Polícia Federal investiga desvio de quase R$ 1 milhão da Caixa – Foto: reprodução
A Operação Sem Remorso foi deflagrada na manhã desta terça-feira (24) pela Polícia Federal (PF). O objetivo é apurar o crime de peculato envolvendo o desvio de recursos da Caixa Federal.
As investigações indicam que o suspeito teria causado um prejuízo estimado em quase R$ 1 milhão, considerando valores atualizados entre janeiro e agosto de 2022.
Durante a ação, policiais federais cumpriram mandado de busca na residência do investigado no município de Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina, onde foram apreendidos documentos, um aparelho celular e um carro de luxo.
A PF informou que, com o material apreendido, “dará continuidade às investigações para esclarecer completamente os fatos e identificar outros possíveis envolvidos nas fraudes”.
Morre menina com câncer que teve R$ 2,5 milhões destinados ao tratamento desviados por empresários — Foto: Arquivo RPC
Aos 12 anos, Yasmin Amorim morreu nesta sexta-feira (6), em Cascavel, no oeste do Paraná, após uma longa luta contra um câncer agressivo, o neuroblastoma. A história da menina comoveu o país não apenas pela gravidade da doença, mas também porque R$ 2,5 milhões destinados ao tratamento foram desviados por empresários, atraso que marcou de forma decisiva os últimos anos de sua batalha pela vida.
A morte foi confirmada pela família. Yasmin estava internada no Hospital do Câncer de Cascavel, onde o estado de saúde se agravou durante a madrugada. Nas redes sociais, a mãe, Daniele Aparecida Campos, chegou a informar que uma corrente de oração seria realizada em frente à unidade hospitalar, mas a menina não resistiu antes do horário marcado.
Diagnosticada em 2018, quando tinha apenas cinco anos, Yasmin enfrentou um tumor no pescoço e no tórax. Após o primeiro tratamento com quimioterapia, entrou em remissão. Em 2020, a doença voltou, exigindo um novo ciclo de quimioterapia associado a um transplante de medula óssea, que novamente levou à remissão e permitiu que a criança retomasse uma rotina próxima do normal.
Mesmo após cirurgias, sessões de fisioterapia e procedimentos complexos, o câncer retornou de forma agressiva. Diante do avanço da doença, em 2024, a família recorreu à Justiça para garantir o custeio de um tratamento com medicamentos importados, avaliados em R$ 2,5 milhões. A Justiça determinou que o Governo do Paraná arcasse com a compra do medicamento Danyelza.
Após a apresentação de três orçamentos, a empresa Blowout Distribuidora, Importação e Exportação Eireli foi escolhida para fornecer os remédios. No entanto, a empresa subcontratou outra importadora, que não entregou a medicação conforme o contratado. O hospital recebeu apenas uma ampola do Danyelza, quando o tratamento exigia seis. Outro medicamento essencial, o Leukine, também chegou de forma incompleta: das 60 caixas previstas, apenas 10 foram entregues, além de versões genéricas.
As irregularidades levaram a Polícia Civil a pedir o bloqueio das contas das empresas envolvidas. As investigações apontaram que os valores estavam praticamente esgotados e que os responsáveis já tinham antecedentes por estelionato.
Enquanto a Justiça tentava recuperar o dinheiro desviado, o Governo do Paraná autorizou uma nova compra emergencial da medicação. Yasmin conseguiu concluir a primeira fase do tratamento no fim de 2024, mas sem resposta significativa. Em 2025, iniciou a segunda fase do protocolo, que não conseguiu finalizar, permitindo o avanço da doença.
Os empresários Lisandro Henrique Hermes e Polion Gomes Reinaux, responsáveis pela compra da medicação, foram condenados por estelionato. As penas somam quatro anos, nove meses e cinco dias de prisão, em regime inicialmente fechado. Eles estão presos desde agosto do ano passado. Um terceiro denunciado foi absolvido.
Na sentença, a juíza destacou que os réus utilizaram a reputação de suas empresas para conquistar a confiança das vítimas e se aproveitaram da estrutura pública para obter vantagem indevida. A magistrada ressaltou que as consequências do crime foram graves, já que o atraso no tratamento fez com que Yasmin precisasse receber morfina a cada hora para suportar as dores enquanto aguardava os medicamentos.
O assistente de acusação, Allan Lincoln, afirmou que a condenação é relevante, mas pode ser ampliada. “Apesar de a sentença ser importante ao condenar os réus por estelionato, entendemos que ela ainda pode ser reformada para incluir crimes mais graves, diante da dimensão do caso”, disse.
A defesa de Lisandro Henrique Hermes informou que vai recorrer da decisão e nega a participação dele em qualquer ação criminosa. A defesa de Polion Gomes Reinaux não se manifestou até a última atualização.
Em meio à dor, a mãe de Yasmin resume o sentimento deixado por uma espera que nunca deveria ter acontecido.
“Sinto alívio, mas também revolta. A gente revive toda a angústia daquela espera”, desabafou Daniele.
A história de Yasmin Amorim escancara não apenas a luta de uma criança contra o câncer, mas também as consequências humanas de crimes cometidos em meio a tratamentos que não admitem atraso.
Polícia conclui que desvio de café em cooperativa de Ibiraci configura apropriação indébita e gestão temerária – Foto: redes sociais
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu na última segunda-feira (12) o inquérito que apurou o desaparecimento de mais de 22 mil sacas de café pertencentes a produtores rurais que utilizavam os serviços da Cooperativa dos Cafeicultores e Agropecuaristas de Ibiraci (Cocapil). Segundo a investigação, os grãos foram desviados, resultando em um prejuízo estimado em pouco mais de R$ 52 milhões, atingindo cafeicultores do Sul de Minas e do interior do estado de São Paulo.
De acordo com a Polícia Civil, o presidente da cooperativa, Elvis Vilhena Faleiros, foi formalmente indiciado e teve a prisão decretada pela Justiça, mas segue foragido. O inquérito também identificou a participação de outros dois diretores da Cocapil, porém o Judiciário entendeu que, neste momento, apenas a prisão do presidente seria necessária.
O delegado responsável pelo caso, Estevan Ferreira, informou que a apuração foi encerrada com a constatação da prática dos crimes de apropriação indébita e gestão temerária de cooperativa. Conforme apontado no inquérito, Elvis Vilhena Faleiros, na condição de depositário dos cafés pertencentes aos produtores, teria se apropriado das sacas de forma não autorizada, com o conhecimento dos demais diretores envolvidos.
As irregularidades começaram a ser descobertas em agosto do ano passado, quando produtores procuraram a cooperativa para retirar os cafés armazenados e perceberam que os grãos já não estavam mais nos galpões. A partir disso, dezenas de cafeicultores registraram boletins de ocorrência, dando início às investigações.
Entre os produtores prejudicados está Éder Valdomiro de Carvalho, que relata a perda de 260 sacas de café, o que representa um prejuízo aproximado de R$ 1,2 milhão. Segundo ele, o impacto financeiro foi significativo, especialmente diante da situação de saúde do pai, que sofreu um AVC há cerca de dois anos e necessita de cuidados médicos constantes. O produtor destacou ainda a frustração pela confiança depositada na cooperativa.
Outro cafeicultor afetado, Evaldo Luis Vilhena Carvalho, afirmou que utilizava os serviços da Cocapil havia aproximadamente 15 anos e nunca havia enfrentado problemas anteriormente. Ele contou que tomou conhecimento da situação apenas quando tentou receber valores e retirar o café depositado, sendo inicialmente informado de que se tratava apenas de boatos. Posteriormente, foi comunicado de que a cooperativa estava encerrando as atividades e que o café armazenado havia sido vendido sem autorização dos produtores.
Ao todo, 30 produtores foram ouvidos durante a investigação. As vítimas são dos municípios de Ibiraci, Cássia, Capetinga e Claraval, no Sul de Minas, além de cafeicultores de Franca e Cristais Paulista, no interior de São Paulo.
Durante as apurações, a defesa da cooperativa alegou que parte do problema teria origem em operações de trava de preços realizadas desde 2021, nas quais algumas pessoas não teriam cumprido os compromissos assumidos, o que teria contribuído para o agravamento da situação financeira.
O advogado da Cocapil, Márcio Cunha, informou que Elvis Vilhena Faleiros não se apresentou à Justiça porque estaria buscando meios particulares para quitar todos os débitos. Segundo a defesa, cerca de 170 cooperados e produtores devem ser ressarcidos.
Ainda conforme o advogado, os barracões da Cocapil, localizados em uma fazenda no município de Claraval, já estão em negociação. A avaliação desses imóveis foi apresentada na última sexta-feira ao Ministério Público e à Polícia Civil, e, segundo a defesa, os bens seriam suficientes para cobrir os prejuízos causados aos produtores.
Apesar da crise, a cooperativa segue formalmente em funcionamento, mas deverá ser extinta após a venda dos prédios e barracões. Uma nova assembleia está marcada para o dia 24 deste mês, quando será definido o cronograma de pagamentos. A proposta, segundo a defesa, é priorizar inicialmente os produtores com menor quantidade de sacas, avançando de forma escalonada até aqueles com maiores volumes armazenados.
Produtores e cooperados que tenham dúvidas sobre o processo podem entrar em contato com a Cocapil pelo telefone (35) 3544-5100.
Polícia Civil apura desvio de R$ 1,5 milhão e notas fiscais falsas em cerealista de Passos – Foto: Divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na manhã desta terça-feira (7), mandados de busca e apreensão em endereços ligados a uma investigação que apura desvio de recursos e uso de notas fiscais falsas em uma empresa cerealista de Passos (MG).
A ação integra a operação Contrafactual, instaurada para investigar indícios de apropriação indevida de valores superiores a R$ 1,5 milhão, além da utilização de documentos fiscais sem respaldo em operações reais de compra e venda.
Conforme apurado pela PCMG, o esquema envolvia a emissão de notas fiscais “frias” para justificar movimentações financeiras e manipulação de balanços, possibilitando o uso irregular de cheques e depósitos bancários. As investigações também apontam o envolvimento de um funcionário de um sindicato na cidade, cuja atuação foi considerada essencial para a emissão dos documentos falsos.
Como resultado das medidas cautelares, o referido funcionário foi afastado de suas funções.
O nome da operação, Contrafactual, faz referência à estratégia dos investigados de criar uma realidade paralela — sustentada por notas fiscais e registros contábeis fictícios — para ocultar a inexistência de produção agrícola e justificar movimentações financeiras que, na prática, não correspondiam a negócios efetivos.
Durante a operação, foram apreendidos documentos, aparelhos celulares e outros materiais que subsidiarão o prosseguimento das investigações.
“A investigação busca descontinuar um sistema que simulava operações rurais inexistentes para gerar lastro contábil falso e movimentar recursos de origem ilícita”, esclarece o delegado responsável pelo caso, Felipe Capute. “Nosso objetivo é garantir que práticas fraudulentas como essa sejam identificadas e interrompidas, protegendo a competitividade do mercado e a sociedade”, destacou.
PCMG investiga desvio de mais de R$ 7 milhões em empresa de Passos – Foto: reprodução/Polícia Civil
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta semana, investigação que apurou o desvio de mais de R$ 7 milhões de uma empresa do setor de insumos agrícolas, no município de Passos (MG). O principal suspeito é um ex-funcionário do departamento financeiro, que teria se aproveitado da posição de confiança para realizar transferências bancárias fraudulentas para contas de sua titularidade.
De acordo com o delegado Felipe Capute, responsável pela investigação, o suspeito agia de forma planejada, utilizando descrições genéricas nos lançamentos contábeis com o objetivo de dificultar a detecção das irregularidades por outros funcionários da empresa. O esquema teria perdurado por um longo período, envolvendo múltiplas contas bancárias e estratégias de ocultação financeira.
As apurações foram fundamentadas em análise de documentos contábeis, extratos bancários e depoimentos de testemunhas. O conjunto probatório confirmou a materialidade do crime e indicou de forma clara a autoria.
O inquérito foi concluído e encaminhado à Justiça. A PCMG prossegue com diligências para verificar a eventual participação de outras pessoas no esquema.
Presidente do INSS é afastado em operação da PF sobre fraude de R$ 6,3 bilhões – Foto: reprodução
A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal (PF) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (23), a operação operação contra um esquema de fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Um dos alvos da investigação, o presidente do órgão, Alessandro Stefanutto, foi afastado do cargo.
A investigação aponta que, entre 2019 e 2024, houve irregularidades nos descontos de mensalidades de associações feitos diretamente nos benefícios do INSS. Nesse período, entidades cobraram cerca de R$ 6,3 bilhões de forma indevida dos beneficiários. Essas associações se diziam representantes dos aposentados e pensionistas, mas faziam os descontos sem autorização.
Cerca de 700 policiais federais e 80 servidores da CGU foram às ruas nesta quarta para cumprir 211 mandados judiciais de busca e apreensão, ordens de sequestro de bens no valor de R$ 1 bilhão, além de seis mandados de prisão temporária no Distrito Federal e em 13 Estados.
De acordo com a PF, seis servidores públicos também foram afastados de suas funções, incluindo Stefanutto. Policiais federais fizeram buscas na sede do INSS, em Brasília. Eles vasculharam salas e gabinetes das diretorias do instituto.
Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa, passiva, violação de sigilo funcional, falsificação de documento, organização criminosa e lavagem de capitais. Além do Distrito Federal, os mandados estão sendo cumpridos nos Estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.
Aposentados e pensionistas podem pedir exclusão e bloqueio de mensalidade
A PF e CGU informaram que os aposentados e pensionistas do INSS que tiverem desconto indevido de mensalidade associativa no contracheque podem pedir a exclusão do débito de forma automática pelo aplicativo ou site do “Meu INSS”. O serviço também pode ser solicitado pela Central 135, assim como diretamente às entidades associativas.
Na tela inicial do “Meu INSS” é disponibilizada a consulta de “mensalidade associativa”. Em seguida, além de verificar se houve desconto no pagamento, o beneficiário pode pedir a exclusão e/ou bloqueio por meio do serviço “exclusão de mensalidade de associação ou sindicato” e/ou “bloqueio de mensalidade de associativa”.
A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar um possível desvio de merenda escolar em Pratápolis (MG). Imagens de câmeras de segurança de uma escola registraram o que seria o suposto desvio dos alimentos.
Os vídeos mostram que uma funcionária da cozinha colocando comida dentro de caixas de papelão no dia 14 de novembro. Elas estariam sendo levadas para a sala dos professores e em seguida para um carro que está estacionado em frente à escola.
Pouco tempo depois, é possível ver a diretora Ariadne dos Santos entrar no mesmo veículo. Segundo a denunciante, ela disse que só estava mudando as carnes para a geladeira da sala dos professores.
A denunciante tem medo de mostrar o rosto, mas detalha tudo que viu.
“As pessoas que estavam na cozinha presenciou (sic). Ela pediu pra uma SB tirar a carne pra ela, pediu pra separar a carne toda, tirou toda a carne que estava lá dentro. É, separar dentro de uma caixa, já tinha separado a parte da manhã, já tinha tirado toda a carne e depois chegou mais carne, um dia antes do feriado. E essa carne foi toda colocada dentro da caixa separando somente o que iria ser utilizado no resto da semana pras cozinheiras fazer (sic) a comida nos quatro dias que seria de aula”, disse a mulher.
“Separou somente essa comida, deixou pra elas e todo o restante colocou dentro da caixa e levou dentro da caixa pra sala dos professores pra tá retirando e levando dentro do carro. Então foram duas caixas retiradas cheias e mais uns pacotes de leite em pó que ela levou”, completou.
Após ser denunciada para a Superintendência Regional de Ensino, os funcionários teriam começado a sofrer retaliações.
“Ela coloca mais serviço na pessoa, mudou a pessoa de cargo, abaixou os cargos. Ela conseguiu os contratos que ‘tavam’ para acabar e ela poderia renovar ela conseguiu cancelar esses cargos. Ela consegue humilhar as pessoas”, disse a denunciante.
A Polícia Civil de Pratápolis já abriu um inquérito para investigar as denúncias. O delegado que está à frente das investigações já está com as imagens de câmeras de segurança. Assim que for concluído, o inquérito vai ser encaminhado para o Ministério Público aqui da cidade.
A reportagem procurou a diretora da Escola Estadual Coronel Neca Lemos, Ariadne dos Santos. Ela disse que tudo já foi esclarecido com a Superintendência Regional de Ensino e que não pode se manifestar sobre o assunto.
Em nota, a Secretaria de Educação do Estado disse que está acompanhando de perto o caso e aguarda a conclusão das investigações conduzidas pelos órgãos competentes.
MG-050 terá interdição no tráfego para obra do trevo da Heineken em Passos – Foto: reprodução
A Via Nascentes informa que, na próxima terça-feira (1º), o tráfego na rodovia MG-050 será interditado na altura do km 347, no município de Passos (MG), para o içamento de quatro estruturas destinadas à construção de um viaduto no local.
De acordo com informações da concessionária Via Nascentes, o tráfego será interrompido nos dois sentidos nos demais acessos da região, entre 8h e 8h15, 10h e 10h15, 14h e 14h15 e das 16h às 16h15, para a movimentação das estruturas que estão sendo montadas às margens da pista.
Ainda de acordo com a concessionária, na sequência, será realizada uma nova interdição, com duração de 15 minutos, para içamento das vigas até a base de sustentação. “Durante toda a operação, haverá sinalização específica de obras, e os motoristas deverão respeitar a sinalização e reduzir a velocidade para 30 km/h”, informa a Via Nascentes.
“Orientamos que os condutores redobrem a atenção, respeitem a sinalização e programem suas viagens com antecedência, considerando a programação de obras na rodovia. Agradecemos a compreensão e seguimos trabalhando pela melhoria contínua da MG-050”, aponta a empresa.
Para mais informações, os motoristas podem entrar em contato pelo telefone 0800 282 0505, opção 2. O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia.
Obra
Esta é a principal obra em execução no trecho de concessão da Via Nascentes. As intervenções incluem a implantação de um dispositivo de acesso ao Distrito Industrial da cidade e a duplicação do segmento entre o km 346,920 e o km 349,870, no sentido Passos.
O objetivo é garantir mais segurança e fluidez ao tráfego, especialmente diante do aumento previsto no fluxo de caminhões com a instalação de novas fábricas na região.
Trecho da MG-050 passa por obras de duplicação em Passos; veja orientações para desvio – Foto: divulgação
Os motoristas que trafegam pela MG-050, em Passos (MG), devem ficar atentos a um desvio próximo ao Distrito Industrial, pois há obras em andamento no trecho. Segundo a concessionária responsável, o desvio deve permanecer ativo até o dia 30 de abril.
A alteração ocorre entre o km 346,9 e o km 349,8, nos sentidos leste (Belo Horizonte) e oeste (Passos), devido às obras de duplicação da rodovia e à construção de retornos em desnível para facilitar o acesso ao Distrito Industrial.
A previsão é que as obras sejam finalizadas ainda no primeiro semestre de 2025, com um prazo estimado de 45 dias para a conclusão total.
A MG-050 é uma rodovia fundamental para a região, além de ser a principal via de acesso a Passos. De acordo com a Via Nascentes, concessionária responsável pela administração da rodovia, a obra está orçada em aproximadamente R$ 48 milhões.
“Essa é uma obra muito importante tanto para garantir a segurança e a trafegabilidade dessa rodovia tão importante que liga tanto Passos, Capitólio, a Belo Horizonte”, explica Ricardo Balbino, coordenador de operações da concessionária.
Orientação aos motoristas
Os motoristas devem redobrar a atenção ao passar pelo trecho e seguir a sinalização viária. A velocidade máxima permitida no desvio é de 40 km/h.
Os serviços podem sofrer alterações conforme as condições climáticas ou necessidades operacionais
Em caso de dúvidas, os usuários podem entrar em contato com a Via Nascentes pelo telefone 0800 282 0505, opção 2. O serviço funciona 24 horas por dia e oferece suporte aos motoristas.
Trecho da MG-050 terá desvio para obras no trevo da Heineken, em Passos – Foto: reprodução
O trecho entre o km 346,9 e o km 349,8 da MG-050, em Passos (MG), terá um desvio nos dois sentidos da pista a partir da próxima semana devido a obras do acesso ao Distrito Industrial e de duplicação da via para o trevo da Heineken.
Segundo informações da concessionária Via Nascentes, o desvio será implementado a partir da próxima quinta-feira e os motoristas devem ficar atentos à alteração. “A alteração no tráfego ocorre devido às obras de duplicação da rodovia e construção de retornos em desnível para acesso ao distrito industrial”, informa a empresa.
“Com um investimento de aproximadamente R$ 48 milhões, a obra beneficiará mais de 9 mil motoristas por dia. O projeto inclui a duplicação do trecho entre o km 346,9 e o km 349,8, além da construção de uma interseção em desnível para melhorar a fluidez e a segurança viária. Além dos benefícios para a mobilidade, a obra gera 695 postos de trabalho diretos e indiretos”, aponta a concessionária.
A empresa também reforça a importância de respeitar a sinalização no local das obras e manter a velocidade máxima de 40 km/h. “Caso necessitem de informações adicionais, os motoristas podem entrar em contato com a concessionária pelo 0800 282 0505 (opção 2). O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia”, informa a Via Nascentes.
De acordo com a empresa, os serviços estão sujeitos a alterações conforme as condições climáticas ou necessidades operacionais.
Via: Clic Folha
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