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Jornal Folha Regional

Jovem autista emociona vereadores com obra de arte na Câmara Municipal de São João Batista do Glória

Jovem autista emociona vereadores com obra de arte na Câmara Municipal de São João Batista do Glória – Foto: arquivo pessoal

A Câmara Municipal de São João Batista do Glória viveu um momento especial na última semana com a visita da jovem Giovana Rosa da Silva, que é autista e encontrou na arte uma forma única de expressar sua sensibilidade e talento.

Durante a visita, Giovana entregou aos vereadores um desenho feito por ela mesma, retratando com riqueza de detalhes o plenário da Casa Legislativa. Na ilustração, cada vereador foi representado de maneira individual, com suas características marcantes e até mesmo com seus nomes, demonstrando a atenção e o carinho que a artista dedicou à obra.

O gesto surpreendeu e emocionou a todos os presentes. Mais do que uma simples representação, o desenho de Giovana se transformou em um verdadeiro símbolo de reconhecimento e valorização do trabalho do Legislativo. Sua arte transmitiu não apenas técnica, mas também afeto e sensibilidade, aproximando ainda mais a comunidade da instituição.

A jovem, apaixonada por desenhar desde cedo, mostrou que a inclusão e o respeito à diversidade geram frutos inspiradores. Seu talento é prova de que a arte pode ser uma ponte de comunicação poderosa, capaz de ultrapassar barreiras e aproximar pessoas.

A Câmara Municipal parabeniza Giovana pelo gesto e pela obra-prima entregue aos vereadores, reafirmando a importância de incentivar e valorizar os dons de cada cidadão. O momento ficará marcado na história do Legislativo local como um exemplo de sensibilidade, inclusão e reconhecimento.

Jovem autista emociona vereadores com obra de arte na Câmara Municipal de São João Batista do Glória – Foto: arquivo pessoal

Justiça Eleitoral de Varginha fará nova contagem de votos após cassação de vereadores

Vereadores eleitos Fernando Guedes e Lucas Gabriel (PRD), que tiveram os mandatos cassados por fraude à cota de gênero em Varginha — Foto: Reprodução/EPTV

Na próxima sexta-feira (22), o Cartório Eleitoral de Varginha (MG) realizará a retotalização dos votos das eleições municipais de 2024. A medida foi determinada depois que o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) anulou os votos recebidos pelo Partido da Renovação Democrática (PRD), devido a fraude no cumprimento da cota de gênero.

Com a decisão, os vereadores Fernando Guedes Oliveira e Lucas Gabriel Ribeiro, eleitos pelo PRD, perderam seus mandatos. A recontagem definirá os dois nomes que irão assumir as cadeiras na Câmara Municipal.

De acordo com especialistas em direito eleitoral, há possibilidade de que os suplentes Cássio Schiodi (Solidariedade) e Miguel da Saúde (PSD), integrantes da coligação “Varginha cresce e avança”, assumam os cargos. A coligação é formada por PSD, Mobiliza, União Brasil, PRD, Solidariedade, PRTB, PSB, DC, MDB, Avante e Novo.

Apesar das projeções, tanto o Cartório Eleitoral quanto o TRE-MG ressaltaram que não há como antecipar os nomes dos substitutos antes da retotalização, já que a redistribuição dos votos pode alterar os quocientes eleitoral e partidário. Também não foi definida a data em que os vereadores cassados deixarão seus cargos nem o momento da posse dos futuros parlamentares.

A fraude na cota de gênero

O caso teve origem na candidatura de Juliana Ferreira da Silva, considerada fictícia pela Justiça Eleitoral. Ela não fez campanha e não recebeu votos. Pela lei, cada partido ou coligação precisa preencher no mínimo 30% de candidaturas com mulheres. Para o tribunal, o nome de Juliana foi incluído apenas para que o PRD atingisse essa exigência.

Presidente de uma ONG em Varginha, Juliana alegou em depoimento que enfrentava problemas de saúde durante o período eleitoral, o que a impediu de participar da disputa, e disse ainda que não informou a situação ao partido.

A decisão que levou à cassação dos dois vereadores foi comunicada oficialmente à Câmara Municipal de Varginha durante a sessão da última quarta-feira (14).

VÍDEO | Vereador coloca laxante na água de adversário durante sessão em Câmara Municipal de Santa Rita do Sapucaí

O vereador Carlos Roberto Dias, conhecido popularmente como Gato, publicou em suas redes sociais na tarde da última segunda-feira (26), um vídeo onde confessa ter colocado laxante na água do também vereador Benedito Raimundo Ribeiro, o Dito, durante uma sessão na Câmara Municipal de Santa Rita do Sapucaí (MG).

No vídeo de quase cinco minutos, Carlos Roberto afirma que queria tirar o colega da reunião, para que ele ‘parasse de encher o saco’. Ele diz ainda que não teria feito por maldade e pede desculpas ao colega. “Eu não fiz por maldade, eu fiz uma brincadeira com você. (…) Essa brincadeira acho que saiu bem caro, eu peço desculpa pra você, peço desculpa pelo que fiz com você”.

O vereador Benedito Raimundo Ribeiro relatou que a água dele estava com o sabor alterado. A água é fornecida em copos descartáveis e cada vereador tem direito a dois copos. No dia seguinte, a Câmara instaurou uma sindicância interna. Os depoimentos foram colhidos na segunda-feira.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Santa Rita do Sapucaí, Antônio Longuinho, Carlos confirmou em depoimento ter colocado laxante na água de Benedito.

Em nota o PL diz que repudia o ato e trata-se “de um ato de gravidade absoluta, que extrapola os limites da disputa política”. Além disso, o PL cobra uma posição imediata do União Brasil, partido do vereador que teria batizado a água, e também da Mesa Diretora da Câmara.

CCJ aprova fim da reeleição, mandatos de cinco anos e eleições unificadas

CCJ do Senado aprova fim da reeleição para presidente, prefeitos e governadores - Foto: reprodução
CCJ do Senado aprova fim da reeleição para presidente, prefeitos e governadores – Foto: reprodução

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (21) a proposta de emenda à Constituição que acaba com a reeleição para presidente da República, governador e prefeito e estabelece um mandato de cinco anos para esses cargos, assim como para os parlamentares (PEC 12/2022). A proposta também define eleições unificadas para todos os cargos a partir de 2034. A matéria vai agora para análise em Plenário, com pedido de urgência.

Os senadores aprovaram substitutivo (texto alternativo) do senador Marcelo Castro (MDB-PI) à proposta de Jorge Kajuru (PSB-GO). Pela nova regra, deputados federais, estaduais e distritais e vereadores também passarão a ter mandatos de cinco anos, em vez dos atuais quatro.

Já os senadores, que na proposta inicial passariam de oito para dez anos de mandato, também terão cinco anos, a partir de emenda apresentada pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ). Além disso, a PEC extingue a alternância de eleições para o Senado, determinando que todos os 81 senadores sejam eleitos no mesmo pleito a partir de 2039.

Mudanças

A PEC impede que quem ocupa um cargo no Poder Executivo — presidente, governadores e prefeitos — possa se candidatar à disputa de um segundo mandato consecutivo, mesmo que o político tenha deixado o cargo seis meses antes da eleição. Em troca, os mandatos desses cargos passarão a ser de cinco anos, em vez dos atuais quatro anos.

Os cargos do Legislativo — deputados federais, senadores, deputados estaduais e vereadores — continuam com a possibilidade de reeleição inalterada. Ao mesmo tempo, a duração dos mandatos também passará para cinco anos. Assim, as legislaturas do Congresso Nacional, das assembleias legislativas e das câmaras municipais passam a ter duração de cinco anos, e não mais de quatro.

Com a uniformização dos mandatos, a PEC também unifica as datas de todas as eleições — municipais, estaduais e federais. Ou seja, todas deverão acontecer juntas, a cada cinco anos. Isso acontecerá a partir de 2034. Hoje, as eleições ocorrem a cada dois anos, alternadamente entre eleições municipais e eleições gerais (que engloba a esfera estadual e federal).

Senado

Outra inovação é o fim da eleição alternada para o Senado. Atualmente, os senadores são eleitos a cada quatro anos, com dois terços do Senado se renovando em uma eleição e um terço na seguinte. Na nova fórmula, todas as 81 cadeiras do Senado estarão em disputa a cada cinco anos.

A mudança não estava no texto de Marcelo Castro, que previa dez anos de mandato para os senadores e mantinha a alternância. Foi o senador Carlos Portinho que apresentou e defendeu uma emenda nesse sentido.

— Um poder pode ser alternado em dez anos? Pode, mas ele envelheceu ali. A prática democrática que mais atende o eleitor [é] a alternância breve de poder. A proposta que traz a redução para cinco anos respeita um dos maiores princípios democráticos, que é o interesse do eleitor — justificou. 

O senador Jorge Seif (PL-SC) também defendeu a redução do tempo de mandato dos senadores.

— A ampliação de oito para dez anos seria mais uma “jabuticaba” brasileira. Tira do eleitor a possibilidade do escrutínio. Nós não podemos ter um poder tão longo — afirmou. 

Durante a reunião, Castro contraditou a emenda de Portinho explicando que a alternância de poder é um termo que se aplica aos cargos do Executivo, mas não ao Legislativo. Além disso, segundo o relator, à exceção da Itália, em todos os demais países em que há duas Casas legislativas os membros de uma delas têm mandato maior do que os da outra. Assim, argumentou que a proposta inicial de mandato dez anos para os senadores estava seguindo um padrão internacional.

Porém, em entrevista coletiva após a votação na CCJ, Castro voltou atrás e anunciou que acataria a sugestão de Portinho. 

— Senti que estava formando maioria para o mandato ser de cinco anos, então me rendi a isso. Uma matéria controversa, tem argumento a favor de um lado, tem argumentos a favor de outro, não é uma coisa principal. O principal é o fim da reeleição e a coincidência das eleições para todos — explicou o relator, confirmando também o fim da eleição alternada.

Castro disse esperar que, em face dos novos acordos, a matéria seja votada de maneira consensual no Plenário.

Mesas diretoras

Para compatibilizar a condução do Legislativo com a duração de cinco anos para as legislaturas, as Casas do Congresso Nacional também verão mudanças nas suas mesas diretoras (responsáveis por presidir o órgão). As mesas serão eleitas no início da legislatura para um mandato de três anos, seguido por uma nova eleição para um mandato de dois anos. Continuará valendo a proibição de que os membros das mesas sejam reeleitos para os mesmos cargos dentro da mesma legislatura. A nova regra será aplicada às legislaturas que se iniciarem após as eleições de 2034.

Fim da reeleição 

O direito à reeleição para cargos do Executivo não era previsto na Constituição, mas foi introduzido em 1997. Presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que a reeleição é “um dos piores males para o Brasil” e lembrou até que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cujo governo propôs a mudança, “fez mea culpa” e admitiu que foi um erro. Otto avaliou que a nova PEC será importante para o país. 

— Quando termina as eleições municipais, se fala imediatamente na sucessão do governador e do presidente da República. Discute-se mais eleição do que projetos benéficos à solução das dificuldades sociais do povo brasileiro e do crescimento da infraestrutrura — comentou.

A opinião foi compartilhada por Marcelo Castro, que também considerou a reeleição um “malefício”: 

— A introdução da reeleição [foi] completamente contrária a toda a nossa tradição republicana. Eu acho que está mais do que na hora de colocarmos fim a este mal — afirmou o relator, ressaltando que a mudança não valerá para os atuais mandatários, que poderão tentar a reeleição em 2026 se estiverem no primeiro mandato.

Eleições unificadas

Segundo o relator, a unificação das eleições também é positiva porque cada eleição exige muitos recursos e trabalho para ser organizada. O novo formato ajudaria a reduzir os gastos e o governo economizaria dinheiro que poderia ser usado em áreas como saúde e educação. Além disso, para Castro, ter todas as eleições juntas traria mais clareza e organização para os eleitores e para os próprios políticos.

Primeiro signatário da PEC, o senador Kajuru afirmou que o objetivo principal é dar mais equilíbrio à disputa, já que, segundo ele, quem está no poder tem grande vantagem sobre os concorrentes, como maior visibilidade, acesso à máquina pública e facilidade de articulação política. Isso, para o senador, acaba dificultando a entrada de novas lideranças na política.

Emendas

Marcelo Castro rejeitou outras emendas apresentadas, como a do senador Sergio Moro (União-PR) que vedava não a reeleição também em mandatos não-consecutivos; a do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) que estabelecia a idade máxima de 80 anos para a candidatura à Presidência da República; e a do senador Eduardo Girão (Novo-CE) que proibia a reeleição para o Senado.

Após protesto de prefeitos e vereadores por estradas no Sul de Minas, deputado abre reunião na ALMG

Após protesto de prefeitos e vereadores por estradas no Sul de Minas, deputado abre reunião na ALMG - Foto: divulgação
Após protesto de prefeitos e vereadores por estradas no Sul de Minas, deputado abre reunião na ALMG – Foto: divulgação

Após a manifestação de prefeitos e vereadores em frente à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na manhã desta quinta-feira (15 de maio), em protesto contra o cancelamento de uma audiência pública sobre as condições das estradas estaduais no Sul, Sudoeste e Sudeste de Minas, o deputado Ricardo Campos (PT), presidente da Comissão de Participação Popular, abriu um auditório para a realização de um debate improvisado com as lideranças municipais.

A audiência oficial havia sido marcada com 45 dias de antecedência a partir de solicitação da Frente Parlamentar dos Municípios (FPM), movimento que reúne parlamentares de mais de 100 municípios. A mobilização denuncia o abandono da malha rodoviária estadual e cobra soluções do governo mineiro. A reunião foi cancelada na véspera, sob a justificativa de que o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) não poderia participar.

Mesmo sem a presença de representantes do Executivo, Ricardo Campos decidiu garantir um espaço de escuta para as lideranças municipais. “Ao chegar nesta Casa na manhã de hoje, nos deparamos com um grande volume de lideranças que querem manifestar sua insatisfação, seu repúdio. E, na condição de presidente da Comissão de Participação Popular, temos a obrigação de receber o público”, afirmou o parlamentar.

O deputado ainda explicou que a audiência oficial não foi cancelada por decisão da comissão. “O maior motivo de não ter havido hoje audiência pública para tratar os graves problemas das estradas do Sul de Minas, do Sudoeste, e de outras regiões é a ausência do DER e da Secretaria de Infraestrutura. O DNIT me ligou hoje de manhã, informando que só não compareceria porque foi comunicado do cancelamento.”

Segundo ele, a reunião realizada nesta quinta tem caráter institucional e será o ponto de partida para novas ações. “Independente da presença desses órgãos ou não, nós faremos uma escuta organizada de cada liderança para apontarmos os requerimentos necessários. Na próxima terça-feira, às 15h, vamos deliberar sobre essas demandas e, se houver consenso, aprovar a convocação do DER e da Secretaria de Infraestrutura”, afirmou o deputado. “O papel do Parlamento é fiscalizar, aprovar leis, definir prioridades. E é aqui que estamos fazendo isso, com respeito a todos que vieram de até 800 km de distância para estar aqui.”

As lideranças municipais relataram durante a reunião as dificuldades enfrentadas por causa da malha rodoviária. “Estamos falando de ambulâncias transportando pacientes oncológicos, estudantes indo para a faculdade e produtores rurais escoando a safra. Toda semana tem morte na estrada”, afirmou Mário Alves, presidente da Câmara Municipal de Caxambu e coordenador da FPM.

O deputado também justificou a ausência dos parlamentares que requereram a audiência e não compareceram. Segundo ele, Ulysses Gomes (PT) está afastado por motivos de saúde, enquanto Betinho (PV) teria agenda externa e sinalizou que tentaria comparecer mais tarde. Já a deputada Ione Pinheiro (PP), que também assinou o requerimento, estaria viajando.

A reunião contou com a presença do deputado estadual Rodrigo Lopes (União) e da deputada federal Ana Paula Leão (PP).

‘Caminhando pela História – Um Passeio pelas Ruas’: historiador apresenta livro para vereadores, em Alpinópolis

'Caminhando pela História - Um Passeio pelas Ruas': historiador apresenta livro para vereadores, em Alpinópolis - Foto: divulgação
‘Caminhando pela História – Um Passeio pelas Ruas’: historiador apresenta livro para vereadores, em Alpinópolis – Foto: divulgação

Na última terça-feira (29), o historiador e pesquisador Juliano Pereira de Souza apresentou aos vereadores da Câmara Municipal de Alpinópolis (MG) a 2° Edição do Livro: “Caminhando pela História – Um Passeio pelas Ruas”, que remonta a História de Alpinópolis através de seus logradouros públicos.

O livro foi apresentado em primeira mão a casa de leis. A obra possui grande pesquisa histórica da cidade de Alpinópolis e foi realizado através de mais de uma década pelo historiador, sendo a 1° Edição lançada no ano de 2021. O pesquisador ao longo desses anos vem realizando um trabalho de conscientização do poder legislativo e executivo afim de resgatar a memória dos antepassados que muito fizeram pela história local e regional.

A décima quarta sessão ordinária da Câmara aconteceu às 18h30min e foi dado a palavra ao pesquisador Juliano, que realizou um breve discurso sobre a importância da preservação histórica e o importante papel dos vereadores nesse contexto cultural.

Em seguida, os vereadores enalteceram o trabalho realizado pelo historiador ao longo dos anos e como o trabalho vem sendo importante para o resgate e histórico e preservação da identidade da cidade.

O livro também foi entregue ao prefeito Rafael Henrique da Sil a Freire, que tem sido um grande aliado da disseminação da cultura alpinopolense.

Na última semana também o historiador participou de um bate papo com o Parlamento Jovem, programa que envolve os adolescentes conscientizando sobre a política. Na ocasião o historiador falou seu trabalho como pesquisador e tirou várias dúvidas referente a história do município.

A princípio os livros foram entregues aos vereadores e em breve ocorrerá o lançamento oficial com uma noite de autógrafos.

Vereadores de Passos reivindicam aumento de 15,83% aos servidores

Vereadores de Passos reivindicam aumento de 15,83% aos servidores - Foto: reprodução
Vereadores de Passos reivindicam aumento de 15,83% aos servidores – Foto: reprodução

Através de um ofício protocolado ontem na Prefeitura de Passos, os 11 vereadores da Câmara Municipal de Passos apresentaram ao prefeito Diego Oliveira uma manifestação apoiando o pleito dos servidores, representados pelo Sindicato dos Empregados da Prefeitura Municipal

No documento, os vereadores requerem que seja verificada a viabilidade do que abaixo segue:

a) – Reajuste dos 15,83% aos servidores municipais, lotados na Prefeitura Municipal;

b) – Elevação do auxílio alimentação para R$ 1.000,00 para os servidores da Prefeitura Municipal de Passos e servidores do SAAE — Serviço Autônomo de Água e Esgoto.

“Nesse sentido, em atenção à demanda supracitada apresentada a esta Casa de Leis e visando contribuir para a valorização dos servidores municipais, é que se faz necessário o presente requerimento’, diz o documento, cuja íntegra segue abaixo:

Vereadores de Passos reivindicam aumento de 15,83% aos servidores - Imagem: divulgação
Vereadores de Passos reivindicam aumento de 15,83% aos servidores – Imagem: divulgação
Vereadores de Passos reivindicam aumento de 15,83% aos servidores - Imagem: divulgação
Vereadores de Passos reivindicam aumento de 15,83% aos servidores – Imagem: divulgação

Via: Observo

Vereadores representam prefeito de São José da Barra em reunião com a Cemig para discutir sobre canal de atendimento do agro

Vereadores representam prefeito de São José da Barra em reunião com a Cemig para discutir sobre canal de atendimento do agro - Foto: divulgação
Vereadores representam prefeito de São José da Barra em reunião com a Cemig para discutir sobre canal de atendimento do agro – Foto: divulgação

Na manhã desta segunda-feira (31), os vereadores de São José da Barra (MG), Sirlei Rosa, Tiago Antunes, Deusmar Raimundo, Mateus da Serrinha e o presidente da Câmara, Adriano Oliveira, estiveram reunidos com o gerente relações institucionais da Cemig, Rodrigo e com o gerente do poder público da Cemig, Ronaldo. Na ocasião, o legislativo representou o prefeito Marcelinho Silva e o secretário de Agropecuária, Indústria e Comércio Romulo Leandro.

O encontro teve a presença do deputado estadual, Antônio Carlos Arantes e do deputado federal, Emidinho Madeira, na cidade de Nova Resende (MG).

A reunião discutiu os detalhes do funcionamento do canal exclusivo ‘Cemig Agro’, que vai atender as demandas sobre falta de energia no campo. O canal foi estruturado para estabelecer um contato direto entre produtores, sindicatos e Cemig, para dar prioridade às demandas da agropecuária.

Em janeiro de 2025, o prefeito e o secretário, participaram de uma reunião com o o gerente de relações do poder público da Cemig de Passos, Alexandre Castro, o qual priorizou a energia para o Distrito Industrial, assim como um mapeamento na zona rural do município, pois os moradores rurais há anos sofrem com as quedas e falta de energia, ocasionando grandes prejuízos.

“Precisamos achar soluções possíveis para atender os produtores rurais que sentem a falta da energia, e que precisam continuar produzindo para gerar emprego e renda em nossa cidade. Há anos os moradores sofrem com este problema e graças a Deus já estamos na fase final para proporcionar melhorias na energia elétrica”, salientou Romulo.

O prefeito, Marcelinho Silva, agradece aos vereadores por representar a gestão 2025/2028, nesta importante reunião.

Vereadores representam prefeito de São José da Barra em reunião com a Cemig para discutir sobre canal de atendimento do agro - Foto: divulgação
Vereadores representam prefeito de São José da Barra em reunião com a Cemig para discutir sobre canal de atendimento do agro – Foto: divulgação

Encontro entre vereadores e representantes do governo de MG discute rodovias em más condições no Sul de MG

Encontro entre vereadores e representantes do governo de MG discute rodovias em más condições no Sul de MG - Foto: reprodução
Encontro entre vereadores e representantes do governo de MG discute rodovias em más condições no Sul de MG – Foto: reprodução

Vereadores de várias cidades do Sul de Minas se reúnem durante dois dias com representante do governo do Estado em busca de melhorias em rodovias da região. O encontro acontece até esta quinta-feira (27) em Caxambu (MG) e logo após, deve ser formulado um documento para o governo estadual com propostas de melhorias.

Caxambu, por exemplo, recebe turistas de todo o país. Mas para chegar até a cidade, é preciso enfrentar a BR-267.

“Os turistas estão deixando de vir para Caxambu exatamente pela péssima condição das estradas de acesso à nossa cidade. Então, além disso, temos problema com as pessoas que usam a estrada para tratar de saúde”, disse o presidente da Câmara de Caxambu, Mario Alves (PSD).

No trecho que passa por Cambuquira, o fluxo de caminhões é grande. E com a imprudência dos motoristas, a rodovia fica ainda mais perigosa. A maior parte da BR-267 é sem acostamento, com pista simples e cheia de remendos. Na-BR 354 a situação é parecida e ainda tem as curvas perigosas do trajeto.

Já na MG 862, que liga luminárias a São Bento Abade, nem asfalto tem. Obstáculos que atrapalham, e muito, as cidades da região.

Nesta quarta-feira, vereadores de 36 cidades do Sul e Sudoeste Mineiro se reuniram em Caxambu para discutir a situação das estradas na região. O evento contou também com representantes do governo do Estado e do Legislativo Federal. As cidades apresentaram as dificuldades enfrentadas.

Em Luminárias, por exemplo, moradores que realizam tratamento oncológico em Varginha precisam escolher entre enfrentar 18 quilômetros de estrada de terra ou ir por um desvio que aumenta em uma hora o percurso.

“Fazem tratamento no Hospital Bom Pastor. São pessoas que, em razão da doença, já estão numa situação difícil. Ainda tem que fazer essa volta enorme por Lavras, que aumenta muito a viagem, porque não consegue fazer esse trânsito na estrada entre Luminárias e São Bento Abade em todo período do ano. E tem também os trabalhadores, os extratores de pedra que trabalham em São Tomé das Letras, que dependem dessa estrada. São muitas pessoas, muitos pais de família que necessitam fazer esse trajeto. Então a nossa cidade está enfrentando muita dificuldade em razão da não pavimentação desse trecho”, disse a presidente da Câmara de Luminárias, Roziane Ferreira (PSD).

Encontro entre vereadores e representantes do governo de MG discute rodovias em más condições no Sul de MG - Foto: reprodução
Encontro entre vereadores e representantes do governo de MG discute rodovias em más condições no Sul de MG – Foto: reprodução

Além do risco para a vida, a possibilidade de acidentes espanta os clientes de comércios como pousadas, que ficam às margens da rodovia.

“As pessoas hoje em dia procuram segurança também para viajar. Então você pega uma rodovia como essa, onde você pode ter um acidente muito sério, inclusive tem muitos acidentes na rodovia. Então o turista pode ter acidente muito sério, pode ter danos no veículo, então acaba prejudicando. Estrada ideal seria ao mínimo com asfalto de qualidade e sinalizada. Seria melhor ainda se tivesse uma duplicação, mas nem o básico tem, que é a sinalização e o bom asfalto”, disse o dono de uma das pousadas, Gilson Benatti Aquino.

Sobre o trecho entre Luminárias e São Bento Abade, o DER-MG, Departamento de Estradas de Rodagem do Estado, afirmou que um projeto para a pavimentação está em andamento com previsão de conclusão no segundo semestre deste ano.

Já na BR-267, no trecho entre Campanha, Cambuquira e Caxambu, está sendo desenvolvido um projeto de restauração e aumento da capacidade. O edital de obras deverá ser lançado ainda neste ano.

Prefeito, vice e vereadores são diplomados em Carmo do Rio Claro

Prefeito, vice e vereadores são diplomados em Carmo do Rio Claro - Foto: divulgação
Prefeito, vice e vereadores são diplomados em Carmo do Rio Claro – Foto: divulgação

Na tarde da última terça-feira (17), foi realizada a cerimônia de diplomação do prefeito de Carmo do Rio Claro (MG), Filipe Cardoso Carielo (PSD), do vice-prefeito Weslei Carielo (PSD) e dos vereadores eleitos para a legislatura 2025/2028. O evento, que ocorreu no Salão do Juri no Fórum da cidade, reuniu autoridades, familiares e convidados para prestigiar o momento que oficializa a conclusão do processo eleitoral e habilita os eleitos a tomarem posse no dia 1º janeiro.

Os nove vereadores diplomados por Carmo do Rio Claro são Antônio Marcos Esteves, reeleito para seu 3º mandato; Clemente Alves de Jesus Filho, 1ª legislatura; Ederson Donizete de Oliveira, 1ª legislatura; José Joaquim Silva, veterano com seis mandatos; Lucas Cardoso Carielo, também no 3º mandato; Marcelo Carvalho Pereira, 1ª legislatura; Paulo Marcelo Silva, 2º mandato; Rogério Freire da Silva, 1ª legislatura, e Sandro Deoclécio de Oliveira, também para o 2º mandato.

A solenidade foi conduzida pelo juiz eleitoral da comarca, Robson Monteiro Rocha, que ressaltou a importância da diplomação como um marco da democracia. E ele foi acompanhado pelo Promotor de Justiça, Cristiano Cassiolato, que destacou a relevância do papel dos vereadores na elaboração de leis e na fiscalização dos atos do poder executivo municipal. O prefeito reeleito de Conceição da Aparecida, o vice-prefeito e os nove vereadores, também foram diplomados nessa solenidade.

Com a diplomação, os políticos eleitos estão oficialmente habilitados a assumir seus cargos em 1º de janeiro de 2025. Em Carmo do Rio Claro, a cerimonia de posse será realizada no Plenário da Câmara, às 10 h. 

Jornal Folha Regional
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