Jornal Folha Regional

Homens são presos com R$ 5,2 mil em notas falsas em Passos

Dois homem foram presos com R$ 5,2 mil em notas falsas, no fim da tarde da última sexta-feira (8), em Passos (MG). Segundo a Polícia Militar, a dupla foi abordada enquanto transitavam em um carro no bairro Nossa Senhora Aparecida.

Durante a revista, os policiais avistaram as notas e desconfiaram da qualidade do papel, que era ruim. Após verificarem, constataram que as cédulas eram falsas.

Ainda conforme a PM, um dos suspeitos estava com cerca R$ 3 mil em notas de R$ 50 e o outro com aproximadamente R$ 2 mil, também em notas de R$ 50.

Eles foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal, em Divinópolis (MG), e as notas foram apreendidas.

Motociclista é levado para Santa Casa após ser atingido por linha de cerol em Passos

Um motociclista foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros para a Santa Casa de Passos (MG) após ser atingido por uma linha de cerol no último domingo (10), na avenida São Domingos.

Segundo os socorristas, a vítima seguia no bairro Jardim Colégio Passos, na avenida sentido Centro, quando foi atingido pela linha de pipa revestida com pó de vidro, conhecida como cerol.

A assessoria do hospital confirmou a entrada do homem na unidade, porém não informou seu estado de saúde.

Presídios de Piumhi e Pará de Minas produzem alimentos e doam a instituições carentes de MG

Projetos desenvolvidos dentro de presídios são capazes de mudar a realidade do detento e garantir a ele mais dignidade. Alguns trabalhos desenvolvidos em unidades prisionais mudam não só a perspectiva do preso, mas também da comunidade. Este é o caso dos presídios de Piumhi e Pará de Minas que há mais de 10 anos trabalham com o plantio de hortaliças, legumes e frutas dentro das unidades. A produção é doada para instituições carentes e alimentam pessoas em vulnerabilidade social.

Uma divulgação feita pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) mostrou que em todo o estado, somente neste ano, já saíram dos 44 presídios mineiros mais de 20 toneladas de alimentos. A pasta revelou ainda que as duas unidades do Centro-Oeste, Piumhi e Pará de Minas, lideram o ranking das que mais produzem em Minas Gerais.

Ao todo, 44 unidades prisionais administradas pelo Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) produzem diversos tipos de alimentos em hortas instaladas intramuros.

No cultivo estão as hortaliças, verduras, legumes e frutas, que constantemente saem das unidades prisionais de Minas Gerais diretamente para o prato de centenas de pessoas atendidas por instituições carentes beneficiadas. Mais de 800 locais são atendidos com os alimentos.

Volume maior que nos anos anteriores

A produção de alimentos dentro do sistema prisional mineiro tem aumentado de forma significativa. Em comparação aos cinco primeiros meses de 2021, o volume de 2022 mais que dobrou. No mesmo período do ano passado, foram produzidos e doados 8.998 kg de alimentos; neste ano, o número chegou a 22.497 kg entre janeiro e maio.

Das 44 unidades prisionais com hortas instaladas, 12 se destacam pelo montante de hortaliças e verduras produzidas: Penitenciária de Pará de Minas, Presídio de Piumhi, Penitenciária de Teófilo Otoni, Presídio de João Pinheiro, Penitenciária de Uberaba, Penitenciária de Muriaé, Presídio de Janaúba, Presídio de Araguari, Penitenciária de Ribeirão das Neves I, Presídio de Araxá, Presídio de Itajubá, e Penitenciária de Governador Valadares. Todas as regiões de Minas Gerais são contempladas pelas doações.

Dinâmica

O plantio e o cultivo dos alimentos têm muitas vantagens, como o baixo custo de produção e manutenção. Também há disponibilidade de alimentos orgânicos (não se usa agrotóxicos nas hortas) e aproveitamento de espaços vazios e ociosos das unidades prisionais. Além da profissionalização dos presos, um dos aspectos mais importantes é a execução do trabalho social, pois por meio das doações muitas instituições de caridade conseguem reforçar o caixa e apoiar pessoas carentes.

Segundo o diretor-geral do Depen-MG, Rodrigo Machado, a produção e a doação de alimentos é umas das entregas mais importantes do sistema prisional mineiro e beneficia todos os envolvidos.

“Essa é a nova filosofia de trabalho da Polícia Penal, uma polícia próxima à sociedade. São entregas realizadas por meio do trabalho dos presos”.

“As unidades prisionais se tornam mais aceitas pela sociedade quando conseguimos ajudar e retornar algo com o trabalho de quem está cumprindo pena. Ao mesmo tempo, proporcionamos uma ressocialização para esses detentos e fortalecemos relações do Depen-MG com instituições municipais, fechando mais parcerias e ajudando mais pessoas que precisam”, completou.

Parcerias

Em algumas cidades, a produção conta com o apoio de organizações ligadas ao serviço agrícola, como a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater–MG) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Essas instituições capacitam os presos e aperfeiçoam a produção, com orientações sobre o plantio.

Via: G1.

Dengue cresce 3,74% na região e Passos tem 2.258 registros

O número de casos prováveis de dengue aumentou 3,74% na região nas últimas duas semanas. Passos, com 2.258 casos prováveis, é o município com mais notificações na região.

Já as notificações de chikungunya apresentaram queda de 14,28% durante o mesmo período, enquanto os casos prováveis de zika e os óbitos por dengue mantiveram os números.

De acordo com o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) na última quarta-feira (6), foram registrados 10.656 casos prováveis de dengue, doze de chikungunya e dois de zika nos municípios da região.

Neste ano, foram registrados quatro óbitos por dengue, nos municípios de Piumhi, São João Batista do Glória, São Roque de Minas e São Tomás de Aquino.

Via: Observo.

Prefeitura de Passos divulga novo reajuste da tarifa do transporte público a partir de segunda-feira

A Prefeitura de Passos (MG) divulgou um aumento de 18% no reajuste da tarifa do transporte público a partir da próxima segunda-feira (11). O preço vai passar de R$ 3,30 para R$ 3,90.

Segundo o secretário de Planejamento de Passos, Edson Martins, o motivo do aumento se deve ao aumento no preço do diesel.

“Quando a empresa fez a licitação o diesel estava a R$ 4,65, R$ 4,55, hoje o diesel está a R$ 7,17, isso em menos de seis meses, então a gente viu aumento de custos muito altos e nós estávamos extremamente preocupados, porque estava havendo um desequilíbrio muito grande. O empresário não estava conseguindo manter a operação, então ele estava pressionando muito a prefeitura”, disse o secretário.

Conforme o secretário, o reajuste acontece após um estudo feito pela prefeitura.

Homem é preso após tentar fazer pagamento com notas falsas de R$ 100 em Passos

Um homem foi preso após tentar realizar um pagamento com duas notas de R$ 100 falsas na tarde da última quarta-feira (6), em uma farmácia no bairro da Penha, em Passos (MG). Segundo a Polícia Militar, o comerciante percebeu o ato e acionou os militares.

Ainda conforme os policiais, o autor já teria tentando repassar as notas em outro comércio da cidade.

O homem foi preso em flagrante pela PM e levado à delegacia. Com ele, foram apreendidas duas notas falsas de R$ 100 e um aparelho celular, que teria sido furtado.

A Associação Comercial e Industrial de Passos (Acip) divulgou um alerta sobre circulação de notas falsas de R$ 100 e R$ 200 nos comércios da cidade. As notas de R$ 100, os números de série são terminados em 58 e 59.

A PM revelou que entre junho e julho deste ano apenas três casos foram registrados na cidade, o que tem dificultado nas investigações sobre o crime.

“O artigo 289 do Código Penal estabelece que quem fabrica as notas ou introduz no mercado pode ter uma pena de 3 a 12 anos de prisão, além de multa. Já a pessoa que recebe a nota de boa fé e, percebendo que é falsa, repassa no mercado, ela pode ter uma pena de detenção de seis meses a 3 anos, mas a multa”, disse.

Os militares orientou a acionar a polícia em casos suspeitos. Se for constatado que o autor está passando notas falsas, ele será preso em flagrante e encaminhada até a delegacia da Polícia Federal, em Divinópolis.

Ex-padre passense acusado de violação sexual contra monges é absolvido

O juiz Roberto Troster Rodrigues Alves, da Vara Única de Monte Sião, absolveu sumariamente o ex-padre passense Ernani Maia dos Reis, acusado de violação sexual mediante fraude contra quatro ex-monges do Mosteiro Santíssima Trindade, localizado na zona rural do município de 24 mil habitantes no interior de Minas Gerais. O magistrado acolheu argumento da defesa do religioso e decretou ‘decadência’ em favor do réu – considerou que as vítimas dos abusos ofereceram representação anos depois dos supostos crimes, ocorridos entre 2010 e 2018, após prazo de seis meses.

A avaliação sobre o prazo se deu em razão de o juiz considerar que os crimes sob suspeita ocorreram antes da edição da lei que tipificou o crime de importunação sexual. Tal legislação estabeleceu que a ação penal em casos de tal teor é incondicionada, ou seja, não necessita de representação. Antes dela, era necessário que as vítimas se manifestassem pela abertura de uma ação sobre o caso. O procedimento só não era necessário quando havia demonstração de que a vítima era vulnerável.

O mérito da denúncia não foi analisado pelo juiz. O argumento da defesa que foi acolhido pelo magistrado foi suscitado como questão preliminar, ou seja, analisada antes de o magistrado ponderar sobre as acusações em si.

Proferida no dia 20, a decisão de Alves contrariou parecer do Ministério Público, que defendeu a rejeição do argumento da defesa, ‘em especial em vista da vulnerabilidade das vítimas, em vista da ascendência hierárquica, administrativa e religiosa’.

Em despacho, o juiz entendeu que as condutas atribuídas ao ex-padre se deram enquanto era vigente a Lei nº 12 015, de 7 de agosto de 2009. “As condutas praticadas contra as vítimas estão integralmente sujeitas ao regramento anterior”, ponderou. Tal legislação previa que a ação penal só poderia se dar sem representação por parte da vítima em casos de menores de 18 anos ou ‘pessoas vulneráveis’.

No entanto, a avaliação do juiz foi a de que as vítimas eram vulneráveis ‘somente durante o convívio declinado nos depoimentos’ – as vítimas relataram que, após terem deixado o mosteiro, não tiveram mais contado com Ernani.

Segundo o juiz, durante o período em que estavam no local, os monges estavam sob direta influência do ex-padre, hierarquicamente na instituição, ‘sendo ainda forçoso reconhecer o peso da questão religiosa no convívio, a impedir a possibilidade de representação por parte deles’.

“É notório e presumido que haveria graves consequências pessoais, em prejuízo das vítimas, caso formalizassem representação criminal, e o escopo da lei em definir “pessoas vulneráveis” para efeito de representação é de justamente obstar que tais pessoas, impedidas ou prejudicadas, por qualquer causa, em se manifestar, fiquem sem a proteção da legislação penal”, registrou.

No entanto, Alves considerou que a vulnerabilidade a ser reconhecida no caso ‘não é de caráter permanente’. Para o magistrado, com o afastamento do ex-padre da instituição religiosa, do convívio com as vítimas, ‘não se pode mais reconhecer o enquadramento das vítimas nessa condição especial de vulnerabilidade’.

“Resulta do exame do caso que os fatos narrados se encontram inseridos na égide da legislação anterior, que demandava representação, uma vez que cessada a vulnerabilidade, sobretudo com a saída do acusado da instituição. No entanto, as vítimas vieram a oferecer representação anos depois, quando já transcorrido em muito o prazo decadencial, o que enseja a extinção da punibilidade, como invocado na peça defensiva”, registrou.

POSIÇÃO DO MP

Ao se manifestar pela rejeição do pedido da defesa, a Promotoria de Minas havia ressaltado que as normas não fazem distinção entre ‘vulnerabilidade temporária’ ou ‘permanente’ – “haja vista que a condição de vulnerável é aferível no momento do cometimento do crime, ocasião em que há a prática dos atos executórios com vistas à consumação do delito”.

“Não nos parece coerente a criação pretoriana de modelos híbridos de ação penal pública para o mesmo fato criminoso e sujeito à mesmíssima situação jurídica ao tempo do seu cometimento, deixando ao bel prazer do intérprete, considerá-la condicionada ou não à representação”, ponderou ainda o MP.

O advogado João Humberto Alves, que integra a defesa do ex-padre – diz manter posicionamento diferente do assumido pelo magistrado. “Não há que se falar em ‘vulnerabilidade temporária’ por parte das vítimas, pois ao considerar tal condição, aceitaríamos uma ampliação do que se entende por vulnerabilidade, de forma a interpretar a lei e a jurisprudência em prejuízo do réu, o que não se permite no Direito Penal brasileiro”.

Via: Observo.

Modo de fazer rapadura e melaço é reconhecido como bem imaterial em Cássia

O modo de fazer rapadura e melaço se tornou Patrimônio Imaterial do município de Cássia. O registo no Condephaat (Conselho Municipal do Patrimônio Imaterial de Cássia) saiu de um decreto assinado pelo prefeito Rêmulo Carvalho Pinto.

O modo de fazer rapadura foi reconhecido como inventário de Proteção do Patrimônio Cultural. O registro é um instrumento legal de preservação, reconhecimento e valorização do patrimônio imaterial do Brasil, composto por bens que contribuíram para a formação da sociedade brasileira.

A cultura foi herdada pelo senhor João Balduíno de Souza, de 87 anos, e repassada para a esposa Maria da Conceição, 78 anos, com quem é casado há 60 anos. O casal produz as rapaduras e o melaço em um sítio, na região Antinha, município de Cássia, onde vivem desde que se casaram.

Segundo o coordenador da Seção de Cultura e Patrimônio Histórico do município,  Dannilo Rodrigues, é de uma importância ter o reconhecimento como forma de fazer rapadura e melaço ser um patrimônio reconhecido como parte da gastronomia local. “A vida de várias pessoas pode mudar quando a gastronomia regional é valorizada”, disse.

O modo de fazer rapadura e melaço não é registrado como bem imaterial pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), bem como não há pedido de registro até o momento. No Iepha (Instituto Estadual  do Patrimônio Histórico e Artístico), também não há registro.

ARTESANAL

“Seo” Balduíno planta a cana, capina, colhe e mói, e dona Maria da Conceição o auxilia ralando cidra, torrando amendoim, mexendo o tacho e fazendo outros pequenos serviços. O casal tem uma filha e quatro netos, sendo que uma delas, Karina de Souza Cruz, pretende dar continuidade à tradição.

“Eu sei fazer, mas tem um truque, um jeito todo especial de mexer que ainda tenho que aprender. O que sei, aprendi olhando eles fazerem desde pequena”, conta Karina.

Todo o processo da rapadura de “Seo” João Balduíno é orgânico. Ele não usa fertilizante para plantar a cana-de-açúcar, matéria-prima da rapadura e do melaço, nem conservantes no produto.

A fabricação da rapadura é dividida em três etapas: moagem, cozimento e purga ou branqueamento. Depois de colhida e limpa, a cana é moída no engenho motorizado, muito eficaz por ser de ferro e composto de três rolos horizontais, exigindo apenas uma passagem da cana para se retirar todo o caldo.

Em média, é possível extrair cerca de 500 litros de garapa para cada tonelada de cana-de-açúcar moída, que renderão de 70 a 100 quilos de rapadura ou 100 a 150 rapaduras de 650 gramas, cada.

Uma rapadura simples custa R$ 10, com mistura sai por R$ 12. O melaço é vendido por R$ 10 o potinho de 500 gramas. Toda produção é vendida em feira livre e nos supermercados, padarias e mercadinhos de Cássia.

Via: Observo.

Alpinópolis e mais três cidades da região terão iluminação pública com lâmpadas de LED

Nos próximos dias os municípios de Alpinópolis, Piumhi, Pratápolis e São Tomás de Aquino, integrantes do Consórcio AMEG, darão início ou continuidade a modernização de todo parque de iluminação pública com a substituição das lâmpadas de vapor de mercúrio ou vapor de sódio por lâmpadas de LED, consideradas mais modernas, eficazes e econômicas.

A modernização da iluminação dos municípios acontece após licitação promovida pela AMEG, onde os municípios que aderem à ata de registro de preços, contratam o serviço com economia média de 50% na formalização do contrato.

Para o presidente da AMEG e prefeito de Carmo do Rio Claro, Filipe Carielo “as licitações realizados pela AMEG vem se mostrando uma ferramenta importante para os municípios consorciados que conseguem economizar para os cofres municipais através de licitações em conjunto, que naturalmente saem mais em conta devido ao volume de produtos e serviços negociados”, completou.

 Além dos quatro municípios que vão iniciar a substituição das luminárias em breve, outros consorciados já concluíram, estão em execução ou na fase de levantamento de documentos para adesão à ata.

Já concluíram a troca de todas as lâmpadas, os municípios de Fortaleza de Minas e Doresópolis. São João Batista do Glória, realizou a substituição da iluminação da cidade com recursos próprios antes da ata da AMEG. Já a cidade de Cássia, que iniciou a substituição das lâmpadas com outra empresa, também aderiu à ata da AMEG e concluiu a troca da iluminação do município.

São Roque de Minas, aderiu à ata e realizou a substituição das lâmpadas que estavam apresentando problemas. Já o município de Itaú de Minas deve concluir a substituição completa das luminárias nas próximas semanas. Por sua vez, a cidade de Passos deve concluir a troca de todo o sistema até o final de dezembro.

Outros municípios integrantes do Consórcio como Capetinga, Carmo do Rio Claro, Claraval, Delfinópolis, Ibiraci, Pimenta e São José da Barra estão concluindo o levantamento da documentação para dar início a substituição das luminárias.

Os municípios de Guapé e Capitólio não devem aderir a ata porque pretendem fazer a troca da iluminação por meios próprios.

Além da licitação de LED promovida pela AMEG, estão abertas adesão de registro de preços para medicamentos, aterro sanitário e manutenção de iluminação pública. Nos próximos dias serão abertos editais para licitação de serviços de engenharia, aquisição de veículos leves e pesados incluindo com tecnologia hídrica, câmeras de videomonitoramento e de rastreamento veicular para controle das frotas dos municípios.  

Cine Família reúne 2.500 pessoas em Passos 

Com os olhares compenetrados na tela, os espectadores assistiram gratuitamente a dois sucessos nacionais recém-saídos do cinema: “Turma da Mônica – Lições” – que foi a produção brasileira mais assistida após o seu lançamento nas telonas com mais de meio milhão de espectadores – e  D.P.A.3 – Uma Aventura no Fim do Mundo, outro sucesso de público que já foi visto por mais de 420 mil pessoas, segundo a plataforma Filme B. O evento aconteceu na quarta-feira (29), na Praça da Matriz, em Passos (MG).

Além dos filmes, as famílias se impressionaram com o tamanho da tela, a qualidade de imagem e som, com as passarelas em tapete vermelho e iluminação cênica que transformaram o ambiente em um cinema a céu aberto.

“Estamos muito felizes com a recepção das pessoas. Nosso agradecimento à Algar Telecom que, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, patrocina o evento desde a sua primeira edição – e também à Prefeitura de Passos pela confiança.

A dedicação e carinho de toda a equipe, desde a pré-produção, quando são escolhidas as cidades, até a programação e montagem da estrutura, preparada para a exibição de um filme, é que nos permite entregar ao público toda esta qualidade “, afirma Marcelo Mamede, coordenador do projeto e diretor da Moinho Cultural, realizadora do evento.

O secretário de Cultura e Patrimônio Histórico, Denilson César dos Reis, destacou a importância do Cine Família na Praça. “É um privilégio muito grande participar e apoiar esse evento, que proporciona tanta alegria para a população”, enfatiza. 

A espectadora Ana Laura de Oliveira, que estava acompanhada da família, disse que ficou fascinada com o evento. “Foi nota mil. Amamos o filme, nos divertimos, rimos, choramos e comemos pipoca. Foi um espetáculo maravilhoso, aconchegante e muito bem organizado. Foi incrível”, ressalta Ana Laura.

“O sucesso do Cine Família na Praça se dá por um conjunto de estratégias. Trabalhamos com muita antecedência para que tudo seja uma experiência ímpar e inesquecível. E o resultado nos dá muita satisfação e sentimento de dever cumprido.

Nosso objetivo de proporcionar uma experiência cinematográfica única a céu aberto, totalmente gratuita, com filmes de classificação indicativa livre, adequados para toda família curtirem juntos, superar nossas expectativas ao ver a praça cheia de pessoas com olhares fixos na tela para não perder sequer um detalhe”, comenta Marco Túlio Morais, da Aproxima Patrocínios e Incentivos, co-realizadora do evento. 

Sobre a Algar Telecom 

A Algar Telecom, empresa do grupo Algar, possui um amplo portfólio com soluções de Telecom e TI para atender clientes corporativos (B2B) e do varejo (B2C).

A companhia oferece internet por fibra óptica em ultravelocidade, celular de qualidade, serviços de voz, dados, e TI, incluindo serviços de cloud e de segurança de redes, além de sistemas de gestão para pequenas empresas. 

Com 68 anos de mercado, possui uma moderna infraestrutura, suportada por uma rede de 115 mil km de fibra óptica que serve, atualmente, mais de 372 cidades, em 16 estados do Brasil e no Distrito Federal. Para todos esses locais, a empresa investe em um atendimento personalizado, consultivo e eficaz para entregar cada vez mais qualidade aos clientes. 

Companhia aberta, não listada em bolsa desde 2007, a Algar Telecom se compromete com as melhores práticas de governança corporativa. São mais de 4,5 mil associados – como são chamados os colaboradores da empresa – comprometidos em manter um relacionamento próximo com seus clientes e alta qualidade na prestação de serviços, com práticas sustentáveis e inovadoras. 

Sobre a Moinho Cultural 

Fundada há 17 anos, a Moinho Cultural é uma Produtora que atende Empresas Patrocinadoras e Agências de Publicidade e de Relações Públicas com a disponibilização de projetos próprios para patrocínio e criação de projetos sob medida, sempre alinhados às estratégias de comunicação do cliente, gerando entregas de qualidade que favoreçam a visibilidade, fortalecimento e reputação de marca. 

Além Cine Família na Praça, possui em seu portfólio projetos de sucesso, como:  Fundinho Festival – Jazz e Blues; Diversão e Arte: Música para Crianças de Todas as Idades; Festival de Inverno da Serra da Canastra; e Expresso Literário; os quais juntos totalizam 40 eventos realizados em 22 diferentes municípios, para um público de cerca de 152 mil pessoas.

.Por: Adriana Bernardes

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