Minas se consolida na liderança do crescimento turístico no país, diz IBGE – Foto: reprodução
Em agosto, o volume de serviços prestados no país recuou 0,9% frente ao mês de julho, após ter acumulado ganho de 2,1% no período maio-julho. Dos cinco setores pesquisados,as atividades turísticas recuaram 1,5% em agosto, após a alta de 0,9% em julho. O segmento, no entanto, está 4,3% acima do patamar de fevereiro de 2020. Dos destinos pesquisados, Minas Gerais segue na dianteira, com 17,6% de crescimento no índice de atividades turísticas entre janeiro e agosto, seguido de Bahia (13,6%), Rio de Janeiro (10,1%), Paraná (11,0%) e São Paulo (7,0%).
Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgados nesta terça-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a 29ª taxa positiva seguida do setor de turismo. Também 8 dos 12 locais pesquisados pela PMS acompanharam o crescimento em relação a agosto de 2022, com destaque para Bahia (13%), Rio de Janeiro (11,8%), Minas Gerais (10,7%) e São Paulo (2,2%). No acumulado do ano, o setor de atividades turísticas registrou um crescimento de 8,0% em comparação com o mesmo período de 2022.
Esse desempenho positivo foi motivado principalmente pelo aumento nas áreas de locação de automóveis, restaurantes, hotéis, transporte aéreo, agências de viagens, serviços de bufê e transporte rodoviário coletivo de passageiros.
“Assim como nos serviços prestados às famílias, o agregado de atividade turísticas também foi impactado pela queda em alojamento e alimentação, influenciado por esse pós-férias de julho”, explica Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa. Sete dos 12 locais pesquisados acompanharam esse movimento de retração, com destaque para São Paulo (-4,4%), Bahia (-6,1%), Pernambuco (-8,1%), Rio de Janeiro (-1,8%) e Rio Grande do Sul (-4,1%). No campo positivo, destacaram-se Paraná (2,6%), Goiás (1,8%) e Santa Catarina (1,1%).
A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) produz mensalmente indicadores que possibilitam acompanhar o comportamento do setor de serviços, no qual o turismo está incluído. São acompanhadas as cinco principais atividades: serviços prestados às famílias; serviços de informação e comunicação; serviços profissionais, administrativos e complementares; transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio; e outros serviços.
Estado e municípios discutem caminhos para fortalecer o desenvolvimento sustentável em Minas – Foto: Evandro Rodney
Nos dias nesta segunda (16) e terça-feira (17), o Governo de Minas e os municípios mineiros discutem os caminhos de Minas Gerais para o desenvolvimento sustentável. O encontro é realizado pela Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (Anamma/MG), com o apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), e visa fortalecer a gestão conjunta das questões ambientais pelos poderes municipais, estadual e federal.
O evento acontece no Auditório JK da Cidade Administrativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, e é direcionado a gestores ambientais, representantes de instituições acadêmicas no segmento ambiental e sociedade em geral.
A abertura será nesta segunda-feira (16), às 14h, e contará com a presença da secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Melo; prefeitos, secretários municipais de meio ambiente e parlamentares; representantes do Ministério Público, da Associação Mineira de Municípios (AMM) e dos setores produtivos; além dos gestores da Anamma nacional e da Anamma MG.
No primeiro dia do encontro também será realizada a posse oficial da nova gestão da Anamma em Minas, presidida pelo secretário municipal de Meio Ambiente de Nova Lima, Gabriel Coutinho.
Serão dois dias de evento, com palestras e mesas de discussão sobre diversos temas ambientais, como Licenciamento, Resíduos Sólidos, Biodiversidade e Mudanças Climáticas, Mineração e Municípios. Estarão nas mesas de discussões autoridades municipais, representantes dos setores públicos e privados. Representando a pasta estadual ambiental, estarão o subsecretário de Gestão Ambiental e Saneamento, Rodrigo Franco; o presidente da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), Renato Brandão; e a chefe de gabinete da Feam, Renata Araújo.
A secretária Marília Melo vai ministrar uma palestra sobre como as políticas, planos e programas ambientais estaduais podem ser alinhados com as necessidades e iniciativas dos municípios para alcançar objetivos comuns em prol do meio ambiente. O evento ainda terá uma homenagem àqueles que tiveram um impacto significativo na história da gestão ambiental em Minas Gerais.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link.
Anamma e Semad
O Governo de Minas, por meio da Semad, e Anamma/MG defendem a importância de estruturar os municípios para uma gestão ambiental adequada, em prol do desenvolvimento sustentável. O evento destaca esse entendimento mútuo, visando fornecer conhecimento e capacitação aos municípios. A Semad tem um conjunto de ações e programas permanentes voltados aos municípios.
Lei Seca: Minas lidera ranking de estados com maior número de multas – Foto: reprodução
O estado de Minas Gerais lidera o ranking de unidades da Federação com maior número de multas em decorrência da Lei Seca. Belo Horizonte, por sua vez, é a capital com mais registros de infrações. Os números são do relatório “Lei Seca no Brasil: panorama nos últimos 15 anos”, com um retrato do descumprimento do artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que será apresentado na tarde desta segunda-feira (25) no Ministério dos Transportes, em Brasília.
Mesmo diante de uma legislação rigorosa, a cada hora cerca de oito motoristas, em média, são flagrados no Brasil por terem ingerido bebida alcoólica ou substâncias psicoativas antes de dirigir. Um estudo da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) apontou que desde a implantação da Lei Seca, em 20 de junho de 2008, foram registradas 1.015.570 infrações de trânsito no país, por dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra droga psicoativa.
Comete infração de trânsito quem é flagrado com 0,05 mg/l até 0,33 mg/l (miligrama de álcool por litro de ar alveolar). A partir de 0,34 mg/l é crime de trânsito.
O documento traça o perfil do motorista infrator de alcoolemia, estados e capitais com mais ocorrências, e quando esses condutores alcoolizados acabam flagrados. Também aponta problemas na fiscalização e na integração de dados. A pesquisa, feita pela própria Senatran, cruzou dados do DataSUS e do Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf).
Com as informações, a secretaria planeja montar um grupo de trabalho e incentivar a fiscalização com os Detrans (Departamentos de Trânsito) nos estados. “A análise está bem aprofundada em relação ao que a gente precisa fazer para melhorar”, diz Adrualdo de Lima Catão, secretário nacional de Trânsito.
O documento mostra aumento gradual do número de infrações, desde a implantação da lei, com recuo de 2015 a 2017. O pico dos flagrantes ocorreu em 2019 –ano imediatamente anterior ao início da pandemia de Covid-19–, quando cerca de 130 mil autuações foram registradas no país. Apesar de os registros terem voltado a crescer, ainda estão abaixo da marca anterior –em 2022 foram 108 mil infrações.
“É um dado preocupante. Precisamos intensificar as operações [de fiscalização], que foram bem antes da pandemia”, afirma Catão.
Sexta, sábado e domingo são os dias da semana com maiores flagrantes -quase 60% do total. Segundo o documento, o motivo é o perfil das operações de Lei Seca, mais concentradas nos fins de semana, quando há maior relação entre as pessoas e o consumo de álcool.
“Apesar da maior probabilidade de inconformidade nesses dias, é fato que os estabelecimentos comerciais permanecem abertos nos demais dias e, certamente, há condutores que se aproveitam do relaxamento das ações de fiscalização para fazer uso de bebida alcoólica e assumir a direção de veículo”, diz o documento.
Cerca de 70% das infrações por alcoolemia são constatadas entre as 18h e as 6h do dia seguinte, com pico entre 23h e meia-noite.
“Precisamos pensar numa fiscalização mais responsiva e não ficar só nas blitze com modelo ostensivo que esperam o condutor”, diz o secretário Catão à reportagem. De acordo com a pesquisa, 30% das infrações são cometidas por motoristas com idade entre 30 e 40 anos -essa é a principal faixa etária.
A média geral é de condutores que tiraram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) há 16,4 anos. No total, 80% dos citados eram homens. E 91,3% das pessoas flagradas eram donas dos veículos.
“Certamente, há um componente social e econômico forte nesse quadro, principalmente por se tratar dos proprietários de veículos”, diz o relatório. De acordo com os dados, há 1.840 registros cuja nacionalidade do infrator é estrangeira. Outros 450 são referentes a brasileiros naturalizados e 35 de brasileiros nascidos no exterior.
Nos flagrantes, 78% dos condutores dirigiam automóveis, seguidos por motos e veículos de carga. Na sua análise, em virtude da disparidade dos dados, o documento aponta a necessidade de se discutir a fiscalização de motoristas profissionais, inclusive os que rodam nas estradas e nas áreas rurais.
Dados regionais
Os estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná lideram, respectivamente, o ranking de unidades da Federação com maior número de registros e representam mais de 40% das infrações à Lei Seca do país. Belo Horizonte foi a capital com o maior número de multas, seguido por Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.
Salinópolis, cidade turística de 45 mil habitantes no Pará, foi o município do país com mais infrações nesses 15 anos, fora as capitais, com 5.644 casos de Lei Seca. Supera Fortaleza (CE), por exemplo, com cerca de 4.000 registros. A Polícia Rodoviária Federal é o órgão com a maior quantidade de autuações.
Das 5.570 cidades brasileiras, 5.027 tiveram ocorrências. “Ou seja, apenas 9,8% dos municípios brasileiros não registram qualquer infração de Lei Seca nos últimos 15 anos”, aponta o relatório
Salinópolis, cidade turística de 45 mil habitantes no Pará, foi o município do país com mais infrações nesses 15 anos, fora as capitais, com 5.644 casos de Lei Seca. Supera Fortaleza (CE), por exemplo, com cerca de 4.000 registros. A Polícia Rodoviária Federal é o órgão com a maior quantidade de autuações.
Para Flávio Emir Adura, diretor-científico da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), que elogia a lei, medidas de fiscalização precisam ser intensificadas, e as campanhas de conscientização dos riscos devem ser constantes.
O relatório aponta a necessidade da integração das bases de dados com uso de ferramentas mais robustas de análise das informações e alerta para a discussão sobre necessidade de uma base nacional de registros de fiscalização.
“A maior integração da Senatran com os órgãos autuadores, em especial os Detrans, é fundamental”, afirma.
O texto ainda diz que os dados podem apontar para baixa assertividade e capacidade em se fiscalizar a Lei Seca, além de citar problemas nos dados dos veículos conduzidos por pessoas que beberam.
“Informações sobre os veículos efetivamente fiscalizados permitiriam aferir melhor a capacidade de fiscalização e a mudança comportamental.”
O relatório sugere a criação de um painel permanente para monitoramento da Lei Seca no Brasil e que a legislação deve ser encarada como uma prioridade de ação por parte dos gestores de trânsito.
Entre outros, lembra o diretor-científico da Abramet, o álcool reduz a atenção, a capacidade de avaliação e faz o condutor a se expor a riscos.
“O motorista [sob efeito de bebida alcoólica] dirige sem perceber a velocidade, os obstáculos, a distância segura para realizar uma ultrapassagem e não tem habilidade para controlar o veículo, mesmo em linha reta.”
AS PUNIÇÕES PARA QUEM BEBE E DIRIGE
Artigo 165 do CTB (dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência)
Infração gravíssima
Valor da autuação de R$ 2.934,70 (se flagrado dirigindo alcoolizado mais de uma vez em um período de 12 meses, o valor dobra para R$ 5.869,40)
Sanção administrativa agregada -suspensão do direito de dirigir por 12 meses (após a instauração de processo administrativo pela Diretoria de Habilitação do Detran com o direito a ampla defesa e contraditório)
Quantidade de álcool e consequências
Até 0,04 mg/l (miligrama de álcool por litro de ar alveolar) – não há infração de trânsito. Entre 0,05 mg/l até 0,33 mg/l – infração de trânsito do artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB)
Igual ou superior a 0,34 mg/l – crime do artigo 306 do CTB (Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência — Penas – detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor)
No caso de recusa ao teste as consequências são as mesmas (o artigo muda do 165 para o 165-A do CTB)
Infração gravíssima
Recusa, mas nenhum outro ou apenas um sinal de alteração da capacidade psicomotora: autuação de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses
Recusa e mais dois sinais, ao menos, de alteração da capacidade psicomotora: autuação, suspensão do direito de dirigir por 12 meses e detenção de 6 meses a 3 anos.
Bombeiros se prepararam para possíveis incêndios e afogamentos – Foto: reprodução
Minas está entre os estados afetados pelas fortes temperaturas provenientes de uma onda de calor que já está atuando em boa parte do país. Os alertas emitidos pelo Sistema de Meteorologia e Recursos Hídricos de Minas Gerais (Simge) indicam que os termômetros poderão chegar a 39ºC em algumas regiões do estado.
O Governo de Minas, por meio do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), preparou uma série de ações para a prevenção de acidentes e mitigação de catástrofes neste período. Dois cenários entram no ponto focal de atuação da corporação: as ocorrências de incêndios em vegetação; e os afogamentos.
Incêndios em vegetação
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais segue acompanhando as mudanças no cenário climático e ambiental em Minas e no mundo, visando sempre aprimorar as técnicas e oferecer práticas eficientes e condizentes com contexto da realidade mineira.
O CBMMG se preparou para o período de estiagem, durante todo o primeiro semestre, com ações de prevenção para minimizar os efeitos das queimadas. Uma das ações mais emblemáticas neste sentido é a Operação Alerta Verde, criada há dois anos, com o objetivo de reduzir os focos de incêndio por meio da fiscalização em lotes vagos.
Em 2023, o Corpo de Bombeiros Militar ampliou a ação de vistorias, implementando a segunda fase da operação Alerta Verde, finalizada em agosto, o que permitiu a realização de 18.325 vistorias em todo o estado somente nos meses de referência da operação. Considerando os esforços desde o início do ano, as fiscalizações já ultrapassam 29 mil. Ou seja, a instituição investiu na disseminação da cultura de prevenção, orientando os proprietários para a devida limpeza dos terrenos, reduzindo riscos potenciais para o período mais intenso da estiagem.
O programa Minas Contra o Fogo de treinamento de brigadas municipais, implementado pelo Governo de Minas em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar, tem sido primordial para otimizar a primeira resposta, reduzindo a possibilidade de propagação dos pequenos focos, atenuando os incêndios até a chegada do apoio do Estado. Por outro lado, o treinamento prevê um melhor emprego dos recursos, equipamentos e assegura mais proteção aos brigadistas.
Paralelamente a estas ações, o CBMMG investe na inteligência do planejamento que permite uma melhor gestão dos recursos para o período de fortes temperaturas:
Reforço operacional com o treinamento e emprego do efetivo da administração;
Emprego de 17 Núcleos de Incêndios Florestais com equipes habilitadas para o combate em todas as regiões do estado;
Locação de caminhonete e utilização de aeronaves, incluindo a nova aquisição da corporação, o avião modelo Air Tractor, que tem capacidade para espargir três mil litros de água de forma fracionada ou apenas em um ponto específico, facilitando o combate em locais de difícil acesso.
Rápida mobilização e resposta de acordo com os níveis de alerta.
Dicas para evitar incêndios
Bombeiros se prepararam para possíveis incêndios e afogamentos – Foto: reprodução
Ao realizar a limpeza de seu lote ou terreno, dê preferência sempre pela capina, nunca utilize o fogo para esse fim;
Não solte fogos de artifício próximo a áreas de vegetação;
Quando for acampar, confeccione o fogo em uma área limpa (longe da vegetação), e ao deixar a área de acampamento, tenha certeza de ter apagado o fogo, de preferência, com abundância de água e terra.
Minas registra 500 mortes por afogamento desde 2022
Os anos de 2022 e 2023 já somam quase 500 mortes por afogamento atendidas pelo Corpo de Bombeiros Militar em Minas. Para reduzir estes números e oferecer um atendimento mais personalizado, o CBMMG, com utilização de dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), monitora os afogamentos no estado adotando medidas preventivas, utilizando como base o perfil sociodemográfico das vítimas.
O setor técnico da corporação calcula a taxa de mortes por afogamento de cada município e de cada área de atuação das unidades operacionais. A partir desses dados, a unidade consegue atuar preventivamente iniciando o atendimento pelo local mais crítico.
Ao localizar o município com maior taxa de afogamento, a unidade operacional consegue entender o perfil das vítimas daquela localidade realizando atuações preventivas conforme o maior público vitimado. Os gráficos a seguir apresentam o perfil das vítimas do estado como um todo, sendo 28.25% turistas:
Observando-se um município como Felixlândia, que é banhado pela represa de Três Marias, o perfil é completamente diferente (81,25% de turistas ou residência não identificada):
Já a partir da análise dos dados de Belo Horizonte, por exemplo, é possível perceber alta incidência de crianças como vítimas (43,75% turistas ou residência não identificada):
Planejamento
Com base nesse perfil de afogamento, a corporação monta o planejamento do atendimento respeitando as particularidades de cada região do estado. Além disso, trabalha ações de prevenção contínuas como os projetos Prodinata, Golfinho e Primeiros Socorros, todos voltados para treinar as comunidades.
Dicas para evitar afogamentos
Com a chegada da onda de calor, as pessoas buscam balneários e piscinas para se refrescarem, e com isso, aumentam os números de afogamentos no estado. Então, fique atento as nossas dicas de prevenção:
Observe a placa de sinalização e evite nadar em locais desconhecidos;
Nunca salte de locais elevados para dentro da água, sobretudo em piscinas nas quais não é possível ver a profundidade real;
Não deixe as crianças nadarem sozinhas, seja qual for o local;
Não tente, sem o devido treinamento, salvar pessoas que estejam se afogando;
Evite nadar se tiver feito uso de bebida alcoólica;
Atividade turística de Minas Gerais cresce 103% acima da média nacional – Foto: reprodução
Minas Gerais registrou crescimento da atividade turística em 103% a mais do que a média nacional nos últimos 12 meses. Em julho, o estado alcançou o 1º lugar na variação acumulada nesse intervalo, registrando 23,9% de aumento contra 11,8% da variação brasileira. Esses são os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), que mostram a constância na ascensão do turismo de Minas Gerais e o papel de liderança do estado nesse setor no cenário nacional.
Essa expansão também é observada no comparativo do mês. Em julho, Minas superou em 106,4% o crescimento nacional, que ficou em 7,8%. O aumento de 16,1% no volume das atividades é 71% maior do que o registrado em São Paulo, que, no ano passado, foi o estado mais procurado por turistas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD Contínua, do IBGE.
O desenvolvimento do turismo em solo mineiro se reflete diretamente na geração de emprego e renda. Somente no mercado formal, o segmento emprega atualmente 387.320 pessoas. O grande destaque é o setor de entretenimento, que teve aumento de 489% na criação de postos de trabalho em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).
“Esse é um exemplo de como o trabalho voltado para o investimento, o planejamento, a capacitação e a promoção da atividade turística geram emprego e renda. O Governo de Minas, atuando em conjunto com o trade turístico e os municípios, tem conseguido manter o estado na posição de liderança em nível nacional. Vale ressaltar também as ações para a internacionalização do destino, a fim de que o turismo seja cada vez mais reconhecido como uma base sólida para o desenvolvimento econômico, social e humano de Minas Gerais”, declara o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.
O agronegócio é um dos motores da economia mineira com recordes na safra de grãos, que atingiu 16,8 milhões de toneladas em 2022, e também nas exportações, com US$ 15,3 bilhões de dólares embarcados no mesmo período. A força do setor se reflete na geração de empregos. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em julho deste ano, as atividades agropecuárias geraram 1.981 empregos com carteira assinada, a grande maioria do segmento das lavouras temporárias, com destaque para o alho.
Setor agropecuário mineiro gera mais de 1,9 mil empregos com carteira em julho – Foto: Sirley Alves / Crédito: André Cruz
Quem ocupa postos gerados pela expansão da agricultura, comemora as oportunidades. Trabalhadora rural há 21 anos, Sirley Alves da Silva saiu de Arapuá, com o marido, irmã e amigos, por falta de emprego. Nas lavouras de alho e cenoura, em São Gotardo, encontrou emprego no setor de toaletagem, ou seja, a limpeza do alho. A mudança de vida compensou. “Para mim, só melhorou. A gente quer trabalhar, formar um filho e pagar as contas em dia”, afirma Sirley.
Minas Gerais é o maior produtor de alho do país e vem registrando aumento na safra desde 2018. A produção mineira alcançou 80 mil toneladas, em 2022, com crescimento de 8,3% em relação à safra anterior, de acordo com dados preliminares do IBGE. A área também registrou crescimento de 7,7%, chegando a 5,2 mil hectares.
O município de São Gotardo, na região do Alto Paranaíba, é um dos principais polos produtores de alho do estado e recebe mão de obra de todo o país. “A cada hectare de alho plantado, a gente tem de três a quatro pessoas trabalhando. O plantio e a colheita são feitos manualmente um a um, tem também o processo de limpeza e isso requer muita mão de obra”, afirma a produtora rural Juliana Lisboa Ribeiro.
Evolução em números
No acumulado janeiro a julho deste ano, foram gerados 29.554 empregos no setor agropecuário, com crescimento de 2% comparado ao mesmo período de 2022. Atualmente, o total de empregos do setor agropecuário mineiro é de 309. 607 postos de trabalho.
Setor agropecuário mineiro gera mais de 1,9 mil empregos com carteira em julho – Foto: Eduardo Sekita / Crédito: André Cruz
Outro dado que sinaliza a continuidade deste bom momento da atividade na promoção do emprego e renda é o crescimento dos recursos do crédito rural. De acordo com os levantamentos da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), na safra 2022/2023, foram destinados R$ 656,5 milhões para o custeio das lavouras de alho, com crescimento de 33,7% em relação à safra anterior.
Novas tecnologias
O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, lembrou que o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura e suas vinculadas, Emater-MG, Epamig e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), está presente no campo, ao lado do produtor, levando tecnologias, desenvolvendo pesquisas e garantindo a vigilância sanitária dos produtos mineiros. “O Sistema Estadual da Agricultura trabalha para garantir o crescimento sustentável do agro mineiro, com o aumento da produtividade e a conquista de novos mercados”, afirmou. O setor agropecuário respondeu em julho por 16% do saldo total de 12.353 empregos gerados no estado.
Comércio Aquecido
Além de gerar emprego e renda no campo, o bom desempenho das atividades agropecuárias influencia a criação de novos postos de trabalho nos centros urbanos das cidades e no comércio. “Contando todas as culturas que temos na região de São Gotardo, alho, cenoura, beterraba e repolho, são mais de 10 mil empregos gerados. Isso implica em crescimento de consumo que, por sua vez, movimenta o comércio. A região não tem indústria, é o agronegócio que movimenta toda a tenda no comércio”, relata o engenheiro agrônomo e diretor executivo da Sekita Agronegócios, Eduardo Sekita de Oliveira.
Estado apresenta potenciais de Minas para fábrica de helicópteros com atuação internacional – Foto: Claudio Cereda / Leonardo Helicopters Vergiate / Divulgação
A comitiva do Governo de Minas que cumpre agendas de trabalho em Milão, na Itália, verificou, nesta quinta-feira (7/9), toda a estrutura da fábrica de helicópteros Agusta Leonardo, uma das maiores empresas do setor em nível mundial.
O encontro faz parte das ações de prospecção de investimentos para o estado, com objetivo de gerar emprego e renda de qualidade para a população mineira.
Para João Paulo Braga, diretor-presidente da Invest Minas, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ecomômico (Sede), a a missão internacional foca não apenas na busca por investimentos, mas também no propósito de discutir ideias que se tornarão parcerias no futuro.
“Em agendas como esta, o objetivo é fechar negócios que a gente já vinha trabalhando e negociando há algum tempo, como também para plantar novas sementes de coisas que vamos continuar discutindo e trabalhando para chegar no final com sucesso. O que significa levar mais empregos e investimentos para Minas “, disse.
A reunião foi também uma oportunidade de mostrar os potenciais do estado, que tem experiência com empresas do ramo de fabricação e produção de peças para aeronaves.
“Hoje, conhecemos a divisão de helicópteros da Leonardo, que é uma grande empresa com potencial para investir em Minas Gerais. Mas foi também uma oportunidade de mostrar que Minas tem uma expertise para o setor aéreo com centros de manutenção das empresas Gol e Azul; a fábrica de helicópteros Helibras, em Itajubá, no Sul de Minas; o centro de engenharia da Embraer etc.”, enumerou Braga. “A ideia nesta reunião foi justamente mostrar que Minas tem capacidade e condições de continuar as conversas e, quem sabe, no futuro, abrigar operações da Agusta Leonardo em Minas Gerais”, completou.
Estado apresenta potenciais de Minas para fábrica de helicópteros com atuação internacional – Foto: Aluísio Eduardo / Imprensa MG
O gerente de vendas da Leonardo no Brasil, Giuseppe Mignoli, ressaltou, na oportunidade, o potencial de crescimento de Minas.
“Analisando os dados, Minas ainda pode crescer nesse setor de venda e manutenção dos helicópteros. É um estado com um mercado muito promissor. E falamos de aeronaves de resgate e também de uso para público. Acreditamos que, no Brasil, Minas é um dos estados mais promissores e, por isso, vamos estar mais presentes nesse estado”, garantiu Giuseppe. Também participaram da agenda o governador Romeu Zema, os secretários de Estado Fernando Passalio (Desenvolvimento Econômico) e Marcelo Aro (Casa Civil), além de Giacomo Zampetti, head marketing da Agusta Leonardo.
Agusta em Minas Gerais
Recentemente, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMMG), por meio do Governo de Minas, adquiriu dois helicópteros da empresa, que serão utilizados para operações diversas de salvamento. A aeronave escolhida foi do modelo Koala, que promete potência e versatilidade no uso.
“O modelo adquirido atende exatamente ao que Corpo de Bombeiros estava procurando: uma plataforma capaz de ser multifuncional, ou seja, que possa cumprir várias missões, como busca e resgate, combate à incêndio, transporte de pessoas, entre outras. E escolheram o Koala, que oferece a máxima possibilidade de cumprir missões. Uma aeronave é do modelo visual, mais comum, e a outra é instrumental, que consegue dar maior amplitude às missões, já que também pode voar em condições nas quais a visibilidade está reduzida. Esses helicópteros serão entregues, um neste ano, e outro no ano que vem”, explicou Giuseppe Mignoli.
Estado apresenta potenciais de Minas para fábrica de helicópteros com atuação internacional – Foto: Rafael D’Oliveira / Imprensa MG
Agusta Leonardo
A empresa é uma das maiores do setor no mundo, com mais de 4,5 mil helicópteros em operação, atendendo cerca de 1,5 mil clientes de diferentes segmentos. O grupo movimenta anualmente 14 bilhões de euros e tem cerca de 50 mil funcionários distribuídos em unidades por todo o mundo.
No Brasil, são mais de 220 helicópteros, sendo a maioria destinada ao setor privado. Outra parte atende offshores, um dos principais ramos de atuação do grupo. Há, ainda, atuação no mercado governamental.
Minas Gerais lidera ranking de resgatados em situação análoga à escravidão no Brasil – Foto: Divulgação / Ministério do Trabalho
Minas Gerais tem o maior número de pessoas submetidas ao trabalho análogo à escravidão. Só em agosto, dos 532 trabalhadores resgatados no país, 204 estavam em terras mineiras, o que representa um total de 40%. Os dados são do Ministério Público do Trabalho (MPT) e foram divulgados nesta quarta-feira (6).
Segundo a pasta, durante a Operação Resgate III, mais de 70 equipes de fiscalização participaram de 222 inspeções em 22 estados e no Distrito Federal. Foi constatado que cinco estados concentraram quase 90% desses resgates realizados em agosto, com Minas e Goiás no topo da lista. Em terceiro lugar está São Paulo.
Em MG, foram encontradas ilegalidades em áreas rurais e também urbanas. Dos resgatados, 97 estavam em lavouras de café, em oito municípios do estado. São eles: Itamogi, Cabo Verde Silvianópolis, Santa Rita do Itueto, Pratinha, Santa Rita do Sapucaí, São Pedro da União e Muzambinho.
Outras 97 trabalhavam descascando alho em Rio Paranaíba, na Região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.
Ministério do Trabalho resgata 16 trabalhadores por condições análogas à escravidão em fazendas do Sul de MG — Foto: Divulgação / Ministério do Trabalho
Em Tapiraí, no Centro-Oeste de Minas, foram resgatadas 7 pessoas na produção de carvão. Já em Belo Horizonte, foram resgatadas duas pessoas na criação de animais e uma no trabalho doméstico.
De acordo com o MPT, os resgatados tiveram os custos trabalhistas regularizados e voltaram para seus locais de origem. Já os empregadores devem responder a processos judiciais e terão os nomes na lista suja do Ministério do Trabalho.
O que caracteriza o trabalho escravo?
Segundo Cynthia Saldanha, auditora fiscal do trabalho, o trabalho análogo à escravidão é definido pelo artigo 194 do Código Penal. Ele é caracterizado por:
📌 submissão de alguém a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva;
📌 condições degradantes de trabalho;
📌 cerceamento do uso de meios de transporte;
📌 servidão por dívidas;
📌 restrição de locomoção;
📌 vigilância ostensiva;
📌 apoderamento de documentos ou objetos pessoais.
“Diferentemente do período colonial, hoje as correntes não estão presentes visivelmente. Por exemplo, antes, as casas onde havia exploração de trabalho eram lugares inacessíveis. Hoje, a fiscalização consegue chegar a esses locais, e a gente consegue resgatar trabalhadores domésticos em condições análogas de escravo”, explicou Saldanha.
Como denunciar?
📌 Casos de trabalho análogo à escravidão podem ser denunciados por meio do Disque Direitos Humanos, ligando no número 100.
📌 As denúncias também podem ser feitas pelo site do Sistema Ipê. O denunciante não precisa se identificar.
Ministro de Minas e Energia protestou contra plano do governador Romeu Zema para viabilizar desestatização da companhia de luz
Ministro critica possível venda da Cemig e é contra fim de referendo para autorizar privatizações – Foto: Divulgação
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD-MG), disse, nesta terça-feira (29), que vai pôr em prática “o que puder fazer” para evitar que a privatização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) aconteça sem consulta popular.
Durante audiência na Câmara dos Deputados, Silveira criticou a privatização de empresas do setor elétrico e fez menção negativa à ideia do governador Romeu Zema (Novo) de aprovar, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para extinguir a obrigatoriedade de referendos para concluir a desestatização de empresas como a Cemig e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).
“O que eu puder fazer para que o governador de Minas Gerais não tire o direito da povo mineiro de respeitar algo colocado na Constituição Mineira pelo então presidente da República (governador, na verdade) Itamar Franco, que deu ao povo mineiro a prerrogativa de ser ouvido em referendo sobre a privatização da Cemig, vou fazer”, afirmou o ministro.
Em uma entrevista coletiva em Brasília, Alexandre Silveira, classificou como “crime contra a democracia” a possibilidade de que a exigência do referendo seja retirada por meio de uma proposta do governador Romeu Zema.
“Eu me posicionei claramente contra aquilo que seria um crime contra a democracia no estado – que é o berço dos valores democráticos do país, que é Minas Gerais. Foi aprovado e é uma exigência da lei que haja um referendo, que toda a população mineira seja ouvida em uma possível privatização da Cemig. Se isso for quebrado pelo governo, será um grande dano ao povo mineiro. Mais do que isso, uma afronta à democracia brasileira. Mas, em tempos em que as afrontas e ou arroubos contra a democracia infelizmente se tornaram comuns, não é de se espantar que o governador de Minas tenha a ousadia de querer tirar do povo mineiro o direito de opinar sobre esse grande patrimônio de Minas Gerais”, disse o ministro ao comentar que acredita que a PEC não passará pela Assembleia Legislativa.
Segundo Silveira, a privatização de empresas elétricas “fez muito mal ao Brasil”. “Não acho correto um setor tão sensível e tão importante ficar completamente à mercê do setor privado, em especial no modelo de corporation que formou a Eletrobrás”, completou, em debate promovido pelas Comissões de Minas e Energia e de Fiscalização Financeira da Câmara.
A Eletrobrás, citada por Silveira, foi concretizada em junho do ano passado. O ministro é um dos críticos do modelo de corporation, que baseou a transação. A despeito de a União ter mais de 40% das ações da companhia, o sistema limita a participação do governo a 10% do conselho decisório da empresa.
“O povo brasileiro é dono de 43,64% das ações. Não tem de saber o que está acontecendo? Só tem de saber o resultado. Na minha opinião, está errado. Em minha visão, precisamos ‘eletrobrasileirar’ a Eletrobrás”, criticou o pessedista.
A estratégia de Zema para viabilizar privatizações
A PEC do fim do referendo foi enviada por Zema à Assembleia Legislativa na semana passada. A obrigatoriedade do referendo, inserida por Itamar Franco, data de 2000.
A emenda constitucional pleiteada pelo governo propõe, também, diminuir o número de votos para aprovar a venda de uma estatal. Atualmente, 48 dos 77 parlamentares precisam se posicionar favoravelmente a uma ideia do tipo. Zema, porém, quer diminuir a quantidade mínima de votos necessários para 38.
“Hoje, para se fazer uma obra de melhoria dos serviços de atendimento aos mineiros, tanto Cemig quanto Copasa precisam passar por um longo e burocrático processo de licitação, que nem sempre seleciona as melhores empresas e soluções para o projeto contratado e, na grande maioria das vezes, fica mais caro. Com uma gestão privada, essas companhias ganham agilidade e melhor capacidade de melhorar sua atuação”, assinalou Zema, ao defender a PEC e as privatizações.
Karina Pereira ao lado do deputado Euclydes Petterson, presidente estadual do Republicanos em MG e do Senador Cleitinho – Foto: Arquivo pessoal
O partido Republicanos, é um movimento político conservador, fundamentado nos valores cristãos, tendo a família como alicerce da sociedade, preservando a soberania nacional, a livre iniciativa e a liberdade econômica, encorajando o progresso tecnológico como caminho inevitável para o desenvolvimento humano.
Segundo a diretoria nacional e estadual, o partido defende que é necessário resgatar e apoiar a indústria brasileira e sua competitividade, ampliar o comércio interno e externo e aprimorar os serviços com foco no pragmatismo, na inovação e no conhecimento. Defende a livre iniciativa e a autonomia econômica que apontem para o empreendedorismo e novas formas de trabalho, fortalecidas a partir dos dons e talentos dos cidadãos.
O partido tem conquistado importantes espaços na política brasileira com metas ousadas e estratégias políticas bem planejadas. Um exemplo é a força republicana no Congresso Nacional. Em 2018, passou a figurar como a oitava maior bancada na Câmara dos Deputados, com 30 parlamentares eleitos, resultante do excelente desempenho do Republicanos nas urnas. Para o Senado, o partido conquistou também elegeu 1 senador.
Dos partidos criados até 2006, os dados sobre o número de filiados, divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), comprovam que o Republicanos foi o partido que mais cresceu percentualmente nos últimos 13 anos. A sigla saiu de 3.764 filiações em 2006 e saltou para 487.780 em janeiro de 2021.
A empresária Karina Pereira de Castro, mais conhecida como Karina do Barra Grill, durante os últimos dias, representou São José da Barra (MG), a convite do Senador Cleitinho Azevedo, no congresso nacional do partido em Brasília (DF) e posteriomente na posse do novo presidente estadual, Deputado Euclydes Peterson em Belo Horizonte.
“Fiquei muito feliz com o convite do meu amigo Senador Cleitinho para representar o Republicanos de São José da Barra, principalmente por acreditar em meu potencial. Eu nunca fui política, estou indo atrás de conhecimentos para poder agregar e fazer um bom trabalhado para o povo de nossa cidade, que é rica em belezas naturais, tem um povo acolhedor e que tem um grande potencial para alavancar a economia trazendo crescimento para o município. Precisamos urgentemente de mudanças e o povo está em busca de novos rumos, assim como as mulheres e os jovens que estão se encorajando como eu para ir a luta na missão. É tempo de construir pontes e não muros. A união faz a força”, informou Karina.
O Republicanos municipal à anos foi liderado pelo ex-prefeito João Alves Passos, que fez três gestões marcantes em São José da Barra.
A empresária citou que a composição da comissão provisória da diretoria municipal está sendo formada e convida a população para filiar ao partido e compor a mesma.
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