reposicionamento de Capitólio e Mar de Minas como destino seguro dentro e fora do estado faz parte do quarto eixo estratégico, com projetos de comunicação, marketing e promoção dos atrativos. Dentre as medidas estão um conjunto de ações voltadas para diversos canais digitais para atrair potenciais turistas. Neste último ponto foi proposta a criação de um edital específico para o Mar de Minas, tendo em vista a promoção do destino.

O prefeito de Capitólio, Cristiano Geraldo da Silva, afirmou que o projeto Reviva Capitólio – Viva o Mar de Minas contribui e fortalece o reposicionamento turístico de toda a região e mostra a importância do Turismo para o estado. “Usa todos os segmentos turísticos, não só o náutico, mas o de aventura, ecoturismo, o cicloturismo. Nossa região tem uma potencialidade grande para explorar esses novos segmentos. Então esse projeto traz força para direcionar e potencializar esses caminhos. Ficamos felizes com os investimentos que serão feitos, os recursos que estão sendo captados para trabalhar essa iniciativa. É uma conquista para a região nesse momento de recuperação”, pontuou.

A Secult já vem promovendo um trabalho em torno do fortalecimento do turismo sustentável na região, de forma integrada. Isso ocorre em função da questão da cota mínima de 762 metros da represa acima do nível do mar, por meio dos trabalhos do GT de Furnas, coordenado pela Secretaria, e também pelo início do processo de tombamento dos Lagos de Furnas e Peixoto, iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secult e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG). As ações têm o objetivo de assegurar o uso múltiplo das águas, incentivar e fortalecer o turismo na região, garantindo emprego e renda para as populações do entorno que têm nos lagos sua principal fonte de renda.

Rede Integrada de Proteção ao Turismo
A implantação da Rede Integrada de Proteção ao Turismo na região de Furnas, ação conjunta da Secretaria de Cultura e Turismo e da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), é parte importante das ações que irão potencializar a proteção e segurança aos turistas da região do Mar de Minas. A iniciativa também faz parte do Programa Reviva Turismo.

“O projeto ‘Reviva Capitólio – Viva Mar de Minas’ é muito significativo para turismo mineiro e, também, para o nacional. Além disso, a iniciativa da Secult e da Polícia Militar de criar a Rede Integrada de Proteção ao Turismo na região visa levar ao turista a informação de que o “Mar de Minas” está aberto e que apenas uma pequena parte está interditada geologicamente, o que não interfere no turismo de montanhas, no turismo cultural e no turismo náutico”, destacou o diretor de comunicação organizacional da PMMG, coronel Gilmar Luciano Santos. “Fica o nosso convite para que brasileiros e estrangeiros venham visitar Minas Gerais, o estado mais seguro para se viver, empreender e ‘turistar’”, completou.

O secretário Leônidas Oliveira também salientou a importância do investimento na reestruturação do turismo do Mar de Minas, com destaque para a questão da segurança. “A Rede Integrada de Proteção ao Turismo, já implantada em outras regiões, aqui ganha ainda mais sentido. O objetivo é oferecer segurança para que o turista possa se sentir confortável em estar nos atrativos naturais da região e se sinta protegido. Minas é considerado, pelo segundo ano consecutivo, o estado mais seguro do Brasil, segundo dados do Ministério da Justiça. Quando a Polícia Militar instala a Rede Integrada de Proteção ao Turismo, estamos reposicionando o turismo local de forma organizada, com gestão, planejamento e, sobretudo, de forma participativa, porque a sociedade e todo o trade turístico estão envolvidos para receber e dar segurança ao turista”, observa o secretário.

O raio da rede, que antes seria apenas ao município de Capitólio, foi expandido e abordará toda a região, integrando a Polícia Militar, Secult, prefeituras, Marinha do Brasil, Polícia Rodoviária Federal, além do trade e a comunidade em geral para promover a segurança pública, a cultura e o turismo, e assim estimular a geração de emprego e renda na cidade.

A Rede Integrada já foi lançada em Monte Verde, Ouro Preto e Poços de Caldas e envolve a capacitação dos atores envolvidos, identificação de pontos frágeis pela PM, em conjunto com a comunidade, instalação de placas de sinalização, além de outras condutas para a melhoria da segurança e da qualidade de vida da população.

Desastre no Lago de Furnas tem deixado dezenas de empreendedores endividados e trabalhadores desempregados

Pequenos empreendedores sentem a dor de um mês sem trabalhar após a tragédia em Capitólio (MG).

Na noite desta segunda-feira (07), um grupo de pequenos empreendedores do Lago de Furnas, procurou a redação do Jornal Folha Regional, pedindo socorro, pois para eles a tragédia que ocorreu há um mês nos Canyons, se tornou um jogo de marketing para grandes empresários.

“Começamos a vender nosso ganha pão, pois temos a certeza que o turismo será retomado daqui a muito tempo, e enquanto isso, nossas reservas financeiras acabaram, e nem para comprar alimentos estamos tendo condições”, disse C.R.S.

Para outro empreendedor, o Governo de Minas só fala em Reviva Capitólio, mas em momento algum cogitaram em deixar de recolher os impostos.

“Sei que nosso turismo está totalmente destruído, pois, as cartas marcadas só dão oportunidades para os grandes empresários exporem suas idéias nestas reuniões. É muito triste tudo isso! O que deveria ser uma união, se tornou um grande pesadelo em nossa vida, e para completar, nossos impostos precisam ser pagos todos os meses”, informou A.V.S.

Para o empresário G. agora é a oportunidade dos grandes se tornarem hiper empreendedores, pois, muitos têm costa quente.

“Falo com convicção! Observem quem são os convidados para as reuniões de portas fechadas? Não precisamos ir longe, pois, em nossa região temos profissionais capacitados, porém, devido ao ego, jamais terão a oportunidade de se pronunciar ou serem contratados. No dia do desastre foram 10 vítimas, mas após o desastre poderá ser muito mais. Eu mesmo já pensei em pôr um fim na minha vida”.

Os empreendedores pedem socorro!

“Quem lutará por nós? A quem vamos recorrer? Ficamos meses parados e assim como todos os janeiros, vêm um acontecimento para estremecer a alta temporada. Queremos voz e vez nos grupinhos fechados. Pois, sabemos que jamais convidarão quem tem vontade de expressar as ideias e nem sempre concordará com ações, assim como o tal “Reviva Capitólio”, finalizou A.S.

Lago de Furnas atinge cota mínima

As represas de Furnas e Peixoto chegaram, na noite da última segunda-feira (31), ao nível da cota 762 e 663. A cota 762, do Lago de Furnas, é defendida pelas lideranças e grupos de toda região, como a cota mínima para o uso múltiplo das águas.

Com o aumento do nível do lago, as cidades do entorno, como Capitólio, São José da Barra e São João Batista do Glória, comemoram, já que o turismo local depende das águas do Mar de Minas.

Pelo histórico dos anos passados, a represa tem aumento no nível até os meses de abril e maio, portanto ela deve subir ainda mais, fazendo com que seu nível fique bem acima da cota mínima 762 metros.

Na região, formada por 34 municípios, conhecida pelo turismo, piscicultura, gastronomia e passeios de lancha, a cota 762 faz com que as águas verde esmeralda, cobrindo as encostas da represa, tornem o destino ainda mais atraente.

Turismo na região

Os passeios de lancha no lago estão acontecendo normalmente, porém com uma rota diferente. A região tem normas e protocolos de segurança para os passeios. A Marinha faz a fiscalização preventiva na região, fazendo com que os passeios aconteçam de forma profissional e segura.

Além dos passeios de lancha, a região oferece ecoturismo nas diversas cachoeiras, turismo rural nas fazendas de café, queijo e cachaça, opções gastronômicas diferenciadas e voos de balão e asa delta.

O Governador de MG, Romeu Zema defendia já em 2020 a cota mínima de 762 metros da represa acima do nível do mar, considerado suficiente para o uso múltiplo das águas, atendendo aos municípios banhados pelo lago com a manutenção de atividades econômicas voltadas ao turismo. Na época (dezembro de 2020), o nível da represa estava em 754 metros.

“Nos últimos dias a emoção tomou conta de todos nós que amamos o Mar de Minas e hoje é dia de celebrar e agradecer. Os Lagos de Furnas e Peixoto alcançaram suas cotas mínimas. Motivo de luta da sociedade civil, Governo de Minas, cidades e prefeituras, nosso patrimônio cultural está belíssimo. Cheio. No entanto, isso significa que a luta pelas nossas águas deve continuar. Garantir suas cotas é garantir emprego, renda e, sobretudo, a beleza dessa paisagem histórica e cultural na centralidade da nossa terra é fundamental para nosso turismo’’, disse o Secretário de Cultura e Turismo Leônidas Oliveira.

O Governo de Minas Gerais junto com prefeitos e sociedade civil organizada conseguiu uma normativa junto a ANA (Agência Nacional das Águas), que assegura a vazão, de forma a manter a cota mínima. Para fortalecimento de Furnas, o tombamento foi feito pela ALMG e aberto o processo de tombamento administrativo pelo Iepha-MG. A Secult vem acompanhando a situação desde 2020, inclusive com um grupo de trabalho sobre o tema com a participação de diversas secretarias. Importante destacar o papel cidadão e dos órgãos competentes na fiscalização, de forma que a normativa seja cumprida.

Empresários promovem campanha para retomada do turismo na região do Lago de Furnas

Empresários da região do Lago de Furnas estão promovendo um projeto para ‘reviver’ o turismo local após o acidente nos canyons. O objetivo da ação é trazer proprietários de agências do Brasil todo para mostrar que o turismo regional está funcionando normalmente. Os representantes recolherão material para apresentar aos clientes. 

A idealizadora do projeto é a empresária Vivian da Vivi Tur. Ela apresentou a ideia ao Bruno Maia, também empresário, o qual cedeu as informações a Redação do Jornal Folha Regional. Além de abraçar o projeto, Bruno conversou com os prestadores de serviços locais

Os empresários aprovaram a ideia e cederam os espaços nós atrativos. Com isso, conseguiram montar um roteiro completo, mostrando que Capitólio segue funcionando com segurança. 

‘’Isso vai ser um trabalho de formiguinha, mas vamos conseguir. Donos de agência e empresários do setor turísticos, se vocês quiserem vir estão convidados, será uma honra para gente. Todos os locais gratuitos. Queremos trazer um ônibus com 64 pessoas, estamos correndo atrás’’, disse o empresário Bruno. 

Para participar do projeto e visitar a região, todas as agências e empresários do ramo precisam possuir CNPJ ou Cadastur. Será permitido apenas dois representantes por agência. Duas pessoas serão disponibilizadas para auxiliar no material a ser elaborado para as agências. 

Cronograma

A execução do projeto será nos dias 22 e 23 de fevereiro. Os ônibus sairão da Barra Funda, em São Paulo, às 21h, pelo Terminal Turístico Plataforma 5 ou 6. E também de Campinas, às 22h, pelo Largo do Pará. 

O café da manhã e almoço serão servidos no Restaurante do Turvo, no Hotel Farol de Minas e no Restaurante Prosa do Mineiro. Os representantes farão o novo roteiro do passeio de lancha e visitarão pontos como: Complexo Capivara, Trilha do Sol, Mirante de Furnas e Cascata Eco Parque. 

O valor do pacote completo fica R$ 225,00 reais via pix ou R$ 240,00 reais no cartão de crédito. Para fazer as reservas falar com a Vivian pelo telefone (11) 9 9699-9642 ou com o Claudeir, pelo número (11) 9 4031-1896.

Nota

Junto a nota de divulgação, os idealizadores deixaram uma mensagem aos proprietários das agências de turismo. Confira:

Passamos por momentos difíceis, uma tragédia que mudou a visão de Capitólio, uma fatalidade que por muitas mídias e lacradores da internet foi usada para a busca de Ibope e likes trazendo muitas inverdades sobre o nosso turismo.

Vocês que trabalham trazendo pessoas para cá sabem da seriedade das várias empresas que trabalham com Turismo Receptivo em Capitólio e queríamos convidar vocês a estarem voltando, para mostrar aos seus clientes que nosso turismo continua com a mesma seriedade e de forma mais segura, seguindo normas rígidas de segurança.

Gostaríamos de convidar sua agência para participar dessa ação com filmagens, fotos para divulgar para o maior número de clientes possíveis e mostrar que Capitólio continua com seu turismo com ainda mais organização e segurança.

Juntos com nossos parceiros vamos coletar material para divulgação em nossas agências para os nossos clientes e mostrar que em Capitólio há inúmeros atrativos turísticos e isso irá ajudar a trazer o turismo de volta para Capitólio. 

Queremos ver Capitólio com aquele mesmo brilho de um passeio de lancha pelo Mar de Minas, uma vista do pôr do sol no mirante da Hidrelétrica, as águas das cachoeiras que lavam e purificam a energia de todos os que vêm nos visitar.

Convidamos vocês a estarem vindo a Capitólio fazer parte deste evento de grande importância e JUNTOS POR CAPITÓLIO  volte a ser um dos maiores destinos turísticos do Brasil”.

Parceiros do evento

  • ROTTA\\MG
  • Capivara
  • Trilha do sol
  • Restaurante do turvo
  • Náutica do turvo
  • Prosa do mineiro 
  • Hotel farol de minas 
  • Prefeitura de Capitólio 
  • Mirante Canyons 
  • Eco park

Prefeito de Alpinópolis publica nota em 2019 alertando sobre o turismo predatório na região

Após a tragédia nos canyons de Furnas no último dia 8 de janeiro, em Capitólio (MG), que deixou 10 pessoas mortas e 32 feridas, diversas publicações alertando sobre o turismo predatório na região viralizaram nas redes sociais.

Há exatamente três anos atrás, o prefeito de Alpinópolis (MG), Rafael Freire (PSB), postou em suas redes sociais uma nota advertindo sobre o turismo nas cidades localizadas no entorno do Lago de Furnas.

A publicação do prefeito de Alpinópolis é de 3 anos atrás, quando ele ainda era vereador, isso mostra a sensibilidade que um gestor deve avaliar os riscos e propor um caminho alternativo, o que, na visão dele, é possível explorar o turismo na região, mas de uma forma ordenada e sustentável, sem prejudicar nem a economia, nem o meio ambiente

Para especialistas, isso mostra a visão de um verdadeiro gestor público, atento ao que acontece a sua volta. A região e o estado de Minas Gerais deveria ouvir mais o prefeito de Alpinópolis.

Rafael Freire têm 28 anos, é advogado e técnico em administração, e já foi vereador naquele município com 22 anos de idade.

”O turismo predatório no Lago de Furnas (Rio Grande), em especial nas proximidades de Capitólio, Serra da Canastra, São José da Barra, São João Batista do Glória, precisa urgente ser posto em debate. O número de lanchas nas águas da represa aumentou, e consequentemente, a quantidade de turistas também. No entanto, falta uma política de desenvolvimento sustentável e de proteção ao meio ambiente. A prova disso é o grande fluxo de pessoas nas cachoeiras e beiras de rodovia, além do acúmulo do lixo nessas áreas. Ou o poder público toma a iniciativa e cuida disso em tempo, ou teremos o tempo de vida dessas belezas naturais reduzido drasticamente.”

Turismo de Capitólio cobra mais fiscalização e estudo dos cânions

Após sobreviver na pandemia, com aberturas e fechamentos durante quase dois anos, Capitólio, no Sul de Minas, convive mais uma vez com a dúvida: para quem ganha dinheiro com o “Mar de Minas” quais serão os impactos da tragédia nos cânions, que teve dez mortes em 8 de janeiro deste ano, após uma rocha ter despencado sobre uma lancha? A reportagem conversou com empresários de diferentes setores da cidade, que tem o turismo como principal atividade econômica, para entender as projeções para os próximos meses.  

As opiniões divergem em alguns pontos, mas a maioria dos empresários do turismo de Capitólio acha que haverá uma implicação temporária, por algumas semanas. Todos os ouvidos pela reportagem, no entanto, são categóricos ao cobrar mais fiscalização e um estudo das autoridades sobre a região dos cânions para evitar novos acidentes. As atividades em todo o lago de Furnas seguem suspensas por tempo indeterminado, para avaliação do risco geológico da região, afetado por fortes chuvas nas últimas semanas.

“Todo mundo vem aqui esperando alegria e não estamos tendo (no momento). Espero que o comércio, após finalizar a investigação da Polícia Civil e dos geólogos, não sofra tanto. Já passamos por dois anos muito complicados. Janeiro, normalmente, é o melhor mês. Provavelmente, vai ter um impacto, infelizmente”, avalia Talita Rodrigues Ferreira, de 36 anos, proprietária do Restaurante Central, um dos mais tradicionais negócios do município. A família, que está há 40 anos no comércio da cidade, hoje depende do turismo. “A cidade, por ser pequena, está com toda a população em luto”, acrescentou.

Proprietária de um camping e uma pousada em Capitólio, Maria Perpétua da Costa, de 61 anos, já viu os prejuízos da tragédia. Ela trabalha ao lado do filho Guilherme, proprietário de uma das lanchas destruídas pelo impacto da pedra. No negócio da família, o turista encontra desde hospedagem até passeios. “Ele perdeu R$ 300 mil. Está chocado e quer parar de trabalhar com isso (passeios náuticos)”, lamenta. Para Perpétua, o impacto do acidente não deve durar muito tempo, já que o turismo no lago de Furnas está consolidado. 

“Acredito que não será não será prolongado. Mas também tivemos as chuvas, que destruíram muitas estradas”, avalia. A empresária lembra ainda que sempre se preocupou com a situação dos cânions e a possibilidade de eventuais deslizamentos. “Muito antes de o turismo crescer na região, eu trabalhava para um empresário em Escarpas, e a gente fazia passeio de lancha. Eu falava com ele: ‘olha, aquela rocha ali está meio solta. Pode cair’”, recorda.

Expectativa frustrada

E o fato de a maioria dos negócios ainda se recuperar dos efeitos da pandemia fez com que muitos empresários apostassem em janeiro para reerguer seus negócios. Nesse cenário, a tragédia justamente no início do mês atrapalhou os planos. O ramo de passeios, por exemplo, depende 100% da procura dos turistas.

“Eu trabalho com esses roteiros aqui nas cachoeiras há quatro anos. Creio que esse impacto vai afetar no início, mas, daqui a pouc,o está tudo normal de novo. Nas pedreiras, é preciso uma vistoria permanente”, diz Daniel Orelhio Carvalho, de 59 anos, que oferece um tour pelas belezas de Capitólio por meio de um veículo 4×4. Esse tipo de atração tem dominado o turismo na cidade, ao lado das lanchas.

Principal atividade econômica

Com cerca de 8.000 habitantes, o município chega a receber mais de 4.000 turistas nos finais de semana, número que pode ultrapassar até 20 mil durante os feriados prolongados. Diante de dados tão expressivos, o turismo tornou-se a principal atividade econômica em Capitólio e, segundo a prefeitura, já representa 65% do Produto Interno Bruto (PIB). Ao todo, são mais de 20 hotéis e pousadas, além de campings e centenas de residências para aluguel por temporada.​​ 

Redes sociais são aposta para retomada 

O lago de Furnas passa por 34 cidades mineiras, a maioria na região Sul do estado. Vice-presidente da Associação dos Prestadores de Serviços Turísticos de Capitólio e Região (Astur) e empresário do turismo, Paulo César Santos analisa que a atividade deve ter queda nas próximas semanas. “Obviamente que a atividade turística vai cair bem sim, não só para Capitólio, mas para toda a região. As pessoas ficam com um pouco de receio. Creio que após a análise do local do acontecido, e ver que temos segurança nos pontos turísticos, vamos dar a volta por cima”, analisa. 

Relativamente recente, o turismo se tornou vocação na região há menos de dez anos, principalmente com as atrações nas lanchas e SUVs. Nesse processo, os comerciantes estão seguros de que o advento das redes sociais se tornou o grande trampolim para essa atividade econômica. E serão justamente elas a aposta para a recuperação após a tragédia.

“Há alguns anos, todo mundo vinha aqui por causa de Escarpas. Agora, quem vem para ver mansão? As pessoas começaram a vir mais por causa do lago e dos passeios, a partir (do compartilhamento) das redes. Os cânions vão fazer falta, mas Capitólio tem mais de 20 cachoeiras”, avalia Renaldo Alves, de 71 anos, proprietário da Casa do Artesanato.

Com precauções, impacto será ameno 

Como Capitólio está a cerca de quatro horas de BH e a seis de São Paulo, muita gente vai visitar o “Mar de Minas” de carro. Em datas de muito movimento, a oferta de hospedagem fica apertada, o que força muita gente a procurar opções mais baratas nos municípios próximos. É o caso de Piumhi, que fica a menos de meia hora de Capitólio. O gasto com pedágio – R$ 6,80 por trecho – compensa. 

Dono do Stalo Hotel, Thiago dos Reis Melo, 38, afirma que 60% dos turistas que recebe estão em busca de visitar Capitólio.

“Realmente, os turistas podem ficar um pouco desconfortáveis com o que aconteceu. Mas a gente acredita que, voltando o tempo de sol, com as devidas precauções das autoridades, o turismo vai ser impactado de forma bem amena”, avalia o empresário.

Os reflexos da tragédia são amenizados porque o hotel recebe turistas que desejam conhecer a serra da Canastra – os outros 40% dos hóspedes.  

Via: O Tempo.

Equipe atuará na análise e planejamento de segurança em pontos turísticos de Capitólio

Grupo de trabalho atuará na análise e panejamento da segurança e reposicionamento do Destino Capitólio e Mar de Minas. 

O Turismo na região do Lago de Furnas e Peixoto, Mar de Minas, será a pauta principal de grupo de trabalho. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (14), em uma reunião na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, envolvendo o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, as prefeituras de Capitólio, São José da Barra e São João Batista do Glória, além das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Marinha do Brasil, Instâncias de Governanças Regionais (IGR’s), Sebrae , Fecomércio e sociedade civil. 

A reunião, que começou com um minuto de silêncio em respeito às vítimas do acidente, foi seguida de uma reflexão de cada um dos presentes. 

Decidiu- se chamar o Grupo de Trabalho de,  “Reviva Capitólio – Viva o Mar de Minas”. A primeira ação a ser trabalhada será a realização de um vasto diagnóstico, com laudos técnicos e geológicos dos órgãos competentes, dos cânions e áreas interditadas. 

O grupo seguirá o seguinte planejamento:  1. Diagnóstico pormenorizado, geológico e estrutural do local

Ordenamento, regulamentação de uso e ocupação dos cânions e suas águas,  por parte dos municipios, visando a segurança dos usuarios, trabalhares e turistas.  3. Formação, informação e qualificação dos agentes públicos e privados, bem como usuários e turistas, sobre uso seguro da área.

Reposicionamento de Capitólio e Mar de Minas como destino seguro dentro e fora do estado com projetos de marketing e promoção.  Neste ponto, o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, propôs a criação de um edital específico para o Mar de Minas, visando a promoção de destino. 

“Com segurança, planejamento, união, paz e seriedade. É como Minas se organizará para reestruturar  o Turismo em  capitolio e região. afirmou O secretário. 

O diretor de operações do Sebrae, Marden Magalhães, adiantou que a instituição disponibilizarará sua estrutura e recursos para  ajudar no diagnóstico e outros processos para a recuperação do destino turístico.

Já o diretor regional do Sesc, Luciano Fagundes, e o diretor adjunto do Senac, afirmaram que a Fecomércio contribuirá com o treinamento, workshops e cursos para capacitação de todos os envolvidos no trade turístico.

Também será expandido o raio da Rede Integrada de Proteção ao Turismo, que seria restrita à Capitólio e agora abordará toda a região. A iniciativa integra a Polícia Militar de Minas Gerais, Secult, prefeituras, além da cadeia produtiva do turismo e a comunidade em geral para promover a segurança pública, a cultura e o turismo, e assim estimular a geração de emprego e renda na cidade.

O prefeito de Capitólio, Cristiano Gerardão, agradeceu a iniciativa e afirmou que esse trabalho conjunto é fundamental para região, paras as famílias e pelas pessoas que dependem da atividade turística e, sobretudo, para que essa tragedia jamais se repita. 

Contato das assessorias de imprensa envolvidas
Secretaria de Estado de Cultura e Turismo – [email protected] /  31-3916-8094
Polícia Militar – [email protected] /  31-3071-2635
Defesa Civil de Minas Gerais – [email protected] /  31-3915-0274
Polícia Civil de Minas Gerais – [email protected] / 98671-1360 (Raquel)
Bombeiros Militar de Minas Gerais – [email protected] /  31-3915-7554
Prefeitura de Capitólio – [email protected] /  37-99808-4553
Marinha do Brasil – [email protected] /  21-2104-5763

Jornal Folha Regional
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